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	<title>Atividade &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Atividade &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Efeito sanfona afeta metabolismo e reduz gasto de energia em mulheres</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 13:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente conduzido por pesquisadores nacionais lança um alerta significativo sobre os impactos do conhecido efeito sanfona na saúde metabólica feminina. A pesquisa, que avaliou mulheres submetidas a ciclos repetidos de perda intencional e reganho não planejado de peso, revelou um perfil cardiometabólico desfavorável e uma atividade reduzida da gordura marrom. Este tipo especial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente conduzido por pesquisadores nacionais lança um alerta significativo sobre os impactos do conhecido efeito sanfona na saúde metabólica feminina. A pesquisa, que avaliou mulheres submetidas a ciclos repetidos de perda intencional e reganho não planejado de peso, revelou um perfil cardiometabólico desfavorável e uma atividade reduzida da gordura marrom. Este tipo especial de tecido adiposo, vital para o gasto energético do organismo, tem sua função comprometida nessas condições. Os achados sublinham que a preocupação não reside apenas na oscilação da balança, mas, crucialmente, no acúmulo progressivo de gordura corporal ao longo do tempo. O trabalho detalha como o metabolismo é afetado, enfatizando a importância de abordagens sustentáveis para a gestão do peso e da composição corporal, em detrimento de dietas restritivas de curto prazo que promovem o efeito sanfona.</p>
<p> O alerta sobre o efeito sanfona e a gordura marrom</p>
<p>Pesquisadores nacionais investigaram os efeitos do efeito sanfona – caracterizado por sucessivos episódios de perda intencional e recuperação não planejada de peso – sobre a saúde metabólica de mulheres. Os resultados indicaram que aquelas que vivenciaram esses ciclos apresentaram um pior perfil cardiometabólico, evidenciado por indicadores desfavoráveis de saúde do coração e do metabolismo. Além disso, foi observada uma diminuição na atividade do tecido adiposo marrom, ou BAT (de brown adipose tissue), um tipo de gordura que tem atraído grande interesse científico devido ao seu papel potencial na prevenção e manejo de condições como obesidade, diabetes e dislipidemias.</p>
<p>Diferentemente da gordura branca, que atua armazenando energia sob a forma de lipídios, a gordura marrom desempenha uma função oposta: ela queima glicose e lipídios para produzir calor, contribuindo ativamente para o gasto energético do corpo. Este tecido é notavelmente rico em mitocôndrias, estruturas celulares responsáveis pela geração de energia, o que lhe confere a coloração acastanhada e uma elevada taxa metabólica. A compreensão de sua função revolucionou o entendimento sobre a regulação energética. Até cerca de uma década atrás, acreditava-se que a gordura marrom era predominantemente encontrada apenas em recém-nascidos, auxiliando na manutenção da temperatura corporal. Contudo, estudos a partir de 2009 confirmaram sua presença em adultos, localizada especialmente na região supraclavicular, que abrange o pescoço, a área acima da clavícula e em torno da coluna vertebral, abrindo novas perspectivas para a pesquisa metabólica.</p>
<p>A decisão de focar o estudo exclusivamente em mulheres não foi arbitrária. Os pesquisadores já possuíam um robusto banco de dados feminino, e há diferenças significativas entre homens e mulheres na quantidade e atividade da gordura marrom. A pesquisa concentrou-se em mulheres jovens, fora do período da menopausa, para eliminar interferências hormonais que podem alterar a distribuição de gordura corporal. Além disso, as mulheres são frequentemente submetidas a uma maior pressão estética, o que as leva a recorrer com mais frequência a dietas restritivas, aumentando a incidência do efeito sanfona.</p>
<p> Metodologia e participantes</p>
<p>Para a realização deste estudo, 121 mulheres, com idades entre 20 e 41 anos e diferentes faixas de Índice de Massa Corporal (IMC), foram recrutadas. As participantes foram divididas em dois grupos distintos: um composto por mulheres sem histórico de efeito sanfona e outro, denominado de &#8220;cicladoras&#8221;, que incluía mulheres que relataram ter experimentado três ou mais episódios de perda de peso intencional, seguidos de recuperação de peso não planejada  nos últimos quatro anos. Este padrão é frequentemente associado a dietas muito restritivas em busca de emagrecimento rápido.</p>
