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	<title>dutra &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Metrô de SP inicia obras da Linha 2-Verde em Guarulhos com estação</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após a concessão da licença de instalação pela Cetesb, o Metrô de São Paulo deu início às esperadas obras da futura estação Dutra, um marco para a expansão da Linha 2-Verde na região metropolitana. Localizada em Guarulhos, esta será a primeira estação de metrô na cidade, prometendo transformar a mobilidade urbana local. A estação Dutra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a concessão da licença de instalação pela Cetesb, o Metrô de São Paulo deu início às esperadas obras da futura estação Dutra, um marco para a expansão da Linha 2-Verde na região metropolitana. Localizada em Guarulhos, esta será a primeira estação de metrô na cidade, prometendo transformar a mobilidade urbana local. A estação Dutra não apenas conectará Guarulhos à capital paulista, mas também oferecerá integração crucial com a futura Linha 19-Celeste e com as linhas de ônibus municipais e intermunicipais. Os trabalhos iniciais, que começaram na última segunda-feira, dia 23, envolvem o isolamento da área, limpeza do terreno, demolições necessárias e a montagem completa do canteiro de obras, preparando o terreno para a execução das estacas de contenção.</p>
<p> Estação Dutra: um novo polo de mobilidade para Guarulhos</p>
<p>A construção da estação Dutra representa um avanço significativo para o sistema de transporte metropolitano, estabelecendo um novo ponto de conexão vital em Guarulhos. Posicionada estrategicamente às margens da Rodovia Presidente Dutra e com acesso direto ao Internacional Shopping Guarulhos, a estação está sendo projetada para atender uma demanda diária de aproximadamente 86 mil passageiros, aliviando o trânsito e oferecendo uma alternativa eficiente de deslocamento. Sua chegada marca a entrada de Guarulhos na rede metroviária, um passo crucial para o desenvolvimento e integração da segunda maior cidade do estado.</p>
<p> Características e engenharia da nova estação<br />
Com uma área construída impressionante de 34,3 mil metros quadrados, a estação Dutra será totalmente subterrânea, atingindo uma profundidade de 35,45 metros. Sua execução ocorrerá por meio de vala a céu aberto, uma técnica de engenharia complexa que permite a construção de estruturas profundas em áreas urbanas. O projeto prevê três acessos para os passageiros, quatro níveis ou pavimentos, duas plataformas para embarque e desembarque, 18 bloqueios (catracas) para controle de fluxo e 10 elevadores, complementados por escadas rolantes e fixas, garantindo acessibilidade e fluidez para todos os usuários. A integração futura com a estação Dutra da Linha 19-Celeste, que será construída anexa, reforça seu papel como um hub multimodal, facilitando ainda mais as conexões na Grande São Paulo.</p>
<p> O essencial Pátio Paulo Freire: infraestrutura para a operação</p>
<p>Além da estação, a expansão da Linha 2-Verde inclui a construção do Pátio Paulo Freire, uma infraestrutura crucial para a operação e manutenção da linha até Guarulhos. As obras deste pátio estão previstas para começar no final do mês, após a obtenção das devidas autorizações da Cetesb. Com uma vasta área de 150 mil metros quadrados e capacidade para 34 vias de estacionamento para trens, o pátio será o centro de diversas operações vitais, assegurando a funcionalidade contínua e a segurança do sistema.</p>
<p> Funções operacionais e compromisso ambiental<br />
