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	<title>Código &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Código &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Documento da OAB ao STF revela racha na advocacia sobre código de</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 15:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um documento formalmente encaminhado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 4 de outubro expôs publicamente um racha na advocacia sobre código de ética. A comunicação, destinada especificamente aos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia, sinaliza uma profunda divergência interna na classe sobre a atualização e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um documento formalmente encaminhado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 4 de outubro expôs publicamente um racha na advocacia sobre código de ética. A comunicação, destinada especificamente aos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia, sinaliza uma profunda divergência interna na classe sobre a atualização e os limites das normas que regem a conduta profissional dos advogados. A iniciativa de levar essa discussão ao conhecimento da mais alta corte do país sublinha a seriedade e a complexidade do debate, que vai além de meras formalidades, tocando em princípios fundamentais da autorregulação da profissão. Este cenário evidencia a tensão entre a tradição e a necessidade de adaptação aos novos tempos, com implicações significativas para a prática jurídica e a percepção pública da advocacia no Brasil.</p>
<p> A controvérsia sobre o código de ética</p>
<p>O Código de Ética e Disciplina da OAB é o pilar que sustenta a conduta moral e profissional dos advogados no Brasil. Ele estabelece diretrizes para a relação com clientes, colegas, autoridades judiciais e a sociedade em geral, garantindo a integridade e a credibilidade da advocacia. No entanto, o cenário jurídico contemporâneo, impulsionado pela transformação digital e novas realidades sociais, tem gerado pressões para que o código seja revisado. É nesse contexto de mudança que surge o racha na advocacia sobre a melhor forma de adaptar suas normas sem comprometer os valores essenciais da profissão.</p>
<p> Pontos de discórdia: publicidade, tecnologia e o futuro da advocacia</p>
<p>A principal fonte de atrito reside na modernização das regras, especialmente no que tange à publicidade na advocacia e ao uso de tecnologias digitais. Tradicionalmente, a OAB manteve uma postura conservadora quanto à publicidade, visando preservar a sobriedade e a dignidade da profissão, evitando a mercantilização dos serviços jurídicos. Contudo, segmentos mais jovens e adeptos das novas mídias sociais argumentam que as regras atuais são restritivas demais e não condizem com a realidade digital, onde a presença online é crucial para a visibilidade e o alcance de novos clientes. Eles defendem uma flexibilização que permita o uso ético de ferramentas de marketing digital, SEO e redes sociais, desde que sem caráter mercantilista ou captação indevida de clientela.</p>
<p>Outros pontos de discórdia envolvem a atuação de advogados em plataformas digitais, a consultoria jurídica online, a inteligência artificial na rotina jurídica e a multidisciplinaridade dos serviços. Há um debate intenso sobre como regulamentar essas inovações, equilibrando a proteção do consumidor, a ética profissional e a necessidade de a advocacia se manter competitiva e relevante na era digital. Enquanto alguns advogam por uma abertura controlada para abraçar as novas ferramentas, outros alertam para os riscos de descaracterização da profissão e de uma precarização das relações com o cliente.</p>
<p> A importância do código de ética para a classe</p>
<p>A existência de um código de ética robusto é fundamental para a advocacia. Ele não apenas orienta a conduta individual de cada profissional, mas também confere à classe a autonomia para se autorregular, um privilégio concedido em reconhecimento à sua função essencial para a justiça. Um código eficaz assegura a confiança pública na advocacia, protege os direitos dos cidadãos e garante a lealdade dos advogados para com seus clientes e o Estado de Direito. A ausência ou fragilização de um arcabouço ético claro poderia levar à intervenção externa na regulamentação da profissão, comprometendo sua independência.</p>
