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	<title>diabetes &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>diabetes &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Mounjaro é aprovado para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:01:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou uma importante decisão que redefine o tratamento do diabetes tipo 2 em pacientes mais jovens. O medicamento Mounjaro, cujo princípio ativo é a tirzepatida, obteve aprovação para uso em crianças e adolescentes a partir dos 10 anos de idade. Anteriormente restrita ao público adulto, esta expansão da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou uma importante decisão que redefine o tratamento do diabetes tipo 2 em pacientes mais jovens. O medicamento Mounjaro, cujo princípio ativo é a tirzepatida, obteve aprovação para uso em crianças e adolescentes a partir dos 10 anos de idade. Anteriormente restrita ao público adulto, esta expansão da indicação marca um avanço significativo na abordagem de uma doença que tem demonstrado uma prevalência crescente na população pediátrica, especialmente em um cenário de aumento da obesidade. A medida oferece uma nova esperança para o manejo eficaz da hiperglicemia e a prevenção de complicações futuras, sublinhando a urgência de ferramentas terapêuticas inovadoras para esta faixa etária vulnerável.</p>
<p> Acesso ampliado e o combate ao diabetes pediátrico<br />
A recente aprovação do Mounjaro para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes a partir de 10 anos representa um marco na saúde pública brasileira. A decisão, comunicada pelas autoridades regulatórias, expande o espectro de uso de um medicamento já consolidado no tratamento de adultos, agora acessível a uma população mais jovem que enfrenta um aumento preocupante da incidência de diabetes tipo 2. Profissionais da área médica enfatizam a importância vital dessa medida para o futuro da saúde desses pacientes. Com a capacidade de atuar na prevenção e controle da doença em fases iniciais, o Mounjaro pode desempenhar um papel crucial, especialmente para aqueles com histórico familiar positivo e para a grande parcela de jovens afetados pela obesidade.</p>
<p> O impacto da obesidade e a ação da tirzepatida<br />
A correlação entre obesidade e diabetes tipo 2 é inegável, e o cenário atual revela dados alarmantes: uma parcela significativa da população brasileira apresenta sobrepeso, um fator que impulsiona diretamente a incidência de diabetes, inclusive em crianças e adolescentes. Neste contexto, o Mounjaro (tirzepatida) emerge como uma ferramenta promissora. Ele atua de forma multifacetada no controle da glicemia, que é a taxa de açúcar no sangue. A tirzepatida otimiza a secreção de insulina em resposta à ingestão de alimentos, assegurando uma regulação mais precisa após as refeições.</p>
<p>Além disso, o medicamento possui a capacidade de diminuir a secreção de glucagon, um hormônio que, em excesso, contribui para o aumento da glicose no sangue. Outro mecanismo fundamental é o retardo do esvaziamento gástrico, que contribui para uma maior sensação de saciedade e, consequentemente, uma redução na ingestão calórica. Este efeito é particularmente relevante, dado que a obesidade está ligada a aproximadamente 90% dos casos de diabetes tipo 2. Ao promover um melhor controle glicêmico e auxiliar na perda de peso, a tirzepatida oferece um caminho mais robusto para gerenciar a doença e suas potenciais complicações, como problemas renais, cegueira e amputações, que são riscos inerentes à hiperglicemia não tratada.</p>
<p> Considerações sobre segurança e a jornada até o SUS<br />
Embora a aprovação do Mounjaro represente um avanço significativo, é imperativo abordar as considerações de segurança associadas ao seu uso em crianças e adolescentes. Profissionais de saúde alertam para a necessidade de rigor na dosagem e monitoramento, uma vez que os riscos em alguns aspectos podem ser análogos aos observados em adultos. Entre os possíveis efeitos adversos, destacam-se náuseas, vômitos e desidratação, que podem ser exacerbados por um excesso de dose. Além disso, a inibição do apetite e o aumento da saciedade, embora benéficos para o controle de peso, exigem cautela. Uma ingestão reduzida de proteínas e carboidratos pode impactar o desenvolvimento e o crescimento dos jovens pacientes, potencialmente cursando com alterações metabólicas importantes. O acompanhamento médico é, portanto, fundamental para equilibrar os benefícios terapêuticos com a segurança do paciente, garantindo que a dosagem seja ajustada às necessidades individuais e que quaisquer efeitos adversos sejam prontamente gerenciados.</p>