O Pátio Paulo Freire abrigará áreas dedicadas à manutenção preventiva e corretiva dos trens, limpeza, inspeções de rotina e testes de desempenho, garantindo a segurança e a eficiência da frota. Além disso, contará com setores técnicos e administrativos, e subestações elétricas, essenciais para o funcionamento da Linha 2-Verde. Um aspecto notável do projeto é o compromisso ambiental: o local receberá paisagismo com o plantio de cerca de 600 árvores nativas. Antes do início das obras de construção, a área passa por uma etapa de limpeza e adequação, que inclui a supressão vegetal. Majoritariamente, essa supressão envolve um maciço de leucenas, uma espécie invasora que ocupa quase 70 mil metros quadrados e cuja remoção é recomendada pela legislação ambiental para restabelecer o equilíbrio ecológico. Como medida compensatória, haverá a restauração de 16,718 hectares no Parque Natural Municipal Fazenda do Carmo, por meio do plantio de espécies nativas e condução da regeneração, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar para manejo da fauna, incluindo biólogos e veterinários, e encaminhamento de animais a centros especializados quando necessário.</p>
<p> A chegada do &#8220;tatuzão&#8221;: engenharia de ponta para a escavação</p>
<p>A logística e a engenharia por trás da expansão da Linha 2-Verde são impressionantes, destacando-se a chegada da segunda tuneladora, carinhosamente apelidada de &#8220;tatuzão&#8221;. Este equipamento gigante, fundamental para a escavação dos túneis, chegou ao porto de São Sebastião no início de março, vindo diretamente da China, marcando um novo patamar tecnológico nas obras metroviárias brasileiras.</p>
<p> Dimensões e tecnologia da tuneladora<br />
Considerada a maior máquina já utilizada em obras metroviárias no Brasil, este &#8220;tatuzão&#8221; possui 133 metros de comprimento, um diâmetro de 11,67 metros e um peso colossal de 2.600 toneladas. Trata-se de um equipamento do tipo &#8220;Dual Mode&#8221;, o que significa que é capaz de operar em diferentes tipos de solo, adaptando-se às condições geológicas variadas do subsolo paulistano com eficiência e segurança. Com uma capacidade de avanço de até 15 metros por dia, a tuneladora será responsável por escavar um trecho de 7 quilômetros de túnel, conectando as futuras estações Penha e Dutra. Após a conclusão dos trâmites aduaneiros, o equipamento será transportado para a Estação Penha para sua montagem, com o início das operações de escavação previsto para o segundo semestre deste ano, marcando uma nova e crucial fase na construção da linha.</p>
<p> Expansão da Linha 2-Verde: um projeto em fases</p>
<p>A ampliação da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo é um projeto ambicioso e dividido em fases, visando otimizar a implementação e maximizar os benefícios para a população. Cada fase é crucial para a integração metropolitana e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.</p>
<p> Fases do projeto e benefícios esperados<br />
A primeira fase da expansão abrange a ligação entre as estações Vila Prudente e Penha (integrando-se à Linha 3-Vermelha), totalizando 8,3 quilômetros de extensão, dos quais 8 quilômetros serão dedicados à operação de passageiros. Este trecho incorporará oito novas estações e demandará 22 trens adicionais para atender à crescente demanda. Estima-se que esta fase beneficiará cerca de 1,2 milhão de passageiros diariamente, oferecendo uma opção de transporte mais rápida e confortável.<br />
A segunda fase é a que se encontra em andamento com as obras da estação Dutra e do Pátio Paulo Freire. Ela conectará as estações Penha e Dutra, já dentro dos limites de Guarulhos, adicionando mais cinco estações e o pátio de manutenção. Essa etapa fortalecerá a integração com a CPTM e, consequentemente, melhorará significativamente a mobilidade em toda a região metropolitana, reduzindo gargalos e otimizando o tempo de deslocamento.<br />
Os benefícios gerais dessa expansão são amplos, incluindo uma redução anual estimada em 91,1 milhões de horas no tempo de viagem dos passageiros, o que se traduz em mais tempo livre para lazer, família e trabalho. Adicionalmente, prevê-se uma diminuição de 58,9 mil toneladas nas emissões atmosféricas, contribuindo para um ambiente urbano mais sustentável e uma melhor qualidade do ar. O projeto reafirma o compromisso com um transporte público eficiente, moderno e ecologicamente responsável para milhões de paulistanos.</p>
