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	<title>alerj &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Justiça do Rio anula eleição para presidência da Alerj</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 01:01:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi palco de mais um capítulo de sua conturbada disputa pelo comando, culminando na anulação da sessão que elegeu o deputado Douglas Ruas, do PL, como seu novo presidente. A decisão, proferida pela Justiça do Rio de Janeiro, gerou um novo cenário de incertezas na política fluminense. A desembargadora Suely Lopes de Magalhães determinou que o processo eleitoral para a mesa diretora da Alerj só poderia ser realizado após a indispensável retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), conforme já havia sido estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esta medida é crucial para redefinir a composição legítima do colégio eleitoral, garantindo a lisura e a conformidade com as exigências legais para a escolha do líder da Casa.</p>
<p> A anulação judicial e seus fundamentos</p>
<p>Na noite da última quinta-feira, uma decisão judicial emitida pela desembargadora Suely Lopes de Magalhães, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), reverberou profundamente nos corredores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A magistrada anulou, em caráter liminar, a 2ª sessão extraordinária que havia eleito o deputado Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa. A base para tal deliberação repousa na constatação de que o procedimento eleitoral não respeitou integralmente determinações prévias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).</p>
<p>A essência da decisão judicial é clara: o processo de escolha da nova mesa diretora da Alerj não poderia prosseguir antes que a retotalização dos votos, ordenada pelo TSE, fosse efetivada. Essa retotalização é um desdobramento direto da cassação do mandato do então presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar. A magistrada enfatizou que o objetivo primordial de tal medida é assegurar a correta definição da composição do colégio eleitoral da Alerj. Somente após a validação oficial do número e da titularidade dos deputados aptos a votar é que a eleição para o comando da assembleia poderia ser considerada legítima e em conformidade com o arcabouço jurídico. A medida visa garantir a transparência e a legitimidade de um processo eleitoral fundamental para a governabilidade do estado.</p>
<p> A exigência da retotalização de votos</p>
<p>A exigência de retotalização dos votos não é um mero formalismo burocrático, mas uma etapa crucial para a reconstituição da legitimidade do parlamento fluminense. A decisão do TSE que cassou o mandato de Rodrigo Bacellar, por abuso de poder político e econômico na campanha de reeleição de 2022, desencadeou uma série de eventos que impactam diretamente a composição da Alerj. Com a saída de Bacellar e a necessidade de redefinir os suplentes e a distribuição das cadeiras, a retotalização se torna imperativa.</p>
<p>Segundo a desembargadora Suely Lopes de Magalhães, a omissão dessa etapa prévia compromete a integridade do processo eleitoral para a mesa diretora. A Alerj, ao proceder com a eleição sem aguardar essa recontagem oficial, estaria potencialmente elegendo um presidente com uma base eleitoral ainda não completamente validada, abrindo margem para contestações futuras e instabilidade política. A retotalização asseguraria que cada voto e cada assento na assembleia estejam devidamente contabilizados e atribuídos, refletindo a vontade popular e a legalidade eleitoral, garantindo que o novo presidente seja eleito por um corpo legislativo inquestionavelmente constituído.</p>
<p> O cenário político e a eleição contestada</p>
<p>A eleição para a presidência da Alerj, realizada na tarde da quinta-feira anterior à anulação, ocorreu em um ambiente de intensa polarização e contestações. O pleito, que elegeu Douglas Ruas, foi marcado pelo boicote significativo da oposição, que levantou bandeiras sobre a ilegalidade do processo e a necessidade de aguardar as deliberações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).</p>
<p>Apesar das críticas e da ausência de parte dos parlamentares, a sessão transcorreu, e Douglas Ruas obteve a vitória com 45 dos 47 deputados presentes na votação. No entanto, a força da oposição se manifestou na ausência de 22 deputados, que optaram por não comparecer à sessão, denunciando a ilegitimidade do processo antes da retotalização dos votos. Essa lacuna numérica refletiu uma profunda divisão política e a fragilidade do consenso em torno da eleição. Imediatamente após o resultado, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) formalizou uma ação judicial contestando o resultado, alegando falhas no processo e a desconsideração das orientações judiciais superiores. A anulação subsequente pela Justiça do Rio corroborou as preocupações levantadas pela oposição, evidenciando a instabilidade e as complexidades jurídicas que cercam a governança da Alerj neste momento.</p>
<p> A eleição de Douglas Ruas e o boicote da oposição</p>
