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	<title>familiar &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>familiar &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Feira Nacional da Agricultura Familiar se despede, celebrando diversidade e sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília, DF – Após dias de efervescência e intercâmbio de saberes e sabores, a capital federal se despediu da Feira Nacional da Agricultura Familiar, um evento de grande relevância para o setor e para a sociedade brasileira. Integrada à programação da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, a feira, que esteve aberta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília, DF – Após dias de efervescência e intercâmbio de saberes e sabores, a capital federal se despediu da Feira Nacional da Agricultura Familiar, um evento de grande relevância para o setor e para a sociedade brasileira. Integrada à programação da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, a feira, que esteve aberta ao público desde o último dia 24, encerrou suas atividades nesta sexta-feira, dia 29 de setembro, por volta das 13h. A iniciativa, organizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (Condraf), celebrou a riqueza da sociobiodiversidade brasileira e o papel vital da agricultura familiar.</p>
<p> Um palco para a sociobiodiversidade brasileira</p>
<p>A Feira Nacional da Agricultura Familiar representou um verdadeiro mosaico da produção nacional, reunindo mais de 30 associações e cooperativas provenientes de todos os biomas do Brasil. Este encontro proporcionou ao público uma oportunidade única de conhecer e adquirir produtos que são fruto de práticas sustentáveis e do profundo conhecimento de comunidades tradicionais e agricultores familiares. A diversidade em exposição era notável, abrangendo desde alimentos essenciais até itens de artesanato que contam histórias de gerações.</p>
<p> Produtos que nutrem e preservam</p>
<p>Entre os destaques da feira, visitantes puderam explorar uma vasta gama de produtos da sociobiodiversidade. Farinhas de mandioca com preparos regionais variados, frutas exóticas e castanhas típicas de cada bioma, doces artesanais, o nutritivo mel de abelhas sem ferrão, queijos com receitas ancestrais e biscoitos caseiros estavam entre os itens mais procurados. Além do valor gastronômico, a feira evidenciou o artesanato rico em detalhes e tradições, que reflete a cultura e a identidade de cada região. A experiência de &#8220;ver de perto&#8221; esses produtos permitiu uma conexão direta com os produtores, valorizando a origem e o modo de produção, que em muitos casos, são pilares para a saúde humana e a preservação ambiental.</p>
<p> Diálogos sobre segurança alimentar e desenvolvimento</p>
<p>A feira não foi apenas um espaço de comercialização, mas também um fórum para importantes debates sobre o futuro da agricultura familiar e a segurança alimentar no país. A presença de lideranças e representantes governamentais reforçou o compromisso com o setor e com as políticas públicas que o sustentam. Essas discussões são cruciais para a formulação de estratégias que garantam o acesso a alimentos de qualidade e promovam o desenvolvimento rural de forma equitativa e sustentável.</p>
<p> O papel das lideranças na promoção da agricultura familiar</p>
<p>Viviana Mesquita, Secretária-Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e delegada da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, destacou a importância de eventos como a feira para a visibilidade e o fortalecimento do setor. Em suas intervenções, Mesquita reiterou o apoio do ministério às iniciativas que valorizam o pequeno produtor, a diversidade de alimentos e a sustentabilidade. Sua participação sublinhou o alinhamento entre as políticas governamentais e as necessidades da agricultura familiar, um dos pilares da economia e da cultura brasileira. Lilian Rahal, Secretária Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, também enfatizou a contribuição direta da agricultura familiar para a mesa dos brasileiros, garantindo alimentos saudáveis e acessíveis. Rahal ressaltou a importância de políticas que assegurem o direito à alimentação adequada para todos, combatendo a insegurança alimentar e nutricional através do fortalecimento da produção local e diversificada.</p>
<p> Legado de um encontro marcante</p>
