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	<title>alex &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>alex &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Torcedor do Santos morto por veículo da PM vivia nas ruas e era PCD</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:01:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A morte de Alex Nunes Pinheiro do Carmo, um torcedor do Santos de 37 anos, após ser atropelado por um caminhão blindado da Tropa de Choque da Polícia Militar no estacionamento da Neo Química Arena, em São Paulo, gerou grande comoção e levantou questionamentos. Alex, que vivia em situação de rua e era Pessoa com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A morte de Alex Nunes Pinheiro do Carmo, um torcedor do Santos de 37 anos, após ser atropelado por um caminhão blindado da Tropa de Choque da Polícia Militar no estacionamento da Neo Química Arena, em São Paulo, gerou grande comoção e levantou questionamentos. Alex, que vivia em situação de rua e era Pessoa com Deficiência (PCD), era um devoto fanático do Santos Futebol Clube. Sua irmã, Luciana Calixto Nunes, expressou o choque e a tristeza da família, que busca respostas sobre as circunstâncias que levaram à trágica perda. O incidente ocorreu durante uma partida do Campeonato Paulista, e o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, enquanto as autoridades e o estádio prometem investigar a fundo os detalhes do ocorrido para elucidar a dinâmica fatal.</p>
<p> A tragédia no estacionamento da Neo Química Arena</p>
<p>O lamentável incidente que culminou na morte de Alex Nunes Pinheiro do Carmo aconteceu na tarde de domingo, 25 de fevereiro, durante o confronto entre Santos e Bragantino pelo Campeonato Paulista. O torcedor, conhecido por sua paixão incondicional pelo Peixe, estava em frente ao portão &#8220;O&#8221; da Neo Química Arena, uma área comumente utilizada por torcidas organizadas. Foi ali que ele foi atingido por um caminhão blindado da Tropa de Choque da Polícia Militar, um veículo robusto destinado ao acompanhamento e segurança dos torcedores durante eventos esportivos de grande porte.</p>
<p> Detalhes do incidente fatal</p>
<p>As informações apuradas indicam que o veículo policial precisou realizar uma manobra no estacionamento do estádio. O policial ao volante, devido à configuração do caminhão e à posição de Alex, não teria percebido a presença do torcedor. O veículo, sendo de grande porte, possui uma altura considerável, posicionando o motorista a cerca de três metros do chão. Alex, por sua vez, estaria a aproximadamente dois metros da parte dianteira do caminhão, uma área que constitui um ponto cego crítico, impossibilitando sua visualização pelo condutor. Esse fator é crucial para a compreensão do acidente, que foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor pelas autoridades.</p>
<p>No local, equipes da Polícia Civil e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram presentes para realizar a perícia e coletar dados que auxiliarão na investigação. A Neo Química Arena, por meio de nota oficial, lamentou a morte de Alex e informou ter encaminhado as imagens de suas câmeras de monitoramento à Polícia Militar, contribuindo para a apuração dos fatos. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) também se pronunciou, expressando pesar pela perda e garantindo que os laudos técnicos, assim que finalizados, serão analisados para a tomada das devidas providências. A clareza sobre a sequência dos eventos é fundamental para a família e para a sociedade, que acompanha o caso com atenção.</p>
<p> A vida de Alex: paixão pelo Santos e desafios</p>
<p>A trajetória de Alex Nunes Pinheiro do Carmo, aos 37 anos, era marcada por uma paixão avassaladora pelo Santos Futebol Clube e por uma série de desafios pessoais, que o levaram a viver em situação de rua por muitos anos. Antes de sua morte trágica, Alex era uma figura conhecida no universo santista, um torcedor inconfundível que, apesar das adversidades, mantinha viva sua devoção ao time. A família descreve um homem com um passado de jogador de futebol de várzea e ajudante de pedreiro, cuja vida tomou um rumo difícil após um evento marcante.</p>
