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	<title>Desabamento &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Desabamento &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Um ano do desabamento: igreja de ouro em Salvador ainda fechada</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 16:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Igreja de São Francisco de Assis, um dos mais esplêndidos exemplares do barroco brasileiro e mundial, completa um ano desde o trágico desabamento de uma parte de seu teto em Salvador. Conhecida popularmente como &#8220;Igreja de Ouro&#8221; devido à sua exuberante ornamentação, a edificação, situada no coração do histórico Pelourinho, permanece com as portas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja de São Francisco de Assis, um dos mais esplêndidos exemplares do barroco brasileiro e mundial, completa um ano desde o trágico desabamento de uma parte de seu teto em Salvador. Conhecida popularmente como &#8220;Igreja de Ouro&#8221; devido à sua exuberante ornamentação, a edificação, situada no coração do histórico Pelourinho, permanece com as portas fechadas ao público desde o fatídico 5 de fevereiro do ano passado. O incidente, ocorrido por volta das 14h30, chocou o país ao resultar na morte de uma jovem turista e ferir outras cinco pessoas, lançando luz sobre a urgência na preservação do patrimônio histórico. Desde então, a comunidade e as autoridades enfrentam o desafio da restauração e a persistente busca por justiça e responsabilização.</p>
<p> A tragédia que silenciou a igreja de ouro</p>
<p>Há um ano, o Brasil e o mundo voltaram os olhos para a Bahia com a notícia do desabamento de parte do telhado da centenária Igreja de São Francisco de Assis, no Pelourinho. O evento, que ceifou a vida da turista Giulia Righetto, de apenas 26 anos, e deixou outras cinco pessoas feridas, expôs a vulnerabilidade de nosso vasto patrimônio histórico. Giulia, natural de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, estava em uma visita turística à capital baiana, desfrutando da beleza arquitetônica do templo junto ao namorado e amigos, quando a estrutura cedeu de forma abrupta e inesperada.</p>
<p> A perda e a busca por justiça</p>
<p>O impacto da queda foi devastador. Além da tragédia humana, o acidente gerou um clima de comoção e revolta, questionando a manutenção e a segurança de edifícios históricos de grande valor. Desde o dia do desabamento, a Igreja de São Francisco de Assis, que anualmente atraía milhares de fiéis e turistas, permanece inacessível. Um ano após o ocorrido, a dor da perda de Giulia Righetto ainda ressoa, e a busca por justiça segue sem respostas concretas. Até o momento, nenhuma pessoa ou instituição foi responsabilizada judicialmente pelo incidente, uma situação que agrava a sensação de impunidade e a incerteza sobre a fiscalização e a responsabilidade civil em casos de falhas estruturais em bens tombados. Em memória da vítima e em um gesto de fé e esperança, uma missa será celebrada nesta quinta-feira, às 17h, na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, templo vizinho ao local do acidente, reforçando o luto da comunidade e a persistência da fé.</p>
<p> O complexo desafio da restauração e o futuro do templo</p>
<p>O fechamento da Igreja de São Francisco de Assis representa não apenas uma perda religiosa e cultural, mas também um significativo impacto para o turismo e a economia local do Pelourinho, um dos cartões-postais mais visitados de Salvador. A edificação, erguida entre os séculos XVII e XVIII, é um patrimônio tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e reconhecida como uma das sete maravilhas de origem portuguesa no mundo, atestando sua imensa relevância. Sua restauração é, portanto, uma prioridade nacional e um desafio complexo que envolve múltiplos atores e cifras elevadas.</p>
<p> Esforços emergenciais e a busca por financiamento</p>
