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	<title>aprovação &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>aprovação &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Acordo Mercosul-UE avança na Comissão do Parlasul, segue para plenário</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 17:01:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O aguardado acordo Mercosul-União Europeia (UE) deu um passo crucial em sua tramitação legislativa, sendo aprovado por unanimidade na Comissão do Parlasul. Este avanço representa um marco significativo para o tratado que visa derrubar barreiras tarifárias, intensificar o comércio bilateral e fomentar a troca de iniciativas entre os dois importantes blocos econômicos. A decisão, tomada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O aguardado acordo Mercosul-União Europeia (UE) deu um passo crucial em sua tramitação legislativa, sendo aprovado por unanimidade na Comissão do Parlasul. Este avanço representa um marco significativo para o tratado que visa derrubar barreiras tarifárias, intensificar o comércio bilateral e fomentar a troca de iniciativas entre os dois importantes blocos econômicos. A decisão, tomada recentemente, coloca o texto em rota acelerada para o plenário da Câmara dos Deputados no Brasil, com expectativa de votação em regime de urgência. A potencialização das relações comerciais, especialmente para o setor agropecuário, está no cerne das discussões, com a possibilidade de aplicação imediata de algumas regras mesmo antes da plena ratificação do acordo. Este movimento reflete a ambição do Mercosul em assegurar sua posição no cenário global.</p>
<p> A tramitação do histórico acordo</p>
<p> Aprovação no Parlasul e a urgência do processo</p>
<p>O acordo Mercosul-União Europeia, fruto de mais de duas décadas de negociações, obteve aprovação unânime na Comissão do Parlasul. Este evento é de suma importância, pois sinaliza um consenso inicial favorável à sua implementação. O relatório do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) foi fundamental para a decisão, apresentando uma análise favorável ao tratado que, em sua essência, busca facilitar o comércio de bens e serviços, a importação e exportação, e a harmonização de regulamentações entre os dois blocos. A eliminação de barreiras tarifárias é um dos pilares centrais do acordo, prometendo um fluxo comercial mais livre e competitivo para diversos setores da economia, com um impacto considerável para o agronegócio.</p>
<p>Segundo o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão, esta aprovação no Parlasul não é apenas um trâmite formal; ela abre caminho para a aplicação imediata de certas regras contidas no acordo, independentemente da ratificação por todos os países-membros da União Europeia. A importância dessa flexibilidade é destacada, principalmente, para o setor agropecuário, que pode se beneficiar de cotas e condições de acesso a mercados europeus de forma antecipada. Embora não tenha detalhado quais dos mais de 4 mil pontos do acordo se enquadram nessa categoria de aplicação imediata, o senador garantiu que a Comissão de Relações Exteriores iniciará um trabalho intensivo para identificar e operacionalizar essas cláusulas, visando maximizar os benefícios para o Brasil e os demais membros do Mercosul. O entendimento é que, com a aprovação na Comissão, diversos pontos já podem entrar em vigor, impulsionando os países do Mercosul a acelerar suas tramitações internas para não ficarem em desvantagem na corrida por cotas e oportunidades comerciais.</p>
<p> Próximos passos e a complexidade legislativa</p>
<p> O percurso do texto na Câmara e no Senado</p>
<p>Após a aprovação no Parlasul, o acordo Mercosul-União Europeia segue agora para uma etapa crucial no Congresso Nacional brasileiro. A próxima parada é a Câmara dos Deputados, onde o texto já possui relator designado: o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP). A expectativa é de que a matéria seja debatida e votada com celeridade, dado o caráter estratégico do acordo para a economia nacional. A discussão na Câmara envolverá a análise aprofundada dos termos do tratado, seus potenciais impactos em diversos setores e a conformidade com a legislação brasileira. A urgência na tramitação é um reflexo do desejo de capitular rapidamente os benefícios que o acordo pode trazer, como o aumento das exportações, a atração de investimentos e a modernização da indústria nacional através da facilitação de importações.</p>
<p>Uma vez aprovado na Câmara dos Deputados, o texto retorna para o Senado Federal, onde também será submetido à análise e votação em plenário. Este bicameralismo no processo de ratificação é uma característica da legislação brasileira para acordos internacionais de grande envergadura, garantindo um escrutínio rigoroso. Somente após a ratificação por ambas as casas legislativas é que o Brasil estará apto a colocar integralmente o acordo em vigor. Esse processo é complexo e demanda consenso, mas a aprovação unânime no Parlasul sugere um bom presságio para as próximas etapas. A diferença entre a aplicação imediata de alguns pontos e a ratificação integral é vital: enquanto certas cláusulas podem começar a gerar efeitos comerciais mais rapidamente, a plena integração e os benefícios totais do acordo dependem da conclusão de todo o rito legislativo e jurídico, incluindo o parecer da Procuradoria da União Europeia e a ratificação pelos demais países envolvidos. Essa dualidade permite um ganho de tempo, mas mantém a necessidade de um processo legislativo completo.</p>
<p> Impactos e perspectivas futuras</p>
<p>O acordo Mercosul-União Europeia, uma vez plenamente implementado, promete reconfigurar o panorama comercial global, criando uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. Para o Brasil e os demais países do Mercosul, os impactos esperados são multifacetados e abrangem desde o fortalecimento do setor exportador, particularmente o agronegócio, até a modernização da indústria com acesso facilitado a tecnologias e insumos europeus. A redução ou eliminação de tarifas alfandegárias significará produtos brasileiros mais competitivos no mercado europeu e, em contrapartida, produtos europeus mais acessíveis no Mercosul, gerando benefícios para consumidores e empresas.</p>
<p>Além dos aspectos econômicos diretos, o tratado também prevê a intensificação da cooperação em áreas como propriedade intelectual, compras governamentais, facilitação de investimentos e desenvolvimento sustentável. Este último ponto é de crescente importância, com o acordo incluindo cláusulas que reforçam compromissos ambientais, sociais e trabalhistas, alinhando as práticas comerciais com padrões internacionais de sustentabilidade. A aprovação gradual do acordo, com a possibilidade de aplicação antecipada de algumas cláusulas, permite que as economias se adaptem progressivamente às novas condições, mitigando choques e maximizando os ganhos potenciais. Contudo, a efetividade e o sucesso pleno dependerão da capacidade dos países de ambos os blocos de se adaptarem às novas regras, explorarem as oportunidades e resolverem os desafios inerentes a um acordo de tamanha magnitude. A urgência demonstrada pelos países do Mercosul em agilizar a tramitação é um indicativo da percepção de que estar à frente neste processo pode render vantagens significativas em termos de acesso a cotas e de posicionamento estratégico no mercado global.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o acordo Mercosul-UE</p>
