<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>forte &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tag/forte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Mar 2026 08:01:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>forte &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Obras paradas: Conjunto habitacional em SP gera custo milionário e atraso</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/obras-paradas-conjunto-habitacional-em-sp-gera-custo-milionario-e-atraso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 08:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[forte]]></category>
		<category><![CDATA[negro]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/obras-paradas-conjunto-habitacional-em-sp-gera-custo-milionario-e-atraso/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um grandioso projeto de moradias populares em São Paulo, o conjunto habitacional Forte do Rio Negro, localizado em São Mateus, na Zona Leste, permanece com suas obras completamente paralisadas há mais de um ano. Concebido para oferecer 600 unidades residenciais e prometido para o início de 2024, o empreendimento já consumiu R$ 104 milhões dos [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/obras-paradas-conjunto-habitacional-em-sp-gera-custo-milionario-e-atraso/">Obras paradas: Conjunto habitacional em SP gera custo milionário e atraso</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grandioso projeto de moradias populares em São Paulo, o conjunto habitacional Forte do Rio Negro, localizado em São Mateus, na Zona Leste, permanece com suas obras completamente paralisadas há mais de um ano. Concebido para oferecer 600 unidades residenciais e prometido para o início de 2024, o empreendimento já consumiu R$ 104 milhões dos cofres públicos. O projeto está travado após a construtora responsável entrar em recuperação judicial e abandonar o canteiro de obras. Enquanto a incerteza paira sobre o futuro das moradias, a prefeitura arca com um auxílio-aluguel de R$ 600 para 480 famílias, gerando um custo anual de R$ 3,4 milhões, valor considerado insuficiente pelos futuros moradores para cobrir despesas na região. A situação ilustra os desafios enfrentados pela cidade no combate ao déficit habitacional, que afeta mais de 343 mil pessoas.</p>
<p> Projeto Forte do Rio Negro: do sonho ao abandono</p>
<p> A cronologia dos atrasos e a construtora em recuperação judicial</p>
<p>O conjunto habitacional Forte do Rio Negro, com suas seis torres residenciais e 600 unidades de até 50 m², é parte integrante do programa &#8220;Pode Entrar&#8221;, a principal iniciativa habitacional da atual gestão municipal. O contrato para a construção, assinado em 2022, foi marcado por uma série de prorrogacões – quatro ao todo – antes de ser oficialmente rescindido em junho do ano passado. A decisão de rescisão veio meses após a interrupção abrupta dos trabalhos pela construtora Múltipla Engenharia, que havia entrado em recuperação judicial. Diante do abandono, a prefeitura aplicou uma multa de R$ 5 milhões à empresa, buscando mitigar os prejuízos causados.</p>
<p>Apesar de a obra ter alcançado um estágio avançado, com cerca de 92% de execução, relatórios de vistoria produzidos após a paralisação revelaram uma realidade preocupante. Foi identificada a necessidade de investimentos adicionais de, no mínimo, R$ 3,5 milhões para refazer serviços que já haviam sido pagos. Este &#8220;retrabalho&#8221; se tornou imperativo devido a intervenções estruturais nas alvenarias realizadas após a conclusão dos acabamentos. Tais reforços resultaram em perfurações de paredes e danos a revestimentos, como a remoção de azulejos e a quebra de forros de gesso em unidades que já estavam prontas para serem entregues. A falta de continuidade e planejamento adequado, somada à situação da construtora, transformou o que deveria ser um avanço em um complexo desafio de recuperação.</p>
<p> Deterioração e furto: a realidade do canteiro abandonado</p>
<p>O prolongado período de abandono e a ausência de vigilância efetiva no canteiro de obras – formalmente encerrada pela construtora em junho de 2025, conforme contrato – agravaram significativamente a deterioração das estruturas e dos acabamentos do Forte do Rio Negro. A fiscalização encontrou apartamentos com janelas de vidro estilhaçadas, portas de madeira estufadas pela umidade, forros de banheiro mofados e fiação elétrica exposta, representando riscos e demandando reparos extensivos.</p>
<p>Em diversas unidades, constatou-se a ausência de itens essenciais como pias, tanques, torneiras e tampos de quadros elétricos, sugerindo a ocorrência de furtos no local. Escadas danificadas e janelas quebradas são avarias comuns, evidenciando a vulnerabilidade do empreendimento desocupado. Essa situação contrasta drasticamente com o otimismo expresso pelo então secretário municipal de habitação, Sidney Cruz, que, em janeiro de 2025, antes da paralisação, visitou o canteiro. Na ocasião, o secretário enfatizou o &#8220;ritmo do nosso prefeito&#8221; no avanço das obras e elogiou a qualidade construtiva do projeto, classificando o &#8220;Pode Entrar&#8221; como o &#8220;maior programa de habitação da história da cidade de São Paulo&#8221;. Atualmente, o terreno do Forte do Rio Negro encontra-se cercado por tapumes, sem sequer uma placa de identificação, um símbolo visível do descaso e da incerteza que pairam sobre o futuro das 600 famílias.</p>
<p> Impacto social e o programa &#8220;Pode Entrar&#8221; sob escrutínio</p>
<p> Moradores em limbo: auxílio insuficiente e vida em suspensão</p>
<p>A paralisação das obras no Forte do Rio Negro trouxe consequências devastadoras para as famílias que aguardam a casa própria. Embora a maioria dos futuros moradores receba um auxílio-aluguel de R$ 600 mensais da prefeitura, este valor é amplamente considerado insuficiente para cobrir os custos de um aluguel digno na Zona Leste de São Paulo. O benefício, que totaliza R$ 3,4 milhões anuais para atender 480 famílias, se mostra paliativo diante da complexidade do problema.</p>