<p>Para a OAB, a tarefa de conciliar as diferentes visões e interesses é desafiadora. Manter a unidade da classe em torno de um novo código que seja ao mesmo tempo moderno e fiel aos princípios éticos é vital para a sua legitimidade e eficácia. A dificuldade em chegar a um consenso reflete a diversidade de perfis e expectativas dentro da própria advocacia, desde escritórios tradicionais e estabelecidos a jovens advogados empreendedores e inovadores.</p>
<p> O papel do STF na discussão interna da OAB</p>
<p>O envio do documento ao Supremo Tribunal Federal, especificamente aos ministros Fachin e Cármen Lúcia, não é um ato trivial. Embora o código de ética da OAB seja um instrumento de autorregulação da classe, com sua elaboração e fiscalização primordialmente nas mãos da Ordem, a comunicação ao STF indica que o racha interno alcançou um patamar de preocupação que transcende os limites corporativos. A escolha desses dois ministros pode estar relacionada a temas que eles já abordaram em decisões anteriores sobre prerrogativas da advocacia, liberdade de expressão ou direitos fundamentais que podem ser tangenciados pelas novas regras éticas.</p>
<p> O documento enviado: o que ele revela e suas implicações</p>
<p>O conteúdo exato do documento não foi detalhado publicamente, mas sua menção como revelador de um racha sugere que a OAB não apenas informou o STF sobre as discussões em andamento, mas possivelmente expôs as diferentes correntes de pensamento e os pontos de impasse que impedem um consenso. Pode ser uma tentativa de buscar uma espécie de &#8220;chancela&#8221; ou, no mínimo, a ciência da corte sobre a complexidade da situação, antevendo possíveis questionamentos futuros ou a necessidade de interpretações que possam recair sobre o Judiciário.</p>
<p>A implicação mais imediata é que a mais alta corte do país agora tem conhecimento formal das dificuldades da OAB em unificar a categoria em torno de um tema tão sensível. Isso pode influenciar a forma como o STF percebe a capacidade de autorregulação da advocacia ou como avalia futuras ações e manifestações da OAB. A transparência sobre o racha, embora possa parecer uma fraqueza, também pode ser vista como um pedido implícito de que o STF considere a complexidade e as múltiplas perspectivas envolvidas, caso a questão chegue a ser judicializada.</p>
<p> As implicações para a autorregulação da advocacia</p>
<p>A incapacidade da OAB de resolver internamente a questão do código de ética pode ter sérias implicações para o princípio da autorregulação da advocacia. Se as divisões se aprofundarem e se mostrarem intratáveis, pode-se abrir um precedente para que questões relativas à conduta ética dos advogados sejam cada vez mais submetidas ao escrutínio externo, diminuindo a autonomia da Ordem.</p>
<p>Historicamente, a OAB tem defendido com veemência sua prerrogativa de definir as normas éticas e disciplinares da profissão. Um racha tão acentuado, tornado público e levado ao conhecimento do STF, sinaliza que o desafio é profundo. A resolução deste impasse exigirá não apenas habilidade política e capacidade de mediação por parte da diretoria da OAB, mas também uma reflexão profunda sobre o futuro da advocacia e o papel que ela desempenha na sociedade brasileira. A forma como a Ordem gerenciará essa crise interna definirá, em grande parte, a força e a coesão da advocacia nas próximas décadas.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O envio do documento da OAB ao STF sobre o código de ética é um marco significativo que expõe um desafio fundamental para a advocacia brasileira. O racha interno sobre temas como publicidade e uso de tecnologia reflete a tensão entre a preservação dos valores tradicionais da profissão e a adaptação às demandas de um mundo em constante evolução digital. A busca por um novo consenso ético é crucial não apenas para a autorregulação da OAB, mas para a própria credibilidade da advocacia perante a sociedade. A resolução deste impasse definirá a capacidade da Ordem de se manter relevante e unida frente aos complexos dilemas da modernidade, assegurando que os princípios da ética e da justiça continuem a guiar a atuação dos profissionais do direito no país.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que significa o &#8220;racha na advocacia sobre o código de ética&#8221;?<br />
