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	<title>cirurgia &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>cirurgia &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Bolsonaro internado para cirurgia no ombro direito em Brasília</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2026 15:47:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira (data implícita no contexto original, mas omitida para generalização jornalística), no hospital DF Star, em Brasília, para submeter-se a uma cirurgia no ombro direito. O procedimento visa tratar uma lesão no manguito rotador, condição comum que afeta a mobilidade e causa dor intensa. A intervenção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira (data implícita no contexto original, mas omitida para generalização jornalística), no hospital DF Star, em Brasília, para submeter-se a uma cirurgia no ombro direito. O procedimento visa tratar uma lesão no manguito rotador, condição comum que afeta a mobilidade e causa dor intensa. A intervenção cirúrgica estava prevista para durar aproximadamente três horas, conforme informações divulgadas previamente. A hospitalização e o procedimento médico ganham destaque devido ao atual status legal do ex-presidente, que se encontra em prisão domiciliar humanitária. A autorização para a cirurgia foi concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após um parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.</p>
<p>Detalhes da intervenção cirúrgica</p>
<p>A lesão no manguito rotador</p>
<p>A cirurgia à qual o ex-presidente Jair Bolsonaro foi submetido tem como objetivo corrigir uma lesão no manguito rotador do ombro direito. O manguito rotador é um grupo de quatro músculos e seus respectivos tendões que envolvem a articulação do ombro, sendo cruciais para a estabilidade e a movimentação do braço, permitindo que ele seja levantado e girado. Lesões nessa região são bastante comuns, especialmente em pessoas de meia-idade e idosos, ou em indivíduos que praticam atividades que exigem movimentos repetitivos do braço acima da cabeça. Podem ser causadas por traumas agudos, como quedas, ou por desgaste gradual ao longo do tempo, resultando em dor, fraqueza e limitação dos movimentos.</p>
<p>O tratamento para lesões no manguito rotador pode variar desde fisioterapia e medicamentos até a intervenção cirúrgica, dependendo da gravidade e da extensão do dano. Em casos onde há ruptura completa ou parcial significativa dos tendões, ou quando o tratamento conservador não produz resultados satisfatórios, a cirurgia é frequentemente recomendada para reparar os tendões e restaurar a função do ombro. O procedimento geralmente envolve a reinserção do tendão rompido ao osso, e pode ser realizado por via artroscópica (minimamente invasiva) ou aberta. A recuperação pós-cirúrgica exige um período de imobilização e um programa intensivo de reabilitação fisioterapêutica para recuperar a força e a amplitude de movimento.</p>
<p>Duração e expectativas</p>
<p>A cirurgia de reparo do manguito rotador de Jair Bolsonaro foi estimada em aproximadamente três horas, um tempo padrão para procedimentos dessa natureza. A duração pode variar dependendo da complexidade da lesão e da técnica cirúrgica empregada. Após a cirurgia, é comum que o paciente permaneça internado por um ou dois dias para monitoramento inicial da dor e avaliação de qualquer complicação imediata.</p>
<p>As expectativas pós-operatórias incluem um período de recuperação que pode se estender por vários meses. Nas primeiras semanas, o braço afetado geralmente é mantido imobilizado em uma tipoia para permitir a cicatrização dos tecidos. Em seguida, inicia-se um processo de fisioterapia progressiva, com exercícios para restaurar a mobilidade, fortalecer os músculos e garantir o retorno gradual às atividades diárias. É fundamental que o paciente siga rigorosamente as orientações médicas e fisioterapêuticas para otimizar os resultados e minimizar o risco de reincidência da lesão. O sucesso da cirurgia é amplamente determinado pelo empenho do paciente na reabilitação e pela ausência de fatores complicadores.</p>
<p>Contexto legal e autorização judicial</p>
<p>O papel do PGR e STF</p>
<p>A realização da cirurgia de Jair Bolsonaro não foi um procedimento meramente médico, mas também envolveu uma complexa tramitação legal devido à sua condição de prisão domiciliar. Uma semana antes da internação, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, emitiu um parecer favorável ao pedido do ex-presidente para deixar a prisão domiciliar temporariamente e realizar a cirurgia no ombro. Este parecer é um passo crucial no sistema jurídico brasileiro, onde o Ministério Público, representado pela PGR, avalia a pertinência e legalidade de solicitações feitas por indivíduos sob custódia judicial.</p>
<p>A decisão final para a autorização foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pela execução penal do ex-presidente. A autorização de Moraes demonstra a aplicação do princípio da dignidade da pessoa humana, que garante o direito à saúde e ao tratamento médico adequado, mesmo para condenados. O ministro analisou o pedido com base no parecer da PGR e em atestados médicos que comprovavam a necessidade da intervenção cirúrgica, garantindo que o procedimento fosse realizado em condições de segurança e monitoramento adequados, considerando o regime de prisão domiciliar.</p>
<p>Prisão domiciliar humanitária e condenação</p>
<p>Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde o final de março, uma medida aplicada após sua internação prévia para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. O regime de prisão domiciliar é uma alternativa à prisão em regime fechado, concedida em circunstâncias específicas, muitas vezes relacionadas à saúde do detento, idade avançada ou necessidades especiais, enquadrando-se no conceito de humanitária. Sob este regime, o ex-presidente tem sua liberdade de locomoção restrita à sua residência, com exceções pontuais para compromissos médicos ou judiciais previamente autorizados.</p>
<p>A pena que o ex-presidente cumpre é de 27 anos e três meses de prisão, imposta em uma ação penal que o condenou pela sua participação na trama golpista. Essa condenação se refere a eventos específicos que questionaram a legitimidade do processo eleitoral e que, segundo a Justiça, constituíram uma tentativa de subverter a ordem democrática. O cumprimento da pena em regime domiciliar humanitária, portanto, não anula a condenação, mas adapta a forma de sua execução às condições de saúde do apenado, sempre sob estrito controle e fiscalização do Poder Judiciário. A autorização para a cirurgia no ombro é um exemplo claro dessa necessidade de adaptação, permitindo que Bolsonaro receba o tratamento médico necessário sem desrespeitar as condições de sua custódia judicial.</p>
<p>Histórico recente de saúde</p>
<p>Internação anterior por pneumonia</p>
