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	<title>Arsesp &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Arsesp &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Arsesp regulamenta e fiscaliza Loterias Paulistas para financiar serviços públicos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 14:45:29 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do estado de São Paulo formalizou um marco significativo para o financiamento de políticas públicas, com a assinatura do contrato de concessão das Loterias Paulistas na última segunda-feira, 5 de fevereiro. A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) assume a função vital de regular e fiscalizar esta nova fase, garantindo a transparência e a integridade da operação. Este acordo, publicado no Diário Oficial, destinará mais de R$ 560 milhões da outorga fixa para a construção imediata de hospitais estaduais em Birigui e Itapetininga, sinalizando um impacto direto na saúde pública. A expectativa é que, ao longo dos 15 anos de vigência contratual, a arrecadação total gere R$ 3,4 bilhões por meio da outorga variável.</p>
<p> A nova era das loterias em São Paulo e seus benefícios</p>
<p> Financiamento de infraestrutura essencial</p>
<p>O contrato de concessão das Loterias Paulistas marca o início de uma nova era para a gestão de recursos estaduais. Assinado na segunda-feira, 5 de fevereiro, este documento estratégico estabelece a SP Loterias como a operadora responsável pela exploração dos jogos, com a fundamental supervisão da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp). A outorga fixa inicial, proveniente do leilão de concessão, já totaliza mais de R$ 560 milhões. Estes recursos não serão apenas parte da arrecadação geral, mas foram imediatamente direcionados para investimentos cruciais na área da saúde. Especificamente, a verba permitirá a construção de dois hospitais estaduais de alta complexidade nos municípios de Birigui e Itapetininga, no interior paulista. Essa alocação direta sublinha o compromisso do Estado em transformar a receita de jogos em benefícios tangíveis para a população.</p>
<p>Além do aporte inicial substancial, a concessão prevê uma arrecadação contínua ao longo de sua vigência. Durante os 15 anos de contrato, a expectativa é que a outorga variável gere um valor adicional de R$ 3,4 bilhões. Este montante, somado à outorga fixa, consolida as loterias como uma fonte robusta e estável de financiamento para diversas políticas públicas e projetos de infraestrutura em todo o estado. O modelo visa não apenas a maximização da arrecadação, mas também a eficiência na gestão e aplicação desses fundos, sob a rigorosa fiscalização da Arsesp. A escolha por destinar os primeiros grandes aportes para a saúde demonstra a prioridade dada a setores fundamentais para o bem-estar social, com a promessa de expandir esses investimentos para outras áreas conforme a arrecadação progredir, fortalecendo a rede de serviços públicos.</p>
<p> A atuação rigorosa da Arsesp na regulamentação</p>
<p> Garantia de transparência e proteção ao apostador</p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) emerge como pilar central na execução desta concessão. Seu papel transcende a mera supervisão, abrangendo uma série de atribuições essenciais para a integridade e sucesso da operação das Loterias Paulistas. A Arsesp será a responsável por garantir o cumprimento de todas as cláusulas contratuais, assegurando que a concessionária, SP Loterias, opere dentro dos mais altos padrões de conduta e desempenho. Um dos focos primordiais da agência será a promoção da transparência em todas as etapas da exploração lotérica, desde a captação das apostas até a destinação dos recursos, consolidando a confiança pública no sistema.</p>