<p>Os documentos que garantem a moradia subsidiada foram entregues em junho de 2024, em um evento onde o prefeito Ricardo Nunes prometeu a entrega dos apartamentos para o mesmo ano, incentivando a esperança com a declaração: &#8220;Vocês vão poder passar o réveillon na casa de vocês&#8221;, três meses antes das eleições. No entanto, o entusiasmo rapidamente deu lugar à desilusão. Uma moradora, que preferiu não se identificar por medo de represálias, relatou ter feito grandes compras de mantimentos para celebrar o Natal na casa nova, mas teve os planos frustrados por dois anos consecutivos. A incerteza a impediu de matricular a filha em uma escola técnica próxima ao novo endereço, deixando sua vida &#8220;parada no tempo&#8221;. Ela afirmou que, sem o apoio de seu ex-marido, que a abrigou com a filha adolescente, estaria em situação de rua. Outra família, composta por seis pessoas – incluindo três adolescentes e uma idosa acamada –, vive em uma casa de apenas 48 metros quadrados, após ser removida de uma ocupação vizinha em 2018 com a promessa de moradia regularizada. Com uma renda familiar de R$ 2 mil, quase toda consumida por contas básicas, a beneficiária perdeu todos os seus móveis em enchentes após alugar uma garagem para guardá-los, vivendo no improviso há três anos. A apreensão é tanta que a maioria dos beneficiários ouvidos se recusou a dar seus nomes, temendo perder o direito à moradia.</p>
<p> O problema não isolado: outras obras atrasadas e auditorias</p>
<p>O caso do Forte do Rio Negro não é um incidente isolado na modalidade &#8220;Empresas&#8221; do programa &#8220;Pode Entrar&#8221;, na qual o poder público financia os custos e a iniciativa privada executa a obra. Uma auditoria do Tribunal de Contas do Município (TCM) já havia apontado graves problemas em empreendimentos dessa natureza. Segundo o relatório, 80% dos projetos oriundos dos chamamentos de 2014 – grupo ao qual o Forte do Rio Negro pertence – não haviam sido contratados após uma década, devido a invasões de terrenos e à inércia administrativa.</p>
<p>Adicionalmente, outros condomínios de moradia social contratados sob a mesma modalidade também enfrentam atrasos significativos. É o caso dos conjuntos Bauru e Lajeado, ambos localizados na região de Guaianases, na Zona Leste, que juntos somam 968 unidades habitacionais. Embora tivessem prazo inicial de entrega para 2024, a prefeitura agora prevê a inauguração para este mês, após ajustes motivados por pendências relacionadas a concessionárias de serviços públicos, como Enel e Sabesp, e à montagem dos elevadores. Esses exemplos reforçam a preocupante recorrência de entraves e atrasos nos projetos habitacionais municipais, evidenciando a necessidade de revisão e aprimoramento na gestão e fiscalização desses contratos.</p>
<p> Resposta da prefeitura e o futuro incerto</p>
<p>Questionada sobre o novo prazo para a entrega do conjunto Forte do Rio Negro, a gestão municipal Ricardo Nunes informou que &#8220;equipes técnicas realizam vistorias e análises da obra para definir a necessidade de eventuais intervenções corretivas ou recomposições de serviços&#8221;. A prefeitura, no entanto, não divulgou uma data para a abertura de uma nova licitação que permita a contratação de uma empreiteira para finalizar o empreendimento. A nota oficial também destacou que &#8220;as providências cabíveis&#8221; estão sendo tomadas para cobrar a multa de R$ 5 milhões aplicada à Múltipla Engenharia e para reaver cerca de R$ 1 milhão que foram pagos por serviços não executados.</p>
<p>Apesar dos contratempos específicos do Forte do Rio Negro, a prefeitura reafirmou que o programa &#8220;Pode Entrar&#8221; segue em &#8220;plena expansão&#8221;, com 18 mil moradias entregues desde 2021 e 43 mil unidades atualmente em construção. Na modalidade &#8220;Empresas/Entidades&#8221;, há 5,9 mil moradias em obras, das quais 778 já foram entregues. Contudo, para as famílias do Forte do Rio Negro, o futuro permanece incerto, com a espera pela casa própria se estendendo indefinidamente.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é o conjunto habitacional Forte do Rio Negro?<br />
É um empreendimento habitacional com 600 unidades na Zona Leste de São Paulo, parte do programa municipal &#8220;Pode Entrar&#8221;, destinado a famílias de baixa renda.</p>
<p>Por que as obras estão paradas?<br />
As obras foram paralisadas após a construtora Múltipla Engenharia entrar em recuperação judicial e abandonar o projeto. O contrato foi rescindido, e a empresa foi multada em R$ 5 milhões.</p>
<p>Qual o impacto para os futuros moradores?<br />
Os moradores aguardam a entrega há mais de um ano, vivendo em condições precárias ou dependendo de um auxílio-aluguel de R$ 600, considerado insuficiente. Suas vidas estão em suspensão, com impactos em educação e bem-estar.</p>
<p>O que a Prefeitura de SP está fazendo para resolver a situação?<br />
A prefeitura está realizando vistorias técnicas para definir as intervenções necessárias e busca cobrar multas da construtora. Não há, contudo, um novo prazo para a conclusão das obras ou para a contratação de uma nova empresa.</p>
<p>Para mais informações sobre o avanço e desafios dos programas habitacionais em São Paulo, e para acompanhar o desdobramento do caso do Forte do Rio Negro, continue atento às atualizações do cenário urbano e social da cidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/obras-paradas-conjunto-habitacional-em-sp-gera-custo-milionario-e-atraso/">Obras paradas: Conjunto habitacional em SP gera custo milionário e atraso</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
