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	<title>fuga &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>fuga &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Motorista foge 40 km, tenta atropelar policial e é preso na SP-320</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 22:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um sábado que deveria ser rotineiro transformou-se em cenário de uma perseguição policial na SP-320 de tirar o fôlego, estendendo-se por mais de 40 quilômetros entre as cidades de Tanabi e Votuporanga, no interior paulista. A ação teve início após um motorista de 24 anos desobedecer uma ordem de parada, desencadeando uma fuga em alta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um sábado que deveria ser rotineiro transformou-se em cenário de uma perseguição policial na SP-320 de tirar o fôlego, estendendo-se por mais de 40 quilômetros entre as cidades de Tanabi e Votuporanga, no interior paulista. A ação teve início após um motorista de 24 anos desobedecer uma ordem de parada, desencadeando uma fuga em alta velocidade que colocou em risco a vida de dezenas de pessoas. O episódio, que culminou com a prisão do suspeito e a recuperação de um veículo furtado, trouxe à tona a audácia de criminosos e a pronta resposta das forças de segurança para garantir a ordem e a segurança nas rodovias. A tensão se arrastou por diversos municípios, mantendo a polícia em alerta máximo até o desfecho dramático em Votuporanga.</p>
<p> A perseguição dramática na Euclides da Cunha</p>
<p>A perseguição teve seu ponto de ignição durante um patrulhamento de rotina na Rodovia Euclides da Cunha (SP-320), uma das principais vias do Noroeste Paulista, na manhã do último sábado, 31 de um mês não especificado. Agentes da polícia rodoviária, em serviço, avistaram um veículo em atitude suspeita e emitiram um sinal claro para que o condutor parasse. Contudo, a ordem foi sumariamente ignorada. Em vez de acatar a solicitação, o motorista, um jovem de 24 anos, pisou fundo no acelerador, dando início a uma sequência de eventos que desafiaria a perícia e a coragem dos policiais.</p>
<p> Início da fuga: desobediência e alta velocidade</p>
<p>A desobediência inicial não foi um mero deslize, mas sim um ato deliberado que marcou o começo de uma fuga cinematográfica. O veículo, um automóvel particular, acelerou bruscamente, lançando-se pela rodovia em velocidades que ultrapassavam os limites permitidos, colocando em risco não apenas os envolvidos na perseguição, mas também os demais usuários da estrada que, desavisados, trafegavam na via. A guarnição policial prontamente iniciou a perseguição, mantendo uma distância estratégica para evitar colisões, mas sem perder o suspeito de vista. A comunicação via rádio foi acionada imediatamente, alertando outras viaturas e postos policiais sobre a ocorrência em andamento, delineando um cerco que se estenderia por uma vasta área.</p>
<p> Riscos e manobras perigosas</p>
<p>Ao longo de mais de 40 quilômetros, a fuga do motorista foi marcada por uma série de manobras extremamente perigosas. O condutor não hesitou em trafegar pela contramão em diversos trechos da movimentada SP-320, criando situações de alto risco para veículos que vinham no sentido oposto. Ultrapassagens arriscadas, mudanças bruscas de faixa sem sinalização e frenagens inesperadas foram algumas das táticas empregadas para tentar despistar os policiais. Em múltiplos momentos, a vida de inocentes motoristas esteve em perigo iminente, com colisões sendo evitadas por pouco. A determinação do fugitivo em não ser alcançado evidenciou um desespero que se confirmaria posteriormente com a descoberta da natureza ilegal do veículo que conduzia.</p>
<p> Desfecho tenso e a descoberta do furto</p>
<p>A caçada incessante finalmente chegou ao fim em Votuporanga, cidade onde o cerco policial se apertou. Após percorrer uma distância considerável, o motorista tentou uma última e desesperada manobra para escapar, que culminou em uma tentativa de agressão direta aos agentes da lei. A precisão e a coordenação das equipes policiais foram cruciais para que o desfecho não resultasse em tragédia ainda maior, garantindo a contenção do indivíduo e a interrupção da série de delitos.</p>
<p> A tentativa de atropelamento e a prisão</p>
<p>Em um dos momentos mais críticos da perseguição, já no perímetro urbano de Votuporanga, o motorista em fuga demonstrou total desprezo pela vida humana. Ao ser encurralado, ele deliberadamente tentou atropelar um dos policiais que participavam da ocorrência. Graças à agilidade e treinamento do agente, o impacto foi evitado, mas a gravidade da intenção do suspeito foi inegável. A abordagem final ocorreu no cruzamento das ruas Ponta Porã e Oito de Agosto, onde o homem foi finalmente detido. A prisão foi realizada sem maiores incidentes após a tentativa de agressão, e o suspeito, um homem de 24 anos, foi imediatamente algemado e colocado sob custódia, encerrando a tensa sequência de eventos.</p>
