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	<title>Documentário &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Documentário &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Documentário revela a memória viva do Cais do Valongo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história do Cais do Valongo, um sítio arqueológico localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, representa um dos capítulos mais sombrios e por vezes esquecidos da trajetória brasileira. Reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial, este local foi o maior porto de desembarque de africanos escravizados nas Américas, recebendo entre 1775 e 1830 uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história do Cais do Valongo, um sítio arqueológico localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, representa um dos capítulos mais sombrios e por vezes esquecidos da trajetória brasileira. Reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial, este local foi o maior porto de desembarque de africanos escravizados nas Américas, recebendo entre 1775 e 1830 uma quantidade estimada de quase um milhão de pessoas forçadas a entrar no Brasil. Para resgatar e reinterpretar essa memória crucial, um novo documentário intitulado &#8220;Representando o Passado Morto-Vivo da Escravidão: Contestação e Coprodução Global, Nacional e Local&#8221; está em produção. A obra promete não apenas revisitar os eventos históricos, mas também analisar o impacto contínuo da escravidão e as persistentes transformações sociais impulsionadas pela luta e resistência do povo negro, oferecendo uma perspectiva inovadora e profundamente engajada.</p>
<p> O cais do Valongo e a construção da memória</p>
<p>O Cais do Valongo não é apenas um conjunto de ruínas; é um monumento silencioso à dor, mas também à incrível resiliência. Sua redescoberta e reconhecimento nas últimas décadas trouxeram à tona uma realidade histórica que por muito tempo foi obscurecida ou deliberadamente apagada dos registros e da consciência coletiva. A importância de revisitar e entender este local transcende a mera arqueologia, tocando as raízes da formação social, cultural e econômica do Brasil. O documentário surge como uma ferramenta essencial nesse processo de reconstrução da memória, buscando preencher as lacunas e confrontar as narrativas hegemônicas que frequentemente minimizam a brutalidade da escravidão e o protagonismo negro.</p>
<p> Um legado de sofrimento e resistência</p>
<p>Entre os anos de 1775 e 1830, o Cais do Valongo operou como o principal portal de entrada para a vasta maioria dos africanos escravizados que chegaram ao Brasil. Estimativas apontam que mais de 900 mil homens, mulheres e crianças foram desembarcados ali, após travessias desumanas do Atlântico. Este fluxo massivo não apenas moldou a demografia do país, mas também estabeleceu as bases de uma sociedade profundamente desigual, onde a mão de obra escrava era a engrenagem central da economia. A experiência vivida no Valongo, desde a chegada marcada pela violência e desumanização, até a dispersão forçada e o início de uma vida de cativeiro, é um testemunho indelével do projeto colonial. No entanto, é igualmente importante destacar que, desde o primeiro momento, houve resistência – nas fugas, na manutenção de práticas culturais, nas revoltas e na luta incessante pela liberdade e dignidade. O documentário se propõe a ir além do registro da dor, iluminando essas histórias de resistência que pavimentaram o caminho para a luta antirracista contemporânea.</p>
<p> A produção colaborativa e a perspectiva negra</p>
<p>O documentário &#8220;Representando o Passado Morto-Vivo da Escravidão: Contestação e Coprodução Global, Nacional e Local&#8221; é fruto de um esforço colaborativo extenso e internacional. O projeto é capitaneado por uma universidade na Inglaterra e outra na África do Sul, e no Brasil, é coordenado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), sob a liderança da professora Ynaê Lopes dos Santos, do departamento de História. Essa parceria estratégica com institutos nacionais e internacionais visa aprofundar a análise de como a escravidão e o comércio transatlântico de africanos escravizados são lembrados ou, muitas vezes, convenientemente esquecidos em diferentes partes do mundo.</p>
<p> Desvendando o racismo estrutural</p>
