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	<title>desemprego &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>desemprego &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>São Paulo registra menor taxa de desemprego em 13 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 14:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo alcançou, em 2025, a menor taxa anual de desemprego dos últimos 13 anos, atingindo um patamar de 5%. Este índice representa a menor taxa de desocupação desde o início da série histórica, estabelecida por levantamentos oficiais em 2012. O desempenho paulista se destaca não apenas pela sua marca histórica, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo alcançou, em 2025, a menor taxa anual de desemprego dos últimos 13 anos, atingindo um patamar de 5%. Este índice representa a menor taxa de desocupação desde o início da série histórica, estabelecida por levantamentos oficiais em 2012. O desempenho paulista se destaca não apenas pela sua marca histórica, mas também por superar a média nacional, que foi de 5,6% no mesmo período, e a da região Sudeste, que registrou 5,3%. A significativa redução reflete um cenário de recuperação e fortalecimento do mercado de trabalho, com impactos positivos na economia e na vida dos cidadãos. A diminuição da taxa de desemprego em São Paulo tem sido consistente, com quedas notáveis nos últimos anos.</p>
<p> Desempenho histórico e comparativo do mercado de trabalho paulista</p>
<p>O cenário de emprego no estado de São Paulo em 2025 é marcado por uma série de indicadores positivos que consolidam uma trajetória de recuperação e crescimento. A taxa de desemprego anual de 5% não é apenas um recorde histórico, mas também um reflexo de políticas e condições econômicas favoráveis. Essa marca representa uma diminuição de 1,2 ponto percentual em relação a 2024 (6,2%), de 2,5 pontos percentuais em comparação com 2023 (7,5%), e de expressivos 4,1 pontos percentuais frente a 2022 (9,1%).</p>
<p> Aprofundando os indicadores anuais e tendências</p>
<p>A análise da série histórica anual de desemprego em São Paulo revela a magnitude da melhora. Desde 2012, quando a taxa era de 7,2%, o estado enfrentou períodos de alta, como o pico de 14,4% em 2021, reflexo dos desafios econômicos e da pandemia. Contudo, a partir de então, a curva tem sido de queda constante e acentuada, atingindo os atuais 5%. Esse panorama é atribuído por autoridades estaduais ao compromisso com a modernização da gestão pública e à criação de um ambiente de negócios confiável, que fomenta a geração de empregos formais e seguros, impactando positivamente famílias e comunidades.</p>
<p>Além da redução da desocupação, observa-se uma importante transição para o emprego formal. Enquanto a população ocupada com carteira assinada registrou um aumento de 5,2% entre 2024 e 2025, a parcela sem carteira assinada apresentou uma queda de 8,7%. Essa formalização do mercado de trabalho é crucial para a segurança e os direitos dos trabalhadores. A taxa anual de informalidade em São Paulo foi de 29% da população ocupada, a terceira menor entre os estados brasileiros, e significativamente abaixo do índice nacional de 38,1% e da média da região Sudeste de 33%.</p>
<p>No que tange ao rendimento médio real habitual, São Paulo também se destaca. Com um valor de R$ 4.190 em 2025, o estado superou a média nacional de R$ 3.560 e a da região Sudeste (R$ 3.958). Inclusive, o rendimento paulista se mostrou superior ao de outros estados da região, como Rio de Janeiro (R$ 4.177), Espírito Santo (R$ 3.497) e Minas Gerais (R$ 3.350), indicando um poder de compra mais elevado para o trabalhador paulista.</p>
<p> Crescimento robusto no quarto trimestre de 2025</p>
<p>A performance do mercado de trabalho paulista foi ainda mais impressionante no último trimestre de 2025, confirmando a tendência de melhora e consolidando os resultados anuais.</p>
<p> Recordes de ocupação e rendimento</p>