<p> Uma trajetória marcada pela rua e pelo futebol</p>
<p>De acordo com sua irmã, Luciana Calixto Nunes, Alex começou a viver nas ruas após o desaparecimento de sua mãe em 2014. Ele teria se sentido culpado pelo ocorrido, uma vez que a mãe estava sob seus cuidados na época e nunca mais foi encontrada. Por aproximadamente quatro anos, Alex morou nas imediações da Vila Belmiro, o estádio do Santos, em Santos. Ali, ele se tornou &#8220;Acarajé&#8221;, um apelido carinhoso que o tornou uma figura carimbada nos jogos do Peixe. A família, que o buscava, recebia notícias dele por meio das redes sociais e de integrantes das torcidas organizadas, que o acolhiam.</p>
<p>Luciana relata que a paixão de Alex pelo Santos era tamanha que &#8220;ele era capaz de ir em tudo. Em todos os jogos, ele estava na concentração, no ginásio&#8221;. Sua presença era tão constante na Vila Belmiro que &#8220;o pessoal deixava ele entrar para tomar banho. Era como se ele fosse da família&#8221;, conta a irmã, evidenciando o vínculo que ele havia construído com a comunidade santista.</p>
<p>Em 2018, Alex teve um breve retorno ao lar familiar após sofrer um grave acidente em Campinas (SP). Ele caiu de uma estrutura no Teatro Castro Mendes, sob efeito de álcool, e os médicos chegaram a dizer que ele não voltaria a andar. Contudo, com o tempo, Alex demonstrou uma recuperação surpreendente, passando da cadeira de rodas para o carrinho e, finalmente, utilizando apenas uma muleta. Apesar da melhora e de ter conseguido a aposentadoria por invalidez, Alex retornou às ruas. Sua irmã lamenta que ele utilizasse o dinheiro recebido para a compra de drogas, o que o levou a vender seus bens e, consequentemente, a não conseguir permanecer em casa. O último contato da família com Alex havia sido no início de 2025, quando ele passou alguns dias em Campinas, antes de retornar à sua vida nas ruas.</p>
<p> A busca por justiça e respostas</p>
<p>A família de Alex Nunes Pinheiro do Carmo foi informada de sua morte por um integrante de uma torcida organizada do Santos, o que intensificou o sentimento de desamparo e a necessidade de esclarecimentos. Luciana Calixto Nunes, a irmã de Alex, expressou a profunda dor da família e a urgência em compreender a sequência exata dos eventos que levaram à tragédia na Neo Química Arena.</p>
<p>A principal demanda da família é o acesso às imagens das câmeras de segurança. Luciana busca entender se o atropelamento foi de fato em um ponto cego, se o policial que dirigia o caminhão blindado realmente não conseguiu ver seu irmão, e qual a verdadeira dinâmica do acidente. A família ressalta que Alex não era um desconhecido, sendo uma figura pública e conhecida entre os torcedores do Santos. Essa visibilidade, na visão da irmã, deveria ter garantido um mínimo de atenção ou reconhecimento por parte dos envolvidos. Há também uma frustração expressa pela falta de apoio ou contato direto por parte dos clubes de futebol (Santos e Corinthians) e da própria polícia, o que a família considera essencial em um momento tão delicado. A busca por justiça e por uma investigação transparente e detalhada é a prioridade da família, que espera que todos os elementos sejam considerados para que a verdade seja estabelecida e as responsabilidades apuradas.</p>
<p> Reflexões e o futuro da investigação</p>
<p>A morte de Alex Nunes Pinheiro do Carmo é uma tragédia que expõe a vulnerabilidade de indivíduos em situação de rua e levanta questões sobre segurança pública e responsabilidade em eventos de grande público. A história de Alex, um torcedor apaixonado que encontrou no futebol um refúgio e uma identidade, agora se torna um caso emblemático que clama por clareza e justiça. Enquanto a família lida com a dor da perda e a busca por respostas, as autoridades — Polícia Civil, Instituto Médico Legal e a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo — continuam suas investigações.</p>