<p> A urgência da incorporação no sistema público de saúde<br />
Apesar do seu potencial transformador, o Mounjaro (tirzepatida) ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), o que levanta uma importante discussão sobre a equidade no acesso a tratamentos inovadores. A indisponibilidade no SUS é um obstáculo considerável para grande parte da população, especialmente em um país onde os índices de sobrepeso são alarmantes, com dados que indicam mais da metade da população brasileira acima do peso ideal. A inclusão de tecnologias como a tirzepatida no sistema público seria de grande utilidade no combate a essa que é considerada uma pandemia da obesidade, conforme ressaltado por especialistas.</p>
<p>Até o momento, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), responsável por avaliar e recomendar a inclusão de medicamentos e tecnologias no SUS, não recebeu nenhum pedido formal de avaliação para o princípio ativo tirzepatida. Esta ausência destaca a necessidade de movimentos e ações que visem a incorporação, para que a nova opção terapêutica possa beneficiar um número maior de crianças e adolescentes. Estudos de 2019 já indicavam que centenas de milhares de adolescentes no Brasil viviam com diabetes tipo 2 e um número ainda maior com pré-diabetes, reforçando a urgência dessa pauta.</p>
<p> Perspectivas e o futuro do tratamento pediátrico para diabetes<br />
A aprovação do Mounjaro para uso pediátrico no tratamento do diabetes tipo 2 representa um avanço crucial na luta contra uma doença complexa e em ascensão entre os jovens. Esta nova ferramenta terapêutica oferece uma via mais eficaz para o controle glicêmico e o manejo do peso, elementos essenciais para mitigar os riscos de complicações a longo prazo. Contudo, a efetividade plena desta inovação depende não apenas da sua disponibilidade no mercado privado, mas também da sua eventual incorporação ao Sistema Único de Saúde. A discussão sobre a acessibilidade e a garantia de que todas as crianças e adolescentes que necessitam possam se beneficiar deste tratamento torna-se prioritária. Além disso, a conscientização sobre os riscos da obesidade e do diabetes tipo 2 na infância e adolescência, aliada a estratégias de prevenção e políticas públicas robustas, será fundamental para construir um futuro mais saudável para as próximas gerações. O caminho para um tratamento mais abrangente e equitativo ainda exige esforços colaborativos de órgãos de saúde, governo e sociedade civil.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>O que é Mounjaro e para que serve em crianças e adolescentes?<br />
Mounjaro é um medicamento injetável, cujo princípio ativo é a tirzepatida, aprovado para o tratamento do diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes a partir de 10 anos. Ele atua controlando os níveis de açúcar no sangue, auxiliando na secreção de insulina, diminuindo o glucagon e retardando o esvaziamento gástrico, o que pode ajudar também no controle de peso.</p>
<p>Quais são os principais riscos ou efeitos colaterais do Mounjaro em jovens pacientes?<br />
Os riscos incluem náuseas, vômitos e desidratação, especialmente em caso de dosagem inadequada. É crucial monitorar a ingestão de alimentos, pois o medicamento pode causar inibição do apetite e aumento da saciedade, com potencial impacto no metabolismo do crescimento se a nutrição for comprometida. O acompanhamento médico é essencial.</p>
<p>Mounjaro está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para essa faixa etária?<br />
Não, atualmente o Mounjaro (tirzepatida) não está disponível no SUS. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) ainda não recebeu um pedido formal de avaliação para sua incorporação ao sistema público de saúde. Seu acesso, por enquanto, é restrito à rede privada.</p>
