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	<title>facções &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>facções &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Operação integrada combate facções violentas no interior paulista</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:45:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na quinta-feira, 29 de fevereiro, uma importante ação conjunta mobilizou as forças de segurança do estado de São Paulo no interior paulista. A Polícia Militar e o Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram a Operação Keravnos, visando desarticular organizações criminosas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira, 29 de fevereiro, uma importante ação conjunta mobilizou as forças de segurança do estado de São Paulo no interior paulista. A Polícia Militar e o Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram a Operação Keravnos, visando desarticular organizações criminosas envolvidas em uma série de crimes violentos. Esta iniciativa estratégica reforça o compromisso das instituições em aprimorar a segurança pública e controlar a violência que afeta diversas comunidades. Foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em cinco municípios, marcando um passo significativo na repressão ao crime organizado e na busca por uma sociedade mais segura e pacífica. Os alvos são investigados por envolvimento em roubos, homicídios e conflitos entre facções.</p>
<p> Lançamento da Operação Keravnos e seus objetivos</p>
<p>A Operação Keravnos, cujo nome faz referência ao raio de Zeus, simbolizando a rapidez e a força da ação policial, foi meticulosamente planejada para atingir o cerne das organizações criminosas que atuam no interior paulista. A ofensiva é direcionada a grupos envolvidos em crimes de alta complexidade e violência, como roubos a mão armada, homicídios e disputas territoriais entre facções rivais. O principal objetivo da ação é apreender materiais que possam subsidiar as investigações em curso, incluindo armas de fogo, substâncias entorpecentes e documentos. Tais elementos são cruciais para mapear a estrutura, a logística e os membros dessas facções, permitindo que as autoridades avancem na desarticulação completa dessas redes criminosas.</p>
<p> A integração entre Polícia Militar e Ministério Público</p>
<p>A eficácia da Operação Keravnos é um testemunho da sinergia e da coordenação entre a Polícia Militar e o Ministério Público, por meio do Gaeco. Essa atuação integrada é fundamental no combate ao crime organizado, pois combina a capacidade de investigação criminal do Ministério Público com o poder de policiamento ostensivo e de inteligência da Polícia Militar. A colaboração permite o compartilhamento de informações, a elaboração de estratégias conjuntas e a execução de mandados de forma mais eficaz e segura. O coronel Cleotheos Sabino, comandante do Comando de Policiamento do Interior 9 (CPI-9), sediado em Piracicaba, enfatizou que “essa ação demonstra o esforço do Estado de São Paulo para o aprimoramento da segurança pública, reforçando a atuação integrada entre as instituições e a adoção de estratégias voltadas à redução da criminalidade e ao controle da violência”. Essa declaração ressalta a importância da união de forças para enfrentar um inimigo tão complexo e multifacetado como o crime organizado.</p>
<p> Foco nos crimes violentos e atuação das facções</p>
<p>O cerne da Operação Keravnos reside no combate direto a crimes violentos que perturbam a ordem social e geram insegurança entre a população. Roubos, homicídios e os conflitos incessantes entre facções criminosas não apenas ceifam vidas e patrimônios, mas também corroem a sensação de segurança e a qualidade de vida nas comunidades. As investigações que culminaram nesta operação revelaram um padrão de atuação dessas facções na região do CPI-9, que abrange importantes municípios do interior paulista. Ao mirar especificamente nesses tipos de crimes e nas estruturas que os sustentam, a Operação Keravnos busca não apenas prender indivíduos, mas desmantelar a capacidade operacional desses grupos, cortando suas fontes de financiamento e desorganizando suas redes de comando e controle. A apreensão de armas e drogas, por exemplo, é vital, pois são esses os principais meios e produtos da violência e ilegalidade que alimentam as facções.</p>
<p> Detalhes da ação e os primeiros resultados</p>
<p>A execução da Operação Keravnos foi um trabalho coordenado e preciso. Durante a manhã da quinta-feira, 29 de fevereiro, equipes da Polícia Militar e do Gaeco se mobilizaram para cumprir os 25 mandados de busca e apreensão expedidos pela justiça. Esses mandados são frutos de um longo e minucioso trabalho de inteligência e investigação, que identificou os alvos e os locais suspeitos de abrigar atividades ilícitas. A operação foi estrategicamente distribuída por diversos municípios, demonstrando a capilaridade das facções criminosas e a necessidade de uma resposta abrangente por parte do Estado. O foco estava em reunir provas materiais que pudessem fortalecer ainda mais os inquéritos em andamento, além de promover prisões de indivíduos chave nessas organizações.</p>