<p>O monitoramento permanente da concessionária é uma das ferramentas-chave da Arsesp. Isso inclui a verificação contínua de indicadores de desempenho operacional e financeiro, assegurando que os serviços sejam prestados de forma eficiente e segura. Em caso de desvios ou infrações, a agência está habilitada a aplicar sanções rigorosas, conforme previsto no contrato e na legislação pertinente. Além disso, a Arsesp terá um papel ativo na proteção dos usuários, estabelecendo e fiscalizando normas que visam coibir práticas abusivas, garantir o fair play e proteger os apostadores de quaisquer vulnerabilidades. A integridade do serviço público concedido é uma prioridade, o que implica em verificar se a exploração das loterias está em total conformidade com a legislação estadual e as normas regulatórias específicas para o setor. A atuação da agência é, portanto, um escudo contra irregularidades e um motor para a manutenção da confiança pública no sistema.</p>
<p> Abrangência operacional e medidas de segurança</p>
<p> Expansão e segurança no acesso aos jogos</p>
<p>A operação das Loterias Paulistas está projetada para alcançar um vasto público, utilizando uma estratégia multimodal que combina canais físicos e digitais. A concessionária prevê a implantação de 31 unidades lotéricas exclusivas, estrategicamente distribuídas pelo estado, além de uma rede de até 11 mil pontos de venda adicionais. Essa capilaridade assegura que os jogos estejam acessíveis em diversas regiões, democratizando o acesso e potencializando a arrecadação. Todos esses pontos de venda, sejam eles exclusivos ou conveniados, estarão sob a estrita fiscalização da Arsesp, que garantirá o cumprimento das normas operacionais e de segurança em cada local, promovendo um ambiente de jogo justo e regulamentado.</p>
<p>A variedade de modalidades de jogos autorizadas pela concessão é ampla, incluindo prognósticos numéricos, que englobam os tradicionais sorteios de números; loterias passivas, onde o resultado já está determinado antes da venda do bilhete; e loterias esportivas, vinculadas a eventos esportivos. Além dessas, estão liberadas as populares loterias instantâneas, amplamente conhecidas como &#8220;raspadinhas&#8221;, que oferecem resultados imediatos. É importante ressaltar que o contrato exclui especificamente as apostas de quota fixa, popularmente chamadas de &#8220;bets&#8221;, do escopo desta concessão, focando em um portfólio de jogos já estabelecido e regulamentado, alinhado às diretrizes do governo estadual para esta modalidade de exploração.</p>
<p>Um aspecto fundamental do modelo regulatório implementado pela Arsesp são as regras rigorosas de proteção a crianças e adolescentes. A proibição do acesso de menores de idade aos jogos é absoluta, e a fiscalização será intensificada para garantir que essa regra seja cumprida à risca. Adicionalmente, foi estabelecida a exigência de uma distância mínima de 300 metros entre os pontos de venda de loterias e instituições de ensino, como creches e escolas de ensino básico e fundamental. Essas medidas, que serão acompanhadas e fiscalizadas ativamente pela Arsesp, refletem o compromisso do estado com a responsabilidade social e a prevenção do jogo patológico, especialmente entre os mais jovens, reforçando a imagem de uma operação segura e socialmente consciente.</p>
<p> Contexto da concessão e o Programa PPI-SP</p>
<p> O impacto das parcerias na infraestrutura paulista</p>
<p>A efetivação da concessão com a SP Loterias é resultado de um processo licitatório dinâmico e rigoroso. Inicialmente, o consórcio Aposta Vencedora havia sido o classificado em primeiro lugar. No entanto, após a desclassificação deste consórcio por não ter cumprido requisitos obrigatórios para a assinatura do contrato, incluindo o pagamento da outorga fixa, a SP Loterias, que era a segunda colocada, assumiu a responsabilidade pela operação. Este desdobramento demonstra a seriedade e o rigor do processo de licitação, onde o cumprimento integral das exigências contratuais é mandatório para a garantia da execução do serviço público concedido, salvaguardando os interesses do estado e da população.</p>
