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	<title>bank &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>FGC antecipa até mil reais para clientes do Will Bank</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 12:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anunciou uma importante medida para os clientes do Will Bank: a antecipação do pagamento de garantias de até R$ 1 mil. Esta iniciativa, aguardada por muitos, visa beneficiar aproximadamente 6 milhões de pessoas, com foco especial na população de baixa renda, que constitui o público-alvo da instituição financeira. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anunciou uma importante medida para os clientes do Will Bank: a antecipação do pagamento de garantias de até R$ 1 mil. Esta iniciativa, aguardada por muitos, visa beneficiar aproximadamente 6 milhões de pessoas, com foco especial na população de baixa renda, que constitui o público-alvo da instituição financeira. A liberação dos valores será processada de forma simplificada, diretamente pelo aplicativo do Will Bank, agilizando o acesso aos recursos. No total, a antecipação pode movimentar cerca de R$ 200 milhões, além de R$ 25 milhões referentes a saldos em contas de pagamento. A decisão do FGC ocorre após a liquidação extrajudicial do Will Bank, decretada pelo Banco Central em janeiro, e busca prover um suporte rápido enquanto o processo de consolidação completa da lista de credores ainda está em andamento. Esta ação reforça o compromisso do FGC em proteger depositantes e investidores.</p>
<p> A medida de antecipação e seus beneficiários</p>
<p> Alcance da antecipação e valores envolvidos</p>
<p>A ação do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para os clientes do Will Bank representa um esforço significativo para mitigar os impactos da liquidação da instituição financeira. Ao antecipar pagamentos de até R$ 1 mil, o FGC pretende alcançar cerca de 6 milhões de indivíduos, muitos dos quais fazem parte de uma parcela da população de baixa renda, historicamente mais vulnerável a instabilidades financeiras. A facilidade de acesso é um ponto chave: o processo de antecipação será conduzido integralmente através do aplicativo do Will Bank, uma medida que visa simplificar e agilizar a recepção dos valores pelos clientes.</p>
<p>O montante total que será antecipado pelo FGC para esta fase está estimado em aproximadamente R$ 200 milhões. Adicionalmente, R$ 25 milhões referentes a saldos em contas de pagamento, que por sua natureza já possuem garantias específicas, também serão liberados pelos mesmos canais, no aplicativo da instituição. Este esforço conjunto visa proporcionar um alívio financeiro rápido e acessível para uma vasta base de clientes, especialmente aqueles com saldos menores, que podem sentir mais intensamente a falta de liquidez de seus recursos. A conveniência de realizar todo o procedimento digitalmente evita deslocamentos e burocracias desnecessárias, alinhando-se às necessidades de um público que frequentemente busca soluções financeiras descomplicadas.</p>
<p> Contexto da liquidação e o papel do FGC</p>
<p>A necessidade desta antecipação surgiu após o Banco Central (BC) decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank em janeiro. A instituição, que integrava o conglomerado do Banco Master, teve suas operações encerradas, o que acionou o mecanismo de garantia do FGC. Contudo, o processo de consolidação da lista completa de credores de uma instituição financeira liquidada é complexo e demanda tempo. Para evitar que os clientes, especialmente aqueles com valores menores, aguardassem por um longo período, o FGC optou por uma medida emergencial: a antecipação dos pagamentos para quem possui valores elegíveis à garantia e que não ultrapassem R$ 1 mil.</p>