<p>Para mais informações sobre o manejo do diabetes tipo 2 ou para discutir opções de tratamento, consulte sempre um profissional de saúde qualificado. Mantenha-se informado sobre os avanços na área e a importância da prevenção.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Anvisa autoriza terapias inovadoras para diabetes tipo 1, câncer e angioedema</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/anvisa-autoriza-terapias-inovadoras-para-diabetes-tipo-1-cancer-e-angioedema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 05:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu um passo significativo para a saúde pública brasileira ao aprovar, em um mesmo dia, novos medicamentos para o tratamento de condições crônicas e graves. Os registros, que foram oficializados e publicados no Diário Oficial da União na última segunda-feira, dia 9, representam uma nova esperança para milhares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu um passo significativo para a saúde pública brasileira ao aprovar, em um mesmo dia, novos medicamentos para o tratamento de condições crônicas e graves. Os registros, que foram oficializados e publicados no Diário Oficial da União na última segunda-feira, dia 9, representam uma nova esperança para milhares de pacientes que convivem com diabetes tipo 1, câncer de mama em estágio avançado e angioedema hereditário. Esta aprovação de medicamentos inovadores sublinha o compromisso da agência em agilizar o acesso a terapias modernas, que podem transformar o prognóstico e a qualidade de vida dos indivíduos afetados por essas doenças complexas, oferecendo opções onde as existentes eram limitadas ou menos eficazes.</p>
<p> Novas esperanças no combate ao diabetes tipo 1</p>
<p>O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e crônica, que geralmente se manifesta na infância ou adolescência. Caracteriza-se pela destruição das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, levando à dependência vitalícia de injeções de insulina para controlar os níveis de glicose no sangue. A patologia está associada a um risco elevado de complicações a longo prazo, incluindo doenças cardíacas, renais, neurológicas e oculares, que podem comprometer severamente a qualidade de vida e a longevidade dos pacientes. O manejo do diabetes tipo 1 exige monitoramento constante e disciplina rigorosa, e mesmo com os avanços no tratamento, a prevenção ou o atraso da sua manifestação clínica sempre foi um objetivo desafiador para a medicina.</p>
<p> O Tzield® (teplizumabe): um passo rumo à prevenção</p>
<p>Nesse contexto, a aprovação do Tzield® (teplizumabe) pela Anvisa marca um divisor de águas. Este medicamento inovador é o primeiro do tipo a ser aprovado no Brasil com a indicação específica para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos a partir dos 8 anos de idade que já se encontram no estágio 2 da doença. O Tzield® atua como um anticorpo monoclonal que visa e inativa linfócitos T autorreativos, células do sistema imunológico que atacam e destroem as células produtoras de insulina no pâncreas. Ao modular essa resposta autoimune, o teplizumabe busca preservar a função das células beta por mais tempo, adiando o aparecimento dos sintomas clínicos do diabetes tipo 1.</p>
<p>O estágio 2 do diabetes tipo 1 é caracterizado pela presença de múltiplos autoanticorpos e disglycemia (alterações nos níveis de glicose no sangue), mas sem os sintomas clássicos da doença. Retardar a progressão para o estágio 3, que é o diabetes tipo 1 sintomático e diagnosticado clinicamente, pode trazer benefícios substanciais. Pacientes que conseguem postergar o início da dependência de insulina podem experimentar uma melhor qualidade de vida por mais tempo, com menos hospitalizações por cetoacidose diabética e a possibilidade de um controle metabólico mais suave nos primeiros anos após o diagnóstico efetivo, quando a doença se manifestar. Essa terapia representa um avanço significativo na abordagem preventiva e na gestão da doença, oferecendo uma janela de oportunidade para pacientes em risco elevado.</p>
