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	<title>França &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>França &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Atleta representa Osasco na Copa do Mundo de BMX Freestyle na França</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2026 13:31:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 13 e 17 de maio, aconteceu a 30ª edição do FISE Montpellier, considerado o maior festival de esportes urbanos do mundo, realizado às margens do Rio Lez, em Montpellier, na França. O evento reuniu os principais atletas internacionais de modalidades como BMX (Freestyle Park, Flatland e Street), Basquete 3&#215;3, Patinete Freestyle, Patins [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Entre os dias 13 e 17 de maio, aconteceu a 30ª edição do FISE Montpellier, considerado o maior festival de esportes urbanos do mundo, realizado às margens do Rio Lez, em Montpellier, na França. O evento reuniu os principais atletas internacionais de modalidades como BMX (Freestyle Park, Flatland e Street), Basquete 3&#215;3, Patinete Freestyle, Patins Freestyle, Parkour, Breaking e Skate (Street e Park).</div>
<div></div>
<div>Representando Osasco e o programa Bolsa Atleta da Prefeitura, por meio da Secretaria de Esporte, Recreação e Lazer, Pedro Luiz de Souza, 14 anos, participou pela primeira vez de uma etapa da Copa do Mundo de BMX Freestyle Park, na categoria júnior.</div>
<div></div>
<div>O atleta garantiu vaga na final após conquistar a 4ª melhor colocação nas classificatórias e encerrou a competição na 11ª posição entre os melhores atletas do mundo na categoria.</div>
<div></div>
<div>Emocionado com a participação do filho, Orestes Souza ressaltou a importância da conquista: “A participação do Pedro representa um grande orgulho para Osasco e para o esporte brasileiro, especialmente por se tratar da sua primeira experiência em uma competição de nível mundial”.</div>
<div></div>
<div>“Ver um atleta tão jovem representando Osasco em uma competição mundial é motivo de muito orgulho para toda a nossa cidade. O Pedro mostrou talento, dedicação e muita personalidade diante dos melhores do mundo. Certamente é o começo de uma trajetória de muito sucesso no esporte”, destacou o secretário de Esporte, Recreação e Lazer, Thiago Borges.</div>
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		<title>Macron e Lula estreitam laços Na Índia e pedem união por IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um encontro de destaque durante a cúpula do G20 em Nova Délhi, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reforçaram os laços diplomáticos entre suas nações. Macron descreveu Lula como um &#8220;grande amigo&#8221;, sublinhando a importância da parceria bilateral não apenas para seus países, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um encontro de destaque durante a cúpula do G20 em Nova Délhi, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reforçaram os laços diplomáticos entre suas nações. Macron descreveu Lula como um &#8220;grande amigo&#8221;, sublinhando a importância da parceria bilateral não apenas para seus países, mas para a governança global. Além de fortalecer a amizade entre os líderes, a reunião serviu como plataforma para discussões cruciais sobre a agenda global, com ênfase particular na necessidade urgente de desenvolver e regulamentar a inteligência artificial segura. A convergência de ideias sobre este tema vital sinaliza um compromisso conjunto em moldar um futuro digital responsável e ético para a comunidade internacional, buscando uma abordagem colaborativa para os desafios tecnológicos emergentes.</p>
<p> Laços diplomáticos reforçados no G20<br />
 O encontro em Nova Délhi<br />
O reencontro entre Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva na capital indiana, Nova Délhi, não foi apenas um protocolo diplomático, mas um momento de reafirmação de uma relação pessoal e política significativa. O contexto da cúpula do G20, que reúne as maiores economias do mundo e os principais blocos regionais, amplificou a importância desse diálogo bilateral. Ao se referir a Lula como um &#8220;grande amigo&#8221;, Macron não apenas expressou uma afeição pessoal, mas também sinalizou a profundidade e a confiança que permeiam a relação estratégica entre França e Brasil. Esta camaradagem entre os chefes de estado é vista como um catalisador para a cooperação em diversas frentes, desde questões econômicas e comerciais até desafios ambientais, energéticos e sociais.</p>
<p>A presença de ambos os líderes em um fórum tão proeminente como o G20 ressalta a relevância de suas nações no cenário global. A França, como membro da União Europeia e potência ocidental com forte influência na África e em outras regiões, e o Brasil, como líder regional da América Latina e voz importante entre as economias emergentes do Sul Global, compartilham uma visão de multilateralismo e de busca por soluções coletivas para problemas transnacionais. O encontro em Nova Délhi serviu para solidificar essa visão, abrindo caminho para futuras colaborações e coordenações de posições em temas-chave da agenda internacional, como a reforma das instituições globais e o combate às desigualdades. A construção de uma parceria robusta é essencial para enfrentar as complexidades do mundo contemporâneo e garantir uma governança global mais equitativa.</p>
<p> A pauta global da inteligência artificial<br />
 A busca por uma IA segura e ética<br />
Um dos pontos centrais da conversa entre os presidentes Macron e Lula foi o desenvolvimento e a regulamentação da inteligência artificial (IA). A ascensão meteórica da IA nos últimos anos tem gerado tanto otimismo quanto preocupação. Enquanto a tecnologia promete avanços revolucionários em áreas como saúde, educação, pesquisa científica e produtividade econômica, também levanta questões cruciais sobre ética, segurança cibernética, privacidade de dados, desinformação em massa, vieses algorítmicos e o impacto no mercado de trabalho. Ambos os líderes demonstraram um consenso sobre a urgência de uma abordagem unificada para garantir que a IA seja desenvolvida de maneira responsável e benéfica para toda a humanidade, evitando seus potenciais riscos.</p>