<p> O que é o acordo Mercosul-União Europeia?<br />
É um tratado de livre comércio que busca reduzir ou eliminar barreiras tarifárias e não tarifárias, facilitar o comércio de bens e serviços, e promover a cooperação econômica entre os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai) e os 27 estados-membros da União Europeia.</p>
<p> Quais são os principais benefícios esperados com a aprovação?<br />
Os benefícios incluem o aumento das exportações do Mercosul para a UE, especialmente produtos agrícolas, acesso a mercados para bens e serviços, atração de investimentos estrangeiros, modernização da indústria local e preços mais competitivos para consumidores devido à redução de tarifas em produtos importados da UE.</p>
<p> Qual a diferença entre aplicação imediata e ratificação integral?<br />
A aplicação imediata refere-se à possibilidade de que algumas regras e cláusulas do acordo comecem a valer logo após a aprovação em comissões ou órgãos legislativos parciais, antes mesmo da conclusão de todo o processo de ratificação em todos os países envolvidos. A ratificação integral, por sua vez, exige a aprovação final de todos os parlamentos nacionais e órgãos competentes para que o acordo entre plenamente em vigor em todas as suas partes.</p>
<p> Quem são os responsáveis pela tramitação do acordo no Brasil?<br />
No Brasil, o acordo tem envolvido figuras como o deputado Arlindo Chinaglia (relator no Parlasul), o senador Nelsinho Trad (presidente da Comissão do Parlasul) e o deputado Marcos Pereira (relator na Câmara dos Deputados).</p>
<p> Por que há urgência na tramitação pelos países do Mercosul?<br />
A urgência é impulsionada pela intenção de não ficar para trás na obtenção de cotas comerciais e acesso preferencial a mercados europeus, aproveitando a possibilidade de aplicação imediata de alguns pontos do acordo. Os países buscam garantir suas vantagens competitivas assim que possível.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste acordo histórico e entenda como ele pode moldar o futuro das relações comerciais globais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Aprovação da política migratória de Trump atinge mínima histórica</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 00:03:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova pesquisa de opinião pública revela uma queda significativa na aprovação da política de imigração do ex-presidente Donald Trump entre os norte-americanos, atingindo seu ponto mais baixo durante seu mandato. Os dados indicam uma deterioração substancial no apoio às suas abordagens sobre fronteiras e questões migratórias, refletindo um crescente ceticismo. Esta diminuição não apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova pesquisa de opinião pública revela uma queda significativa na aprovação da política de imigração do ex-presidente Donald Trump entre os norte-americanos, atingindo seu ponto mais baixo durante seu mandato. Os dados indicam uma deterioração substancial no apoio às suas abordagens sobre fronteiras e questões migratórias, refletindo um crescente ceticismo. Esta diminuição não apenas aponta para o desgaste das suas propostas ao longo dos anos, mas também a crescente polarização em torno de temas como segurança fronteiriça, separação familiar e o tratamento de requerentes de asilo. A análise detalhada desses números é crucial para compreender o impacto duradouro das ações de Trump e as percepções públicas sobre um dos pilares mais controversos de sua administração, que continua a reverberar no cenário político atual.</p>
<p> A espiral descendente da aprovação</p>
<p>A gestão da política de imigração por parte da administração de Donald Trump foi um dos pilares centrais de sua plataforma e presidência, marcada por propostas e ações que geraram intenso debate e controvérsia. Desde o início de seu mandato, com a promessa de construir um &#8220;grande e belo muro&#8221; na fronteira sul com o México e a implementação de decretos como o &#8220;travel ban&#8221;, que visava restringir a entrada de cidadãos de países de maioria muçulmana, a agenda migratória de Trump esteve no centro das atenções. No entanto, o que inicialmente pode ter angariado apoio entre sua base eleitoral, parece ter erodido a confiança de uma parcela mais ampla do público ao longo do tempo.</p>
<p> Contexto das políticas migratórias</p>
<p>A política de imigração de Trump foi caracterizada por uma abordagem de &#8220;tolerância zero&#8221; na fronteira, que resultou na separação de milhares de crianças de seus pais. Esta medida, amplamente condenada por organizações de direitos humanos e figuras políticas de todo o espectro, gerou uma onda de indignação e protestos em todo o país. Além disso, a administração buscou limitar o número de refugiados aceitos nos Estados Unidos a níveis historicamente baixos e tentou encerrar o programa Ação Adiada para Chegadas na Infância (DACA), que protege jovens imigrantes trazidos para o país quando crianças de serem deportados. Tais ações, embora defendidas como essenciais para a segurança nacional e a soberania do país, foram vistas por muitos como desumanas e contrárias aos valores americanos de acolhimento. Em seu ponto mais baixo, dados recentes indicam que a aprovação geral da sua gestão sobre o tema da imigração caiu para aproximadamente 34%, uma queda acentuada em comparação aos cerca de 42% observados nos primeiros meses de seu governo.</p>
<p> Os pontos de inflexão na opinião pública</p>
<p>Diversos eventos e crises contribuíram para a diminuição gradual, mas constante, da aprovação. A intensificação da crise humanitária na fronteira sul, com a superlotação de centros de detenção e relatos de condições precárias para menores e famílias, foi um fator determinante. Imagens e depoimentos dessas condições circularam amplamente na mídia, chocando grande parte da população e gerando um forte repúdio público. Paralelamente, os constantes desafios legais enfrentados pela administração em suas políticas migratórias, com tribunais federais bloqueando ou revertendo algumas de suas ações, adicionaram uma camada de incerteza e crítica. A percepção de que as políticas eram ineficazes ou excessivamente radicais começou a se enraizar, mesmo entre eleitores que inicialmente podiam ter se inclinado a favor de uma postura mais rigorosa na fronteira. A resposta da administração a esses reveses e críticas, muitas vezes caracterizada por uma retórica combativa, apenas acentuou a divisão e solidificou a oposição, impactando negativamente a percepção geral.</p>