<p>A internação atual de Jair Bolsonaro para a cirurgia no ombro não é a primeira vez que o ex-presidente requer cuidados médicos intensivos em um hospital privado de Brasília em um curto período. Em março do mesmo ano, Bolsonaro foi internado no mesmo hospital, o DF Star, para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. A infecção pulmonar exigiu cuidados hospitalares e monitoramento médico, culminando na decisão de que ele cumpriria sua pena de prisão domiciliar humanitária, justamente por motivos de saúde.</p>
<p>Essa internação anterior demonstra uma preocupação contínua com a saúde do ex-presidente, que tem um histórico de problemas médicos, incluindo as sequelas do atentado à faca sofrido em 2018. A escolha do DF Star, uma instituição de alta complexidade na capital federal, reflete a necessidade de uma equipe médica especializada e infraestrutura adequada para lidar com as condições de saúde do paciente, especialmente considerando seu status público e legal. O acompanhamento médico rigoroso é essencial para garantir o bem-estar de Bolsonaro, enquanto a Justiça monitora o cumprimento de sua pena, buscando equilibrar a aplicação da lei com o respeito à dignidade humana e ao direito à saúde.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>A internação de Jair Bolsonaro para a cirurgia de reparo no ombro direito, um procedimento necessário para tratar uma lesão no manguito rotador, ressalta a complexidade de gerenciar a saúde de uma figura pública sob custódia judicial. A autorização concedida pelo STF, após o parecer favorável da PGR, reflete a aplicação de princípios humanitários no sistema penal, garantindo o direito ao tratamento médico mesmo para quem cumpre pena. Este evento médico se insere em um contexto mais amplo de sua prisão domiciliar humanitária, decorrente de uma condenação de 27 anos e três meses pela trama golpista, e segue uma internação prévia por pneumonia. A recuperação do ex-presidente, tanto da cirurgia quanto da condição de saúde geral, continuará a ser monitorada de perto, enquanto a Justiça mantém a supervisão de seu status legal.</p>
<p>FAQ</p>
<p>&#8211; O que é uma lesão no manguito rotador?<br />
É uma lesão nos músculos e tendões que envolvem a articulação do ombro, essenciais para a movimentação e estabilidade do braço. Pode ser causada por trauma ou desgaste, resultando em dor e dificuldade de movimento.</p>
<p>&#8211; Por que Jair Bolsonaro precisou de autorização judicial para a cirurgia?<br />
Ele está em prisão domiciliar humanitária e, por essa condição, qualquer deslocamento para fora de sua residência, incluindo internações e procedimentos médicos, requer prévia autorização judicial, que foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes do STF.</p>
<p>&#8211; O que significa &#8220;prisão domiciliar humanitária&#8221;?<br />
É um regime de cumprimento de pena em que o condenado permanece em sua residência, em vez de uma instituição prisional, geralmente concedido por razões de saúde grave, idade avançada ou outras condições humanitárias, sempre sob rigorosa fiscalização judicial.</p>
<p>Acompanhe as últimas notícias e análises sobre o cenário político e jurídico brasileiro para se manter informado sobre desdobramentos importantes.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula passa por cirurgia de catarata e já tem alta hospitalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 21:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido, na última sexta-feira (30), a uma cirurgia de catarata no olho esquerdo, procedimento que transcorreu sem intercorrências e permitiu sua alta hospitalar no mesmo dia. A intervenção cirúrgica, realizada em uma clínica particular na capital federal, marca uma etapa importante na manutenção da saúde visual do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido, na última sexta-feira (30), a uma cirurgia de catarata no olho esquerdo, procedimento que transcorreu sem intercorrências e permitiu sua alta hospitalar no mesmo dia. A intervenção cirúrgica, realizada em uma clínica particular na capital federal, marca uma etapa importante na manutenção da saúde visual do chefe de Estado. Após o procedimento, o presidente Lula foi encaminhado para a Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República em Brasília, onde dará continuidade à sua recuperação sob o acompanhamento médico habitual. A expectativa é que o mandatário retome suas atividades de rotina já na próxima segunda-feira (2), demonstrando a rapidez e a segurança do procedimento.</p>
<p> A saúde do presidente e os detalhes do procedimento ocular</p>
<p>A saúde do presidente da República é sempre um tema de interesse público, e a transparência em relação a quaisquer procedimentos médicos é fundamental. A cirurgia de catarata no olho esquerdo de Luiz Inácio Lula da Silva foi amplamente divulgada,  Este procedimento não é uma novidade na vida do presidente; em 2020, ele já havia passado pela mesma intervenção, mas no olho direito, evidenciando uma abordagem proativa na gestão de sua saúde ocular.</p>
<p> Detalhes da intervenção e recuperação imediata</p>
<p>A cirurgia de catarata, um dos procedimentos oftalmológicos mais realizados no mundo, é considerada de baixa complexidade e alta taxa de sucesso. No caso do presidente Lula, a intervenção foi conduzida em uma clínica especializada de Brasília, reforçando o acesso a cuidados de ponta. O fato de ter recebido alta no mesmo dia do procedimento ressalta a natureza minimamente invasiva da cirurgia e a boa resposta do paciente.</p>
<p>A equipe médica responsável pelo acompanhamento do presidente, liderada pelos renomados médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio, continua a monitorar seu estado de saúde. Esse acompanhamento constante assegura que a recuperação se dê da forma mais adequada e que qualquer necessidade seja prontamente atendida. A escolha da Granja do Torto como local para o repouso pós-operatório oferece um ambiente tranquilo e reservado, propício para a recuperação, longe da agitação e das exigências imediatas do Palácio do Planalto. A previsão de retorno às atividades rotineiras já na segunda-feira seguinte à cirurgia sublinha a eficácia do tratamento e a robustez da saúde do presidente para retomar suas responsabilidades com o país.</p>
<p> Compreendendo a catarata: causas, sintomas e tratamento</p>
<p>A catarata é uma condição ocular comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente com o avanço da idade. É caracterizada pela perda de transparência do cristalino, a lente natural do olho, que se torna opaca e esbranquiçada. Essa opacificação interfere na passagem da luz até a retina, comprometendo a visão de forma progressiva.</p>
<p> O que é e por que ocorre</p>
<p>O principal fator para o desenvolvimento da catarata é o processo natural de envelhecimento. Com o passar dos anos, as proteínas que compõem o cristalino podem se aglomerar e endurecer, resultando na formação da opacidade. No entanto, a catarata não se restringe apenas à idade. Existem outras causas e fatores de risco que podem acelerar ou provocar seu surgimento.</p>