<p>Para ter direito a esta antecipação, o cliente deve ser um cliente direto do Will Bank, possuir valores que se enquadrem nas regras de cobertura do FGC e ter um saldo total limitado a R$ 1 mil na instituição. Aqueles clientes que possuíam valores superiores a R$ 1 mil ou que haviam realizado investimentos por meio de plataformas de investimentos deverão seguir um procedimento diferente. Estes deverão aguardar a conclusão da lista final de credores e, somente então, solicitar o ressarcimento diretamente pelo aplicativo do próprio FGC, seguindo os trâmites regulares de pedido de garantia. Esta distinção é crucial para gerenciar as expectativas dos diferentes perfis de credores e garantir que o processo seja o mais justo e organizado possível, dentro das regras estabelecidas para situações de liquidação.</p>
<p> Detalhes sobre a cobertura e os procedimentos</p>
<p> Entendendo o funcionamento das contas Will Bank e o FGC</p>
<p>É importante ressaltar que o Will Bank operava de forma diferente de um banco tradicional com contas correntes. A instituição funcionava como uma financeira e, principalmente, como uma instituição de pagamento. Nesta modalidade, as contas de pagamento possuem uma característica de segurança adicional: o saldo do cliente é depositado em uma conta específica e separada no Banco Central, não se confundindo com o patrimônio da própria instituição. Isso significa que o dinheiro ali depositado não pode ser utilizado pela instituição para conceder créditos ou realizar outras operações típicas de um banco comercial. Essa segregação patrimonial é um fator importante que garante o ressarcimento aos clientes em caso de insolvência da instituição.</p>
<p>Parte dos valores aplicados pelos clientes do Will Bank também era direcionada automaticamente para Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Os CDBs são produtos de investimento que contam com a cobertura do FGC, assim como as contas de pagamento, dentro do limite legal. O limite geral de cobertura do FGC é de até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), por instituição financeira e por conjunto de depósitos e investimentos. No entanto, para esta fase de antecipação específica para o Will Bank, a liberação está restrita ao teto de R$ 1 mil por cliente, independentemente do valor total que o cliente pudesse ter na instituição e que seria elegível à garantia completa em um processo regular.</p>
<p> Guia prático para o ressarcimento e alertas de segurança</p>
<p>Para os clientes elegíveis à antecipação de até R$ 1 mil, o processo foi desenhado para ser o mais intuitivo possível:</p>
<p>1.  Acesse o aplicativo do Will Bank: A opção específica para a antecipação do pagamento estará disponível diretamente na interface do aplicativo.<br />
2.  Confirme seus dados cadastrais: O sistema solicitará a verificação e confirmação das informações pessoais para garantir a segurança da transação e a titularidade dos recursos.<br />
3.  Verifique o valor disponível: Após a validação dos dados, será exibido o valor elegível à cobertura do FGC, limitado ao teto de R$ 1 mil para esta fase.<br />
4.  Confirme o aceite digital: O pedido de ressarcimento é formalizado por meio de uma confirmação eletrônica dentro do próprio aplicativo, dispensando a necessidade de documentos físicos ou assinaturas.<br />
5.  Transfira o dinheiro: Uma vez liberado o valor, o cliente deverá realizar a transferência para uma conta bancária de sua mesma titularidade. Esta etapa final garante que os recursos sejam movimentados para uma conta segura e sob o controle direto do cliente.</p>
<p>É fundamental que os clientes estejam vigilantes a possíveis golpes. O FGC e o Will Bank reiteram que não entram em contato por telefone, mensagens (SMS ou WhatsApp) ou redes sociais para solicitar senhas, códigos de segurança ou quaisquer dados pessoais. Não existem intermediários autorizados ou &#8220;facilitadores&#8221; para antecipar ou processar esses pagamentos. Em caso de dúvidas ou abordagens suspeitas, o cliente deve buscar informações apenas nos canais oficiais das instituições, como os websites e os serviços de atendimento ao cliente devidamente verificados. A atenção a estas orientações é crucial para evitar que os clientes sejam vítimas de fraudes durante este período.</p>
