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	<title>febre &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>São Paulo orienta: quem recebeu dose fracionada da vacina contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 05:01:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores de São Paulo que receberam a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 são convocados a procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para completar o esquema vacinal com a dose padrão. Essa medida, crucial para garantir a imunização plena e duradoura, atende a uma recomendação das autoridades de saúde. A vacinação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Moradores de São Paulo que receberam a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 são convocados a procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para completar o esquema vacinal com a dose padrão. Essa medida, crucial para garantir a imunização plena e duradoura, atende a uma recomendação das autoridades de saúde. A vacinação com dose fracionada foi uma estratégia excepcional adotada há seis anos, em meio a uma emergência de saúde pública, e sua proteção é temporária, estimada em oito anos. Agora, a meta é assegurar que todos os cidadãos estejam permanentemente protegidos contra essa doença infecciosa grave.</p>
<p> Campanha de reforço em São Paulo: a importância da dose completa</p>
<p> O contexto da vacinação fracionada em 2018</p>
<p>Em 2018, o estado de São Paulo enfrentou uma situação de emergência em saúde pública devido a um surto de febre amarela, impulsionado pela circulação do vírus em áreas silvestres. Para conter rapidamente a propagação da doença e imunizar o maior número possível de pessoas em curto espaço de tempo, foi implementada uma estratégia de vacinação com doses fracionadas. Essa dose correspondia a um quinto da dose padrão, permitindo que os estoques existentes da vacina pudessem atender a uma população muito maior de forma emergencial.</p>
<p>Embora eficaz para o controle imediato do surto, a dose fracionada possuía uma validade limitada, com sua proteção estimada em cerca de oito anos. Diferentemente, a vacina de dose padrão, que utiliza a concentração completa do imunobiológico, confere imunidade para toda a vida. Portanto, quem recebeu a dose fracionada em 2018 precisa agora retornar às unidades de saúde para receber a dose padrão e, assim, garantir uma proteção duradoura e completa contra a febre amarela, alinhando-se ao esquema vacinal adotado nacionalmente. Essa iniciativa visa fortalecer a barreira imunológica da população e evitar futuros riscos de reemergência da doença.</p>
<p> Detalhes da mobilização e locais de vacinação</p>
<p> Dia D e a ampliação dos pontos de imunização</p>
<p>Para facilitar o acesso da população e garantir que todos que necessitam completem seu esquema vacinal, uma grande mobilização foi organizada. Neste sábado, dia 24, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de São Paulo estarão de portas abertas em um &#8220;Dia D de Imunização&#8221;. O atendimento ocorrerá das 8h às 17h, oferecendo a dose padrão da vacina contra a febre amarela, além da vacina contra o sarampo. Essa iniciativa visa não apenas regularizar a situação da febre amarela, mas também reforçar a cobertura vacinal de outras doenças importantes.</p>
<p>Desde o dia 12 de janeiro, o sistema de saúde estadual de São Paulo vem ampliando as oportunidades de vacinação. Pontos estratégicos de grande circulação, como estações de metrô e de trem, terminais de ônibus e centros comerciais, estão sendo utilizados para a aplicação de doses. Essa estratégia de capilaridade busca atingir um público mais amplo e facilitar que as pessoas, em meio às suas rotinas, possam se vacinar sem grandes deslocamentos ou esperas. Contudo, a recomendação principal para quem tomou a dose fracionada da vacina contra febre amarela permanece: procure a UBS mais próxima de sua residência para receber a dose padrão e assegurar sua proteção definitiva.</p>
<p> Compreendendo a febre amarela: uma ameaça persistente</p>
<p> O vírus, a transmissão e os sintomas</p>
<p>A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de alta gravidade, causada por um arbovírus do gênero Flavivirus. Sua transmissão ocorre exclusivamente pela picada de mosquitos infectados, e não há contágio direto de pessoa para pessoa. No Brasil, o ciclo da doença é predominantemente silvestre, onde macacos são os principais hospedeiros do vírus e mosquitos como os gêneros Haemagogus e Sabethes, que vivem em áreas de mata, são os vetores. A morte de macacos em determinada região é um forte indicador da circulação do vírus e da presença desses mosquitos transmissores, servindo como um alerta para as equipes de saúde municipais, que devem ser informadas imediatamente sobre tais ocorrências.</p>
<p>Os sintomas iniciais da febre amarela podem ser inespecíficos, dificultando o diagnóstico em fases precoces. Incluem febre alta, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares (principalmente nas costas), náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos mais graves, que afetam cerca de 15% dos pacientes, a doença pode evoluir para icterícia (pele e olhos amarelados, daí o nome &#8220;febre amarela&#8221;), hemorragias, disfunção hepática e renal, levando a complicações sérias e, em muitos casos, à morte. Dada a gravidade potencial da doença, a prevenção através da vacinação é a medida mais eficaz e segura.</p>