<p>A promessa de análise dos laudos e das imagens de monitoramento é um passo crucial para a elucidação dos fatos. A transparência na condução do inquérito de homicídio culposo na direção de veículo automotor é fundamental para restaurar a confiança da comunidade e, principalmente, para oferecer o mínimo de conforto e encerramento à família de Alex. O episódio na Neo Química Arena serve como um lembrete sombrio das complexidades da vida urbana e da necessidade de atenção e cuidado com os mais vulneráveis. Acompanhar o desenrolar desta investigação é imperativo para garantir que a memória de Alex seja honrada com a verdade.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem era Alex Nunes Pinheiro do Carmo?<br />
Alex Nunes Pinheiro do Carmo, de 37 anos, era um torcedor fanático do Santos Futebol Clube. Ele vivia em situação de rua, era Pessoa com Deficiência (PCD) e era conhecido como &#8220;Acarajé&#8221; nas redondezas da Vila Belmiro, onde morou por anos e era uma figura reconhecida pela torcida.</p>
<p> Como ocorreu o atropelamento?<br />
Alex foi atropelado por um caminhão blindado da Tropa de Choque da Polícia Militar no estacionamento da Neo Química Arena, em São Paulo, durante uma partida de futebol. O veículo, de grande porte, estaria realizando uma manobra, e o policial ao volante não teria percebido a presença de Alex devido a um ponto cego, considerando a altura do caminhão e a posição da vítima.</p>
<p> O que a família de Alex busca agora?<br />
A família de Alex busca principalmente acesso às imagens das câmeras de segurança para entender a dinâmica exata do acidente. Eles desejam clareza sobre se o atropelamento ocorreu em um ponto cego e se o motorista não conseguiu ver Alex. Além disso, a família expressa a necessidade de apoio e esclarecimentos por parte das autoridades e dos clubes envolvidos.</p>
<p> Qual a posição das autoridades e do estádio sobre o caso?<br />
A Neo Química Arena lamentou a morte de Alex e informou ter encaminhado as imagens de monitoramento à Polícia Militar. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) também lamentou o ocorrido e garantiu que os laudos técnicos serão analisados para as devidas providências. O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, e as investigações continuam em andamento.</p>
<p>Para mais detalhes sobre este caso e atualizações da investigação, continue acompanhando nossas notícias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Mensagens de Jussara à filha de Walter após morte em Bebedouro, SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 08:01:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Bebedouro, no interior de São Paulo, tornou-se o centro de uma complexa investigação policial que envolve duas mortes ocorridas na mesma residência e tem como figura central a professora de estética Jussara Luzia Fernandes. O caso, inicialmente tratado como afogamento, ganhou contornos de homicídio após a descoberta de detalhes e confissões que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Bebedouro, no interior de São Paulo, tornou-se o centro de uma complexa investigação policial que envolve duas mortes ocorridas na mesma residência e tem como figura central a professora de estética Jussara Luzia Fernandes. O caso, inicialmente tratado como afogamento, ganhou contornos de homicídio após a descoberta de detalhes e confissões que chocaram a comunidade. A morte de Walter Gilmar de Pádua Carneiro, de 65 anos, em janeiro de 2025, encontrado na piscina de casa, está sob rigorosa apuração. Elementos cruciais, como áudios enigmáticos enviados por Jussara à filha de Walter, Bruna Carneiro, e filmagens de segurança, adicionam camadas de mistério e contradição a um enredo já sombrio. A reviravolta na investigação se intensificou após a confissão da suspeita de ter assassinado seu namorado, Alex Sandro da Silva Rocha, de 21 anos, meses antes.</p>
<p> A morte do marido e as suspeitas crescentes</p>
<p>Em janeiro de 2025, Walter Gilmar de Pádua Carneiro, de 65 anos, foi encontrado sem vida na piscina da residência que compartilhava com Jussara Luzia Fernandes, no bairro Eldorado, em Bebedouro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado pela própria Jussara, que relatou ter saído de casa por volta das 6h30 para entregar uma encomenda a uma amiga e ter encontrado o marido morto ao retornar, por volta das 9h30, após passar pela feira e pelo mercado. Ela alegou que Walter, que ficara dormindo, era epiléptico e que teria sofrido uma crise na noite anterior. O laudo necroscópico inicial apontou afogamento como causa da morte, e o caso foi registrado na época como morte suspeita.</p>