<p> Panorama da cobertura do Fundo Garantidor de Créditos</p>
<p> Atualização sobre outros pagamentos do FGC</p>
<p>O FGC não atua apenas na situação do Will Bank. A entidade tem um papel contínuo na proteção dos credores de instituições financeiras em liquidação. Recentemente, o FGC atualizou o balanço da liberação de recursos de outras liquidações que envolviam o conglomerado ao qual o Will Bank pertencia, como o Banco Master, a Master Investimento e o Letsbank. Até o momento, foram pagos R$ 37 bilhões em garantias a credores desse conglomerado, o que representa cerca de 91% do total previsto.</p>
<p>Apesar do avanço significativo nos pagamentos, ainda há aproximadamente 9% de investidores que, por diversos motivos, ainda não iniciaram o processo de pedido de ressarcimento. O FGC continua incentivando esses credores a procurarem os canais oficiais para iniciar seus pedidos e receberem os valores devidos, reforçando a importância de não deixar de exercer o direito à garantia.</p>
<p> O papel fundamental do FGC no sistema financeiro</p>
<p>O Fundo Garantidor de Créditos é uma entidade privada, sem fins lucrativos, estabelecida em 1995 com a missão primordial de proteger depositantes e investidores. Sua atuação é vital para a estabilidade e a confiança no sistema financeiro nacional. Em cenários de intervenção, liquidação ou falência de instituições financeiras autorizadas a operar no Brasil, o FGC assegura que os clientes não percam totalmente seus investimentos e depósitos, até um determinado limite.</p>
<p>A cobertura padrão do FGC é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira e por conjunto de depósitos e investimentos. Esse limite é válido para diversos produtos, incluindo depósitos à vista ou de poupança, depósitos a prazo (CDB/RDB), letras de câmbio (LC), letras imobiliárias (LI), letras de crédito imobiliário (LCI), letras de crédito do agronegócio (LCA) e operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos após 8 de março de 2012 por empresa ligada. A existência do FGC é um pilar de segurança, minimizando riscos e promovendo a tranquilidade para milhões de brasileiros que confiam suas economias e investimentos ao sistema bancário.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem tem direito à antecipação de até R$ 1 mil do FGC para o Will Bank?<br />
Têm direito à antecipação os clientes diretos do Will Bank que possuíam valores elegíveis à garantia do FGC e cujo saldo total não excedia R$ 1 mil. A liberação ocorre via aplicativo do Will Bank.</p>
<p>2. Qual o limite de cobertura geral do FGC?<br />
O limite geral de cobertura do FGC é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira e por conjunto de depósitos e investimentos. No entanto, para esta antecipação específica do Will Bank, o limite liberado é de R$ 1 mil.</p>
<p>3. Como devo proceder se o valor que tenho no Will Bank for superior a R$ 1 mil?<br />
Se você tem valores acima de R$ 1 mil ou investiu por meio de plataformas, deverá aguardar a conclusão da lista de credores do Will Bank. Após essa finalização, o pedido de ressarcimento deve ser feito diretamente pelo aplicativo do FGC.</p>
<p>4. O FGC ou o Will Bank entrarão em contato para solicitar meus dados ou senhas?<br />
Não. O FGC e o Will Bank alertam que não fazem contato por telefone, mensagens (SMS, WhatsApp) ou redes sociais para solicitar senhas, códigos ou dados pessoais. Todo o processo para valores até R$ 1 mil é feito pelo aplicativo do Will Bank, e qualquer comunicação deve ser verificada nos canais oficiais.</p>