<p>No período de outubro a dezembro de 2025, São Paulo registrou uma taxa de desemprego de 4,7%. Este é o menor índice trimestral da série histórica iniciada em 2012, reforçando a força da economia do estado. Tal desempenho superou tanto a taxa de desocupação nacional (5,1%) quanto a da região Sudeste (4,8%) para o mesmo período. A trajetória trimestral de desemprego em 2025 mostra uma queda constante, iniciando em 6,3% no primeiro trimestre e alcançando o recorde de 4,7% no quarto, com marcos como 5,1% no segundo e 5,2% no terceiro trimestre. Esta evolução contrasta fortemente com taxas mais elevadas em trimestres anteriores, como 7,4% no primeiro trimestre de 2024 e picos históricos de 14,4% no primeiro trimestre de 2017.</p>
<p>O número total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo atingiu 11,593 milhões, o maior entre todas as unidades da Federação, representando um aumento de 2,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O estado é responsável por cerca de 30% do total de trabalhadores com carteira assinada em todo o país, que somou 39,409 milhões. A proporção de empregados com carteira assinada alcançou 82,2% dos trabalhadores do setor privado em São Paulo, o segundo maior percentual nacional, superando a média do Brasil de 74,4%.</p>
<p>O número total de pessoas ocupadas, abrangendo trabalhadores do setor privado e público , domésticos, informais e por conta própria, atingiu 24,576 milhões no estado. Este é o maior número em toda a série histórica desde 2012, com um aumento de 1,1% em relação ao trimestre anterior e 1,3% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado. Paralelamente, o número de desocupados na força de trabalho caiu para 1,212 milhão, a menor cifra trimestral desde o início da pesquisa em 2012, registrando quedas de 9,3% em relação ao trimestre anterior e de 20,7% ante o mesmo período do ano passado.</p>
<p>A taxa de informalidade no quarto trimestre de 2025 em São Paulo foi de 29,7% da população ocupada, a terceira menor entre os estados, enquanto a média nacional ficou em 37,6%. O rendimento médio em São Paulo para o período foi de R$ 4.324, superior à média da região Sudeste (R$ 4.033) e à média do país (R$ 3.613). Mais uma vez, o estado apresentou o maior rendimento entre os demais da região, à frente do Rio de Janeiro (R$ 4.183), Espírito Santo (R$ 3.508) e Minas Gerais (R$ 3.353).</p>
<p> Iniciativas de apoio ao trabalhador e ao desenvolvimento econômico</p>
<p>Os resultados positivos alcançados pelo mercado de trabalho paulista estão alinhados com as diretrizes do programa &#8220;São Paulo na Direção Certa&#8221;. Essa iniciativa visa tornar o estado mais eficiente, capaz de atrair investimentos e gerar mais oportunidades de emprego e renda para a população.</p>
<p> Plataformas e postos de atendimento impulsionam oportunidades</p>
<p>Para dar suporte aos trabalhadores na busca por novas colocações e qualificação profissional, o estado de São Paulo mantém uma rede abrangente de serviços. Mais de 200 unidades dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) estão distribuídas por todo o território paulista. Esses postos realizam a intermediação de mão de obra, conectando candidatos a vagas de emprego, e oferecem serviços gratuitos como a habilitação ao seguro-desemprego, proporcionando assistência financeira temporária a trabalhadores dispensados sem justa causa. O objetivo é reduzir os custos e o tempo de espera tanto para quem busca uma vaga quanto para os empregadores.</p>
<p>Complementarmente, a plataforma digital &#8220;Trampolim&#8221; reúne em um único local vagas de emprego e cursos de qualificação. Gratuita e de fácil acesso, a ferramenta permite que o candidato aplique filtros por área e localização, além de oferecer testes de habilidades e uma ferramenta para a criação de currículos profissionais. O &#8220;Trampolim&#8221; também dispõe de uma seção dedicada exclusivamente ao público idoso (60+) em busca de recolocação profissional, com acesso a microcrédito e cursos de qualificação específicos para essa faixa etária. Essas iniciativas demonstram o compromisso em criar um ecossistema de apoio abrangente para todos os segmentos da força de trabalho.</p>
<p> Perspectivas e o fortalecimento do mercado de trabalho</p>