<p> Avanços significativos no tratamento do câncer de mama</p>
<p>O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, excluindo os cânceres de pele não melanoma. Embora os avanços no diagnóstico precoce e nas terapias tenham melhorado as taxas de sobrevida, o tratamento de casos avançados — irressecáveis ou metastáticos — ainda representa um enorme desafio. Pacientes com câncer de mama que expressam receptores hormonais (HR-positivo) e não apresentam superexpressão do HER2 (HER2-negativo) constituem a maioria dos casos. No entanto, mesmo com o arsenal terapêutico disponível, muitos desses pacientes desenvolvem resistência à terapia endócrina e, posteriormente, à quimioterapia, necessitando de novas opções para combater a progressão da doença.</p>
<p> Datroway®: uma nova opção para casos desafiadores</p>
<p>A aprovação do Datroway® pela Anvisa oferece uma nova e promissora alternativa para esses pacientes. O Datroway® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já se submeteram a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável ou metastática. A designação &#8220;irressecável&#8221; refere-se a tumores que não podem ser completamente removidos por cirurgia, enquanto &#8220;metastático&#8221; indica que o câncer se espalhou do local de origem para outras partes do corpo.</p>
<p>O Datroway® é um conjugado anticorpo-medicamento (ADC), uma classe de drogas que combina a especificidade de um anticorpo monoclonal para direcionar células tumorais com a potência de uma droga quimioterápica. No caso do Datroway®, o anticorpo se liga a uma proteína específica expressa na superfície das células do câncer de mama, entregando diretamente o agente quimioterápico às células malignas. Essa abordagem direcionada minimiza os danos às células saudáveis, o que pode resultar em menor toxicidade em comparação com a quimioterapia convencional. Para pacientes que esgotaram as opções terapêuticas padrão, o Datroway® oferece uma oportunidade de prolongar a sobrevida livre de progressão da doença e, potencialmente, a sobrevida global, além de contribuir para a manutenção da qualidade de vida.</p>
<p> Combate ao angioedema hereditário: menos crises, mais qualidade de vida</p>
<p>O angioedema hereditário (AEH) é uma doença genética rara, caracterizada por episódios recorrentes e imprevisíveis de inchaço (edema) em diversas partes do corpo. Esses inchaços podem afetar a pele (mãos, pés, face, genitais), as mucosas do trato gastrointestinal (causando dor abdominal intensa, náuseas e vômitos) e, perigosamente, as vias aéreas superiores, levando a obstrução respiratória que pode ser fatal. A doença é causada por uma deficiência ou disfunção de uma proteína chamada inibidor de C1 (C1-INH), que desempenha um papel crucial na regulação do sistema complemento e do sistema calicreína-cinina. A desregulação desses sistemas leva à produção excessiva de bradicinina, uma substância que aumenta a permeabilidade dos vasos sanguíneos, resultando nos episódios de inchaço. A imprevisibilidade e a gravidade das crises impactam profundamente a vida dos pacientes, causando ansiedade e limitações significativas.</p>
<p> Andembry® (garadacimabe): prevenção eficaz de crises</p>
<p>A aprovação do Andembry® (garadacimabe) pela Anvisa é uma notícia bem-vinda para a comunidade de pacientes com AEH. Este medicamento é indicado para a prevenção de crises de angioedema hereditário. O garadacimabe atua como um anticorpo monoclonal que se liga e inibe o fator XIIa, uma enzima que inicia a via da calicreína-cinina, responsável pela produção de bradicinina. Ao bloquear o fator XIIa, o Andembry® consegue controlar a superprodução de bradicinina, reduzindo significativamente a frequência, a intensidade e a duração dos episódios de inchaço.</p>
<p>Para os pacientes com AEH, a prevenção das crises é fundamental. As crises não só são dolorosas e debilitantes, mas as que afetam a garganta representam uma emergência médica que exige intervenção imediata para evitar asfixia. A possibilidade de reduzir drasticamente esses eventos com um tratamento profilático eficaz melhora enormemente a segurança e a autonomia dos pacientes, permitindo-lhes levar uma vida mais normal e com menos medo das próximas crises. Essa terapia representa um avanço crucial no manejo de uma doença rara que exige atenção constante e soluções inovadoras.</p>