<p>A França tem sido uma voz proeminente na Europa, defendendo regulamentações rigorosas para a IA através de iniciativas como o AI Act da União Europeia, buscando um equilíbrio delicado entre a promoção da inovação tecnológica e a proteção dos direitos civis e dos valores democráticos. O Brasil, por sua vez, tem acompanhado de perto as discussões globais e iniciado seus próprios debates internos sobre a legislação para a IA, com foco na inclusão digital, na mitigação de vieses culturais e sociais e na proteção de dados pessoais. A união de forças entre esses dois países neste debate é estratégica, pois combina as perspectivas de nações desenvolvidas e em desenvolvimento. Ao advogar por uma &#8220;IA segura&#8221;, Macron e Lula enfatizam a necessidade de criar frameworks robustos que previnam o uso indevido da tecnologia, garantam a transparência dos algoritmos e protejam a sociedade de potenciais riscos, estabelecendo um caminho para o desenvolvimento de uma IA humanocêntrica. Este esforço colaborativo é fundamental para estabelecer normas globais que guiem o futuro da inteligência artificial de forma ética e sustentável.</p>
<p> Perspectivas futuras para a cooperação bilateral e multilateral<br />
O encontro entre os presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva em Nova Délhi, no contexto do G20, reforça a importância das relações bilaterais e da coordenação multilateral em um cenário global complexo e interconectado. A manifestação de amizade e o alinhamento de posições em temas cruciais, como a necessidade urgente de uma inteligência artificial segura e ética, apontam para uma sinergia promissora entre França e Brasil. Essa parceria estratégica tem o potencial de influenciar significativamente as discussões internacionais, promovendo um desenvolvimento tecnológico que seja inclusivo, justo e orientado para o bem-estar coletivo. A busca por soluções conjuntas para desafios globais, desde a regulação da IA e a governança digital até a sustentabilidade ambiental e a segurança alimentar, demonstra um caminho de liderança e cooperação que pode servir de modelo para outras nações. A continuidade desse diálogo estratégico é vital para a construção de um futuro mais estável, equitativo e seguro para todos.</p>
<p> Perguntas frequentes<br />
 Qual foi o principal objetivo do encontro entre Macron e Lula em Nova Délhi?<br />
O principal objetivo foi o reforço dos laços bilaterais entre França e Brasil, emoldurado pela cúpula do G20, e a discussão de pautas globais estratégicas, com destaque para a governança e o desenvolvimento de uma inteligência artificial segura e ética, além de outros temas de cooperação.</p>
<p> O que significa a pauta de &#8220;IA segura&#8221; defendida pelos líderes?<br />
&#8220;IA segura&#8221; refere-se à busca por um desenvolvimento da inteligência artificial que seja responsável, ético e benéfico para a humanidade. Isso envolve a criação de frameworks regulatórios que garantam transparência dos algoritmos, previnam vieses, protejam a privacidade dos usuários e evitem o uso indevido da tecnologia, assegurando que a IA sirva ao bem comum.</p>
<p> Como a parceria entre Brasil e França pode impactar a governança global da IA?<br />
A união de Brasil e França pode fortalecer a defesa de princípios de multilateralismo e inclusão na governança da IA, influenciando a criação de normas e regulamentações internacionais. Essa colaboração combina as perspectivas de países desenvolvidos e emergentes, promovendo um desenvolvimento tecnológico mais responsável, equitativo e adaptado às diversas realidades globais.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os desdobramentos da cooperação internacional em inteligência artificial e outros temas globais, continue acompanhando nossas análises e notícias aprofundadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Deputados franceses retomam debate sobre ajuda para morrer após revés no Senado</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 15:31:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A assembleia nacional francesa, câmara baixa do parlamento, retoma a análise de uma proposta de lei que visa legalizar a ajuda para morrer no país, um tema de profunda complexidade ética e social que divide a nação. A iniciativa, que representa um passo significativo em direção à autonomia individual no fim da vida, havia sido aprovada pelos deputados em maio do ano passado, mas encontrou resistência e foi suspensa após ser rejeitada, ou significativamente alterada, pela câmara alta, o Senado. O retorno do projeto à pauta legislativa sublinha a persistência do governo e de muitos parlamentares em abordar a questão da morte digna, em um contexto onde outras nações europeias já regulamentaram formas de assistência médica para encerrar a vida. A discussão reacende o debate público sobre os limites da intervenção médica, o papel do Estado na tomada de decisões pessoais e a necessidade de garantir cuidados paliativos adequados.</p>
<p> O caminho legislativo e o impasse no Senado</p>
<p> A primeira aprovação na Assembleia Nacional</p>
<p>A trajetória legislativa do projeto de lei que visa regulamentar a ajuda para morrer na França tem sido sinuosa e repleta de debates acalorados. Inicialmente, a proposta foi submetida à Assembleia Nacional em maio do ano passado, após meses de consultas públicas e discussões entre diversas bancadas parlamentares. A aprovação na câmara baixa representou uma vitória significativa para os defensores da autonomia do paciente e do direito a uma morte digna. O texto inicial, amplamente discutido e modificado durante sua tramitação, buscava estabelecer um quadro legal para situações específicas em que indivíduos com doenças incuráveis e sofrimento insuportável pudessem solicitar assistência para encerrar suas vidas. Naquela etapa, o projeto foi visto como um avanço importante, alinhando a França a um movimento crescente em países europeus que já haviam implementado legislações semelhantes, como Bélgica e Holanda. O governo, através do Ministério da Saúde e de alguns porta-vozes, expressou cauteloso apoio à medida, reconhecendo a necessidade de uma resposta legislativa a uma demanda social crescente, ao mesmo tempo em que prometia garantias rigorosas para evitar abusos.</p>