<p>Desde o desabamento, o Iphan tem coordenado uma série de obras emergenciais no local para estabilizar a estrutura e iniciar os primeiros passos para sua recuperação. No entanto, um ano depois, ainda não há uma previsão de conclusão para esses trabalhos iniciais. Esta semana, o instituto trouxe uma notícia alvissareira ao anunciar que aproximadamente R$ 20 milhões serão investidos na restauração da igreja e do Convento de São Francisco, um complexo arquitetônico inseparável, por meio de recursos do Novo PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal. Contudo, essa quantia representa apenas uma fração do custo total estimado para a reforma completa. A projeção para a revitalização integral do complexo é de quase R$ 90 milhões, um valor que reflete a complexidade da intervenção em um edifício histórico com detalhes artísticos e construtivos únicos, que exigem mão de obra especializada e materiais específicos para sua preservação autêntica. Diante da lacuna financeira, a Comunidade Franciscana da Bahia já manifestou a intenção de lançar uma campanha nacional de arrecadação de fundos. O objetivo é mobilizar a sociedade civil, empresas e outros parceiros para complementar os recursos necessários, garantindo que a &#8220;Igreja de Ouro&#8221; possa, um dia, reabrir suas portas e continuar a deslumbrar gerações futuras.</p>
<p> Perspectivas e o legado de um patrimônio ferido</p>
<p>O primeiro aniversário do desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis em Salvador serve como um doloroso lembrete da fragilidade do nosso patrimônio histórico e da urgência em sua preservação. Enquanto as obras emergenciais avançam a passos lentos e a busca por responsabilização judicial continua, a esperança de que este ícone do barroco retorne ao seu esplendor permanece viva. A mobilização de recursos governamentais e a iniciativa da comunidade franciscana são passos cruciais, mas a jornada rumo à recuperação total é longa. Que este marco seja um catalisador para ações mais eficazes de proteção e manutenção, assegurando que tragédias como a que vitimou Giulia Righetto não se repitam e que a Igreja de Ouro continue a contar sua história por muitos séculos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o desabamento da Igreja de São Francisco</p>
<p>Quando ocorreu o desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis?<br />
O desabamento de parte do telhado ocorreu em 5 de fevereiro do ano passado, por volta das 14h30.</p>
<p>Quantas pessoas foram afetadas e quem foi a vítima fatal?<br />
O incidente resultou na morte de uma turista de 26 anos, Giulia Righetto, natural de Ribeirão Preto (SP), e deixou outras cinco pessoas feridas.</p>
<p>Qual o status atual da igreja e quais são os planos para sua restauração?<br />
A Igreja de São Francisco de Assis permanece fechada ao público desde o desabamento. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) coordena obras emergenciais, e foi anunciado um investimento de R$ 20 milhões do Novo PAC para a restauração, embora o custo total do complexo seja estimado em quase R$ 90 milhões. A Comunidade Franciscana da Bahia planeja uma campanha nacional de arrecadação de fundos para complementar os recursos.</p>
<p>Houve responsabilização judicial pelo acidente?<br />
Até o momento, um ano após o desabamento, ninguém foi responsabilizado judicialmente pelo ocorrido.</p>
<p>Acompanhe as atualizações sobre o progresso das obras e a campanha de restauração da Igreja de São Francisco de Assis para garantir a preservação deste inestimável patrimônio para as futuras gerações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Prédio de quatro andares desaba em Guarulhos; buscas por vítimas em andamento</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 07:01:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um desabamento de prédio em Guarulhos, na Grande São Paulo, chocou a população local na madrugada desta segunda-feira (2). Por volta das 00h35, um edifício de quatro andares, localizado na Rua Madame Curie, 1134, no bairro Picanço, colapsou completamente, levantando uma nuvem de poeira e apreensão. Informações iniciais indicam que o imóvel estava abandonado há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um desabamento de prédio em Guarulhos, na Grande São Paulo, chocou a população local na madrugada desta segunda-feira (2). Por volta das 00h35, um edifício de quatro andares, localizado na Rua Madame Curie, 1134, no bairro Picanço, colapsou completamente, levantando uma nuvem de poeira e apreensão. Informações iniciais indicam que o imóvel estava abandonado há aproximadamente uma década e já havia sido interditado devido a grandes rachaduras visíveis em sua estrutura. Apesar da interdição, há relatos de que pessoas em situação de rua utilizavam o local como abrigo, aumentando a preocupação com possíveis vítimas sob os escombros. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil foram prontamente acionadas e trabalham intensamente na área, mas até o momento, não há confirmação de feridos ou mortos.</p>
<p> O desabamento e o cenário inicial</p>
<p> A madrugada do incidente<br />
