<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>franco &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tag/franco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Feb 2026 23:01:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>franco &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Condenação dos mandantes: justiça por Marielle e Anderson após seis anos</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/condenacao-dos-mandantes-justica-por-marielle-e-anderson-apos-seis-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 23:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[franco]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/condenacao-dos-mandantes-justica-por-marielle-e-anderson-apos-seis-anos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A condenação dos mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, seis anos após o brutal crime, culminou em um momento de profunda emoção e reflexão no Supremo Tribunal Federal. O desfecho do julgamento, nesta quarta-feira, 25 de março, trouxe um alívio palpável para familiares, amigos e figuras políticas que incansavelmente [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/condenacao-dos-mandantes-justica-por-marielle-e-anderson-apos-seis-anos/">Condenação dos mandantes: justiça por Marielle e Anderson após seis anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A condenação dos mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, seis anos após o brutal crime, culminou em um momento de profunda emoção e reflexão no Supremo Tribunal Federal. O desfecho do julgamento, nesta quarta-feira, 25 de março, trouxe um alívio palpável para familiares, amigos e figuras políticas que incansavelmente buscaram respostas e justiça desde março de 2018. Este veredito histórico não apenas encerra uma longa etapa de luto e espera, mas também reafirma a crença nas instituições democráticas e envia uma mensagem contundente contra a impunidade, marcando um ponto crucial na luta por direitos humanos e transparência no Brasil. A condenação dos mandantes foi recebida com lágrimas e discursos que ecoam a esperança por um país mais justo e responsável.</p>
<p> Reações e o longo caminho pela justiça</p>
<p>O encerramento do julgamento, que determinou a responsabilização dos mandantes pelos homicídios de Marielle Franco e Anderson Gomes, foi recebido com uma mistura de alívio e a reafirmação da fé nas instituições. Familiares, ativistas e representantes políticos expressaram a importância deste momento não apenas para as vítimas e suas famílias, mas para a própria democracia brasileira. A decisão representa o ponto culminante de uma árdua jornada, pontuada por questionamentos e uma incessante busca por verdade.</p>
<p> O alívio das famílias e a crença nas instituições</p>
<p>Marinete da Silva, mãe de Marielle Franco, aos 74 anos, destacou a exaustiva luta de anos, que agora encontra um desfecho significativo. Em suas palavras, o sentimento predominante é de um &#8220;coração acalentado&#8221;, reconhecendo o papel fundamental das instituições democráticas no processo. &#8220;A gente tem hoje uma resposta, e eu agradeço muito, muito profundamente. Dizer que é possível, sim, a gente acreditar em uma instituição séria, com dignidade, com respeito, com uma democracia plena. Porque, se não fosse isso, nós também não estaríamos aqui&#8221;, afirmou Marinete, ressaltando a importância de honrar o legado de sua filha e de Anderson Gomes.</p>
<p>Luyara Franco, filha de Marielle, ecoou o alívio generalizado com o fim do julgamento. Ela enfatizou a coragem e a resiliência das famílias, que por oito anos mantiveram viva a pergunta &#8220;quem mandou matar Marielle?&#8221;. A resposta obtida, embora mínima em face da dor da perda, oferece um alívio fundamental. Luyara também ampliou a concepção de justiça, que para ela transcende a mera condenação, englobando a indenização, a reparação e a não repetição de tais crimes. Em um contexto mais amplo, ela sublinhou que a decisão é também uma resposta aos 46.502 eleitores de sua mãe, que representam a força e o impacto de seu trabalho.</p>
<p> O impacto político e social da decisão</p>
<p>A condenação dos mandantes foi prontamente interpretada como um recado direto a uma parcela da sociedade que, por vezes, tentou minimizar a gravidade do assassinato. Anielle Franco, irmã de Marielle e ministra da Igualdade Racial, relembrou os momentos de escárnio e desrespeito enfrentados pela família ao longo dos anos. &#8220;Todas as vezes que a gente falou de justiça por Marielle e Anderson&#8230; as pessoas debochavam da gente&#8221;, declarou Anielle, reafirmando seu compromisso de honrar o sangue da irmã. Ela sublinhou que, agora, os fatos falam por si, e a luta, para a família, não termina com a condenação, mas se transforma em um compromisso contínuo com a memória e o legado de Marielle.</p>
<p>A vereadora Mônica Benício, viúva de Marielle, aprofundou a análise sobre o &#8220;recado político&#8221; transmitido pelo julgamento. Ela ressaltou que o corpo de Marielle, por ser de uma mulher negra, favelada, periférica e socialista, foi tratado por alguns como &#8220;descartável&#8221;. A convicção de que tal crime não geraria a comoção que de fato ocorreu se mostrou equivocada, pois &#8220;no dia 15 de março de 2018, o Brasil inteiro chorava&#8221;, reconhecendo o ocorrido não apenas como uma grave violação de direitos humanos, mas como um atentado direto à democracia.</p>