<p>A concessão das Loterias Paulistas não é um evento isolado, mas parte integrante de uma estratégia mais ampla do Governo do Estado de São Paulo: o Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP). Este programa é uma iniciativa ambiciosa, desenhada para atrair e ampliar investimentos privados em setores estratégicos, impulsionando o desenvolvimento econômico e social em áreas cruciais como Rodovias, Mobilidade Urbana, Setor Social, e Água/Energia. O PPI-SP tem se consolidado como o maior programa de parcerias com a iniciativa privada na história do estado, com uma carteira impressionante de mais de 30 projetos qualificados e um volume de investimentos que supera os R$ 550 bilhões. A inclusão das Loterias Paulistas neste programa reforça a visão de que a parceria público-privada é um vetor poderoso para a modernização da infraestrutura e a melhoria dos serviços públicos, gerando empregos, estimulando a economia e, fundamentalmente, proporcionando melhores condições de vida para os cidadãos paulistas.</p>
<p> Um futuro promissor para serviços públicos em São Paulo</p>
<p>A concessão das Loterias Paulistas, sob a regulação e fiscalização da Arsesp, representa um avanço estratégico para o estado de São Paulo. Ao garantir uma fonte significativa e estável de recursos, o governo estadual reforça sua capacidade de investir em áreas essenciais como saúde e infraestrutura, com o impacto imediato na construção de novos hospitais. A rigorosa supervisão da agência reguladora assegura a transparência, a integridade e a proteção dos apostadores, enquanto a expansão dos canais de venda e a diversidade de jogos prometem acessibilidade e engajamento. Integrada ao ambicioso Programa de Parcerias de Investimentos (PPI-SP), esta iniciativa consolida um modelo de gestão que aproveita o potencial da iniciativa privada para beneficiar diretamente a sociedade paulista, projetando um futuro de desenvolvimento contínuo e serviços públicos mais robustos e eficientes para todos os cidadãos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre as Loterias Paulistas</p>
<p>O que é a Arsesp e qual seu papel na concessão?<br />
A Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) é o órgão responsável por regular e fiscalizar as Loterias Paulistas. Sua função é garantir o cumprimento das regras contratuais, a transparência da operação, a proteção dos usuários, a aplicação de sanções quando necessário e a conformidade com a legislação, assegurando a integridade do serviço.</p>
<p>Quais os principais benefícios financeiros esperados com a concessão?<br />
A concessão prevê uma outorga fixa inicial de mais de R$ 560 milhões, destinada à construção de dois hospitais em Birigui e Itapetininga. Adicionalmente, espera-se uma arrecadação de R$ 3,4 bilhões em outorga variável ao longo dos 15 anos de contrato, que será direcionada para financiar diversas outras políticas públicas e projetos de desenvolvimento no estado.</p>
<p>Quais são as medidas de proteção a menores de idade?<br />
O modelo regulatório estabelece a proibição absoluta de acesso de crianças e adolescentes aos jogos. Além disso, é exigida uma distância mínima de 300 metros entre os pontos de venda de loterias e estabelecimentos de ensino, como creches e escolas de ensino básico e fundamental. Todas essas medidas são fiscalizadas pela Arsesp para garantir a responsabilidade social da operação.</p>
<p>O que são as apostas de quota fixa (&#8220;bets&#8221;) e por que não fazem parte desta concessão?<br />
As apostas de quota fixa, conhecidas popularmente como &#8220;bets&#8221;, são modalidades de jogos onde o apostador recebe um valor predefinido caso seu prognóstico se concretize. Elas não integram o escopo do contrato das Loterias Paulistas, que se concentra em prognósticos numéricos, passivas, esportivas e loterias instantâneas (raspadinhas), seguindo uma delimitação específica estabelecida no edital de concessão.</p>
<p>Para mais informações sobre os projetos do Governo de São Paulo e as iniciativas do PPI-SP, visite o portal oficial do estado.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Arsesp publica guia de diretrizes sobre drenagem e manejo de águas pluviais</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 13:46:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) marcou um passo significativo na gestão ambiental e urbana ao publicar, em 29 de dezembro, o Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas (DMAPU). Este documento técnico, crucial para o desenvolvimento sustentável, visa orientar municípios, gestores públicos e demais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) marcou um passo significativo na gestão ambiental e urbana ao publicar, em 29 de dezembro, o Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas (DMAPU). Este documento técnico, crucial para o desenvolvimento sustentável, visa orientar municípios, gestores públicos e demais partes interessadas na organização e planejamento de serviços essenciais que compõem o saneamento básico. A iniciativa reforça o compromisso da Arsesp em promover boas práticas regulatórias e em apoiar a formulação de políticas públicas mais eficientes e resilientes, especialmente no que tange à crescente necessidade de uma gestão eficaz da drenagem e manejo de águas pluviais urbanas diante dos desafios climáticos e urbanísticos.</p>
