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	<title>climática &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>climática &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>São Paulo fortalece Resiliência Climática com Plano abrangente e participativo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:47:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo deu um passo significativo em sua estratégia de enfrentamento às alterações globais com o lançamento do Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEARC). Coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), essa iniciativa foi concebida para fortalecer a capacidade do território paulista de resistir e se recuperar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo deu um passo significativo em sua estratégia de enfrentamento às alterações globais com o lançamento do Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEARC). Coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), essa iniciativa foi concebida para fortalecer a capacidade do território paulista de resistir e se recuperar dos impactos das mudanças climáticas, como períodos prolongados de seca e eventos extremos de tempestades. Lançado oficialmente em junho de 2023, o PEARC representa um compromisso governamental em proteger a população e os ecossistemas, estabelecendo um caminho claro para políticas públicas nas próximas décadas. A construção do plano envolveu um processo democrático e abrangente, fundamental para sua legitimidade e eficácia, buscando integrar diversas vozes e expertises para um futuro mais seguro e sustentável no estado.</p>
<p> O que é o PEARC e como foi construído?</p>
<p>O Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEARC) de São Paulo é um documento estratégico de longo prazo, desenhado para guiar o estado na mitigação de riscos e na adaptação às consequências das mudanças climáticas. Sua principal função é estabelecer diretrizes claras, propor ações concretas e criar mecanismos de acompanhamento robustos para orientar a implementação de políticas públicas ao longo da próxima década. Este plano ambicioso surge como uma resposta proativa aos desafios impostos por fenômenos climáticos cada vez mais frequentes e intensos, visando proteger a infraestrutura, a economia, os recursos naturais e, acima de tudo, a vida e o bem-estar dos cidadãos paulistas. A coordenação da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) assegura uma abordagem integrada, essencial para a complexidade da agenda climática.</p>
<p> Um esforço coletivo pela resiliência</p>
<p>A singularidade do PEARC reside em seu processo de elaboração marcadamente participativo. O plano foi construído com a colaboração ativa de diversos setores da sociedade, evidenciando um compromisso com a democracia e a inclusão. Uma extensa consulta pública foi realizada ao longo de 2024, culminando na participação de mais de mil pessoas em uma série de rodas de conversa, eventos e reuniões. Esse engajamento resultou no recebimento de mais de 600 contribuições valiosas, provenientes de órgãos públicos, representantes do setor privado, organizações da sociedade civil e, crucially, de comunidades socioambientalmente vulnerabilizadas, que são frequentemente as mais afetadas pelos impactos climáticos. Desse universo de sugestões, aproximadamente 70% das propostas foram criteriosamente incorporadas ao documento final, enriquecendo suas diretrizes e ações. A secretária da Semil, Natália Resende, ressaltou a importância do plano como uma política pública ambiental transformadora: “O PEARC reafirma o protagonismo de São Paulo na agenda climática, com ações concretas e integradas que garantem segurança, qualidade de vida e sustentabilidade para as próximas gerações”, afirmou, sublinhando o caráter visionário e duradouro da iniciativa. A fase inicial do plano abrange 46 ações e 101 subações, com execução prevista para os primeiros três anos, enquanto o PEARC completo consolida um total de 49 ações e 236 subações, estrategicamente organizadas para implementação contínua ao longo do tempo.</p>
<p> Eixos temáticos e transversais: a abrangência das ações</p>
<p>Para organizar a complexidade dos desafios climáticos e as respostas necessárias, o PEARC está estruturado em cinco eixos temáticos centrais, que abordam diretamente os principais impactos ambientais e sociais associados às mudanças climáticas no território paulista. São eles: Biodiversidade; Segurança Hídrica; Segurança Alimentar e Nutricional; Saúde Única; e Zona Costeira. Além desses, o plano incorpora dois eixos transversais e estruturantes: Justiça Climática e Infraestrutura. Essa divisão permite uma abordagem focada, ao mesmo tempo em que garante a integração de questões cruciais que perpassam todas as áreas.</p>