<p>Para mais informações detalhadas sobre a antecipação ou sobre a atuação do Fundo Garantidor de Créditos, acesse os canais oficiais do FGC e do Will Bank e mantenha-se informado sobre seus direitos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Relação de confiança abalada em golpe milionário envolvendo banco digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 07:01:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Ribeirão Preto, São Paulo, um caso de suposto golpe milionário envolvendo um banco digital e seu CEO, Eduardo Scatambulo Ribeiro, vem à tona, revelando a complexidade de transações financeiras pautadas em laços de amizade e confiança. Clientes que haviam investido grandes somas no Tresory Bank, atraídos pela promessa de rendimentos de 2% ao mês, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Ribeirão Preto, São Paulo, um caso de suposto golpe milionário envolvendo um banco digital e seu CEO, Eduardo Scatambulo Ribeiro, vem à tona, revelando a complexidade de transações financeiras pautadas em laços de amizade e confiança. Clientes que haviam investido grandes somas no Tresory Bank, atraídos pela promessa de rendimentos de 2% ao mês, agora buscam a polícia, alegando terem perdido centenas de milhares de reais. O empresário é alvo de um inquérito por estelionato, com vítimas que descrevem uma relação de proximidade tão intensa que o CEO era considerado &#8220;de dentro de casa&#8221;, visitando residências e compartilhando momentos pessoais. A quebra dessa confiança, somada à interrupção na comunicação e à impossibilidade de resgate dos valores aplicados, gerou um cenário de profunda frustração e perdas financeiras significativas, levantando sérias questões sobre a segurança dos investimentos e a ética nos negócios digitais.</p>
<p> A teia de confiança: do convívio à quebra</p>
<p>A estratégia do empresário Eduardo Scatambulo Ribeiro, sócio e CEO do Tresory Bank, parecia basear-se na construção de laços profundos e pessoais com seus clientes. As vítimas que procuraram as autoridades para denunciar o suposto golpe em Ribeirão Preto descrevem uma relação que ia muito além da esfera profissional, permeada por uma intimidade que tornava o investimento no banco digital uma extensão de uma parceria de vida. Essa proximidade, para muitos, foi o fator decisivo para confiar grandes somas de dinheiro a Scatambulo e ao Tresory Bank.</p>
<p> Laços pessoais e promessas de altos rendimentos</p>
<p>Um dos relatos mais contundentes é o de João Luiz Simonacci, proprietário de um restaurante, que alega ter perdido R$ 530 mil. Simonacci descreve Scatambulo como alguém da família: &#8220;Uma pessoa que é de dentro de casa, te chama de tio. Eu perdi um filho de 19 anos e ele foi um braço do meu outro filho, vivia dentro de casa&#8221;. Essa confiança extrema foi cultivada ao longo de anos, com Scatambulo frequentando o restaurante de Simonacci e até mesmo passando férias com a família em locais como Ilhabela. A promessa era de rendimentos atrativos de 2% ao mês sobre as aplicações, um percentual que seduzia investidores em busca de retornos acima da média de mercado.</p>
<p>Contudo, após as aplicações de grandes valores no Tresory Bank, a dinâmica mudou drasticamente. As vítimas relatam que, diante das sucessivas cobranças para resgate dos investimentos e dos lucros prometidos, Eduardo Scatambulo Ribeiro teria cortado a comunicação, tornando-se inacessível. Essa súbita interrupção, após um período de convivência e garantias, foi o estopim para que as denúncias começassem a surgir, transformando a confiança em desilusão e a amizade em suspeita de estelionato. A dificuldade em reaver o capital investido obrigou João Luiz Simonacci a recorrer a um empréstimo de R$ 450 mil para honrar compromissos financeiros que contavam com os recursos que deveriam ter sido resgatados do banco digital, agravando ainda mais sua situação.</p>
<p> Acusações de estelionato e a história do Tresory Bank</p>
<p>O empresário Eduardo Scatambulo Ribeiro, sócio do Tresory Bank, está atualmente sob investigação policial por estelionato, após diversas denúncias apresentadas por clientes que se sentem lesados. O padrão das queixas é semelhante: grandes investimentos no banco digital com promessas de alta rentabilidade, seguido por dificuldades no resgate e, finalmente, a interrupção da comunicação por parte do CEO. A relevância do caso se intensifica pela natureza pessoal dos relacionamentos envolvidos, o que amplifica o sentimento de traição por parte das vítimas.</p>