<p>Os dados anuais e trimestrais do mercado de trabalho em São Paulo reforçam um cenário de otimismo e recuperação econômica. A queda expressiva na taxa de desemprego, aliada ao aumento da formalização e à elevação do rendimento médio, consolida o estado como um polo de oportunidades e desenvolvimento. As políticas de atração de investimentos e os programas de apoio ao trabalhador continuam a impulsionar essa trajetória, prometendo um futuro de maior estabilidade e prosperidade para a população paulista.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual foi a taxa de desemprego anual registrada em São Paulo em 2025 e como ela se compara historicamente?<br />
Em 2025, a taxa anual de desemprego em São Paulo foi de 5%, a menor em 13 anos, desde o início da série histórica em 2012. Este índice representa uma queda significativa em relação aos anos anteriores, com uma melhora contínua desde 2021, quando a taxa atingiu um pico.</p>
<p>Como o mercado de trabalho paulista se compara ao cenário nacional e regional em termos de desemprego e rendimento?<br />
São Paulo demonstrou um desempenho superior, com a taxa de desemprego (5% anual) abaixo da média nacional (5,6%) e da região Sudeste (5,3%). Da mesma forma, o rendimento médio (R$ 4.190 anual) foi superior ao nacional (R$ 3.560) e ao da região Sudeste (R$ 3.958), refletindo maior poder aquisitivo.</p>
<p>Quais programas o estado oferece para auxiliar os cidadãos na busca por emprego e qualificação profissional?<br />
O estado de São Paulo oferece os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), que realizam intermediação de mão de obra e oferecem serviços como habilitação ao seguro-desemprego. Além disso, a plataforma digital gratuita &#8220;Trampolim&#8221; disponibiliza vagas de emprego, cursos de qualificação, testes de habilidades e ferramentas para criação de currículos, incluindo uma seção dedicada a pessoas com 60 anos ou mais.</p>
<p>Mantenha-se atualizado sobre as oportunidades e iniciativas do mercado de trabalho paulista. Visite as plataformas e postos de atendimento oficiais para mais informações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O desemprego em queda no Brasil e a responsabilidade de seguir ampliando oportunidades</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/o-desemprego-em-queda-no-brasil-e-a-responsabilidade-de-seguir-ampliando-oportunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 03:05:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Vereadora Elsa Oliveira Presidente da Frente Parlamentar pela Geração de Emprego e Renda Nesta semana, o Brasil recebeu uma notícia que merece ser celebrada: a taxa de desemprego caiu para 5,6% no trimestre encerrado em julho, segundo dados da Pnad, do IBGE, divulgados na última terça, 16. Esse é o menor índice da série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Vereadora Elsa Oliveira</em></strong><em><br />
Presidente da Frente Parlamentar pela Geração de Emprego e Renda</em></p>
<p>Nesta semana, o Brasil recebeu uma notícia que merece ser celebrada: a taxa de desemprego caiu para <strong>5,6%</strong> no trimestre encerrado em julho, segundo dados da Pnad, do IBGE, divulgados na última terça, 16. Esse é o menor índice da série histórica, iniciada em 2012. Como cidadã, como vereadora, como presidente da Frente Parlamentar pela Geração de Emprego e Renda, e também como ex-secretária municipal de Emprego, Trabalho e Renda de Osasco, não posso deixar de registrar minha alegria diante desse feito.</p>
<p>O trabalho dignifica, transforma vidas, dá segurança às famílias. Por isso, sempre tive clareza de que a geração de emprego e renda precisa ser prioridade em qualquer gestão. Em Osasco, essa tem sido uma preocupação constante, que se traduz em políticas públicas e ações concretas.</p>
<p>Temos os <strong>três Portais do Trabalhador</strong>, que funcionam como uma ponte entre quem procura uma oportunidade e quem precisa contratar. Apostamos em iniciativas de <strong>economia solidária</strong>, que estimulam o empreendedorismo e criam novas formas de inclusão produtiva. E seguimos fortalecendo nossos <strong>incentivos fiscais e estruturais</strong>, que fazem de Osasco uma cidade atraente para empresas e investimentos.</p>
<p>Os resultados aparecem nos números. De acordo com o <strong>Caged</strong>, entre janeiro e julho deste ano, foram realizadas mais de <strong>80 mil contratações</strong> em nossa cidade. O saldo positivo ultrapassa <strong>13 mil novas carteiras assinadas</strong> no período. Não se trata apenas de estatísticas, mas de milhares de famílias que conquistaram a chance de recomeçar e de planejar o futuro com mais tranquilidade.</p>