<p> Abrangência geográfica e os alvos da investigação</p>
<p>Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cidades estratégicas do interior paulista, que compõem a área de atuação do CPI-9. Os municípios de Piracicaba, Limeira, Rio Claro, Americana e Hortolândia foram o epicentro da Operação Keravnos. Essa abrangência geográfica indica a extensão das atividades das facções criminosas na região, que utilizam essas cidades como pontos de operação, refúgio e distribuição de produtos ilícitos. Os alvos da investigação não são meros criminosos; são indivíduos com forte ligação a facções, suspeitos de envolvimento direto em roubos, execuções e na gestão de conflitos entre grupos rivais. A identificação desses indivíduos e a localização de seus esconderijos e pontos de apoio foram cruciais para o planejamento e a execução bem-sucedida da operação, visando enfraquecer a cadeia de comando e a capacidade de organização dessas quadrilhas.</p>
<p> Apreensões e prisões realizadas</p>
<p>Os resultados preliminares da Operação Keravnos foram imediatos e significativos. Até o momento, três homens foram presos em flagrante ou por força de mandados de prisão, o que representa um duro golpe nas estruturas das facções investigadas. Além das prisões, as equipes conseguiram apreender uma quantidade considerável de itens que comprovam as atividades ilícitas e servem como valiosas provas para o prosseguimento das investigações. Entre os materiais apreendidos estão dinheiro em espécie, porções de diversas drogas ilícitas, celulares — ferramentas essenciais para a comunicação e coordenação das atividades criminosas — e diversas armas. A apreensão desses itens não apenas retira recursos e instrumentos das mãos dos criminosos, mas também oferece pistas valiosas para futuras ações, revelando redes de contato, fornecedores e rotas de atuação. A operação, conforme informado pelas autoridades, segue em andamento, o que sugere que novos desdobramentos e resultados podem ser esperados nos próximos dias.</p>
<p> O impacto no combate ao crime organizado</p>
<p>A Operação Keravnos representa um marco no esforço contínuo do Estado de São Paulo para desmantelar organizações criminosas e restaurar a ordem e a segurança nas comunidades. O impacto de uma operação dessa magnitude vai além das prisões e apreensões imediatas. Ela envia uma mensagem clara de que a impunidade não prevalecerá e que as forças de segurança estão atentas e preparadas para agir de forma decisiva contra o crime organizado. A integração de esforços e a estratégia focada em crimes violentos são componentes-chave para o aprimoramento da segurança pública e a efetiva redução dos índices de criminalidade.</p>
<p> Declarações e aprimoramento da segurança pública</p>
<p>As palavras do coronel Cleotheos Sabino, comandante do CPI-9, ecoam a determinação das autoridades em garantir um ambiente mais seguro para os cidadãos. A Operação Keravnos é um exemplo prático do &#8220;esforço do Estado de São Paulo para o aprimoramento da segurança pública&#8221;. O aprimoramento se manifesta não apenas na resposta repressiva, mas também no investimento em inteligência, na coordenação interinstitucional e na adoção de estratégias que visam a raiz do problema. A redução da criminalidade e o controle da violência são metas ambiciosas, mas alcançáveis por meio de ações consistentes e bem planejadas como esta. É um compromisso contínuo com a proteção da vida e do patrimônio, que visa construir uma sociedade onde a tranquilidade e a justiça prevaleçam.</p>
<p> A importância da repressão contínua</p>
<p>O combate ao crime organizado não é uma batalha que se vence com uma única operação, por mais bem-sucedida que ela seja. É um processo contínuo que exige vigilância constante, adaptação às novas táticas criminosas e investimento em recursos humanos e tecnológicos. A Operação Keravnos é um passo fundamental nesse processo de repressão contínua, que busca desestabilizar as facções, impedir sua expansão e proteger a sociedade de suas ramificações nocivas. A persistência das forças de segurança em atuar de forma coordenada e inteligente é a chave para garantir que o crime não encontre espaço para prosperar, assegurando um ambiente mais seguro e justo para todos os paulistas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é a Operação Keravnos?<br />