<p>Entre as causas secundárias, destacam-se doenças metabólicas como o diabetes, que pode causar alterações na composição química do cristalino. O uso prolongado de certos medicamentos, em particular os corticosteroides, também é um conhecido indutor de catarata. Além disso, traumas oculares, sejam eles contusões ou perfurações no olho, podem desencadear a condição. A exposição excessiva e desprotegida à radiação ultravioleta do sol é outro fator que contribui para o seu desenvolvimento. Os sintomas incluem visão embaçada, percepção de cores desbotadas, sensibilidade à luz (fotofobia), dificuldade para enxergar à noite e a sensação de estar olhando através de um vidro sujo ou um ambiente esfumaçado.</p>
<p> A cirurgia como solução definitiva</p>
<p>A boa notícia para quem sofre de catarata é que o tratamento é altamente eficaz e seguro. O único método comprovado para restaurar a visão afetada pela catarata é a cirurgia. O procedimento consiste na remoção do cristalino opaco e sua substituição por uma lente intraocular (LIO) artificial, transparente e permanente. A técnica mais moderna e utilizada é a facoemulsificação, na qual o cirurgião faz uma pequena incisão no olho e utiliza ultrassom para fragmentar o cristalino opaco em pedaços minúsculos, que são então aspirados. Em seguida, a LIO é implantada e posicionada corretamente.</p>
<p>A cirurgia é geralmente rápida, durando entre 15 e 30 minutos, e é realizada com anestesia local. A recuperação é tipicamente rápida, com muitos pacientes experimentando uma melhora significativa da visão já no dia seguinte. As recomendações pós-operatórias incluem o uso de colírios para prevenir infecções e inflamações, evitar esforços físicos e proteger o olho. A cirurgia de catarata não apenas restaura a clareza visual, mas também melhora drasticamente a qualidade de vida dos pacientes, permitindo que retomem atividades cotidianas como ler, dirigir e reconhecer rostos com maior facilidade.</p>
<p> Saúde presidencial: um balanço</p>
<p>A recente cirurgia de catarata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua pronta recuperação reforçam a importância da saúde para a continuidade da governança e a tranquilidade da nação. A transparência em torno de seu estado de saúde demonstra um compromisso com a informação pública, permitindo que os cidadãos acompanhem o bem-estar de seu líder. Este evento, embora seja um procedimento médico rotineiro para muitos, assume uma dimensão maior quando se trata da figura presidencial, garantindo que o chefe de Estado esteja em plenas condições para exercer suas funções. A rápida alta e o retorno programado às atividades sublinham a eficácia dos tratamentos modernos e a resiliência do presidente, assegurando que a agenda do país siga seu curso sem interrupções significativas.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Qual o nome da cirurgia que o presidente Lula realizou?<br />
O presidente Lula foi submetido a uma cirurgia de catarata, procedimento que remove o cristalino opaco do olho e o substitui por uma lente intraocular artificial e transparente para restaurar a visão.</p>
<p>2. Quanto tempo dura a recuperação após uma cirurgia de catarata?<br />
A recuperação inicial é geralmente rápida. Muitos pacientes percebem melhora na visão já no dia seguinte. Para o presidente Lula, a expectativa é de retorno às atividades de rotina em poucos dias, evidenciando uma recuperação sem intercorrências e bem-sucedida. A recuperação completa pode levar algumas semanas, com o uso de colírios e restrições a atividades específicas.</p>
<p>3. A catarata pode surgir em ambos os olhos?<br />
Sim, a catarata frequentemente se desenvolve em ambos os olhos, embora geralmente em ritmos diferentes. É comum que a cirurgia seja realizada em um olho de cada vez, com um intervalo entre os procedimentos para permitir a recuperação completa do primeiro olho operado antes de intervir no segundo.</p>
<p>4. Quais são as causas mais comuns da catarata?<br />
A principal causa da catarata é o envelhecimento natural. Outros fatores incluem diabetes, uso prolongado de corticosteroides, traumas oculares, exposição excessiva à radiação ultravioleta sem proteção e, em casos mais raros, pode ser congênita.</p>
<p>Para mais informações sobre a saúde do presidente e a continuidade dos trabalhos do governo, acompanhe os comunicados oficiais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula é internado para cirurgia de catarata em Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 13:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aos 78 anos, deu entrada no hospital em Brasília na manhã desta sexta-feira (30) para ser submetido a uma cirurgia de catarata. O procedimento, considerado de rotina, visa corrigir uma condição comum em indivíduos de sua idade, garantindo a manutenção plena de sua capacidade visual. A chegada do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aos 78 anos, deu entrada no hospital em Brasília na manhã desta sexta-feira (30) para ser submetido a uma cirurgia de catarata. O procedimento, considerado de rotina, visa corrigir uma condição comum em indivíduos de sua idade, garantindo a manutenção plena de sua capacidade visual. A chegada do chefe de estado ao local, por volta das 7h40, foi acompanhada pelos protocolos de segurança habituais, sem maiores intercorrências. A expectativa é de uma recuperação rápida, permitindo que o presidente retome suas atividades com total disposição em breve, demonstrando a transparência da agenda presidencial e a atenção à saúde do líder do país.</p>
<p> A saúde do presidente e a importância do procedimento<br />
A saúde do presidente da República é, por natureza, um tema de interesse público e, por vezes, de segurança nacional. No caso de Luiz Inácio Lula da Silva, a transparência em relação a seus procedimentos médicos tem sido uma constante, reforçando a confiança da população e desmistificando informações. A cirurgia de catarata, embora frequente e considerada de baixo risco, é crucial para a qualidade de vida e o desempenho das complexas funções de um chefe de estado. A clareza visual é fundamental para atividades diárias como a leitura de documentos oficiais, a participação em eventos públicos, a interação com líderes internacionais e a avaliação de cenários estratégicos. Um desempenho visual comprometido poderia, ainda que minimamente, impactar a agilidade de decisões e a percepção pública da capacidade presidencial.</p>
<p> Detalhes da cirurgia de catarata<br />
A catarata é uma condição oftalmológica caracterizada pela opacificação do cristalino do olho, que é a lente natural responsável por focar a luz e as imagens na retina. Com o envelhecimento, o cristalino pode se tornar turvo, levando a sintomas como visão embaçada, diminuição da acuidade visual noturna, aumento da sensibilidade à luz (fotofobia) e percepção de cores menos vibrantes. Sem tratamento, a catarata pode evoluir para a cegueira.</p>
