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	<title>Dengue &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 14:24:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Dengue &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Vacina Butantan-DV contra a Dengue: Entenda as Restrições para Gestantes, Lactantes e Puérperas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vacina Butantan-DV, um imunizante tetravalente de dose única desenvolvido pelo Instituto Butantan para combater a dengue, apresenta restrições específicas para determinados grupos. Mulheres grávidas, lactantes (que amamentam) e puérperas (que deram à luz há menos de 45 dias e estão amamentando) não têm indicação para receber este imunizante. A principal razão para essa contraindicação [&#8230;]</p>
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<p>A vacina Butantan-DV, um imunizante tetravalente de dose única desenvolvido pelo Instituto Butantan para combater a dengue, apresenta restrições específicas para determinados grupos. Mulheres grávidas, lactantes (que amamentam) e puérperas (que deram à luz há menos de 45 dias e estão amamentando) não têm indicação para receber este imunizante. A principal razão para essa contraindicação é a ausência de estudos clínicos que comprovem a segurança e eficácia da vacina nesses públicos, levando o Butantan a adotar uma postura de precaução.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Precaução com Imunizantes de Vírus Vivo Atenuado</h2>



<p>A Butantan-DV, sendo uma vacina de vírus vivo atenuado (enfraquecido), segue um protocolo de precaução comum a esse tipo de imunizante. A gerente de farmacovigilância do Butantan e diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mayra Moura, explica que, sem dados específicos que respaldem a segurança em gestantes, lactantes e puérperas, a vacinação não é recomendada. Embora não haja indícios de eventos adversos graves em bebês com outras vacinas atenuadas, a falta de comprovação direta impede a liberação para esses grupos. O risco teórico, ainda que não confirmado, de o vírus atravessar a placenta e infectar o feto ou ser transmitido pelo leite materno, é o cerne dessa cautela.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto da Aprovação e Distribuição da Butantan-DV</h2>



<p>A Butantan-DV foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro de 2025, estabelecendo sua indicação para pessoas entre 12 e 59 anos, conforme as diretrizes da bula. Posteriormente, o imunizante foi incorporado ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. O plano de aplicação teve início em janeiro de 2026, com foco inicial em indivíduos de 15 a 59 anos em cidades selecionadas de São Paulo, Minas Gerais e Ceará. Em fevereiro, o Ministério da Saúde expandiu a cobertura para 1,2 milhão de profissionais de saúde da atenção primária em todo o país. O estado de São Paulo, por sua vez, ampliou ainda mais o acesso, disponibilizando a vacina para todos os profissionais de saúde das redes pública e privada, além da população geral de 59 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Orientações Específicas para Gestantes</h2>



<p>A contraindicação para gestantes não se limita à Butantan-DV, abrangendo geralmente todas as vacinas atenuadas devido ao potencial risco teórico de transmissão vertical do vírus. Embora estudos com outras vacinas atenuadas, como a da rubéola, não tenham mostrado problemas de má formação em casos de vacinação inadvertida durante a gravidez, a ausência de dados concretos para a vacina da dengue mantém a restrição. Por precaução, mulheres com potencial para engravidar devem evitar a concepção por pelo menos um mês após a vacinação com imunizantes vivos atenuados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conduta em Casos de Vacinação Inadvertida</h3>



<p>Caso uma gestante seja vacinada acidentalmente, é imprescindível notificar a unidade de saúde onde o imunizante foi aplicado. Além disso, é crucial manter um acompanhamento médico rigoroso durante o pré-natal e nos primeiros meses após o nascimento do bebê. O obstetra deve ser informado, e a equipe médica pode contatar o Instituto Butantan para que o serviço de farmacovigilância também monitore o caso, garantindo a segurança da mãe e da criança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações para Lactantes e Puérperas Amamentando</h2>



<p>O mesmo princípio de precaução se estende às lactantes, pela possibilidade teórica de transmissão do vírus da vacina ao bebê via leite materno. A bula da Butantan-DV contraindica a vacinação para lactantes. Embora o PNI não restrinja em casos de bebês com mais de 6 meses, a falta de dados de segurança suficientes leva o Butantan a não recomendar a vacinação para lactantes em geral. Uma exceção pode ser considerada se a mulher apresentar um risco significativamente elevado de contrair dengue, cenário em que o balanço entre risco e benefício individual de se imunizar deve ser cuidadosamente avaliado. Para puérperas, a contraindicação só se aplica se estiverem amamentando; caso contrário, não há restrição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Notificar e Buscar Acompanhamento</h2>



<p>Mulheres grávidas, lactantes ou puérperas que foram vacinadas inadvertidamente com a Butantan-DV devem entrar em contato com uma unidade de saúde, preferencialmente aquela onde receberam a dose, para que o caso seja devidamente notificado à secretaria municipal de saúde. Adicionalmente, é fundamental procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do Instituto Butantan. Como fabricante, o Butantan realizará um monitoramento detalhado do estado de saúde da mulher durante a gestação e até 60 dias após o parto, assegurando um acompanhamento completo e responsável.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/vacina-butantan-dv-contra-a-dengue-entenda-as-restricoes-para-gestantes-lactantes-e-puerperas/">Vacina Butantan-DV contra a Dengue: Entenda as Restrições para Gestantes, Lactantes e Puérperas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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		<title>Cotia reforça cuidados e orienta população no combate à dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os índices de contaminação por dengue seguem estáveis e controlados na cidade de Cotia, segundo dados da Vigilância Ambiental, órgão vinculado à Secretaria de Saúde. A Secretaria reforça a importância da colaboração da população na eliminação de criadouros do mosquito, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como vasos, garrafas, calhas e caixas d’água. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os índices de contaminação por dengue seguem estáveis e controlados na cidade de Cotia, segundo dados da Vigilância Ambiental, órgão vinculado à Secretaria de Saúde.</p>
<p data-start="505" data-end="841">A Secretaria reforça a importância da colaboração da população na eliminação de criadouros do mosquito, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como vasos, garrafas, calhas e caixas d’água. Paralelamente, o município mantém ações contínuas de prevenção e combate ao <em data-start="780" data-end="795">Aedes aegypti</em>, mosquito transmissor da doença, que incluem:</p>
<ul>
<li data-start="843" data-end="1209">
<figure id="attachment_88926" class="wp-caption alignright" aria-describedby="caption-attachment-88926"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-88926" src="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-450x300.jpg" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" srcset="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-450x300.jpg 450w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-1622x1080.jpg 1622w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-768x511.jpg 768w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-1536x1023.jpg 1536w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-2048x1363.jpg 2048w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-750x499.jpg 750w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-1140x759.jpg 1140w" alt="" width="450" height="300" data-pin-no-hover="true" /><figcaption id="caption-attachment-88926" class="wp-caption-text"><strong>Foto: Juliano Barbosa</strong></figcaption></figure>
<p>bloqueio de criadouros em quarteirões próximos a casos positivos;<br data-start="910" data-end="913" />• atendimento a denúncias feitas por munícipes;<br data-start="960" data-end="963" />• inspeções em imóveis especiais, como escolas e outros equipamentos públicos;<br data-start="1041" data-end="1044" />• monitoramento de pontos estratégicos, como ferros-velhos e locais com maior risco de proliferação;<br data-start="1144" data-end="1147" />• ações permanentes de educação em saúde em escolas e eventos.</li>
</ul>
<p data-start="1211" data-end="1423">Segundo a Secretaria de Saúde, está prevista para o mês de maio a realização do Levantamento de Densidade Larvária (LDL), método que identifica os níveis de infestação de larvas do mosquito em determinadas áreas.</p>
<p data-start="1425" data-end="1606">De acordo com a Vigilância Ambiental, Cotia registra 38 casos confirmados da doença, 38 em investigação, 679 descartados e um óbito — uma mulher de 89 anos, que apresentava comorbidades como doença renal e hipertensão.</p>
<p data-start="1608" data-end="1629"><strong data-start="1608" data-end="1629">Vacina disponível</strong></p>
<p data-start="1631" data-end="1799">A vacina contra a dengue está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, nas 26 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Cotia, para a população entre 10 e 14 anos.</p>
<p data-start="1801" data-end="2016">A imunização é feita em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Para se vacinar, é necessário comparecer à UBS mais próxima com documento oficial com foto, CPF ou cartão do SUS, além da caderneta de vacinação.</p>
<p data-start="2018" data-end="2265">A vacina é composta por vírus atenuado e pode ser aplicada independentemente de infecção prévia. No entanto, é contraindicada para pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo aquelas em tratamento com terapias imunossupressoras.</p>