A Operação Keravnos é uma ação integrada da Polícia Militar e do Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do Gaeco, deflagrada para combater organizações criminosas envolvidas em crimes violentos no interior paulista. O nome significa &#8220;raio de Zeus&#8221;, simbolizando a força e rapidez da ação.</p>
<p> Quais cidades foram alvo da Operação Keravnos?<br />
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos municípios de Piracicaba, Limeira, Rio Claro, Americana e Hortolândia, todos na região do Comando de Policiamento do Interior 9 (CPI-9).</p>
<p> Quais são os crimes investigados e os alvos da operação?<br />
Os alvos são investigados por envolvimento em atividades ilícitas como roubos, homicídios e conflitos entre facções criminosas. A operação busca desmantelar a capacidade dessas organizações.</p>
<p> Quais foram os resultados iniciais da Operação Keravnos?<br />
Até o momento, três homens foram presos e houve a apreensão de dinheiro, porções de drogas, celulares e armas. A operação segue em andamento, com a expectativa de novos desdobramentos.</p>
<p>Para se manter informado sobre as ações de segurança pública no interior paulista e o combate ao crime organizado, acompanhe nossas próximas reportagens e contribua para um ambiente mais seguro em sua comunidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Gleisi defende pontos cruciais em pl antifacção: tipificação e apreensão de bens</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 21:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal, por meio da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou preocupação com alterações propostas ao projeto de lei Antifacção. Segundo a ministra, modificações estruturais podem comprometer a efetividade do combate às facções criminosas. Quatro pontos foram considerados inegociáveis pelo governo: a tipificação penal, a apreensão de bens, a manutenção do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal, por meio da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou preocupação com alterações propostas ao projeto de lei Antifacção. Segundo a ministra, modificações estruturais podem comprometer a efetividade do combate às facções criminosas.</p>
<p>Quatro pontos foram considerados inegociáveis pelo governo: a tipificação penal, a apreensão de bens, a manutenção do orçamento da Polícia Federal (PF) e a revogação de trechos específicos da Lei das Organizações Criminosas.</p>
<p>Gleisi se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, para discutir o tema, em meio à possibilidade de votação do texto na Câmara dos Deputados. A ministra expressou que, embora a decisão de pautar o projeto seja do presidente da Câmara, Hugo Motta, seria benéfico ter mais tempo para negociação com os parlamentares e para apresentar a posição do governo de forma mais clara.</p>
<p>Além dos quatro pontos considerados cruciais, o Ministério da Justiça e Segurança Pública está conduzindo uma análise detalhada e deve divulgar uma nota técnica sobre outros aspectos do relatório apresentado pelo deputado Guilherme Derrite. A ministra afirmou que o governo está preparado para apresentar os destaques necessários e participar dos debates, caso o projeto seja levado à votação em breve.</p>
<p>A ministra enfatizou a complexidade do tema e a importância de um debate aprofundado para garantir que o Brasil possua uma legislação eficaz e eficiente no combate às facções criminosas. Gleisi informou ter conversado com líderes do governo no Congresso sobre a votação e demonstrou interesse em se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar do assunto.</p>
<p>O projeto de lei Antifacção foi encaminhado à Câmara e, em um curto espaço de tempo, o relator Guilherme Derrite apresentou o texto final, introduzindo mudanças significativas em relação às versões anteriores.</p>
<p>Uma das principais divergências reside na tipificação penal. O governo defende a criação de um tipo penal específico para facções criminosas, distinguindo-as de organizações criminosas. A ministra argumenta que as facções criminosas possuem características mais complexas, como domínio territorial e econômico, além de atuação interestadual e transnacional, enquanto as organizações criminosas seriam estruturas mais elementares.</p>
<p>Outro ponto de discordância é a possibilidade de apreensão imediata dos bens dos criminosos. O governo busca a asfixia financeira das facções criminosas, propondo que a apreensão de bens ocorra já no início da investigação. No entanto, o relatório propõe que essa medida seja aplicada somente após o trânsito em julgado da sentença condenatória, o que, segundo a ministra, dificultaria o combate à criminalidade.</p>