<p>Ainda há muito a fazer. A queda do desemprego no país é uma vitória importante, mas também é um chamado à responsabilidade. Precisamos garantir que esse movimento continue e que chegue a cada bairro, a cada comunidade, a cada pessoa que ainda enfrenta dificuldades para se inserir no mercado de trabalho.</p>
<p>Esse é o compromisso que renovo todos os dias: lutar para que Osasco continue sendo referência em geração de empregos e para que o trabalho digno seja realidade para cada vez mais brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego: menor taxa da série histórica (5,8%) se reflete na queda em 18 das 27 UF e estabilidade em nove estados</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/desemprego-menor-taxa-da-serie-historica-58-se-reflete-na-queda-em-18-das-27-uf-e-estabilidade-em-nove-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 03:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detalhamento dos dados da PNAD Contínua do segundo trimestre relativos aos estados foram divulgados nesta sexta-feira, 15 O IBGE detalhou nesta sexta-feira, 15 de agosto, os desdobramentos estaduais da menor taxa de desemprego já registrada pelo país na série histórica desde 2012, de 5,8%, no segundo trimestre de 2025. Comparada aos primeiros três meses do ano, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Detalhamento dos dados da PNAD Contínua do segundo trimestre relativos aos estados foram divulgados nesta sexta-feira, 15</strong></em></h4>
<p>O IBGE detalhou nesta sexta-feira, 15 de agosto, os desdobramentos estaduais da <a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/07/desemprego-cai-a-5-8-no-segundo-trimestre-menor-nivel-da-serie-historica" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/07/desemprego-cai-a-5-8-no-segundo-trimestre-menor-nivel-da-serie-historica&amp;source=gmail&amp;ust=1755362591727000&amp;usg=AOvVaw2e1DljRNQF_nWyxgvjFD42">menor taxa de desemprego já registrada pelo país na série histórica desde 2012, de 5,8%, no segundo trimestre de 2025</a>. Comparada aos primeiros três meses do ano, a desocupação apresentou redução em 18 das 27 Unidades da Federação e ficou estável nas outras nove, segundo dados da PNAD Contínua.<br />
<i><strong>O reflexo desse desempenho é a redução dos contingentes em busca de uma ocupação, ou seja, há mais oportunidades que estão absorvendo os trabalhadores, mesmo aqueles que apresentavam mais dificuldade em conseguir um trabalho”</strong></i><br />
<i><strong>William Kratochwill, analista da pesquisa</strong></i><br />
No segundo trimestre, a desocupação no país caiu 1,2% em relação ao índice registrado no primeiro trimestre deste ano, que foi de 7%. No recorte das Unidades da Federação, as menores taxas foram registradas em Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%). As maiores, em Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%).<br />
De acordo com William Kratochwill, analista da pesquisa, os dados mostram um mercado de trabalho aquecido e resiliente, com redução da taxa de desocupação no país. “O reflexo desse desempenho é a redução dos contingentes em busca de uma ocupação, ou seja, há mais oportunidades que estão absorvendo os trabalhadores, mesmo aqueles que apresentavam mais dificuldade em conseguir um trabalho”, disse<br />
<strong>RENDIMENTO MENSAL</strong> – O rendimento real mensal habitual foi de R$ 3.477, uma alta nas duas comparações: frente ao trimestre anterior (R$ 3.440) e ao mesmo trimestre de 2024 (R$ 3.367). Na comparação trimestral, o Sudeste (R$ 3.914) foi a única região com alta significante do rendimento, enquanto nas demais houve estabilidade. Frente ao 2º trimestre de 2024, o rendimento cresceu no Sudeste e no Sul (R$ 3.880).<br />
<strong>Comparação do desemprego por UF no primeiro e no segundo trimestre</strong></p>
<table class="m_3991065313292440797table" width="768" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table>
<tbody>
<tr>
<th><strong>UF</strong></th>
<th><strong>1T 2025</strong></th>
<th><strong>2T 2025</strong></th>
<th><strong>situação</strong></th>