<p> A oposição e o revés no Senado</p>
<p>Após a aprovação na Assembleia Nacional, o projeto seguiu para o Senado, onde enfrentou uma oposição mais forte e organizada. A câmara alta, com uma composição política frequentemente mais conservadora, demonstrou ceticismo quanto à proposta e levantou uma série de objeções éticas, morais e práticas. Senadores contrários à medida argumentaram que ela poderia desvalorizar a vida, abrir precedentes perigosos e pressionar pacientes vulneráveis. Setores religiosos, associações de médicos paliativistas e grupos pró-vida exerceram forte pressão sobre os senadores, defendendo que a prioridade deveria ser o aprimoramento dos cuidados paliativos e não a legalização de qualquer forma de eutanásia ou suicídio assistido. Como resultado dessa pressão e da divergência de visões, o Senado optou por não aprovar o texto na íntegra, suspendendo sua tramitação ou propondo alterações tão radicais que desvirtuaram o espírito original da lei. Esse revés forçou o projeto a retornar à Assembleia Nacional, onde os deputados agora precisam reavaliar a proposta, seja tentando reinstaurar o texto original ou buscando um compromisso que possa ser aceito por ambas as casas. O impasse legislativo ressaltou as profundas divisões dentro da sociedade francesa e do seu sistema político sobre um dos temas mais delicados da contemporaneidade.</p>
<p> Os pontos centrais da proposta legislativa</p>
<p> Critérios para o acesso à assistência</p>
<p>A proposta de lei em discussão na França estabelece critérios rigorosos para que um indivíduo possa ter acesso à ajuda para morrer, buscando equilibrar a autonomia do paciente com salvaguardas contra possíveis abusos. Os principais requisitos incluem que o paciente deve ser maior de idade e capaz de expressar sua vontade de forma livre e informada, sem qualquer tipo de pressão externa. Além disso, a pessoa deve sofrer de uma doença grave e incurável, que a coloque em uma fase terminal ou em um estágio avançado e irreversível de incapacidade. O projeto exige que o sofrimento físico ou psicológico associado à doença seja insuportável e persistente, sem perspectiva de alívio por meio de tratamentos disponíveis. Uma equipe médica multidisciplinar, geralmente composta por no mínimo dois médicos e, em alguns casos, um psicólogo, seria responsável por avaliar o pedido e confirmar o cumprimento de todos os critérios. Essa avaliação incluiria a verificação do diagnóstico, do prognóstico e da irreversibilidade da condição, além de garantir que todas as opções de tratamento paliativo foram esgotadas ou recusadas pelo paciente após serem devidamente informadas. A decisão final dependeria da aprovação unânime da equipe de avaliação e do consentimento reiterado do paciente. O projeto visa diferenciar-se da eutanásia ativa indiscriminada, focando em um processo altamente controlado e direcionado a situações extremas de sofrimento.</p>
<p> O debate ético e social na França</p>
<p>A discussão sobre a ajuda para morrer na França transcende o âmbito legislativo, reverberando intensamente no cenário ético e social do país. De um lado, defensores argumentam que a legislação representa um avanço na garantia da dignidade e da autonomia individual. Eles defendem que cada pessoa deve ter o direito de decidir sobre o fim de sua própria vida, especialmente diante de doenças terminais que impõem sofrimento intolerável e irreversível. Associações de pacientes e grupos de direitos humanos ressaltam a importância de aliviar a dor e permitir que os indivíduos escolham como e quando querem morrer, sem prolongar agonias desnecessárias. Eles apontam para o sucesso de modelos legislativos em países como Canadá, Holanda e Bélgica, onde a ajuda para morrer é regulamentada sob estritas condições.</p>
<p>Por outro lado, os oponentes da lei expressam sérias preocupações éticas e morais. Instituições religiosas, como a Igreja Católica, reiteram a santidade da vida e a crença de que apenas Deus pode decidir sobre seu início e fim. Argumentam que a legalização da ajuda para morrer abriria uma &#8220;rampa escorregadia&#8221;, levando a uma desvalorização da vida humana, especialmente de idosos e pessoas com deficiência. Muitos médicos paliativistas, embora solidários com o sofrimento dos pacientes, defendem que a solução está em investir mais em cuidados paliativos de qualidade, que podem aliviar a dor e oferecer conforto nos últimos momentos, sem a necessidade de recorrer à morte assistida. Eles temem que a legalização possa pressionar pacientes vulneráveis e famílias a tomar decisões precipitadas, ou que possa mascarar falhas no sistema de saúde em oferecer suporte adequado. O debate também levanta questões sobre o papel do Estado, a fronteira entre a vida e a morte, e o risco de desumanização que, para os críticos, a lei poderia acarretar. A sociedade francesa se encontra, portanto, diante de um complexo dilema que envolve convicções profundas e a busca por um consenso sobre um dos temas mais sensíveis da existência humana.</p>
<p> Perspectivas futuras e o impacto da decisão</p>
<p>A retomada da análise do projeto de lei sobre a ajuda para morrer na Assembleia Nacional francesa marca um momento crucial para o futuro da legislação de fim de vida no país. Com o revés anterior no Senado, os deputados enfrentam o desafio de encontrar um caminho que possa não apenas atender às expectativas da sociedade, mas também superar as objeções da câmara alta e garantir a aprovação final. Há diversas possibilidades para o desfecho: os deputados podem tentar reverter as modificações feitas pelo Senado e aprovar o texto original com poucas alterações, o que poderia levar a um novo impasse; podem buscar um compromisso, incorporando algumas das preocupações senatoriais para facilitar a aprovação; ou, em um cenário menos provável, o projeto pode ser novamente arquivado.</p>