<p> Detalhes dos eixos temáticos: biodiversidade, segurança hídrica e alimentar</p>
<p>Cada eixo temático do PEARC desdobra-se em ações específicas projetadas para fortalecer a resiliência do estado. No eixo da Biodiversidade, as prioridades incluem o reforço na prevenção e no combate a incêndios florestais, que se tornam mais frequentes e severos com as alterações climáticas. Além disso, prevê o cuidado e atendimento à fauna afetada por esses eventos e a implementação de programas de restauração ecológica, visando recuperar ecossistemas degradados e aumentar sua capacidade de adaptação.</p>
<p>A Segurança Hídrica é um pilar fundamental, considerando a vulnerabilidade de São Paulo a períodos de seca e a necessidade de gestão eficiente dos recursos. O plano prioriza a preservação de nascentes e de bacias hidrográficas, cruciais para o abastecimento, além da universalização e do aumento da eficiência dos sistemas de saneamento básico em todo o estado. Isso inclui a otimização da captação, tratamento e distribuição de água, bem como a melhoria da coleta e tratamento de efluentes.</p>
<p>A Segurança Alimentar e Nutricional também ocupa um papel central no PEARC. As ações neste eixo buscam garantir o abastecimento de alimentos para a população paulista e promover práticas agrícolas sustentáveis. Há um foco significativo no fortalecimento de programas de compras públicas da agricultura familiar, incentivando a produção local e a permanência de famílias no campo. O plano também se dedica a assegurar a produção, o armazenamento, a distribuição e o acesso a alimentos, especialmente em contextos de eventos climáticos extremos e para populações vulnerabilizadas, que são as mais suscetíveis à insegurança alimentar.</p>
<p> Justiça climática e infraestrutura: pilares para um futuro resiliente</p>
<p>Os eixos transversais do PEARC são igualmente vitais, pois permeiam e fortalecem as ações dos eixos temáticos. O eixo de Justiça Climática é projetado para abordar as desigualdades sociais e ambientais exacerbadas pelas mudanças do clima. Ele orienta o enfrentamento do racismo ambiental, a promoção da igualdade de gênero e a melhoria das condições de vida de populações socioambientalmente vulnerabilizadas, garantindo que as políticas de adaptação beneficiem a todos de forma equitativa e priorizem quem mais precisa.</p>
<p>Já o eixo de Infraestrutura busca promover soluções mais resilientes e sustentáveis em áreas críticas para o desenvolvimento estadual. Isso inclui setores como logística, transporte, energia, saneamento, saúde e habitação. A meta é integrar a adaptação climática ao planejamento e execução de projetos de infraestrutura, assegurando que as novas construções e os sistemas existentes possam suportar e se recuperar de eventos climáticos extremos, contribuindo para um desenvolvimento mais robusto e duradouro.</p>
<p> Implementação, monitoramento e transparência</p>
<p>O PEARC foi concebido como um plano dinâmico, elaborado em parceria com a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ), e será implementado em três ciclos ao longo de um período de 10 anos. Essa abordagem permite uma flexibilidade necessária para ajustes e aprimoramentos contínuos. O plano combina medidas de adaptação incrementais, que promovem melhorias graduais, com adaptações transformacionais, que buscam mudanças sistêmicas profundas. Conceitos inovadores como Soluções baseadas na Natureza (SbN), Adaptações baseadas em Ecossistemas (AbE) e Infraestrutura Verde Azul orientaram a definição das ações e subações, alinhadas intrinsecamente aos princípios da justiça climática.</p>
<p>A transparência e o controle social são pilares essenciais da estrutura do PEARC. A população terá acesso para acompanhar a execução das ações e seus resultados por meio de indicadores claros, que serão divulgados no site da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Além disso, o Conselho de Mudanças Climáticas, um órgão consultivo e deliberativo, foi criado especificamente para garantir a participação ativa da sociedade civil, dos municípios, da academia e de diferentes secretarias estaduais no monitoramento e na avaliação do plano. Este mecanismo assegura que o PEARC seja um instrumento vivo, responsivo e continuamente aprimorado para atender às necessidades do estado.</p>