<p> As implicações legais e o veículo recuperado</p>
<p>Após a detenção, as autoridades realizaram a verificação veicular do carro em questão. Foi então que se confirmou a razão para tamanha audácia e desespero na fuga: o automóvel possuía registro de furto na cidade de São José do Rio Preto, evidenciando a origem criminosa do bem. O motorista foi conduzido à Central de Flagrantes de Votuporanga, onde sua situação legal foi formalizada. Ele foi indiciado não apenas por furto do veículo, mas também por tentativa de homicídio, em decorrência da ação deliberada de tentar atropelar um policial. Além disso, responderá por crimes de trânsito, como direção perigosa e desobediência. O veículo recuperado foi prontamente devolvido ao seu legítimo proprietário, que pôde respirar aliviado após a recuperação de seu bem, graças à eficiente atuação policial.</p>
<p> O desfecho da ocorrência e as lições aprendidas</p>
<p>A bem-sucedida operação policial que culminou na prisão do motorista em fuga e na recuperação do veículo furtado na SP-320 reforça a importância da vigilância constante e da pronta resposta das forças de segurança. O incidente, que durou mais de 40 quilômetros e envolveu riscos extremos, demonstra a complexidade e os perigos enfrentados diariamente pelos policiais nas rodovias. A conduta do motorista, caracterizada por desobediência, direção perigosa e tentativa de homicídio, sublinha a necessidade de rigor na aplicação da lei para coibir tais atos. Este caso serve como um lembrete contundente sobre as consequências de desafiar as autoridades e colocar em risco a vida alheia, ao mesmo tempo em que destaca a dedicação e o profissionalismo dos policiais em garantir a segurança pública. A ação rápida e coordenada evitou uma tragédia maior e garantiu que a justiça fosse feita.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Onde e quando a perseguição policial começou?<br />
A perseguição começou na Rodovia Euclides da Cunha (SP-320), entre Tanabi e Votuporanga, no sábado (31 de um mês não especificado), após o motorista desobedecer uma ordem de parada durante patrulhamento.</p>
<p>2. Quais foram os principais perigos e infrações durante a fuga?<br />
Durante a fuga de mais de 40 quilômetros, o motorista trafegou em alta velocidade, pela contramão, realizou manobras perigosas e tentou atropelar um policial, colocando em risco a vida de outros motoristas e agentes da lei.</p>
<p>3. Quais foram as acusações formais contra o motorista?<br />
O motorista foi indiciado por furto do veículo e tentativa de homicídio, devido à sua intenção de atropelar um policial, além de crimes de trânsito como direção perigosa e desobediência.</p>
<p>4. Onde o veículo havia sido furtado?<br />
O carro que o motorista dirigia tinha registro de furto na cidade de São José do Rio Preto, o que foi confirmado após a prisão.</p>
<p>5. Qual a distância total percorrida na perseguição?<br />
A perseguição policial percorreu mais de 40 quilômetros da Rodovia Euclides da Cunha (SP-320).</p>
<p>Para mais informações sobre segurança no trânsito e como agir em situações de emergência, procure as autoridades locais ou consulte o Código de Trânsito Brasileiro. Dirija com responsabilidade e ajude a manter nossas rodovias seguras para todos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Trama golpista: prisões domiciliares mantidas após audiência no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 20:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As prisões domiciliares de oito indivíduos envolvidos na trama golpista foram confirmadas e mantidas neste sábado (27), após audiências de custódia conduzidas no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão reafirma a postura rigorosa da Suprema Corte diante dos fatos que culminaram nos atos antidemocráticos. As audiências, realizadas por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As prisões domiciliares de oito indivíduos envolvidos na trama golpista foram confirmadas e mantidas neste sábado (27), após audiências de custódia conduzidas no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão reafirma a postura rigorosa da Suprema Corte diante dos fatos que culminaram nos atos antidemocráticos. As audiências, realizadas por uma juíza auxiliar, visaram cumprir uma formalidade legal essencial, garantindo o devido processo enquanto se busca coibir qualquer tentativa de evasão da justiça por parte dos investigados. Este passo processual sublinha a seriedade com que o Judiciário brasileiro tem tratado as acusações de atentado contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p> A manutenção das prisões e o rito processual</p>