<p>A decisão final terá um impacto significativo na França. Se aprovada, a lei consolidaria um direito fundamental à autonomia individual no fim da vida, aliviando o sofrimento de muitos e permitindo uma escolha digna em circunstâncias extremas. Isso colocaria a França em linha com outras nações progressistas da Europa, estabelecendo um novo paradigma para o cuidado de pacientes terminais. Contudo, mesmo com a aprovação, as divisões éticas e morais provavelmente persistirão na sociedade, exigindo um monitoramento constante da aplicação da lei e um investimento contínuo em cuidados paliativos para garantir que a ajuda para morrer seja uma opção de último recurso e não uma alternativa à assistência adequada. Se o projeto for rejeitado ou permanecer em um limbo legislativo, a pressão para uma mudança continuará a crescer, impulsionada por casos individuais e pelo clamor por mais controle sobre o próprio destino. O desfecho dessa discussão será um reflexo da capacidade da França de conciliar a complexidade da vida moderna com valores éticos tradicionais, moldando a forma como a nação encara a morte e a dignidade humana.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é a ajuda para morrer?<br />
A ajuda para morrer refere-se à assistência médica que permite a um paciente terminal encerrar sua vida de forma voluntária, sob condições estritas e pré-definidas por lei. Pode abranger tanto a eutanásia ativa (quando o médico administra a substância letal) quanto o suicídio assistido (quando o paciente administra a substância prescrita pelo médico).</p>
<p> Qual a diferença entre eutanásia e suicídio assistido?<br />
Na eutanásia, um médico administra diretamente a substância letal ao paciente. No suicídio assistido, o médico prescreve a substância letal, mas é o próprio paciente quem a administra. Ambos os processos são voluntários e ocorrem sob rigorosas condições médicas e legais.</p>
<p> Quem poderá ter acesso a esta lei na França, se aprovada?<br />
Se aprovada, a lei na França, provavelmente, permitirá o acesso a maiores de idade, capazes de expressar sua vontade livre e informada, que sofram de uma doença grave e incurável, causando sofrimento físico ou psicológico insuportável e sem perspectiva de alívio por outros tratamentos.</p>
<p> Quais os principais argumentos contra a lei?<br />
Os principais argumentos contra a lei incluem preocupações éticas e morais sobre a santidade da vida, o temor de uma &#8220;rampa escorregadia&#8221; que desvalorize a vida humana, o risco de pressão sobre pacientes vulneráveis e a crença de que a solução reside no aprimoramento dos cuidados paliativos, não na morte assistida.</p>
<p>Acompanhe os desenvolvimentos e as implicações deste debate legislativo crucial para a sociedade francesa e o futuro da dignidade no fim da vida.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Notícias de Ribeirão e Franca: os principais destaques do sábado</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 14:01:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As notícias de Ribeirão e Franca neste sábado, 31 de agosto, trazem um panorama completo dos acontecimentos mais relevantes que impactam a vida dos moradores. Desde avanços em infraestrutura urbana até iniciativas comunitárias e o desempenho econômico regional, o dia foi marcado por uma série de informações cruciais. Acompanhe os detalhes sobre os projetos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As notícias de Ribeirão e Franca neste sábado, 31 de agosto, trazem um panorama completo dos acontecimentos mais relevantes que impactam a vida dos moradores. Desde avanços em infraestrutura urbana até iniciativas comunitárias e o desempenho econômico regional, o dia foi marcado por uma série de informações cruciais. Acompanhe os detalhes sobre os projetos que prometem melhorar a qualidade de vida, as movimentações no cenário cultural e esportivo, e as atualizações sobre temas de segurança pública. Nosso objetivo é oferecer uma visão clara, detalhada e objetiva dos fatos que moldam o cotidiano dessas importantes cidades paulistas, garantindo que você esteja sempre bem informado sobre tudo o que acontece na sua região e as notícias de Ribeirão e Franca.</p>
<p> Desenvolvimento e infraestrutura urbana em destaque<br />
 Expansão viária em Ribeirão Preto promete fluidez no trânsito<br />
Ribeirão Preto testemunhou, neste sábado, a entrega de mais uma etapa das obras de duplicação da avenida Adelino Fortunato da Silva. A iniciativa, que visa desafogar o trânsito em uma das regiões mais movimentadas da zona Leste, representa um investimento significativo na mobilidade urbana da cidade. Engenheiros responsáveis pela obra destacaram que a fase concluída incluiu a pavimentação de novos trechos e a instalação de sinalização moderna, com expectativa de reduzir em até 20% o tempo de deslocamento para motoristas que utilizam a via diariamente. Além disso, a prefeitura anunciou o planejamento para a próxima fase, que envolverá a construção de ciclovias e calçadas acessíveis, reforçando o compromisso com a segurança e a sustentabilidade no transporte público e privado. A conclusão total do projeto está prevista para o primeiro semestre do próximo ano, trazendo um impacto positivo direto para milhares de ribeirão-pretanos.</p>
<p> Franca avança em projetos de saneamento básico e revitalização de espaços públicos<br />