<p> Perspectivas futuras e impacto na mobilidade</p>
<p>A materialização da expansão da Linha 2-Verde, com o início das obras da estação Dutra e a chegada de tecnologia de ponta como o &#8220;tatuzão&#8221;, representa um salto qualitativo para a infraestrutura de transporte da Grande São Paulo. Guarulhos, a segunda maior cidade do estado, finalmente terá acesso direto ao sistema metroviário, um sonho antigo de seus moradores que se concretiza. Este projeto não se limita apenas à construção de vias e estações; ele redefine a dinâmica de deslocamento, encurtando distâncias e conectando pessoas a oportunidades de trabalho, educação e lazer de forma mais rápida e ecológica. A atenção dedicada aos detalhes de engenharia, ao paisagismo no Pátio Paulo Freire e às compensações ambientais demonstra uma visão integrada de desenvolvimento. O impacto na redução do tempo de viagem e das emissões de poluentes é um testemunho do compromisso com um futuro mais sustentável e eficiente para milhões de paulistanos, garantindo uma rede de transporte público robusta e moderna.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a expansão da Linha 2-Verde</p>
<p> Qual a localização e principais características da futura estação Dutra?<br />
A estação Dutra estará localizada em Guarulhos, às margens da Rodovia Presidente Dutra, em frente ao Internacional Shopping. Será uma estação subterrânea de 34,3 mil metros quadrados, com três acessos, quatro níveis, duas plataformas, 18 bloqueios, 10 elevadores e escadas rolantes, projetada para atender cerca de 86 mil passageiros por dia e integrar-se à futura Linha 19-Celeste e a ônibus.</p>
<p> Qual a importância do Pátio Paulo Freire para a operação da linha?<br />
O Pátio Paulo Freire é essencial para a expansão da Linha 2-Verde até Guarulhos. Com 150 mil m² e 34 vias, ele abrigará as áreas de manutenção, limpeza, inspeções e testes dos trens, além de setores técnicos e administrativos e subestações. Sua construção é fundamental para a funcionalidade, segurança e longevidade da nova extensão metroviária.</p>
<p> O que é o &#8220;tatuzão&#8221; e qual seu papel nas obras?<br />
O &#8220;tatuzão&#8221; é uma tuneladora de grande porte, com 133 metros de comprimento e 11,67 metros de diâmetro, a maior já usada em obras metroviárias no Brasil. Ela será responsável por escavar 7 quilômetros de túnel entre as futuras estações Penha e Dutra, operando em diversos tipos de solo e com capacidade de avanço de até 15 metros por dia, acelerando a construção dos trechos subterrâneos.</p>
<p> Quantas fases a expansão da Linha 2-Verde contempla e quais os benefícios?<br />
A expansão da Linha 2-Verde contempla duas fases principais: a primeira liga Vila Prudente a Penha (8,3 km, 8 estações, 22 trens), e a segunda conecta Penha a Dutra (5 estações, 1 pátio). Os benefícios incluem a redução anual de 91,1 milhões de horas de tempo de viagem e 58,9 mil toneladas de emissões atmosféricas, melhorando a mobilidade, o meio ambiente e a qualidade de vida na região metropolitana.</p>
<p>Acompanhe as próximas atualizações sobre o avanço das obras e como a Linha 2-Verde transformará o transporte na Grande São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Chuva causa erosão e Via Dutra tem trecho interditado em São José</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 22:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma intensa chuva causou uma erosão na Via Dutra, importante corredor rodoviário, resultando na interdição de faixas e significativos transtornos para motoristas em São José dos Campos. O incidente, registrado no quilômetro 146 da rodovia, sentido Rio de Janeiro, na tarde deste sábado (17), levou inicialmente ao bloqueio de duas das três faixas de tráfego. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma intensa chuva causou uma erosão na Via Dutra, importante corredor rodoviário, resultando na interdição de faixas e significativos transtornos para motoristas em São José dos Campos. O incidente, registrado no quilômetro 146 da rodovia, sentido Rio de Janeiro, na tarde deste sábado (17), levou inicialmente ao bloqueio de duas das três faixas de tráfego. A ocorrência sublinha a vulnerabilidade da infraestrutura viária diante de fenômenos climáticos extremos, especialmente em uma das regiões mais movimentadas do país. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) agiu prontamente para gerenciar o fluxo e iniciar as operações de recuperação. Embora a situação tenha sido parcialmente normalizada, com apenas a faixa 3 permanecendo interditada, os impactos no trânsito e a necessidade de atenção redobrada persistem.</p>
<p> O impacto imediato no tráfego da Via Dutra</p>
<p>O sábado (17) foi marcado por fortes precipitações em diversas áreas do Vale do Paraíba, e São José dos Campos sentiu os efeitos diretamente em sua principal artéria de tráfego, a Via Dutra. A erosão, que se formou rapidamente devido ao volume intenso de água, comprometeu a estrutura do pavimento no km 146, na pista sentido Rio de Janeiro. A interdição inicial de duas faixas, imediatamente após o registro do problema, visava garantir a segurança dos usuários e prevenir acidentes em um trecho já fragilizado. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi a primeira a chegar ao local, estabelecendo um perímetro de segurança e orientando os motoristas sobre a mudança no fluxo.</p>
<p> Congestionamento e rotas alternativas</p>
<p>A interdição de parte da Via Dutra, uma das rodovias mais movimentadas do Brasil, gerou rapidamente longas filas de veículos. O congestionamento estendeu-se por vários quilômetros, impactando não apenas o tráfego de longa distância entre São Paulo e Rio de Janeiro, mas também o fluxo local dentro da região metropolitana do Vale do Paraíba. Motoristas que planejavam viagens ou se deslocavam para compromissos tiveram seus planos alterados, enfrentando atrasos significativos. A orientação da PRF foi para que, sempre que possível, os condutores buscassem rotas alternativas, embora a Via Dutra, por sua natureza estratégica, tenha poucas opções viáveis para grandes volumes de tráfego, o que intensificou o problema. O acesso a bairros próximos e a empresas localizadas às margens da rodovia também foi afetado, demandando paciência e adaptação dos usuários.</p>
<p> Resposta das autoridades e obras de recuperação</p>
<p>Diante da gravidade da erosão, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a concessionária CCR RioSP (antiga CCR NovaDutra) mobilizaram equipes para a área afetada. A prioridade inicial foi a segurança e a fluidez mínima do tráfego, seguida pela avaliação da extensão dos danos e o planejamento das obras de reparo. A PRF, além de orientar o trânsito, colaborou com a sinalização e na coordenação das primeiras ações emergenciais. Os técnicos da concessionária iniciaram os levantamentos para determinar a causa exata da erosão e a metodologia mais adequada para a recuperação do trecho. A agilidade na resposta é crucial, dada a importância econômica da Via Dutra para o transporte de cargas e passageiros.</p>
<p> Ações da PRF e da concessionária</p>
<p>A Polícia Rodoviária Federal atuou ativamente na gestão do tráfego, implementando desvios temporários e comunicando as condições da rodovia por meio de painéis eletrônicos e redes sociais. Essa comunicação transparente é vital para que os motoristas possam tomar decisões informadas sobre suas rotas. Por sua vez, a concessionária CCR RioSP mobilizou engenheiros e equipes de manutenção para o local. A avaliação preliminar indicou a necessidade de intervenções estruturais para sanar a erosão, que pode ter sido potencializada por falhas na drenagem ou pela saturação do solo devido às chuvas persistentes. Máquinas e equipamentos pesados foram deslocados para o quilômetro 146 com o objetivo de estabilizar o terreno e iniciar os reparos. A expectativa é que, após a análise técnica detalhada, seja divulgado um cronograma para a liberação total da faixa bloqueada e a restauração completa da segurança e capacidade da rodovia. O monitoramento contínuo das condições climáticas é essencial para evitar novos incidentes e garantir a segurança das equipes de trabalho.</p>