<p>Um dos maiores diferenciais desta produção audiovisual reside na sua perspectiva central: o filme é integralmente produzido e concebido a partir do ponto de vista de pessoas negras. As entrevistas realizadas, a forma como o roteiro foi estruturado e cada detalhe da narrativa são filtrados e moldados pela intelectualidade e pelo movimento social negro. Essa abordagem garante que a história da escravidão seja contada não apenas como um relato de dor e sofrimento, mas, sobretudo, como uma poderosa saga de resistência e luta. O financiamento internacional viabiliza uma investigação aprofundada das engrenagens do racismo, revelando como a escravidão histórica continua a reverberar nas estruturas sociais contemporâneas. A produção busca demonstrar como o passado escravista permanece &#8220;morto-vivo&#8221; em manifestações como o racismo recreativo, a persistente desigualdade econômica e, fundamentalmente, na maneira como a sociedade lida com a memória desse período. A relevância dessa conexão é inegável, especialmente em um contexto onde o Brasil, só no ano passado, registrou um recorde alarmante de mais de 4.500 denúncias de trabalhadores em condições análogas à escravidão. Para os produtores, uma maneira eficaz de combater essa exploração contemporânea é retornar às memórias do passado, mas sob o protagonismo e a ótica negra, um dos pilares do documentário, que tem previsão de estreia para 2028.</p>
<p> O legado contínuo e a luta por justiça</p>
<p>O documentário sobre o Cais do Valongo transcende a mera recuperação histórica; ele se posiciona como uma ferramenta crítica para a compreensão do presente e a construção de um futuro mais equitativo. Ao destacar a perspectiva negra e a dimensão da resistência, a obra não apenas presta homenagem às vítimas da escravidão, mas também empodera as vozes que hoje lutam contra o racismo e a desigualdade. A conexão entre o passado &#8220;morto-vivo&#8221; da escravidão e as estruturas de opressão atuais, incluindo o trabalho análogo à escravidão, ressalta a urgência de manter essa memória viva e ativa. A produção, com sua estreia prevista para 2028, se apresenta como um marco importante no diálogo global sobre reparação histórica e justiça social.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Qual a importância histórica do Cais do Valongo?<br />
O Cais do Valongo foi o principal porto de entrada de africanos escravizados nas Américas entre 1775 e 1830, sendo crucial para a compreensão da história da escravidão no Brasil e na diáspora africana. É um Sítio do Patrimônio Mundial da UNESCO.</p>
<p> Qual o título completo do documentário e quem está envolvido na produção?<br />
O documentário se intitula &#8220;Representando o Passado Morto-Vivo da Escravidão: Contestação e Coprodução Global, Nacional e Local&#8221;. É um projeto colaborativo entre a UFF (Brasil), universidades da Inglaterra e África do Sul, com a coordenação nacional da professora Ynaê Lopes dos Santos (UFF).</p>
<p> Qual o principal diferencial do documentário em relação a outras abordagens sobre a escravidão?<br />
Seu principal diferencial é ser produzido e pensado a partir de uma perspectiva de pessoas negras, com o objetivo de apresentar a história da escravidão não apenas como dor, mas como resistência, e conectar esse passado às manifestações do racismo e da desigualdade na sociedade contemporânea.</p>
<p> Quando o documentário será lançado?<br />
A previsão de estreia do documentário &#8220;Representando o Passado Morto-Vivo da Escravidão: Contestação e Coprodução Global, Nacional e Local&#8221; é para 2028.</p>
<p>Mantenha-se atualizado sobre o lançamento deste importante documentário e engaje-se na discussão sobre a memória do Cais do Valongo e o legado da escravidão. Sua participação é fundamental para amplificar essas vozes e impulsionar a luta por uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Documentário celebra a história e resistência do filhas de gandhy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 00:00:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em celebração ao mês da consciência negra, o Bloco Filhas de Gandhy, um ícone da representatividade feminina negra e da herança africana na Bahia, lança o primeiro documentário que narra seus mais de 45 anos de história. O projeto &#8220;Sons da Independência&#8221; materializa este importante registro audiovisual. O documentário apresenta depoimentos emocionantes das fundadoras, das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em celebração ao mês da consciência negra, o Bloco Filhas de Gandhy, um ícone da representatividade feminina negra e da herança africana na Bahia, lança o primeiro documentário que narra seus mais de 45 anos de história. O projeto &#8220;Sons da Independência&#8221; materializa este importante registro audiovisual.</p>