<p> Um marco para a saúde no Brasil</p>
<p>As recentes aprovações da Anvisa para o Tzield®, Datroway® e Andembry® sinalizam um período de avanço e esperança para a medicina brasileira. Ao disponibilizar tratamentos que abordam o diabetes tipo 1 em sua fase pré-sintomática, oferecem novas estratégias para o câncer de mama avançado e proporcionam uma prevenção eficaz para o angioedema hereditário, a agência reforça seu papel vital na garantia do acesso a inovações terapêuticas. Estas terapias não apenas oferecem novas opções onde as necessidades médicas eram prementes, mas também refletem o progresso da ciência e da pesquisa farmacêutica global, impactando positivamente a qualidade de vida e o prognóstico de inúmeros pacientes em todo o país. O compromisso com a saúde e o bem-estar da população é continuamente reforçado por essas decisões regulatórias que trazem o que há de mais moderno em tratamento para o Brasil.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que significa a aprovação de novos medicamentos pela Anvisa?<br />
A aprovação de novos medicamentos pela Anvisa significa que a agência avaliou rigorosamente a segurança, eficácia e qualidade desses produtos, confirmando que seus benefícios superam os riscos. Com a aprovação, esses medicamentos podem ser comercializados e utilizados no Brasil, oferecendo novas opções terapêuticas para pacientes que necessitam.</p>
<p> Quem pode se beneficiar do Tzield® (teplizumabe)?<br />
O Tzield® (teplizumabe) é indicado para pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estão no estágio 2 do diabetes tipo 1. Estes são indivíduos que apresentam autoanticorpos contra as células beta do pâncreas e alterações nos níveis de glicose, mas ainda não desenvolveram os sintomas clínicos do diabetes tipo 1 (estágio 3). O objetivo é atrasar o início da doença sintomática.</p>
<p> Qual a importância do Datroway® para pacientes com câncer de mama?<br />
O Datroway® é importante por oferecer uma nova opção de tratamento para pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já esgotaram outras linhas de tratamento, como a terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia. Representa uma alternativa valiosa para casos desafiadores, buscando prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida.</p>
<p> Como o Andembry® (garadacimabe) atua na prevenção do angioedema hereditário?<br />
O Andembry® (garadacimabe) atua inibindo o fator XIIa, uma enzima-chave na via da calicreína-cinina, responsável pela produção de bradicinina. A bradicinina é a substância que causa os inchaços no angioedema hereditário. Ao bloquear o fator XIIa, o garadacimabe reduz a formação excessiva de bradicinina, prevenindo assim a ocorrência de crises de inchaço e suas complicações.</p>
<p>Para mais informações sobre estes tratamentos ou para avaliar a sua aplicabilidade ao seu caso, consulte sempre um médico especialista. Acompanhe as notícias sobre saúde e inovações terapêuticas para se manter atualizado.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Campanha alerta sobre risco de cegueira em diabéticos</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/campanha-alerta-sobre-risco-de-cegueira-em-diabeticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2025 05:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabética]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma campanha de conscientização lançada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) visa alertar a população sobre o risco aumentado de retinopatia diabética em pacientes com diabetes. A retinopatia diabética é uma doença que afeta os vasos sanguíneos da retina e pode levar à perda parcial ou total da visão. Estudos indicam que quatro em cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma campanha de conscientização lançada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) visa alertar a população sobre o risco aumentado de retinopatia diabética em pacientes com diabetes. A retinopatia diabética é uma doença que afeta os vasos sanguíneos da retina e pode levar à perda parcial ou total da visão.</p>