<p> A redefinição da drenagem urbana para cidades resilientes</p>
<p>O Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas da Arsesp emerge como uma resposta estratégica aos desafios impostos pela urbanização acelerada e pelas mudanças climáticas. O documento reconhece a drenagem urbana não apenas como um serviço de infraestrutura, mas como um elemento fundamental para a resiliência das cidades. Historicamente, os sistemas de drenagem urbanos focaram predominantemente na rápida remoção da água da chuva, um modelo que se mostra cada vez mais inadequado diante do aumento da frequência e intensidade de eventos extremos de chuva. A impermeabilização do solo, decorrente do avanço urbano, agrava ainda mais essa situação, potencializando alagamentos e inundações que afetam gravemente a vida da população e a infraestrutura local.</p>
<p> Superando o modelo tradicional com abordagens integradas</p>
<p>A publicação da Arsesp propõe uma abordagem radicalmente diferente, promovendo um manejo integrado das águas pluviais. Este novo paradigma busca superar o modelo tradicional, que frequentemente desconsidera os múltiplos aspectos do ciclo da água, em favor de soluções que não apenas reduzam alagamentos, mas também protejam o meio ambiente e contribuam para a qualidade de vida da população. A visão integrada implica considerar a água da chuva não como um problema a ser descartado, mas como um recurso que pode ser gerenciado de forma mais inteligente. Isso inclui a implementação de medidas que permitam a infiltração, retenção e uso da água pluvial dentro do próprio ambiente urbano, minimizando o impacto nos sistemas de drenagem e nos corpos d&#8217;água receptores. O guia incentiva uma mudança cultural e técnica, onde o planejamento urbano e o manejo da água pluvial caminham lado a lado para construir cidades mais seguras e sustentáveis.</p>
<p> Marco regulatório e a inovação em soluções de drenagem</p>
<p>Alinhado com as premissas do Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020) e as diretrizes estabelecidas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Guia da Arsesp aborda uma ampla gama de temas cruciais para a modernização do setor. A publicação detalha aspectos como a titularidade municipal dos serviços, delineando as responsabilidades claras dos entes envolvidos na gestão da drenagem urbana. Explora também as diferentes formas de prestação dos serviços, a sustentabilidade econômico-financeira dos sistemas, a importância de um planejamento integrado que contemple diversas disciplinas, e os desafios da operação e manutenção contínuas das infraestruturas. Além disso, o documento ressalta o papel fundamental da regulação e da fiscalização para assegurar a conformidade e a eficácia das políticas e práticas adotadas. Este arcabouço regulatório visa criar um ambiente propício para investimentos e inovações no setor, garantindo que os serviços de drenagem sejam prestados com eficiência e qualidade.</p>
<p> Soluções baseadas na natureza para um futuro mais verde</p>
<p>Um dos pilares do guia é a ênfase na incorporação de soluções baseadas na natureza (SBN), integradas às infraestruturas convencionais. Essas soluções representam uma estratégia inovadora e eficaz para ampliar a adaptação das cidades às mudanças climáticas e mitigar os riscos de inundações. O documento destaca exemplos práticos como jardins de chuva, que permitem a absorção e filtragem da água pluvial; pavimentos permeáveis, que reduzem o escoamento superficial; telhados verdes, que retêm água e oferecem benefícios térmicos; e bacias de infiltração, que promovem a recarga de aquíferos. A integração dessas SBN com os sistemas tradicionais de drenagem não apenas otimiza o manejo da água, mas também melhora a biodiversidade urbana, embeleza as paisagens e contribui para a redução do efeito de ilha de calor. Este olhar para a natureza como aliada no planejamento urbano é essencial para construir cidades mais resilientes e ecologicamente equilibradas no Estado de São Paulo.</p>