<p> São Paulo na vanguarda da adaptação climática</p>
<p>O Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática de São Paulo emerge como um modelo exemplar de governança climática, combinando expertise técnica com um robusto processo participativo. Ao estabelecer uma estrutura detalhada de ações, eixos temáticos e mecanismos de monitoramento, o estado não apenas se prepara para os desafios iminentes das mudanças climáticas, mas também reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a justiça social. A implementação contínua e transparente do PEARC é crucial para garantir que São Paulo continue a ser um líder na agenda ambiental, protegendo seus cidadãos e ecossistemas para as gerações futuras.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é o Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEARC)?<br />
O PEARC é um documento estratégico de longo prazo do Estado de São Paulo, que estabelece diretrizes, ações e mecanismos para preparar o território e a população paulista para enfrentar e se adaptar aos impactos das mudanças climáticas, como secas e tempestades, ao longo da próxima década.</p>
<p>Quais são os principais eixos temáticos do PEARC?<br />
O PEARC está organizado em cinco eixos temáticos principais: Biodiversidade, Segurança Hídrica, Segurança Alimentar e Nutricional, Saúde Única e Zona Costeira. Além desses, conta com dois eixos transversais e estruturantes: Justiça Climática e Infraestrutura.</p>
<p>Como a população pode acompanhar a execução do plano?<br />
A população pode acompanhar a execução das ações e seus resultados por meio de indicadores que serão divulgados no site da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Além disso, o Conselho de Mudanças Climáticas, composto por representantes da sociedade civil, municípios, academia e secretarias estaduais, garante o controle social e a participação na avaliação do plano.</p>
<p>Qual o período de implementação do PEARC?<br />
O PEARC será implementado em três ciclos ao longo de um período de 10 anos, permitindo um processo contínuo de monitoramento, avaliação e aprimoramento das suas ações e diretrizes.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as iniciativas e avanços do Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática e descubra como você também pode contribuir para um São Paulo mais resiliente e sustentável.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Encerramento da cúpula dos povos ecoa demandas na amazônia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/encerramento-da-cupula-dos-povos-ecoa-demandas-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 20:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cúpula dos Povos, evento paralelo à COP30, encerrou-se na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, com a entrega da Declaração Final às autoridades. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, acompanhado de ministros, recebeu o documento que resume as discussões e propostas levantadas durante os cinco dias de evento. A cúpula reuniu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cúpula dos Povos, evento paralelo à COP30, encerrou-se na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, com a entrega da Declaração Final às autoridades. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, acompanhado de ministros, recebeu o documento que resume as discussões e propostas levantadas durante os cinco dias de evento.</p>
<p>A cúpula reuniu mais de 1,2 mil movimentos populares e organizações sociais de mais de 60 países, promovendo debates focados na crise climática e ambiental sob a perspectiva social, dos povos originários, das juventudes periféricas e dos trabalhadores.</p>
<p>O documento entregue às autoridades aponta o modo de produção capitalista como a principal causa da crise climática e propõe um projeto político que prioriza o internacionalismo popular e o feminismo. O texto rejeita &#8220;falsas soluções de mercado&#8221; e defende o financiamento público e a taxação dos mais ricos. A declaração também enfatiza a necessidade de proteger os territórios indígenas e comunidades locais, implementar a reforma agrária popular, entre outras demandas urgentes.</p>
<p>André Corrêa do Lago expressou gratidão pela participação e destacou que a carta fortalece a posição do Brasil na Zona Azul, espaço das negociações oficiais da COP. Ele planeja iniciar a reunião de alto nível, ressaltando a importância da participação da sociedade civil representada pela cúpula.</p>