<p>O documentário apresenta depoimentos emocionantes das fundadoras, das atuais líderes e das jovens integrantes do primeiro afoxé feminino do Brasil, fundado em 1979 em Salvador. Essas narrativas revelam a força e a importância do bloco para a cultura afro-brasileira.</p>
<p>Silvana Magda, diretora executiva e artística do grupo, enfatiza que o documentário demonstra que as mulheres do Filhas de Gandhy são a base da instituição, cuja atuação transcende os desfiles carnavalescos. O trabalho do grupo reverbera durante todo o ano.</p>
<p>&#8220;Nós podemos sim ter voz mesmo que seja através de um tambor&#8221;, declara Silvana Magda, ressaltando a relevância do projeto &#8220;Sons da Independência&#8221; como um reconhecimento histórico e uma homenagem à perseverança das mulheres que, desde 1979, ousaram desfilar como um bloco feminino. Ela acrescenta que o Filhas de Gandhy é um símbolo vivo do matriarcado negro e da ancestralidade, demandando visibilidade e respeito no cenário cultural brasileiro.</p>
<p>A produção audiovisual retrata a criação do afoxé feminino em um período de ditadura militar, em um contexto cultural e carnavalesco dominado por homens. O documentário expõe os desafios enfrentados e as conquistas alcançadas pelo Filhas de Gandhy ao longo de sua trajetória.</p>
<p>Após a exibição inicial para convidados no Museu Eugênio Teixeira Leal, em Salvador, a direção do Filhas de Gandhy busca agora oportunidades para levar o documentário a escolas e comunidades, ampliando o alcance da história e do legado do bloco. Além disso, estão previstos a digitalização e a catalogação do acervo do grupo, garantindo a preservação de sua memória para as futuras gerações.</p>
<p>A produção do documentário é assinada por Luciene Cruz, com sonoplastia de Jailton Sodré.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Documentário detalha a última semana de vladimir herzog sob ditadura</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/documentario-detalha-a-ultima-semana-de-vladimir-herzog-sob-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 03:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[CRIME]]></category>
		<category><![CDATA[depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[herzog]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo documentário, intitulado &#8220;Herzog – O Crime que Abalou a Ditadura&#8221;, lançado nesta quinta-feira, reconstrói os eventos que levaram à morte do jornalista Vladimir Herzog, cujo assassinato completa 50 anos neste sábado. A produção, realizada pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL), narra a trajetória de Herzog, um jornalista, professor e cineasta que foi torturado e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo documentário, intitulado &#8220;Herzog – O Crime que Abalou a Ditadura&#8221;, lançado nesta quinta-feira, reconstrói os eventos que levaram à morte do jornalista Vladimir Herzog, cujo assassinato completa 50 anos neste sábado. A produção, realizada pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL), narra a trajetória de Herzog, um jornalista, professor e cineasta que foi torturado e morto por agentes durante o regime militar. O filme está disponível no canal do ICL no YouTube.</p>
<p>O documentário apresenta depoimentos de amigos, colegas de trabalho e familiares de Herzog, buscando elucidar o impacto de sua morte na sociedade brasileira e como ela se tornou um marco na luta pela redemocratização do país. Segundo os produtores, os relatos oferecem uma nova perspectiva sobre a história, já amplamente divulgada, com foco nos elementos que desencadearam a comoção nacional.</p>
<p>Antônio Farinaci, diretor e roteirista do filme, destaca a intenção de investigar temas históricos, sociais e culturais, buscando trazer uma abordagem inédita para a história de Herzog. Nascido na antiga Iugoslávia, Herzog fugiu do nazismo com sua família e encontrou refúgio no Brasil ainda criança. Sua morte, inicialmente divulgada como suicídio, tornou-se um símbolo de resistência contra a opressão e em defesa da liberdade de imprensa.</p>
<p>Márcia Cunha, diretora executiva de conteúdo do ICL, explica que o documentário se concentra no período de uma semana antes até uma semana após o crime, abordando as motivações do assassinato, os eventos que o cercaram e as consequências para o jornalista, o país e a história brasileira. A produção busca mostrar como a ditadura agia, expondo estratégias que, segundo ela, se repetem até os dias atuais, como o uso de táticas de desinformação e ataques à imprensa.</p>