<p> Demografia e implicações políticas</p>
<p>A análise da queda na aprovação da política de imigração de Donald Trump revela padrões distintos entre diferentes grupos demográficos e partidários, com implicações significativas para o cenário político. As divisões são profundas e refletem a polarização inerente ao debate migratório nos Estados Unidos, que tem sido uma característica marcante da política contemporânea.</p>
<p> Diferenças partidárias e demográficas</p>
<p>A pesquisa indicou que, embora o apoio às políticas de imigração de Trump permanecesse relativamente alto entre os eleitores republicanos — com cerca de 70% ainda aprovando sua abordagem —, este percentual representava uma leve queda em relação a picos anteriores. A maior erosão do apoio foi observada entre os eleitores independentes, onde a aprovação caiu para menos de 30%, e entre os democratas, que consistentemente desaprovaram as políticas, com taxas de aprovação que raramente ultrapassaram os 10%. Jovens eleitores, com idades entre 18 e 34 anos, mostraram-se particularmente críticos, com apenas cerca de 25% aprovando as ações do governo. Em contraste, eleitores mais velhos, acima de 55 anos, mantiveram um nível de aprovação um pouco maior, embora também em declínio. As minorias étnicas, como latinos e afro-americanos, expressaram o mais forte repúdio, refletindo o impacto desproporcional de algumas políticas sobre suas comunidades e famílias. Essa diferenciação demográfica sublinha a complexidade do tema e como as percepções são moldadas por experiências e identidades distintas.</p>
<p> O legado e o futuro da discussão migratória</p>
<p>A baixa aprovação da política de imigração de Trump, em seu ponto mais crítico, tem um impacto duradouro na sua imagem política e no futuro do debate migratório. Para o ex-presidente, esta queda pode ser vista como uma mancha em seu legado, especialmente em um tema que ele considerava uma de suas maiores prioridades e sucessos. Para o Partido Republicano, sinaliza a necessidade de reavaliar abordagens sobre imigração, talvez buscando políticas que possam atrair um espectro mais amplo de eleitores sem alienar sua base. No contexto das eleições futuras, a impopularidade de certas políticas de imigração pode servir como um ponto de ataque para oponentes políticos, e a forma como os partidos abordam a reforma migratória pode ser um fator decisivo para muitos eleitores. O debate sobre imigração nos Estados Unidos permanece um campo minado político, com a necessidade de equilibrar segurança fronteiriça, considerações humanitárias e o imperativo econômico, e os dados recentes demonstram que a linha dura adotada por Trump não conseguiu manter o consenso público desejado.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Atingir o menor índice de aprovação para sua política de imigração durante seu mandato representa um marco significativo para o ex-presidente Donald Trump. Os dados refletem uma crescente insatisfação pública com as abordagens agressivas e muitas vezes controversas de sua administração sobre fronteiras e questões migratórias. Essa queda não apenas destaca a polarização profunda em torno do tema, mas também serve como um lembrete do custo político e social de políticas que foram percebidas por muitos como desumanas ou ineficazes. O legado da administração Trump sobre imigração continuará a ser um ponto de discórdia e um desafio para futuras administrações que buscam equilibrar controle e humanidade.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Qual a principal razão para a queda na aprovação da política de imigração de Trump?<br />
A principal razão está ligada à implementação de políticas controversas, como a separação familiar na fronteira, as condições dos centros de detenção, a retórica polarizadora e as restrições a refugiados, que geraram forte oposição e indignação pública.</p>
<p>Quais grupos demográficos foram mais impactados ou mudaram de opinião sobre essas políticas?<br />
Os eleitores independentes e os jovens foram os que mais demonstraram uma queda na aprovação. Minorias étnicas, como latinos e afro-americanos, consistentemente expressaram forte desaprovação das políticas de imigração da administração Trump.</p>
<p>Como essa pesquisa afeta a imagem política de Donald Trump e o debate migratório futuro?<br />
A baixa aprovação impacta negativamente o legado de Trump em um de seus temas centrais. Para o debate futuro, sinaliza que políticas de linha dura, sem considerar aspectos humanitários, podem enfrentar forte resistência pública e não garantir consenso a longo prazo, moldando as estratégias de campanha futuras.</p>
<p>Para uma análise mais aprofundada sobre as dinâmicas da política migratória global, assine nossa newsletter e mantenha-se informado.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Congresso aprova orçamento de 2026 com metas fiscais definidas</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 21:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional concluiu nesta sexta-feira a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026, um passo crucial para a definição das diretrizes econômicas do país. O parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), delineia um orçamento ambicioso, com despesas totais estimadas em R$ 6,5 trilhões e uma meta de superávit de R$ 34,2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional concluiu nesta sexta-feira a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026, um passo crucial para a definição das diretrizes econômicas do país. O parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), delineia um orçamento ambicioso, com despesas totais estimadas em R$ 6,5 trilhões e uma meta de superávit de R$ 34,2 bilhões. Este montante visa garantir a saúde fiscal da nação e impulsionar o desenvolvimento em diversas áreas. Agora, o texto segue para a sanção presidencial, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliará o documento final que guiará as finanças públicas no próximo ano. A aprovação do orçamento de 2026 estabelece os parâmetros para investimentos, serviços públicos e gestão da dívida.</p>
<p> Detalhes do orçamento geral e metas fiscais</p>
<p>A aprovação do orçamento de 2026 pelo Congresso Nacional estabelece um roteiro financeiro detalhado para o próximo ano, delineando onde e como os recursos públicos serão aplicados. As despesas totais projetadas de R$ 6,5 trilhões representam um volume significativo de recursos destinados à manutenção e ao desenvolvimento do país. Um dos pilares deste plano é a meta de superávit primário, fixada em R$ 34,2 bilhões, uma condição que seria alcançada se o déficit fiscal for zero ou se o superávit atingir R$ 68,6 bilhões. Esse objetivo fiscal reflete o compromisso com a responsabilidade na gestão das contas públicas.</p>
<p> Estrutura de gastos e teto</p>