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		<title>Américas enfrentam dengue impulsionada por crise climática, alerta Opas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:35:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/americas-enfrentam-dengue-impulsionada-por-crise-climatica-alerta-opas/">Américas enfrentam dengue impulsionada por crise climática, alerta Opas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula &#8220;Uma Só Saúde&#8221;, realizada em Lyon, na França, coincidindo com o Dia Mundial da Saúde, onde especialistas globais debateram estratégias para enfrentar ameaças sanitárias emergentes. Segundo a Opas, a doença, antes restrita a regiões tropicais, agora serve como um &#8220;termômetro da crise climática&#8221;, sinalizando uma nova e preocupante era para a saúde pública na região.</p>
<p> A escalada sem precedentes da dengue nas Américas</p>
<p>O cenário epidemiológico da dengue nas Américas em 2024 é descrito pela Opas como crítico e sem precedentes. Com 13 milhões de casos notificados e a triste marca de mais de oito mil vidas perdidas em tão pouco tempo, a doença tem sobrecarregado sistemas de saúde e imposto um ônus social e econômico significativo. Historicamente, a dengue era vista como uma enfermidade tropical, confinada a zonas geográficas específicas com climas quentes e úmidos. No entanto, os dados atuais revelam uma expansão geográfica alarmante, com o vetor e a doença avançando para regiões onde anteriormente não sobreviam, ou onde sua incidência era marginal. Este fenômeno reclassifica a dengue de uma questão de saúde sazonal ou local para uma crise de saúde pública continental, diretamente influenciada por fatores ambientais e climáticos que alteram o habitat e o comportamento do Aedes aegypti.</p>
<p> O impacto das mudanças climáticas e o avanço do Aedes</p>
<p>A lógica por trás da explosão de casos de dengue, segundo a Opas, é &#8220;simples e preocupante&#8221; e está intrinsecamente ligada às alterações climáticas e à expansão urbana descontrolada. As temperaturas mais altas, uma consequência direta do aquecimento global, aceleram múltiplos aspectos do ciclo de vida do Aedes aegypti. A elevação da temperatura encurta o tempo de desenvolvimento do mosquito, aumenta sua taxa de reprodução, acelera a replicação do vírus da dengue dentro do inseto (período de incubação extrínseco) e eleva a frequência de picadas do mosquito infectado, potencializando a transmissão.</p>
<p>Além disso, as chuvas irregulares e extremas desempenham um papel crucial. Períodos de seca prolongada seguidos por chuvas torrenciais criam uma miríade de novos criadouros, enchendo recipientes, pneus abandonados e qualquer tipo de depósito de água em áreas urbanas e periurbanas. A expansão urbana descontrolada, por sua vez, agrava a situação ao gerar um ambiente propício para a proliferação do mosquito. A falta de saneamento básico adequado, a gestão deficiente de resíduos sólidos e as práticas de armazenamento de água em muitas comunidades criam condições ideais para a eclosão dos ovos do Aedes aegypti. Este conjunto de fatores climáticos e ambientais permite que o mosquito colonize novas áreas, levando consigo não apenas a dengue, mas também outras arboviroses como zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, oropouche, transformando estas doenças em um verdadeiro &#8220;termômetro da crise climática&#8221;.</p>
<p> A nova abordagem: Conceito &#8220;Saúde Única&#8221; para o futuro</p>
<p>Diante da complexidade e da interconexão dos desafios de saúde atuais, o diretor da Opas, o médico brasileiro Jarbas Barbosa, defende veementemente uma mudança de abordagem: o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; (One Health). Esta filosofia integra ações e políticas em diferentes áreas, reconhecendo e reforçando a interdependência intrínseca entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ao invés de tratar cada uma dessas esferas de forma isolada, a &#8220;Saúde Única&#8221; propõe uma visão holística e coordenada, onde as ações em uma área beneficiam as outras. Por exemplo, a proteção de ecossistemas e a redução da poluição ambiental impactam diretamente na qualidade de vida das populações e na diminuição da incidência de doenças zoonóticas e transmitidas por vetores.</p>
<p>O Dr. Barbosa enfatiza a urgência dessa integração: &#8220;Este é o melhor jeito de responder aos atuais desafios que temos agora, como as doenças transmitidas por vetores e outras doenças na nossa região das Américas, mas também para estar preparado para a próxima pandemia.&#8221; A abordagem &#8220;Saúde Única&#8221; é vista como fundamental para construir resiliência frente às ameaças sanitárias emergentes e reemergentes, permitindo uma resposta mais eficaz e proativa. Ao considerar a saúde de forma interconectada, é possível desenvolver estratégias mais abrangentes que abordam as causas profundas das doenças, em vez de apenas seus sintomas, e que envolvam múltiplos setores como agricultura, meio ambiente, planejamento urbano e saúde pública.</p>
<p> Desafios e ambições da Opas para 2030</p>
<p>A Opas, com sua visão de &#8220;Saúde Única&#8221;, estabeleceu uma meta ambiciosa para as Américas: eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030. Este objetivo de erradicação ou eliminação de doenças como a malária, a oncocercose, o sarampo, a rubéola e, em última instância, a redução da carga da dengue, representa um desafio monumental, mas é considerado alcançável com a devida colaboração e investimento. Os desafios para atingir esta meta são múltiplos e complexos. As mudanças climáticas continuarão a ser um fator de complicação, alterando a dinâmica de transmissão de doenças e exigindo adaptação constante. Disparidades socioeconômicas e o acesso desigual a serviços de saúde e saneamento também representam barreiras significativas.</p>
<p>Para superar esses obstáculos, a Opas e seus parceiros se concentram em diversas estratégias. Isso inclui o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a ampliação do acesso a vacinas e tratamentos, o controle vetorial integrado e, crucialmente, a educação e o engajamento comunitário. A promoção de políticas intersetoriais que incentivem o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a segurança alimentar são pilares da abordagem &#8220;Saúde Única&#8221;. A meta de 2030 não é apenas sobre a eliminação de doenças específicas, mas sobre a construção de sistemas de saúde mais robustos, equitativos e resilientes, capazes de proteger a população das Américas contra as ameaças de saúde do presente e do futuro.</p>
<p> Uma nova era de desafios de saúde e a resposta integrada</p>
<p>O avanço implacável da dengue nas Américas, com seus números alarmantes de casos e mortes em 2024, ressalta a urgência de uma nova perspectiva em saúde pública. A Opas deixa claro que esta crise não é um evento isolado, mas uma manifestação direta das complexas interações entre saúde humana, animal e ambiental, acentuadas pelas mudanças climáticas e pela urbanização desordenada. A transição da dengue de uma doença tropical para um &#8220;termômetro da crise climática&#8221; exige uma mudança radical na forma como enfrentamos as ameaças sanitárias. O conceito &#8220;Saúde Única&#8221;, que promove a colaboração intersetorial e a visão holística da saúde, emerge como a estratégia mais promissora. Ao integrar esforços para a prevenção e controle de doenças transmitidas por vetores e para a preparação para futuras pandemias, as Américas podem aspirar a construir um futuro mais saudável e resiliente. A meta ambiciosa de eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030, embora desafiadora, é um testemunho do compromisso em forjar um novo caminho, onde a saúde não é vista em silos, mas como um ecossistema interligado que demanda ação coletiva e coordenada.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. O que significa &#8220;dengue é um termômetro da crise climática&#8221;?<br />
Significa que a proliferação da dengue e sua expansão para novas regiões são um indicador direto e visível dos impactos das mudanças climáticas, como o aumento das temperaturas e as chuvas irregulares, que criam condições ideais para o mosquito Aedes aegypti e a transmissão da doença.</p>
<p>2. Qual é a principal causa do aumento de casos de dengue nas Américas em 2024?<br />
Segundo a Opas, o principal impulsionador do aumento recorde de casos de dengue em 2024 são as mudanças climáticas, que criam ambientes mais favoráveis para a reprodução e dispersão do Aedes aegypti, somadas à expansão urbana descontrolada.</p>
<p>3. O que é o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; defendido pela Opas?<br />
&#8220;Saúde Única&#8221; (One Health) é uma abordagem colaborativa e multissetorial que reconhece a interconexão entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ela busca integrar esforços para enfrentar desafios de saúde de forma holística, como doenças transmitidas por vetores e a preparação para pandemias.</p>
<p>4. Além da dengue, quais outras doenças são transmitidas pelo Aedes aegypti?<br />
O Aedes aegypti é o vetor de diversas outras arboviroses importantes, incluindo zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, o vírus oropouche.</p>