<p>A cirurgia de catarata é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados e seguros em todo o mundo. Consiste na remoção do cristalino opacificado e sua substituição por uma lente intraocular artificial e transparente, restaurando a capacidade de foco do olho. Geralmente, é um procedimento ambulatorial, o que significa que o paciente recebe alta no mesmo dia. É realizado sob anestesia local, geralmente com sedação leve, e a duração é relativamente curta, variando entre 15 e 30 minutos por olho, dependendo da complexidade do caso. A taxa de sucesso é alta, e a recuperação costuma ser rápida, com melhora significativa da visão percebida em poucos dias após a intervenção. No caso do presidente Lula, o procedimento está sendo realizado em um hospital de referência na capital federal, contando com uma equipe médica especializada e os mais avançados equipamentos para garantir o máximo de sucesso e segurança da intervenção.</p>
<p> Agenda presidencial e os impactos na governança<br />
A internação do presidente da República para qualquer procedimento cirúrgico, mesmo que de rotina, sempre suscita questionamentos sobre a governança e a continuidade das atividades do Poder Executivo. Contudo, para uma cirurgia de catarata, o impacto na agenda presidencial é geralmente mínimo e temporário, diferentemente de intervenções mais complexas. Não há, neste tipo de situação, a necessidade de uma transferência formal de poder para o vice-presidente, conforme previsto na Constituição Federal. Isso ocorre porque a convalescença é breve e não incapacita o presidente para o exercício de suas funções essenciais ou para a tomada de decisões cruciais. A estrutura da Presidência da República é projetada para garantir a continuidade administrativa, com assessores e ministros mantendo o fluxo de trabalho e informando o chefe de estado conforme necessário.</p>
<p> O planejamento da recuperação e o retorno às atividades<br />
O planejamento da recuperação do presidente Lula envolve um período de repouso relativo nos dias imediatamente após a cirurgia. Os médicos oftalmologistas costumam recomendar que o paciente evite esforços físicos intensos, leituras prolongadas, contato direto com água nos olhos e exposição a ambientes com poeira, fumaça ou luz muito intensa para garantir a cicatrização adequada do olho operado e prevenir complicações. A medicação pós-operatória, que tipicamente inclui colírios anti-inflamatórios e antibióticos, é fundamental para prevenir infecções e controlar a inflamação.</p>
<p>Espera-se que o presidente possa retomar gradualmente suas reuniões e compromissos públicos em poucos dias, adaptando sua agenda conforme a evolução da recuperação visual e o conforto. A Casa Civil, em conjunto com a Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo federal, é responsável por divulgar boletins médicos atualizados e informações precisas para informar a população sobre o estado de saúde do presidente e os prazos para seu retorno completo às atividades habituais. Este planejamento cuidadoso assegura que a máquina administrativa do país continue funcionando sem interrupções significativas, demonstrando a robustez institucional mesmo durante o breve período de convalescença do chefe de estado.</p>
<p> Considerações finais sobre a saúde do presidente<br />
A cirurgia de catarata do presidente Lula, apesar de ser um procedimento comum na medicina moderna, serve como um lembrete oportuno da importância da saúde e do acesso a cuidados médicos de qualidade para todos, incluindo os líderes de nações. A abertura e a transparência com que o governo tem tratado publicamente a saúde do presidente contribuem para a tranquilidade da população e para a desmistificação de procedimentos médicos que muitos cidadãos também enfrentam.</p>
<p>Este episódio reforça a imagem de um líder que, apesar da idade avançada, busca ativamente manter-se saudável e ativo para cumprir com as enormes exigências de seu cargo. A expectativa é que o sucesso da cirurgia e uma recuperação sem intercorrências permitam ao presidente continuar totalmente focado em sua vasta agenda de trabalho, que inclui desafios significativos nas áreas econômica, social, ambiental e internacional. Acompanhar a evolução de sua recuperação é, portanto, acompanhar um aspecto fundamental da governabilidade e da estabilidade do país, assegurando a capacidade contínua de liderança em momentos cruciais.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)<br />
   O que é a cirurgia de catarata?<br />
    É um procedimento médico para remover o cristalino opacificado do olho (a catarata) e substituí-lo por uma lente artificial transparente, restaurando a visão clara.<br />
   Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de catarata?<br />
    A recuperação inicial leva alguns dias, com a visão melhorando progressivamente ao longo de semanas. Recomenda-se repouso e cuidados específicos no pós-operatório imediato para garantir o sucesso do procedimento.<br />
   A cirurgia de catarata do presidente impacta a governabilidade do país?<br />
    Para um procedimento de rotina como a cirurgia de catarata, o impacto na governabilidade é mínimo e temporário. Não há necessidade de transferência de poder, e o presidente retoma suas funções rapidamente, mantendo o fluxo administrativo.</p>
<p>Mantenha-se atualizado sobre os desdobramentos da saúde do presidente e as notícias mais relevantes da política brasileira, acompanhando fontes jornalísticas confiáveis e aprofundadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Bolsonaro passa por cirurgia de hérnia no dia de Natal em Brasília</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 20:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado em Brasília na manhã de quarta-feira, dia 24 de dezembro, para se submeter a uma cirurgia de hérnia inguinal. O procedimento, agendado para a quinta-feira seguinte, 25 de dezembro, no dia de Natal, visava tratar duas hérnias inguinais e solucionar um quadro de soluços persistentes. A internação ocorreu após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado em Brasília na manhã de quarta-feira, dia 24 de dezembro, para se submeter a uma cirurgia de hérnia inguinal. O procedimento, agendado para a quinta-feira seguinte, 25 de dezembro, no dia de Natal, visava tratar duas hérnias inguinais e solucionar um quadro de soluços persistentes. A internação ocorreu após exames pré-operatórios e a transferência do ex-presidente da Superintendência da Polícia Federal (PF) para o hospital. A intervenção cirúrgica, que contou com a autorização judicial do ministro Alexandre de Moraes, foi recomendada por uma junta médica oficial, que classificou o procedimento como necessário, mas sem caráter de urgência imediata. A previsão é que Bolsonaro permaneça internado por um período de cinco a sete dias sob estrita vigilância de agentes da Polícia Federal antes de retornar ao cumprimento de sua pena.</p>
<p> Detalhes do procedimento médico</p>