<p>Do total de despesas previsto no orçamento de 2026, a maior parte, R$ 6,3 trilhões, é direcionada aos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS). Este segmento abrange os gastos essenciais da máquina pública, como salários de servidores, custeio de serviços públicos em áreas como saúde, educação e segurança, além dos benefícios previdenciários. Os restantes R$ 197,9 bilhões são alocados para o orçamento de investimento das estatais, visando a modernização e a expansão de empresas públicas estratégicas. Adicionalmente, foi estabelecido um limite de gastos de R$ 2,4 trilhões para os ministérios e os demais Poderes, medida que busca conter a expansão das despesas e promover a eficiência administrativa.</p>
<p> Dívida pública e composição das receitas</p>
<p>Uma parcela considerável do orçamento, 28% do OFSS, será destinada exclusivamente ao pagamento de juros da dívida pública, totalizando R$ 1,82 trilhão. Esse valor ilustra o peso dos encargos financeiros sobre as contas nacionais, englobando a amortização do principal da dívida contratual ou mobiliária através de novas operações de crédito, como a emissão de títulos. Descontando o refinanciamento da dívida, a receita projetada para 2026 é de R$ 4,5 trilhões. Deste montante, R$ 3,27 trilhões (72,6%) provêm de receitas correntes, que incluem impostos, taxas e contribuições, refletindo a arrecadação regular do governo. Os R$ 1.237,6 bilhões restantes (27,4%) são provenientes de receitas de capital, que podem incluir alienação de bens, amortização de empréstimos e transferências de capital.</p>
<p> Impactos sociais e político-orçamentários</p>
<p>Além dos grandes números fiscais, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 traz detalhes que impactam diretamente a vida dos cidadãos e o cenário político nacional. A definição do salário mínimo, por exemplo, é um ponto crucial que afeta milhões de trabalhadores, enquanto o financiamento eleitoral sempre gera debates sobre transparência e equidade no processo democrático. As emendas parlamentares, por sua vez, representam um mecanismo importante de direcionamento de recursos, refletindo as prioridades e demandas das bases eleitorais dos congressistas.</p>
<p> Salário mínimo e fundo eleitoral</p>
<p>Para 2026, o salário mínimo foi fixado em R$ 1.621, valor que ficou R$ 10 abaixo da estimativa inicial apresentada pelo governo. Embora a diferença pareça pequena, ela pode ter implicações para os orçamentos familiares e para o cálculo de benefícios sociais e previdenciários atrelados ao mínimo. Outro ponto relevante é a previsão de uma despesa extra de cerca de R$ 5 bilhões para o fundo eleitoral. Esse montante será destinado ao financiamento das campanhas políticas, impactando as próximas eleições e os recursos disponíveis para os partidos e candidatos, um tema frequentemente debatido pela opinião pública quanto à sua necessidade e volume.</p>
<p> O papel das emendas parlamentares</p>
<p>O relatório do orçamento de 2026 também detalha a alocação de cerca de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. Desse total, R$ 37,8 bilhões são destinados a emendas impositivas, cujo pagamento é obrigatório por lei. As emendas individuais, apresentadas por deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões, refletindo as prioridades de cada parlamentar em suas respectivas bases. Já as emendas de bancada, destinadas aos grupos de parlamentares por estado, ficaram com R$ 11,2 bilhões. Além dessas, as emendas de comissão, que não possuem execução obrigatória, totalizam R$ 12,1 bilhões. Há ainda uma previsão de R$ 11,1 bilhões em parcelas adicionais, que serão direcionadas para despesas discricionárias e para projetos selecionados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sinalizando investimentos em infraestrutura e desenvolvimento.</p>
<p> Outras aprovações e o cenário econômico</p>
<p>Além da aprovação do orçamento de 2026, a sessão do Congresso Nacional foi marcada pela análise e deliberação sobre diversos outros projetos de lei que visam ajustar as finanças e a legislação do país. Essas medidas complementares são essenciais para a execução do planejamento financeiro e para a modernização das normas que regem setores importantes da sociedade. O contexto econômico atual, com seus desafios e avanços, serve de pano de fundo para todas essas decisões.</p>
<p> Créditos adicionais e investimentos estratégicos</p>
<p>Paralelamente ao orçamento de 2026, foram aprovados outros 20 projetos de lei que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025. Entre eles, destaca-se o PLN 6/2025, que destina R$ 8,3 bilhões para a constituição do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, uma medida crucial prevista na reforma tributária para equilibrar as perdas de arrecadação de estados e municípios. Outro projeto relevante é o PLN 18/2025, que libera um crédito suplementar de R$ 3 milhões para a Companhia Docas do Ceará. Esses recursos, provenientes do cancelamento de outras dotações, serão utilizados para a aquisição de equipamentos e para a realização de estudos náuticos de manobrabilidade e navegabilidade, essenciais para permitir o recebimento de navios porta-contêiner maiores e impulsionar o comércio marítimo na região.</p>
<p> Emenda constitucional para professores</p>
<p>Na mesma manhã da aprovação do orçamento, o Congresso realizou uma sessão solene para promulgar a Emenda Constitucional 138. Essa emenda representa um avanço significativo para a categoria dos professores, pois autoriza a acumulação de cargo público de professor com outro de qualquer natureza, desde que respeitados o teto salarial e a carga horária. Anteriormente, a Constituição permitia o acúmulo remunerado apenas com outro cargo técnico ou científico, o que frequentemente resultava em questionamentos judiciais. A nova regra amplia as possibilidades de atuação para os docentes, mantendo as permissões já existentes para o acúmulo de dois cargos de professor e de dois cargos públicos para profissionais de saúde.</p>
<p> Perspectivas e o futuro da economia nacional</p>
<p>A aprovação do orçamento de 2026 é vista por líderes governistas como um sinal de estabilidade e planejamento futuro. O governo celebra a aprovação antecipada do plano fiscal, indicando-a como fundamental para consolidar os resultados econômicos positivos observados em 2025 e projetá-los para o ano seguinte. No cenário atual, a economia brasileira apresenta indicadores favoráveis, como a menor média histórica de desemprego, que atingiu 5,4% e continua em declínio. A inflação também se mantém em sua menor média desde a implementação do Plano Real, refletindo a eficácia das políticas monetárias.</p>
<p>Adicionalmente, a renda média do trabalhador brasileiro alcançou seu melhor nível histórico, chegando a R$ 3.800. Perspectivas otimistas indicam que essa renda deverá melhorar ainda mais a partir de janeiro, com a implementação de um projeto aprovado pelo Congresso que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil mensais, beneficiando cerca de 90% dos brasileiros que pagam imposto de renda. Aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7 mil também terão descontos significativos, pagando menos imposto. Esses avanços, somados à aprovação orçamentária, pavimentam o caminho para um ambiente econômico mais robusto e equitativo, segundo a visão governamental.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026?<br />