<p> O relato do amigo de infância e o investimento em CDB</p>
<p>Entre os denunciantes está Nicolas Simonacci, um bancário que se considera amigo de infância de Scatambulo. A relação de amizade entre os dois era tão sólida que Nicolas afirma ter &#8220;confiado nele de olho fechado&#8221;. Ele e sua esposa, Mariana Santini, investiram aproximadamente R$ 500 mil no Tresory Bank. Inicialmente, por alguns meses, houve um retorno dos investimentos, ainda que com alguns atrasos. No entanto, a situação mudou quando o casal solicitou o resgate de R$ 10 mil de um total de R$ 100 mil aplicados em um Certificado de Depósito Bancário (CDB) com liquidez diária.</p>
<p>O Certificado de Depósito Bancário é um investimento de renda fixa geralmente considerado de baixo risco e, em muitos casos, com liquidez diária, o que significa que permite o saque de valores no mesmo dia da solicitação. A incapacidade de resgatar uma quantia relativamente pequena de um CDB com liquidez diária foi um sinal de alerta crucial para Nicolas e Mariana. As justificativas do empresário se tornaram cada vez mais evasivas. &#8220;Cara, você é meu irmão, você é minha família, nunca colocaria em risco o dinheiro&#8221;, teria dito Scatambulo, reforçando os laços emocionais para justificar os atrasos. A dificuldade de Nicolas em acreditar na índole do amigo de longa data é palpável, refletindo o choque da traição.</p>
<p>Essa relação de amizade de Nicolas se estendeu a toda a família Simonacci, o que explica a confiança do seu pai, João Luiz Simonacci, em aportar os R$ 530 mil no Tresory Bank no final de 2023. O resgate desse valor, previsto para novembro do ano seguinte, nunca se concretizou, forçando João Luiz a buscar alternativas financeiras urgentes. A quebra da confiança, segundo João Luiz, é o que mais dói, dada a intimidade e o convívio que mantinham.</p>
<p> O empresário Eduardo Scatambulo Ribeiro sob investigação</p>
<p>As denúncias contra Eduardo Scatambulo Ribeiro e o Tresory Bank desencadearam um inquérito policial que busca apurar as responsabilidades pelo suposto esquema de estelionato. A gravidade das acusações reside não apenas nos valores financeiros envolvidos, que somam milhões de reais, mas também na forma como a confiança e os laços pessoais foram supostamente manipulados para atrair e reter os investimentos.</p>
<p> Desdobramentos e busca por respostas</p>
<p>Diante da repercussão do caso, o empresário foi procurado para se manifestar. Por meio de mensagem, ele solicitou que as questões fossem direcionadas ao seu advogado. No entanto, até o momento, a defesa não apresentou um posicionamento público sobre as acusações. A ausência de esclarecimentos por parte do empresário ou de sua equipe jurídica aumenta a incerteza e a angústia das vítimas, que aguardam por respostas e pela recuperação de seus bens. O inquérito policial segue em andamento, reunindo depoimentos, documentos e evidências para determinar a extensão do golpe e identificar todos os envolvidos. A expectativa é que as investigações possam trazer luz aos fatos e assegurar a responsabilização dos culpados, bem como a reparação dos prejuízos sofridos pelos investidores.</p>
<p> As consequências de uma confiança traída</p>
<p>O caso envolvendo Eduardo Scatambulo Ribeiro e o Tresory Bank em Ribeirão Preto exemplifica o devastador impacto que a quebra de confiança pode ter, tanto no âmbito financeiro quanto pessoal. O suposto golpe milionário não representa apenas a perda de somas significativas de dinheiro, mas também a desintegração de laços de amizade e a sensação de traição por parte de indivíduos que confiavam plenamente no empresário. A investigação em curso é crucial para desvendar a verdade por trás das promessas de altos rendimentos e da subsequente interrupção de comunicação. Este episódio serve como um alerta contundente para a importância da diligência na verificação de investimentos, mesmo quando propostos por pessoas com quem se mantém uma estreita relação. As vítimas agora buscam justiça e a esperança de reaver o que foi perdido, enquanto o desdobramento das apurações policiais determinará o futuro do empresário e as consequências de suas ações.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o caso</p>