<p>A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro para a correção de hérnias inguinais representa um ponto crucial em seu atual quadro de saúde e situação judicial. Os detalhes fornecidos pela equipe médica indicam que a cirurgia estava agendada para as 9h da manhã de quinta-feira e teria uma duração estimada em quatro horas. O foco principal da intervenção era a remoção de duas hérnias inguinais localizadas no intestino. Este tipo de hérnia ocorre quando uma parte do intestino ou tecido abdominal protrui através de um ponto fraco na parede muscular do abdômen, geralmente na região da virilha.</p>
<p>A decisão de realizar a cirurgia foi impulsionada por um sintoma incomum e persistente: soluços. Embora hérnias inguinais não sejam a causa mais comum de soluços, em casos raros e específicos, a irritação de nervos próximos ao diafragma, causada pela protusão do tecido herniado, pode desencadear episódios prolongados e incômodos. A persistência dos soluços levou os médicos a recomendarem a intervenção cirúrgica como forma de resolver o problema e prevenir complicações futuras que poderiam surgir das hérnias não tratadas, como estrangulamento intestinal, uma condição grave que pode levar à necrose do tecido. A escolha da data do procedimento, no dia de Natal, ressalta a importância dada à resolução do quadro, apesar de não ser uma emergência imediata.</p>
<p> A natureza da hérnia inguinal</p>
<p>A hérnia inguinal é um dos tipos mais comuns de hérnia, afetando predominantemente homens. Ela se manifesta como um abaulamento ou protuberância na virilha ou escroto, que pode ser visível ou palpável. Os sintomas mais frequentes incluem dor ou desconforto na área afetada, especialmente ao tossir, levantar objetos pesados ou durante esforço. Em alguns casos, como o de Bolsonaro, a condição pode ser assintomática por um período ou apresentar manifestações atípicas.</p>
<p>A reparação cirúrgica, conhecida como herniorrafia ou hernioplastia, é o tratamento padrão para hérnias inguinais. O procedimento pode ser realizado por via aberta, com uma incisão na virilha, ou por laparoscopia, com pequenas incisões e o uso de uma câmera. Em ambos os casos, o objetivo é reposicionar o tecido herniado e fortalecer a parede abdominal com pontos ou, mais comumente, com o uso de uma tela cirúrggica sintética para evitar a recidiva. A recuperação pós-operatória geralmente envolve um período de repouso e restrição de atividades físicas pesadas por algumas semanas, seguido por um retorno gradual às atividades normais. Para Bolsonaro, o período de internação de cinco a sete dias é considerado padrão para monitorar a recuperação inicial e gerenciar qualquer dor ou complicação.</p>
<p> Contexto legal e regime de segurança</p>
<p>A autorização para que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse submetido à cirurgia de hérnia não foi uma decisão simples, dada a sua condição de detento. O aval para o procedimento veio do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a apresentação de um laudo de perícia oficial. Este documento foi elaborado por uma junta médica que avaliou o estado de saúde de Bolsonaro e concluiu pela necessidade da intervenção. É importante ressaltar que a junta médica, embora tenha recomendado a realização rápida do procedimento, indicou que ele não possuía caráter de urgência, ou seja, não representava risco iminente de vida que exigisse uma cirurgia emergencial.</p>
<p> Autorização judicial e laudos médicos</p>
<p>A decisão de Moraes demonstra a aplicação rigorosa da lei, que assegura o direito à saúde e ao tratamento médico adequado a todos os cidadãos, inclusive aqueles sob custódia judicial. O processo envolveu a análise criteriosa dos relatórios médicos e a confirmação de que a cirurgia era, de fato, um procedimento necessário para o bem-estar do ex-presidente. Essa formalidade é crucial para garantir a transparência e a legalidade em casos de detentos de alto perfil, evitando especulações e assegurando que todas as etapas legais sejam seguidas. A aprovação não apenas permitiu o acesso ao tratamento, mas também estabeleceu as condições sob as quais a internação e a recuperação ocorreriam, em conformidade com o regime de prisão.</p>
<p> Protocolo de segurança na internação</p>
<p>Durante todo o período de internação e recuperação no hospital, Jair Bolsonaro esteve sob um regime de segurança extremamente rigoroso. Agentes da Polícia Federal foram destacados para realizar a vigilância e a segurança contínua, tanto dentro quanto fora das instalações hospitalares. Pelo menos dois policiais federais permaneceram constantemente na porta do quarto onde ele estava internado, garantindo que não houvesse acesso não autorizado e que todas as medidas de segurança fossem cumpridas.</p>
<p>Além da presença física dos agentes, foram impostas restrições severas para o uso de equipamentos eletrônicos. Computadores e celulares foram proibidos no quarto e nas áreas adjacentes, uma medida padrão em casos de detentos de alta relevância para evitar qualquer tipo de comunicação externa não autorizada ou violação de segurança. Essas precauções visam não apenas a segurança física do ex-presidente, mas também a integridade do processo judicial e a prevenção de quaisquer incidentes que possam comprometer a custódia.</p>
<p>Ainda no âmbito das autorizações, o ministro Alexandre de Moraes também concedeu permissão para que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro atuasse como acompanhante durante todo o período de internação. Os filhos do ex-presidente também tiveram a autorização para realizar visitas. Essa concessão humanitária permite que Bolsonaro receba apoio familiar durante sua recuperação, conciliando o regime de custódia com o direito ao convívio familiar em momentos de necessidade médica. Após a alta hospitalar, o ex-presidente será reconduzido à Superintendência da Polícia Federal em Brasília para continuar a cumprir sua pena de 27 anos e três meses de prisão.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A cirurgia de hérnia a que Jair Bolsonaro foi submetido em pleno dia de Natal em Brasília destaca a complexa interseção entre questões de saúde, o sistema judicial e o tratamento de figuras públicas sob custódia. O procedimento, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes e recomendado por uma junta médica, sublinha o direito fundamental à saúde, mesmo em condições de detenção. A rigorosa segurança implementada pela Polícia Federal, juntamente com as restrições e as permissões de visitas familiares, ilustra a cautela e a atenção dedicadas a casos de alta repercussão política. A recuperação pós-operatória de cinco a sete dias no hospital, seguida do retorno à custódia, marca mais uma etapa na trajetória do ex-presidente, mantendo o foco nas decisões judiciais e nas implicações de seu atual status legal. Este episódio reforça a vigilância contínua sobre a saúde e o bem-estar de indivíduos sob o escrutínio da justiça, enquanto cumprem suas sentenças.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. Qual foi o motivo da cirurgia de Jair Bolsonaro?<br />
Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia para tratar duas hérnias inguinais. O procedimento também visava resolver um quadro de soluços persistentes, que foram correlacionados com a irritação causada pelas hérnias.</p>