<p>O filme conta com depoimentos de jornalistas como Dilea Frate, Paulo Markun, Rose Nogueira e Sérgio Gomes, além do filho de Herzog, Ivo Herzog, e do diretor e roteirista João Batista de Andrade. A produção enfrentou desafios na busca por imagens de arquivo, devido à falta de registros da época. Para superar essa dificuldade, a equipe optou por recriar cenas importantes por meio de storyboards e animações em estilo de história em quadrinhos, buscando atrair a atenção das novas gerações.</p>
<p>Paula Villar, artista ativista, foi responsável pelas ilustrações, criando representações visuais de momentos cruciais baseadas nos depoimentos e relatos disponíveis. A narrativa intercala os quadrinhos com depoimentos de pessoas que estiveram presas com Herzog e relatos de amigos e figuras como Dom Paulo Evaristo Arns.</p>
<p>Farinaci enfatiza o rigor e o respeito com que a produção abordou os depoimentos, buscando retratar o terror da época e evitar o revisionismo histórico. Cunha complementa que o crime expôs a divisão interna no regime militar, entre aqueles que defendiam a abertura democrática e a linha dura do exército, contribuindo para o processo de redemocratização.</p>
<p>O documentário também aborda a prisão de Herzog na TV Cultura, onde trabalhava, e sua apresentação voluntária no DOI-Codi, onde foi torturado e morto. A diretora ressalta que, na semana anterior ao crime, 11 jornalistas já haviam sido presos, indicando uma perseguição sistemática à imprensa. A icônica foto de Herzog enforcado, com indícios de fraude, também é analisada no filme.</p>
<p>Em paralelo ao documentário, o ICL lançou o podcast &#8220;Caso Herzog – A foto e a farsa&#8221;, que detalha a produção da imagem e sua importância para desvendar o crime. O podcast está disponível no canal do ICL no YouTube e em plataformas de áudio.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>TRE-SP lança documentário para combater desinformação sobre urnas eletrônicas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tre-sp-lanca-documentario-para-combater-desinformacao-sobre-urnas-eletronicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 03:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[TRE-SP]]></category>
		<category><![CDATA[urnas eletrônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obra reúne depoimentos de magistrados e servidores que acompanharam os ataques à Justiça Eleitoral desde as eleições de 2018 O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) lançou nesta quarta-feira (10) o documentário “A Verdade das Urnas: Justiça Eleitoral no Combate à Desinformação”, produzido em parceria entre a Secretaria de Gestão da Informação e Documental (Sgid) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><i>Obra reúne depoimentos de magistrados e servidores que acompanharam os ataques à Justiça Eleitoral desde as eleições de 2018</i></strong></p>
<p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) lançou nesta quarta-feira (10) o documentário <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7p5VZ4WowO0" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3D7p5VZ4WowO0&amp;source=gmail&amp;ust=1757781055411000&amp;usg=AOvVaw1hxD94A2U2drY9jnbyKws7"><strong>“A Verdade das Urnas: Justiça Eleitoral no Combate à Desinformação”</strong></a>, produzido em parceria entre a Secretaria de Gestão da Informação e Documental (Sgid) e a Secretaria de Comunicação Social (Secom). A obra é uma produção audiovisual que alia a preservação da memória político-eleitoral ao compromisso da Justiça Eleitoral em enfrentar a desinformação por meio da comunicação estratégica. Além disso, o documentário também reflete o esforço de diferentes áreas do TRE-SP na defesa da credibilidade do processo eleitoral.</p>