<p>Fernanda Chaves, a assessora de Marielle Franco que sobreviveu ao ataque, classificou a decisão como histórica no combate à violência de gênero na política. Segundo ela, o Estado brasileiro envia uma mensagem clara de que crimes como o &#8220;feminicídio político&#8221; não são e não serão tolerados. &#8220;O Brasil responde aos brasileiros, responde ao mundo inteiro, uma pergunta que a gente se passou fazendo por oito anos, quase uma década. É muito tempo&#8221;, destacou Fernanda, salientando a repercussão internacional e a urgência de tal resposta.</p>
<p> Contra a impunidade: um recado para o Brasil</p>
<p>O desfecho do caso Marielle e Anderson vai além da condenação individual dos envolvidos. Representa uma vitória simbólica contra a cultura da impunidade, um problema crônico em várias regiões do Brasil, especialmente no Rio de Janeiro. A decisão judicial serve como um farol de esperança e um precedente para outros casos de violência e crimes políticos.</p>
<p>Agatha Arnaus Reis, viúva do motorista Anderson Gomes, expressou a luta diária contra o cenário de criminalidade e impunidade, especialmente acentuado no Rio de Janeiro. Apesar da dureza desse contexto, ela afirmou que &#8220;ainda há esperança, ainda há quem faça o bem, e aí sim o mal não vai sobreviver&#8221;. Sua fé na justiça foi fortalecida pelo veredito, e ela manifestou o desejo de que essa resposta possa alcançar e inspirar soluções para &#8220;muitos outros casos de muitas outras pessoas que também aguardam resposta&#8221; no país. A expectativa é que este julgamento possa impulsionar um maior rigor na investigação e punição de crimes similares.</p>
<p>As sentenças aplicadas aos condenados pela participação no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes variam significativamente, de nove a 76 anos de prisão, refletindo a gravidade e o nível de envolvimento de cada um nos crimes. Além das penas de reclusão, os condenados também foram obrigados a pagar indenização às famílias das vítimas, um passo crucial na busca por reparação e na compreensão de que a justiça se manifesta em múltiplas dimensões. Esta condenação envia um recado inequívoco de que, mesmo em casos de alta complexidade e com forte motivação política, a justiça pode e deve prevalecer.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O veredito que condenou os mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes marca um momento decisivo para a justiça brasileira e a defesa da democracia. Após anos de uma luta incansável por verdade e reparação, o alívio e a emoção das famílias refletem a importância desta decisão, que não apenas oferece um fechamento parcial, mas também reafirma a confiança na capacidade das instituições de responsabilizar crimes de tamanha gravidade. Este julgamento histórico envia um recado poderoso contra a impunidade, a violência política e a tentativa de silenciar vozes dissonantes. A memória de Marielle e Anderson, juntamente com o legado de suas lutas, é agora honrada com uma resposta judicial que fortalece a esperança por um país mais justo e transparente.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. Quem foram os condenados como mandantes dos assassinatos?<br />
Os condenados neste julgamento foram os indivíduos apontados como os articuladores e financiadores dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cujos nomes foram revelados ao longo do processo judicial.</p>
<p> 2. Qual a importância dessa decisão para a justiça brasileira?<br />
A condenação é de suma importância por diversas razões: encerra um longo período de incerteza para as famílias das vítimas, reafirma a capacidade das instituições democráticas de investigar e punir crimes de grande repercussão, e serve como um forte recado contra a impunidade, especialmente em casos de violência política.</p>
<p> 3. Quais foram as penas aplicadas aos condenados?<br />
As penas de prisão para os condenados pela participação nos assassinatos variaram de nove a 76 anos, dependendo do grau de envolvimento e da responsabilização individual. Além disso, foi determinada a obrigação de pagar indenização às famílias de Marielle Franco e Anderson Gomes.</p>
<p> 4. Quanto tempo durou a investigação e o processo judicial até a condenação?<br />
Desde os assassinatos, ocorridos em março de 2018, até a condenação dos mandantes em março de 2024, transcorreram aproximadamente seis anos de intensas investigações, diligências e trâmites judiciais complexos.</p>
<p>Acompanhe as últimas notícias sobre importantes julgamentos e o combate à impunidade no cenário político e social do Brasil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/condenacao-dos-mandantes-justica-por-marielle-e-anderson-apos-seis-anos/">Condenação dos mandantes: justiça por Marielle e Anderson após seis anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Julgamento Marielle e Anderson: famílias pedem por justiça no STF</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/julgamento-marielle-e-anderson-familias-pedem-por-justica-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 16:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[franco]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/julgamento-marielle-e-anderson-familias-pedem-por-justica-no-stf/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, tornou-se o palco de um momento crucial para a justiça brasileira nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026. Quase oito anos após os brutais assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, as famílias das vítimas enfrentam o primeiro dia de julgamento dos acusados com uma [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/julgamento-marielle-e-anderson-familias-pedem-por-justica-no-stf/">Julgamento