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	<title>igualdade &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>igualdade &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Audiência pública debate projeto de reparação histórica em São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 21:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma significativa audiência pública ocorreu recentemente na área externa da Ocupação 9 de Julho, em São Paulo, para debater o Projeto de Lei 27/2024, popularmente conhecido como &#8220;PEC da Reparação&#8221;. A proposta, de autoria do deputado Damião Feliciano (União/PB), visa instituir um novo capítulo na Constituição Federal dedicado à promoção da igualdade racial e criar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma significativa audiência pública ocorreu recentemente na área externa da Ocupação 9 de Julho, em São Paulo, para debater o Projeto de Lei 27/2024, popularmente conhecido como &#8220;PEC da Reparação&#8221;. A proposta, de autoria do deputado Damião Feliciano (União/PB), visa instituir um novo capítulo na Constituição Federal dedicado à promoção da igualdade racial e criar um fundo específico para financiar políticas públicas de reparação histórica. Cerca de duzentos participantes, muitos deles representantes de instituições ligadas ao movimento negro, como a Coalizão Negra por Direitos e a Unegro, reuniram-se para ouvir parlamentares favoráveis à medida e discutir o andamento do projeto. A iniciativa reflete a crescente demanda por ações concretas que enfrentem o racismo estrutural e promovam a inclusão social e econômica da população preta e parda no Brasil.</p>
<p> O Projeto de Lei 27/2024: A PEC da Reparação</p>
<p>O Projeto de Lei 27/2024 representa um marco potencial na legislação brasileira ao propor a inserção de um novo capítulo na Constituição Federal, o Capítulo IX, integralmente dedicado à promoção da igualdade racial. A iniciativa vai além da mera declaração de princípios, buscando estabelecer mecanismos efetivos para corrigir as desigualdades históricas e estruturais que afetam a população negra no país. O cerne da proposta reside na criação de um Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial (FNREPIR), um instrumento financeiro concebido para impulsionar políticas públicas e privadas voltadas para a inclusão e a garantia de oportunidades.</p>
<p> Estrutura e objetivos do FNREPIR</p>
<p>O Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial (FNREPIR) é o pilar central da &#8220;PEC da Reparação&#8221;. Sua concepção prevê um robusto aporte financeiro de R$ 20 bilhões do orçamento federal, distribuídos em R$ 1 bilhão por ano, com o objetivo de garantir a sustentabilidade das ações a longo prazo. Além dos recursos orçamentários, o fundo será alimentado por indenizações de empresas que tenham se beneficiado direta ou indiretamente da escravidão, estabelecendo um precedente para a responsabilização corporativa histórica. O professor José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares e um dos presentes na audiência, enfatizou a potência desses recursos. &#8220;É para a operação de políticas públicas e privadas. A operação de uma vida numa sociedade econômica capitalista só se faz com os recursos econômicos indispensáveis para operar essas medidas&#8221;, explicou. Ele destacou que o FNREPIR permitirá melhorias e transformações &#8220;lá na ponta do território e lá na ponta do indivíduo&#8221;, especialmente na garantia da vida e integridade física dos jovens negros. A expectativa é que o fundo fortaleça instituições que já propõem e podem realizar essas políticas, consolidando uma opinião pública forte e dando voz à comunidade negra. O FNREPIR visa não apenas a reparação, mas a criação de um ambiente de igualdade de oportunidades e de desenvolvimento para todos os brasileiros.</p>
<p> A mobilização e o caminho legislativo</p>
<p>A audiência pública na Ocupação 9 de Julho não foi apenas um palco para a discussão parlamentar, mas também um espaço vibrante de mobilização social. Os cerca de duzentos participantes, muitos deles integrantes de movimentos sociais e instituições-chave da luta antirracista, demonstraram a força e a organização da comunidade negra em torno da pauta da reparação. Instituições como a Coalizão Negra por Direitos e a Unegro marcaram presença, reiterando seu compromisso com a aprovação do Projeto de Lei 27/2024. A atmosfera do evento refletiu uma mistura de esperança e realismo sobre os desafios inerentes à tramitação de uma proposta tão transformadora.</p>
<p> Desafios e o papel da sociedade civil</p>