<p>Estudos indicam que quatro em cada cinco pacientes com diabetes correm o risco de desenvolver algum grau de retinopatia. A campanha foca na conscientização sobre essa doença que atinge os vasos sanguíneos da retina.</p>
<p>A mobilização, que se estenderá durante todo o mês de novembro, teve início com uma maratona online de conscientização e o começo de mutirões de atendimento em diversas regiões do país. O objetivo dos mutirões é o diagnóstico e tratamento precoces da retinopatia diabética. A programação ao vivo, que ocorrerá entre hoje e amanhã, poderá ser acompanhada no canal do CBO no Youtube. Conteúdos complementares estarão disponíveis no site oficial da campanha &#8220;24 Horas pelo Diabetes&#8221;, incluindo vídeos, podcasts e depoimentos.</p>
<p>O diabetes é uma das principais doenças crônicas no Brasil, afetando mais de 16 milhões de pessoas, aproximadamente 7% da população. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acompanhamento gratuito para a doença em unidades básicas de saúde em todo o país, além de fornecer materiais para medição e controle. O diabetes, quando não tratado adequadamente, pode levar a diversas complicações, incluindo demências, doenças metabólicas, e problemas circulatórios, com potencial risco de morte. É crucial o acompanhamento médico regular e o controle adequado da glicemia para prevenir complicações como a retinopatia diabética e preservar a saúde ocular.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova validade permanente para laudo de diabetes tipo 1</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/camara-aprova-validade-permanente-para-laudo-de-diabetes-tipo-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 05:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[proposta]]></category>
		<category><![CDATA[Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que concede validade indeterminada aos laudos de pacientes com diabetes tipo 1. A medida, aprovada nesta quarta-feira, segue agora para análise do Senado. O diabetes tipo 1, de origem hereditária e sem cura, demanda acompanhamento contínuo e acesso regular a medicamentos. A proposta visa simplificar o [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/camara-aprova-validade-permanente-para-laudo-de-diabetes-tipo-1/">Câmara aprova validade permanente para laudo de diabetes tipo 1</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que concede validade indeterminada aos laudos de pacientes com diabetes tipo 1. A medida, aprovada nesta quarta-feira, segue agora para análise do Senado.</p>
<p>O diabetes tipo 1, de origem hereditária e sem cura, demanda acompanhamento contínuo e acesso regular a medicamentos. A proposta visa simplificar o acesso a esses recursos, eliminando a necessidade de renovações periódicas de laudos.</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo ao PL 3472/23, de autoria do deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO). O relator, deputado Max Lemos (PDT-RJ), promoveu pequenos ajustes de técnica legislativa. A proposta determina que o laudo com validade permanente poderá ser emitido por médicos tanto da rede pública quanto da rede privada, respeitando as exigências legais em vigor.</p>
<p>A justificativa para a mudança reside na natureza crônica e irreversível do diabetes tipo 1. Segundo defensores da proposta, a exigência de renovações periódicas de laudos representa um ônus desnecessário para os pacientes e para o sistema de saúde. A medida busca reduzir custos, otimizar processos administrativos e garantir mais dignidade aos pacientes nas áreas de saúde, educação, previdência e assistência social.</p>
<p>A alteração impacta a lei de 2006, que estabeleceu a distribuição gratuita de insulina e insumos para o controle da glicemia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O texto aprovado explicita que o laudo médico com o diagnóstico confirmado de diabetes mellitus tipo 1 (DM1) tem validade indeterminada, independentemente da origem do profissional emissor, seja ele da rede pública ou privada.</p>