A tranquilidade da madrugada foi abruptamente interrompida por um estrondo ensurdecedor que ecoou pelo bairro Picanço. Moradores relataram ter sido despertados pelo barulho e, ao observarem pela janela, depararam-se com uma densa nuvem de poeira e a cena de destruição onde antes se erguia um prédio. A comunidade foi tomada por um misto de choque e pânico, temendo as consequências da catástrofe. O colapso, ocorrido em plena madrugada, levanta preocupações imediatas sobre a presença de pessoas no interior do imóvel, especialmente considerando as informações de que o local era frequentemente ocupado por moradores em situação de rua. A área foi rapidamente isolada para garantir a segurança e permitir o trabalho das equipes de resgate.</p>
<p> O histórico do edifício<br />
O edifício que desabou possuía um longo histórico de abandono e degradação. Segundo relatos de vizinhos e informações preliminares, o imóvel estava desocupado há cerca de 10 anos. Durante esse período, a estrutura do prédio se deteriorou progressivamente, culminando em uma interdição oficial devido a graves problemas estruturais, incluindo a presença de extensas rachaduras. A interdição visava justamente a impedir o acesso e mitigar os riscos. Contudo, apesar das proibições, o local se tornou um refúgio para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Essa ocupação irregular do espaço interditado agora se torna o ponto central das investigações e das buscas, pois a ausência de um controle sobre quem acessava o prédio dificulta a estimativa de possíveis vítimas.</p>
<p> A resposta emergencial e os desafios</p>
<p> Atuação do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil<br />
Desde os primeiros minutos após o desabamento, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Defesa Civil de Guarulhos mobilizaram um grande contingente de profissionais e equipamentos para o local. A prioridade máxima é a busca e o resgate de possíveis vítimas. A complexidade da operação é acentuada pela instabilidade dos escombros e pela necessidade de cautela para não colocar em risco os próprios socorristas. Cães farejadores foram empregados para auxiliar na localização de pessoas sob os destroços, enquanto equipamentos especializados, como detectores de calor e áudio, são utilizados para identificar sinais de vida. A remoção do material desabado é um processo delicado, realizado em etapas, para maximizar as chances de encontrar sobreviventes.</p>
<p> Incerteza sobre vítimas e impactos na comunidade<br />
Apesar dos esforços incansáveis, a situação de vítimas ainda é incerta. Até o momento, nenhuma pessoa foi oficialmente confirmada como ferida ou fatalmente atingida, mas a busca continua incessante. A falta de registros de moradores no local dificulta a contagem e a identificação. A incerteza paira sobre a comunidade, gerando ansiedade e solidariedade entre os vizinhos, que acompanham de perto o desenrolar dos trabalhos. Além do aspecto humano, o desabamento teve impactos práticos na região, com o isolamento de ruas, possível interrupção de serviços básicos como energia elétrica e o temor de novas instabilidades estruturais em edifícios adjacentes, embora tal risco esteja sendo constantemente avaliado pelas autoridades.</p>
<p> Investigação e as primeiras análises</p>
<p> Próximos passos da investigação<br />
Com a fase de resgate em andamento, as autoridades já começam a delinear os próximos passos da investigação para determinar as causas exatas do desabamento. Uma equipe de peritos deverá analisar minuciosamente os escombros, a fundação e qualquer vestígio que possa indicar a origem do colapso. Serão considerados fatores como a falha estrutural devido à falta de manutenção ao longo dos anos, a ação do tempo, a influência de possíveis fenômenos climáticos recentes, ou até mesmo atividades irregulares no interior do prédio que pudessem ter comprometido sua estrutura. A negligência na manutenção de um imóvel que já apresentava claros sinais de perigo será um dos focos centrais da perícia, visando a responsabilização dos envolvidos.</p>
<p> Prevenção e desafios urbanos<br />
O incidente em Guarulhos lança luz sobre um problema recorrente nas grandes cidades: o grande número de imóveis abandonados e em estado de deterioração. Esses edifícios não apenas representam um risco iminente de desabamento, como também se tornam focos de insegurança, abrigos precários para pessoas em situação de rua e potenciais focos de doenças. A prevenção de tragédias como essa passa por uma fiscalização mais rigorosa, pela exigência de manutenção por parte dos proprietários e pela adoção de políticas públicas eficazes para dar destino a imóveis ociosos, seja por meio de regularização, reforma ou demolição controlada. O desafio urbano é complexo e exige uma abordagem multifacetada das autoridades.</p>