Em Franca, o foco da administração municipal recaiu sobre a infraestrutura de saneamento básico e a revitalização de áreas de lazer. Foi iniciada a fase de testes de uma nova estação elevatória de esgoto no bairro Jardim Cambuí, que beneficiará mais de 15 mil moradores da região, solucionando problemas crônicos de saneamento. A melhoria é fruto de um convênio com o governo estadual e representa um passo importante para a universalização do saneamento na cidade. Paralelamente, a Praça da Capelinha, um dos ícones históricos de Franca, foi oficialmente reaberta ao público após um extenso processo de restauração. O local agora conta com novos bancos, iluminação LED e paisagismo renovado, oferecendo um espaço mais agradável e seguro para a comunidade. Eventos culturais e feiras de artesanato já estão agendados para os próximos fins de semana, impulsionando a economia local e promovendo o convívio social.</p>
<p> Economia local e iniciativas sociais aquecem o fim de semana<br />
 Feira de emprego em Ribeirão Preto oferece centenas de vagas<br />
A economia de Ribeirão Preto recebeu um impulso neste sábado com a realização da 5ª edição da Feira de Empregabilidade e Qualificação Profissional, organizada pelo Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT). O evento atraiu milhares de pessoas em busca de oportunidades, com a participação de mais de 50 empresas que disponibilizaram cerca de 800 vagas em diversos setores, desde o comércio e serviços até a indústria e tecnologia. Além da oferta de empregos, a feira promoveu palestras e workshops gratuitos sobre elaboração de currículo, dicas para entrevistas e tendências do mercado de trabalho, visando capacitar os candidatos e aumentar suas chances de recolocação. Segundo a organização, a taxa de contratação no local superou as expectativas, demonstrando a resiliência do mercado de trabalho local e a busca ativa por profissionais qualificados.</p>
<p> Setor calçadista de Franca projeta crescimento e inovação<br />
Em Franca, capital do calçado, o setor industrial demonstra otimismo para os próximos meses. Representantes de associações de fabricantes de calçados se reuniram para discutir estratégias de mercado e inovação. A expectativa é de um crescimento nas exportações em cerca de 8% até o final do ano, impulsionado pela valorização da marca &#8220;feito em Franca&#8221; no mercado internacional e pela busca por produtos de alta qualidade e design diferenciado. Empresas locais estão investindo em tecnologia e sustentabilidade, com a introdução de novos materiais e processos produtivos mais ecológicos. Um dos destaques foi a apresentação de uma linha de calçados veganos que já está conquistando o mercado europeu. A inovação não se limita aos produtos, mas se estende também à formação de mão de obra, com parcerias entre fábricas e escolas técnicas para a qualificação de jovens aprendizes, garantindo a continuidade da tradição e excelência francana.</p>
<p> Saúde e bem-estar: campanhas e programas beneficiam a população<br />
 Ribeirão Preto intensifica campanha de vacinação contra a gripe<br />
A saúde pública em Ribeirão Preto segue em foco, com a intensificação da campanha de vacinação contra a gripe. Neste sábado, postos de saúde funcionaram em esquema especial para atender a demanda da população, especialmente grupos prioritários como idosos, crianças e pessoas com comorbidades. A Secretaria Municipal de Saúde reforçou a importância da imunização para prevenir complicações e reduzir a sobrecarga nos hospitais, especialmente com a chegada das temperaturas mais baixas. Foram realizados mutirões em diferentes bairros, com equipes de saúde itinerantes, facilitando o acesso à vacina e buscando atingir as metas de cobertura estabelecidas pelo Ministério da Saúde. A conscientização sobre a importância da vacina é contínua, </p>
<p> Franca promove ações de combate à dengue e educação ambiental<br />
Em Franca, a saúde preventiva ganhou destaque com uma série de ações de combate à dengue e educação ambiental. Agentes de endemias realizaram vistorias em mais de 1.500 imóveis, identificando e eliminando focos do mosquito Aedes aegypti. A campanha educativa, que envolveu escolas e associações de moradores, enfatizou a responsabilidade de cada cidadão na prevenção da doença, com a distribuição de material informativo e a realização de palestras sobre o tema. Além disso, um programa de coleta de pneus e inservíveis foi lançado, visando remover potenciais criadouros do mosquito. A prefeitura alerta para a manutenção dos cuidados básicos, mesmo com a diminuição dos casos na última semana, para evitar novos surtos. A participação da comunidade é fundamental para o sucesso dessas iniciativas de saúde coletiva.</p>
<p> Balanço e perspectivas<br />
O sábado em Ribeirão Preto e Franca demonstrou a dinâmica e a vitalidade dessas duas importantes cidades do interior paulista. Desde avanços significativos na infraestrutura e na mobilidade urbana até o aquecimento do mercado de trabalho e as projeções positivas para setores-chave da economia, como o calçadista, a região mostra sinais de crescimento e resiliência. As iniciativas de saúde pública, com campanhas de vacinação e combate a endemias, reforçam o compromisso com o bem-estar da população. A cobertura jornalística detalhada desses eventos reflete a importância de manter os cidadãos informados sobre as decisões e os fatos que impactam diretamente seu cotidiano, preparando-os para os desafios e oportunidades que se apresentarão no futuro. Acompanhe continuamente as atualizações para entender as nuances do desenvolvimento regional.</p>
<p> Perguntas frequentes<br />
 Quais foram os principais destaques de infraestrutura em Ribeirão Preto neste sábado?<br />
Ribeirão Preto teve como principal destaque de infraestrutura a entrega de mais uma etapa das obras de duplicação da avenida Adelino Fortunato da Silva, visando melhorar a fluidez do trânsito na zona Leste e a criação de ciclovias e calçadas.</p>
<p> O que Franca apresentou de novo no setor de saneamento e espaços públicos?<br />
Franca iniciou a fase de testes de uma nova estação elevatória de esgoto no Jardim Cambuí e reabriu oficialmente a Praça da Capelinha, após um processo de restauração que a tornou mais moderna e acessível para a comunidade.</p>
<p> Houve alguma iniciativa de emprego ou economia relevante?<br />