<p>A solenidade coincidiu com uma data histórica: os 80 anos da reinstalação da Justiça Eleitoral, em 1945, após oito anos de interrupção do seu funcionamento durante o Estado Novo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na abertura, o corregedor regional eleitoral e vice-presidente do TRE-SP, desembargador José Antônio Encinas Manfré, representando o presidente da Corte, desembargador Silmar Fernandes, destacou que o evento não celebrava apenas a tecnologia e a segurança das urnas, mas também a história, a dedicação e o trabalho coletivo que sustentam a confiança nas eleições. Ele enfatizou que a democracia “é feita de pessoas, estratégia, tecnologia e memória”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seguida, o diretor-geral do Tribunal, Claucio Corrêa, saudou os presentes, destacando o lançamento do documentário como parte da celebração, em 2025, dos 80 anos de restauração da Justiça Eleitoral. “É uma oportunidade única de deixarmos um registro para a memória de todos, de toda a sociedade, não só paulista, mas brasileira, do trabalho que o nosso Tribunal desempenhou combatendo a desinformação e reafirmando o seu papel dentro do processo democrático.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O curador da memória institucional do TRE-SP, José D’Amico Bauab, ressaltou a relevância do projeto como instrumento de preservação histórica e de enfrentamento à desinformação. “Nós, no Centro de Memória Eleitoral do TRE paulista, professamos uma memória mais militante que contemplativa, levantamos a bandeira do pragmático memorialismo. Porque, contando a história das eleições, afirmamos e reafirmamos a importância da democracia como um valor inegociável, absolutamente intransigível. E nesse sentido também o documentário ‘A Verdade das Urnas’ se coloca como uma vacina eficaz.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como parte da programação, foi realizada uma roda de conversa com alguns dos participantes do documentário: o ex-presidente do TRE-SP durante as Eleições 2022, desembargador Paulo Galízia; o juiz substituto da Corte Diogo Rais, especialista em direito digital; a ex-secretária de Comunicação do TRE-SP Eliana Passarelli; e os secretários de Tecnologia da Informação, Daniel Forlivesi, e de Planejamento Estratégico e de Eleições, Regina Rufino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A secretária de Planejamento Estratégico e de Eleições, Regina Rufino, declarou que o momento é de reafirmação do compromisso com a democracia e falou sobre a nova postura de trabalho na organização das eleições desde os ataques de 2018. “De lá para cá, temos atuado no sentido de nos preparar, de antever os problemas, de enfrentar toda e qualquer notícia negativa e transformar isso numa oportunidade de crescimento, de melhoria no nosso próprio serviço.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário de Tecnologia da Informação, Daniel Forlivesi, ressaltou a evolução da urna a cada pleito, desde o início do sistema eletrônico de votação. “A urna evolui a cada ano, a cada eleição, do ponto de vista da segurança. Acho que talvez o conceito mais simples é um dos mais garantidores, ela não está conectada à internet. Ela também é auditável antes da eleição, do dia da própria eleição e após a eleição.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O membro substituto do TRE-SP Diogo Rais, pesquisador do tema internet e eleições, destacou suas impressões sobre a urna eletrônica após experiência a convite do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda em 2017. “Eu fiquei impressionado com a qualidade, a sofisticação e, ao mesmo tempo, por outro lado, a simplicidade da urna”, disse. Destacou ainda que a intenção por trás do ataque às urnas é de fraude. “Talvez a gente parte lá da ideia inicial de <i>fake news</i> como mentira, mas talvez aqui a gente esteja diante de algo muito maior, algo que eu tenho traduzido como notícias fraudulentas por entender que a fraude é objeto desse processo.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Presidente do TRE-SP no biênio 2022-2023, o desembargador Paulo Galizia, que também participa do documentário como uma das personagens entrevistadas, fez um pedido ao público. “Que vocês prestem atenção no documentário e que verifiquem a força da Justiça Eleitoral em absorver o golpe e mudar a sua postura humildemente, no sentido de ter uma postura de esclarecimento, de educação e sobretudo de defesa. Todos vocês, todos nós, eu diria, que trabalhamos na Justiça Eleitoral, sabemos qual é a verdade das urnas. A verdade das urnas é tirar delas a vontade do eleitor.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Secretária de Comunicação Social do TRE-SP à época do início da produção do documentário, Eliana Passarelli destacou a excelência da Justiça Eleitoral e do seu quadro. “Mais uma vez, as servidoras e servidores do TRE-SP demonstraram a sua capacidade e talento para iniciativas especiais. Este documentário que estamos discutindo hoje é de extrema importância, porque ele é um registro da memória eleitoral coletiva sobre fatos que impactaram a Justiça Eleitoral a partir de 2018 e provocaram uma mudança de paradigma. Esse filme vai contribuir sobremaneira para que se compreenda como a desinformação pode ser deletéria para a sociedade.”</p>