<p> Fortalecendo a gestão e o diálogo no estado</p>
<p>O Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas, meticulosamente elaborado pela equipe técnica da Arsesp, possui um caráter eminentemente orientativo. Seu principal objetivo é servir como uma referência técnica inicial, catalisando o diálogo construtivo com os municípios regulados e as diversas instituições envolvidas no complexo cenário da gestão de recursos hídricos e planejamento urbano. Ao fornecer um direcionamento claro e abrangente, o documento visa capacitar os gestores locais com as ferramentas e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios contemporâneos da drenagem urbana.</p>
<p>Esta iniciativa da Arsesp é um passo crucial para o fortalecimento da gestão da drenagem urbana em todo o Estado de São Paulo. Ao promover uma compreensão mais aprofundada dos princípios de resiliência, sustentabilidade e inovação, o guia estimula a adoção de práticas que não só protegem as comunidades contra os efeitos das chuvas intensas, mas também elevam a qualidade ambiental e de vida dos cidadãos. O documento pavimenta o caminho para a implementação de políticas públicas mais eficazes, incentivando a colaboração intermunicipal e a integração de soluções que beneficiam o meio ambiente e a economia, marcando um novo capítulo na gestão de águas pluviais no estado.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Qual o objetivo principal do Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas (DMAPU) da Arsesp?<br />
O objetivo principal é orientar municípios, gestores públicos e demais atores do setor na organização e planejamento dos serviços de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas, promovendo a resiliência das cidades e a adoção de soluções mais eficientes e sustentáveis.</p>
<p>Quais são os principais desafios urbanos que o guia busca endereçar?<br />
O guia busca endereçar o aumento da frequência e intensidade de eventos extremos de chuva, o avanço da urbanização e a impermeabilização do solo, que culminam em alagamentos e outros impactos ambientais e sociais negativos.</p>
<p>Que tipo de soluções inovadoras o guia propõe para o manejo de águas pluviais?<br />
O guia propõe a adoção de soluções baseadas na natureza (SBN), como jardins de chuva, pavimentos permeáveis, telhados verdes e bacias de infiltração, integradas às infraestruturas convencionais, visando a adaptação às mudanças climáticas e a mitigação de riscos de inundações.</p>
<p>Como o guia da Arsesp se alinha à legislação vigente?<br />
O documento está alinhado ao Marco Legal do Saneamento Básico e às diretrizes da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), tratando de temas como titularidade municipal, responsabilidades dos entes, sustentabilidade econômico-financeira e planejamento integrado, garantindo conformidade e eficácia regulatória.</p>
<p>Para aprofundar-se nas diretrizes e contribuir para cidades mais resilientes, explore o conteúdo completo do Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Governo sanciona Lei aprovada na Alesp que reformula as agências reguladoras do estado de SP</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 11:16:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tarcísio de Freitas assina sanção do PLC que cria a SP-Águas e reestrutura a Artesp e a Arsesp, garantindo maior autonomia financeira, orçamentária e de planejamento às agências O governador Tarcísio de Freitas assinou, nesta segunda-feira (23), a sanção do Projeto de Lei Complementar 35/2024, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que reformula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Tarcísio de Freitas assina sanção do PLC que cria a SP-Águas e reestrutura a Artesp e a Arsesp, garantindo maior autonomia financeira, orçamentária e de planejamento às agências</em></h4>