<p>2. Quem autorizou a cirurgia e qual a condição de urgência?<br />
A cirurgia foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a análise de um laudo de perícia oficial. A junta médica que avaliou o caso classificou o procedimento como necessário, mas sem caráter de urgência imediata.</p>
<p>3. Quais foram as medidas de segurança durante a internação?<br />
Durante a internação, Jair Bolsonaro esteve sob vigilância constante de agentes da Polícia Federal, com pelo menos dois policiais na porta do quarto. Foi proibido o uso de computadores e celulares, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi autorizada a acompanhá-lo, juntamente com a permissão para visitas dos filhos.</p>
<p>4. Quanto tempo Bolsonaro ficará internado e para onde ele irá depois?<br />
A previsão era de que o ex-presidente ficasse internado por um período de cinco a sete dias. Após a alta hospitalar, ele será reconduzido à Superintendência da Polícia Federal em Brasília para continuar a cumprir sua pena.</p>
<p>Para se manter informado sobre os desdobramentos de casos de alta relevância jurídica e política, continue acompanhando nossos conteúdos exclusivos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Morte de engenheira alerta para riscos pós-operatórios em cirurgias de silicone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A trágica morte de uma engenheira civil de 28 anos, após um procedimento para implante de silicone nos seios, reacende o debate sobre a importância dos cuidados no período pós-operatório, mesmo em cirurgias consideradas bem-sucedidas. Lana David de Carvalho, moradora de Pedregulho, São Paulo, faleceu em Sorocaba, São Paulo, após apresentar complicações inesperadas. Embora o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A trágica morte de uma engenheira civil de 28 anos, após um procedimento para implante de silicone nos seios, reacende o debate sobre a importância dos cuidados no período pós-operatório, mesmo em cirurgias consideradas bem-sucedidas. Lana David de Carvalho, moradora de Pedregulho, São Paulo, faleceu em Sorocaba, São Paulo, após apresentar complicações inesperadas. Embora o procedimento cirúrgico inicial tenha ocorrido sem intercorrências, seu quadro clínico deteriorou-se no período de recuperação, resultando em uma parada cardiorrespiratória. Este evento sublinha a necessidade de atenção redobrada aos protocolos médicos e às orientações de recuperação, enfatizando que os riscos persistem mesmo após a fase operatória ser concluída sem aparentes problemas.</p>
<p> Complicações no pós-operatório: um alerta necessário</p>
<p>O caso de Lana David de Carvalho ilustra a vulnerabilidade do paciente no pós-operatório de procedimentos estéticos, como o implante de silicone. Conforme informações do boletim de ocorrência, a cirurgia em si transcorreu sem contratempos. No entanto, foi nos dias seguintes que a jovem apresentou complicações severas, culminando em uma parada cardiorrespiratória e subsequente falência múltipla de órgãos. Este desfecho trágico serve como um lembrete crucial de que a fase de recuperação é tão vital quanto a própria intervenção cirúrgica, exigindo rigor e vigilância tanto da equipe médica quanto do paciente.</p>
<p> Cuidados essenciais para o sucesso da recuperação</p>
<p>Especialistas em cirurgia plástica enfatizam que a fase pós-operatória exige uma série de cuidados para garantir o sucesso completo e minimizar os riscos. Entre as recomendações mais importantes estão o repouso relativo nos primeiros dias, que evita esforços excessivos e permite ao corpo focar na cicatrização. O uso correto e contínuo do sutiã cirúrgico é fundamental para manter as próteses na posição adequada e reduzir inchaços. A higiene rigorosa dos curativos é indispensável para prevenir infecções. Além disso, seguir todas as orientações médicas à risca, incluindo o uso de medicamentos prescritos e a realização de retornos para acompanhamento, é crucial. Atividades que envolvam esforço físico, elevação dos braços ou dirigir devem ser evitadas nas primeiras semanas, conforme a indicação do cirurgião.</p>
<p> Riscos raros, mas presentes em procedimentos estéticos</p>
<p>Apesar de a maioria das cirurgias de implante de silicone ocorrer sem incidentes graves, existem riscos associados que, embora raros, podem ter consequências sérias se as precauções não forem adotadas. Entre os possíveis problemas estão infecções no local da incisão, acúmulo de líquidos (seroma) ou sangue (hematoma), abertura dos pontos (deiscência), deslocamento da prótese e dor persistente. Complicações ainda mais raras, porém de maior gravidade, incluem a trombose – formação de coágulos sanguíneos que podem migrar para órgãos vitais – e a contratura capsular, um endurecimento da mama devido à reação do organismo ao implante. A conscientização sobre esses riscos é fundamental para que pacientes e profissionais adotem as medidas preventivas adequadas.</p>
<p> A importância da avaliação cardiológica pré-cirúrgica</p>
<p>A parada cardiorrespiratória sofrida por Lana David de Carvalho destaca a necessidade inegável de uma avaliação cardiológica detalhada antes de qualquer procedimento cirúrgico, especialmente os estéticos. Cardiologistas ressaltam que a análise pré-operatória deve levar em consideração diversos fatores do paciente, como idade, tipo de cirurgia a ser realizada, medicações em uso, e a presença de doenças preexistentes ou históricas. A combinação desses elementos permite compor um quadro completo da saúde do indivíduo, determinando o grau de risco durante o procedimento. Uma parada cardiorrespiratória é, geralmente, o resultado de um conjunto de fatores que, em determinadas condições, podem levar a uma situação de gravidade. Portanto, uma triagem cardiológica cuidadosa é uma etapa crucial para a segurança do paciente.</p>
<p> Perfis de pacientes com atenção redobrada</p>
<p>Determinados perfis de pacientes exigem uma avaliação pré-operatória ainda mais criteriosa devido a um risco aumentado de complicações. Cirurgiões plásticos apontam que indivíduos com infecções ativas, doenças crônicas descompensadas (como diabetes ou hipertensão não controlada) ou doenças autoimunes devem ser cuidadosamente avaliados. Pacientes em tratamento oncológico ou aqueles que fazem uso de cigarro também precisam de atenção redobrada, pois esses fatores podem comprometer a cicatrização e aumentar a propensão a intercorrências. A identificação precoce desses perfis permite que a equipe médica adote estratégias preventivas e minimize os riscos associados à cirurgia.</p>
<p> Detalhes do caso e o desfecho trágico</p>
<p>A morte de Lana David de Carvalho foi confirmada por autoridades. A engenheira, de 28 anos, foi submetida ao procedimento de implante de silicone no dia 12 de dezembro em um hospital localizado na Rua Imperatriz Leopoldina, na Vila Marta, em Sorocaba. O boletim de ocorrência detalha que, após uma cirurgia que não apresentou intercorrências, a jovem começou a desenvolver complicações no pós-operatório, que progrediram para uma parada cardiorrespiratória e, subsequentemente, falência múltipla de órgãos. O caso foi registrado como morte natural no Plantão Policial de Sorocaba. O hospital em questão, o Hospital Evangélico de Sorocaba, informou, por meio de nota, que em respeito ao sigilo médico-paciente e à legislação vigente, não divulga informações sobre o histórico clínico de seus pacientes.</p>