<p>A aprovação de uma Emenda à Constituição é um processo legislativo complexo, exigindo o voto de dois terços dos parlamentares em dois turnos, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Esse quórum qualificado torna a mobilização de aliados crucial. O professor José Vicente, em sua fala, ressaltou a importância da pressão social e da sensibilização. &#8220;Precisamos da mobilização das pessoas, das instituições, mas sobretudo precisamos também de sensibilização dos nossos aliados, os nossos parceiros, porque como sabemos são 513 deputados, dos quais os negros são 100, 120, número insuficiente para aprovar uma medida dessa natureza&#8221;, alertou. Ele convocou a opinião pública a utilizar as redes sociais, um &#8220;espaço democrático&#8221;, para exigir o apoio dos parlamentares.</p>
<p>Apesar dos desafios, há otimismo entre os parlamentares presentes. O deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, sinalizou no colégio de líderes que o PL caminha para votação em maio, um passo importante no processo. O relator da proposta, deputado Orlando Silva (PC do B/SP), enfatizou a dimensão universal da luta contra o racismo: &#8220;Do mesmo modo que a luta contra o racismo não é uma luta apenas de pretos, não negros devem somar essa luta. Essa luta é da sociedade brasileira.&#8221; Silva destacou que o combate ao racismo transcende divisões políticas, sendo uma causa de &#8220;todo mundo que defende dignidade humana e que compreende que somos todos iguais, mas que há um racismo estrutural no Brasil, o qual precisa ser superado&#8221;.</p>
<p>Após a aprovação no Congresso Nacional, o projeto será encaminhado à Presidência da República para sanção, tornando-se lei. Em seguida, suas estruturas de funcionamento, como o conselho que gerirá o FNREPIR, serão constituídas. Orlando Silva complementou que, embora existam &#8220;boas políticas públicas de promoção de igualdade de redução no Brasil&#8221;, elas têm &#8220;baixo impacto porque pouco recurso você diminui o impacto, o alcance&#8221;. A expectativa é que a &#8220;PEC da Reparação&#8221; e o FNREPIR ampliem significativamente o alcance dessas políticas.</p>
<p> Perspectivas futuras e o apelo à sociedade</p>
<p>A &#8220;PEC da Reparação&#8221; representa uma oportunidade histórica para o Brasil avançar na construção de uma sociedade genuinamente igualitária e justa. Ao propor a reparação de séculos de injustiças decorrentes da escravidão e do racismo estrutural, o Projeto de Lei 27/2024 não busca apenas compensar o passado, mas sim pavimentar um futuro onde as oportunidades sejam equitativas para todos os cidadãos. A audiência pública em São Paulo demonstrou a força do movimento negro e a capacidade de articulação em torno dessa pauta vital. A aprovação da proposta exigirá um esforço conjunto da sociedade civil, de parlamentares de diversas bancadas e do engajamento de cada cidadão. O Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial, com seus recursos substanciais e seu propósito claro, tem o potencial de catalisar transformações profundas, impactando diretamente a vida de milhões de brasileiros pretos e pardos e contribuindo para a superação definitiva das barreiras impostas pelo preconceito e pela discriminação. É um chamado para que a dignidade humana e a igualdade se tornem a base inquestionável da nação brasileira.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a PEC da Reparação</p>
<p> O que é a PEC da Reparação (PL 27/2024)?<br />
A PEC da Reparação, ou Projeto de Lei 27/2024, é uma proposta legislativa que visa adicionar um novo capítulo à Constituição Federal brasileira, o Capítulo IX, dedicado à promoção da igualdade racial. Além disso, propõe a criação do Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial (FNREPIR), com o objetivo de financiar políticas públicas e privadas que combatam o racismo estrutural e promovam a inclusão social e econômica de brasileiros pretos e pardos.</p>
<p> Como será composto e utilizado o Fundo Nacional de Reparação (FNREPIR)?<br />
O FNREPIR será composto por R$ 20 bilhões do orçamento federal, a serem aplicados à razão de R$ 1 bilhão por ano, e por indenizações provenientes de empresas que comprovadamente se beneficiaram da escravidão. Os recursos do fundo serão destinados à operação de políticas públicas e privadas focadas na promoção da igualdade de oportunidades, inclusão social e proteção da vida e integridade física de jovens negros, buscando mitigar os impactos do racismo estrutural.</p>
<p> Quais são os próximos passos para a aprovação do projeto?<br />
O Projeto de Lei 27/2024, após sinalização do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, no colégio de líderes, está caminhando para votação em maio. Para ser aprovado, por se tratar de uma Emenda à Constituição, necessitará do voto favorável de dois terços dos parlamentares, em dois turnos de votação, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Após aprovação em ambas as casas, será encaminhado à Presidência da República para sanção e, então, suas estruturas de funcionamento, como o conselho gestor do FNREPIR, serão estabelecidas.</p>