<p>A eleição que elegeu Douglas Ruas para a presidência da Alerj foi um evento de grande tensão política. Com a cassação de Rodrigo Bacellar, a cadeira de presidente ficou vaga, dando início a uma corrida para a sucessão. Ruas, do Partido Liberal (PL), emergiu como o vencedor com o apoio expressivo de 45 dos 47 deputados que se fizeram presentes na sessão. Este resultado, à primeira vista, indicaria uma vitória robusta, mas a ausência de um terço do corpo legislativo lançou uma sombra sobre a legitimidade do processo.</p>
<p>Os 22 deputados que boicotaram o pleito representavam uma parcela significativa da Casa e deixaram claro seu descontentamento e suas reservas quanto à validade da eleição. A oposição argumentava que a pressa em eleger um novo presidente, sem aguardar a retotalização dos votos ordenada pelo TSE, desrespeitava as decisões judiciais e poderia viciar todo o processo. O boicote não foi apenas um ato de protesto, mas uma estratégia para deslegitimar a sessão e abrir caminho para contestações legais. A imediata judicialização do caso pelo PDT confirmou a seriedade das objeções, transformando o resultado da eleição em um ponto de discórdia jurídica e política.</p>
<p> Implicações para a governança do estado do Rio</p>
<p>A instabilidade na presidência da Alerj transcende as questões internas do parlamento e tem ramificações diretas para a governabilidade do estado do Rio de Janeiro. A magistrada Suely Lopes de Magalhães ressaltou em sua liminar que o processo eleitoral da Alerj, sem a conformidade integral com a decisão do TSE, interfere não apenas na escolha do novo presidente da assembleia, mas também tem um peso crucial na definição de quem poderá assumir o governo do estado. A linha de sucessão do Executivo fluminense encontra-se em um momento delicado e complexo, com as recentes movimentações e decisões judiciais criando um vácuo de poder.</p>
<p>Desde a renúncia do vice-governador Thiago Pampolha, ocorrida há alguns meses para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Rio de Janeiro opera sem vice-governador. Mais recentemente, o governador Cláudio Castro chegou a manifestar a intenção de renunciar ao cargo, buscando disputar uma vaga ao Senado. No entanto, sua situação se complicou drasticamente com a decisão do TSE que o considerou cassado e inelegível até 2030, em virtude de abuso de poder político e econômico durante a campanha de reeleição em 2022. Com a ausência do vice-governador e a situação jurídica do governador, o próximo na linha de sucessão direta é justamente o presidente da Alerj. Atualmente, e de forma interina, o desembargador Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), exerce a função de governador em exercício, evidenciando a profunda crise política e institucional.</p>
<p> A linha de sucessão e o vácuo de poder</p>
<p>A complexidade da linha de sucessão no governo do Rio de Janeiro é um ponto crítico que amplifica a importância da legalidade na eleição da presidência da Alerj. Com a ausência de um vice-governador, a figura do presidente da Assembleia Legislativa assume um papel central em caso de vacância do cargo de chefe do Executivo. A situação de Cláudio Castro, que teve seu mandato cassado pelo TSE, cria um cenário de incerteza sobre a governança do estado.</p>
<p>Embora Castro tenha manifestado a intenção de renunciar visando uma candidatura ao Senado, a decisão do TSE de cassar seu mandato o torna inelegível, complicando ainda mais o quadro. Assim, a cadeira de governador fica em uma espécie de limbo, com a transição de poder dependendo diretamente da estabilidade e legalidade da presidência da Alerj. A atuação interina do presidente do TJRJ como governador em exercício sublinha a excepcionalidade da situação. A anulação da eleição de Douglas Ruas, portanto, não é apenas uma questão regimental da Alerj, mas um fator que prolonga a incerteza sobre quem governará o Rio de Janeiro, impactando a estabilidade política e administrativa em um momento crucial para o estado.</p>
<p> Desdobramentos e perspectivas futuras</p>
<p>A anulação da eleição para a presidência da Alerj abre um novo capítulo de incertezas para a política fluminense, exigindo dos atores políticos e jurídicos um alinhamento com as determinações da Justiça para restabelecer a normalidade institucional. Os próximos passos incluem a aguardada retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral, que redefinirá a composição oficial do colégio eleitoral. Somente após essa etapa será possível convocar uma nova e legítima eleição para a mesa diretora.</p>
<p>Este cenário demanda um esforço conjunto para garantir a transparência e a legalidade do processo, visando evitar novas contestações e aprofundar a crise política. A estabilidade da Alerj é fundamental não apenas para o funcionamento do legislativo, mas também para a clareza na linha de sucessão do governo estadual, atualmente em xeque. A atenção se volta agora para as ações do TRE e para a capacidade dos deputados de encontrar um consenso que respeite as decisões judiciais e promova a governabilidade do Rio de Janeiro. O estado precisa de liderança sólida e legitimidade institucional para enfrentar seus desafios.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Por que a eleição de Douglas Ruas foi anulada?<br />
A eleição foi anulada porque a Justiça considerou que o processo eleitoral na Alerj não poderia ocorrer antes da retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), conforme determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a cassação do ex-presidente Rodrigo Bacellar.</p>