<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, enfatizou o papel crucial dos indígenas e quilombolas na proteção do meio ambiente e celebrou o aumento da representação indígena na Zona Azul, com a participação de aproximadamente 900 pessoas.</p>
<p>Durante o encerramento, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, leu uma carta do presidente Lula, na qual ele anuncia seu retorno a Belém para um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, com o objetivo de fortalecer a governança climática e o multilateralismo.</p>
<p>O secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, atendeu a uma das demandas da cúpula, garantindo que nenhum projeto será implementado no rio Tapajós sem consulta prévia aos povos da região. Ele anunciou a criação de uma mesa de diálogo na Secretaria-Geral da Presidência para receber representantes desses povos em Brasília e construir soluções em conjunto.</p>
<p>Adicionalmente, foi apresentada uma carta da &#8220;Cúpula das Infâncias&#8221;, contendo reivindicações de crianças e adolescentes, que convocaram os adultos à ação. O evento paralelo destacou a importância de envolver as gerações mais jovens nas discussões sobre o futuro do planeta.</p>
<p>O encerramento das mobilizações foi marcado pelo tradicional &#8220;Banquetaço&#8221; na Praça da República, um momento de celebração e união entre os participantes da cúpula. Neste domingo, não houve eventos oficiais na Zona Azul, onde as negociações da COP30 estão sendo realizadas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Cop30: negociações climáticas entram na fase decisiva em belém</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/cop30-negociacoes-climaticas-entram-na-fase-decisiva-em-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 15:00:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), sediada em Belém, concluiu a primeira semana de discussões técnicas, marcando o início da fase política das negociações. A presidência da COP avalia que essa etapa será crucial para o futuro do acordo climático. O balanço da primeira semana aponta para o consenso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), sediada em Belém, concluiu a primeira semana de discussões técnicas, marcando o início da fase política das negociações. A presidência da COP avalia que essa etapa será crucial para o futuro do acordo climático.</p>
<p>O balanço da primeira semana aponta para o consenso em diversos temas, incluindo os esforços de transição energética, relatórios de adaptação, questões administrativas e mecanismos de financiamento. A aprovação desses tópicos demonstra um progresso inicial nas complexas negociações.</p>
<p>André Corrêa do Lago, presidente da COP30, manifestou otimismo em relação à próxima semana, com a expectativa de que pelo menos 15 temas em pauta sejam convertidos em decisões concretas até o encerramento da conferência. A expectativa é alta para que os países cheguem a acordos ambiciosos e que impulsionem a ação climática global.</p>
<p>Um importante marco foi o lançamento dos Princípios de Convergência de Padrões para Finanças Mais Sustentáveis na Zona Azul da conferência. Essa iniciativa representa um passo significativo para a mobilização dos US$ 1,3 trilhão anuais, conforme previsto no Roteiro de Baku a Belém, que visa impulsionar investimentos em projetos sustentáveis e de baixo carbono.</p>
<p>Paralelamente às negociações oficiais, milhares de pessoas se reuniram nas ruas de Belém para a Marcha Mundial pelo Clima, organizada pela Cúpula dos Povos. A manifestação reuniu povos indígenas, jovens, movimentos sociais, comunidades tradicionais e trabalhadores, que clamam por justiça climática, proteção de territórios e ações governamentais mais eficazes no combate à crise climática. Os manifestantes defendem que as decisões tomadas na COP30 reflitam as necessidades e as demandas das comunidades mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Crise climática eleva mortalidade global e pressiona sistemas de saúde</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/crise-climatica-eleva-mortalidade-global-e-pressiona-sistemas-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 00:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório abrangente, divulgado durante a COP 30 em Belém, revela um quadro alarmante sobre os impactos da crise climática na saúde global. O estudo, elaborado pelo Ministério da Saúde do Brasil em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, destaca o crescente número de mortes ligadas ao calor extremo e a vulnerabilidade dos sistemas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório abrangente, divulgado durante a COP 30 em Belém, revela um quadro alarmante sobre os impactos da crise climática na saúde global. O estudo, elaborado pelo Ministério da Saúde do Brasil em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, destaca o crescente número de mortes ligadas ao calor extremo e a vulnerabilidade dos sistemas de saúde diante das mudanças climáticas.</p>