<p>A Feira Nacional da Agricultura Familiar encerra suas portas em Brasília deixando um legado de conscientização e valorização. O evento reafirmou a agricultura familiar como um setor estratégico não apenas para a economia rural, mas para a segurança alimentar e nutricional do país, a conservação ambiental e a manutenção da cultura e das tradições regionais. Ao promover a sociobiodiversidade e o comércio justo, a feira contribuiu para fortalecer as cadeias produtivas locais e incentivar o consumo consciente, mostrando o potencial transformador de um modelo de produção que coloca o ser humano e o meio ambiente no centro. A experiência de conexão entre produtores e consumidores reforça a necessidade de se continuar apoiando e prestigiando a agricultura familiar em todas as suas manifestações.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Qual foi o objetivo principal da Feira Nacional da Agricultura Familiar em Brasília?<br />
O objetivo principal foi promover e valorizar os produtos da sociobiodiversidade produzidos pela agricultura familiar de todos os biomas brasileiros, além de integrar-se à 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário para discutir o futuro do setor.</p>
<p>Quem organizou a feira e por quanto tempo ela esteve aberta ao público?<br />
A feira foi organizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (Condraf). Ela esteve aberta ao público desde o dia 24 de setembro e encerrou suas atividades na sexta-feira, dia 29 de setembro, às 13h.</p>
<p>Que tipos de produtos foram expostos e comercializados na feira?<br />
A feira apresentou uma vasta gama de produtos da sociobiodiversidade, incluindo farinhas de mandioca, artesanato, frutas, castanhas, doces, mel de abelhas sem ferrão, queijos, biscoitos, entre muitos outros, provenientes de mais de 30 associações e cooperativas.</p>
<p>Qual a importância da agricultura familiar para o Brasil?<br />
A agricultura familiar é fundamental para a saúde humana, garantindo a segurança alimentar e nutricional do país com alimentos diversos e de qualidade. Além disso, ela desempenha um papel crucial na preservação ambiental, na geração de renda no campo, na manutenção das tradições culturais e no desenvolvimento rural sustentável.</p>
<p>Para continuar apoiando a agricultura familiar e se manter atualizado sobre iniciativas que valorizam a sociobiodiversidade brasileira, acompanhe as plataformas do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e de outras instituições ligadas ao setor.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Presidente Lula sanciona lei que fortalece o combate integrado à violência doméstica e familiar contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 18:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova lei estabelece a criação de um plano de metas e redes de apoio por todos os entes federativos O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta segunda-feira, 17 de junho, o Projeto de Lei nº 501, de 2019, que cria um plano de metas para o enfrentamento integrado da violência doméstica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Nova lei estabelece a criação de um plano de metas e redes de apoio por todos os entes federativos</em></h4>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta segunda-feira, 17 de junho, o Projeto de Lei nº 501, de 2019, que cria um plano de metas para o enfrentamento integrado da violência doméstica e familiar contra a mulher. O plano deverá ser executado de maneira colaborativa pela União, estados, municípios e o Distrito Federal, e terá validade de dez anos com atualização obrigatória a cada dois anos.<br />
‎<br />
A proposta também cria a Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. Essas redes serão compostas pelos órgãos públicos de segurança, saúde, justiça, assistência social, educação e direitos humanos, além de representantes da sociedade civil.<br />
“Nós temos um papel, enquanto governo, de divulgar essa lei. Nós temos que fazer com que isso chegue a conhecimento das mulheres que estão no sindicato, das mulheres que estão na política, das mulheres que estão no comércio, que estão dentro da fábrica, porque se ela souber que existe a lei, ela começa a ter coragem de fazer a denúncia”, declarou o presidente Lula, durante a solenidade no Palácio do Planalto.<br />
Lula lamentou o fato de que, ainda hoje, com a Lei Maria da Penha prestes a completar 18 anos – foi sancionada em agosto de 2006 –, ainda exista tanta violência contra a mulher. “O cara que levanta a mão para bater na mulher, o cara que levanta a mão para atirar na mulher, é porque o cidadão não presta enquanto ser humano. Então é triste, mas no século XXI a gente estar discutindo uma coisa dessa magnitude, com Constituição bem-feita, com todas as leis aprovadas, com o começo do crescimento da participação da mulher na política, você percebe que a gente ainda está muito longe, porque a gente vai fazendo lei para proteger a mulher, fazendo lei para dar direito à mulher, mas o homem continua solto”, disse o presidente.<br />