<p>A avaliação da atividade da gordura marrom foi um componente central da metodologia. As participantes foram submetidas a um protocolo de exposição controlada ao frio, a uma temperatura de 18°C, que é reconhecido como o principal estímulo para ativar o tecido adiposo marrom sem induzir tremores, os quais gerariam um gasto energético adicional e poderiam mascarar os resultados. Inicialmente, as voluntárias permaneceram em uma sala aquecida e, em seguida, foram transferidas para o ambiente resfriado. Em ambos os ambientes, a atividade do BAT foi monitorada continuamente. Uma câmera de termografia infravermelha foi utilizada para detectar o aumento da temperatura na região supraclavicular, um indicador direto da ativação da gordura marrom. Este equipamento permite a captura de imagens que evidenciam as áreas mais quentes do corpo, quantificando a intensidade da ativação do BAT por meio de variações de cor. Adicionalmente, foram analisados outros indicadores de saúde metabólica, incluindo o percentual de gordura corporal, a gordura visceral, os níveis de glicemia, o perfil lipídico e a pressão arterial, fornecendo uma visão abrangente do estado de saúde das participantes.</p>
<p> A complexa relação entre o efeito sanfona, acúmulo de gordura e o metabolismo</p>
<p>Os resultados iniciais do estudo revelaram que as mulheres classificadas como &#8220;cicladoras&#8221;, com histórico de efeito sanfona, apresentavam maior percentual de gordura corporal, um acúmulo significativo de gordura visceral e indicadores metabólicos mais desfavoráveis, além de uma notável redução na atividade da gordura marrom. Em uma análise preliminar, a ligação entre o efeito sanfona e a diminuição da atividade do BAT parecia direta. Contudo, uma modelagem estatística mais aprofundada demonstrou que essa relação é, na verdade, indireta, sendo modulada pelo acúmulo progressivo de gordura corporal.</p>
<p>O efeito sanfona age de forma indireta ao longo de ciclos sucessivos de emagrecimento e reganho de peso. A cada dieta restritiva, o organismo aciona mecanismos de defesa biológicos, visando recuperar o peso perdido. Isso se manifesta pela redução do gasto energético basal, alterações nos hormônios da fome e da saciedade, e um metabolismo que se torna mais eficiente em armazenar energia. Quando o peso é recuperado, ele volta predominantemente na forma de gordura, e não de massa muscular, resultando em uma piora progressiva da composição corporal. No longo prazo, esse processo favorece o aumento do percentual de gordura corporal e, particularmente, da gordura visceral. São esses fatores, o excesso de adiposidade corporal e a gordura visceral, que estão diretamente ligados à redução da atividade da gordura marrom, explicando a menor capacidade do organismo de queimar energia eficientemente.</p>
<p>Do ponto de vista clínico, o estudo reforça a ideia de que o manejo da obesidade não deve se concentrar apenas nos quilos perdidos na balança. É crucial priorizar a qualidade da composição corporal, buscando uma redução sustentável e a longo prazo do percentual de gordura, ao mesmo tempo em que se preserva a massa muscular. Estratégias de tratamento devem adotar abordagens multiprofissionais e incentivar mudanças comportamentais duradouras. Embora a atividade da gordura marrom não possa ser avaliada em exames de rotina – sendo uma medição restrita a ambientes de pesquisa –, seu papel é fundamental. A gordura marrom pode ser estimulada por fatores como atividade física regular, redução do percentual de gordura corporal e até mesmo exposição controlada ao frio. Contudo, ela não deve ser encarada como uma solução isolada para o emagrecimento. Seu papel mais relevante reside na melhoria do metabolismo da glicose e dos lipídios, oferecendo proteção significativa contra o desenvolvimento de diabetes e doenças cardiovasculares, reforçando a importância de um estilo de vida saudável e equilibrado.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A pesquisa destaca a complexidade do efeito sanfona e seus impactos profundos na saúde metabólica feminina. Ficou evidente que a oscilação de peso, ao longo do tempo, leva a um acúmulo progressivo de gordura corporal, o qual, por sua vez, prejudica a atividade da valiosa gordura marrom, essencial para o gasto energético. Este mecanismo indireto revela que o problema não é a perda ou ganho de peso isoladamente, mas a mudança na composição corporal que acompanha esses ciclos. A mensagem central é clara: estratégias sustentáveis para a gestão do peso, focadas na melhoria da composição corporal e na manutenção da massa muscular, são mais eficazes e benéficas para a saúde a longo prazo. Compreender o papel da gordura marrom e como protegê-la pode ser um passo importante na prevenção de doenças crônicas e na promoção de uma vida mais saudável.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é o efeito sanfona e como ele afeta o metabolismo?<br />