Refere-se a uma profunda divisão de opiniões e interesses dentro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre como o Código de Ética e Disciplina deve ser atualizado. As principais divergências giram em torno de temas como publicidade na advocacia, uso de redes sociais e tecnologias digitais.</p>
<p>2. Por que a OAB enviou um documento ao STF sobre essa questão interna?<br />
O envio do documento ao STSTF, especificamente aos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia, indica que a divergência interna é tão significativa que a OAB achou necessário informar a mais alta corte do país sobre a complexidade da situação. Isso pode ser uma forma de buscar reconhecimento ou até uma eventual mediação, ou simplesmente de alertar o Judiciário sobre um debate que pode ter implicações mais amplas para a justiça e a autorregulação da profissão.</p>
<p>3. Quais são as principais preocupações em relação à atualização do código de ética?<br />
As preocupações incluem o risco de mercantilização da profissão com regras de publicidade mais flexíveis, a manutenção da dignidade da advocacia em plataformas digitais, a proteção dos clientes em um ambiente online e a garantia de que as inovações tecnológicas sejam utilizadas de forma ética e responsável, sem comprometer os valores fundamentais da advocacia.</p>
<p>Para mais informações e para continuar acompanhando os desdobramentos deste debate crucial para o futuro da advocacia brasileira, fique atento às notícias e análises especializadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Histórico indica desafios de Fachin para código de conduta no STF</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 13:01:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão de um presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) é marcada por prioridades que visam fortalecer a instituição e aprimorar sua atuação. Entre os objetivos da presidência de Edson Fachin, destaca-se a intenção de implementar um código de conduta interno para os ministros da corte. Contudo, o caminho para concretizar essa iniciativa é permeado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão de um presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) é marcada por prioridades que visam fortalecer a instituição e aprimorar sua atuação. Entre os objetivos da presidência de Edson Fachin, destaca-se a intenção de implementar um código de conduta interno para os ministros da corte. Contudo, o caminho para concretizar essa iniciativa é permeado por desafios significativos, revelando uma dificuldade histórica em estabelecer regras formais de comportamento dentro da mais alta instância do poder judiciário brasileiro. A tentativa de instituir um código de conduta no STF não é nova, mas a resistência e a complexidade inerente à natureza do cargo de ministro do Supremo tornam qualquer esforço nesse sentido uma verdadeira prova de articulação e convencimento, refletindo a peculiaridade da Corte.</p>
<p> O debate sobre a conduta na mais alta corte</p>
<p>A discussão acerca da necessidade de um código de conduta para os ministros do Supremo Tribunal Federal não é recente e ganha fôlego em momentos de maior escrutínio público sobre as decisões e o comportamento dos integrantes da Corte. A ausência de regras formais específicas, que vão além dos preceitos constitucionais e da Lei Orgânica da Magistratura (LOMAN), levanta questionamentos sobre a delimitação da autonomia ministerial e a transparência nas interações entre os poderes e com a sociedade civil.</p>
<p> A autonomia ministerial e a necessidade de balizas</p>
<p>Os ministros do STF gozam de garantias constitucionais que visam assegurar sua independência e imparcialidade. No entanto, essa autonomia, essencial para o exercício da função judicante, é frequentemente objeto de debate quando se discute a possibilidade de autorregulação da conduta. Críticos e defensores de um código de conduta argumentam que, enquanto outras esferas do poder público e até mesmo instâncias inferiores do judiciário possuem normativos claros sobre ética e conduta, o STF, pela sua posição de guardião da Constituição, carece de um instrumento semelhante. A discussão envolve a ponderação entre a independência do magistrado e a percepção pública de excessos ou desvios de conduta, que podem minar a credibilidade da instituição. O desafio reside em criar um arcabouço que não tolha a liberdade de julgar, mas que estabeleça limites claros para a atuação extraprocessual, as interações com o mundo político e as manifestações públicas dos ministros, sem ferir a essência da função.</p>