<p>A decisão de manter as prisões domiciliares ocorreu após uma série de audiências de custódia, um procedimento legal crucial que visa avaliar a legalidade e a necessidade da manutenção de uma prisão. Neste caso específico, a tarefa foi desempenhada pela juíza Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Moraes. A formalidade da audiência é um pilar do sistema jurídico, assegurando que o detido seja apresentado a um juiz em até 24 horas após a prisão, garantindo seus direitos e permitindo a avaliação da medida. A manutenção das prisões reflete a percepção do Judiciário sobre a necessidade de continuar com a restrição de liberdade como forma de assegurar a aplicação da lei e prevenir novas condutas.</p>
<p> Audiências de custódia e a juíza auxiliar</p>
<p>As audiências de custódia, embora conduzidas em regime de prisão domiciliar, seguem os mesmos princípios de verificação da legalidade da prisão e da existência de condições para a liberdade provisória ou a manutenção da medida cautelar. A juíza Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, desempenhando um papel fundamental, analisou os casos individualmente, confirmando a validade das determinações anteriores. A atuação de juízes auxiliares em gabinetes de ministros do STF é uma prática comum para agilizar o andamento processual e garantir a celeridade da justiça, especialmente em processos de grande complexidade e repercussão como os que envolvem a trama golpista. A decisão final, contudo, reflete o entendimento da corte sobre a gravidade dos delitos e a necessidade de medidas enérgicas.</p>
<p> A lista de alvos e as prisões domiciliares</p>
<p>As determinações de prisão domiciliar, que posteriormente foram mantidas, atingiram um grupo diversificado de dez indivíduos, incluindo sete militares do Exército, uma delegada da Polícia Federal, o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, e Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro. A escolha pela prisão domiciliar, em vez da detenção em presídio, pode indicar uma avaliação individualizada das circunstâncias de cada investigado, ou uma medida estratégica para assegurar o cumprimento da ordem judicial, dadas as preocupações com possíveis fugas. Independentemente da modalidade, a restrição de liberdade é imposta com o objetivo de garantir a ordem pública e o andamento das investigações.</p>
<p> A preocupação com fugas e o &#8220;modus operandi&#8221;</p>
<p>A decisão de manter as prisões domiciliares é, em grande parte, motivada pela crescente preocupação com a possibilidade de fuga dos réus e investigados envolvidos em ações penais relacionadas aos atos golpistas. O ministro Alexandre de Moraes tem reiteradamente expressado seu entendimento de que existe uma estratégia coordenada para evadir o país e escapar da justiça. Essa percepção é embasada em diversos casos concretos de descumprimento de medidas judiciais e tentativas de fuga, o que reforça a necessidade de vigilância constante e medidas cautelares mais rigorosas. A manutenção das prisões domiciliares serve como um alerta claro de que o sistema judicial está atento a essas táticas e agirá de forma contundente para garantir a responsabilização.</p>
<p> Casos de descumprimento e evasão</p>
<p>A Polícia Federal (PF) já registrou casos de não cumprimento imediato das ordens judiciais. Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, não foi localizado e é considerado foragido. De maneira semelhante, o mandado de prisão domiciliar contra o tenente-coronel do Exército Guilherme Marques de Almeida também não foi cumprido de imediato, uma vez que ele havia viajado para a Bahia, embora tenha se comprometido a retornar para Goiânia e iniciar o cumprimento da medida. Esses incidentes alimentam a preocupação do STF, sinalizando que a imposição da prisão domiciliar é uma medida necessária para garantir que os investigados permaneçam acessíveis à justiça. A falha no cumprimento imediato dessas ordens reforça a argumentação de que há um risco real de fuga.</p>
<p> Antecedentes e a estratégia da fuga</p>
<p>A apreensão do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, no Paraguai, na sexta-feira (26), enquanto tentava embarcar para El Salvador com passaporte falso, ilustra vividamente a base para a preocupação do STF. Vasques já era alvo de investigações e sua tentativa de evasão sublinha a gravidade da situação. O ministro Moraes citou expressamente o &#8220;modus operandi&#8221; de uma organização criminosa que, segundo ele, demonstra planejamento e execução de fugas para fora do território nacional, inclusive com o auxílio de terceiros. A menção ao caso do ex-deputado Alexandre Ramagem, que também teria empreendido fuga, reforça essa tese. A corte entende que a manutenção das prisões domiciliares é uma medida preventiva crucial para desmantelar essa suposta rede de apoio a fugas e garantir que todos os responsáveis sejam processados.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A manutenção das prisões domiciliares dos oito indivíduos ligados à trama golpista, após as audiências de custódia no Supremo Tribunal Federal, reforça a inabalável determinação do Judiciário brasileiro em assegurar a responsabilização de todos os envolvidos nos atos antidemocráticos. As decisões, tomadas diante de crescentes preocupações com tentativas de fuga e evasão da justiça, enviam uma mensagem clara sobre a seriedade com que o Estado Democrático de Direito está sendo defendido. O processo legal segue seu curso, com o STF atento para garantir que a justiça seja feita e que a integridade das instituições democráticas seja preservada contra qualquer ameaça.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. O que são as audiências de custódia e por que foram realizadas neste caso?<br />