<p>No entanto, a versão apresentada por Jussara começou a ser questionada diante de evidências que surgiram na investigação. Câmeras de segurança da região revelaram que a professora de estética já se encontrava na residência no período em que alegou ter estado ausente. Além disso, a filha de Walter, Bruna Carneiro, relatou que o pai apresentava um quadro de saúde debilitado nos dias que antecederam sua morte, com episódios de vômito e sonolência, o que levantou dúvidas sobre a causa natural do falecimento. Essas informações, que contradiziam diretamente o depoimento de Jussara, tornaram-se pilares para a reclassificação do caso, de afogamento para homicídio, pela Polícia Civil, conforme apontado pela advogada da família de Walter, Isabella Feloni.</p>
<p> Contradições e o alerta da filha</p>
<p>As contradições na narrativa de Jussara Luzia Fernandes foram cruciais para a intensificação da investigação sobre a morte de Walter. O registro das câmeras de segurança, que mostram a professora de estética em sua casa no horário em que afirmava estar fora, desfez seu álibi e levantou sérias desconfianças. Complementando essa linha de inconsistências, áudios enviados por Jussara à filha de Walter, Bruna Carneiro, momentos após a descoberta do corpo, adicionaram uma camada de preocupação para os investigadores. Em uma das mensagens, Jussara pedia explicitamente: &#8220;Bruna, faz um favor para mim: não posta que ele faleceu ainda não, deixa eu resolver tudo primeiro.&#8221; Em outro áudio, ela instruía a nora a manter discrição sobre a causa da morte: &#8220;Se você deixar e alguém perguntar do que foi, fala do que foi não, nem responde, só para pessoas mais íntimas.&#8221; Ela também especulava sobre a causa, atribuindo aos bombeiros a hipótese de infarto.</p>
<p>Essa postura de Jussara, somada ao relato de Bruna sobre a deterioração da saúde de seu pai dias antes do ocorrido, pintou um quadro muito diferente daquele de uma morte acidental. A família de Walter passou a questionar veementemente a versão do afogamento, exigindo uma investigação mais aprofundada. A combinação desses elementos – o álibi desmentido por imagens, as mensagens ambíguas e a preocupação com a saúde prévia da vítima – forneceu os subsídios necessários para que a Polícia Civil reorientasse completamente o foco do inquérito, transformando uma morte suspeita em uma investigação de homicídio qualificado, que demandou a exumação do corpo de Walter para novas análises periciais.</p>
<p> O brutal assassinato do namorado e a confissão</p>
<p>A complexidade do caso de Walter Gilmar de Pádua Carneiro ganhou uma dimensão ainda mais perturbadora com a revelação de outro crime chocante envolvendo Jussara Luzia Fernandes. Em outubro de 2024, apenas alguns meses antes da morte de Walter, o namorado da professora de estética, Alex Sandro da Silva Rocha, de 21 anos, também foi assassinado na mesma residência, no bairro Eldorado, em Bebedouro. A morte de Alex Sandro veio à tona após uma denúncia anônima que levou agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) e da polícia ao endereço de Jussara. Inicialmente, ela negou qualquer envolvimento com o crime, mas, confrontada com as evidências e na presença de um advogado, confessou ter matado o jovem.</p>
<p>De acordo com as investigações conduzidas pelo delegado João Vitor Silvério, Alex Sandro da Silva Rocha foi vítima de extrema violência, recebendo pelo menos 40 golpes de tesoura. Após o assassinato, Jussara teria enterrado o corpo do namorado no quintal da própria casa. A confissão e a posterior descoberta do corpo de Alex Sandro resultaram na prisão em flagrante da professora de estética por este crime. Este evento sombrio não apenas revelou a gravidade da conduta de Jussara, mas também lançou uma nova luz sobre a morte de Walter, que até então estava sendo investigada sob uma perspectiva diferente. A brutalidade do crime contra Alex Sandro e o fato de ter ocorrido na mesma propriedade foram fatores decisivos para a intensificação das suspeitas sobre Jussara em relação ao falecimento de seu marido.</p>