<p> Conclusão e perspectivas futuras</p>
<p>O desabamento do prédio em Guarulhos serve como um alerta contundente sobre as consequências da negligência e do abandono de imóveis em centros urbanos. Enquanto as equipes de resgate continuam seu trabalho exaustivo na busca por possíveis vítimas, a sociedade e as autoridades se veem diante da urgência de repensar a gestão e a fiscalização de edificações, especialmente aquelas em condições precárias. A investigação será crucial para apontar responsabilidades e evitar que tragédias semelhantes se repitam, garantindo a segurança e o bem-estar da população em áreas densamente povoadas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quando e onde ocorreu o desabamento?<br />
O desabamento ocorreu por volta das 00h35 desta segunda-feira, dia 2 de agosto, na Rua Madame Curie, 1134, no bairro Picanço, em Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>2. Qual era a situação do prédio antes do incidente?<br />
O edifício de quatro andares estava abandonado há aproximadamente 10 anos e havia sido interditado pela Defesa Civil devido a grandes rachaduras e sérios problemas estruturais.</p>
<p>3. Há vítimas confirmadas até o momento?<br />
Não. Até o momento, as equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil não confirmaram a existência de vítimas, mas as buscas continuam intensas devido a relatos de que pessoas em situação de rua habitavam o local.</p>
<p>4. Quem está respondendo à emergência?<br />
O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Defesa Civil de Guarulhos estão atuando na ocorrência, com apoio de cães farejadores e equipamentos especializados para busca e resgate.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste caso e outros eventos importantes. Inscreva-se em nossa newsletter para receber as últimas notícias e análises diretamente em seu e-mail.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Casarão desaba no Catete, Rio, e deixa dezessete feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 16:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O desabamento de um antigo casarão na zona sul do Rio de Janeiro chocou a capital fluminense no fim da madrugada desta segunda-feira (8), resultando em uma complexa operação de resgate e deixando dezessete pessoas feridas. O incidente ocorreu especificamente na Rua Tavares Bastos, esquina com a Rua Bento Lisboa, no bairro do Catete, despertando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desabamento de um antigo casarão na zona sul do Rio de Janeiro chocou a capital fluminense no fim da madrugada desta segunda-feira (8), resultando em uma complexa operação de resgate e deixando dezessete pessoas feridas. O incidente ocorreu especificamente na Rua Tavares Bastos, esquina com a Rua Bento Lisboa, no bairro do Catete, despertando moradores com o estrondo da estrutura que cedeu. A pronta resposta do Corpo de Bombeiros foi crucial, mobilizando dezenas de militares e recursos avançados para localizar e retirar as vítimas dos escombros, em um cenário de destruição que demandou agilidade e expertise. A ocorrência levanta questões importantes sobre a segurança e a manutenção de edificações antigas na cidade.</p>
<p> O desabamento e a mobilização inicial</p>
<p>A tranquila madrugada de segunda-feira foi abruptamente interrompida pelo colapso estrutural de um casarão de grandes proporções no coração do Catete. A edificação, que possivelmente abrigava diversos moradores, transformou-se em um monte de escombros e poeira, gerando um cenário de apreensão e emergência. O alarme foi disparado por volta da 1h08, mobilizando imediatamente as equipes de socorro do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). A rapidez na chegada e no início das operações foi fundamental para o sucesso do resgate das pessoas que se encontravam presas ou feridas sob os destroços. O impacto da queda reverberou pela vizinhança, levando outros moradores a procurar auxílio e prestar os primeiros apoios possíveis.</p>
<p> Detalhes do incidente e a resposta emergencial</p>
<p>O local do desabamento, na intersecção das ruas Tavares Bastos e Bento Lisboa, é uma área predominantemente residencial e com muitas construções antigas, característica do bairro do Catete. O casarão, cujas condições estruturais serão alvo de investigação, desmoronou de forma súbita, não dando tempo para que os ocupantes reagissem ou escapassem. Imediatamente após o chamado, viaturas e equipes do Corpo de Bombeiros convergiram para o endereço, iniciando um intrincado trabalho de avaliação de riscos e planejamento do resgate. A prioridade máxima era a localização de possíveis vítimas soterradas e a segurança dos socorristas em um ambiente instável e perigoso. A área foi isolada e os moradores vizinhos foram alertados sobre os riscos.</p>