As audiências de custódia são ritos processuais nos quais uma pessoa detida é apresentada a um juiz em até 24 horas após a prisão. Seu objetivo é avaliar a legalidade e a necessidade da prisão, bem como garantir os direitos do detido. Neste caso, as audiências foram realizadas para reavaliar e manter as prisões domiciliares de indivíduos investigados na trama golpista, cumprindo uma formalidade legal e reforçando a decisão judicial.</p>
<p>2. Quem são os principais alvos das prisões domiciliares e qual a sua relação com a trama golpista?<br />
Os alvos incluem sete militares do Exército, uma delegada da Polícia Federal, Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal) e Filipe Martins (ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro). Todos são investigados por sua suposta participação ou envolvimento em atos e articulações que visavam subverter a ordem democrática e os resultados eleitorais.</p>
<p>3. Qual o motivo da preocupação do STF com a fuga dos investigados?<br />
A preocupação do STF, liderada pelo ministro Alexandre de Moraes, decorre de diversos precedentes e tentativas de evasão. Casos como a não localização de Carlos Rocha, a ausência inicial de Guilherme Marques de Almeida e, notavelmente, a tentativa de fuga do ex-diretor da PRF Silvinei Vasques para o Paraguai com passaporte falso, além da citação do caso Alexandre Ramagem, indicam um padrão de comportamento de evasão. O STF acredita que há um &#8220;modus operandi&#8221; organizado para fugir do país.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste importante caso. Acompanhe as notícias e análises de fontes confiáveis para entender o impacto dessas decisões no cenário político e jurídico brasileiro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Ministros apoiam prisão de bolsonaro, citando risco de fuga e coação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 21:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, declarou que a detenção segue os ritos do devido processo legal, conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em cada etapa da ação penal referente à tentativa de golpe de estado. A ministra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, declarou que a detenção segue os ritos do devido processo legal, conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em cada etapa da ação penal referente à tentativa de golpe de estado.</p>
<p>A ministra enfatizou que a decisão do ministro Alexandre de Moraes se baseou nos riscos concretos de fuga do líder da suposta organização golpista, especialmente diante da iminência do trânsito em julgado de sua condenação. Ela também mencionou os antecedentes do processo, marcados por tentativas de coação da Justiça. &#8220;Na democracia, a Justiça se cumpre&#8221;, concluiu Hoffman.</p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, também se manifestou nas redes sociais, afirmando que &#8220;ninguém está acima da democracia&#8221; e que &#8220;ninguém pode trair a pátria impunemente&#8221;. Ele expressou a esperança de que a prisão de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado represente um marco para a história do país.</p>
<p>Um dia antes da prisão, Boulos já havia comentado sobre a fuga de outros apoiadores de Bolsonaro, mencionando os casos de parlamentares que deixaram o país para evitar a Justiça. Ele questionou se Bolsonaro também teria fugido se não estivesse em prisão domiciliar.</p>
<p>A prisão preventiva de Bolsonaro ocorreu em cumprimento a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, motivada pela convocação de uma vigília nas proximidades da residência onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar. Segundo Moraes, a reunião poderia gerar tumulto e facilitar uma possível tentativa de fuga. O ministro também relatou que houve uma tentativa de violar a tornozeleira eletrônica durante a madrugada.</p>
<p>A audiência de custódia do ex-presidente está agendada para o dia seguinte à prisão. A defesa já anunciou que irá recorrer da decisão. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal do Núcleo 1 da trama golpista.</p>
<p>Bolsonaro cumpria prisão domiciliar desde o início de agosto, após descumprir medidas cautelares previamente estabelecidas pelo STF. Ele utilizava tornozeleira eletrônica e estava proibido de acessar embaixadas e consulados, manter contato com autoridades estrangeiras e utilizar redes sociais.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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