<p>Diante deste cenário crítico, a conscientização e a ação coletiva são fundamentais. Apoie as campanhas de saúde pública, adote medidas preventivas em sua comunidade e exija políticas que promovam a saúde ambiental. Juntos, podemos construir um futuro mais saudável e resiliente.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Coalizão global de saúde prioriza o Combate à dengue como primeiro desafio</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/coalizao-global-de-saude-prioriza-o-combate-a-dengue-como-primeiro-desafio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 05:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou um passo significativo para a equidade global em saúde: a recém-formada Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo elegeu o combate à dengue como sua primeira área de atuação prioritária. Criada sob a presidência brasileira do G20 em 2024, esta iniciativa multilateral visa ampliar mundialmente o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou um passo significativo para a equidade global em saúde: a recém-formada Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo elegeu o combate à dengue como sua primeira área de atuação prioritária. Criada sob a presidência brasileira do G20 em 2024, esta iniciativa multilateral visa ampliar mundialmente o acesso equitativo a medicamentos essenciais, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde, com foco especial nos países em desenvolvimento que historicamente enfrentam maiores barreiras à produção e inovação. A escolha da dengue reflete a urgência de uma doença que afeta milhões e cuja expansão é intensificada pelas mudanças climáticas globais, demandando uma resposta coordenada e robusta da comunidade internacional para proteger a população mundial de forma abrangente e eficaz.</p>
<p> A nova coalizão global e o desafio da dengue</p>
<p> Um compromisso mundial por equidade em saúde<br />
A Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo é uma iniciativa estratégica forjada pela presidência brasileira do G20 em 2024. Sua missão central é promover mundialmente o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde, com um olhar diferenciado para os países em desenvolvimento, onde a capacidade de produção e inovação enfrenta obstáculos mais significativos. Além do Brasil, compõem o grupo a África do Sul, Alemanha, China, França, Indonésia, Reino Unido, Rússia, Turquia, União Europeia e União Africana, demonstrando um amplo espectro de cooperação internacional. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assumirá o papel de secretariado executivo da coalizão, apostando em sua vasta experiência em projetos de cooperação internacional, sobretudo com países da África e América Latina, para desenvolver competências locais científicas, tecnológicas e, em alguns casos, industriais. Esta abordagem estruturante busca fortalecer as capacidades regionais e garantir que o avanço tecnológico na área da saúde seja distribuído de forma justa pelo mundo.</p>
<p> A dengue: uma ameaça global agravada pelo clima<br />
A escolha da dengue como o primeiro eixo de ações prioritárias da coalizão foi justificada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em função da ampla distribuição da doença, que é endêmica em mais de 100 países e coloca em risco mais da metade da população mundial. Estima-se que ocorram entre 100 milhões e 400 milhões de infecções anualmente. O ministro destacou que essa expansão está diretamente relacionada às mudanças climáticas globais, que têm provocado o aumento das temperaturas, volumes de chuvas alterados e níveis mais elevados de umidade – condições que se mostram favoráveis para a transmissão do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Esse cenário também se aplica a outras arboviroses preocupantes, como a febre amarela, zika, chikungunya e febre oropouche. Padilha citou como exemplo de parcerias internacionais exitosas o acordo envolvendo a vacina contra a dengue Butantan DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Uma colaboração com a empresa chinesa WuXi, anunciada no final do ano passado, visa expandir a capacidade de fornecimento do imunizante, com a previsão de entrega de aproximadamente 30 milhões de doses no segundo semestre de 2026. A visão é de um mundo com mais vacinas e medicamentos acessíveis, em contrapartida a conflitos e perdas de vidas.</p>
<p> Fortalecendo a produção nacional e a inovação</p>
<p> Transferência tecnológica e o imunossupressor Tacrolimo<br />
Em uma outra frente de fortalecimento da autonomia em saúde, o Ministério da Saúde anunciou o início da produção 100% nacional do medicamento imunossupressor Tacrolimo. Este fármaco é crucial para reduzir a resposta do sistema imunológico, evitando a rejeição de órgãos transplantados pelo organismo do paciente. A transferência tecnológica completa para viabilizar essa produção foi realizada em parceria com a Índia. O ministro destacou a relevância dessa iniciativa, ressaltando que cerca de 120 mil brasileiros recebem o Tacrolimo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) atualmente. O custo mensal do medicamento, que varia entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil, representa um encargo significativo, considerando que pacientes transplantados precisam fazer uso contínuo por toda a vida. Com a produção nacional, o governo busca garantir a segurança do tratamento para esses pacientes, assegurando que o medicamento chegará a eles independentemente de crises globais, conflitos, pandemias ou interrupções na circulação internacional do produto. A produção local, por meio de uma fundação pública, oferece total garantia de acesso.</p>
<p> O avanço das vacinas de RNA mensageiro no Brasil<br />
O ministro Alexandre Padilha também informou sobre a instalação de um novo centro de competência dedicado à produção de vacinas de RNA mensageiro (mRNA) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A tecnologia de mRNA utiliza uma molécula que transporta instruções genéticas do DNA para as células, permitindo que o corpo produza proteínas específicas do patógeno (como um vírus ou bactéria) e, assim, desenvolva uma resposta imunológica. Diferentemente das vacinas tradicionais, que empregam o patógeno enfraquecido ou inativado, as vacinas de mRNA usam apenas o código genético, oferecendo uma abordagem inovadora e potencialmente mais rápida para o desenvolvimento de imunizantes.</p>
<p>O Brasil já possui duas plataformas em desenvolvimento para essa tecnologia, uma na Fiocruz e outra no Instituto Butantan, com investimentos federais que somam cerca de R$ 150 milhões. O novo centro na UFMG receberá um investimento adicional de R$ 65 milhões para impulsionar ainda mais o desenvolvimento dessa tecnologia. Com essas três instituições públicas atuando na produção de vacinas de RNA mensageiro, o país não só expandirá sua capacidade de absorver e desenvolver tecnologias para diversas doenças, mas também estará significativamente mais preparado para responder rapidamente a novas pandemias ou ao surgimento de novos vírus, fortalecendo a soberania sanitária e a capacidade de resposta a emergências em saúde.</p>
<p>A criação da Coalizão Global e as iniciativas nacionais para fortalecer a produção de saúde, como a fabricação do Tacrolimo e o avanço nas vacinas de mRNA, representam um esforço robusto do Brasil e de seus parceiros para construir um sistema de saúde global mais equitativo e resiliente. Ao priorizar o combate à dengue e investir em inovação e autonomia tecnológica, o país demonstra seu compromisso em enfrentar desafios sanitários complexos e garantir acesso a tratamentos essenciais, impactando positivamente a vida de milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Essas ações sublinham a importância da cooperação internacional e do desenvolvimento de capacidades locais para um futuro com menos doenças e mais saúde acessível para todos.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo?<br />
É uma iniciativa multilateral criada sob a presidência brasileira do G20 em 2024, com o objetivo de promover o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde em nível mundial, com foco nos países em desenvolvimento. Seus membros incluem nações do G20, a União Europeia e a União Africana.</p>
<p>Por que o combate à dengue é a primeira prioridade da Coalizão?<br />
A dengue foi escolhida como primeira prioridade devido à sua vasta abrangência global, sendo endêmica em mais de 100 países e ameaçando mais da metade da população mundial. Sua expansão é agravada pelas mudanças climáticas, que criam condições ideais para a proliferação do vetor, tornando-a uma emergência de saúde global que demanda uma resposta coordenada.</p>
<p>Quais são os avanços recentes do Brasil na produção de tecnologias de saúde?<br />
O Brasil anunciou a produção 100% nacional do imunossupressor Tacrolimo por meio de transferência tecnológica com a Índia. Além disso, um novo centro para desenvolvimento e produção de vacinas de RNA mensageiro será instalado na UFMG, complementando as plataformas já existentes na Fiocruz e no Instituto Butantan. Essas iniciativas visam fortalecer a autonomia e a capacidade de resposta do país em saúde.</p>
<p>Para acompanhar de perto o impacto dessas iniciativas e as próximas etapas na construção de um sistema de saúde global mais equitativo, continue a nos seguir e informe-se sobre os avanços que moldam o futuro da saúde mundial.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Temperaturas elevadas impulsionam dengue; saiba como combater o mosquito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[aedes]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[são]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As previsões de altas temperaturas para os próximos dias em São Paulo acendem um alerta crucial para a saúde pública: o risco de proliferação da dengue. O calor intenso cria um ambiente propício para o ciclo reprodutivo do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Com a elevação térmica, a velocidade de desenvolvimento do mosquito e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As previsões de altas temperaturas para os próximos dias em São Paulo acendem um alerta crucial para a saúde pública: o risco de proliferação da dengue. O calor intenso cria um ambiente propício para o ciclo reprodutivo do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Com a elevação térmica, a velocidade de desenvolvimento do mosquito e do vírus em seu interior aumenta significativamente, tornando cada foco de água parada um potencial criadouro perigoso. A eliminação desses locais, sejam eles grandes ou minúsculos, é a estratégia mais eficaz para conter o avanço da dengue e proteger a população. A vigilância e a ação comunitária tornam-se indispensáveis neste período, demandando a colaboração de todos para prevenir novos casos.</p>
<p> O perigo do calor e a proliferação do Aedes aegypti</p>