<p>Quem é o empresário investigado neste caso?<br />
O empresário investigado é Eduardo Scatambulo Ribeiro, sócio e CEO do Tresory Bank, com atuação em Ribeirão Preto, São Paulo.</p>
<p>Quais são as principais acusações contra ele?<br />
Ele é alvo de um inquérito policial por estelionato, acusado de aplicar um suposto golpe milionário em clientes do Tresory Bank. As vítimas alegam que, após fazerem grandes aplicações, o empresário cortou a comunicação e não permitiu o resgate dos investimentos e lucros prometidos.</p>
<p>Qual era a promessa de rendimento para os investimentos no Tresory Bank?<br />
As vítimas relatam que a promessa de rendimento era de 2% ao mês sobre as aplicações financeiras.</p>
<p>Como a relação de confiança influenciou as vítimas?<br />
A relação de confiança foi um fator crucial. Várias vítimas, incluindo um amigo de infância e familiares, mantinham uma grande proximidade com Scatambulo, a ponto de ele ser considerado &#8220;de dentro de casa&#8221;, o que gerou uma forte convicção na segurança dos investimentos.</p>
<p>O que é um Certificado de Depósito Bancário (CDB) e por que a dificuldade de resgate é preocupante neste caso?<br />
O CDB é um investimento de renda fixa geralmente considerado de baixo risco, com muitas opções oferecendo liquidez diária, permitindo o saque no mesmo dia da solicitação. A dificuldade em resgatar valores de um CDB com liquidez diária, como relatado por uma das vítimas, é altamente preocupante, pois contraria uma das principais características de segurança e acessibilidade desse tipo de investimento.</p>
<p>Para acompanhar os próximos capítulos desta investigação e receber atualizações importantes sobre casos de fraude financeira, inscreva-se em nossa newsletter.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Empresário é denunciado por clientes de banco digital em SP por golpe</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/empresario-e-denunciado-por-clientes-de-banco-digital-em-sp-por-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 08:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Scatambulo Ribeiro, sócio e CEO do Tresory Bank, enfrenta graves acusações de estelionato por parte de clientes na região de Ribeirão Preto, São Paulo. O empresário, que se apresenta nas redes sociais como um especialista em mercado financeiro com expertise em operações internacionais e gestão de transações, é suspeito de ter orquestrado um esquema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Scatambulo Ribeiro, sócio e CEO do Tresory Bank, enfrenta graves acusações de estelionato por parte de clientes na região de Ribeirão Preto, São Paulo. O empresário, que se apresenta nas redes sociais como um especialista em mercado financeiro com expertise em operações internacionais e gestão de transações, é suspeito de ter orquestrado um esquema que pode ter resultado em perdas de milhões de reais para investidores. Relatos detalhados indicam que os clientes foram atraídos pela promessa de rendimentos mensais de 2% sobre os valores aplicados em seu banco digital. No entanto, após sucessivas cobranças pelos lucros e tentativas frustradas de resgate do capital investido, a comunicação com Scatambulo teria sido abruptamente cortada. A Polícia Civil já está investigando as denúncias, que se arrastam desde o final de 2023, conforme apontam as vítimas, que jamais tiveram seus valores devolvidos. A defesa do empresário não foi localizada para comentar as acusações até o momento.</p>
<p> Acusações de estelionato e a promessa de altos retornos</p>