Sim, Ribeirão Preto sediou a 5ª Feira de Empregabilidade, que ofereceu cerca de 800 vagas de trabalho e workshops. Em Franca, o setor calçadista projetou crescimento nas exportações e investimentos em inovação e sustentabilidade.</p>
<p>Para mais informações e atualizações diárias sobre os acontecimentos em sua região, mantenha-se conectado com as principais fontes de notícias locais e continue acompanhando o panorama completo de Ribeirão e Franca.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Orçamento de Franca para 2026: obras, Repasses e aumento de gastos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 08:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Franca, cidade com mais de 352 mil habitantes no interior de São Paulo, prepara-se para um ano de intensos investimentos e significativa movimentação financeira, conforme a lei orçamentária aprovada para 2026. O orçamento de Franca para 2026 projeta uma arrecadação recorde de quase R$ 1,8 bilhão, representando um aumento de 10,3% em relação ao ano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Franca, cidade com mais de 352 mil habitantes no interior de São Paulo, prepara-se para um ano de intensos investimentos e significativa movimentação financeira, conforme a lei orçamentária aprovada para 2026. O orçamento de Franca para 2026 projeta uma arrecadação recorde de quase R$ 1,8 bilhão, representando um aumento de 10,3% em relação ao ano anterior. Este montante robusto reflete a expectativa de incremento tanto nos tributos próprios quanto nos repasses externos, que se destacam como uma parcela substancial das receitas municipais. A gestão municipal tem como foco principal obras de infraestrutura, a expansão de serviços essenciais como saúde e educação, além de um notável ajuste nas despesas administrativas, incluindo um aumento expressivo nos valores destinados à Câmara Municipal.</p>
<p> Projeções financeiras para Franca em 2026</p>
<p> Arrecadação: fontes e expectativas</p>
<p>O orçamento total de Franca para 2026 foi fixado em R$ 1.783.146.244,00, um acréscimo de quase R$ 167 milhões em comparação com a projeção para 2025. A maior parte dessa receita, mais de R$ 916 milhões, provém de transferências correntes, ou seja, verbas repassadas pela União e pelo estado, que correspondem a mais de 51% do total das receitas. Essa dependência de fontes externas é um ponto crucial na composição das contas públicas de Franca, superando até mesmo a arrecadação municipal por meio de tributos próprios. Neste último aspecto, a expectativa é que impostos como o IPTU contribuam com R$ 532 milhões para os cofres públicos. A diversificação das fontes de receita, ainda que com grande peso nas transferências, busca garantir a capacidade financeira da prefeitura para honrar seus compromissos e realizar os investimentos planejados.</p>
<p> Distribuição dos recursos: despesas e investimentos</p>
<p>A alocação do quase R$ 1,8 bilhão do orçamento de Franca para 2026 segue uma divisão estratégica, categorizada em despesas correntes, despesas de capital e reserva de contingência. As despesas correntes, que englobam os gastos do dia a dia da administração – como salários de funcionários, manutenção de serviços e aquisição de materiais de escritório –, são as que absorvem a maior parte do orçamento. Com 89% dos gastos, elas devem atingir R$ 1,5 bilhão, refletindo o custeio da máquina pública e a continuidade dos serviços essenciais. Já as despesas de capital, destinadas a ampliar o patrimônio municipal por meio de investimentos em novas infraestruturas ou equipamentos, somam pouco mais de R$ 186,6 milhões, equivalente a quase 10% do total. Além disso, uma reserva de contingência de R$ 3 milhões foi provisionada para fazer frente a imprevistos e emergências que possam surgir ao longo do ano fiscal. Essa estrutura de gastos demonstra um equilíbrio entre a manutenção dos serviços existentes e a projeção para o desenvolvimento futuro da cidade.</p>
<p> Prioridades e destinações estratégicas</p>
<p> Obras e investimentos em infraestrutura</p>
<p>A previsão de um incremento de 5,6% nas despesas de capital sinaliza um forte compromisso da prefeitura de Franca com projetos de infraestrutura cruciais para o desenvolvimento urbano. Entre as obras mais importantes delineadas para 2026, destacam-se as intervenções em drenagem urbana, com um investimento projetado de R$ 38,7 milhões. Essas obras são essenciais para mitigar os impactos das chuvas intensas, aumentando a resiliência das vias e reduzindo o risco de alagamentos. Na área da saúde, a construção de uma nova Policlínica receberá cerca de R$ 30 milhões, visando expandir a capacidade de atendimento médico e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população. A educação básica também será beneficiada com mais de R$ 16 milhões destinados à construção e reformas em escolas infantis, o que garantirá um ambiente escolar mais adequado e moderno para as crianças. Por fim, o esporte não fica de fora: dos R$ 12,6 milhões previstos para adequação de áreas esportivas, aproximadamente R$ 1,9 milhão será investido na reforma do Ginásio Poliesportivo Pedro Morilla Fuentes, conhecido como Pedrocão, o &#8220;Templo do Basquete Brasileiro&#8221;, consolidando seu papel como um importante palco para eventos esportivos.</p>
<p> Alocação por setores e gastos com pessoal</p>