Marielle e Anderson: famílias pedem por justiça no STF</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, tornou-se o palco de um momento crucial para a justiça brasileira nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026. Quase oito anos após os brutais assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, as famílias das vítimas enfrentam o primeiro dia de julgamento dos acusados com uma mistura palpável de dor e esperança. Em meio à atmosfera solene da Suprema Corte, a expectativa por uma condenação e por respostas concretas sobre os mandantes do crime que chocou o país e o mundo move aqueles que há tanto buscam reparação. A presença constante dos familiares ressalta a importância deste julgamento Marielle Franco e Anderson Gomes para a memória das vítimas e para a consolidação da democracia.</p>
<p> A espera por justiça e a dor que perdura</p>
<p>A sessão inaugural do julgamento dos supostos mandantes, que acontece na Primeira Turma do STF, é aguardada como um divisor de águas. Para as famílias, representa a culminação de anos de luta, incertezas e uma profunda dor que se recusa a ser silenciada. Eles viajaram a Brasília para acompanhar de perto o processo, demonstrando resiliência e a inabalável crença na capacidade do sistema judiciário de entregar a tão ansiada justiça.</p>
<p> A voz de Marinete da Silva, mãe de Marielle</p>
<p>Marinete da Silva, mãe de Marielle Franco, expressou a determinação da família em continuar a busca pela verdade e pela condenação dos responsáveis. Em declaração à imprensa antes do início da sessão, ela destacou a complexidade do momento, que mistura o luto pela perda com a expectativa por um desfecho justo. &#8220;Que a justiça seja feita. É um momento difícil, mas também de muita esperança diante de tudo o que a gente tem vivido esses oito anos&#8221;, afirmou Marinete. Ela ressaltou a confiança nas instituições brasileiras e a necessidade de o Estado, especialmente o Rio de Janeiro, fornecer uma resposta definitiva sobre os mandantes da &#8220;barbárie&#8221;. A sua fala ecoa não apenas a dor pessoal de uma mãe, mas a demanda por transparência e responsabilização que permeia a sociedade brasileira.</p>
<p> O clamor de Ágatha Reis, viúva de Anderson</p>
<p>Ágatha Reis, viúva de Anderson Gomes, também esteve presente em Brasília, enfatizando o poder transformador do julgamento. Para ela, o veredito tem a capacidade de estabelecer um precedente crucial: &#8220;O julgamento de hoje tem o poder de dar uma resposta muito importante de que posições institucionais não servem de blindagem para a prática de crimes.&#8221; Ágatha frisou que a responsabilidade vai além de quem &#8220;puxa o gatilho&#8221;, incluindo aqueles que &#8220;obstruem a investigação, ordenam matar, pagam pela morte de alguém&#8221;. Em um relato comovente, ela lembrou o impacto duradouro na vida de seu filho, que perdeu o pai com apenas um ano de idade. &#8220;Oito anos é praticamente a vida inteira do nosso filho, ele já está há mais tempo sem o Anderson do que com o Anderson. É tempo demais para quem espera por resposta&#8221;, desabafou, sublinhando que a justiça não é meramente um sentimento, mas um processo concreto que precisa se materializar.</p>
<p> Responsabilidade e o significado do julgamento</p>
<p>Este julgamento transcende o caso individual, tornando-se um símbolo da luta contra a impunidade e pela preservação do Estado Democrático de Direito. A gravidade dos crimes, que atingiram uma figura pública e seu motorista, levanta questões sobre a segurança de defensores de direitos humanos e a influência de grupos criminosos na política.</p>
<p> Luyara Franco e a busca por reparação</p>
<p>Luyara Franco, filha de Marielle e diretora do Instituto Marielle Franco, se emocionou ao falar sobre o peso do dia, apesar da confiança na condenação. &#8220;Hoje é um marco de novo para o Brasil, porque o Estado brasileiro precisa dar resposta para a sociedade, para a democracia, que a gente não pode deixar impune&#8221;, declarou. Ela destacou que a justiça plena para sua mãe e para Anderson envolve responsabilização, a não repetição de tais atrocidades e a reparação às famílias. O seu testemunho revela a complexidade emocional de um processo que, embora almejado por anos, reabre feridas e demanda uma força inabalável para ser enfrentado. A espera por &#8220;sair com a vitória&#8221; é o combustível que impulsiona Luyara e toda a família.</p>
<p> Anielle Franco e a simbologia do crime</p>
<p>Anielle Franco, irmã de Marielle e Ministra da Igualdade Racial, lamentou que a justiça, muitas vezes, pareça ser uma exceção em um país onde deveria ser um direito universal. Ela pontuou a dimensão simbólica do crime, especialmente por atingir pessoas negras e periféricas, e a tentativa de desvalorizar a vida de sua irmã. &#8220;Essa resposta também que pode sair daqui hoje e amanhã é uma resposta à democracia, para aquelas pessoas que acham, que ainda acham, que essa tríade quando você junta política com milícia; para que se fique de exemplo também que nenhum crime merece ficar impune&#8221;, afirmou. A ministra denunciou a mentalidade de que o corpo de sua irmã seria &#8220;descartável&#8221;, ecoando a realidade de muitos corpos de pessoas negras, pobres e faveladas no Brasil. Sua fala reforça o compromisso de fortalecer a luta até o fim, buscando uma mudança estrutural que impeça a repetição de tais tragédias.</p>
<p> Antônio da Silva e a confiança na Suprema Corte</p>