<p>Clientes do Tresory Bank, liderado por Eduardo Scatambulo Ribeiro, denunciaram o empresário à Polícia Civil por suspeita de estelionato. As acusações emergem de um padrão de comportamento onde investidores foram seduzidos por promessas de rendimentos significativos, especificamente 2% ao mês sobre o capital depositado. Em Ribeirão Preto e cidades vizinhas, diversas pessoas afirmam ter investido somas que chegam a mais de R$ 500 mil individualmente. Essas cifras, para muitos, representavam economias de uma vida ou importantes recursos para seus negócios.</p>
<p> Relatos de clientes e o modus operandi</p>
<p>O cerne das denúncias reside no fato de que, após os depósitos iniciais e, por vezes, alguns poucos pagamentos de rendimentos, as promessas de lucros mensais cessaram. Clientes relatam um período de cobranças insistentes, seguidas por tentativas desesperadas de resgatar o investimento original e os lucros prometidos. Em todos os casos, a comunicação com Eduardo Scatambulo Ribeiro teria sido interrompida, deixando os investidores sem acesso ao seu dinheiro e sem respostas claras. O problema, segundo as vítimas, começou a se agravar no final de 2023 e o dinheiro nunca foi restituído. Um comerciante, por exemplo, alega ter perdido R$ 600 mil em uma aplicação com o empresário, enquanto outro dono de restaurante fala em R$ 530 mil. Um casal amigo de infância do empresário, Nicolas Simonacci e Mariana Santini, investiu cerca de R$ 500 mil devido à confiança e também relatou atrasos e desculpas esfarrapadas para a não devolução do capital.</p>
<p> O histórico profissional do empresário</p>
<p>O perfil profissional de Eduardo Scatambulo Ribeiro nas redes sociais o descreve como um especialista no mercado financeiro. Ele possui formação em administração, concluída em 2017, e uma trajetória profissional que inclui passagens pelo varejo, um banco digital e um escritório de finanças, culminando na posição de agente comercial em um grande banco na região de Belo Horizonte, Minas Gerais. Segundo seu próprio perfil, Scatambulo é CEO do Tresory Bank desde janeiro de 2018. Documentos da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) confirmam que ele se tornou diretor presidente da empresa em junho de 2023, após a renúncia da diretoria anterior. A denominação &#8220;Tresory Bank&#8221; e a alteração da atividade econômica para instituição de pagamentos surgiram na documentação em maio de 2023. Scatambulo descreve o grupo Tresory como atuante em securitização, gestão e pagamentos.</p>
<p> O perfil do Tresory Bank e a falta de regulamentação</p>
<p>O Tresory Bank, conforme se apresenta em seu perfil ativo no Instagram, almeja ser um banco digital focado em empreendedores, atendendo pequenas e médias empresas. A plataforma prometia uma gama de soluções financeiras projetadas para impulsionar o crescimento e o desenvolvimento desses negócios. Entre as vantagens anunciadas, estavam a oferta de conta digital, cartão de crédito, acesso a crédito rápido, taxas competitivas em investimentos e criptomoedas, redução de custos financeiros, melhoria na gestão de dinheiro e proteção de negócios. Essas promessas, no entanto, são agora alvo de intensa investigação devido à discrepância entre a oferta e a experiência dos clientes.</p>
<p> Oferta de serviços e prêmios questionáveis</p>
<p>Apesar da imagem de inovação e robustez financeira, os dados do Tresory Bank não constam na lista de instituições autorizadas, reguladas ou supervisionadas pelo Banco Central do Brasil (BC). Esta é uma informação crucial, pois instituições financeiras que operam com investimentos e pagamentos no país são obrigadas a ter tal regulamentação para garantir a segurança dos clientes e a conformidade com as leis vigentes. Curiosamente, em 2023, o banco digital chegou a ser premiado na categoria &#8220;negócio revelação&#8221; em um evento na região de Ribeirão Preto, com fotos da noite de gala publicadas no perfil da empresa, o que pode ter contribuído para legitimar a imagem da instituição perante potenciais investidores.</p>
<p> A história do Vaticano e a vida de luxo</p>