<p> Contexto meteorológico e vulnerabilidade da Via Dutra</p>
<p>O incidente no km 146 da Via Dutra não é um fato isolado no contexto das condições climáticas recentes. A região do Vale do Paraíba tem experimentado um período de chuvas intensas, o que eleva o risco de deslizamentos, erosões e alagamentos em áreas vulneráveis. As grandes concentrações urbanas e a topografia variada, que inclui encostas e cursos d&#8217;água, tornam a infraestrutura rodoviária particularmente suscetível a esses fenômenos. A Via Dutra, por atravessar extensas áreas e ser um projeto de engenharia complexo, exige constante vigilância e manutenção para suportar as intempéries. Engenheiros e especialistas em geotecnia frequentemente alertam para a necessidade de investimentos contínuos em sistemas de drenagem e contenção para mitigar os impactos das chuvas fortes.</p>
<p> Histórico de chuvas e desafios de infraestrutura</p>
<p>São José dos Campos e outras cidades do Vale do Paraíba possuem um histórico de desafios relacionados a eventos climáticos extremos. As chuvas volumosas são recorrentes durante o verão e, por vezes, em outras estações, testando a capacidade de escoamento e a resiliência das obras civis. No caso da Via Dutra, a idade da rodovia, inaugurada em 1951, e o crescente volume de tráfego ao longo das décadas, adicionam camadas de complexidade à sua manutenção. Embora a concessionária invista em melhorias, a natureza imprevisível e a intensidade dos temporais modernos podem sobrecarregar até mesmo os sistemas mais bem projetados. A prevenção de erosões e outros danos exige uma combinação de monitoramento tecnológico, intervenções proativas e, em alguns casos, obras de modernização que se adaptem às novas realidades climáticas e ao aumento da carga sobre a infraestrutura.</p>
<p> Ações contínuas e a importância da manutenção preventiva</p>
<p>A ocorrência de uma erosão na Via Dutra, em São José dos Campos, serve como um lembrete vívido da necessidade de manutenção constante e investimentos em infraestrutura. O rápido bloqueio de faixas e a mobilização de equipes da Polícia Rodoviária Federal e da concessionária CCR RioSP demonstraram a capacidade de resposta imediata, mas também ressaltaram a vulnerabilidade de trechos críticos diante de eventos naturais. A recuperação completa da rodovia exigirá um trabalho minucioso e monitoramento contínuo para garantir a segurança dos milhões de motoristas que utilizam a Via Dutra anualmente. É fundamental que as autoridades e empresas concessionárias permaneçam atentas não apenas à recuperação dos danos, mas também à implementação de medidas preventivas que possam fortalecer a rodovia contra futuras intempéries e garantir a fluidez desse eixo vital para o país.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Quando ocorreu a interdição na Via Dutra?<br />
A interdição inicial das faixas ocorreu na tarde de sábado, 17 de fevereiro.</p>
<p> Qual trecho da rodovia foi afetado pela erosão?<br />
O incidente aconteceu no km 146 da Via Dutra, no sentido Rio de Janeiro, em São José dos Campos.</p>
<p> As faixas interditadas já foram totalmente liberadas?<br />
Inicialmente, duas das três faixas foram bloqueadas. Posteriormente, a situação foi parcialmente normalizada, e apenas a faixa 3 segue interditada para reparos.</p>
<p> Quais órgãos estão atuando na ocorrência?<br />
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a concessionária CCR RioSP estão coordenando as ações de segurança, tráfego e reparo no local.</p>
<p> Há previsão de novas interdições ou chuvas fortes na região?<br />
As autoridades e a concessionária monitoram as condições climáticas e a situação da rodovia, e novas informações serão divulgadas caso haja necessidade de interdições adicionais ou previsão de chuvas significativas.</p>