A sanção da nova lei se soma a uma série de medidas implementadas pelo Governo Federal para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, além de assegurar a atenção humanizada à mulher que esteja em situação de violência.<br />
O texto diz que estados, municípios e o Distrito Federal devem apresentar regularmente suas propostas sob risco de perderem o acesso a recursos relacionados à segurança pública e aos direitos humanos. O projeto também determina que o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) armazene informações para auxiliar nas políticas públicas de enfrentamento da violência contra a mulher.<br />
‎<br />
<a href="https://x.com/LulaOficial/status/1802759026393948263" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://x.com/LulaOficial/status/1802759026393948263&amp;source=gmail&amp;ust=1718734983226000&amp;usg=AOvVaw0DZx-6khZN3ivegpkjpfkI">Link</a><br />
‎<br />
<strong>MEDIDAS</strong> – Além das metas de prevenção, o plano deve assegurar atenção humanizada à mulher que esteja em situação de violência e contemplar medidas como:</p>
<ul>
<li>Dispositivo móvel de segurança: disponibilização de dispositivo móvel de segurança que viabilize a proteção da integridade física da mulher.</li>
<li>Delegacias: expansão das delegacias de atendimento à mulher.</li>
<li>Horários de atendimento: ampliação dos horários de funcionamento dos institutos médico-legais e dos serviços de atendimento à mulher em situação de violência.</li>
<li>Monitoramento do agressor: implementação de monitoramento eletrônico do agressor.</li>
<li>Reeducação do agressor: reeducação e acompanhamento psicossocial do agressor.</li>
<li>Educação policial: disciplina específica de enfrentamento da violência contra a mulher nos cursos regulares das instituições policiais.</li>
</ul>
<p>Participaram da assinatura da sanção do Projeto de Lei nº 501/2019, além do presidente Lula, a primeira-dama, Janja Lula da Silva; a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves; o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha; a senadora Janaína Farias; as deputadas federais Erika Kokay e Benedita da Silva; a secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Ministério das Mulheres, Denise Dau; a secretária-adjunta de Assuntos Parlamentares da SRI, Vivian Mendes; e a coordenadora do Observatório da Mulher contra a violência do Senado Federal, Maria Teresa Prado.</p>
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		<item>
		<title>Por que as empresas familiares fecham após a sucessão?</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/por-que-as-empresas-familiares-fecham-apos-a-sucessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 09:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Luana Karen Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Carapicuíba]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>    A sucessão empresarial trata-se da transferência da propriedade da empresa através de seu comando de negócios, propriedades e investimentos para as próximas gerações, que terão responsabilidade quanto a perpetuação do legado familiar, longevidade da empresa e por diversas vezes, a responsabilidade de manter a economia local de algumas regiões brasileiras, através da geração [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s4">
<p class="s6"><span class="s5">   </span> <span class="s5">A sucessão empresarial trata-se da transferência da propriedade da empresa através de seu comando de negócios, propriedades e investimentos para as próximas gerações</span><span class="s5">, que terão</span> <span class="s5">responsabilidade </span><span class="s5">quanto a</span><span class="s5"> perpetuação do legado familiar, longevidade da empresa e por diversas vezes, a responsabilidade de manter a economia local de algumas regiões brasileiras, através da geração de empregos.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">  </span><span class="s5"> </span><span class="s5">Segundo dados do </span><span class="s5">IBGE, </span><span class="s5">9</span><span class="s5"> em cada 10 </span><span class="s5">das empresas brasileiras são familiares.</span> <span class="s5">E 7 em cada </span><span class="s5">100, não</span><span class="s5"> conseguem chegar a sua terceira geração. Um levantamento realizado pelo PNC </span><span class="s5">(</span><span class="s5">Pricewater</span><span class="s5">house</span><span class="s5"> Coopers), indica 75% dessas empresas fecham após serem sucedidas pelos herdeiros dos gestores.  De acordo com IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) o não planejamento sucessório trata-se de uma regra entre as empresas já que 72% das empresas familiares não possuem nenhum plano de sucessão e apenas 24% possuem um plano com aspectos formais. </span></p>