<p>O clima quente e úmido, característico do verão brasileiro, é um fator determinante para a rápida proliferação do mosquito Aedes aegypti. As altas temperaturas aceleram o metabolismo do inseto, reduzindo o tempo de eclosão dos ovos, o desenvolvimento das larvas e pupas, e o período de incubação do vírus em mosquitos adultos. Isso significa que, em condições favoráveis de calor, o Aedes atinge a fase adulta mais rapidamente e pode transmitir a doença em um período menor após ser infectado. A presença de água parada, mesmo em quantidades mínimas, é o elo crucial para que esse ciclo de reprodução se complete, transformando-se em um vetor eficiente da doença.</p>
<p> O ciclo de vida do mosquito</p>
<p>A diretriz central para a prevenção da dengue reside na interrupção do ciclo de vida do Aedes aegypti. Este mosquito depende da água para depositar seus ovos, que podem sobreviver por meses em locais secos e eclodir assim que entram em contato com a água. Por essa razão, a vistoria semanal de residências e seus arredores é uma medida de saúde pública fundamental. Mesmo pequenas quantidades de água parada podem se transformar em criadouros do mosquito. Tampas de garrafa, vasos de plantas com acúmulo de água ou calhas entupidas são exemplos de locais que, por vezes, passam despercebidos, mas são mais do que suficientes para se tornarem berçários do mosquito. A conscientização sobre a importância de eliminar cada potencial criadouro é a chave para a segurança coletiva.</p>
<p> Estratégias essenciais para a prevenção doméstica</p>
<p>A prevenção da dengue começa dentro de casa e se estende aos arredores. A mobilização individual e comunitária é indispensável para evitar que residências se transformem em ambientes propícios para a reprodução do Aedes aegypti. A vigilância e as autoridades de saúde reforçam a necessidade de um olhar atento e constante, especialmente após períodos de chuva, quando o acúmulo de água pode ser facilmente negligenciado. Cada morador tem um papel fundamental na manutenção de um ambiente livre de focos do mosquito.</p>
<p> Dicas práticas para eliminar criadouros</p>
<p>Para garantir um ambiente seguro e livre do mosquito da dengue, algumas ações rotineiras são cruciais e devem ser incorporadas ao cotidiano:</p>
<p>   Descarte correto do lixo: Mantenha o lixo sempre em sacos plásticos bem amarrados e as lixeiras devidamente fechadas. O acúmulo de resíduos pode criar pequenos depósitos de água, tornando-se um local ideal para a desova do mosquito.<br />
   Atenção às calhas: Remova regularmente folhas, galhos e qualquer outro material que possa obstruir o fluxo da água em calhas e lajes, prevenindo o acúmulo de água que seria um convite à proliferação.<br />
   Pratos de vasos de plantas: Encha os pratos de vasos de plantas com areia até a borda. A areia retém a umidade necessária para a planta, mas impede que a água se acumule e se torne um criadouro para o Aedes aegypti.<br />
   Plantas aquáticas: Troque a água das plantas aquáticas pelo menos uma vez por semana e lave o vaso com escova e sabão para eliminar possíveis ovos aderidos às suas paredes. É uma medida simples, mas muito eficaz.<br />
   Garrafas e recipientes: Armazene garrafas, baldes e outros recipientes que possam acumular água sempre virados para baixo, protegidos da chuva. Caso não possam ser virados, certifique-se de que estejam cobertos ou guardados em local seco.<br />
   Caixas-d&#8217;água e objetos descartados: Mantenha caixas-d&#8217;água e cisternas bem vedadas. Descarte corretamente objetos sem uso que possam acumular água, como pneus velhos, embalagens, latas e entulhos, destinando-os a locais apropriados.</p>
<p> Cenário epidemiológico e sintomas de alerta</p>
<p>Além das ações preventivas, o monitoramento contínuo dos casos de arboviroses é fundamental para direcionar as políticas de saúde pública e informar a população sobre a gravidade da situação. No estado de São Paulo, os dados mais recentes indicam um cenário que exige atenção redobrada da população e das autoridades sanitárias, com a contabilização de casos tanto de dengue quanto de chikungunya.</p>
<p> Dengue e chikungunya: números e sinais</p>
<p>Até meados de outubro, o estado de São Paulo registrou um total de 15.744 casos confirmados de dengue, com seis óbitos lamentáveis. Em relação à chikungunya, outra arbovirose transmitida pelo mesmo mosquito, foram confirmados 315 casos e dois óbitos. Esses números reforçam a necessidade de manter a vigilância e a prevenção ativas em todas as regiões, sublinhando a importância da detecção precoce e do tratamento adequado para evitar o agravamento das condições de saúde.</p>
<p>A população deve estar atenta aos sintomas da dengue, que geralmente surgem de forma súbita e perduram por cerca de cinco a sete dias. Os principais indicadores incluem:</p>
<p>   Febre alta, atingindo entre 39°C e 40°C.<br />
   Dores intensas no corpo e nas articulações, muitas vezes descritas como &#8220;quebra-ossos&#8221;.<br />
   Dor característica atrás dos olhos, que pode piorar com o movimento.<br />
   Sensação de mal-estar generalizado e fadiga.<br />
   Perda de apetite.<br />
   Dor de cabeça persistente.<br />
   Aparecimento de manchas vermelhas na pele, geralmente no tronco e membros.<br />
   Em casos mais graves, podem ocorrer hemorragias, indicando a necessidade urgente de atendimento médico.<br />
   Em crianças, a dor abdominal é um sintoma comum e deve ser observada com especial atenção.</p>
<p>Ao apresentar qualquer um desses sintomas, a orientação é procurar um serviço de saúde imediatamente para obter um diagnóstico preciso e iniciar o tratamento adequado, evitando complicações que podem ser fatais.</p>
<p> Recursos e informações para a população</p>
<p>No esforço contínuo para educar e informar a população, foram desenvolvidos canais específicos para esclarecer dúvidas e combater a desinformação sobre as arboviroses. A disseminação de informações confiáveis é um pilar essencial na estratégia de saúde pública, capacitando os cidadãos a tomarem as melhores decisões para sua saúde e a de sua comunidade.</p>
<p> O portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221;</p>
<p>Para auxiliar os cidadãos no combate à dengue, zika e chikungunya, o governo de São Paulo lançou o portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221;. Esta plataforma online reúne as cem perguntas mais frequentes pesquisadas na internet sobre as doenças, oferecendo respostas claras e baseadas em evidências científicas. O objetivo é desmistificar fake news que circulam nas redes sociais e fornecer orientação segura e precisa para a população sobre prevenção, sintomas, tratamento e outras informações cruciais. Acessível a todos por meio do endereço eletrônico www.dengue100duvidas.sp.gov.br, o portal é uma ferramenta valiosa para a educação em saúde e para fortalecer a luta contra essas doenças.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Diante do cenário de altas temperaturas e do aumento no número de casos de dengue e chikungunya, a vigilância e a prevenção tornam-se responsabilidades coletivas inadiáveis. A eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti em residências e ambientes comunitários é a medida mais eficaz e direta para proteger a saúde de todos. É fundamental que cada cidadão adote as práticas recomendadas de limpeza e descarte, mantenha-se informado sobre os sintomas da doença e busque assistência médica ao primeiro sinal de alerta. A união de esforços entre poder público e sociedade civil é a chave para enfrentar e vencer o desafio das arboviroses, garantindo um ambiente mais seguro e saudável para toda a comunidade. A conscientização e a ação preventiva são as ferramentas mais poderosas nesta batalha.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Por que as altas temperaturas favorecem a dengue?<br />
As altas temperaturas aceleram o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e o período de incubação do vírus em seu organismo. Isso significa que o mosquito se reproduz mais rapidamente e se torna capaz de transmitir a doença em menos tempo, aumentando o risco de surtos e a velocidade de propagação da dengue na população.</p>
<p>Quais são os principais sintomas da dengue e quando devo procurar ajuda médica?<br />
Os sintomas incluem febre alta (39-40°C), dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, mal-estar, falta de apetite e manchas vermelhas na pele. É crucial procurar um serviço de saúde imediatamente ao notar qualquer um desses sintomas, especialmente febre persistente, para obter um diagnóstico e tratamento adequados e evitar complicações graves.</p>
<p>Apenas grandes acúmulos de água são perigosos para a proliferação do mosquito?<br />
Não, pequenas quantidades de água parada são suficientes para a reprodução do Aedes aegypti. Tampinhas de garrafa, vasos de plantas com água acumulada, calhas entupidas e pratos de vasos sem areia são exemplos de locais minúsculos que podem se transformar em criadouros. A vistoria semanal e a eliminação de qualquer foco de água são essenciais para uma prevenção eficaz.</p>
<p>É preciso redobrar a atenção após chuvas?<br />
Sim, é fundamental redobrar a atenção após períodos de chuva. A água da chuva pode se acumular em diversos recipientes e superfícies que antes estavam secos, criando novos criadouros para o mosquito Aedes aegypti. Verifique calhas, lajes, pneus, vasos de plantas e qualquer objeto que possa ter coletado água.</p>