<p>O documento aponta que a crise climática já configura uma emergência global de saúde, sendo responsável por mais de 540 mil óbitos anuais devido ao calor extremo. Além disso, estima-se que um em cada 12 hospitais em todo o mundo corre o risco de entrar em colapso em decorrência de problemas relacionados ao clima, expondo milhões de pessoas a riscos ainda maiores.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alertou que os recursos financeiros atualmente disponíveis são insuficientes para garantir a adaptação necessária dos sistemas de saúde. Ele ressaltou que apenas uma pequena fração dos investimentos globais destinados ao enfrentamento das mudanças climáticas é direcionada para a adaptação dos sistemas de saúde, enfatizando a necessidade urgente de aumentar o investimento internacional nessa área.</p>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, ecoou a preocupação, destacando que um aumento nos investimentos poderia salvar mais de dois milhões de vidas anualmente. Ele fez um apelo para que os países adiram ao Plano de Ação em Saúde de Belém, uma iniciativa que visa fortalecer os sistemas de saúde e prepará-los para os desafios impostos pelas mudanças climáticas.</p>
<p>O Plano de Ação em Saúde de Belém, lançado pelo Ministério da Saúde do Brasil, representa o primeiro plano internacional dedicado exclusivamente à adaptação climática no setor da saúde. A iniciativa já conta com a adesão de mais de 80 países e instituições, consolidando-se como um marco na Conferência do Clima em Belém.</p>
<p>Tedros Adhanom enfatizou a importância da adesão global ao plano, destacando que os investimentos em saúde podem gerar um retorno significativo em termos de vidas salvas. Ele também criticou os subsídios massivos a combustíveis fósseis, argumentando que os recursos deveriam ser direcionados para a promoção da saúde e a mitigação dos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>Durante o evento, foi anunciado um investimento de US$ 300 milhões pela Coalizão de Financiadores de Clima e Saúde, que será destinado a ações integradas que visam enfrentar tanto as causas das mudanças climáticas quanto seus efeitos na saúde pública. A iniciativa representa um passo importante para impulsionar a adaptação climática no setor da saúde e proteger as populações mais vulneráveis.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Cúpula dos povos: crise climática e impacto nas mulheres em debate</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/cupula-dos-povos-crise-climatica-e-impacto-nas-mulheres-em-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 20:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Organizações civis e movimentos sociais encerraram as plenárias temáticas da Cúpula dos Povos na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. O evento, que se iniciou na quinta-feira, antecede as atividades oficiais da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30). Um dos temas centrais do debate foi o impacto da crise climática sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Organizações civis e movimentos sociais encerraram as plenárias temáticas da Cúpula dos Povos na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. O evento, que se iniciou na quinta-feira, antecede as atividades oficiais da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30).</p>
<p>Um dos temas centrais do debate foi o impacto da crise climática sobre as mulheres, com foco nas populações amazônidas e de territórios tradicionais. A indígena Valdenira Hino Kuin ressaltou os efeitos das mudanças climáticas em seus territórios e reiterou a necessidade urgente da demarcação de terras indígenas para garantir a preservação.</p>
<p>&#8220;Nós mulheres indígenas viemos dizer sobre a mudança climática que vem nos afetando e as invasões que vem acontecendo. Nós precisamos também da demarcação dos territórios, porque sem territórios demarcados não tem como a gente fazer nossas preservações&#8221;, declarou Valdenira.</p>