<p> Quem era Lana David de Carvalho</p>
<p>Lana David de Carvalho era engenheira civil e uma pessoa ativa e engajada em seus interesses. Em seu perfil público, ela compartilhava seu amor pelo esporte equestre, sendo competidora de ranch sorting, uma modalidade que exige destreza e coordenação. Com uma presença ativa nas mídias digitais, onde acumulava milhares de seguidores, a engenheira também costumava postar ensaios fotográficos e momentos de sua vida pessoal. Havia registros dela participando de eventos culturais e tradicionais no interior de São Paulo, como os rodeios de Barretos, e momentos afetivos com suas afilhadas, demonstrando uma vida plena e com diversos laços sociais e familiares.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre cirurgia de silicone e pós-operatório</p>
<p> Quais são os cuidados mais importantes no pós-operatório de uma cirurgia de silicone?<br />
Os cuidados essenciais incluem repouso relativo nos primeiros dias, uso contínuo e correto do sutiã cirúrgico, higiene impecável dos curativos e seguir rigorosamente todas as orientações médicas, como medicação e retornos. Evitar atividades físicas intensas, esforços com os braços e dirigir nas primeiras semanas também é fundamental.</p>
<p> Quais são os riscos, mesmo em uma cirurgia de implante de silicone bem-sucedida?<br />
Mesmo após uma cirurgia sem intercorrências, riscos como infecção, acúmulo de líquidos (seroma) ou sangue (hematoma), abertura dos pontos, deslocamento da prótese e dor persistente podem ocorrer. Complicações mais raras, mas graves, incluem trombose e contratura capsular.</p>
<p> Quem precisa de atenção cardiológica especial antes de uma cirurgia estética?<br />
Pacientes com doenças crônicas descompensadas, infecções ativas, doenças autoimunes, aqueles em tratamento oncológico ou usuários de cigarro devem ter uma avaliação cardiológica ainda mais detalhada e criteriosa antes de qualquer procedimento cirúrgico.</p>
<p>Buscar informações detalhadas e escolher profissionais qualificados são passos cruciais para a segurança em qualquer procedimento estético. Consulte sempre seu médico e esclareça todas as suas dúvidas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Gêmeas siamesas recebem alta após segunda cirurgia em ribeirão preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 08:01:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O pai das gêmeas Heloísa e Helena, nascidas unidas pela cabeça, expressou um misto de esperança e apreensão quanto ao futuro das filhas. Após a segunda cirurgia de separação dos crânios, realizada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, as meninas receberam alta hospitalar. Amarildo Batista da Silva, pai das gêmeas, afirmou que vive &#8220;um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O pai das gêmeas Heloísa e Helena, nascidas unidas pela cabeça, expressou um misto de esperança e apreensão quanto ao futuro das filhas. Após a segunda cirurgia de separação dos crânios, realizada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, as meninas receberam alta hospitalar. Amarildo Batista da Silva, pai das gêmeas, afirmou que vive &#8220;um dia após o outro&#8221; em relação ao desenvolvimento das filhas, mantendo a esperança de que elas tenham um futuro promissor.</p>
<p>O segundo procedimento cirúrgico, que ocorreu no dia 8 de novembro, foi realizado 19 dias após a primeira intervenção, datada de 23 de agosto. A expectativa é que a próxima etapa do tratamento ocorra no final de fevereiro de 2026.</p>
<p>&#8220;Finalmente estamos indo pra casa. Meu coração está tranquilo, graças a Deus ocorreu tudo bem. Estou feliz e satisfeito com a equipe, um trabalho maravilhoso dele&#8221;, declarou Amarildo, após a alta hospitalar.</p>
<p>O pai das gêmeas acompanha de perto todos os procedimentos e admitiu ter ficado nervoso durante a segunda cirurgia, embora em menor intensidade do que na primeira. &#8220;Tenho muita esperança e muita fé que já está dando tudo certo. Só tenho a agradecer&#8221;, disse ele.</p>
<p>De acordo com o Hospital das Clínicas, o processo cirúrgico completo para a separação total das irmãs deve durar cerca de um ano e envolverá mais três procedimentos. A segunda cirurgia, focada na separação dos cérebros, durou dez horas.</p>
<p>O médico Jayme Farina Junior, responsável pela equipe multiprofissional, explicou que nesta etapa foi possível completar as incisões cutâneas, unindo-as aos cortes iniciais feitos em agosto. As gêmeas, que têm um ano e dez meses, são originárias de São José dos Campos. O procedimento, planejado desde 2024, é composto por cinco fases, com intervalos de meses entre cada uma.</p>
<p>As quatro primeiras etapas se concentram na separação delicada dos tecidos, vasos sanguíneos e estruturas que unem os crânios e os cérebros, utilizando modelos tridimensionais e realidade aumentada. Segundo Farina Junior, a separação precisa ser cuidadosa para evitar sangramentos excessivos, permitindo que o cérebro se adapte gradualmente.</p>
<p>Durante a quarta etapa, são inseridos enxertos ósseos e expansores de pele, preparando o terreno para a etapa final, que consiste na cirurgia plástica para o fechamento dos tecidos que revestem as cabeças.</p>
<p>A terceira e a quarta etapas estão previstas para o final de fevereiro e março, respectivamente. A separação total das gêmeas está programada para meados de 2026. O médico Marcelo Volpon ressaltou que o formato específico dos crânios das gêmeas tem facilitado o mapeamento das áreas cirúrgicas.</p>
<p>O Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto se tornou um centro de referência nacional em cirurgias de separação de gêmeos siameses. Este é o terceiro caso conduzido pela instituição. O primeiro procedimento foi realizado em 2018, com as irmãs Maria Ysabelle e Maria Ysadora, do Ceará. O segundo caso envolveu as gêmeas Alana e Mariah, de Piquerobi, cuja separação definitiva ocorreu em agosto de 2023, após uma cirurgia de 25 horas.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Gêmeas unidas pela cabeça passam por nova cirurgia de separação</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/gemeas-unidas-pela-cabeca-passam-por-nova-cirurgia-de-separacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 07:00:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipe multidisciplinar do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo, está conduzindo a segunda fase da complexa cirurgia para separar as gêmeas Heloísa e Helena, originárias de São José dos Campos, também em São Paulo. As meninas nasceram unidas pela cabeça e o procedimento delicado visa separá-las completamente. A cirurgia, iniciada às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe multidisciplinar do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo, está conduzindo a segunda fase da complexa cirurgia para separar as gêmeas Heloísa e Helena, originárias de São José dos Campos, também em São Paulo. As meninas nasceram unidas pela cabeça e o procedimento delicado visa separá-las completamente.</p>