<p>Mantenha-se informado e proteja sua família. Acesse o portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221; para mais informações e combata a dengue.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Butantan acelera entrega de vacinas contra dengue para o SUS</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/butantan-acelera-entrega-de-vacinas-contra-dengue-para-o-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 05:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, referência em produção de imunobiológicos no Brasil, anunciou uma importante antecipação na entrega de vacinas contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Um lote de 1,3 milhão de doses da Butantan-DV, inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026, será agora disponibilizado no primeiro semestre do mesmo ano. Essa medida estratégica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, referência em produção de imunobiológicos no Brasil, anunciou uma importante antecipação na entrega de vacinas contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Um lote de 1,3 milhão de doses da Butantan-DV, inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026, será agora disponibilizado no primeiro semestre do mesmo ano. Essa medida estratégica eleva para 2,6 milhões o total de doses que o SUS receberá nos primeiros seis meses de 2026, fortalecendo significativamente a capacidade do país de combater a doença. A decisão reflete o compromisso do Butantan em responder prontamente aos desafios de saúde pública, especialmente em um cenário de crescentes preocupações com a dengue em diversas regiões brasileiras, oferecendo uma ferramenta crucial para a proteção da população.</p>
<p> Aceleração da imunização: um passo estratégico contra a dengue</p>
<p>A antecipação da entrega de 1,3 milhão de doses da vacina Butantan-DV representa um marco crucial na estratégia de saúde pública brasileira. Originalmente programadas para o segundo semestre de 2026, essas doses, somadas ao montante já previsto, resultarão em um total de 2,6 milhões de vacinas disponíveis para o SUS já nos primeiros seis meses daquele ano. Esta medida proativa do Instituto Butantan visa fortalecer a capacidade do país de enfrentar a dengue, uma doença que tem representado um desafio constante e crescente para o Sistema Único de Saúde, especialmente em períodos de alta incidência e surtos epidêmicos.</p>
<p> Impacto da antecipação no combate à doença</p>
<p>A disponibilidade antecipada de um volume tão expressivo de imunizantes permite que as autoridades de saúde planejem com maior eficácia as campanhas de vacinação, priorizando as regiões e populações mais vulneráveis. Em um cenário onde a dengue continua a sobrecarregar hospitais e unidades de saúde, a Butantan-DV surge como uma ferramenta essencial para reduzir a gravidade dos casos, as hospitalizações e, consequentemente, as fatalidades associadas à doença. Este avanço demonstra a agilidade e a responsabilidade do Instituto Butantan em adaptar-se às necessidades urgentes da saúde coletiva, reiterando seu papel fundamental na defesa da vida e no bem-estar da população brasileira. A medida é uma resposta direta à crescente pressão sobre o sistema de saúde, que tem registrado números alarmantes de infecções e óbitos, especialmente durante os picos sazonais da doença. A capacidade de antecipar a oferta de vacinas é um testemunho da robustez do parque fabril e da equipe técnica do instituto, capaz de otimizar processos sem comprometer a qualidade e a segurança do imunizante.</p>
<p> A Butantan-DV: inovação e eficácia nacional</p>
<p>Desenvolvida e produzida integralmente no parque fabril do Instituto Butantan, em São Paulo, a vacina Butantan-DV representa um triunfo da ciência nacional. O imunizante é tetraviral, o que significa que oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), uma característica crucial para a eficácia em regiões onde múltiplos sorotipos circulam simultaneamente. Sua aplicação em dose única simplifica significativamente a logística das campanhas de vacinação, otimizando recursos e aumentando a adesão da população, diferente de esquemas que exigem múltiplas doses.</p>
<p> Perfil da vacina e estratégias de aplicação</p>
<p>A aprovação da Butantan-DV pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso em pessoas de 12 a 59 anos valida sua segurança e eficácia, após rigorosos testes e análises. Os resultados dos estudos clínicos são altamente promissores: o imunizante demonstrou uma eficácia geral de 74,7%, com um impressionante índice de 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme, e 100% de eficácia na prevenção de hospitalizações por dengue. Estes dados posicionam a Butantan-DV como uma ferramenta robusta na prevenção das formas mais severas da doença, que são as principais responsáveis por mortes e sobrecarga no sistema de saúde. A vacina, sendo um produto 100% nacional, também fortalece a capacidade do Brasil de responder a emergências sanitárias sem depender de cadeias de suprimento internacionais, muitas vezes imprevisíveis.</p>
<p>Complementando a chegada das doses, o Ministério da Saúde iniciou em fevereiro uma campanha de vacinação estratégica, direcionada aos profissionais de saúde da Atenção Primária. Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, que somam cerca de 1,2 milhão de trabalhadores, estão sendo imunizados para proteger a linha de frente do SUS. Essa priorização visa garantir que esses profissionais essenciais estejam aptos a continuar prestando assistência à população em meio à crescente demanda causada pela dengue, protegendo não apenas a saúde individual desses trabalhadores, mas também a integridade do sistema de saúde como um todo. A imunização dos profissionais de saúde é um passo fundamental para manter a resiliência dos serviços essenciais.</p>
<p> Expansão e futuro: o novo polo de inovação do Butantan</p>
<p>Para além da entrega de vacinas, o futuro do Instituto Butantan está sendo moldado por iniciativas estratégicas de longo prazo. O governo do estado de São Paulo anunciou a transferência de um terreno no bairro do Jaguaré, zona oeste da capital paulista, para a criação de um novo e ambicioso polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos. Este novo centro representa um salto qualitativo para a ciência e a tecnologia em saúde no Brasil, consolidando a posição do Butantan como um dos maiores produtores de vacinas e soros do mundo.</p>
<p> Um horizonte de investimentos e desenvolvimento biotecnológico</p>
<p>A iniciativa será impulsionada por um investimento substancial de R$ 1,38 bilhão, destinado à construção de novas fábricas equipadas com tecnologias de ponta. Essa expansão não apenas ampliará a capacidade de produção de vacinas existentes, como a contra a dengue e a gripe, mas também abrirá caminho para a pesquisa e desenvolvimento de uma nova geração de imunobiológicos, essenciais para a saúde pública. O objetivo é garantir que o Brasil possua autonomia na produção de insumos estratégicos, reduzindo a dependência de mercados externos e fortalecendo a soberania sanitária do país. Este investimento massivo reflete uma visão estratégica de longo prazo, posicionando o Butantan na vanguarda da biotecnologia global.</p>
<p>O secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, expressou a visão de que esse novo polo transformará São Paulo em um verdadeiro epicentro de excelência científica. “Nessa área, vamos produzir nosso parque fabril para levarmos São Paulo onde queremos: um expoente máximo da ciência, da biotecnologia, do desenvolvimento e da inovação em Saúde no nosso país”, afirmou Paiva, sublinhando o potencial de impacto nacional e internacional da iniciativa. A expectativa é que o Butantan continue a ser um motor de inovação, respondendo não apenas às crises atuais, mas também antecipando e desenvolvendo soluções para os desafios de saúde do futuro, como a emergência de novas doenças e a necessidade de terapias mais eficazes. A criação deste polo de inovação solidifica a reputação do Butantan como um pilar da ciência brasileira e um provedor global de saúde.</p>
<p> Horizontes da saúde pública brasileira com o Butantan</p>
<p>A antecipação na entrega das vacinas Butantan-DV e os ambiciosos planos de expansão do Instituto Butantan sinalizam um futuro promissor para a saúde pública brasileira. A capacidade de produzir imunizantes de alta eficácia, como a vacina contra a dengue, em solo nacional, e a visão de investir massivamente em inovação e novas infraestruturas, reforçam o papel vital do Butantan na segurança sanitária do país. Essas ações conjuntas não só equipam o SUS com as ferramentas necessárias para enfrentar desafios imediatos, como a epidemia de dengue, mas também pavimentam o caminho para que o Brasil se posicione como líder global em biotecnologia e desenvolvimento de soluções em saúde. A continuidade do investimento em ciência e tecnologia é a chave para a resiliência do sistema de saúde e para a proteção contínua da população contra doenças emergentes e reemergentes, garantindo um futuro mais seguro e saudável para todos os brasileiros.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacina Butantan-DV e sua distribuição</p>
<p>   Quantas doses da vacina contra a dengue o Instituto Butantan antecipará para o SUS?<br />
    O Instituto Butantan antecipará a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina Butantan-DV, originalmente previstas para o segundo semestre de 2026, para o primeiro semestre do mesmo ano. Com essa antecipação, um total de 2,6 milhões de doses serão distribuídas ao Sistema Único de Saúde (SUS) na primeira metade de 2026.</p>
<p>   Qual a eficácia da vacina Butantan-DV e para quem ela é indicada?<br />
    A vacina Butantan-DV demonstrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme, e 100% contra hospitalizações por dengue. Ela é aprovada pela Anvisa para uso na população brasileira de 12 a 59 anos, e é aplicada em dose única.</p>
<p>   O que significa a criação de um novo polo de inovação para o Butantan?<br />