<p>Antônio da Silva, pai de Marielle Franco, também acompanhou a família em Brasília, manifestando &#8220;confiança cegamente&#8221; na Primeira Turma do STF. Para ele, o dia é &#8220;primordial&#8221; para que os acusados sentados no banco dos réus finalmente enfrentem as consequências de seus atos. A fé de Antônio na justiça do STF representa o anseio coletivo por um desfecho que reafirme a integridade do sistema judiciário e a proteção da vida e dos direitos de todos os cidadãos.</p>
<p> O cenário jurídico e as expectativas</p>
<p>O julgamento, que teve início na Primeira Turma do STF, é um dos mais aguardados da história recente do Brasil, não apenas pela notoriedade das vítimas, mas pelas implicações políticas e sociais que envolve. A expectativa é que o processo se estenda até quarta-feira, 25 de fevereiro, proporcionando tempo suficiente para a análise das provas e argumentos. A decisão da Suprema Corte neste caso será um marco para a luta contra a criminalidade organizada e a violência política no país, enviando uma mensagem clara sobre a impunidade e a responsabilidade.</p>
<p> O desfecho esperado e a perseverança das famílias</p>
<p>O primeiro dia de julgamento dos acusados pelas mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes no STF reafirma a complexidade e a urgência da busca por justiça. A presença e as declarações emocionadas dos familiares, oito anos após os crimes, ilustram a profunda cicatriz deixada por essa tragédia na sociedade brasileira. A esperança de Marinete, Ágatha, Luyara, Anielle e Antônio é a esperança de um país que clama por respostas concretas, responsabilização dos culpados e a garantia de que a vida de nenhuma pessoa seja considerada descartável. O veredito deste julgamento não apenas determinará o futuro dos acusados, mas também enviará um poderoso recado sobre o compromisso do Estado brasileiro com a democracia, a justiça e a proteção dos direitos humanos. A perseverança dessas famílias serve como um lembrete constante de que a luta pela verdade e pela reparação é incessante e essencial para a construção de uma sociedade mais justa.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Quem foram Marielle Franco e Anderson Gomes?<br />
Marielle Franco foi uma socióloga, feminista, defensora dos direitos humanos e vereadora do Rio de Janeiro pelo PSOL. Anderson Gomes era seu motorista. Ambos foram brutalmente assassinados em 14 de março de 2018, no centro do Rio.</p>
<p>2. Quando ocorreram os assassinatos?<br />
Os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes aconteceram em 14 de março de 2018. Este julgamento, em 2026, ocorre quase oito anos após o crime.</p>
<p>3. Qual é a importância deste julgamento no STF?<br />
Este julgamento é crucial porque busca responsabilizar os mandantes dos assassinatos, algo que as famílias e a sociedade brasileira esperam há anos. Ele simboliza a luta contra a impunidade em crimes políticos e a defesa da democracia, enviando uma mensagem sobre a integridade do sistema judiciário.</p>
<p>4. O que as famílias esperam com o veredito?<br />
As famílias de Marielle e Anderson esperam a condenação dos acusados, a responsabilização dos mandantes e uma resposta concreta do Estado brasileiro. Elas buscam justiça plena, que inclui a não repetição de tais crimes e a reparação pela perda de seus entes queridos.</p>
<p>Acompanhe a cobertura completa sobre este caso de repercussão nacional e os desdobramentos da busca por justiça em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/julgamento-marielle-e-anderson-familias-pedem-por-justica-no-stf/">Julgamento Marielle e Anderson: famílias pedem por justiça no STF</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Supremo tribunal inicia julgamento sobre os mandantes do assassinato de Marielle Franco</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/supremo-tribunal-inicia-julgamento-sobre-os-mandantes-do-assassinato-de-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brazão]]></category>
		<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[franco]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/supremo-tribunal-inicia-julgamento-sobre-os-mandantes-do-assassinato-de-marielle-franco/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta terça-feira, 24 de março de 2026, um dos julgamentos mais aguardados e emblemáticos da história recente do Brasil: o processo contra os indivíduos acusados de orquestrar o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Este julgamento dos acusados de matar Marielle [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/supremo-tribunal-inicia-julgamento-sobre-os-mandantes-do-assassinato-de-marielle-franco/">Supremo tribunal inicia julgamento sobre os mandantes do assassinato de Marielle Franco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta terça-feira, 24 de março de 2026, um dos julgamentos mais aguardados e emblemáticos da história recente do Brasil: o processo contra os indivíduos acusados de orquestrar o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Este julgamento dos acusados de matar Marielle Franco representa um marco crucial na busca por justiça para um crime que chocou o país e o mundo. Entre os réus, destacam-se figuras públicas com influência política significativa, como o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Todos foram detidos em março de 2024 e, desde então, negam veementemente qualquer participação nos crimes. A complexidade do caso e o perfil dos envolvidos conferem a este julgamento uma dimensão que transcende o âmbito jurídico, impactando a política, a segurança pública e a percepção de justiça no Brasil.</p>