<p>A cirurgia, iniciada às 7h, tem previsão de duração de aproximadamente oito horas. O planejamento detalhado do procedimento teve início em 2024, utilizando modelos tridimensionais e realidade aumentada para auxiliar a equipe médica. O plano cirúrgico, desenvolvido ao longo dos últimos anos por médicos da Universidade de São Paulo (USP), é dividido em cinco etapas, cada uma espaçada por meses.</p>
<p>As quatro primeiras fases concentram-se na separação dos tecidos, vasos sanguíneos e estruturas que conectam os crânios e os cérebros das gêmeas. Durante a quarta etapa, os médicos aproveitam para realizar enxertos ósseos e inserir expansores de pele, preparando o terreno para a fase final do processo: a cirurgia plástica para o fechamento dos tecidos que revestem as cabeças das meninas.</p>
<p>Mais de 40 profissionais de diversas áreas da medicina, incluindo neurocirurgia, pediatria e cirurgia plástica, estão envolvidos no procedimento, sob a coordenação do professor Jayme Farina Junior. A expectativa é que a quinta e última etapa da separação seja concluída até o segundo semestre de 2026. A primeira fase da cirurgia foi realizada em 23 de agosto e teve duração de cerca de oito horas.</p>
<p>Heloísa e Helena, com 1 ano e dez meses de idade, representam o terceiro caso de gêmeos siameses unidos pela cabeça tratado pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto nos últimos sete anos. O hospital se tornou um centro de referência nacional nesse tipo de procedimento complexo.</p>
<p>Em 2018, a equipe médica do hospital realizou a separação de Maria Ysabelle e Maria Ysadora, gêmeas originárias do Ceará. As meninas, que na época tinham 2 anos, passaram por cinco procedimentos inéditos no Brasil até que a separação fosse concluída com sucesso. A família retornou ao seu estado de origem cinco meses após a separação, em março de 2019.</p>
<p>O segundo caso tratado no hospital foi o das gêmeas Alana e Mariah, nascidas em Ribeirão Preto, mas criadas em Piquerobi, também no interior de São Paulo. A separação completa das meninas foi realizada em agosto de 2023, com a última etapa do procedimento sendo concluída após 25 horas de cirurgia.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>HMB celebra 15 anos com mais de 72 mil procedimentos mensais à população</title>
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		<pubDate>Tue, 30 May 2023 10:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran (HMB) celebra o aniversário de 15 anos de fundação no dia de 29 de maio com uma média mensal de mais de 72 mil procedimentos prestados à população. Considerado uma referência na rede municipal de saúde da região, o HMB conta com equipamentos modernos e de alta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran (HMB) celebra o aniversário de 15 anos de fundação no dia de 29 de maio com uma média mensal de mais de 72 mil procedimentos prestados à população. Considerado uma referência na rede municipal de saúde da região, o HMB conta com equipamentos modernos e de alta tecnologia.</p>
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<p>“A saúde de Barueri é uma das principais áreas de investimentos desta gestão e o HMB faz parte da estrutura da nossa rede municipal que nos orgulha bastante e é referência no setor”, relata o secretário de Saúde de Barueri, Milton Monti.</p>
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<p>Com uma média mensal de 1.340 internações, o HMB promove 52.300 exames, sendo 42.500 de análises clínicas e 9.800 de outros exames, além de 10.900 consultas ambulatoriais, 970 consultas não médicas (serviço social) e 1.580 registros de urgências realizadas no pronto atendimento.</p>
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<p>No setor oncológico são registradas uma média de 209 sessões de quimioterapia e no caso das cirurgias realizadas tanto para o público infantil como adulto, nas 17 especialidades cirúrgicas e nos 30 ambulatoriais, alcançam 1.400 procedimentos. Esse total inclui a média mensal de 80 partos na UTI neonatal e os mutirões cirúrgicos, cujo objetivo é diminuir ainda mais o tempo de espera. Cerca de 65% das cirurgias correspondem a procedimentos eletivos, que são aqueles com dia e hora marcados após a realização do fluxo consulta, exames, retorno e marcação da cirurgia.</p>
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<p>O Hospital conta com mais de 30 especialidades médicas, sendo 17 delas cirúrgicas. Dentre elas figuram: bucomaxilo, cabeça e pescoço, cirurgia geral, cirurgia oncológica, cirurgia pediátrica, cirurgia plástica, cirurgia torácica, cirurgia vascular, endoscopista (CPRE/EDA), ginecologia, neurologia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, otorrinolaringologia (BERA), proctologia e urologia.</p>
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<h4><b>Instalações recentes</b></h4>
<p>Em 2019 houve a entrega oficial do novo Centro de Hemodiálise Dra. Sandra Vicenza Sarno, que fica em prédio anexo ao HMB, promovendo a ampliação do tratamento de diálise. O espaço tem promovido 3.227 sessões mensais de hemodiálise que são realizadas em três turnos, das 6h às 10h, das 11h às 15h e das 16h às 20h.</p>
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<p>E em 2022, a população também ganhou o Centro de Hemodinâmica, com equipamentos de última geração para a realização de exames cardíacos ou vasculares, que conta com uma média de 100 atendimentos mensais.</p>
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<p>Vale ressaltar que em 2022 o HMB bateu o recorde de atendimentos, chegando a quase 306 mil procedimentos, entre consultas médicas, internações, partos e cirurgias. “Os números de atendimentos e de especialidades que oferecemos aqui tem aumentado. E no ano passado batemos o recorde de atendimentos, além do nosso índice de satisfação ter sido acima de 95%. Esta é uma prova inequívoca da qualidade do nosso trabalho, do cuidado e respeito com o ser humano e da responsabilidade com a coisa pública”, disse o diretor técnico do HMB, Paulo Tierno.</p>
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<p>Diante de toda a estrutura e tratamento aos pacientes, o índice de satisfação do usuário nos serviços do HMB alcançou a marca de 95%. E para atender o usuário de forma mais efetiva e ágil, está sendo implementado o “Programa Conte Comigo”, com foco na escuta humanizada para resolver eventuais conflitos e insatisfações que venham a ocorrer. Atualmente há uma sala para esses atendimentos e, em breve, as solicitações e esclarecimentos dos usuários serão realizados também nas recepções do Hospital.</p>
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