<p>A ministra da Secretaria de Relações Institucionais também expressou preocupação com a descapitalização da Polícia Federal, alertando para o impacto negativo na capacidade operacional da instituição.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Isenção do ir, tributação de bets e fintechs e sabatinas agitam a semana no congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 15:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Palácio do Planalto se prepara para a sanção presidencial do projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. A medida, aprovada por unanimidade na Câmara dos Deputados em setembro e, posteriormente, no Senado Federal na última quarta-feira, aguarda apenas o retorno do presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Palácio do Planalto se prepara para a sanção presidencial do projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. A medida, aprovada por unanimidade na Câmara dos Deputados em setembro e, posteriormente, no Senado Federal na última quarta-feira, aguarda apenas o retorno do presidente Lula de sua viagem oficial à Colômbia para ser formalizada.</p>
<p>No Senado, a atenção se volta para a proposta do senador Renan Calheiros, que visa aumentar a tributação sobre as empresas de apostas (bets) e as fintechs. O projeto, sob a relatoria do senador Eduardo Braga, está programado para ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na semana do dia 18. Antes da votação, o relator e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, devem se reunir com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir possíveis ajustes no texto. A proposta em questão eleva a tributação das bets de 12% para 24% e a das fintechs de 9% para 15%.</p>
<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS continua com a fase de depoimentos. Igor Delecrode, dirigente da Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista, prestará esclarecimentos sobre supostos descontos irregulares em aposentadorias e benefícios. Delecrode também é apontado como proprietário de empresas especializadas em criação de sites de assinatura digital e com ligações a outras entidades sob investigação, como a Amar Brasil Clube de Benefícios, a Master Prev e a Associação Nacional de Defesa Dos Direitos Dos Aposentados e Pensionistas (ANDAPP).</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado se prepara para uma sessão de sabatinas na quarta-feira, com foco em diversas autoridades indicadas a cargos. Entre os nomes a serem avaliados está o do procurador-geral da República, Paulo Gonet, indicado à recondução ao cargo. Além dele, a CCJ também sabatinará indicados para o Superior Tribunal Militar (STM), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Após a sabatina e a votação na Comissão, os nomes serão encaminhados ao plenário, onde passarão por votação secreta.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, o debate sobre propostas relacionadas a facções criminosas deve prosseguir. A CCJ adiou a votação do projeto que busca equiparar facções como o Comando Vermelho e o PCC a grupos terroristas. O autor do projeto, deputado Danilo Forte, propôs que a matéria seja apensada ao PL Antifacção Criminosa, enviado pelo governo. O texto governamental visa aumentar a pena para crimes cometidos por ordem ou em benefício de facções, bem como para a atuação desses grupos no controle de territórios. Adicionalmente, o projeto busca fortalecer o poder do Estado e das forças policiais na investigação e asfixia financeira das facções.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Randolfe critica equiparação de facções a terrorismo: risco à soberania</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/randolfe-critica-equiparacao-de-faccoes-a-terrorismo-risco-a-soberania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 21:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), expressou preocupação com projetos de lei que visam classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas. Para o senador, essa equiparação não contribui para o combate efetivo ao crime organizado e pode, inclusive, abrir precedentes perigosos para a soberania nacional, permitindo possíveis intervenções estrangeiras. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), expressou preocupação com projetos de lei que visam classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas. Para o senador, essa equiparação não contribui para o combate efetivo ao crime organizado e pode, inclusive, abrir precedentes perigosos para a soberania nacional, permitindo possíveis intervenções estrangeiras.</p>
<p>&#8220;Não há nenhum problema em rotular, desde que o rótulo não comprometa a soberania nacional. O que nós não queremos é dar brecha para qualquer nação estrangeira intervir no Brasil. O problema do crime organizado vai ser resolvido por nós, brasileiros&#8221;, enfatizou o líder governista.</p>