<p>Além da questão do diabetes tipo 1, a Câmara aprovou também o projeto de Lei (PL) 6256/2019, que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta. Essa política visa tornar a comunicação governamental mais clara e acessível ao cidadão.</p>
<p>A proposta obriga os órgãos da administração pública a adotar procedimentos que facilitem a compreensão das informações, como a utilização de frases curtas e em ordem direta, o uso de palavras comuns e a explicação de termos técnicos. O objetivo é garantir que o cidadão possa encontrar, compreender e utilizar as informações fornecidas pelo governo de forma mais fácil.</p>
<p>O projeto de lei que institui a Política Nacional de Linguagem Simples segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Santana de Parnaíba fornece sensor para monitorar glicose e inova o tratamento para alunos com diabetes</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 13:30:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa da prefeitura marca o início de um programa pioneiro em toda a região; serão beneficiadas crianças e adolescentes com idades entre 4 e 17 anos A Prefeitura de Santana de Parnaíba implantou o Projeto de Monitoramento Contínuo da Glicose, com entrega de sensor a pacientes diagnosticados com o diabetes tipo 1 insulinodependentes, na faixa [&#8230;]</p>
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<h4 dir="ltr"><i>Iniciativa da prefeitura marca o início de um programa pioneiro em toda a região; serão beneficiadas crianças e adolescentes com idades entre 4 e 17 anos</i></h4>
</div>
<div dir="ltr">A Prefeitura de Santana de Parnaíba implantou o Projeto de Monitoramento Contínuo da Glicose, com entrega de sensor a pacientes diagnosticados com o diabetes tipo 1 insulinodependentes, na faixa etária dos 4 aos 17 anos. A primeira entrega promovida pela Secretaria de Saúde ocorreu em agosto na sala de treinamento do Centro Administrativo Bandeirantes (CAB). Na ocasião, um educador em diabetes capacitou familiares e pacientes sobre o funcionamento e uso do medidor.<i>“O meu filho foi diagnosticado com o diabetes tipo 1 quando tinha dois anos de idade e, por muito tempo, a medição era feita com o furo no dedo, o que gerava dor, desconforto e problemas no controle da doença. Depois adotamos o sensor, mas o custo era muito alto, então contar com o dispositivo entregue pela prefeitura é uma bênção, fico emocionada e o coração cheio de gratidão”,</i> disse Zélia Marques, mãe do paciente Matheus Marques, de 12 anos, estudante e praticante de natação.</p>
<p>Considerado uma alternativa menos invasiva do que os métodos tradicionais, o sensor é um dispositivo que monitora os níveis de glicose no sangue. Aplicado sob a pele e com a durabilidade de 14 dias, ele fornece informações sobre o controle do diabetes 24h por dia, o que permite o monitoramento contínuo dos níveis de glicose.</p>
<p><i>“Os dedinhos da Milena ficavam constantemente doloridos de tanto furar. Agora melhorou muito, ela tem mais autonomia, leva uma vida normal tanto na escola quanto nas aulas de balé, e a família toda vive com mais tranquilidade”,</i> revelou Vanilda Costa Silva, mãe da paciente Milena.</p>
<p>Ao entregar o sensor, o principal objetivo da prefeitura é disponibilizar para os munícipes uma tecnologia avançada de automonitoramento e melhoria da qualidade de vida. <i>“O sensor de monitoramento contínuo da glicemia traz maior facilidade e menos desconforto ao paciente portador de diabetes mellitus, ou com necessidades de controle glicêmico minucioso, por verificar a glicemia de forma contínua e armazenar os dados dia e noite”, </i>explica o Núcleo de Planejamento e Monitoramento em Saúde da prefeitura.</p>
</div>
<p><b>Funcionamento</b></p>