    A criação de um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos no bairro do Jaguaré, em São Paulo, representa um investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas. O objetivo é expandir a capacidade de pesquisa, desenvolvimento e produção de vacinas e outros imunobiológicos, fortalecendo a autonomia científica e tecnológica do Brasil na área da saúde.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços na saúde pública brasileira e as campanhas de vacinação. Consulte sempre os canais oficiais do Ministério da Saúde e do Instituto Butantan para obter as informações mais recentes e precisas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Estado do Rio inicia distribuição da nova vacina contra a dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 05:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde pública do Rio de Janeiro marca um passo significativo na luta contra a dengue com o início da distribuição de uma nova vacina. Nesta segunda-feira, todos os 92 municípios fluminenses começam a receber as doses do imunizante produzido pelo Instituto Butantan. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde pública do Rio de Janeiro marca um passo significativo na luta contra a dengue com o início da distribuição de uma nova vacina. Nesta segunda-feira, todos os 92 municípios fluminenses começam a receber as doses do imunizante produzido pelo Instituto Butantan. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), visa proteger a população contra a doença, que anualmente representa um desafio considerável. Com um total de 33.364 doses destinadas ao estado, sendo 12.500 para a capital, a estratégia inicial focará em grupos prioritários, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde. Este avanço na imunização contra a dengue é crucial para reforçar as defesas da população e mitigar os impactos das futuras ondas epidemiológicas, garantindo mais segurança aos cidadãos.</p>
<p> Distribuição e público-alvo prioritário</p>
<p>A distribuição estratégica da nova vacina contra a dengue marca um ponto de virada nas ações de saúde pública fluminenses. Desde a última segunda-feira, todos os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro estão recebendo as remessas do imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan, com a logística operacionalizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). Este lote inicial, composto por 33.364 doses, é fundamental para iniciar a campanha de imunização em solo fluminense, sendo que 12.500 dessas doses foram direcionadas especificamente para a capital, que concentra uma parcela significativa da população e, por vezes, maiores desafios epidemiológicos.</p>
<p> Fases iniciais da imunização</p>
<p>Em consonância com as orientações do Ministério da Saúde, a fase inicial desta campanha de vacinação tem como foco os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Este grupo prioritário não se restringe apenas aos profissionais que atuam diretamente no atendimento ao paciente, como médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e odontólogos, mas também abrange as equipes multiprofissionais – incluindo nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos. Além deles, os agentes comunitários de saúde (ACS) e os agentes de combate às endemias (ACE), que estão na linha de frente do combate ao mosquito vetor e na conscientização da população, também serão contemplados. A decisão de priorizar esses trabalhadores reflete o reconhecimento de sua exposição diária ao vírus e de seu papel indispensável na manutenção e promoção da saúde da comunidade. A expansão para outros segmentos da população será realizada em etapas subsequentes, acompanhando a disponibilidade de novas doses.</p>
<p> Estratégia de vacinação e cenário epidemiológico</p>
<p>A vacinação contra a dengue no Rio de Janeiro será implementada de maneira escalonada e gradual, levando em consideração tanto a disponibilidade de doses quanto a situação epidemiológica específica de cada município. A vacina do Instituto Butantan, licenciada para indivíduos de 12 a 59 anos, será utilizada preferencialmente na faixa etária de 15 a 59 anos. Essa diferenciação se deve ao fato de que a vacina do laboratório Takeda (Qdenga) já é preconizada para a população de 10 a 14 anos. A vacina do Butantan é de dose única e oferece proteção abrangente contra os quatro sorotipos da doença, o que representa um avanço importante na imunização.</p>
<p> Diferenças entre imunizantes</p>
<p>Keli Magno, gerente de Imunização da SES-RJ, esclareceu que a estratégia visa otimizar a cobertura vacinal. A vacina do Butantan será administrada para adolescentes a partir dos 15 anos e adultos até os 59 anos que não tenham sido vacinados com o imunizante da Takeda. Essa abordagem garantirá que diferentes faixas etárias sejam contempladas de forma eficiente, maximizando o impacto da campanha. A disponibilidade do imunizante de dose única simplifica o esquema vacinal, o que pode contribuir para uma maior adesão e cobertura da população.</p>
<p> Vigilância do sorotipo 3</p>
<p>No cenário epidemiológico atual do estado do Rio de Janeiro, os sorotipos 1 e 2 da dengue têm sido os mais predominantes. Contudo, uma preocupação crescente da SES-RJ reside na potencial reintrodução e disseminação do sorotipo 3. Este tipo do vírus não circula no estado desde 2007, o que significa que uma parcela significativa da população fluminense não teve contato prévio com ele, tornando-a vulnerável a uma eventual epidemia caso o sorotipo 3 comece a circular novamente. A vigilância é intensificada, especialmente porque essa variante já é encontrada em estados vizinhos, aumentando o risco de sua propagação no território fluminense. A campanha de vacinação, juntamente com o monitoramento constante, é essencial para mitigar os riscos associados a esta vulnerabilidade.</p>
<p> Prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti</p>
<p>Mesmo com a chegada da vacina e indicadores de dengue em níveis baixos no momento, a Secretaria de Estado de Saúde reforça a importância crítica das ações de prevenção. O alerta é especial para o período pós-Carnaval, quando as condições climáticas se mostram ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. As chuvas intensas que antecederam a folia, combinadas com o calor excessivo típico do verão, criam o ambiente perfeito para a reprodução do vetor, que é responsável pela transmissão não apenas da dengue, mas também da chikungunya e da zika.</p>
<p>Além das condições climáticas favoráveis, a intensa movimentação de turistas no estado durante o Carnaval representa um fator de risco adicional. Visitantes de regiões onde há circulação ativa do vírus podem se tornar portadores, contribuindo para a introdução e disseminação de novos casos em áreas que antes estavam com a situação controlada.</p>
<p> Combate ao mosquito Aedes aegypti</p>
<p>Diante desse cenário, a recomendação primordial da secretaria é que cada cidadão dedique no mínimo dez minutos por semana para realizar uma inspeção detalhada em suas residências e arredores. Essa &#8220;varredura&#8221; inclui a verificação da vedação de caixas d&#8217;água, a limpeza rigorosa de calhas para evitar acúmulo de água, a colocação de areia em pratos de plantas e o descarte adequado da água acumulada em bandejas de geladeiras e ar-condicionados. A conscientização sobre o ciclo de vida do Aedes aegypti é vital: os ovos são depositados em locais com acúmulo de água e eclodem rapidamente com a incidência de sol e calor, transformando-se em mosquitos adultos em poucos dias. O verão, com sua alternância de chuvas e altas temperaturas, é a estação onde o ciclo de reprodução do mosquito encontra condições ideais, exigindo vigilância constante e ação comunitária.</p>
<p> Dados epidemiológicos recentes e ações complementares</p>
<p>O Centro de Inteligência em Saúde da SES-RJ mantém um monitoramento contínuo das arboviroses, com dados atualizados até o dia 20 do mês em curso. O estado registrou 1.198 casos prováveis de dengue e 56 internações, sem confirmação de óbitos até o momento. Em relação à chikungunya, foram contabilizados 41 casos prováveis e 5 internações. Importante destacar que, no território fluminense, não há casos confirmados de zika.</p>
<p> Tecnologia e diagnóstico</p>
<p>A vigilância da dengue, a arbovirose de maior circulação, é realizada por meio de um indicador composto que analisa o volume de atendimentos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), as solicitações de leitos hospitalares e a taxa de positividade dos exames. Esses dados são cruciais para a tomada de decisões e podem ser acompanhados em tempo real na plataforma MonitoraRJ (monitorar.saude.rj.gov.br), garantindo transparência e agilidade na informação. Atualmente, os 92 municípios do estado encontram-se em situação de rotina, mas a vigilância permanece ativa.</p>
<p>Além da recente vacina do Butantan, o Ministério da Saúde iniciou em 2023 o fornecimento da vacina Qdenga, de fabricação japonesa. No estado do Rio de Janeiro, mais de 758 mil doses deste imunizante foram aplicadas. Do público-alvo inicial de 10 a 14 anos, mais de 360 mil crianças e adolescentes receberam a primeira dose, e 244 mil completaram o esquema vacinal com a segunda dose. A SES-RJ também investe na qualificação da rede de saúde através de videoaulas e treinamentos especializados. O estado foi pioneiro ao desenvolver uma ferramenta digital para uniformizar o manejo de casos de dengue nas unidades de saúde, um aplicativo que foi disponibilizado para outros estados brasileiros. Complementarmente, o Laboratório Central Noel Nutels (Lacen-RJ) foi equipado para realizar até 40 mil exames por mês, assegurando a detecção ágil não apenas para dengue, zika e chikungunya, mas também para a febre do Oropouche – uma arbovirose recentemente introduzida, transmitida pelo mosquito Ceratopogonidae, conhecido como Maruim, e não pelo Aedes aegypti. Essas ações integradas reforçam o compromisso com a saúde pública e a proteção da população fluminense.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem são os primeiros a receber a nova vacina contra a dengue no Rio de Janeiro?<br />
Os primeiros a receberem as doses da nova vacina do Instituto Butantan são os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, dentistas, equipes multiprofissionais, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.</p>
<p> Qual a faixa etária recomendada para a vacina do Instituto Butantan e para a vacina da Takeda (Qdenga)?<br />
A vacina do Instituto Butantan é licenciada para uso na faixa etária de 12 a 59 anos, mas recomenda-se sua administração para indivíduos de 15 a 59 anos. A vacina da Takeda (Qdenga) é preconizada para a população de 10 a 14 anos.</p>
<p> Quais são os principais riscos epidemiológicos atuais no estado do Rio de Janeiro em relação à dengue?<br />