<p>No encerramento do evento, o desembargador José Antônio Encinas Manfré destacou em seu discurso que a democracia, assim como a arte, é um esforço coletivo. Ele destacou que “o documentário tem muito de cronologia e de relevância, e isso muito honra o nosso Tribunal, que continua confiante. Se nós continuaremos a ter muitos desafios e surpresas, também estamos sempre nos preparando para isso.”<br />
Para complementar a experiência, os convidados puderam visitar a exposição <a href="https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Setembro/exposicao-sobre-a-seguranca-da-urna-eletronica-e-aberta-na-sede-do-tribunal" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Setembro/exposicao-sobre-a-seguranca-da-urna-eletronica-e-aberta-na-sede-do-tribunal&amp;source=gmail&amp;ust=1757781055411000&amp;usg=AOvVaw1glc-zfMk7G36C8Vh1iXwe"><strong>“Verdades Eletrônicas: Saiba Tudo sobre a Segurança da Urna”</strong></a>, que esteve em exibição durante o período eleitoral de 2024 e foi reaberta no saguão do Tribunal. O espaço apresenta seis modelos de urnas eletrônicas e detalha as mais de 30 camadas de segurança que protegem o sistema de votação brasileiro.<br />
O evento também contou com a presença do juiz do TRE-SP Claudio José Langroiva Pereira, da juíza substituta da Corte Danyelle Galvão e do juiz de direito do TJSP e coordenador da Comissão de Gestão da Memória do TRE-SP, Carlos Alexandre Böttcher.</p>
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		<title>“Entre Mãos Criativas”, de Osasco, é finalista do Prêmio Governador do Estado para as Artes 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 03:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Entre mãos criativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osasco está entre os finalistas do Prêmio Governador do Estado de São Paulo para as Artes 2025, concorrendo na categoria Audiovisual com o documentário “Entre Mãos Criativas &#8211; história e vida da artesã Ellis Regina Nunes Pereira”. A lista de indicados foi divulgada na quinta-feira, 5 de junho, e a cerimônia de estreia ocorrerá no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Osasco está entre os finalistas do Prêmio Governador do Estado de São Paulo para as Artes 2025, concorrendo na categoria Audiovisual com o documentário “Entre Mãos Criativas &#8211; história e vida da artesã Ellis Regina Nunes Pereira”. A lista de indicados foi divulgada na quinta-feira, 5 de junho, e a cerimônia de estreia ocorrerá no dia 24 de junho, às 19h, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Além da celebração dos finalistas, a noite contará com uma homenagem especial aos 60 anos da Jovem Guarda.</div>
<div></div>
<div>O documentário “Entre Mãos Criativas” foi viabilizado por meio da Lei Paulo Gustavo e aprovado no chamamento público nº 006/2023, destinado ao incentivo de ações culturais no setor audiovisual, conforme publicado na Imprensa Oficial, nº 2561, de 2023. A iniciativa está em conformidade com a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022, além do Decreto Federal nº 11.525, de 11 de maio de 2023, e do Decreto Federal nº 11.453, de 23 de março de 2023.</div>
<div></div>
<div>O Prêmio Governador do Estado de São Paulo para as Artes 2025 contempla 13 categorias: Arte para Crianças, Artes Visuais, Audiovisual, Circo, Dança, Incentivo à Leitura, Iniciativas Culturais – Setor Público, Iniciativas Culturais – Terceiro Setor, Museus e Centros Culturais, Música, Teatro, Valorização do Patrimônio Cultural e Instituição Cultural.</div>
<div></div>
<div>A premiação é organizada pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo e destaca projetos e profissionais de impacto e inovação no setor cultural. De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, os vencedores recebem um troféu e uma premiação de R$ 35,5 mil, exceto na categoria “Instituição Cultural”, que não conta com prêmio em dinheiro.</div>
<div></div>
<div></div>
<h4><b>Sobre o documentário</b></h4>
<div><b> </b></div>
<div>Entre as Mãos Criativas é um documentário sensível e inspirador que mergulha na vida de quem transforma a matéria com afeto e coragem. Produzido com recursos da Lei Paulo Gustavo, essa obra une artesanato, empreendedorismo e saúde mental, mostrando como a arte manual também é expressão de resistência, sustento e autocuidado.</div>