<p>Para garantir sua segurança e a de todos na estrada, esteja sempre atento às condições da Via Dutra, especialmente em períodos de chuva. Consulte as informações de tráfego em tempo real antes de iniciar sua viagem e dirija com prudência.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Cobrança na dutra rumo a cumbica deve começar ainda este ano</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/cobranca-na-dutra-rumo-a-cumbica-deve-comecar-ainda-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 08:02:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Motoristas que trafegam pela rodovia Fernão Dias e pelas marginais já podem observar a sinalização que indica o início da cobrança de pedágio no trecho urbano da rodovia Presidente Dutra, com destino ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A implementação do pedágio está prevista para os próximos meses e será realizada pela CCR [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Motoristas que trafegam pela rodovia Fernão Dias e pelas marginais já podem observar a sinalização que indica o início da cobrança de pedágio no trecho urbano da rodovia Presidente Dutra, com destino ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A implementação do pedágio está prevista para os próximos meses e será realizada pela CCR RioSP, abrangendo o trecho da Dutra entre São Paulo e Arujá, onde atualmente não há cobrança.</p>
<p>A concessionária do grupo Motiva informa que a cobrança será aplicada exclusivamente na pista expressa, enquanto o uso da pista marginal permanecerá gratuito. Os valores ainda serão definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>A implantação do pedágio será no modelo &#8220;Free Flow&#8221;, um sistema de pagamento eletrônico e automático já em operação em outros trechos da Dutra. O valor do pedágio será calculado com base nos quilômetros percorridos, conforme previsto no contrato de concessão de 30 anos, assinado em novembro de 2021 e em vigor desde 1º de março de 2022.</p>
<p>Para viabilizar a cobrança em um trecho historicamente gratuito e congestionado, a CCR RioSP realizou diversas melhorias na Dutra e em seus acessos, incluindo a construção de viadutos e a duplicação das pistas, obras que estão em fase de conclusão.</p>
<p>A CCR RioSP esclarece que o sistema &#8220;Free Flow&#8221; na região metropolitana de São Paulo está em fase de implantação e ainda não está em operação. Portanto, não há cobrança de tarifas nem emissão de multas pela ANTT. A empresa enfatiza que o pagamento será exigido apenas pelo uso da pista expressa, oferecendo aos motoristas a opção de utilizar a pista marginal gratuitamente.</p>
<p>A ANTT informa que a implantação do pedágio &#8220;Free Flow&#8221; na Rodovia Presidente Dutra está sendo realizada de forma faseada, permitindo ajustes operacionais. A primeira fase, que contempla o pedágio a partir de Arujá, já foi iniciada. A segunda fase, que prevê a cobrança entre Arujá e a Marginal do Tietê, ainda não tem data definida e será objeto de deliberação da Diretoria da ANTT.</p>
<p>Após a definição dos valores das tarifas pela ANTT, não haverá aplicação de multas por um período de seis meses, permitindo que os motoristas se adaptem ao novo sistema. Atualmente, o sistema está em fase educativa, com campanhas de orientação em rádios da capital paulista e divulgação de informações em portais e redes sociais de Guarulhos. A CCR RioSP também está realizando ações presenciais em locais de grande circulação em Guarulhos e em postos de serviços às margens da Via Dutra.</p>
<p>A CCR RioSP destaca que as pistas expressas com &#8220;Free Flow&#8221; são uma opção de deslocamento mais rápido para o aeroporto. Moradores de Guarulhos que utilizarem apenas as marginais não pagarão pedágio. Motoristas de longa distância que já tiverem passado pelo pedágio de Arujá poderão seguir pela pista expressa, nos dois sentidos, sem serem tarifados no &#8220;Free Flow&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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