<p>A Cúpula dos Povos estruturou suas discussões em seis eixos temáticos: Justiça Climática e Reparação; Transição Justa, Popular e Inclusiva; Soberania Alimentar; Direitos Territoriais e das Florestas; Internacionalismo e Solidariedade; e Perspectivas Feministas e dos Povos nos Territórios.</p>
<p>A indígena Lourdes Huanca, da Vía Campesina, representando o Peru, também participou da plenária, enfatizando a importância da terra como Pachamama, algo inegociável. &#8220;Não negociamos com nossa mãe Pachamama, não negociamos com a Mãe Terra. Somos rebeldes, por isso, companheiras. Somos perseguidas por defender nossos territórios, por dizer não ao sangue da Pachamama, que é água. Temos que defender nossa mãe Terra, nossa avó, o mar, o rio. Sem água não há vida, por isso estamos conectadas, companheiras&#8221;, afirmou Lourdes.</p>
<p>Eunice Guedes, da Articulação de Mulheres Brasileiras, criticou a ausência de financiamento para uma transição energética justa por parte dos países do Norte Global. Ela defendeu a inclusão das demandas das mulheres na Carta dos Povos, um documento que visa apresentar as reivindicações da sociedade civil aos líderes mundiais.</p>
<p>“Mulheres diversas, atingidas, camponesas, indígenas, negras, ribeirinhas, extrativistas, possam dizer que não concordamos com isso, que nós demandamos justiça de gênero para as mulheres. Propondo questões pra gente levar, tanto por documento que a gente vai entregar para o presidente da COP &#8211; e nesse documento tem que estar nós, mulheres, as nossas vozes, as nossas demandas”, disse Eunice.</p>
<p>A Carta dos Povos deverá ser entregue à presidência da COP30 durante uma audiência pública programada para este domingo, no campus da UFPA. No sábado, antecedendo a audiência, está prevista a Marcha Global por Justiça Climática, um protesto unificado que ocorrerá nas ruas de Belém e em outras cidades do país.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Justiça climática: stf em destaque na cop30 sobre direitos indígenas e meio ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 01:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A crise climática, em um limiar perigoso, levanta questões cruciais sobre como garantir a justiça para a sobrevivência da humanidade e do planeta diante das ameaças do aumento das temperaturas. O debate centraliza-se em como assegurar as condições mínimas de existência em um cenário de emergência ambiental. Durante o Dia da Justiça na COP30, realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise climática, em um limiar perigoso, levanta questões cruciais sobre como garantir a justiça para a sobrevivência da humanidade e do planeta diante das ameaças do aumento das temperaturas. O debate centraliza-se em como assegurar as condições mínimas de existência em um cenário de emergência ambiental.</p>
<p>Durante o Dia da Justiça na COP30, realizada em Belém, magistrados brasileiros e estrangeiros convergiram para discutir o papel do judiciário na promoção da justiça climática. O evento destacou a crescente importância das decisões judiciais na resposta à crise.</p>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, enfatizou a responsabilidade do poder judiciário em mediar conflitos e oferecer soluções concretas para a sociedade. Em seu discurso, Fachin ressaltou o papel fundamental da corte brasileira na proteção dos povos indígenas, um aspecto intrinsecamente ligado à preservação do meio ambiente.</p>
<p>&#8220;A Suprema Corte brasileira tem se mostrado sensível à agenda climática, à proteção do meio ambiente e às terras indígenas, promovendo a desintrusão e a demarcação destas terras. A existência e a resistência dos povos indígenas são indissociáveis da proteção ambiental&#8221;, declarou o ministro.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, salientou a importância da responsabilidade histórica em concretizar a justiça climática e cumprir acordos por meio de ações efetivas de proteção ambiental. Para ela, a legislação desempenha um papel crucial em impedir a degradação contínua do planeta.</p>
<p>&#8220;O equívoco reside na tentativa de impor interesses ilegítimos em detrimento do bem comum. A verdadeira justiça, como expressou Shakespeare, transcende a mera ausência de injustiça. É um ato de amor, pois toda justiça desprovida de afeto se transforma em vingança. Punir infratores climáticos é, portanto, um ato de amor para com a humanidade e para com o próprio infrator&#8221;, afirmou Marina Silva.</p>