<p> O resgate complexo e as vítimas</p>
<p>A operação de salvamento foi descrita como complexa, exigindo a atuação de cerca de 50 militares do Corpo de Bombeiros. Entre eles, especialistas do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Grupamento de Operações com Cães (GOC) desempenharam um papel vital. Os cães farejadores foram essenciais na busca por sinais de vida sob as lajes e paredes colapsadas, enquanto os drones equipados com câmeras térmicas auxiliavam na identificação de pontos de calor, indicando a presença de pessoas nos escombros, mesmo nas primeiras horas de escuridão. Ao todo, dezessete pessoas foram resgatadas com vida. Destas, onze sofreram ferimentos leves e receberam atendimento no próprio local, sendo liberadas. As outras seis vítimas, com ferimentos que demandavam maior atenção, foram prontamente encaminhadas a unidades hospitalares da região para tratamento. Felizmente, até o momento, não há relatos de desaparecidos ou pessoas soterradas, o que foi um alívio em meio ao cenário de devastação.</p>
<p> Investigação e o impacto na comunidade</p>
<p>Com a fase de resgate sob controle, a atenção se volta para a investigação das causas do desabamento e o suporte à comunidade afetada. A Defesa Civil do município foi acionada para conduzir uma avaliação aprofundada dos danos estruturais não apenas no casarão que desabou, mas também nas edificações vizinhas. Esta etapa é crucial para garantir a segurança dos moradores e prevenir novos incidentes. O impacto de um evento como este vai além dos ferimentos físicos, abalando a rotina e a sensação de segurança de toda uma comunidade, especialmente daqueles que perderam seus lares ou viram suas propriedades ameaçadas.</p>
<p> A atuação da Defesa Civil e as causas potenciais</p>
<p>A Defesa Civil desempenha um papel central na determinação do que levou ao colapso do casarão. Equipes de engenheiros e técnicos iniciaram uma perícia detalhada no local, buscando indícios que possam explicar o desabamento. Entre as causas potenciais a serem investigadas estão a idade avançada da construção, falta de manutenção preventiva, sobrecarga estrutural, reformas não autorizadas, infiltrações que comprometeram a estrutura ou até mesmo a ocorrência de abalos sísmicos de baixa intensidade, embora essa última seja menos provável no Rio de Janeiro. A análise do material de construção, das fundações e de possíveis rachaduras preexistentes será fundamental para elaborar um laudo técnico conclusivo. Paralelamente, a Defesa Civil também avalia as condições das edificações no entorno para identificar qualquer risco de colapso secundário ou necessidade de interdição.</p>
<p> Reflexões sobre a segurança predial e o futuro dos moradores</p>
<p>O desabamento no Catete reacende o debate sobre a segurança de edificações antigas no Rio de Janeiro e em outras grandes cidades brasileiras. Muitos casarões e prédios históricos, embora parte do patrimônio arquitetônico, demandam manutenção constante e rigorosas inspeções para garantir a segurança de seus ocupantes. A tragédia serve como um alerta para a importância da fiscalização por parte dos órgãos públicos e da responsabilidade dos proprietários em manter suas propriedades em condições adequadas. Para os moradores afetados, a preocupação imediata é com o acolhimento e a reconstrução de suas vidas. A prefeitura e os serviços sociais deverão atuar no apoio a essas famílias, oferecendo moradia provisória, assistência psicológica e auxílio para a recuperação de bens perdidos, em um esforço conjunto para minimizar os traumas causados pelo inesperado evento.</p>
<p> Considerações finais</p>
<p>O desabamento do casarão no Catete representa uma triste ocorrência que mobilizou intensos esforços de resgate e trouxe à tona a vulnerabilidade de estruturas antigas em centros urbanos. A agilidade e a eficiência das equipes de bombeiros foram cruciais para evitar um cenário ainda mais grave, garantindo o resgate de todas as dezessete vítimas, sem que houvesse desaparecidos. Enquanto as investigações da Defesa Civil avançam para determinar as causas exatas do colapso, a cidade do Rio de Janeiro se volta para a reflexão sobre a necessidade de fiscalização e manutenção predial, visando a segurança de seus cidadãos e a preservação de seu patrimônio arquitetônico, assegurando que tais tragédias possam ser prevenidas no futuro.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quantas pessoas ficaram feridas no desabamento do casarão no Catete?<br />