<p> O que significa a retotalização de votos?<br />
A retotalização de votos é o reprocessamento da contagem e distribuição de votos para as cadeiras legislativas. No contexto da Alerj, ela é necessária para definir a composição oficial do colégio eleitoral após a cassação de um deputado, garantindo que os substitutos e a proporção partidária estejam corretamente definidos antes de uma nova eleição.</p>
<p> Como a anulação afeta a governança do Rio de Janeiro?<br />
A anulação da eleição da Alerj afeta diretamente a linha de sucessão do governo do estado. Sem um vice-governador e com a situação jurídica do governador Cláudio Castro (cassado e inelegível pelo TSE), o presidente da Alerj seria o próximo na linha. A instabilidade nessa posição prolonga a incerteza sobre quem governará o Rio de Janeiro.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta importante questão política e acompanhe as atualizações sobre o futuro da Alerj e do governo do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Alerj adia decisão sobre prisão de presidente, preso na quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 23:01:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) optou por adiar a reunião que definiria o futuro do deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil), atual presidente da Casa, que se encontra preso. A nova data para a deliberação foi agendada para a próxima segunda-feira, às 11h.</p>
<p>Bacellar foi detido na última quarta-feira durante a Operação Unha e Carne. As acusações que pesam sobre ele incluem o vazamento de informações confidenciais da Operação Zargun e a suposta orientação dada ao deputado estadual TH Joias (MDB) para que este destruísse provas relevantes para as investigações. Em sua defesa, Bacellar nega veementemente as irregularidades imputadas.</p>
<p>O caso ganha contornos ainda mais complexos com o envolvimento de TH Joias, que já se encontra preso desde setembro. As acusações contra ele são graves e abrangem desde suspeitas de tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, até a negociação de armas destinadas a facções criminosas, como o Comando Vermelho.</p>
<p>A prisão de Rodrigo Bacellar foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o afastamento do parlamentar da presidência da Alerj. A decisão do STF adiciona um elemento de tensão política ao cenário já conturbado da Assembleia Legislativa.</p>
<p>Este não é o primeiro episódio em que a Alerj se vê diante da necessidade de decidir sobre a prisão de um presidente em exercício. Em 2017, a Casa optou por libertar Jorge Picciani, juntamente com os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi. Na época, os três eram acusados de receber propinas em troca de favorecimentos a empresas. A decisão gerou grande controvérsia e reacendeu o debate sobre a autonomia e a independência do poder legislativo estadual.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Prisão de presidente da alerj revela interceptação e suspeita de obstrução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 20:01:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira (3), com base em interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal. As conversas interceptadas revelaram comunicação entre Bacellar e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, que já havia sido detido em setembro. As interceptações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira (3), com base em interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal. As conversas interceptadas revelaram comunicação entre Bacellar e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, que já havia sido detido em setembro.</p>
<p>As interceptações indicam que, na noite anterior à sua prisão, TH Joias ativou um novo número de telefone e imediatamente contatou Bacellar, referindo-se a ele como &#8220;01&#8221;. Segundo a Polícia Federal, Bacellar teria orientado TH Joias a remover objetos de sua residência com o objetivo de ocultar provas. Os dois também se comunicaram através desse novo número na manhã da operação que culminou com a prisão de TH Joias.</p>
<p>No pedido de prisão de Bacellar, encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal argumentou que existem &#8220;indícios contundentes&#8221; de que operações policiais foram comprometidas pelo vazamento prévio de informações sigilosas, supostamente por parte do presidente da Alerj. Thiego Silva é acusado de utilizar seu mandato para favorecer lideranças do Comando Vermelho, além de intermediar a compra e venda de armas e drogas.</p>
<p>Em nota, os agentes responsáveis pela investigação destacaram a periculosidade da organização criminosa investigada, sua &#8220;profunda infiltração no poder público fluminense&#8221; e a &#8220;absoluta necessidade de aprofundamento das investigações&#8221; para interromper as atividades criminosas e esclarecer os fatos.</p>
<p>Além de autorizar a prisão de Bacellar, o ministro Alexandre de Moraes determinou seu afastamento do cargo de presidente da Alerj. A Polícia Federal também cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados ao deputado, incluindo seus gabinetes na Alerj.</p>
<p>Até o momento, não foi possível contato com a defesa de Bacellar.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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