O efeito sanfona refere-se a ciclos repetidos de perda intencional e reganho não planejado de peso. Ele afeta o metabolismo indiretamente, pois, a cada ciclo de dieta restritiva, o corpo se torna mais eficiente em armazenar energia e recuperar peso na forma de gordura, resultando em um acúmulo progressivo de adiposidade e uma piora da saúde metabólica.</p>
<p> O que é a gordura marrom (BAT) e por que ela é importante?<br />
A gordura marrom, ou tecido adiposo marrom (BAT), é um tipo especial de gordura que, ao contrário da gordura branca que armazena energia, tem a função de queimar glicose e lipídios para produzir calor. Ela é importante porque contribui para o gasto energético do organismo, ajudando a melhorar o metabolismo da glicose e dos lipídios, o que confere proteção contra o diabetes e doenças cardiovasculares.</p>
<p> Como o excesso de gordura corporal está relacionado à atividade da gordura marrom?<br />
O estudo demonstrou que o excesso de gordura corporal, especialmente a gordura visceral, está diretamente ligado à redução da atividade da gordura marrom. O efeito sanfona contribui para o acúmulo progressivo de gordura, o que, por sua vez, inibe a capacidade da gordura marrom de queimar energia eficientemente.</p>
<p> Quais são as recomendações para evitar os impactos negativos do efeito sanfona?<br />
As recomendações incluem adotar abordagens multiprofissionais para o manejo do peso, priorizando a qualidade da composição corporal (redução sustentável da gordura e preservação da massa muscular) em vez de focar apenas nos números da balança. É essencial promover mudanças comportamentais duradouras, como alimentação equilibrada e atividade física regular, para um estilo de vida mais saudável e para estimular a atividade da gordura marrom.</p>
<p>Para aprofundar seu conhecimento sobre o metabolismo e encontrar estratégias eficazes para uma saúde duradoura, explore mais conteúdos sobre nutrição e bem-estar.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Guia brasileiro sobre exercício e câncer recebe prêmio de inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um guia brasileiro que explora a relação entre atividade física e câncer foi reconhecido com o terceiro lugar no Prêmio Marcos Moraes 2025, uma importante premiação nacional na área de pesquisa e inovação oncológica. O documento, intitulado Atividade física e câncer: recomendações para prevenção e controle, oferece orientações baseadas em evidências científicas sobre como a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um guia brasileiro que explora a relação entre atividade física e câncer foi reconhecido com o terceiro lugar no Prêmio Marcos Moraes 2025, uma importante premiação nacional na área de pesquisa e inovação oncológica. O documento, intitulado Atividade física e câncer: recomendações para prevenção e controle, oferece orientações baseadas em evidências científicas sobre como a prática regular de exercícios pode contribuir para a prevenção e o controle da doença.</p>
<p>Publicado em 2022, o guia é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), com o apoio da Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde (SBAFS) e do Instituto Nacional de Câncer (Inca). O projeto surgiu da necessidade de preencher uma lacuna existente no país, onde há poucos estudos, programas e treinamentos sobre atividade física aplicada à oncologia. O objetivo principal é fornecer à população brasileira e aos profissionais de saúde informações atualizadas sobre os benefícios da atividade física na prevenção e no tratamento do câncer.</p>
<p>O guia destaca que a atividade física regular pode ajudar a proteger contra o câncer, atenuar os sintomas e efeitos colaterais do tratamento e aumentar a sobrevida dos pacientes. O documento enfatiza que exercícios como caminhada, ciclismo, dança e natação, quando incorporados à rotina diária, podem trazer benefícios significativos. Subir escadas em vez de usar o elevador e realizar atividades ao ar livre com familiares e amigos são outras formas de aumentar a atividade física no dia a dia.</p>
<p>A prática regular de atividade física contribui para o equilíbrio dos níveis hormonais, reduz o tempo de trânsito gastrointestinal, fortalece o sistema imunológico e auxilia na manutenção de um peso corporal saudável. Esses fatores contribuem para a prevenção de diversos tipos de câncer, como o de intestino (cólon), endométrio (corpo do útero) e mama.</p>