<p> Prevenção e o esquema vacinal padrão</p>
<p>A principal e mais eficaz forma de prevenção contra a febre amarela é a vacinação. O imunizante é seguro, eficaz e está disponível gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população que reside ou viaja para áreas de risco. Desde abril de 2017, o Brasil, em consonância com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), adotou o esquema de apenas uma dose da vacina contra a febre amarela para toda a vida. Esta medida simplifica o calendário vacinal e garante proteção duradoura sem a necessidade de doses de reforço para quem recebeu a vacina padrão.</p>
<p>É fundamental que crianças a partir dos 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem ou se deslocam para áreas endêmicas ou de recomendação de vacinação estejam com o esquema vacinal atualizado. No entanto, é importante ressaltar que existem algumas contraindicações e precauções, como para gestantes, lactantes, pessoas imunocomprometidas, pacientes com câncer ou HIV, e indivíduos com idade avançada (acima de 60 anos), que devem ser avaliadas por um profissional de saúde antes da vacinação. Para esses grupos, a decisão de vacinar-se deve ser individualizada, considerando o risco-benefício.</p>
<p> A vacinação como estratégia de saúde pública</p>
<p>A mobilização atual em São Paulo para que os cidadãos que receberam a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 completem seu esquema vacinal representa um pilar fundamental da saúde pública. Essa ação não apenas garante a proteção individual de milhares de pessoas, mas também fortalece a imunidade coletiva, reduzindo o risco de novas epidemias e a carga sobre o sistema de saúde. A capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde, demonstrada tanto na vacinação emergencial de 2018 quanto nas campanhas de reforço e expansão de pontos de vacinação, reflete o compromisso contínuo com a saúde da população. Ao assegurar que a proteção contra a febre amarela seja completa e duradoura, o país reafirma sua vigilância e proatividade na prevenção de doenças infecciosas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem precisa tomar a dose padrão da vacina contra febre amarela?<br />
Quem tomou a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018, em São Paulo, deve procurar uma UBS para receber a dose padrão e completar o esquema vacinal.</p>
<p>2. Qual a diferença entre a dose fracionada e a dose padrão?<br />
A dose fracionada, utilizada em emergências em 2018, corresponde a um quinto da dose padrão e oferece proteção limitada (cerca de 8 anos). A dose padrão confere imunidade para toda a vida.</p>
<p>3. Onde posso completar meu esquema vacinal?<br />
Você pode completar seu esquema vacinal em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) de São Paulo. Além disso, haverá um &#8220;Dia D de Imunização&#8221; neste sábado (24), com UBSs abertas das 8h às 17h, e pontos ampliados em metrôs, trens, terminais de ônibus e centros comerciais desde 12 de janeiro.</p>
<p>4. Quais são os sintomas da febre amarela e por que devo me preocupar?<br />
Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e vômitos. Em casos graves, pode evoluir para icterícia e hemorragias. A doença é grave e pode ser fatal, por isso a vacinação é crucial para a prevenção.</p>
<p>Não espere: verifique seu status vacinal e procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima para completar seu ciclo de imunização contra a febre amarela e garantir sua proteção definitiva.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Vacinação contra sarampo e febre amarela será intensificada em São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 05:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo inicia uma abrangente campanha de vacinação contra sarampo e febre amarela, marcando um esforço intensificado para proteger a população. A partir da próxima segunda-feira, dia 12 de janeiro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo dará início à ação, concentrando-se primeiramente na capital paulista e em locais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo inicia uma abrangente campanha de vacinação contra sarampo e febre amarela, marcando um esforço intensificado para proteger a população. A partir da próxima segunda-feira, dia 12 de janeiro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo dará início à ação, concentrando-se primeiramente na capital paulista e em locais de grande afluxo de pessoas. Esta medida estratégica é crucial para prevenir novos surtos e garantir a saúde pública diante da persistência dessas doenças infecciosas. A campanha foi meticulosamente planejada para alcançar diversos grupos populacionais e será desdobrada em fases, culminando em um Dia D de mobilização. A adesão é fundamental para fortalecer a imunidade coletiva e salvaguardar tanto os indivíduos quanto a comunidade em geral, reforçando a importância vital da prevenção.</p>
<p> Detalhes da campanha e público-alvo<br />
A campanha de intensificação da vacinação em São Paulo está programada para ocorrer em diferentes fases, visando maximizar o alcance da imunização. Inicialmente, entre os dias 12 e 16 de janeiro, os esforços estarão concentrados em pontos estratégicos de grande movimentação na capital paulista, como estações de metrô, terminais de ônibus e shoppings centers, facilitando o acesso da população a essas vacinas essenciais.</p>
<p> Estratégia de imunização faseada<br />