</tr>
<tr>
<th>Pernambuco</th>
<th>11,6</th>
<th>10,4</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Distrito Federal</th>
<th>9,2</th>
<th>8,7</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Sergipe</th>
<th>9,3</th>
<th>8,1</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Acre</th>
<th>8,2</th>
<th>7,3</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Roraima</th>
<th>7,5</th>
<th>5,9</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Tocantins</th>
<th>6,4</th>
<th>5,3</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Paraná</th>
<th>4,0</th>
<th>3,8</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Mato Grosso</th>
<th>3,5</th>
<th>2,8</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Rondônia</th>
<th>3,1</th>
<th>2,3</th>
<th>→</th>
</tr>
<tr>
<th>Santa Catarina</th>
<th>3,0</th>
<th>2,2</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Goiás</th>
<th>5,3</th>
<th>4,4</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Espírito Santo</th>
<th>4,0</th>
<th>3,1</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Rio Grande do Sul</th>
<th>5,3</th>
<th>4,3</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Mato Grosso do Sul</th>
<th>4,0</th>
<th>2,9</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Brasil</th>
<th>7,0</th>
<th>5,8</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>São Paulo</th>
<th>6,3</th>
<th>5,1</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Rio de Janeiro</th>
<th>9,3</th>
<th>8,1</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Ceará</th>
<th>8,0</th>
<th>6,6</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Maranhão</th>
<th>8,1</th>
<th>6,6</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Alagoas</th>
<th>9,0</th>
<th>7,5</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Amapá</th>
<th>8,6</th>
<th>6,9</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Piauí</th>
<th>10,2</th>
<th>8,5</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Paraíba</th>
<th>8,7</th>
<th>7,0</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Minas Gerais</th>
<th>5,7</th>
<th>4,0</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Pará</th>
<th>8,7</th>
<th>6,9</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Bahia</th>
<th>11,1</th>
<th>9,1</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Amazonas</th>
<th>10,0</th>
<th>7,7</th>
<th>↓</th>
</tr>
<tr>
<th>Rio Grande do Norte</th>
<th>9,9</th>
<th>7,5</th>
<th>↓</th>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>RENDIMENTO REAL BRUTO</strong> – A massa de rendimento real habitual (R$ 351,2 bilhões) cresceu. O Sudeste apresentou a maior massa de rendimento real ao longo da série histórica (R$ 177,8 bilhões). Em relação ao 1º trimestre de 2025, a massa de rendimentos cresceu em quatro regiões, e somente o Sul (R$ 63 bilhões) apresentou estabilidade.<br />
<strong>HOMENS, MULHERES E RAÇA</strong> – A taxa de desocupação foi de 4,8% para homens e 6,9% para as mulheres no segundo trimestre de 2025. No recorte por cor ou raça, o índice ficou abaixo da média nacional para brancos (4,8%) e acima para pretos (7%) e pardos (6,4%).<br />
<strong>ENSINO</strong> – A taxa de desocupação para pessoas com ensino médio incompleto (9,4%) foi maior que as dos outros níveis de instrução aferidos. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 5,9, o dobro da verificada para nível superior completo (3,2%).<br />
<strong>1,3 MILHÃO</strong> – No segundo trimestre de 2025, havia 1,3 milhão de pessoas que procuravam trabalho durante dois anos ou mais, o menor contingente da série para um segundo trimestre desde 2014 (1,2 milhão). O indicador recuou 23,6% em relação ao segundo trimestre de 2024.<br />
<strong>CARTEIRA ASSINADA</strong> – No Brasil, o percentual de empregados com carteira assinada no setor privado foi de 74,2% no segundo trimestre de 2025. Os maiores percentuais foram registrados em Santa Catarina (87,4%), São Paulo (82,9%) e Rio Grande do Sul (81,2%), e os menores, no Maranhão (53,1%), Piauí (54,5%) e Paraíba (54,6%).<br />
<strong>CONTA PRÓPRIA</strong> – O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria foi de 25,2%. Os maiores percentuais foram de Rondônia (35,3%), Maranhão (31,8%) e Amazonas (30,4%) e os menores, do Distrito Federal (18,6%), Tocantins (20,4%) e Mato Grosso do Sul (21,4%).<br />