<div class="rw">
<div class="col-lg-12">
<div class="row">
<div class="col-lg-8">
<p>O governador <strong>Tarcísio de Freitas</strong> assinou, nesta segunda-feira (23), a sanção do <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000555309" target="_blank" rel="noopener">Projeto de Lei Complementar 35/2024</a>, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que reformula a estrutura e as atribuições das agências reguladoras estaduais, responsáveis pela fiscalização dos serviços públicos transferidos para o setor privado. A medida será publicada no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Em evento promovido no Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio afirmou que São Paulo passa a ter, agora, as melhores agências reguladoras do País. &#8220;São as melhores porque terão critérios rígidos para a escolha dos diretores e autonomia orçamentária e financeira. Com essa legislação, a regulação no nosso estado está sendo fortalecida&#8221;, pontuou.</p>
<h4><strong>Parlamento em destaque</strong></h4>
<p>Para o presidente da Alesp, <strong>André do Prado</strong>, a Assembleia foi privilegiada por ter a chance de aprovar a medida, deixando um legado para a população paulista. &#8220;Abrimos o espaço para o diálogo e promovemos uma audiência pública de mais de quatro horas. Também acatamos mais de 30 emendas, o que fez com que fosse valorizado ainda mais o nosso Parlamento. Parabéns a todos os envolvidos&#8221;, destacou.</p>
<p>O deputado <strong>Barros Munhoz (PSDB)</strong>, relator do PLC na Alesp, comentou que o Parlamento teve a &#8220;coragem&#8221; de aprovar medida tão importante. &#8220;Todas as questões foram superadas e essa é a essência da democracia&#8221;, salientou.</p>
<h4><strong>Mais autonomia</strong></h4>
<p>O Projeto de Lei Complementar cria a SP-Águas, que nasce da transformação do atual <strong>DAEE</strong> (Departamento de Águas e Energia Elétrica), e também amplia o rol de atuação de outras duas agências: da <strong>Artesp</strong> (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e da <strong>Arsesp</strong> (Agência Reguladora de Serviços Públicos no Estado de São Paulo).</p>
<p>As alterações na legislação, de acordo com o Executivo, darão mais autonomia administrativa, orçamentária e de planejamento às três agências. Também garantirão maior independência na gestão dos quadros de funcionários, incluindo a possibilidade de realização de concursos públicos sem necessidade de autorização governamental.</p>
<p>O Governo aponta ainda que a proposta foi pensada para garantir a obediência a regras de <i>compliance</i> e de governança no processo de indicação de membros da diretoria e do cargo de diretor-presidente das agências.</p>
<p>De acordo com a secretária do Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, <strong>Natália Resende</strong>, a nova legislação vai institucionalizar a regulação enquanto uma agenda permanente de estado. &#8220;Vai melhorar nossa fiscalização e valorizar o nosso corpo técnico. Esse PLC é histórico&#8221;, afirmou.</p>
<h4><strong>O papel das novas agências</strong></h4>
<p>Em linhas gerais, a SP-Águas nasce para ser responsável pela fiscalização, controle e regulação de todas as formas de uso da água no estado, como abastecimento público, indústria, agricultura, comércio, geração de energia, entre outros. Dessa forma, dentre as atribuições, a nova agência vai regular a captação de água tanto superficial (nascentes e mananciais) quanto subterrânea (poços artesianos), bem como a operação dos reservatórios de água.</p>
<p>A Artesp, por sua vez, terá seu rol de atuação ampliado, passando a ser responsável pela fiscalização dos transportes rodoviário, aeroportuário, hidroviário e metroviário estaduais, além do transporte coletivo intermunicipal, inclusive o metropolitano. Assim, a Agência de Transportes passa a incorporar as linhas de Metrô e trens metropolitanos que operam por meio de concessão à iniciativa privada &#8211; hoje responsabilidade da Comissão de Monitoramento das Concessões e Permissões (CMCP) &#8211; e também o transporte metropolitano sobre pneus. A nova legislação também define a Artesp como a agência reguladora para novos projetos de mobilidade, como o do Trem Intercidades que ligará a Capital a Campinas.</p>