<p> Precedentes e tentativas anteriores de regulação</p>
<p>Historicamente, o Supremo Tribunal Federal tem se mostrado reticente em adotar códigos de conduta formais. Iniciativas pontuais ou discussões informais sobre o tema surgiram em diferentes momentos, muitas vezes motivadas por crises institucionais ou por críticas externas à atuação de ministros. Contudo, nenhuma dessas tentativas logrou êxito em estabelecer um código abrangente e vinculante. A cultura interna da Corte, que valoriza a independência individual de cada ministro e a discricionariedade inerente à função, tem sido um fator preponderante na dificuldade de emplacar tais normativos. A visão predominante é que a própria Constituição Federal e os princípios gerais do direito já fornecem as balizas necessárias. Entretanto, para alguns observadores e membros da própria Corte, a formalização de um código poderia trazer maior clareza, previsibilidade e reforçar a imagem de imparcialidade e probidade, especialmente em um cenário de crescentes polarizações e demandas sociais por mais transparência do Poder Judiciário. A ausência de um consenso interno sobre o tema é um dos maiores entraves.</p>
<p> Os desafios de implementação de um código</p>
<p>A materialização de um código de conduta no STF enfrenta obstáculos multifacetados, que vão desde a resistência intrínseca à natureza da Corte até as complexidades jurídicas e políticas envolvidas na sua formulação e aplicação. A tentativa de Fachin, portanto, se insere em um contexto de grandes desafios, que exigem habilidade política e capacidade de construção de consensos.</p>
<p> Resistência interna e questões jurídicas</p>
<p>A principal barreira para a implementação de um código de conduta é a resistência interna dos próprios ministros. Muitos argumentam que um código poderia cercear a independência judicial, limitar a liberdade de expressão de seus membros e até mesmo abrir precedentes perigosos para a intromissão externa na autonomia da Corte. A ideia de submeter a atuação dos ministros a regras pré-definidas, além das já existentes, é vista por alguns como uma afronta à dignidade do cargo e à natureza política e jurídica de suas decisões. Além disso, há questões jurídicas complexas: quem teria a competência para elaborar e aprovar tal código? Qual seria o seu status normativo? Poderia ele ser questionado judicialmente por um dos próprios ministros? Essas perguntas evidenciam a complexidade de se criar um instrumento que não apenas seja aceito internamente, mas que também seja juridicamente robusto e inquestionável em sua validade e aplicabilidade, sem desrespeitar as prerrogativas individuais dos membros da Corte ou a própria Constituição.</p>
<p> O papel da presidência e a percepção pública</p>
<p>A presidência do STF, embora dotada de autoridade administrativa, tem um poder limitado para impor regras de conduta sem o apoio substancial da maioria dos ministros. O êxito de uma iniciativa como o código de conduta depende, em grande parte, da capacidade de articulação e convencimento do presidente. Fachin, ao colocar a pauta como prioridade, assume um papel de proponente e negociador. No entanto, a percepção pública também desempenha um papel crucial. Em um momento de crescente demanda por ética e transparência na política e no judiciário, a falta de um código de conduta específico para o STF pode ser vista pela sociedade como um sinal de impermeabilidade ou auto-indulgência. A pressão externa e a expectativa social por um comportamento exemplar da mais alta corte podem, paradoxalmente, tanto incentivar a adoção de um código quanto gerar uma reação de defesa por parte dos ministros, que podem interpretar a pressão como uma tentativa de limitar sua independência. Equilibrar essas forças é um dos maiores desafios para a atual presidência.</p>
<p> Perspectivas para a regulação da conduta no STF</p>