<strong>PNAD CONTÍNUA</strong> – A PNAD Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil. A cada trimestre, dois mil entrevistadores integrados às mais de 500 agências da rede de coleta do IBGE visitam uma amostra de 211 mil domicílios, percorrendo cerca de 3.500 municípios nas 27 Unidades da Federação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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		<title>Desemprego no primeiro trimestre é de 7%, o menor da série histórica iniciada em 2012</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/desemprego-no-primeiro-trimestre-e-de-7-o-menor-da-serie-historica-iniciada-em-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 03:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira, 30 de abril, e representam um recuo de quase um ponto percentual frente aos 7,9% registrados no primeiro trimestre de 2024 A taxa de desemprego chegou a 7% no trimestre encerrado em março de 2025, o menor para os primeiros três meses de um ano desde o início [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Dados foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira, 30 de abril, e representam um recuo de quase um ponto percentual frente aos 7,9% registrados no primeiro trimestre de 2024</em></h4>
<p>A taxa de desemprego chegou a 7% no trimestre encerrado em março de 2025, o menor para os primeiros três meses de um ano desde o início da série histórica, em 2012. Até então, o menor valor tinha sido registrado em 2014, com 7,2% entre janeiro e março. O patamar de 2025 é quase um ponto percentual abaixo dos 7,9% registrados nos três primeiros meses de 2024. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quarta-feira, 30 de abril, pelo IBGE.</p>
<h4><i><strong>O bom desempenho do mercado de trabalho nos últimos trimestres não chega a ser comprometido pelo crescimento sazonal da desocupação no último trimestre de 2024. A taxa de desocupação do 1º trimestre de 2025 é menor que todas as registradas nesse mesmo período de anos anteriores”</strong></i></h4>
<p><i><strong>Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE</strong></i></p>
<p>Na comparação com o último trimestre de 2024, há uma variação positiva de 0,8 ponto percentual na desocupação, mas a população desempregada está 10,5% abaixo do contingente registrado no primeiro trimestre de 2024. “O bom desempenho do mercado de trabalho nos últimos trimestres não chega a ser comprometido pelo crescimento sazonal da desocupação no último trimestre de 2024. A taxa de desocupação do 1º trimestre de 2025 é menor que todas as registradas nesse mesmo período de anos anteriores”, afirma a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.<br />
O número de trabalhadores com carteira assinada, segundo o IBGE, não teve variação significativa na comparação com o trimestre móvel anterior (encerrado em dezembro), permanecendo em 39,4 milhões. Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) caiu 5,3% (menos 751 mil pessoas) em relação ao último trimestre de 2024. “A retração no primeiro trimestre ocorreu principalmente no emprego sem carteira relacionado à Construção, Serviços Domésticos e Educação”, explica Beringuy.<br />
O contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, frente ao mesmo trimestre do ano passado, registrou aumento na Indústria Geral (3,3%, ou mais 431 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,1%, ou mais 592 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (4,4%, ou mais 253 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,1%, ou mais 518 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4%, ou mais 713 mil pessoas).</p>
<h4><strong>RENDIMENTO MÉDIO EM ALTA</strong></h4>
<p>O rendimento médio das pessoas ocupadas chegou a R$ 3.410, novo recorde na série iniciada em 2012, com alta de 1,2% no trimestre e de 4% na comparação anual. Entre os grupamentos investigados, a comparação com o trimestre encerrado em dezembro de 2024 mostra aumento no rendimento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (4,1%, ou mais R$ 85) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,2%, ou mais R$ 145), sem variações significativas nos demais grupamentos.<br />