<div dir="ltr">Entre as funcionalidades do sensor de glicose, ele indica a tendência da glicemia no organismo e permite que o paciente se mantenha dentro das metas glicêmicas, o que resulta em menor risco de apresentar hipoglicemia (nível baixo de açúcar no sangue) ou hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue).Condição em que os níveis de glicose no sangue caem abaixo do normal (70 mg/dL), a hipoglicemia pode causar tremores, sudorese, tontura, confusão, fraqueza, desmaio e convulsões, entre outros sintomas. Se não tratada a tempo, pode levar à perda da consciência. Por sua vez, a hiperglicemia pode causar sede excessiva, urinação frequente, fadiga, visão embaçada, náusea, vômito e, se não for tratada, pode levar a uma emergência médica. Em sua essência, com a glicemia controlada, o paciente apresenta melhor resposta ao tratamento, menor taxa de internação e aumenta a expectativa de vida.</p>
<p>Do tamanho de uma moeda de um real, o sensor digital, que é resistente à água, é aplicado na parte posterior superior do braço. Ao passar o leitor pelo dispositivo (pode ser via aplicativo de celular), o paciente terá o histórico glicêmico, uma seta apontando se a glicose está subindo, baixando ou mudando lentamente. As informações sobem na nuvem e ficam disponíveis para acesso por parte do médico e do responsável da família.</p>
<p>O Projeto de Monitoramento Contínuo da Glicose conta atualmente com 22 cadastrados. Ao longo do tratamento, eles passam por consultas e acompanhamentos com equipe multiprofissional (endocrinologista, nutricionista, enfermeiro, farmacêutico, psicólogo); contam com acesso aos medicamentos e insumos para diabetes nas farmácias municipais, e participam de aula sobre “Educação em Diabetes”.</p>
<p>De acordo com o Núcleo de Planejamento e Monitoramento em Saúde, o objetivo final deste protocolo é que todos os pacientes com diabetes mellitus tipo 1 e insulinodependentes, acompanhados pela rede municipal de saúde, e que se enquadrem nos critérios de inclusão do projeto, sejam contemplados e monitorados com os sensores. A gestão do programa está sob o comando da equipe multiprofissional de coordenadores da Saúde e do secretário Dr. José Carlos Misorelli.</p>
<p>Para ser contemplado com um sensor, é preciso estar com o cadastro homologado no município, enquadrar-se nos critérios de inclusão do protocolo, possuir idade entre 4 até 17 anos, 11 meses e 29 dias e apresentar indicação médica expressa e prescrita para uso do medidor. Visando facilitar o acesso, os sensores do projeto de Santana de Parnaíba, que é inédito em toda a região, são dispensados em todas as farmácias básicas das UBSs e USAs do município.<br />
<b></b></p>
</div>
<div dir="ltr"></div>
<h4 dir="ltr"><b><br />
Alerta para a doença</b></h4>
<div dir="ltr">Além do tipo 1, a doença do diabetes também é classificada como tipo 2, gestacional e pré-diabetes (considerado grupo de alto risco). Uma pesquisa feita pela SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) em parceria com o laboratório farmacêutico Abbott apontou que apenas 30% dos pacientes detém informação sobre a condição de pré-diabetes.O termo é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de diabetes tipo 2. O pré-diabetes é importante por ser a única etapa que pode reverter ou retardar a evolução para o diabetes e suas complicações. Estar em dia com os exames de saúde, cuidar da alimentação e praticar exercícios físicos contribuem no sucesso para o controle.</p>
<p>Segundo a SBC, mais de 13 milhões de pessoas vivem com diabetes no Brasil, o que representa cerca de 7% da população. Já a International Diabetes Federation, entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), revela que no mundo há mais de 380 milhões de pessoas com a doença, sendo a maioria dos casos associada a condições como obesidade e sedentarismo.</p>
<p>Dados do Ministério da Saúde apontam o Brasil como o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos (20 a 79 anos), perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A estimativa da incidência da doença em 2030 chega a 21,5 milhões. Esses dados estão no Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF).</p>
</div>
<div dir="ltr"></div>
<h4 dir="ltr"><b>Dia Mundial da Diabetes</b></h4>
<div dir="ltr">Desde 1991, o Dia Mundial da Diabetes (14/11) se tornou um marco da luta contra a doença. A data criada em homenagem ao aniversário de Sir Frederick Banting, responsável pela co-distribuição da insulina, visa conscientizar a população sobre a importância de prevenir e combater a doença.</div>
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