<p>A ambição de instituir um código de conduta no Supremo Tribunal Federal, apesar de bem-intencionada e alinhada a anseios por maior transparência e previsibilidade institucional, permanece como um dos maiores desafios para a presidência de Edson Fachin. A trajetória histórica da Corte, marcada por uma forte defesa da autonomia individual dos seus membros e uma resistência a regulamentações que possam ser percebidas como limitadoras da independência judicial, estabelece um terreno complexo para qualquer iniciativa nesse sentido. A superação desses entraves exigirá não apenas um profundo diálogo interno e a construção de consensos, mas também uma habilidade política notável para harmonizar as prerrogativas da magistratura com as expectativas da sociedade por maior rigor ético e transparência na atuação da mais alta instância judiciária do país. O futuro da regulação da conduta no STF dependerá, em última análise, da capacidade de a própria Corte se autorreformar e se adaptar às demandas de uma sociedade em constante evolução.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Por que o STF não possui um código de conduta específico como outras instituições?<br />
A principal razão é a forte valorização da autonomia e independência individual dos ministros do STF. Muitos membros da Corte argumentam que a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura (LOMAN) já estabelecem as balizas necessárias, e que um código adicional poderia cercear a liberdade de julgamento e expressão.</p>
<p> Quais são os principais desafios para a implementação de um código de conduta no STF?<br />
Os desafios incluem a resistência interna dos ministros, que temem a perda de autonomia; as complexidades jurídicas na formulação e aprovação de um documento que não fira prerrogativas constitucionais; e a dificuldade de construir um consenso em uma corte composta por onze ministros com visões diversas.</p>
<p> Como a percepção pública afeta o debate sobre o código de conduta?<br />
A percepção pública exerce pressão crescente por maior transparência e rigor ético no judiciário. A falta de um código pode gerar críticas e diminuir a confiança na instituição, ao passo que a tentativa de implementá-lo pode ser vista como uma resposta positiva a essas demandas. No entanto, a pressão externa também pode gerar resistência interna por parte dos ministros.</p>
<p>Acompanhe as próximas notícias e análises sobre o desenvolvimento dessa importante pauta no cenário judiciário brasileiro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Osasco faz audiências para colher sugestões e elaborar nova Lei de Zoneamento e Código de Obras   </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 03:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento de Governo Aberto e Fortalecimento da Cidadania da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) da Prefeitura de Osasco realizou nos dias 18, 19 e 20/6 audiências públicas para colher sugestões da sociedade civil para a elaboração na nova Lei de Zoneamento e Código de Obras. Os eventos ocorreram, respectivamente, no CEU Zilda Arns [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>O Departamento de Governo Aberto e Fortalecimento da Cidadania da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) da Prefeitura de Osasco realizou nos dias 18, 19 e 20/6 audiências públicas para colher sugestões da sociedade civil para a elaboração na nova Lei de Zoneamento e Código de Obras.</div>
<div></div>
<div>Os eventos ocorreram, respectivamente, no CEU Zilda Arns Neumann (Rua Thêda Figueiredo Rega, 155, Jardim Elvira, zona Norte), na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva (Avenida Lázaro de Mello Brandão, 300, Vila Campesina, centro) e no CEU José Saramago (Avenida José de Andrade, 1.355, Santo Antônio, zona Sul).</div>
<div></div>
<div>Nas audiências foram discutidos os conjuntos de regulamentações que determinam como as construções devem ser realizadas e em quais áreas podem ser implementadas, estabelecendo zonas específicas, tais como residencial, comercial, mista e industrial.</div>
<div></div>
<div>A Lei de Zoneamento, também chamada de Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo funciona como um guia que ajuda a definir como cada espaço da cidade pode ser usado.</div>
<div></div>