O PLOA 2026 é o documento que estima as receitas e fixa as despesas do governo federal para o próximo ano. Ele estabelece os limites de gastos, os investimentos planejados e as metas fiscais, como a de superávit.</p>
<p>2. Qual a meta de superávit do orçamento de 2026?<br />
A meta de superávit primário estabelecida para 2026 é de R$ 34,2 bilhões, que será cumprida se o déficit for zero ou se o superávit atingir R$ 68,6 bilhões.</p>
<p>3. Como o salário mínimo de 2026 foi definido?<br />
O salário mínimo para 2026 foi fixado em R$ 1.621, um valor R$ 10 abaixo da estimativa inicial apresentada pelo governo, após as discussões e aprovação no Congresso Nacional.</p>
<p>4. O que muda para os professores com a Emenda Constitucional 138?<br />
A Emenda Constitucional 138 permite que professores de cargo público acumulem sua função com outro cargo público de qualquer natureza, desde que respeitados o teto salarial e a carga horária. Antes, a acumulação era restrita a cargos técnicos ou científicos.</p>
<p>5. Quais os próximos passos após a aprovação do PLOA 2026 no Congresso?<br />
Após a aprovação pelo Congresso Nacional, o texto do Projeto de Lei Orçamentária de 2026 segue para a sanção do Presidente da República. Após a sanção, a lei orçamentária é publicada e entra em vigor no início do ano fiscal de 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos do orçamento e seus impactos na economia e na sua vida. Acompanhe nossas atualizações para entender as nuances das políticas fiscais e suas consequências.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Senado aprova PL da Dosimetria na CCJ; plenário pode votar hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 21:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[dosimetria]]></category>
		<category><![CDATA[Emenda]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (17), o controverso Projeto de Lei (PL) 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta, que visa alterar o cálculo das penas e a progressão de regime prisional para crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (17), o controverso Projeto de Lei (PL) 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta, que visa alterar o cálculo das penas e a progressão de regime prisional para crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, recebeu 17 votos favoráveis e sete contrários. A aprovação na CCJ, que ocorreu após um rito acelerado e pouco comum, coloca o PL da Dosimetria na pauta do plenário do Senado, com a expectativa de que a votação final ocorra ainda hoje. Este avanço na tramitação gerou intensas discussões no Congresso Nacional e mobilizou manifestações em diversas capitais brasileiras contra sua aprovação, dada a possibilidade de beneficiar condenados pelos eventos de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p> O avanço do PL da Dosimetria no senado</p>
<p> Aprovação na comissão e rito acelerado</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal concluiu a análise do PL 2.162/2023, o chamado PL da Dosimetria, em uma sessão marcada pela celeridade. O parecer, apresentado pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), recebeu o aval da maioria dos membros da comissão. Inicialmente, após a apresentação do relatório, foi concedido um pedido de vista coletiva, que, de forma atípica, durou apenas quatro horas. Geralmente, pedidos de vista podem estender-se por até cinco dias, o que, no contexto de um ano legislativo que se encerra nesta quinta-feira (18), adiaria a apreciação do projeto para 2026. A votação foi retomada logo após às 15h, resultando na aprovação do texto.</p>
<p>Um ponto crucial na tramitação foi a aceitação, pelo relator Amin, de uma emenda ao texto. Essa emenda estabelece que a redução das penas será aplicada especificamente aos condenados pelos atos golpistas. Segundo o senador, a modificação configura-se como um ajuste de redação, e não de mérito. Essa distinção é fundamental, pois, se a emenda fosse considerada de mérito, o projeto teria que retornar à Câmara dos Deputados, onde já havia sido aprovado na madrugada de 10 de dezembro. A classificação como &#8220;emenda de redação&#8221; permite que, uma vez aprovado pelo plenário do Senado, o projeto siga diretamente para sanção presidencial, acelerando consideravelmente seu processo legislativo.</p>
<p> Implicações e controvérsias do projeto</p>
<p> Impacto nas penas e possíveis beneficiados</p>
<p>O cerne do PL da Dosimetria reside na sua proposta de redefinição da metodologia de cálculo das penas criminais, especialmente para delitos praticados no mesmo contexto. O texto prevê que, para crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando cometidos simultaneamente, será aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma de ambas as sanções. Além disso, o projeto busca uma &#8220;calibração&#8221; das penas mínimas e máximas de cada tipo penal, alterando a forma geral de cálculo. Outra mudança significativa é a redução do tempo exigido para a progressão do regime de prisão, permitindo a transição mais rápida do regime fechado para o semiaberto ou aberto.</p>
<p>Essas alterações têm o potencial de beneficiar diretamente indivíduos condenados pelos atentados de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado, que foram julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os nomes que podem ser impactados está o do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por sua participação na trama golpista. Outras figuras de destaque que poderiam ter suas situações penais revistas incluem militares como Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).</p>
<p> Reações políticas e sociais à proposta</p>
<p>O avanço do PL da Dosimetria no Congresso Nacional não ocorreu sem forte oposição e repercussões significativas. O líder da federação PT, PCdoB e PV na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (PT-RJ), manifestou publicamente sua intenção de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso a emenda aceita pelo relator seja, de fato, uma manobra para evitar o retorno do projeto à Câmara. Farias argumenta que, se a emenda alterar o mérito e for dissimulada como mera redação, a assessoria jurídica de seu bloco acionará o STF ainda nesta quarta-feira, defendendo o devido processo legislativo e buscando adiar o debate para o próximo ano.</p>
<p>Por sua vez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma postura cautelosa, afirmando que só se manifestará sobre a sanção ou veto do PL da Dosimetria quando o texto chegar oficialmente ao Poder Executivo. Lula enfatizou que a matéria é de competência do Poder Legislativo e que ele não gosta de &#8220;dar palpite&#8221; em discussões internas do Congresso.</p>