<p>A ministra do STF, Carmén Lúcia, reforçou a importância de a justiça e a sociedade como um todo darem uma resposta firme à preservação ambiental. &#8220;Se a grande maioria das pessoas, dotadas de inteligência mediana e um mínimo de sensibilidade humana, compreende que a destruição do meio ambiente e das condições climáticas leva à extinção da própria Terra e, consequentemente, da existência humana, por que continuamos a presenciar a destruição, a matança e os desastres?&#8221;, questionou.</p>
<p>O consenso entre os participantes do debate é que, diante da urgência da crise climática e da lentidão das ações para reverter o quadro, a justiça em todo o mundo será cada vez mais acionada para determinar os rumos da proteção do planeta.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Mudança climática significa pobreza e doença, alerta davi kopenawa</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 01:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lideranças indígenas e quilombolas expressaram forte preocupação com a lentidão na resposta global à crise climática. Durante a COP30, em Belém, o xamã Davi Kopenawa, do povo Yanomami, e Katia Penha, coordenadora da Conaq, participaram de um debate crucial sobre as soluções territoriais para o combate à crise climática. O evento ocorreu na zona azul, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lideranças indígenas e quilombolas expressaram forte preocupação com a lentidão na resposta global à crise climática. Durante a COP30, em Belém, o xamã Davi Kopenawa, do povo Yanomami, e Katia Penha, coordenadora da Conaq, participaram de um debate crucial sobre as soluções territoriais para o combate à crise climática. O evento ocorreu na zona azul, a área oficial de negociação da conferência.</p>
<p>Davi Kopenawa questionou a ausência dos Estados Unidos, apontando o país como um dos maiores responsáveis pela poluição global. &#8220;Quem inventou isso? Mudança climática? Os americanos&#8221;, indagou Kopenawa, expressando frustração com a aparente falta de responsabilização. &#8220;Será que tem americanos aqui, para explicar para nós como que eles criaram esse problema, criaram essa doença, criaram esse veneno? Envenenar a água, desmatamento. Eles são culpados. Cadê eles?&#8221;</p>
<p>O líder Yanomami destacou o sofrimento contínuo da Terra Indígena Yanomami, assolada por invasões de garimpeiros ilegais que levam fome e morte à comunidade. Apesar dos esforços do governo federal para retirar os invasores desde 2023, Kopenawa alertou que o mundo enfrentará ainda mais dificuldades devido à inação na preservação do meio ambiente. &#8220;Daqui para a frente vai ter muita coisa ruim. Vai morrer muita floresta. Vai ter muito problema. Daqui para frente, 60 anos, o sofrimento vai chegar. Vai chegar fome. Essa mudança climática que, para mim, significa pobreza, doença, poluição de água. Sem a floresta, nós vamos sofrer&#8221;.</p>
<p>Katia Penha, da Conaq, enfatizou o papel vital das comunidades quilombolas na proteção dos biomas brasileiros, argumentando que a titulação de suas terras tradicionais é fundamental para o combate eficaz às mudanças climáticas. &#8220;Nós estamos com uma delegação grande e trazendo pontos. Porque nós queremos discutir soluções climáticas e não há soluções climáticas sem pensar em território quilombola titulado no Brasil. Não há soluções climáticas sem haver mudanças de adaptações viáveis e a gente falando como nós queremos construir essas soluções climáticas&#8221;, declarou Penha.</p>
<p>Para a coordenadora da Conaq, o sucesso das ações climáticas depende crucialmente da escuta atenta das comunidades mais afetadas pelos líderes mundiais. &#8220;A comunidade deve ser incluída nas decisões sobre as mudanças climáticas. Nós somos um povo guardião desse planeta e nós estamos nessa América Latina protegendo 205 milhões de hectares. Isso aí não dá para ser invisível e isso precisa discutir aqui como uma política, porque esses territórios estão preservados, porque se tem essas comunidades, esse povo, esse saber ancestral dentro desses territórios&#8221;.</p>