<p>Por fim, a Arsesp será a responsável pela regulação de uma grande gama de serviços, como gás canalizado, saneamento básico, transmissão e distribuição de energia elétrica, além das parcerias público-privadas futuras e em operação. Também será função da Arsesp a regulação das atividades da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), recentemente desestatizada.</p>
<h4><i><strong>Assista à transmissão do evento feita pela Rede Alesp:</strong></i></h4>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/k2-apE3c4Wo?si=wM8ceIErifu-vtWg" width="864" height="486" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
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		<title>Alesp debate projeto que reestrutura agências reguladoras do estado</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/alesp-debate-projeto-que-reestrutura-agencias-reguladoras-do-estado/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 03:04:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De autoria do Governo, PLC 35/2024 transforma o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) em uma agência reguladora de águas de São Paulo; projeto está em tramitação na Casa A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu, na manhã desta terça-feira (20), uma Audiência Pública para debater o Projeto de Lei Complementar n° 35/2024, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>De autoria do Governo, PLC 35/2024 transforma o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) em uma agência reguladora de águas de São Paulo; projeto está em tramitação na Casa</em></h4>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu, na manhã desta terça-feira (20), uma Audiência Pública para debater o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000555309" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000555309&amp;source=gmail&amp;ust=1724354497438000&amp;usg=AOvVaw1JsR7HZSnUllX_PQL3oCa1"><u>Projeto de Lei Complementar n° 35/2024</u></a>, que reestrutura as agências reguladoras do estado. De autoria do Governo, a proposta ainda visa transformar o Departamento de Águas e Energia Elétrica (<strong>Daee</strong>) em uma nova agência reguladora, a SP-Águas.<br />
&#8220;É importante que estejamos aqui debatendo esse projeto, ouvindo a sociedade civil e o Governo, para que ele seja aprimorado. É agregar mais informações para que os deputados possam aprimorá-lo através de emendas nas Comissões e agregar com ideias nos debates em Plenário, que serão importantes para sua votação&#8221;, comentou o presidente da Alesp, <strong>André do Prado.</strong></p>
<h4><strong>O Projeto</strong></h4>
<p>Encaminhado à <strong>Alesp</strong> pelo Executivo no mês de junho, o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000555309" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000555309&amp;source=gmail&amp;ust=1724354497438000&amp;usg=AOvVaw1JsR7HZSnUllX_PQL3oCa1"><u>PLC 35/2024</u></a> vem para mudar a estrutura da Agência Reguladora dos Serviços Públicos (<strong>Arsesp</strong>) e da Agência de Transporte do Estado (<strong>Artesp</strong>). Além disso, transforma o <strong>Daee</strong> em uma terceira agência reguladora, a SP-Águas, responsável por regular os serviços de água.<br />
Segundo o secretário executivo de Parcerias em Investimentos, <strong>André Isper Rodrigues Barnabé</strong>, que apresentou o projeto durante a audiência, o PLC vai adequar e uniformizar a estrutura das agências, aumentar a preocupação com Governança e <i>Compliance</i>, além de fortalecer as agências para a fiscalização de novos projetos do estado, como a desestatização da<strong> Sabesp e o Trem Intercidades</strong>.<br />
&#8220;A gente tem, aqui, um projeto que vai revolucionar. Ele vai trazer inovações importantíssimas para as agências reguladoras, para conseguir entregar aquilo que os contratos prometem e o que o <strong>Governo</strong> planeja para a população. Quando a gente faz um leilão, planeja um serviço, contrata uma rodovia ou uma duplicação, contrata saneamento, expansão de serviço ou melhoria nos serviços de transportes, tudo isso precisa ser fiscalizado. Então, estamos dando às agências capacidade e qualidade que é o que vai fazer acontecer no longo prazo&#8221;, defendeu André Isper.<br />