<p> A conexão entre os casos e a reviravolta na investigação</p>
<p>A confissão de Jussara Luzia Fernandes sobre o assassinato de Alex Sandro da Silva Rocha e a descoberta de seu corpo enterrado no quintal da residência em Bebedouro operaram uma reviravolta drástica na investigação da morte de Walter Gilmar de Pádua Carneiro. A ligação entre os dois casos, ambos ocorridos na mesma propriedade e com Jussara como figura central, foi imediata e inegável. A polícia passou a ver a morte de Walter sob uma ótica completamente nova, considerando a possibilidade de um segundo homicídio. Diante da complexidade e da gravidade dos fatos, foi determinada a exumação do corpo de Walter, que havia sido inicialmente sepultado com base no laudo de afogamento, para a realização de novas análises periciais.</p>
<p>Essa medida visava buscar indícios que pudessem comprovar ou refutar a hipótese de homicídio, reexaminando todas as circunstâncias de sua morte à luz da violência já confirmada contra Alex Sandro. A investigação se aprofundou na análise do comportamento de Jussara, nas contradições em seus depoimentos e na sequência cronológica dos eventos. O delegado João Vitor Silvério e sua equipe trabalham para desvendar a totalidade dos fatos, buscando estabelecer as reais causas das duas mortes e a possível participação de Jussara em ambos os desfechos trágicos. A comunidade de Bebedouro acompanha os desdobramentos com apreensão, aguardando que a justiça seja feita e que a verdade por trás desses crimes seja plenamente revelada.</p>
<p> Desdobramentos e o futuro da investigação</p>
<p>O cenário em Bebedouro permanece complexo e sob intensa investigação. A professora de estética Jussara Luzia Fernandes, após confessar o assassinato de Alex Sandro da Silva Rocha e ter seu nome ligado às circunstâncias suspeitas da morte de Walter Gilmar de Pádua Carneiro, é a principal figura nos inquéritos. A Polícia Civil, com base nas novas evidências, como os áudios e as imagens de segurança, e especialmente após a confissão do primeiro homicídio, concentra esforços para elucidar completamente o caso de Walter. A exumação de seu corpo é um passo crucial para obter novas provas técnicas que possam corroborar a hipótese de assassinato e identificar as verdadeiras causas de sua morte.</p>
<p>A defesa de Jussara ainda não se manifestou publicamente sobre os desdobramentos mais recentes relacionados à morte de Walter, o que mantém um véu de incerteza sobre os próximos passos jurídicos da suspeita. Enquanto isso, a família de Walter, representada pela advogada Isabella Feloni, segue buscando respostas e justiça, ciente de que as novas informações são determinantes para provar as supostas mentiras de Jussara. O caso de Bebedouro, marcado por tragédias sucessivas na mesma residência, continua a se desenrolar, com as autoridades empenhadas em conectar as pontas soltas e trazer clareza a uma história envolta em mistério e violência, garantindo que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados perante a lei.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Quem são as vítimas envolvidas neste caso em Bebedouro?<br />
As vítimas são Walter Gilmar de Pádua Carneiro, de 65 anos, marido de Jussara, encontrado morto na piscina; e Alex Sandro da Silva Rocha, de 21 anos, namorado de Jussara, que foi assassinado e enterrado no quintal da mesma residência.</p>
<p>Qual a principal suspeita levantada contra Jussara Luzia Fernandes?<br />
Jussara Luzia Fernandes confessou ter matado Alex Sandro da Silva Rocha a tesouradas. Ela também é a principal suspeita no caso da morte de Walter Gilmar de Pádua Carneiro, que inicialmente foi registrado como afogamento, mas agora é investigado como homicídio devido a contradições em seu depoimento e evidências como áudios e imagens de segurança.</p>
<p>Como as mortes de Walter e Alex Sandro se conectam?<br />
As duas mortes estão diretamente conectadas pelo fato de terem ocorrido na mesma residência, em Bebedouro, e envolverem a mesma pessoa como suspeita e posteriormente confessa: Jussara Luzia Fernandes. A confissão do assassinato de Alex Sandro foi crucial para a reabertura e reclassificação do caso de Walter como homicídio.</p>