<p>A distribuição dos recursos entre as secretarias revela as prioridades da administração municipal. Dentro da administração direta, a Secretaria de Educação lidera com o maior volume de recursos, totalizando R$ 494,1 milhões. Logo em seguida, a Secretaria da Saúde receberá R$ 483,3 milhões. Em ambos os casos, os valores superam os 25% do orçamento, patamar mínimo estabelecido pela Constituição Federal para essas áreas essenciais. Fora da administração direta, o Centro Universitário de Franca (Unifacef) terá o maior orçamento, com R$ 79,1 milhões. Um ponto que chama atenção é o aumento nos valores destinados à Câmara Municipal, que passam dos R$ 40 milhões em 2026, frente aos R$ 26 milhões projetados para 2025, indicando uma expansão de suas atividades e estrutura. Entre as secretarias que registraram o maior incremento nas despesas, a segurança pública se destaca com um aumento de 59%, passando de R$ 40,4 milhões em 2025 para R$ 64,4 milhões em 2026, demonstrando um reforço no investimento para a proteção dos cidadãos. Em relação aos gastos com pessoal, a prefeitura, órgãos da administração indireta e a Câmara, em conjunto, preveem destinar R$ 653,9 milhões à folha de pagamento, o que corresponde a 36,6% do orçamento total. Este percentual está bem abaixo dos limites estipulados pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), garantindo a saúde financeira do município no que diz respeito aos custos com funcionários. A administração direta, incluindo gabinetes e secretarias, será responsável por R$ 574,1 milhões desse montante, enquanto a folha de pagamento da Câmara ultrapassará os R$ 19 milhões e a do Uni-Facef, mais de R$ 43 milhões.</p>
<p> Perspectivas para a gestão fiscal em Franca</p>
<p>O orçamento de Franca para 2026, com seu montante recorde e distribuição detalhada, reflete um planejamento estratégico voltado tanto para a manutenção dos serviços essenciais quanto para o impulsionamento do desenvolvimento da cidade. A forte dependência de repasses externos e o aumento significativo em áreas-chave como segurança e a estrutura da Câmara Municipal são aspectos que merecem acompanhamento. A priorização de investimentos em infraestrutura, educação e saúde demonstra um foco na melhoria da qualidade de vida dos cidadês e na construção de um futuro mais resiliente para Franca. A gestão fiscal se mostra, até o momento, dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, o que é um indicativo positivo para a estabilidade econômica do município nos próximos anos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o orçamento de Franca</p>
<p> Qual o valor total do orçamento de Franca para 2026?<br />
O orçamento total aprovado para Franca em 2026 é de R$ 1.783.146.244,00, representando um aumento significativo em relação ao ano anterior e consolidando uma projeção financeira robusta para o município.</p>
<p> De onde vêm as principais receitas de Franca para 2026?<br />
As principais receitas provêm das transferências correntes, que são verbas repassadas pela União e pelo estado, totalizando mais de R$ 916 milhões e correspondendo a mais de 51% do orçamento. A arrecadação de tributos próprios, como o IPTU, também contribui com uma parcela importante.</p>
<p> Quais são as obras de infraestrutura mais importantes previstas no orçamento?<br />
O orçamento de 2026 destina recursos significativos para obras de drenagem urbana (R$ 38,7 milhões), a construção de uma Policlínica (R$ 30 milhões), reformas e construções em escolas infantis (mais de R$ 16 milhões), e a reforma do Ginásio Pedrocão (R$ 1,9 milhão).</p>
<p>Para mais informações sobre o desenvolvimento e a gestão fiscal de Franca, continue acompanhando as atualizações e análises sobre a administração municipal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Seleção brasileira define últimos testes antes da Copa de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 19:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[copa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seleção brasileira confirmou as datas de dois importantes amistosos que servirão como parte crucial da preparação para a Copa do Mundo de 2026. Em confrontos de alto nível, o Brasil medirá forças contra a França e a Croácia, duas das equipes mais ranqueadas e respeitadas do futebol mundial. Essas partidas representam os últimos testes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção brasileira confirmou as datas de dois importantes amistosos que servirão como parte crucial da preparação para a Copa do Mundo de 2026. Em confrontos de alto nível, o Brasil medirá forças contra a França e a Croácia, duas das equipes mais ranqueadas e respeitadas do futebol mundial. Essas partidas representam os últimos testes do time antes do início do Mundial, programado para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá. A escolha desses adversários reflete a busca por desafios que simulem a intensidade e a qualidade que a equipe encontrará na competição principal, oferecendo uma oportunidade valiosa para ajustar táticas e avaliar o desempenho dos jogadores em cenários de alta pressão.</p>
<p> Os desafios europeus: França e Croácia<br />
Os próximos compromissos da seleção brasileira foram estrategicamente planejados para proporcionar o máximo de aprendizado e desenvolvimento. Enfrentar equipes de elite do continente europeu é considerado essencial para testar a resiliência e a capacidade tática do time em diferentes contextos de jogo. A escolha da França e da Croácia não é aleatória; ambas as seleções possuem estilos de jogo distintos e um histórico recente de sucesso em Copas do Mundo, garantindo que o Brasil seja submetido a provas rigorosas em ambos os encontros.</p>
<p> Enfrentando a potência francesa<br />
O primeiro grande teste será contra a França, atualmente posicionada como a 3ª seleção no ranking da FIFA, um indicativo claro de sua força e consistência. O confronto está marcado para o dia 26 de março, no renomado Gillette Stadium, localizado em Boston, Estados Unidos. Este palco não é apenas significativo pela magnitude do adversário, mas também por ser um dos sete estádios que sediarão partidas da Copa do Mundo de 2026, oferecendo à seleção brasileira uma prévia da atmosfera e das condições que poderá encontrar durante o torneio.</p>
<p>A França, com seu elenco estrelado e histórico de títulos mundiais, incluindo o de 2018 e o vice-campeonato em 2022, representa um dos maiores desafios táticos do futebol global. O embate contra os franceses permitirá que a comissão técnica brasileira avalie a capacidade de seus jogadores de conter ataques velozes, desarmar defesas sólidas e impor seu próprio ritmo de jogo contra uma equipe que domina diversos aspectos do futebol moderno. Para o Brasil, será uma oportunidade de ouro para testar novas formações, explorar variações táticas e consolidar a coesão do grupo diante de um dos favoritos ao próximo Mundial. A partida em Boston, portanto, assume um caráter de prévia da alta voltagem que se espera em um torneio como a Copa do Mundo, onde cada detalhe pode definir o resultado.</p>