<p> O início do julgamento no Supremo Tribunal Federal</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal, instância máxima da justiça brasileira, assume agora a responsabilidade de analisar as provas e argumentos apresentados contra os acusados de serem os mandantes do brutal assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018. A decisão de levar o caso ao STF decorre, em parte, da prerrogativa de foro de um dos réus, Chiquinho Brazão, que era deputado federal à época de sua prisão. A Primeira Turma, composta por cinco ministros, tem a tarefa hercúlea de mergulhar nos detalhes de uma investigação que se arrastou por anos, marcada por reviravoltas, suspeitas de obstrução e uma imensa pressão pública por respostas. O rito processual no STF para crimes de tamanha envergadura é detalhado, envolvendo a apresentação de denúncias, coleta de provas adicionais, depoimentos e, finalmente, os votos dos ministros. A expectativa é que o julgamento seja longo, com intensos debates jurídicos e a análise minuciosa de um vasto material probatório acumulado ao longo dos anos. A transparência do processo é fundamental para garantir a credibilidade das decisões e a confiança da sociedade na capacidade do sistema judiciário de desvendar crimes complexos.</p>
<p> Os principais réus e as acusações</p>
<p>Os três indivíduos que ocupam o centro das acusações neste julgamento possuem um histórico de atuação pública e política que adiciona camadas de complexidade ao caso. Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, é apontado como um dos principais articuladores do plano criminoso. Sua trajetória política, ligada a grupos de influência no Rio de Janeiro, é agora escrutinada sob a ótica das graves acusações de homicídio qualificado e organização criminosa. Ao seu lado, seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, é também acusado de ter um papel central na idealização e execução do plano para assassinar Marielle Franco. A posição de Domingos no TCE-RJ, órgão responsável pela fiscalização das contas públicas, levanta sérias questões sobre a integridade de instituições estatais. As acusações contra os irmãos Brazão remetem a motivações que, conforme as investigações, poderiam estar ligadas a disputas territoriais e interesses imobiliários na Zona Oeste do Rio, áreas de atuação política de Marielle Franco e de influência da família Brazão.</p>
<p>Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, completa o trio de acusados de serem os mandantes. A participação de um ex-alto escalão da segurança pública no planejamento do crime é particularmente chocante e perturbadora, adicionando uma dimensão de traição à confiança pública. Barbosa é acusado não apenas de envolvimento no planejamento, mas também de obstrução das investigações nos primeiros e cruciais momentos após o assassinato. Sua posição de poder teria sido utilizada para desviar o curso da apuração e proteger os verdadeiros mandantes. Os três réus, presos desde março de 2024, continuam a negar todas as acusações, sustentando sua inocência e prometendo lutar para prová-la durante o julgamento. A defesa de cada um deles buscará desqualificar as provas apresentadas pela acusação e questionar a validade dos testemunhos e elementos que os incriminam.</p>
<p> A complexidade do caso Marielle Franco e Anderson Gomes</p>
<p>O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018, tornou-se um símbolo da violência política e da fragilidade democrática no Brasil. A brutalidade do crime, executado em plena via pública do Rio de Janeiro, e o perfil da vítima – uma vereadora negra, feminista, defensora dos direitos humanos e moradora da Maré – geraram uma onda de indignação e cobrança por respostas que ecoou mundialmente. A resolução deste caso é vista por muitos como um teste crucial para a capacidade do Estado brasileiro de garantir a justiça e proteger aqueles que se dedicam à defesa dos direitos fundamentais. A busca pelos mandantes, em particular, representou um desafio gigantesco, enfrentando silêncios, desvios e, aparentemente, sabotagens internas.</p>
<p> Linha do tempo e investigações</p>
<p>A investigação do caso Marielle Franco se arrastou por longos seis anos, um período marcado por uma série de prisões, reviravoltas e suspeitas de interferência. Inicialmente, as apurações focaram nos executores do crime. Em março de 2019, Ronnie Lessa, ex-policial militar, e Élcio Queiroz, ex-sargento da Polícia Militar, foram presos, acusados de serem o autor dos disparos e o motorista do veículo utilizado no ataque, respectivamente. Ambos foram posteriormente condenados. A confissão de Élcio Queiroz, que detalhou a dinâmica da noite do assassinato, foi um ponto de virada fundamental, confirmando a participação dos executores e abrindo caminho para o aprofundamento das investigações sobre os mandantes. A partir daí, a Polícia Federal e o Ministério Público passaram a atuar de forma mais integrada, revelando o que seria uma intrincada rede de interesses e influências por trás do crime.</p>
<p>A federalização de parte da investigação e a colaboração de outras instâncias foram cruciais para romper com a estagnação que caracterizou os primeiros anos. Documentos, quebras de sigilo, testemunhos e delações premiadas foram gradualmente compondo um quebra-cabeça complexo. A revelação de que figuras com grande poder político estariam envolvidas jogou uma nova luz sobre a verdadeira dimensão do crime, que não era apenas um ato isolado de violência, mas, segundo as acusações, um ato premeditado com profundas raízes na estrutura de poder do Rio de Janeiro. A morosidade e as dificuldades encontradas pelas investigações iniciais são agora alvo de questionamentos, especialmente no que tange à atuação de Rivaldo Barbosa, cujo papel na obstrução da justiça é um dos pontos centrais da acusação.</p>