<p>Diante dos sucessivos atrasos nos pagamentos e da impossibilidade de reaver os investimentos, Eduardo Scatambulo Ribeiro, segundo os relatos, recorria a desculpas cada vez mais elaboradas. Nicolas Simonacci, amigo de infância do empresário e um dos investidores lesados, conta que uma das justificativas para os problemas de liquidez seria a de que o dinheiro de Scatambulo estava em uma conta internacional devido a serviços prestados ao Vaticano. Scatambulo teria afirmado ter realizado uma &#8220;operação para o Ministério do Vaticano&#8221;, desbloqueando 32 bilhões de doações em criptomoedas de fiéis católicos ao redor do mundo, recebendo uma comissão de 103 milhões de euros por isso. Ele teria até mesmo apresentado um extrato com uma quantia em euros para sustentar sua história.</p>
<p>Os contratos do Tresory Bank com os clientes listavam o endereço residencial do empresário em um condomínio de alto padrão em Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto. Antes de bloquear seus clientes nas redes sociais, Scatambulo frequentemente compartilhava imagens e narrativas de viagens internacionais para destinos como Dubai, Itália e Portugal, sempre alegando estar fechando contratos importantes. A justificativa para a necessidade de ir pessoalmente à Itália assinar documentos, por exemplo, era a suposta ausência de documentos digitais no país, reforçando a imagem de um empresário com trânsito internacional e envolvimento em negócios de grande escala. Essa ostentação e as histórias mirabolantes, agora, servem como elementos na complexa teia de acusações que ele enfrenta.</p>
<p> Ações legais e a busca por justiça</p>
<p>As denúncias contra Eduardo Scatambulo Ribeiro e o Tresory Bank representam um caso emblemático de como a promessa de altos retornos e a imagem de sucesso podem mascarar operações financeiras de alto risco e, potencialmente, ilegais. A falta de regulamentação do Tresory Bank pelo Banco Central do Brasil é um ponto crítico que deveria levantar um alerta para qualquer investidor. A Polícia Civil segue investigando as acusações de estelionato, reunindo provas e relatos de vítimas para esclarecer a dimensão do suposto golpe. Enquanto a justiça busca seu curso, o caso serve como um lembrete severo da necessidade de diligência e cautela ao considerar investimentos, especialmente em plataformas que oferecem rendimentos extraordinários e não possuem a devida supervisão regulatória. A busca pela verdade e pela reparação dos danos é agora a principal prioridade para os muitos que confiarem no empresário e em seu banco digital.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o caso</p>
<p>Quem é Eduardo Scatambulo Ribeiro?<br />
Eduardo Scatambulo Ribeiro é um empresário de Ribeirão Preto, São Paulo, sócio e CEO do Tresory Bank. Ele se apresenta como especialista no mercado financeiro e é o principal alvo das denúncias de estelionato por parte de clientes.</p>
<p>O que é o Tresory Bank?<br />
O Tresory Bank é uma empresa que se define como um banco digital voltado para empreendedores e pequenas e médias empresas, oferecendo diversas soluções financeiras. No entanto, ele não é uma instituição autorizada ou regulada pelo Banco Central do Brasil.</p>
<p>Quais são as acusações contra Eduardo Scatambulo Ribeiro?<br />
Clientes acusam Eduardo Scatambulo Ribeiro de estelionato. Eles alegam ter investido grandes somas de dinheiro no Tresory Bank sob a promessa de rendimentos mensais de 2%, mas tiveram a comunicação cortada e não conseguiram resgatar seus investimentos ou lucros.</p>
<p>O Tresory Bank é regulamentado pelo Banco Central do Brasil?<br />
Não. Os dados do Tresory Bank não constam na lista de instituições autorizadas, reguladas ou supervisionadas pelo Banco Central do Brasil (BC), o que é um ponto crítico nas investigações.</p>
<p>Se você foi vítima de golpes financeiros ou tem informações relevantes que possam ajudar nas investigações, procure imediatamente as autoridades competentes e denuncie. Sua contribuição é fundamental para combater crimes financeiros e buscar justiça.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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