<p>Para acompanhar os desdobramentos desse importante projeto e se engajar na construção de uma sociedade mais justa, mantenha-se informado e participe do debate público.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Organizações negras criticam falta de diálogo com o Ministério da Igualdade Racial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 01:03:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ausência de um diálogo institucional robusto entre o Ministério da Igualdade Racial e entidades da sociedade civil, incluindo veículos de comunicação dedicados à pauta racial, gerou um manifesto formal de preocupação. Organizações influentes do movimento negro e da imprensa especializada enviaram uma carta à pasta, expressando descontentamento com o que descrevem como uma carência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ausência de um diálogo institucional robusto entre o Ministério da Igualdade Racial e entidades da sociedade civil, incluindo veículos de comunicação dedicados à pauta racial, gerou um manifesto formal de preocupação. Organizações influentes do movimento negro e da imprensa especializada enviaram uma carta à pasta, expressando descontentamento com o que descrevem como uma carência de comunicação e engajamento. A iniciativa ressalta a importância vital da interlocução contínua entre o poder público e as vozes da sociedade civil para a construção de políticas públicas eficazes e representativas. A reivindicação por um diálogo mais estruturado e transparente sublinha a expectativa de que o Ministério da Igualdade Racial atue como um articulador fundamental das demandas e propostas que emanam das comunidades e militâncias.</p>
<p> O alerta da sociedade civil sobre o diálogo institucional</p>
<p>A missiva enviada ao Ministério da Igualdade Racial por um coletivo de organizações da sociedade civil e veículos de imprensa dedicados à pauta racial ecoa uma preocupação crescente: a percepção de uma lacuna significativa nos canais de comunicação e participação. Para essas entidades, a &#8220;falta de diálogo institucional&#8221; não se resume à ausência de reuniões ou encontros esporádicos. Ela aponta para uma falha sistêmica em estabelecer mecanismos de escuta ativa e incorporação das demandas e expertise que essas organizações, muitas vezes pioneiras e profundamente engajadas, possuem.</p>
<p> As queixas detalhadas na carta</p>
<p>Na carta, o teor das queixas detalha que, apesar da relevância inquestionável do Ministério da Igualdade Racial na estrutura governamental, a articulação com a base da sociedade civil e com a imprensa negra tem sido insatisfatória. Essas organizações representam uma diversidade de vozes, experiências e conhecimentos acumulados ao longo de décadas de luta contra o racismo e pela promoção da igualdade. A dificuldade em apresentar propostas, ter suas análises consideradas e participar ativamente da formulação de políticas públicas gera um sentimento de desaproveitamento e até de invisibilidade.</p>
<p>A insatisfação reside na percepção de que a pasta não tem explorado adequadamente o potencial de colaboração existente. Sem um diálogo contínuo e estruturado, há o risco de que as políticas desenvolvidas pelo ministério se afastem das realidades e necessidades prementes das comunidades negras, comprometendo sua eficácia e legitimidade. A carta, portanto, é um chamado urgente para que o Ministério da Igualdade Racial reavalie suas estratégias de comunicação e abra canais mais robustos e democráticos para a participação social, honrando o compromisso de construir um país mais equânime com a contribuição de todos.</p>
<p> O papel do Ministério da Igualdade Racial e a expectativa de engajamento</p>
<p>O Ministério da Igualdade Racial, estabelecido com o propósito fundamental de combater o racismo e promover a equidade no Brasil, detém uma responsabilidade imensa. Sua atuação é crucial para reverter séculos de desigualdades e discriminação que afetam profundamente a população negra. Dada a complexidade e a profundidade histórica das questões raciais no país, o sucesso do ministério depende intrinsecamente de sua capacidade de se conectar e dialogar com os atores sociais que militam na linha de frente dessa agenda.</p>
<p> A missão da pasta e a necessidade de escuta ativa</p>
<p>A missão do Ministério da Igualdade Racial vai além da formulação de leis ou programas; ela implica na construção de uma nova cultura política e social. Para isso, a escuta ativa e a participação genuína da sociedade civil não são meros adereços democráticos, mas pilares essenciais. As organizações e veículos de comunicação especializados em temas raciais possuem um conhecimento profundo das nuances do racismo estrutural, das demandas específicas de diferentes comunidades negras e das melhores práticas para enfrentar essas questões. A ausência desse diálogo pode levar à criação de políticas &#8220;de cima para baixo&#8221;, que, embora bem-intencionadas, podem falhar em abordar as raízes dos problemas ou em oferecer soluções realmente impactantes para o público-alvo.</p>