Um total de dezessete pessoas foram resgatadas com ferimentos. Onze delas tiveram lesões leves e foram liberadas no local, enquanto seis precisaram ser encaminhadas a hospitais para tratamento mais especializado.</p>
<p>2. Qual foi a localização exata do incidente?<br />
O desabamento ocorreu em um casarão localizado na Rua Tavares Bastos, na esquina com a Rua Bento Lisboa, no bairro do Catete, zona sul do Rio de Janeiro.</p>
<p>3. Há informações sobre desaparecidos ou soterrados?<br />
Não, o Corpo de Bombeiros informou que, após a complexa operação de busca e resgate, não há informações sobre pessoas desaparecidas ou que tenham ficado soterradas nos escombros.</p>
<p>4. Quais órgãos estão envolvidos na investigação das causas do desabamento?<br />
A Defesa Civil do município foi acionada e é o principal órgão responsável pela avaliação dos danos estruturais e pela investigação das causas do desabamento, com apoio técnico e pericial.</p>
<p>Para mais informações sobre a segurança de edificações e atualizações sobre este e outros casos de infraestrutura urbana, acompanhe as notícias em nosso portal e verifique regularmente os comunicados das autoridades competentes.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Desabamento em olinda: tragédia deixa mortos e feridos em comunidade</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/desabamento-em-olinda-tragedia-deixa-mortos-e-feridos-em-comunidade/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 09:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um trágico desabamento abalou a comunidade de Jatobá, no bairro de Ouro Preto, em Olinda, Pernambuco, na manhã deste domingo (19). O incidente, que atingiu um conjunto de residências, resultou em mortos e feridos, conforme informações da Secretaria de Defesa Social (SDS) do estado. Carlos D’Albuquerque, secretário-executivo da Defesa Civil, confirmou a morte de duas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um trágico desabamento abalou a comunidade de Jatobá, no bairro de Ouro Preto, em Olinda, Pernambuco, na manhã deste domingo (19). O incidente, que atingiu um conjunto de residências, resultou em mortos e feridos, conforme informações da Secretaria de Defesa Social (SDS) do estado.</p>
<p>Carlos D’Albuquerque, secretário-executivo da Defesa Civil, confirmou a morte de duas pessoas: uma no local do desabamento e outra em uma unidade hospitalar. O conjunto habitacional atingido abrigava 12 moradores, e os feridos foram prontamente encaminhados para atendimento médico.</p>
<p>Equipes de resgate, apoiadas por cães farejadores, seguem incansavelmente em busca de possíveis sobreviventes sob os escombros. A extensão dos danos é significativa, com pelo menos oito casas afetadas pelo colapso estrutural.</p>
<p>As causas precisas do desabamento ainda são desconhecidas. Uma equipe do Instituto de Criminalística está no local, realizando a perícia técnica relacionada à vítima fatal, buscando determinar as circunstâncias que levaram à tragédia.</p>
<p>Após a conclusão das operações de busca e resgate, e a liberação dos imóveis pelas Defesas Civis Estadual e Municipal, uma perícia detalhada da estrutura colapsada será realizada. A Polícia Civil de Pernambuco assumirá a responsabilidade pela investigação do caso, buscando identificar as causas e eventuais responsabilidades pelo ocorrido.</p>
<p>A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, manifestou-se através das redes sociais, expressando solidariedade às vítimas e suas famílias. &#8220;Daqui da China, sigo em contato com a governadora em exercício Priscila Krause, que já conversou com a prefeita Mirella Almeida e reafirmou o trabalho do Governo de Pernambuco neste momento difícil. Que Deus console o coração das famílias e amigos das vítimas&#8221;, declarou a governadora.</p>
<p>A resposta à emergência envolve um grande contingente de recursos. Segundo a secretaria, 33 bombeiros e nove viaturas foram mobilizados para o local. Além disso, agentes da Defesa Civil, Assistência Social, Controle Urbano, e Segurança e Gestão Urbana da prefeitura de Olinda estão participando da operação. O SAMU e a concessionária de energia elétrica Neoenergia também foram acionados para prestar apoio.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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