Frente ao primeiro trimestre de 2024, houve altas na Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (5,5%, ou mais R$ 111) Construção (5,7%, ou mais R$ 141) Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,1%, ou mais R$ 189) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,1%, ou mais R$ 189) e Serviços domésticos (3,6%, ou mais R$ 45). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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		<title>São Paulo tem a menor taxa de desemprego em 12 anos em 2024</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/sao-paulo-tem-a-menor-taxa-de-desemprego-em-12-anos-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 03:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de SP]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taxa paulista, de 6,2%, foi menor que a média nacional (6,6%) e que da região Sudeste (6,4%) O estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 12 anos em 2024: 6,2%. Trata-se da menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo IBGE em 2012. Os dados foram disponibilizados pelo IBGE [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 data-originalfontsize="14pt" data-originalcomputedfontsize="18.666666"><i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Taxa paulista, de 6,2%, foi menor que a média nacional (6,6%) e que da região Sudeste (6,4%)</i></h4>
<div>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">O estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 12 anos em 2024: 6,2%. Trata-se da menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo IBGE em 2012. Os dados foram disponibilizados pelo IBGE e divulgados pela Fundação Seade.</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Leia mais: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/8i7o" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.agenciasp.sp.gov.br/8i7o&amp;source=gmail&amp;ust=1739841639331000&amp;usg=AOvVaw0ZGLy74lMgyfnIdOw-2klE" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">https://www.agenciasp.sp.gov.<wbr />br/8i7o</a></p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Acesse <a href="http://agenciasp.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://agenciasp.sp.gov.br&amp;source=gmail&amp;ust=1739841639331000&amp;usg=AOvVaw1mJhB5XmEnfKglT2tKcvTU" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">agenciasp.sp.gov.br</a> para ficar por dentro das notícias do Governo de SP</p>
</div>
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		<title>Brasil comemora menor índice de desemprego desde 2014</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/brasil-comemora-menor-indice-de-desemprego-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 10:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Elsa Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Índice]]></category>
		<category><![CDATA[Vereadora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Elsa Oliveira Quem aí é da época em que era permitido trabalhar desde bem novinho com carteira assinada? Eu sou, e desde sempre tive essa preocupação comigo e com a minha família: estar empregado. Foi aos 15 anos que eu tive meu primeiro registro, em empresa privada, onde iniciei minha vida profissional. De lá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="s3"><em>Por Elsa Oliveira</em></h4>
<p class="s3"><span class="s5">Quem aí é da época em que era permitido trabalhar desde </span><span class="s5">bem novinho</span><span class="s5"> com carteira assinada? Eu sou, e desde sempre tive essa preocupação comigo e com a minha família: estar empregado. </span><span class="s5">F</span><span class="s5">oi aos 1</span><span class="s5">5</span> <span class="s5">anos </span><span class="s5">que eu tive meu primeiro registro, em empresa privada, onde iniciei minha vida profissional. De lá para cá muita coisa mudou e a minha trajetória me colocou hoje em um lugar onde tenho a oportunidade de lutar para promover a empregabilidade do povo da cidade onde eu moro e para a qual trabalho e me dedico.</span></p>
<p class="s3"><span class="s5"><br />