<div></div>
<div>O filme é um tributo às histórias por trás das mãos que criam. A história começa explorando as raízes da vida da artesã Ellis Regina Nunes Pereira, destacando sua paixão desde a tenra idade e como ele descobriu sua vocação única.</div>
<div></div>
<div>Para ver a produção, basta acessar o Youtube &#8211; Canal Castelo Cultural: link&gt; <u><span class="gmail-notranslate"><a id="m_-53566868166609286LPlnk635126" title="https://www.youtube.com/watch?v=CfebLXRkFpk" href="https://www.youtube.com/watch?v=CfebLXRkFpk" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=CfebLXRkFpk</a></span></u></div>
<div></div>
<div></div>
<h4><b>Ficha técnica</b></h4>
<div></div>
<div>Proponente e artesã: Ellis Regina Nunes Pereira</div>
<div>Coordenação e produção cultural: Ângela Nunes Pereira</div>
<div>Direção de cenário: Luiz Alberto Rodrigues Pereira</div>
<div>Cineasta: Vitor Toyonaga Gonzalez</div>
<div>Edição de vídeo: Hend William</div>
<div>Produção artística: Eloisa Souza Leonardo dos Santos</div>
<div>Direção artística: Bruna Caroline Funari de Souza</div>
<div>Intérprete de Libras: Roberta Corrêa</div>
<div>Produção: Castelo Cultural</div>
<div></div>
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		<title>Osasco lança documentário: “Cabe mais um?” com foco na valorização do acolhimento familiar</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-lanca-documentario-cabe-mais-um-com-foco-na-valorizacao-do-acolhimento-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 03:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Família Acolhedora Canguru]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O auditório do Espaço Cultural Grande Otelo recebeu convidados especiais para ver o lançamento do documentário “Cabe mais um?”, uma produção da Agência Crispo, realizado sem custos para a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Osasco. O documentário foi cuidadosamente estruturado a partir de depoimentos de famílias protegidas, psicólogos, assistentes sociais e representantes da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>O auditório do Espaço Cultural Grande Otelo recebeu convidados especiais para ver o lançamento do documentário “Cabe mais um?”, uma produção da Agência Crispo, realizado sem custos para a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Osasco. O documentário foi cuidadosamente estruturado a partir de depoimentos de famílias protegidas, psicólogos, assistentes sociais e representantes da Vara da Infância e Juventude do município.</div>
<div></div>
<div>Com uma abordagem sensível e inspiradora, a obra destaca a importância da medida de proteção no acolhimento familiar, desconstruindo estigmas e incentivando a adesão de novas famílias a essa política pública essencial. O objetivo central é garantir o direito à convivência familiar e comunitária para bebês, crianças e adolescentes em situação de risco social.</div>
<div></div>
<div>“Osasco é um exemplo no estado de São Paulo no Serviço de Família Acolhedora. Os técnicos da USP nos visitaram e, com base em nossa experiência, elaboraram uma cartilha que é utilizada como material de aprendizagem em diversos municípios onde são oferecidos treinamentos. Uma criança em acolhimento necessita do carinho de um lar, do irmão, da mãe. Uma família acolhedora tem o propósito de educar em um ambiente familiar, proporcionando atenção médica, à educação e uma convivência mais humanizada. Este é o modelo mais moderno no âmbito mundial, eliminando a necessidade de institucionalização. Sonhamos que muitas famílias se habilitam e se capacitam para acolher nossas crianças institucionalizadas, proporcionando um recomeço e transformando essas vidas”, destacou o secretário de Assistência Social, José Carlos Vido.</div>
<div></div>
<div>&#8220;Para além da divulgação, buscamos a valorização constante das famílias acolhedoras. A ideia do documentário foi captar as experiências das famílias e dos profissionais que atuam ou atuaram no serviço, contribuindo para o sucesso do programa. Em outras palavras, foi uma oportunidade de contar a nossa história&#8221;, destacou a diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Danielle Silva Bueno.</div>
<div></div>