<div>O parcelamento diz como os terrenos devem ser divididos. O uso define que tipo de atividade pode acontecer em cada área e a ocupação estabelece as regras sobre como os terrenos podem ser usados.</div>
<div></div>
<div>A prefeitura usa essas regras para permitir que novos prédios sejam construídos e novos comércios sejam abertos nos bairros. Essas autorizações se dão por meio de alvará (permite realizar atividades específicas, como construir ou reformar um imóvel ou abrir e operar um negócio) e licenças (permissão para uso de um terreno ou imóvel para determinadas atividades).</div>
<div></div>
<div>A referida lei ajuda a organizar a cidade e divide o munícipio em diferentes áreas, cada uma com suas próprias regras. São elas: zonas residenciais (só podem ter casas), zonas comerciais (lojas e empresas) e zonas mistas (podem ter casas e comércios).</div>
<div></div>
<div>“Fizemos um novo Plano Diretor. O último é de uns dez anos atrás e, por isso, também estávamos revisando o código de obras e a lei de zoneamento, que são da década de 1970. Isso é necessário para evitar que a cidade cresça de forma desordenada. Na década de 1970, na chamada Industrial/Autonomistas, por exemplo, eram só indústrias. Vamos mudar para que seja zona mista e possa ter também comércio”, explicou o secretário de Planejamento e Gestão, Eder Máximo.</div>
<div></div>
<div>Segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Osasco figura como a quinta cidade com o maior adensamento demográfico do País.</div>
<div></div>
<div>No dia 20 de julho a prefeitura realizará (em local ainda a ser definido) uma audiência pública para apresentar à sociedade civil organizada uma devolutiva sobre as sugestões acolhidas nas três audiências públicas e os estudos feitos pela Administração que vão embasar o novo código de obras e lei de zoneamento.</div>
<div></div>
<div></div>
<h4><strong>De acordo com o Departamento de Governo Aberto, a criação das novas lei segue as seguintes etapas:</strong></h4>
<div></div>
<div>&#8211; escrita inicial : a primeira versão do texto é baseada em pesquisas e dados coletados pela prefeitura.</div>
<div></div>
<div>&#8211; debates internos: discussões com todas as secretarias da prefeitura.</div>
<div></div>
<div>&#8211; pesquisa de opinião pública: coleta da opinião dos moradores.</div>
<div></div>
<div>&#8211; avaliação legal: a Procuradoria Geral do Município verifica se tudo está de acordo com a lei.</div>
<div></div>
<div>&#8211; audiências públicas: reuniões abertas para ouvir o que a população pensa.</div>
<div></div>
<div>&#8211; avaliação técnica: ajustes finais com base no retorno recebido da população.</div>
<div></div>
<div>&#8211; informação à população: a prefeitura divulga as mudanças feitas com base nas sugestões.</div>
<div></div>
<div>&#8211; correção final: revisão de todo o conteúdo do novo documento pela Produradoria Geral do Município.</div>
<div></div>
<div>&#8211; envio à Câmara Municipal do novo Projeto de Lei de Zoneamento e Código de Obras para apreciação e votação.</div>
<div></div>
<div><b> </b></div>
<h4><b>Parceria</b></h4>
<div></div>
<div>A Prefeitura trabalha em parceria com a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Osasco (AEAO) e outros especialistas na área para garantir que as novas leis sejam modernas e eficazes.</div>
<div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Osasco realiza Audiências Públicas das Leis de Zoneamento e Código de Obras</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-realiza-audiencias-publicas-das-leis-de-zoneamento-e-codigo-de-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 03:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Osasco, por meio do Departamento de Governo Aberto e Fortalecimento da Cidadania da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), promoverá nos dias 18, 19 e 20 de junho, as Audiências Públicas das Leis de Zoneamento e Código de Obras. A participação ativa dos cidadãos é fundamental para a definição do futuro urbano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;" align="center">A Prefeitura de Osasco, por meio do Departamento de Governo Aberto e Fortalecimento da Cidadania da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), promoverá nos dias 18, 19 e 20 de junho, as Audiências Públicas das Leis de Zoneamento e Código de Obras.</div>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">A participação ativa dos cidadãos é fundamental para a definição do futuro urbano da cidade. Durante o evento, serão discutidos os conjuntos de regulamentações que determinam como as construções devem ser realizadas e em quais áreas podem ser implementadas, estabelecendo zonas específicas, tais como residencial, comercial, industrial, entre outras.</div>