Após esta primeira etapa, a vacinação continuará entre os dias 19 e 23 de janeiro, com foco direcionado a grupos profissionais específicos, incluindo taxistas e trabalhadores do setor de turismo. Essa abordagem segmentada busca proteger categorias que possuem maior circulação e contato com diferentes públicos, minimizando os riscos de transmissão de doenças. O ponto alto da campanha será o Dia D de vacinação, agendado para 24 de janeiro, quando a mobilização será reforçada em todo o estado para incentivar a máxima adesão da população.</p>
<p>A vacina contra o sarampo será ofertada a adolescentes e adultos que não foram previamente imunizados ou que possuem o esquema vacinal incompleto. Para a febre amarela, a imunização terá como público-alvo crianças e adolescentes entre 9 e 14 anos, além de indivíduos que residem ou transitam por áreas com registros de transmissão da doença.</p>
<p>Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da secretaria, destacou a importância da continuidade e da abrangência da imunização. &#8220;É importante lembrar que a vacina contra o sarampo, caxumba e rubéola também está disponível em todas unidades básicas de saúde (UBSs) e é recomendada para pessoas a partir dos 12 meses até os 59 anos. Já a vacina da febre amarela é recomendada para pessoas dos 9 meses até os 59 anos. É importante lembrar que todos aqueles que já tomaram alguma dose de vacina contra a febre amarela não precisam se vacinar novamente&#8221;, ressaltou Lang. A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias de prevenção contra surtos ou epidemias, e manter o esquema vacinal atualizado é crucial para assegurar a proteção individual e coletiva, especialmente para aqueles que não podem ser imunizados por condições de saúde específicas.</p>
<p> Sarampo: uma ameaça persistente<br />
O sarampo, uma doença infecciosa altamente contagiosa, continua a ser uma preocupação para a saúde pública, mesmo com os avanços significativos na vacinação global. No ano anterior, o estado de São Paulo registrou dois casos confirmados da doença, ambos em indivíduos com histórico de viagem ao exterior. Esses casos, classificados como importados, somam-se aos 37 confirmados em todo o Brasil entre janeiro e novembro do ano passado, conforme dados do Ministério da Saúde, todos adquiridos em viagens sem indicação de transmissão local do vírus.</p>
<p> Entendendo a doença e seus riscos<br />
Historicamente, o sarampo foi uma das principais causas de mortalidade infantil em nível mundial, o que sublinha a gravidade potencial da doença. Sua transmissão ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por via aérea, através de gotículas expelidas ao tossir, espirrar, falar ou até mesmo respirar. A elevada capacidade de contágio do vírus é notável: uma pessoa infectada pode transmitir a doença para aproximadamente 90% dos indivíduos próximos que não possuem imunidade. É por essa razão que a vacinação contra o sarampo é considerada de importância capital para a saúde individual e comunitária.</p>
<p>Os principais sinais e sintomas do sarampo incluem o surgimento de manchas vermelhas por todo o corpo e febre alta, frequentemente acima de 38,5°C, acompanhados por tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou uma sensação intensa de mal-estar. A doença pode evoluir para complicações severas, como diarreia grave, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite – uma inflamação do cérebro. Algumas dessas complicações têm potencial fatal, reforçando a urgência da prevenção por meio da vacinação e do cumprimento do calendário de imunização.</p>
<p> Febre amarela: prevenção e vigilância<br />
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus específico e transmitida exclusivamente pela picada de mosquitos silvestres, que habitam principalmente zonas de mata. Diferentemente do sarampo, não há transmissão direta da doença de pessoa para pessoa, o que torna o controle do vetor crucial para a prevenção da febre amarela.</p>
<p> Sinais de alerta e a importância da imunização<br />
Um importante indicador da circulação desses mosquitos transmissores e, consequentemente, da presença do vírus, é a morte de macacos. Esses animais também são suscetíveis à doença e registram altos índices de mortalidade quando infectados. Assim, a observação de macacos mortos em áreas silvestres deve ser prontamente comunicada às equipes de saúde do município, para que medidas de vigilância e controle possam ser implementadas rapidamente, evitando a propagação para humanos.</p>
<p>Os sintomas iniciais da febre amarela podem ser confundidos com outras doenças comuns, incluindo febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas e pelo corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza generalizada. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para icterícia (caracterizada por pele e olhos amarelados), hemorragias e falência de múltiplos órgãos, com alta letalidade se não tratada adequadamente.</p>
<p>A prevenção mais eficaz contra a febre amarela é a vacinação, que está disponível gratuitamente em todas as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de dose única para toda a vida, uma recomendação alinhada às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa medida simplifica o calendário de vacinação e garante proteção duradoura contra a doença, sendo essencial para quem vive ou viaja para áreas de risco e para a manutenção da saúde pública.</p>
<p> Conclusão<br />