Embora os sorotipos 1 e 2 sejam os mais frequentes, a principal preocupação da SES-RJ é com a possível reintrodução do sorotipo 3, que não circula no estado desde 2007. A população é considerada vulnerável a este sorotipo, que já circula em estados vizinhos.</p>
<p> Como posso acompanhar os dados da dengue no Rio de Janeiro?<br />
Os dados podem ser visualizados em tempo real no MonitoraRJ, acessível em monitorar.saude.rj.gov.br, que apresenta um indicador composto de atendimentos em UPAs, solicitações de leitos e taxa de positividade.</p>
<p>Participe ativamente da prevenção! Dedique 10 minutos por semana à sua casa e elimine focos de água parada para combater o Aedes aegypti e proteger sua família.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Osasco inicia vacinação contra a Dengue para profissionais da saúde</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-inicia-vacinacao-contra-a-dengue-para-profissionais-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 14:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A Secretaria de Saúde de Osasco iniciou a vacinação contra a dengue destinada exclusivamente aos profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde do município. Nesta etapa, foram recebidas 1.591 doses da vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e direcionadas a médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div> A Secretaria de Saúde de Osasco iniciou a vacinação contra a dengue destinada exclusivamente aos profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde do município. Nesta etapa, foram recebidas 1.591 doses da vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e direcionadas a médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias. A medida reconhece o papel estratégico desses trabalhadores no cuidado direto à população e no enfrentamento às arboviroses.</div>
<div></div>
<div>A ação acompanha o início da campanha estadual, que passa a ofertar o imunizante nos 645 municípios de São Paulo. A vacina Butantan-DV é a primeira contra a dengue aplicada em dose única no mundo, com proteção contra os quatro sorotipos da doença. Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pessoas de 12 a 59 anos, apresenta eficácia de quase 75% contra casos gerais, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.</div>
<div></div>
<div>Em paralelo, Osasco mantém a vacinação com a QDenga para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme calendário vigente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).</div>
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		<title>Cobertura vacinal contra a dengue: apenas 27% das crianças e jovens completos</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/cobertura-vacinal-contra-a-dengue-apenas-27-das-criancas-e-jovens-completos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 08:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A campanha de vacinação contra a dengue, iniciada há dois anos no Brasil, enfrenta desafios significativos na região de Ribeirão Preto, Barretos e Franca. Apesar da disponibilidade do imunizante para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que representam um dos grupos com maior número de internações pela doença, os índices de cobertura estão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha de vacinação contra a dengue, iniciada há dois anos no Brasil, enfrenta desafios significativos na região de Ribeirão Preto, Barretos e Franca. Apesar da disponibilidade do imunizante para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que representam um dos grupos com maior número de internações pela doença, os índices de cobertura estão muito aquém do ideal, especialmente no que se refere à segunda dose. O Ministério da Saúde recomenda uma cobertura superior a 90%, mas os dados regionais revelam que menos de um terço do público-alvo completou o esquema vacinal, deixando uma grande parcela da população vulnerável à doença. Essa lacuna na imunização compromete a eficácia da proteção coletiva e individual.</p>
<p> Desafios na imunização: a lacuna da segunda dose contra a dengue</p>
<p> Panorama regional e o impacto da não adesão completa</p>
<p>Os números da vacinação contra a dengue na região são alarmantes e expõem uma preocupante queda na adesão à segunda dose do imunizante. Considerando as cidades de Ribeirão Preto, Franca, Sertãozinho e Barretos, a média regional para a primeira dose atinge 55,3% do público-alvo. No entanto, o percentual despenca drasticamente para apenas 27,7% quando se analisa a segunda dose, evidenciando que pouco mais da metade das crianças e adolescentes elegíveis iniciou a vacinação e menos de um terço completou o esquema.</p>
<p>Ribeirão Preto destaca-se com a maior cobertura da primeira dose, alcançando 84,5%, mas registra uma queda acentuada para 35,4% na segunda aplicação. Em Franca, 62,3% receberam a primeira dose, com apenas 37,7% retornando para a dose de reforço. Sertãozinho e Barretos apresentam percentuais ainda mais baixos em ambas as etapas: Sertãozinho com 40,47% na primeira e 21,08% na segunda dose, e Barretos com 33,76% na primeira e meros 16,54% na segunda.</p>
<p>Para Luzia Márcia Romanholi Passos, subsecretária de Vigilância em Saúde, essa disparidade é um dos principais desafios no combate à doença. &#8220;As pessoas tomam a primeira dose, produzem anticorpos, mas precisam da segunda para que esse nível se eleve e seja mais duradouro. Sem completar o esquema, a proteção fica comprometida. É preocupante, porque a vacina está disponível&#8221;, alerta. As cidades da região reforçam que a vacina contra a dengue continua acessível em diversas Unidades Básicas de Saúde, sem necessidade de agendamento, bastando apresentar documento de identificação e a caderneta de vacinação. Em Ribeirão Preto, por exemplo, 39 salas de vacinação estão operantes, com endereços disponíveis no site da prefeitura.</p>
<p> Novas estratégias e o cenário epidemiológico da dengue</p>
<p> A esperança da vacina Butantan-DV e o combate ao mosquito</p>
<p>Diante dos desafios na cobertura vacinal, novas iniciativas buscam fortalecer a imunização. O governo de São Paulo lançou uma campanha de vacinação com a Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Este imunizante, o primeiro do mundo a ser aplicado em dose única, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos e promete ser um aliado crucial para elevar a cobertura vacinal. Estudos demonstraram uma eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações. Inicialmente, a vacina está sendo aplicada em profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal, mas a expectativa é que sua disponibilidade ampliada possa mudar o panorama.</p>
<p>O cenário epidemiológico da dengue na região tem sido de grande preocupação nos últimos anos. Em 2024, Ribeirão Preto confirmou 44.630 casos e 26 mortes; em 2025, os números caíram para 21.580 casos e 11 óbitos. Sertãozinho registrou 2.207 casos e quatro mortes em 2024, saltando para 9.169 casos e 14 óbitos em 2025. Barretos, Jaboticabal e Franca também enfrentaram picos significativos, com milhares de casos e dezenas de mortes anuais. Embora o início de 2026 apresente números menores, a subsecretária Luzia Márcia Romanholi Passos adverte que &#8220;janeiro nunca é preditor&#8221; e que as condições climáticas atuais — chuva frequente, calor e umidade — são ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, encurtando seu ciclo de reprodução e aumentando rapidamente a infestação.</p>
<p>Além da vacinação, as cidades mantêm um esforço contínuo no combate ao mosquito. Ribeirão Preto, por exemplo, realiza vistorias em imóveis, bloqueios de criadouros, nebulização em áreas de risco e mutirões de limpeza. Uma tecnologia inovadora, as estações disseminadoras de larvicida, onde armadilhas contaminam o mosquito que, por sua vez, espalha o larvicida entre os criadouros, foi implementada com cerca de 1,3 mil estações instaladas em pontos estratégicos. Contudo, todos os especialistas reforçam que a eficácia dessas medidas depende da colaboração da população. &#8220;A vacina ajuda, mas só funciona junto com o controle do mosquito. Nenhuma tecnologia substitui o cuidado dentro de casa. O mosquito é vulnerável na fase aquática. A melhor medida é não deixar ele nascer&#8221;, conclui Luzia, reiterando a importância de eliminar recipientes que acumulam água, limpar calhas e verificar ralos e quintais semanalmente.</p>
<p> A importância de completar o esquema vacinal e os riscos da dengue</p>
<p>A baixa cobertura da segunda dose da vacina contra a dengue na região de Ribeirão Preto, Franca e Barretos representa um grave risco para a saúde pública. Apesar dos esforços das autoridades em disponibilizar o imunizante e de implementar novas tecnologias de combate ao mosquito, a proteção efetiva contra a doença só é alcançada com o esquema vacinal completo. Os dados epidemiológicos dos últimos anos revelam a capacidade da dengue de causar surtos e mortes, reforçando a necessidade urgente de engajamento da população. A combinação da vacinação completa com as ações de controle do mosquito nos domicílios é a estratégia mais robusta para prevenir novos surtos e proteger a comunidade contra uma doença que pode ser grave e fatal.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacinação contra a dengue</p>
<p> Quem pode tomar a vacina contra a dengue atualmente?<br />
Atualmente, a vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde é destinada a crianças e adolescentes na faixa etária de 10 a 14 anos. A nova vacina Butantan-DV foi aprovada para pessoas de 12 a 59 anos, mas sua distribuição em larga escala para o público geral ainda não foi anunciada.</p>
<p> Qual a importância da segunda dose da vacina?<br />
A segunda dose é crucial para garantir uma imunização completa e duradoura. Sem ela, a proteção oferecida pela primeira dose pode ser insuficiente e de menor duração, deixando o indivíduo mais vulnerável à infecção e a quadros graves da doença.</p>
<p> Onde posso me vacinar e o que preciso levar?<br />