<p>Onde os crimes ocorreram?<br />
Ambos os crimes, a morte de Walter na piscina e o assassinato de Alex Sandro no quintal, ocorreram na mesma residência localizada no bairro Eldorado, em Bebedouro, no interior de São Paulo.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste e de outros casos investigativos relevantes. Acompanhe as notícias e entenda a fundo os processos que buscam justiça.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Moradores de baixa renda aguardam lotes em pontal após cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 08:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Pontal, interior de São Paulo, o sonho da casa própria se transformou em frustração para diversos moradores de baixa renda. Em 2020, atraídos por anúncios nas redes sociais, eles investiram suas economias na compra de lotes residenciais de 160 a 200 metros quadrados, oferecidos pela Associação Popular de Luta por Moradia de Pontal (SP). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Pontal, interior de São Paulo, o sonho da casa própria se transformou em frustração para diversos moradores de baixa renda. Em 2020, atraídos por anúncios nas redes sociais, eles investiram suas economias na compra de lotes residenciais de 160 a 200 metros quadrados, oferecidos pela Associação Popular de Luta por Moradia de Pontal (SP). A promessa era parcelas acessíveis, a partir de R$ 450, e a oportunidade de deixar o aluguel para trás.</p>
<p>Cinco anos depois, a realidade é bem diferente. Apesar dos pagamentos efetuados e dos investimentos que chegaram a R$ 10 mil, os compradores ainda não têm acesso aos terrenos. &#8220;Já passou cinco anos e não teve mais resposta. E a gente só fica aqui na esperança, aguardando alguma coisa&#8221;, lamenta uma das compradoras, que viu a oportunidade de sair do aluguel.</p>
<p>A associação, que contava com a participação de um ex-vereador, Alex Sandro Donizete da Silva, o Alex Silva, está sob investigação do Ministério Público, após inúmeras reclamações. A Promotoria aponta diversas irregularidades, incluindo a ausência de autorização para a venda do loteamento. Diante disso, a Justiça proibiu a entidade de fazer propaganda e comercializar terrenos na cidade.</p>
<p>A associação, por meio de nota, informou que aguarda autorização judicial para quitar o terreno e transferir a propriedade para o nome da entidade. Afirma ainda que, com a aprovação do projeto pela Prefeitura, o loteamento poderá avançar para a etapa de obtenção das licenças.</p>
<p>A Prefeitura de Pontal, por sua vez, comunicou que não autorizou qualquer ação de venda ou sorteio de terrenos na cidade entre 2010 e 2021.</p>
<p>Moradores relatam que o então vereador Alex Sandro Donizete da Silva liderou as vendas da associação em 2020. O projeto, denominado &#8220;Nosso Bairro &#8211; lotes urbanizados&#8221;, tinha como objetivo transformar uma área rural em um loteamento com preços populares.</p>
<p>Um operador de máquinas, que também investiu no projeto, afirma que, no início, tudo parecia correto. &#8220;No começo, ele [Alex Silva] foi lá em casa com as documentações, mostrou. A gente olhando, estava tudo certinho&#8221;, conta.</p>
<p>No entanto, a falta de respostas começou a gerar questionamentos nas redes sociais. Na maioria das vezes, os moradores afirmam que ficaram sem resposta.</p>
<p>Diante do aumento das denúncias, o Ministério Público ajuizou uma ação contra a associação, apontando irregularidades como a cobrança por terrenos inexistentes legalmente, ausência de garantia de devolução dos valores e atuação semelhante à de uma imobiliária sem autorização. A investigação apontou ainda que a associação teria programas habitacionais semelhantes em outras cidades.</p>
<p>O advogado Renan Quaranta, que acompanha algumas das famílias, afirma que faltou transparência na prestação de contas da associação e orienta as famílias a procurarem a Justiça para pedir o reembolso dos valores investidos.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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