<p> O papel do STF e a federalização do processo</p>
<p>A decisão de transferir o julgamento dos mandantes para o Supremo Tribunal Federal representa um passo significativo na busca por uma resolução definitiva para o caso. A competência do STF foi acionada principalmente pela presença de Chiquinho Brazão, que, na condição de parlamentar federal, possuía foro privilegiado. Esta prerrogativa legal garante que determinadas autoridades sejam julgadas diretamente por tribunais superiores, visando proteger a independência de suas funções. Contudo, essa mesma prerrogativa é frequentemente alvo de críticas, por poder, em alguns casos, dificultar o andamento de processos.</p>
<p>A atuação da Primeira Turma do STF neste julgamento é crucial. Os ministros, em sua função de guardiões da Constituição, devem conduzir o processo com a máxima imparcialidade e rigor técnico, garantindo o devido processo legal a todos os envolvidos, ao mesmo tempo em que buscam a verdade dos fatos. A alta visibilidade do caso, tanto nacional quanto internacionalmente, coloca sobre os ombros do Supremo a responsabilidade de emitir um veredito que não apenas faça justiça a Marielle e Anderson, mas que também reforce a confiança na capacidade do Estado de punir aqueles que agem acima da lei, independentemente de sua posição social ou política. A decisão do STF terá um impacto duradouro no panorama jurídico e político do Brasil.</p>
<p> Implicações políticas e sociais</p>
<p>O desfecho do julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes no Supremo Tribunal Federal transcenderá as barreiras jurídicas, reverberando profundamente na esfera política e social do Brasil. Este caso, que já se tornou um símbolo global da luta por direitos humanos e justiça, tem o potencial de redefinir percepções sobre a impunidade, a violência política e a integridade das instituições democráticas brasileiras.</p>
<p> Repercussão nacional e internacional</p>
<p>Desde o primeiro momento, o assassinato de Marielle Franco mobilizou a sociedade civil, movimentos sociais, organizações de direitos humanos e a comunidade internacional. Marielle, com sua trajetória e atuação, representava a voz de comunidades historicamente marginalizadas, tornando seu assassinato um ataque direto à democracia e à pluralidade. A hashtag QuemMandouMatarMarielle se tornou um grito de guerra, ecoando em diversas plataformas e manifestações pelo mundo. O julgamento dos acusados de orquestrar este crime é acompanhado de perto por organismos internacionais e governos estrangeiros, que veem no caso um termômetro da capacidade do Brasil de proteger seus defensores de direitos humanos e de combater a violência política. Um veredito justo e embasado em provas robustas pode ajudar a restaurar parte da confiança abalada na justiça brasileira, enquanto qualquer falha ou percepção de impunidade pode aprofundar a crise de credibilidade e fortalecer a narrativa de que certas figuras estão acima da lei. A repercussão do resultado, seja qual for, será extensa e impactará a imagem do Brasil no cenário global.</p>
<p> O futuro dos acusados e a busca por justiça</p>
<p>Independentemente do veredito final, a jornada judicial dos acusados, Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa, será complexa. Caso sejam condenados, as penas para homicídio qualificado e organização criminosa são severas, podendo resultar em décadas de prisão. No entanto, o sistema legal brasileiro permite recursos em diferentes instâncias, o que significa que o desfecho no STF pode não ser a palavra final do processo, abrindo caminho para possíveis apelações a outras turmas do próprio Supremo ou a outras instâncias judiciais, a depender dos trâmites específicos.</p>
<p>Para a família de Marielle Franco e Anderson Gomes, e para milhões de brasileiros, o que está em jogo é mais do que a condenação de culpados; é a busca por uma justiça completa e transparente, que revele a verdade por trás de um dos crimes mais sombrios da história recente do país. A resolução definitiva do caso Marielle Franco seria um poderoso sinal de que a impunidade não prevalecerá e de que mesmo os crimes mais intrincados, que envolvem figuras de poder, podem ser desvendados e punidos. A expectativa é que este julgamento represente um passo crucial nessa direção, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e segura.</p>
<p> Conclusão<br />
O início do julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes no Supremo Tribunal Federal marca um capítulo decisivo em uma saga judicial que se estendeu por anos e capturou a atenção do Brasil e do mundo. Com Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa no banco dos réus, a Primeira Turma do STF tem a imensa responsabilidade de analisar as provas e proferir um veredito que não apenas faça justiça às vítimas e suas famílias, mas que também reforce a confiança nas instituições democráticas e no sistema de justiça brasileiro. Este julgamento é um teste crucial para a capacidade do Estado de combater a violência política e a corrupção, enviando uma mensagem inequívoca sobre a não tolerância à impunidade, especialmente quando crimes tão hediondos envolvem figuras de poder. O desfecho deste processo moldará a percepção pública sobre a integridade do país e seu compromisso com os direitos humanos e a democracia.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem são os principais acusados no caso Marielle Franco em julgamento no STF?<br />