<p> O desafio croata em Orlando<br />
Cinco dias após o embate com a França, em 31 de março, a seleção brasileira terá outro compromisso igualmente exigente, desta vez contra a Croácia. A partida ocorrerá no Camping World Stadium, em Orlando, nos Estados Unidos. Os croatas ocupam a 10ª posição no ranking da FIFA e são conhecidos por sua habilidade técnica, disciplina tática e um espírito de luta que os levou à final da Copa do Mundo de 2018 e às semifinais em 2022.</p>
<p>A Croácia oferece um tipo de desafio diferente da França. Com um meio-campo talentoso e uma organização defensiva notável, a equipe europeia exige paciência e inteligência tática para ser superada. O confronto em Orlando será crucial para o Brasil testar sua capacidade de quebrar linhas defensivas bem postadas e explorar espaços, ao mesmo tempo em que se defende de transições rápidas e bolas paradas perigosas. Assim como o Gillette Stadium, o Camping World Stadium também faz parte da lista de palcos do Mundial de 2026, proporcionando mais uma chance para a equipe se familiarizar com as infraestruturas e o clima do país anfitrião. Enfrentar a Croácia é fundamental para refinar a capacidade da seleção de adaptar-se a diferentes estilos de jogo e de manter a intensidade ao longo de uma sequência de jogos desafiadores.</p>
<p> A jornada rumo à Copa do Mundo de 2026<br />
A preparação para a Copa do Mundo de 2026 está em pleno andamento, e os amistosos contra França e Croácia são peças-chave em um quebra-cabeça estratégico maior. A seleção brasileira busca afinar seu desempenho e consolidar a identidade da equipe antes do início do torneio principal, onde terá a ambição de conquistar o hexacampeonato.</p>
<p> O grupo C e os primeiros confrontos<br />
Na Copa do Mundo de 2026, o Brasil está inserido no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia da seleção acontecerá em 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Marrocos, semifinalista da última Copa, representa um adversário de alto calibre, conhecido por sua organização defensiva e velocidade no ataque.</p>
<p>Na segunda rodada, em 17 de junho, o Brasil enfrentará o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h. Embora Haiti seja considerado um oponente de menor ranqueamento, a partida servirá para testar a capacidade do Brasil de manter a concentração e a eficiência contra equipes que tendem a se defender com linhas baixas. O encerramento da fase de grupos está agendado para 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h. A Escócia, com seu futebol físico e aguerrido, trará um desafio diferente, exigindo força e inteligência para superar sua marcação.</p>
<p>A variação de adversários no Grupo C – uma equipe africana de destaque, uma nação caribenha e uma representação europeia tradicional – sublinha a importância de ter enfrentado previamente seleções como França e Croácia, que oferecem uma gama mais ampla de testes táticos e físicos.</p>
<p> A estratégia por trás da escolha dos amistosos<br />
A decisão de enfrentar seleções tão bem ranqueadas e com diferentes escolas de futebol reflete uma estratégia meticulosa da comissão técnica brasileira. A prioridade é simular as condições e os desafios de uma Copa do Mundo, onde a variedade de estilos de jogo é uma constante. Ao longo da preparação, a equipe buscou confrontos com adversários da Ásia e da África, e agora se concentra em equipes europeias que possam de fato impor dificuldades e desafiar a seleção.</p>
<p>A escolha da França e da Croácia está alinhada com o objetivo de testar a capacidade do Brasil de se adaptar a diferentes cenários de jogo, enfrentar adversários com variadas propostas táticas e consolidar a identidade da equipe. Esses amistosos são mais do que simples partidas; são laboratórios onde a comissão técnica pode observar o desempenho individual e coletivo dos jogadores em condições de alta pressão, ajustar estratégias e fortalecer o grupo para o desafio final de buscar o título mundial. A experiência de jogar em estádios que serão palcos da Copa de 2026 também contribui para a familiarização com o ambiente do torneio.</p>
<p>A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reafirma seu compromisso em proporcionar à seleção a melhor preparação possível, garantindo que todos os aspectos, desde a escolha dos adversários até a logística das viagens, contribuam para o sucesso no Mundial de 2026. A equipe segue focada em seu objetivo, utilizando cada amistoso como um degrau fundamental na construção do caminho rumo ao hexacampeonato.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Onde e quando o Brasil jogará os amistosos contra França e Croácia?<br />
O Brasil enfrentará a França em 26 de março no Gillette Stadium, em Boston (EUA). A partida contra a Croácia será em 31 de março no Camping World Stadium, em Orlando (EUA).</p>
<p>2. Por que a seleção brasileira escolheu a França e a Croácia como adversários?<br />
A escolha foi estratégica para enfrentar seleções de alto nível, bem ranqueadas e com estilos de jogo diferentes, simulando os desafios que o Brasil encontrará na Copa do Mundo de 2026. O objetivo é testar a equipe e ajustar táticas.</p>
<p>3. Qual o grupo do Brasil na Copa do Mundo de 2026 e quais são os adversários da primeira fase?<br />
O Brasil está no Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Os adversários da primeira fase são Marrocos (estreia em 13 de junho), Haiti (segunda rodada em 17 de junho) e Escócia (encerrando a fase de grupos em 24 de junho).</p>
<p>Para não perder nenhum detalhe da preparação da seleção brasileira e dos próximos passos rumo à Copa do Mundo de 2026, continue acompanhando as atualizações do futebol mundial.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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