<p>As recomendações apresentadas no guia foram elaboradas de forma transparente e seguem critérios rigorosos, considerando a qualidade das evidências científicas, a relação entre os benefícios e os riscos das intervenções e o contexto brasileiro. O documento sugere que adultos e idosos, com ou sem diagnóstico de câncer, pratiquem pelo menos 150 minutos semanais de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos de atividade física vigorosa, ou uma combinação equivalente de ambas.</p>
<p>O guia aborda a atividade física em diferentes fases da vida, incluindo crianças, adolescentes, adultos e idosos, além de considerar condições específicas como gravidez e deficiência. O documento também ressalta a importância da Educação Física Escolar.</p>
<p><em>Fonte: www.agenciasp.sp.gov.br</em></p>
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		<title>Você sabia sobre a importância da Força Muscular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 11:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Robson Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá tudo bem com você? Talvez você não tenha percebido isso antes, mas desde antes do nascimento, a força muscular está presente para tornar a vida possível e um bom exemplo disso é o nosso Coração que se desenvolve na fase embrionária aproximadamente na terceira semana de gravidez, mais ou menos, 22 dias após a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="s2"><em>Olá tudo bem com você?</em></h4>
<p class="s3">Talvez você não tenha percebido isso antes, mas desde antes do nascimento, a força muscular está presente para tornar a vida possível e um bom exemplo disso é o nosso Coração que se desenvolve na fase embrionária aproximadamente na terceira semana de gravidez, mais ou menos, 22 dias após a concepção e desde esse dia, o músculo cardíaco já faz força para ejetar sangue batendo aproximadamente 75 a 80 bpm.</p>
<p class="s3">Os músculos do nosso corpo precisam ter força para auxiliar na estabilidade e permitir uma função mais adequada das articulações quando são exigidas em uma atividade simples do dia a dia ou mesmo numa atividade mais intensa durante um exercício físico.</p>
<p class="s3">A força muscular pode ser medida com equipamentos específicos com o auxílio de um dinamômetro de força que transforma o seu esforço em kg e com essa informação, você pode aumentar a sua força através dos exercícios físicos que exijam força, ou seja, a musculação por exemplo e outros exercícios que tem a resistência da carga a ser vencida como uma das formas de melhorar a força muscular.</p>
<p class="s3">O músculo é considerado atualmente como um órgão endócrino que ao ser estimulado através dos exercícios físicos, libera diversas substâncias na corrente sanguínea que irão circular por todo o organismo regulando níveis de açúcar, gordura, processos inflamatórios, irá agir no Cérebro mantendo esse órgão mais ativo e oxigenado, vai regular a pressão arterial e também irá diminuir níveis de estresse e de ansiedade tornando a sua rotina mais leve.</p>
<h4>Outro ponto</h4>
<p class="s3">A ausência de estímulos musculares com frequência e constância através dos exercícios físicos, vai aos poucos causando alterações no organismo que podem provocar doenças crônicas leves ou mais graves incapacitando a pessoa nas suas atividades diárias, tornando-a mais dependente e com problemas psicológicos e até sociais.</p>
<p class="s3">Fisiologicamente, começamos a perder massa e força muscular por volta dos 30 anos de idade e enquanto temos a sensação de força, não damos muita importância para mantermos a força muscular, mas durante o processo de envelhecimento, essa diminuição da massa e da força muscular tende a ser mais evidente podendo chegar a Sarcopenia nas pessoas Idosas. A Sarcopenia ocorre pela diminuição gradativa do estímulo muscular e vai deixando o Idoso cada vez mais imobilizado e com dificuldade de se locomover podendo causar e agravar outros problemas de saúde como a perda de massa óssea que é a Osteopenia quando está no início ou até a Osteoporose com maior perda de massa óssea e risco de fraturas espontâneas.</p>
<p class="s3">Pessoas que passaram por algum processo cirúrgico ou que sofreram algum tipo de lesão que incapacita a mobilidade ativa, também poderão ter perda de massa muscular e da força muscular devido a atrofia muscular de um seguimento específico do corpo ou do corpo todo conforme o nível de imobilização e nessa situação, iniciar um tratamento Fisioterapêutico, é crucial para manter, melhorar e aumentar a capacidade muscular e devolver a independência física.</p>
<h4 class="s4"><strong>Dr. Robson G. Mailho</strong></h4>
<p class="s4">Fisioterapeuta e Colunista do Jornal Digital da Região Oeste</p>
<p class="s4">Instagram: @fisiopersonalizada</p>
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