<div>A supervisora técnica do Programa de Acolhimento em Famílias Acolhedoras, Márcia Marciana Favorim, destacou os principais desafios e benefícios do acolhimento familiar. “É fundamental compreender a diferença entre família acolhedora e adoção, pois são projetos de vida distintos. A família acolhedora passa por um processo de seleção e formação, com atenção voltada tanto para a criança, que já situações de ruptura e violência, quanto para a família acolhedora, especialmente no momento do desacolhimento. Este é considerado o maior desafio, mas há todo um suporte para a família quando essa etapa chega. Os benefícios são para a vida toda em todas as áreas de desenvolvimento da criança e do adolescente”, destacou.</div>
<div></div>
<div>Ao final do evento, foram homenageadas as Famílias Acolhedoras do Município de Osasco, e os responsáveis pela Agência Crispo. O produtor Igor Barbosa (Crispo) e a esposa Priscila Lira, que foram acompanhados pela filha Yasmin e sua avó materna, Risolaine BS Lira, e do produtor e amigo, Wesley Leite, receberam uma homenagem do secretário de Assistência Social, José Carlos Vido, em agradecimento pelo documentário. O documentário estará disponível, em breve, nas plataformas digitais da prefeitura.</div>
<div></div>
<div>“Estar com essas pessoas gravando, no dia a dia, significado para a gente, o resumo de tudo, que é o afeto, porque desde o início que eles fazem o acolhimento, desde o tratamento e cuidado para com as crianças, desde o projeto do acolhimento, se resume em afeto e amor, e é um afeto e amor de fato e isso nos marcou muito. Nosso coração queima muito por esse projeto e essa proposta de família acolhedora. Então nós, cremos que muitas famílias vão aderir ao programa e atender ao chamado. Esse foi o propósito e a semente do Documentário “Cabe mais um?”, explicou a gerente de projetos Culturais da Agência Crispo, Priscila Lira.</div>
<div></div>
<div>O evento contou ainda com a presença de autoridades como o secretário adjunto de Assistência Social, Daniel Matias, os vereadores Stephane Rossi e Alexandre Capriotti, o superintendente da ACEO Osasco, Denis Mello, além de profissionais da área, como assistentes sociais Mirela e Marina, da Vara da Infância e Juventude de Osasco, entre outros.</div>
<div></div>
<h4><b>Família Acolhedora Canguru de Osasco</b></h4>
<div></div>
<div>O programa assegura o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes afastados de suas famílias por decisão judicial, até sua reintegração ou adoção.</div>
<div></div>
<div>Criado em Osasco há mais de cinco anos pela Lei Municipal nº 4.927/2018 e regulamentado pelo Decreto nº 11.936/2019, o Acolhimento Familiar atende crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, em medida protetiva.</div>
<div></div>
<div>O trabalho voluntário é de duração indeterminada. Durante o período, os participantes recebem uma bolsa-auxílio equivalente a um salário mínimo para custear as despesas de Acolhimento (no caso de irmãos, há uma bolsa por pessoa).</div>
<div></div>
<div>Esta política pública promove o acolhimento em ambiente familiar, melhorando o atendimento em instituições e permitindo o desenvolvimento de vínculos afetivos no período de convivência.</div>
<div></div>
<h4><b>Serviço</b></h4>
<div></div>
<div>A Secretaria de Assistência Social é responsável pelo cadastro, capacitação e acompanhamento de famílias acolhedoras, que recebem em casa bebês, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco. Uma equipe técnica auxilia em todas as etapas, incluindo o momento de despedida ao final do acolhimento. É essencial que uma família acolhedora tenha capacidade de amar sem possuir.</div>
<div></div>
<div>Para participar, é necessário residir em Osasco ou municípios vizinhos, por mais de 25 anos, não desejar adotar, estar em boas condições de saúde física e mental, contar com o apoio de todos os membros da família e possuir uma rede de suporte. É necessária disponibilidade para o processo de habilitação e atividades do programa, renda fixa além da bolsa-auxílio, e não responder a processos criminais ou relacionados à infância e juventude.</div>
<div></div>
<div>Quem desejar obter mais informações pode entrar em contato com a progressão da Família Acolhedora pelo telefone (11) 99689-6568 (WhatsApp) ou e-mail no <a href="mailto:familiacanguru.sas@osasco.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener">familiacanguru.sas@osasco.sp.gov.br</a> .</div>
<div></div>
<div></div>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-lanca-documentario-cabe-mais-um-com-foco-na-valorizacao-do-acolhimento-familiar/">Osasco lança documentário: “Cabe mais um?” com foco na valorização do acolhimento familiar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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