A vacina está disponível em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e salas de vacinação das cidades da região. É necessário apresentar um documento de identificação com foto e a caderneta de vacinação da criança ou adolescente. Não há necessidade de agendamento prévio.</p>
<p> A nova vacina Butantan-DV já está disponível para o público geral?<br />
Não, a Butantan-DV, embora aprovada pela Anvisa, está sendo aplicada inicialmente em profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal. Sua disponibilização para o público geral dependerá de novas fases e campanhas do governo.</p>
<p>Não espere para proteger sua família. Verifique a caderneta de vacinação e procure a unidade de saúde mais próxima para garantir a imunização completa contra a dengue.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>São Paulo inicia vacinação contra a dengue com Butantan-DV em todos os</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/sao-paulo-inicia-vacinacao-contra-a-dengue-com-butantan-dv-em-todos-os/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 11:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[são]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo marca um avanço significativo na saúde pública ao iniciar nesta segunda-feira (9) uma abrangente campanha de vacinação contra a dengue em todos os seus 645 municípios. A iniciativa pioneira utiliza a Butantan-DV, a primeira vacina do mundo em dose única e desenvolvida para oferecer proteção robusta contra os quatro sorotipos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo marca um avanço significativo na saúde pública ao iniciar nesta segunda-feira (9) uma abrangente campanha de vacinação contra a dengue em todos os seus 645 municípios. A iniciativa pioneira utiliza a Butantan-DV, a primeira vacina do mundo em dose única e desenvolvida para oferecer proteção robusta contra os quatro sorotipos da doença. Neste estágio inicial, a imunização é prioritária para os profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal, reconhecendo seu papel crucial na linha de frente do atendimento. Esta ação coloca São Paulo como o primeiro estado a distribuir o imunizante de forma tão ampla e coordenada, demonstrando um compromisso robusto com a prevenção e controle da dengue no território paulista.</p>
<p> A mobilização para uma vacinação sem precedentes</p>
<p>A campanha de vacinação contra a dengue em São Paulo representa um esforço logístico e estratégico de grande magnitude, focado na proteção dos profissionais que atuam diretamente na saúde da população. Nesta primeira etapa, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) destinou 99 mil doses do imunizante ao estado, com a expectativa de que aproximadamente 216 mil profissionais da atenção básica sejam imunizados. Este grupo inclui médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias, pilares essenciais para a saúde pública e para o sucesso de futuras campanhas de vacinação em larga escala. A escolha desses profissionais como público-alvo inicial visa não apenas protegê-los, mas também fortalecer a infraestrutura de saúde para a continuidade do combate à doença.</p>
<p> A estratégia e o apoio interinstitucional</p>
<p>A coordenação da campanha é fruto de uma colaboração articulada entre diversas instituições. A Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), por meio do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo (CVE), liderou a estratégia em parceria com os Grupos de Vigilância Epidemiológica (GVEs) de todas as regiões do estado, o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems-SP) e o Ministério da Saúde. Esse arranjo interinstitucional garantiu que a logística de distribuição e aplicação das doses fosse adaptada às particularidades de cada localidade, maximizando a eficiência da campanha. Recentemente, foram realizadas reuniões técnicas e capacitações para a rede de saúde, preparando os profissionais para organizar e executar a imunização de forma eficaz. A distribuição das doses foi criteriosamente coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde, considerando critérios técnicos e a capacidade operacional de cada município. Este planejamento minucioso é fundamental para assegurar que a vacina chegue a todos os cantos do estado, reforçando a cobertura e o impacto da iniciativa.</p>
<p> A Butantan-DV: inovação científica e resultados de eficácia</p>
<p>A vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo renomado Instituto Butantan, é um marco na pesquisa científica e na saúde pública global. Sua tecnologia avançada a diferencia por ser a primeira vacina tetravalente contra a dengue administrada em dose única, induzindo proteção contra os quatro sorotipos do vírus. Este aspecto de dose única é particularmente relevante, pois simplifica significativamente a logística de campanhas de imunização em larga escala, reduz custos operacionais e potencialmente aumenta a adesão da população, resultando em uma cobertura vacinal mais rápida e abrangente. Produzida integralmente em São Paulo, a Butantan-DV é o resultado de anos de pesquisa e inovação, refletindo o compromisso do Brasil com o avanço científico no enfrentamento de doenças tropicais.</p>
<p> Uma vacina revolucionária para o combate à dengue</p>
<p>A segurança e eficácia da Butantan-DV são respaldadas por rigorosos ensaios clínicos de fase 3, cujos resultados foram acompanhados por cinco anos e submetidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação. O estudo, conduzido entre 2016 e 2024, envolveu mais de 16 mil voluntários em 14 estados brasileiros. Para o público de 12 a 59 anos, a vacina demonstrou uma eficácia geral de 74,7% e uma impressionante eficácia de 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme. Estes dados foram publicados em prestigiosas revistas científicas como The New England Journal of Medicine e The Lancet Infectious Diseases, confirmando a robustez dos achados. O imunizante mostrou-se seguro e eficaz tanto em indivíduos que já tiveram infecção prévia quanto naqueles sem contato anterior com o patógeno. As reações mais comuns foram leves a moderadas, incluindo dor e vermelhidão no local da injeção, dor de cabeça e fadiga, enquanto eventos adversos sérios relacionados à vacina foram raros e com recuperação completa. A vantagem da dose única, fundamental para programas de imunização mais eficazes, foi destacada em um relatório de pesquisadores do Reino Unido, publicado na Human Vaccines &amp; Immunotherapeutics em 2018. Recentemente, o Instituto Butantan iniciou o recrutamento de voluntários com idade entre 60 e 79 anos para novos ensaios clínicos em Porto Alegre, Pelotas e Curitiba, visando expandir o público autorizado a receber o imunizante e fortalecer ainda mais a proteção contra a dengue.</p>
<p> O cenário epidemiológico e o estudo de impacto em Botucatu</p>
<p>A urgência da campanha de vacinação é reforçada pelo cenário epidemiológico da dengue em São Paulo. Até 5 de fevereiro, o estado já havia registrado 4.647 casos da doença e um óbito. Dados históricos recentes revelam um cenário desafiador, com mais de 882 mil casos e 1.124 óbitos registrados no território paulista em períodos anteriores, sublinhando a importância e a urgência de medidas preventivas robustas e eficazes, como a imunização. Nesse contexto, o Governo de São Paulo também iniciou a vacinação em Botucatu, município escolhido para um estudo de impacto da imunização com a Butantan-DV. A seleção de Botucatu se deu pela sua estrutura de rede de saúde consolidada, pela experiência em campanhas de vacinação em larga escala e pela circulação recente do sorotipo DENV-3, que representa uma ameaça contínua. Essa ação em Botucatu integra a estratégia nacional de imunização e será acompanhada por um rigoroso monitoramento técnico e científico, fornecendo dados valiosos para a otimização de futuras estratégias de controle da doença em todo o país.</p>
<p> Um passo fundamental para a saúde pública paulista</p>
<p>A campanha de vacinação contra a dengue com a Butantan-DV em São Paulo representa um marco significativo na história da saúde pública brasileira. Ao ser o primeiro estado a distribuir de forma abrangente um imunizante em dose única contra os quatro sorotipos da dengue, São Paulo demonstra liderança e compromisso com a inovação e a proteção de sua população. A vacina, fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento do Instituto Butantan, oferece uma ferramenta poderosa para a redução de casos graves e óbitos pela doença. A estratégia focada inicialmente nos profissionais de saúde e a articulação interinstitucional garantem que a campanha seja executada com a máxima eficiência, preparando o terreno para futuras etapas de ampliação da cobertura vacinal. Este esforço coletivo não apenas visa mitigar o impacto da dengue no presente, mas também constrói um futuro mais seguro e saudável para todos os paulistas, reafirmando a importância da ciência e da prevenção na gestão da saúde pública.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. O que é a vacina Butantan-DV?<br />
A Butantan-DV é a primeira vacina tetravalente contra a dengue em dose única desenvolvida no mundo. Ela oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4) e é resultado de anos de pesquisa do Instituto Butantan.</p>
<p>2. Quem são os primeiros a receber a vacina nesta campanha em São Paulo?<br />
Nesta primeira fase da campanha de vacinação, o imunizante é destinado aos profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal, incluindo médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias.</p>
<p>3. Quais os principais benefícios da Butantan-DV ser de dose única?<br />
O principal benefício da Butantan-DV ser de dose única é a simplificação da logística de aplicação em campanhas de grande escala. Isso permite uma imunização mais rápida da população, reduz custos operacionais e tem potencial para aumentar significativamente a cobertura vacinal, facilitando o enfrentamento da doença.</p>
<p>Para mais informações sobre a vacinação contra a dengue e outras iniciativas de saúde em São Paulo, acesse o portal da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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