Os principais acusados de serem os mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes são o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Todos eles negam as acusações.</p>
<p>2. Por que o julgamento dos mandantes está ocorrendo no Supremo Tribunal Federal (STF)?<br />
O julgamento ocorre no STF devido à prerrogativa de foro privilegiado de um dos réus, Chiquinho Brazão, que era deputado federal à época de sua prisão. Essa prerrogativa determina que certas autoridades sejam julgadas diretamente por tribunais superiores.</p>
<p>3. Quais são as próximas etapas do processo judicial após o início do julgamento no STF?<br />
Após o início, o julgamento envolverá a apresentação de defesas, a análise detalhada das provas e dos depoimentos, e, finalmente, os votos dos ministros da Primeira Turma. Caso haja condenação, os réus ainda poderão recorrer a outras instâncias do próprio STF ou a outros tribunais, a depender dos trâmites legais, prolongando o processo até um trânsito em julgado.</p>
<p>4. Qual a importância deste julgamento para o Brasil?<br />
Este julgamento é de extrema importância para o Brasil por representar a busca por justiça para um crime que chocou o país e o mundo. Ele testa a capacidade do Estado de desvendar e punir crimes políticos, especialmente aqueles que envolvem figuras de poder, e tem um impacto significativo na percepção da impunidade, na segurança de defensores de direitos humanos e na integridade das instituições democráticas brasileiras.</p>
<p>Para se aprofundar na análise jurídica e nas implicações políticas deste julgamento histórico, acompanhe as próximas atualizações e os detalhes da cobertura jornalística sobre o caso.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/supremo-tribunal-inicia-julgamento-sobre-os-mandantes-do-assassinato-de-marielle-franco/">Supremo tribunal inicia julgamento sobre os mandantes do assassinato de Marielle Franco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marielle franco é homenageada com medalha da universidade de harvard</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/marielle-franco-e-homenageada-com-medalha-da-universidade-de-harvard/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 20:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bois]]></category>
		<category><![CDATA[franco]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[medalha]]></category>
		<category><![CDATA[Vereadora]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/marielle-franco-e-homenageada-com-medalha-da-universidade-de-harvard/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A vereadora e ativista Marielle Franco recebe, postumamente, a Medalha W.E.B. Du Bois, a mais alta honraria concedida pela Universidade de Harvard no campo dos Estudos Africanos e Afro-Americanos. A cerimônia de homenagem está marcada para esta terça-feira (4), consolidando Marielle como a primeira personalidade brasileira a receber tal reconhecimento. Entre os nomes da América [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/marielle-franco-e-homenageada-com-medalha-da-universidade-de-harvard/">Marielle franco é homenageada com medalha da universidade de harvard</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vereadora e ativista Marielle Franco recebe, postumamente, a Medalha W.E.B. Du Bois, a mais alta honraria concedida pela Universidade de Harvard no campo dos Estudos Africanos e Afro-Americanos. A cerimônia de homenagem está marcada para esta terça-feira (4), consolidando Marielle como a primeira personalidade brasileira a receber tal reconhecimento.</p>
<p>Entre os nomes da América Latina, Marielle é a segunda a ser laureada, seguindo os passos da vice-presidente da Colômbia, Francia Márquez, que recebeu a medalha no ano anterior.</p>
<p>A Medalha W.E.B. Du Bois, concedida pelo Instituto de Pesquisas Afrolatino-Americanas, homenageia indivíduos que se destacaram por suas contribuições significativas para o fortalecimento cultural e intelectual das populações africanas e afrodescendentes em escala global. A honraria leva o nome de W.E.B. Du Bois, sociólogo, historiador e um dos mais proeminentes ativistas do movimento negro nos Estados Unidos, além de ser o primeiro homem negro a obter um doutorado em Harvard.</p>
<p>Nascida no Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, em 1979, Marielle Franco emergiu como uma figura central na luta pelos direitos civis, denunciando a violência de Estado nas áreas periféricas e defendendo os direitos da comunidade LGBTQIAPN+ e das mulheres negras.</p>
<p>Luyara Franco, filha da vereadora e atual diretora executiva da Central de Movimentos Populares do Instituto Marielle Franco, destaca a importância deste reconhecimento. Segundo Luyara, a homenagem por uma instituição de renome mundial valida a força de uma produção intelectual originária da favela, que exerce um impacto global. Ela ressalta que o legado de sua mãe transcende fronteiras, inspirando a luta por justiça, democracia e igualdade em todo o mundo, e reafirma a urgência de valorizar a intelectualidade de mulheres negras e de pessoas que, como Marielle, ousaram imaginar um futuro diferente.</p>
<p>A trajetória de Marielle Franco a levou das comunidades para a cena política em 2016, quando foi eleita vereadora no Rio de Janeiro. Seu trabalho e ativismo ganharam reconhecimento internacional, culminando em um convite para participar de um simpósio em Harvard, em abril de 2018, ao qual não pôde comparecer.</p>