<p>Paralelamente à tramitação legislativa, a população brasileira demonstrou sua insatisfação. No domingo (14), manifestantes de diversas capitais foram às ruas em atos contrários à aprovação do PL da Dosimetria. As mobilizações foram promovidas por frentes progressistas como Brasil Popular e Povo Sem Medo, evidenciando a polarização e a intensidade do debate público em torno das possíveis implicações do projeto para a justiça e a democracia no país.</p>
<p> Perspectivas e o futuro do PL da Dosimetria</p>
<p>A aprovação do PL da Dosimetria pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado marca um momento decisivo e controverso na tramitação legislativa de uma proposta com profundas implicações para o sistema judicial brasileiro e para a responsabilização dos envolvidos nos atos antidemocráticos. A rapidez com que o projeto avançou na CCJ, com um &#8220;pedido de vista&#8221; de apenas quatro horas e uma emenda que evita o retorno à Câmara, reflete a urgência e a tensão política em torno da matéria.</p>
<p>As divergências são claras, com setores da oposição já anunciando recursos ao Supremo Tribunal Federal em caso de o projeto ser aprovado no plenário do Senado sem o retorno à Câmara. A posição do presidente da República de só se manifestar após a chegada do texto ao Executivo adiciona mais uma camada de incerteza ao desfecho. Enquanto isso, a mobilização social contra o projeto demonstra a sensibilidade do tema para a opinião pública. O país aguarda agora a votação em plenário e os desdobramentos jurídicos e políticos que certamente se seguirão a esta importante decisão legislativa.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. O que é o PL da Dosimetria e qual seu objetivo principal?<br />
O Projeto de Lei (PL) 2.162/2023, ou PL da Dosimetria, visa alterar a forma de cálculo das penas e a progressão de regime prisional para certos crimes. Seu objetivo principal é modificar a metodologia de dosimetria da pena, aplicando a pena mais grave em vez da soma de penas em casos de crimes como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado praticados no mesmo contexto, além de reduzir o tempo para progressão de regime.</p>
<p>2. Quem são os possíveis beneficiados com a aprovação deste projeto?<br />
As mudanças propostas pelo PL da Dosimetria podem beneficiar indivíduos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado. Entre os nomes destacados estão o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses, e militares como Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa), Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil) e Augusto Heleno (ex-chefe do GSI).</p>
<p>3. Por que o PL da Dosimetria é considerado controverso?<br />
O projeto é controverso por diversos motivos: sua tramitação acelerada na CCJ, a emenda que pode evitar o retorno à Câmara, e, principalmente, o impacto potencial na redução de penas de condenados por crimes contra a democracia. Críticos argumentam que a proposta pode enfraquecer a responsabilização de envolvidos em atos golpistas e questionam a legitimidade do rito legislativo adotado.</p>
<p>4. Quais são os próximos passos para o PL da Dosimetria?<br />
Após a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça, o PL da Dosimetria segue para votação no plenário do Senado Federal, com expectativa de que ocorra ainda nesta quarta-feira. Se aprovado, e caso a emenda seja considerada de redação, o projeto será enviado para sanção ou veto presidencial. No entanto, já há anúncios de que a oposição pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal, o que poderia alterar o desfecho da tramitação.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste importante projeto de lei, que tem potencial para redefinir o cenário jurídico e político do país.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Conferência do clima: entenda os bastidores das negociações globais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 23:00:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[belém]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As negociações climáticas que culminarão em um possível acordo na COP30, em Belém, representam a etapa final de um processo complexo e extenso que molda a política climática global. Embora a Conferência do Clima da ONU dure apenas alguns dias, ela é precedida por meses de discussões e tratativas. Ao longo do ano, são realizados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As negociações climáticas que culminarão em um possível acordo na COP30, em Belém, representam a etapa final de um processo complexo e extenso que molda a política climática global. Embora a Conferência do Clima da ONU dure apenas alguns dias, ela é precedida por meses de discussões e tratativas.</p>
<p>Ao longo do ano, são realizados diversos diálogos temáticos e técnicos. Os corpos subsidiários, por exemplo, se reúnem em Bonn, sede da Convenção-Quadro para a Mudança do Clima, para consultas técnicas que fornecem informações cruciais para as decisões a serem tomadas na COP.</p>
<p>Atualmente, em Belém, mais de 190 nações estão engajadas em debates intensos sobre diversos documentos. O grande desafio reside na necessidade de consenso para a aprovação de cada um deles. Cada termo é analisado e discutido minuciosamente por negociadores em reuniões fechadas.</p>
<p>Esses negociadores são diplomatas e especialistas indicados por cada país. Observadores também participam das negociações, exercendo influência indireta nas decisões.</p>
<p>O processo se inicia com a definição da pauta pelo país anfitrião, que organiza o fluxo das negociações. Em Belém, as discussões se concentram nos detalhes das metas de redução de emissões de cada país, nos mecanismos de financiamento e nas estratégias de adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>Grupos de trabalho preparam versões das propostas para serem submetidas à presidência da Conferência, visando a aprovação em plenário. Em muitos casos, o documento é validado nesta etapa. Caso contrário, o tema é adiado para a próxima COP. Um exemplo disso é o Fundo de Perdas e Danos, aprovado há duas edições, mas que ainda enfrenta discussões sobre sua operacionalização.</p>
<p>Entre os tópicos mais relevantes em debate na COP30 estão a implementação da transição energética, a proteção de biomas e o financiamento climático internacional.</p>
<p>Indicadores para a adaptação climática já foram definidos no Acordo de Paris, mas agora precisam ser concretizados. Cabe à COP30 implementar esses indicadores e traduzi-los em ações práticas.</p>