<p>A declaração surge em meio a um debate acalorado na Câmara dos Deputados sobre qual projeto de lei deve prevalecer na luta contra as organizações criminosas. Em disputa estão o PL das Facções, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PL do Terrorismo, do deputado Danilo Forte (União-CE), que busca equiparar as facções e milícias ao terrorismo. Existe ainda a possibilidade de fusão dos dois projetos em um único texto. A decisão sobre o tema é aguardada para o final da próxima semana.</p>
<p>Randolfe Rodrigues argumenta que o foco deve estar no conteúdo das políticas de combate ao crime, e não em rótulos. &#8220;Não é o rótulo que vai derrotar o crime organizado. Não é chamar o outro de feio que vai derrotá-lo. O horror não se combate chamando-o de horror. Tem que aumentar a pena para membro de facção, tem que combater o fluxo financeiro das facções, tem que ter coordenação de forças policiais&#8221;, justificou.</p>
<p>O líder do governo criticou o que considera proselitismo e ideologização da questão, defendendo que o tema seja tratado como uma questão de Estado, a ser enfrentada por todos os lados do espectro político. Segundo Randolfe, o governo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança e o PL Antifacção com o objetivo de combater o crime por meio do aumento de penas para membros de organizações criminosas, integração das polícias e investimento na inteligência das forças de segurança.</p>
<p>Especialistas também têm alertado que equiparar facções e milícias ao terrorismo pode expor o Brasil a estratégias intervencionistas de outros países.</p>
<p>Por outro lado, o deputado Danilo Fortes, autor do projeto de lei que equipara as facções ao terrorismo, argumenta que a medida é necessária para dar à polícia condições de enfrentar as organizações criminosas sem receio de sanções disciplinares. Ele rejeita a tese de que a medida poderia abrir brecha para intervenção estrangeira no Brasil, afirmando que a definição de possíveis acordos bilaterais ou multilaterais cabe ao Poder Executivo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula assina lei antifacção com foco em rastreamento e penas mais duras</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/lula-assina-lei-antifaccao-com-foco-em-rastreamento-e-penas-mais-duras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 00:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[criminosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da República sancionou, nesta sexta-feira, o Projeto de Lei Antifacção, uma iniciativa que visa intensificar o combate ao crime organizado no país. A proposta central do projeto é o endurecimento das penas para líderes e membros de facções criminosas, além da criação de um sistema nacional de rastreamento desses grupos. A medida, encaminhada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da República sancionou, nesta sexta-feira, o Projeto de Lei Antifacção, uma iniciativa que visa intensificar o combate ao crime organizado no país. A proposta central do projeto é o endurecimento das penas para líderes e membros de facções criminosas, além da criação de um sistema nacional de rastreamento desses grupos.</p>
<p>A medida, encaminhada ao Planalto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, sob a liderança do ministro Ricardo Lewandowski, teve sua análise acelerada após uma grande operação policial nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O Projeto de Lei Antifacção busca atualizar a legislação existente sobre organizações criminosas, datada de 2013, e introduz o conceito específico de &#8220;facção criminosa&#8221; no ordenamento jurídico brasileiro.</p>
<p>Um dos pontos cruciais do projeto é o aumento das penas para indivíduos envolvidos em facções criminosas. As penas podem variar de 8 a 15 anos de prisão, especialmente se a atuação desses grupos envolver o controle de territórios ou atividades econômicas, utilizando violência, coerção ou ameaças. Além disso, homicídios cometidos sob ordem ou em benefício de facções criminosas poderão ser punidos com penas de 12 a 30 anos, sendo classificados como crimes hediondos.</p>
<p>O projeto também visa fortalecer o poder do Estado e das forças policiais na investigação e descapitalização financeira das facções. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, enfatizou que a proposta inclui medidas para o confisco de bens obtidos por essas organizações criminosas e para evitar a infiltração do crime organizado na administração pública. Adicionalmente, prevê a infiltração de agentes de segurança nas facções, uma prática já utilizada em outros estados.</p>
<p>Após a divulgação dos detalhes da medida, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, manifestou a intenção de priorizar a tramitação do projeto, com a possibilidade de votação até o final de novembro.</p>
<p>O Projeto de Lei Antifacção agora segue para análise e votação no Congresso Nacional.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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