<div></div>
<h4 data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16"><strong>As Audiências Públicas ocorrerão em três datas e locais distintos:</strong></h4>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">. No dia 18/6, das 18h às 22h, a audiência ocorrerá na região da zona Norte, no CEU Zilda Arns Neumann (<a href="https://www.google.com/maps/search/Rua+Th%C3%AAda+Figueiredo+Rega,+155+-+Jardim+Elvira?entry=gmail&amp;source=g" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/search/Rua%2BTh%25C3%25AAda%2BFigueiredo%2BRega,%2B155%2B-%2BJardim%2BElvira?entry%3Dgmail%26source%3Dg&amp;source=gmail&amp;ust=1718114231214000&amp;usg=AOvVaw1-jCf_O5h9AVlSJkYhvLsw" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">Rua Thêda Figueiredo Rega, 155 &#8211; Jardim Elvira</a>).</div>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">. Na quarta-feira, dia 19/6, às 18h, a audiência será realizada no Paço Municipal, na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva (<a href="https://www.google.com/maps/search/Avenida+L%C3%A1zaro+de+Mello+Brand%C3%A3o,+300?entry=gmail&amp;source=g" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/search/Avenida%2BL%25C3%25A1zaro%2Bde%2BMello%2BBrand%25C3%25A3o,%2B300?entry%3Dgmail%26source%3Dg&amp;source=gmail&amp;ust=1718114231214000&amp;usg=AOvVaw0RzY4H17agoVQ24tZl8P1d" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">Avenida Lázaro de Mello Brandão, 300</a>, na Vila Campesina).</div>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">. No dia 20/6, das 18h às 22h, os moradores são convidados para a audiência pública na zona Sul, no CEU Saramago (Avenida José de Andrade, 1355 &#8211; Santo Antônio).</div>
<div></div>
<div></div>
<h4><b data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Serviço</b></h4>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Audiências Públicas das Leis de Zoneamento e Código de Obras</div>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Dia 18/6</div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Horário: das 18h às 22h</div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Local: CEU Zilda Arns Neumann, <a href="https://www.google.com/maps/search/Rua+Th%C3%AAda+Figueiredo+Rega,+155+-+Jardim+Elvira?entry=gmail&amp;source=g" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/search/Rua%2BTh%25C3%25AAda%2BFigueiredo%2BRega,%2B155%2B-%2BJardim%2BElvira?entry%3Dgmail%26source%3Dg&amp;source=gmail&amp;ust=1718114231214000&amp;usg=AOvVaw1-jCf_O5h9AVlSJkYhvLsw" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">Rua Thêda Figueiredo Rega, 155 &#8211; Jardim Elvira</a></div>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Dia 19/6</div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Horário: das 18h às 22h</div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Local: Prefeitura de Osasco &#8211; Sala Luiz Roberto Claudino da Silva, <a href="https://www.google.com/maps/search/Avenida+L%C3%A1zaro+de+Mello+Brand%C3%A3o,+300?entry=gmail&amp;source=g" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/search/Avenida%2BL%25C3%25A1zaro%2Bde%2BMello%2BBrand%25C3%25A3o,%2B300?entry%3Dgmail%26source%3Dg&amp;source=gmail&amp;ust=1718114231214000&amp;usg=AOvVaw0RzY4H17agoVQ24tZl8P1d" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">Avenida Lázaro de Mello Brandão, 300</a></div>
<div></div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Dia 20/6</div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Horário: das 18h às 22h</div>
<div data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Local: CEU Saramago, Avenida José de Andrade, 1355 &#8211; Santo Antônio</div>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-realiza-audiencias-publicas-das-leis-de-zoneamento-e-codigo-de-obras/">Osasco realiza Audiências Públicas das Leis de Zoneamento e Código de Obras</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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