<p>Outro exemplo é a aprovação de doações anuais para os países menos desenvolvidos, que ocorreu na última COP. Os negociadores em Belém têm a tarefa de alcançar um consenso para angariar 1,3 trilhão de dólares anuais em doações de governos, bancos e do setor privado.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Com ampla maioria, Câmara de Osasco aprova contas da gestão Rogério Lins</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/com-ampla-maioria-camara-de-osasco-aprova-contas-da-gestao-rogerio-lins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 03:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Lins]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 20 votos favoráveis e apenas uma abstenção, a Câmara Municipal de Osasco aprovou durante a 35ª Sessão Ordinária, as contas da Prefeitura relativas aos anos de 2021 e 2022, sob a gestão do prefeito Rogério Lins (Podemos). A aprovação ocorreu em turno único, por meio dos Projetos de Decreto Legislativo nº 29/2025 e nº [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com 20 votos favoráveis e apenas uma abstenção, a Câmara Municipal de Osasco aprovou durante a 35ª Sessão Ordinária, as contas da Prefeitura relativas aos anos de 2021 e 2022, sob a gestão do prefeito Rogério Lins (Podemos).</p>
<p>A aprovação ocorreu em turno único, por meio dos Projetos de Decreto Legislativo nº 29/2025 e nº 30/2025, elaborados pela Comissão Permanente de Economia e Finanças. Antes da votação, as contas passaram por análise do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE), que emitiu parecer favorável para ambos os exercícios.</p>
<p>Segundo o TCE, a Prefeitura cumpriu de forma satisfatória os principais índices legais e constitucionais, como os investimentos mínimos em saúde e educação. Foram feitas ressalvas quanto a pagamentos indenizatórios realizados via contratos emergenciais durante a pandemia de Covid-19, mas a Administração apresentou documentação que comprova a regularidade do uso dos recursos.</p>
<p>Em relação ao exercício de 2022, o município demonstrou uma redução de 75% nos gastos com contratos emergenciais sem licitação, em comparação com 2021 — fator que também contribuiu para o parecer favorável do órgão de controle.</p>
<p>Durante a sessão, o presidente da Comissão de Economia e Finanças, vereador Josias da Juco (PSD), destacou o trabalho técnico e minucioso realizado pela Comissão na análise das contas. O líder do governo na Câmara, vereador Délbio Teruel (União), elogiou a atuação da gestão municipal durante a pandemia. “Votamos com tranquilidade. Osasco é uma das cidades mais reconhecidas no combate à Covid-19, o que reforça nossa convicção de que fizemos o certo”, afirmou.</p>
<p>A aprovação das contas reforça o apoio político da gestão Rogério Lins no Legislativo e o reconhecimento institucional por sua atuação nos momentos mais críticos da pandemia.</p>
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		<title> Alesp aprova aumento de 10% no Salário Mínimo Paulista, que passa a ser de R$ 1.804</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 10:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Salário Mínimo Paulista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sessões Extraordinárias contaram também com aprovação do reajuste de 5% para diversas categorias do funcionalismo público As deputadas e os deputados estaduais aprovaram, em duas Sessões Extraordinárias realizadas no dia (13), o novo valor do Salário Mínimo Paulista, que passa a ser fixado em R$ 1.804. A medida foi encaminhada para sanção do governador Tarcísio [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/alesp-aprova-aumento-de-10-no-salario-minimo-paulista-que-passa-a-ser-de-r-1-804/"> Alesp aprova aumento de 10% no Salário Mínimo Paulista, que passa a ser de R$ 1.804</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Sessões Extraordinárias contaram também com aprovação do reajuste de 5% para diversas categorias do funcionalismo público</em></h4>
<p>As deputadas e os deputados estaduais aprovaram, em duas Sessões Extraordinárias realizadas no dia (13), o novo valor do Salário Mínimo Paulista, que passa a ser fixado em R$ 1.804. A medida foi encaminhada para sanção do governador Tarcísio de Freitas.<br />
A proposta representa um aumento de 10% em relação piso atual, de R$ 1.640, sendo cerca de 5% de ganho real acima da inflação. Com isso, o mínimo paulista continua superior ao piso nacional, atualmente definido em R$ 1.518.<br />
De autoria do Executivo, o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000606431" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000606431&amp;source=gmail&amp;ust=1747391388599000&amp;usg=AOvVaw0392HfgOLY4_--eIvUwdc8"><u>Projeto de Lei 411/2025</u></a> altera o artigo 1º da Lei nº 12.640, de julho de 2007, que estabelece os valores mínimos para categorias que não possuem piso salarial definido por lei federal, convenção ou acordo coletivo.<br />
Por meio de uma emenda, os parlamentares incluíram os cuidadores de pessoas com deficiência entre as categorias abrangidas pelo mínimo estadual e unificou o valor pago a cerca de 70 classes profissionais. Em 2023, a Alesp também incluiu os cuidadores de idosos.</p>
<h4><strong>Funcionalismo público</strong></h4>
<p>Na mesma pauta de votação, também foi aprovado o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000606435" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000606435&amp;source=gmail&amp;ust=1747391388599000&amp;usg=AOvVaw3X-YotGMjhsUpbqzx65w1b"><u>Projeto de Lei Complementar 11/2025</u></a>, que concede reajuste de 10% ao piso salarial dos servidores públicos estaduais por meio de abono complementar, equiparando o funcionalismo ao novo valor do mínimo paulista.<br />
Segundo o Governo Estadual, cerca de 91 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas serão beneficiados, abrangendo profissionais das Secretarias de Estado, Procuradoria Geral do Estado, Controladoria Geral e Autarquias.<br />
Além desses, a Alesp aprovou também o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000606436" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000606436&amp;source=gmail&amp;ust=1747391388599000&amp;usg=AOvVaw0-3rEubtsLT7rFkOlw340Z"><u>Projeto de Lei Complementar 12/2025</u></a>, que concede reajuste salarial de 5% para diversas categorias do Poder Executivo estadual. A medida alcança áreas administrativas, ambientais, agropecuárias, sociais, comerciais, educacionais, de engenharia, governamentais, policiais, previdenciárias, de saúde e de trânsito. Somados servidores aposentados e pensionistas, a proposta beneficia mais de 925 mil pessoas.<br />
As propostas relacionadas ao funcionalismo foram elogiadas pelos parlamentares da base aliada do Governo. &#8220;O que pudermos fazer para que os servidores sejam valorizados nessa Casa, nós faremos, mas sabemos da responsabilidade fiscal e o governador tem procurado fazer as contas e tem feito a diferença em todos os setores&#8221;, comentou Jorge Wilson Xerife do Consumidor (Republicanos).<br />
Por outro lado, parlamentares da oposição, embora tenham votado a favor das medidas, cobraram do governador um reajuste salarial mais robusto para o funcionalismo. &#8220;A gente precisa de servidor público valorizado se a gente quer ter escolas, hospitais públicos, transporte público melhor&#8221;, afirmou Guilherme Cortez (Psol).<strong> </strong>&#8220;Nós vamos votar favorável às medidas para que pelo menos esses avanços mínimos a gente conquiste para os servidores&#8221;.<br />
Esse percentual de reajuste, de 5%, também será aplicado aos subsídios do governador, do vice-governador e dos secretários estaduais.</p>