<p>Seis semanas antes do evento, em 14 de março de 2018, Marielle e seu motorista, Anderson Gomes, foram brutalmente assassinados, gerando comoção e levantando a questão “Quem matou Marielle?” que ressoou internacionalmente.</p>
<p>Após extensas investigações, os executores do crime, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, foram condenados a 78 e 59 anos de prisão, respectivamente.</p>
<p>Já os acusados de serem os mandantes, os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, figuras tradicionais da política do estado, e o ex-chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, respondem a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal, que ainda está em fase de instrução, sem data definida para o julgamento.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/marielle-franco-e-homenageada-com-medalha-da-universidade-de-harvard/">Marielle franco é homenageada com medalha da universidade de harvard</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto marielle franco exige justiça completa com julgamento dos mandantes</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/instituto-marielle-franco-exige-justica-completa-com-julgamento-dos-mandantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 03:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[brazão]]></category>
		<category><![CDATA[CRIME]]></category>
		<category><![CDATA[franco]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/instituto-marielle-franco-exige-justica-completa-com-julgamento-dos-mandantes/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A busca por justiça nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, permanece incompleta enquanto os mandantes do crime não forem levados a julgamento. O Instituto Marielle Franco, organização fundada pela família da vereadora, divulgou uma carta nesta sexta-feira, cobrando que os responsáveis intelectuais pelo crime sejam julgados pelo Supremo Tribunal [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/instituto-marielle-franco-exige-justica-completa-com-julgamento-dos-mandantes/">Instituto marielle franco exige justiça completa com julgamento dos mandantes</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por justiça nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, permanece incompleta enquanto os mandantes do crime não forem levados a julgamento. O Instituto Marielle Franco, organização fundada pela família da vereadora, divulgou uma carta nesta sexta-feira, cobrando que os responsáveis intelectuais pelo crime sejam julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Há um ano, os executores do assassinato foram condenados no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com o Instituto Marielle Franco e o Comitê Justiça por Marielle e Anderson, a responsabilização completa e definitiva de todos os envolvidos é essencial para que a justiça seja feita.</p>
<p>Luyara Franco, diretora executiva do Instituto e filha de Marielle Franco, afirmou que a condenação dos executores foi um passo importante, mas insuficiente. &#8220;O Brasil e o mundo esperam que o julgamento dos mandantes aconteça, porque sem responsabilização total – de quem mandou e de quem executou – não há justiça e não há democracia&#8221;, declarou.</p>
<p>O Instituto Marielle Franco e outras organizações de direitos humanos defendem que o julgamento dos mandantes é crucial para evitar a impunidade em crimes políticos contra vozes negras, femininas, LGBTQIAPN+ e defensoras de direitos humanos.</p>
<p>O assassinato de Marielle Franco ganhou notoriedade internacional, transformando-a em um símbolo da luta pelos direitos humanos.</p>
<p>As investigações apontam que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão teriam encomendado o assassinato da vereadora, e que o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, teria planejado o crime e obstruído as investigações.</p>
<p>Os três são réus em uma ação penal que tramita no STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. As audiências com testemunhas, defesa e acusação foram finalizadas em 2024, mas o processo ainda está em fase de instrução, sem data definida para o julgamento.</p>
<p>À época das prisões preventivas em 2024, Chiquinho Brazão era deputado federal e Domingos era conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro. A motivação para o crime seria a atuação de Marielle contra interesses de um grupo paramilitar ligado à família dos irmãos Brazão.</p>
<p>Chiquinho Brazão já teve seu mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara. Um pedido de impeachment de Domingos Brazão do cargo de conselheiro no TCE foi negado.</p>
<p>O Instituto Marielle Franco ressalta a preocupação com o uso de cargos institucionais para perpetrar violência e ataques à democracia. &#8220;Representantes eleitos, assim como Marielle, devem usar seus mandatos para defender a população e seus direitos e não para planejar a morte de alguém&#8221;, afirma a organização.</p>
<p>No próximo dia 31, completa-se um ano da condenação dos executores do crime, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Lessa foi condenado a 78 anos, 9 meses e 30 dias de prisão, e Élcio, a 59 anos, 8 meses e 10 dias. Ambos foram considerados culpados por duplo homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio contra a jornalista Fernanda Chaves, que estava no carro no momento do crime.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/instituto-marielle-franco-exige-justica-completa-com-julgamento-dos-mandantes/">Instituto marielle franco exige justiça completa com julgamento dos mandantes</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