</span><span class="s5">Como vereadora, propus a criação e agora presido a Frente Parlamentar de Emprego, Renda e Desenvolvimento Econômico da Câmara de Osasco, que tem por objetivo estudar o mercado para que possamos, juntos com o Poder Executivo e a iniciativa privada, buscar soluções para o desemprego. É nosso objetivo também dar mais condições</span><span class="s5"> para a população chegar preparada ao mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, propondo parcerias e incentivando projetos de capacitação profissional.</span></p>
<p class="s3"><span class="s5">Este é um trabalho que eu defendo e desenvolvo desde que assumi a Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão de Osasco, hoje Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda. E é desde essa época que eu acompanho</span><span class="s5">, com mais atenção,</span><span class="s5"> os índices oficiais de empregabilidade em Osasco e no Brasil. </span></p>
<p class="s3"><span class="s5">Em alguns desses anos essa questão foi mais preocupante, sobretudo quando o nosso país chegou ao patamar de cerca de 15% da população em idade elegível para o trabalho, desempregada. </span></p>
<p class="s3"><span class="s5">Mas isso vem mudando ao longo dos meses e, </span><span class="s5">nos últimos dias</span><a name="_GoBack"></a><span class="s5">, o IBGE divulgou dados sobre a </span><span class="s5">taxa de desemprego no Brasil no trimestre encerrado em julho</span><span class="s5">. Segundo a PNAD Contínua, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,9%,</span> <span class="s5">o melhor resultado para o mesmo período desde 2014, quando </span><span class="s5">a taxa de desemprego foi de 6,7% da população.</span></p>
<p class="s3"><span class="s5">Em Osasco também comemoramos os números divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que acompanha</span><span class="s5">, mês a mês,</span><span class="s5"> o desempenho de todos os 5.568 municípios, além do Distrito Estadual de Fernando de Noronha e do Distrito Federal. </span></p>
<p class="s3"><span class="s5">Segundo o CAGED, Osasco fechou o mês de julho com 8</span><span class="s5">.</span><span class="s5">311 novas carteiras assinadas. O saldo positivo de empregos, que é a diferença entre contratados e demitidos, ficou positivo em 1</span><span class="s5">.</span><span class="s5">136 contratações, o melhor de 2023 até agora. Se estendermos a análise para além de julho, último mês divulgado pelo CAGED, e buscarmos os dados desde janeiro, registramos a marca de 58.156 </span><span class="s5">pessoas </span><span class="s5">contratadas pelas empresas da cidade.</span></p>
<p class="s3"><span class="s6">Esses números animadores são frutos de um país em recup</span><span class="s6">e</span><span class="s6">ração</span><span class="s6">e, especificamente em Osasco, são frutos de uma administração comprometida em tornar a cidade atrativa do ponto de vista logístico, estrutural, tributário e tecnológico.</span><span class="s6"> Somos uma das cidades que mais têm recebido novas empresas, muitas delas gigantes, o que promove não só a geração de empregos mas o desenvolvimento da região como um todo.</span></p>
<p class="s3"><span class="s6"><br />
</span><span class="s6">E para acompanhar esse crescimento</span><span class="s6"> nossa meta é buscar parcerias para que a cidade oferte formação e qualificação profissional. Exemplo disso é a propositura da </span><span class="s6">criação de cursos de qualificação, na área de tecnologia, voltado para as mulheres</span><span class="s6">; o pedido para que a ETEC disponibilize curso técnico em veterinária na unidade Osasco, e o apoio a todo projeto que chega na casa com os mesmos objetivos.</span><span class="s6"><br />
</span><span class="s6">Sigamos na missão! É tempo, sim, de comemorar o bom resultado, mas atenta às novas demandas que o crescimento pode trazer e, sobretudo, atenta ao fato de que, apesar da fase animadora, ainda há muito pra se fazer no que diz respeito à empregabilidade e à geração de renda.</span></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/brasil-comemora-menor-indice-de-desemprego-desde-2014/">Brasil comemora menor índice de desemprego desde 2014</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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