<p>A COP30 segue até 21 de novembro em Belém, com o objetivo de construir consensos entre os países para implementar medidas que limitem o aumento da temperatura global e atenuem a crise climática.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Cop30: primeiros acordos firmados antes da abertura oficial</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 23:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cúpula do Clima, sediada em Belém e conhecida como COP30, já testemunhou a formalização de quatro importantes acordos e declarações, mesmo antes do início oficial de suas atividades. Durante dois dias de encontros que reuniram chefes de estado, vice-presidentes, ministros e líderes de organizações internacionais, as nações participantes convergiram em torno de temas cruciais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cúpula do Clima, sediada em Belém e conhecida como COP30, já testemunhou a formalização de quatro importantes acordos e declarações, mesmo antes do início oficial de suas atividades. Durante dois dias de encontros que reuniram chefes de estado, vice-presidentes, ministros e líderes de organizações internacionais, as nações participantes convergiram em torno de temas cruciais para o futuro do planeta.</p>
<p>Entre os documentos assinados, destacam-se a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas, o Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis, a Coalizão de Mercados de Carbono e a Declaração de Belém sobre o Combate ao Racismo Ambiental.</p>
<p>As declarações, em particular, ganharam proeminência como instrumentos de consenso. A Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas, endossada por 43 países e pela União Europeia, reconhece que os efeitos das mudanças climáticas, embora globais, afetam desproporcionalmente as populações mais vulneráveis. O documento enfatiza a fragilidade dos sistemas de proteção social para aqueles que enfrentam pobreza, fome e alta vulnerabilidade climática.</p>
<p>Outro ponto de destaque é a Declaração de Belém sobre o Combate ao Racismo Ambiental, que lança luz sobre a intrínseca ligação entre igualdade racial, clima e meio ambiente no contexto das políticas ambientais e climáticas globais. Com o apoio inicial de países da América Latina, África, Ásia e Oceania, a declaração permanece aberta para adesões adicionais durante a COP30, consolidando um esforço conjunto para abordar as desigualdades socioambientais.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>CIOESTE e Euroclima+ apresentam estudo internacional sobre adaptação climão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 22:38:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE), que atualmente reúne 14 municípios consorciados, realizará no dia 29 de abril, terça-feira, o lançamento oficial do Estudo de Adaptação às Mudanças Climáticas, desenvolvido em parceria com o programa Euroclima+, da União Europeia. O evento ocorrerá das 13h30 às 16h, na sede do CIOESTE, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE), que atualmente reúne 14 municípios consorciados, realizará no dia 29 de abril, terça-feira, o lançamento oficial do Estudo de Adaptação às Mudanças Climáticas, desenvolvido em parceria com o programa Euroclima+, da União Europeia. O evento ocorrerá das 13h30 às 16h, na sede do CIOESTE, em Alphaville (Barueri-SP), e é voltado para gestores públicos, especialistas, técnicos municipais e todos os interessados em conhecer melhor o programa Euroclima+ e sua contribuição para um desenvolvimento mais sustentável da região.</p>
<p>Este estudo é resultado de uma colaboração iniciada em 2021, quando o CIOESTE firmou parceria com o Euroclima+ para desenvolver estratégias de resiliência climática na região. A iniciativa visa enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, como inundações e secas, por meio de soluções urbanas sustentáveis e baseadas em evidências científicas.</p>
<p>A consultoria técnica foi conduzida pela empresa francesa Mayane, especializada em gestão de riscos climáticos, que aplicou metodologias avançadas para identificar áreas vulneráveis e propor medidas de adaptação. O estudo abrangeu territórios-piloto nas áreas conurbadas entre Osasco e Carapicuíba (Km 21), Osasco e Barueri (Jardim Mutinga), além de regiões em São Roque.</p>
<p>Além dos municípios do CIOESTE, a cidade de Córdoba, na Argentina, também foi beneficiada por este projeto binacional, refletindo o compromisso do Euroclima+ em promover a cooperação internacional para enfrentar os impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>O lançamento do estudo representa um marco na governança metropolitana, destacando o papel do CIOESTE como protagonista na articulação de políticas públicas integradas e sustentáveis. A iniciativa reforça a importância da colaboração entre diferentes níveis de governo e organizações internacionais na construção de cidades mais resilientes e preparadas para os desafios climáticos do século XXI.</p>
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