<p class="s6"><span class="s5">   </span> <span class="s5">Menos de 7</span><span class="s5">% das empresas familiares chegam a terceira geração no Brasil. </span><span class="s5">E essa são empresas em que seu líder desenvolve um plano de futuro. Já dizia o gato do livro de Alice no País das Maravilhas: “Para quem não sabe </span><span class="s5">aonde</span><span class="s5"> vai, qualquer caminho serve.” A falta de planejamento futuro estruturado com governança corporativa se mostra uma das grandes razões para o pouco êxito das sucessões em empresas familiares.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">     </span> <span class="s5">Existe uma crença que apenas grandes corporaçõe</span><span class="s5">s ou</span><span class="s5"> empresas de </span><span class="s5">capital</span><span class="s5"> aberto precisam de um planejamento sucessório. Porém a realidade é que </span><span class="s5">o menor dos </span><span class="s5">CNPJs</span><span class="s5"> precisa pensar no</span><span class="s5"> futuro. </span><span class="s5">A verdade</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> é que a </span><span class="s5">m</span><span class="s5">a</span><span class="s5">rcen</span><span class="s5">a</span><span class="s5">ria da esquina da rua e o Wall Mart possuem responsabilidades de sucessão,</span><span class="s5"> claro que</span><span class="s5"> cada uma com sua complexidade</span><span class="s5">.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">         </span><span class="s5">Os</span><span class="s5"> líderes estão tão envolvidos na gestão diária do negócio que não tem condições de planejar o futuro.   O planejamento sucessório leva tempo, gestão de emoções e </span><span class="s5">considera </span><span class="s5">diversos fatores </span><span class="s5">jurídicos, </span><span class="s5">tributários e financeiros</span><span class="s5">. </span><span class="s5">A transição deve considerar os herdeiros assim </span><span class="s5">como esposas</span><span class="s5"> e </span><span class="s5">esposos </span><span class="s5">e</span><span class="s5"> para </span><span class="s5">ser </span><span class="s5">bem-sucedida </span><span class="s5">é preciso que a</span><span class="s5">riqueza e harmonia permane</span><span class="s5">ça</span><span class="s5"> com as famílias. </span></p>
<p class="s6"><span class="s5">        </span><span class="s5">Os conflitos familiares serão inevitáveis por isso é necessário diretrizes e processos de governança devidamente definidos. </span><span class="s5">Há</span><span class="s5"> ferramentas </span><span class="s5">de planejamento patrimonial e sucessório que auxiliam as empresas </span><span class="s5">nesse processo,</span><span class="s5"> como contrato societário bem definido, constituição de holding familiar, testamento, doações</span><span class="s5">, </span><span class="s5">entre outras.</span><span class="s5">  Além do seguro de vida e previdência privada que são </span><span class="s5">formas </span><span class="s5">jurídico financeiras que podem </span><span class="s5">gera</span><span class="s5">r</span><span class="s5"> economia de tributos, tempo e dinheiro quando bem utilizadas</span><span class="s5">.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">        O processo</span><span class="s5"> sucessório é, em sua maioria, complexo e moroso. </span><span class="s5">Porém, pode</span><span class="s5"> ser </span><span class="s5">simplificado</span><span class="s5">quando conversado, estruturado e formalizado. A</span><span class="s5">ssim, cada membro da família po</span><span class="s5">derá participar do processo</span><span class="s5">, minimizando </span><span class="s5">os conflitos internos</span><span class="s5"> e perdas financeiras</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> de forma que o mercado veja a sucessão de forma fluida e</span><span class="s5"> sem</span> <span class="s5">intercorrências. </span></p>
<p class="s6">
<p class="s6"><span class="s5">     </span></p>
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