A intensificação da campanha de vacinação contra sarampo e febre amarela em São Paulo reflete o compromisso das autoridades de saúde com a proteção da população e a prevenção de doenças que, apesar de conhecidas, ainda representam riscos significativos. Ao focar em pontos de grande circulação e em grupos específicos, a iniciativa busca alcançar a máxima cobertura vacinal, essencial para construir uma imunidade coletiva robusta. A adesão da população a essa campanha não apenas protege o indivíduo, mas também contribui para a segurança de toda a comunidade, especialmente daqueles que não podem ser vacinados. Manter o esquema vacinal em dia é um ato de responsabilidade social e um pilar fundamental para a erradicação e controle dessas enfermidades.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a campanha de vacinação</p>
<p>Quem deve se vacinar contra o sarampo nesta campanha?<br />
A vacinação contra o sarampo é indicada para adolescentes e adultos que não receberam a vacina anteriormente ou que possuem o esquema vacinal incompleto. É importante lembrar que a vacina Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para pessoas a partir dos 12 meses até os 59 anos, conforme o calendário regular de vacinação.</p>
<p>Quem deve tomar a vacina da febre amarela?<br />
A imunização contra a febre amarela é direcionada a crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de pessoas que residem ou circulam por áreas com registros de transmissão da doença. Indivíduos que já tomaram uma dose da vacina em qualquer momento da vida não precisam se revacinar, conforme a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde do Brasil, adotada desde 2017.</p>
<p>Onde posso me vacinar durante a campanha?<br />
Inicialmente, a campanha terá pontos de vacinação em locais de grande circulação, como estações de metrô, terminais de ônibus e shoppings centers na capital paulista, entre 12 e 16 de janeiro. Entre 19 e 23 de janeiro, haverá um foco especial em taxistas e profissionais de turismo. Além disso, no Dia D (24 de janeiro) a campanha será reforçada, e as vacinas também estão sempre disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em todo o estado.</p>
<p>Não perca a oportunidade de se proteger e proteger quem você ama. Verifique seu cartão de vacinação e procure o posto mais próximo para garantir sua imunização contra sarampo e febre amarela. Sua saúde é uma prioridade!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Febre maculosa: mais duas mortes confirmadas no interior de são paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 05:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carrapatos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Leme, no interior paulista, registra duas novas mortes causadas pela febre maculosa. A Secretaria de Saúde do município confirmou os óbitos ocorridos na semana passada. As identidades das vítimas não foram reveladas. Imediatamente após a notificação dos casos, equipes técnicas da prefeitura iniciaram medidas de controle e vigilância na região. O Setor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Leme, no interior paulista, registra duas novas mortes causadas pela febre maculosa. A Secretaria de Saúde do município confirmou os óbitos ocorridos na semana passada. As identidades das vítimas não foram reveladas.</p>
<p>Imediatamente após a notificação dos casos, equipes técnicas da prefeitura iniciaram medidas de controle e vigilância na região. O Setor de Vigilância Epidemiológica e Zoonoses está à frente das ações para conter a propagação da doença.</p>
<p>O interior de São Paulo tem enfrentado um aumento no número de casos da enfermidade transmitida por carrapatos. Salto, município a aproximadamente 90 quilômetros de Leme, já havia registrado três mortes por febre maculosa este ano. Em resposta, a prefeitura de Salto interditou um parque local frequentado por duas das vítimas.</p>
<p>Até outubro deste ano, o estado de São Paulo contabilizava 36 casos da doença, com 18 óbitos. Com as novas confirmações em Leme, o número de mortes sobe para 20. Em 2024, foram registrados 72 casos e 26 óbitos em todo o estado.</p>
<p>A febre maculosa, também conhecida como doença do carrapato, é uma infecção febril que apresenta diferentes graus de gravidade e uma alta taxa de letalidade. A enfermidade é causada por bactérias do gênero Rickettsia e transmitida pela picada de carrapatos encontrados em ambientes com animais domésticos, como cães e gatos, gado e em áreas de vegetação alta.</p>
<p>A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informa que a contaminação dos carrapatos-estrela com a bactéria causadora da doença é baixa, atingindo menos de 1% da população desses aracnídeos. Isso significa que o simples contato com o carrapato não é, necessariamente, indicativo de infecção.</p>
<p>Os sintomas da febre maculosa incluem febre súbita, dores de cabeça e nas articulações, fraqueza extrema e cansaço. Erupções cutâneas nos punhos e tornozelos podem surgir entre o terceiro e o quinto dia de infecção, com potencial para se espalhar por todo o corpo.</p>
<p>A prevenção é a principal forma de evitar a doença. Recomenda-se evitar áreas com alta incidência de carrapatos, utilizar calças compridas e botas ao circular em regiões de risco. Caso encontre um carrapato na pele, remova-o imediatamente, evitando esmagá-lo com as unhas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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