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		<title>Câmara aprova projeto que amplia 18 cadeiras de Deputados Federais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 13:22:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de lei complementar (PLP), aprovado na noite dessa terça-feira (6) pelo plenário da Câmara dos Deputados, aumenta de 513 para 531 o número de vagas na Casa em razão do crescimento populacional. O texto mantém o tamanho das bancadas que perderiam representantes segundo o Censo de 2022. A mudança será a partir da legislatura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto de lei complementar (PLP), aprovado na noite dessa terça-feira (6) pelo plenário da Câmara dos Deputados, aumenta de 513 para 531 o número de vagas na Casa em razão do crescimento populacional. O texto mantém o tamanho das bancadas que perderiam representantes segundo o Censo de 2022. A mudança será a partir da legislatura de 2027.</p>
<p>O texto a ser enviado ao Senado é um substitutivo do relator, deputado Damião Feliciano (União-PB) para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/23, da deputada Dani Cunha (União-RJ).</p>
<p>O relator optou por uma abordagem política em vez do cálculo diretamente proporcional previsto na Lei Complementar 78/93, revogada pelo texto. &#8220;Estamos falando de um acréscimo modesto de 3,5%, enquanto a população nos últimos 40 anos cresceu mais de 40%&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo Damião Feliciano, a perda de representantes significaria também perda de recursos em emendas parlamentares, aumentando a desigualdade regional (somente o Nordeste perderia oito vagas).</p>
<p>&#8220;Perder cadeiras significa perder peso político na correlação federativa e, portanto, perder recursos&#8221;, disse.</p>
<p>A necessidade de rever a distribuição de cadeiras surgiu após decisão, em agosto de 2023, do Supremo Tribunal Federal, ao acatar ação do governo do Pará que apontou omissão do Legislativo em atualizar o número de deputados de acordo com a mudança populacional, como previsto na Constituição.  Fonte: <em>Agência Câmara de Notícias</em></p>
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		<title>Política e Cidadania na escola: Projeto de Renata Abreu a um passo da aprovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 16:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
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		<category><![CDATA[Política e Cidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado está prestes a votar o projeto de lei da deputada federal Renata Abreu (SP), presidente nacional do Podemos, para incluir Educação Política e Direitos da Cidadania como componente curricular obrigatório da Educação Básica. Resta agora apenas a última etapa para a alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado está prestes a votar o projeto de lei da deputada federal Renata Abreu (SP), presidente nacional do Podemos, para incluir Educação Política e Direitos da Cidadania como componente curricular obrigatório da Educação Básica. Resta agora apenas a última etapa para a alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).</p>
<p>Embora a LDB contemple a perspectiva da educação política, a proposta de Renata Abreu visa a criação de um componente curricular específico para o estudo da realidade social e política do Brasil, abrangendo tanto o Ensino Fundamental quanto o Ensino Médio.</p>
<p>“Se queremos realmente cumprir o objetivo já previsto na LDB, precisamos tornar a disciplina de Política e Cidadania obrigatória”, defende a parlamentar.</p>
<p>Os jovens estão sendo preparados para o vestibular, mas desconhecem o funcionamento do Parlamento e a Constituição brasileira. “Eles precisam saber os seus direitos e deveres como cidadãos, entender o papel de cada parlamentar e conhecer o que está escrito em nossa Constituição&#8221;.</p>
<h4><strong>RELATOR APROVA</strong></h4>
<p>Em entrevista à Rádio Senado, o relator da proposta, senador Stevenson Valentino (Podemos-RS), destacou a importância desse projeto de lei. “A preparação para o exercício da cidadania é um dos objetivos centrais da Educação em nosso País. A inovação trazida pelo PL é a criação de um bloco curricular específico sobre a realidade social e política do Brasil e sua inclusão como componente curricular obrigatório. Ao nosso ver, essa inovação contribuirá para que o tema seja efetivamente abordado nas salas de aula de todas as escolas.”</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tribunal de Contas aprova contas da gestão Danilo Joan pelo 3º ano consecutivo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tribunal-de-contas-aprova-contas-da-gestao-danilo-joan-pelo-3o-ano-consecutivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 16:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Danilio Joan]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o órgão fiscalizador, o município cumpriu as obrigações legais e conseguiu manter as contas equilibradas, além do cumprimento de metas estabelecidas pela administração pública Pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) aprovou as contas da Prefeitura de Cajamar. Com isso, o atual prefeito Danilo Joan conseguiu um marco [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tribunal-de-contas-aprova-contas-da-gestao-danilo-joan-pelo-3o-ano-consecutivo/">Tribunal de Contas aprova contas da gestão Danilo Joan pelo 3º ano consecutivo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>De acordo com o órgão fiscalizador, o município cumpriu as obrigações legais e conseguiu manter as contas equilibradas, além do cumprimento de metas estabelecidas pela administração pública</em></h4>
<p>Pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) aprovou as contas da Prefeitura de Cajamar. Com isso, o atual prefeito Danilo Joan conseguiu um marco que há muito tempo nenhuma gestão alcançava na cidade, que é receber parecer favorável do órgão fiscalizador das contas dos municípios paulistas deste o primeiro ano de mandato.</p>
<p>Danilo Joan destaca que a terceira aprovação de suas contas é consequência dos esforços da equipe que compõe a gestão das finanças da cidade. “Desde que assumimos a prefeitura nossa missão foi sempre cuidar de pessoas e do dinheiro público, e assim está sendo feito. Tivemos nossas contas aprovadas em 2019, 2020 e agora recebemos a notícia da aprovação de 2021. Sinal que o dinheiro público está sendo tratado com muito respeito e responsabilidade&#8221;, enfatizou o prefeito.</p>
<p>O TCE-SP analisou aspectos cruciais para a aprovação das contas da Prefeitura de Cajamar, tais como planejamento, transparência, gestão fiscal e financeira, além do cumprimento de metas estabelecidas pela administração pública. De acordo com o órgão, o município cumpriu as obrigações legais e conseguiu manter as contas equilibradas, seguindo todas as normas e requisitos exigidos.</p>
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