Como é de praxe nas audiências públicas promovidas pela Casa, durante o mesmo tempo que o secretário teve para defender o projeto, o representante da Associação de Profissionais Universitários da Sabesp, e ex-presidente da Arsesp, Hugo Sérgio de Oliveira, explicou porque é contra a proposta.<br />
&#8220;O diagnóstico do Governo é que o atual ambiente regulatório oferece pouca segurança para os investidores. Esse diagnóstico não me parece fazer muito sentido porque foi nesse ambiente regulatório que a Sabesp se tornou a maior empresa de serviços públicos da América Latina&#8221;, disse Oliveira. Ele afirmou ainda que, ao mesmo tempo em que era responsável por fiscalizar a Sabesp, uma empresa pública, a Arsesp nunca teve problemas com a regulação da Comgás, empresa privada concessionária de gás, por exemplo.<br />
&#8220;É um projeto de reforma institucional que é necessário porque estamos saindo de uma empresa pública para uma empresa privada [processo de desestatização da Sabesp], mas que não está sendo realizado de uma forma adequada. A essência deste projeto é de proteção aos investidores e não de proteção aos consumidores e isso desequilibra o processo regulatório que existe hoje entre consumidores, prestadores de serviço e poder concedente&#8221;, complementou Oliveira.</p>
<h4><strong>Debate</strong></h4>
<p>Além das duas partes, diversos parlamentares e representantes da sociedade civil apresentaram seus posicionamentos durante a audiência. &#8220;A gente traz para a Assembleia a possibilidade das pessoas que são interessadas nesse debate poderem questionar os representantes do Governo, porque é preciso esclarecer todas as dúvidas que o projeto traz como o fortalecimento das agências, o fim dos conselhos e a questão dos funcionários do Daee&#8221;, explicou o deputado Paulo Fiorilo, líder do PT na Casa.<br />
Já o deputado <strong>Lucas Bove (PL)</strong> defendeu tanto a reestruturação das agências reguladoras quanto a desestatização da Sabesp. &#8220;O sistema é falido porque o Estado não é capaz de administrar. As agências não podem se tornar monstros gigantes e ineficientes. Pergunte a quem mora na periferia, paga as taxas para a <strong>Sabesp</strong> e não tem acesso aos serviços, têm seus filhos brincando na lama e no esgoto, se eles estão de fato felizes com essa situação&#8221;, argumentou.<br />
Por sua vez, a deputada <strong>Paula da Bancada Feminista (Psol)</strong> se mostrou preocupada com o regime de urgência no qual o Projeto tramita na Alesp desde que foi protocolado. &#8220;Esse projeto é muito importante e, por isso, ele não pode ser discutido e decidido a toque de caixa aqui na Alesp. Estamos aqui para discutir uma mudança estrutural na forma de gerir as empresas públicas e as que serão privatizadas&#8221;, comentou a deputada. &#8220;Na nossa avaliação, esse PLC é um redesenho institucional para dar conta não só das privatizações que já aconteceram, mas também das que estão na mira do Governo&#8221;, completou Paula.</p>
<h4><strong>Tramitação</strong></h4>
<p>Publicado no dia 21 de junho, o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000555309" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000555309&amp;source=gmail&amp;ust=1724354497438000&amp;usg=AOvVaw1JsR7HZSnUllX_PQL3oCa1"><u>PLC 35/2024</u></a> tramita na Assembleia em regime de urgência e já recebeu 111 emendas de pauta e um substitutivo. A proposta já foi distribuída às Comissões de Constituição, Justiça e Redação; de Finanças, Orçamento e Planejamento; e de Infraestrutura. A Audiência Pública foi realizada após pedidos dos parlamentares e da sociedade civil e faz parte do trâmite do Projeto.<br />
&#8220;Vamos agora analisar no Colégio de Líderes para ver qual o melhor momento, qual o cronograma e o rito para a votação que vamos estabelecer para esse projeto. Esperamos ter um acordo para que, nos próximos 15 dias, ele seja levado ao Plenário&#8221;, afirmou o <strong>presidente André do Prado</strong>.</p>
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