<p>A expectativa da sociedade civil é que o Ministério da Igualdade Racial seja um espaço de convergência, um catalisador de ideias e um parceiro estratégico. Ao invés de uma via de mão única, o diálogo com o ministério deveria ser um processo colaborativo, onde as experiências vividas e a expertise técnica das organizações sejam valorizadas e incorporadas ao processo decisório. Ignorar essa riqueza de conhecimento e engajamento não apenas enfraquece a legitimidade das ações ministeriais, mas também perde a oportunidade de construir soluções mais inovadoras, inclusivas e duradouras para os desafios da igualdade racial no Brasil.</p>
<p> Consequências da ausência de interlocução</p>
<p>A falta de um diálogo efetivo entre o Ministério da Igualdade Racial e as organizações da sociedade civil e veículos de comunicação especializados pode acarretar uma série de consequências negativas, minando os esforços para promover a equidade racial no país. Primeiramente, as políticas públicas formuladas sem uma escuta atenta das bases correm o risco de serem inadequadas ou ineficazes, pois podem não refletir as reais necessidades e prioridades das comunidades que buscam auxiliar. Isso leva a um desperdício de recursos e, mais grave, à perpetuação de lacunas históricas.</p>
<p>Além disso, a ausência de interlocução gera desconfiança e alienação. A sociedade civil, que historicamente tem sido a principal voz na luta antirracista, pode sentir-se marginalizada e desmotivada a colaborar, comprometendo a mobilização social necessária para a implementação e o sucesso de qualquer iniciativa governamental. Essa desconfiança pode, inclusive, fragilizar a imagem e a legitimidade do próprio ministério perante a população que deveria servir. Perdem-se também oportunidades valiosas para o desenvolvimento de soluções inovadoras, baseadas na experiência prática e no conhecimento especializado de quem vivencia diariamente as questões raciais. A colaboração é um motor de inovação, e a sua ausência resulta em um processo decisório menos rico e diversificado. Em última análise, a não priorização do diálogo compromete os princípios de transparência e participação social, fundamentais para uma governança democrática e para a construção de um país mais justo e igualitário para todos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o diálogo com o Ministério da Igualdade Racial</p>
<p>O que motivou a carta enviada ao Ministério da Igualdade Racial?<br />
A carta foi motivada pela percepção de organizações da sociedade civil e veículos de comunicação especializados em temas raciais de uma ausência de diálogo institucional efetivo com a pasta. Eles expressaram que suas contribuições e a necessidade de canais formais de comunicação não estão sendo devidamente atendidas, gerando preocupação com a formulação de políticas públicas.</p>
<p>Quais organizações estão envolvidas nessa manifestação?<br />
A manifestação partiu de um coletivo de organizações da sociedade civil e veículos de comunicação dedicados à cobertura e atuação em temas relacionados à igualdade racial no Brasil, buscando representar a voz de diversas comunidades e especialistas no campo.</p>
<p>Por que o diálogo com a sociedade civil é crucial para o Ministério da Igualdade Racial?<br />
O diálogo é crucial porque a sociedade civil, especialmente as organizações especializadas, possui expertise, vivência e representatividade que são insumos indispensáveis para a formulação, implementação e avaliação de políticas públicas eficazes no combate ao racismo e na promoção da igualdade racial. A participação social garante que as políticas estejam alinhadas às reais necessidades e demandas das populações impactadas e tenham maior legitimidade e sucesso.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos dessa importante pauta e o acompanhamento das relações entre o governo e a sociedade civil na construção de um Brasil mais justo e igualitário.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Câmara aprova fundo nacional para igualdade racial; texto segue para plenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 21:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma comissão especial da Câmara dos Deputados deu sinal verde para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 27/24, que visa criar o Fundo Nacional da Igualdade Racial. A aprovação, ocorrida nesta quarta-feira (3), representa um avanço significativo para a medida, que agora aguarda votação no plenário da Câmara. O fundo tem como objetivo principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma comissão especial da Câmara dos Deputados deu sinal verde para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 27/24, que visa criar o Fundo Nacional da Igualdade Racial. A aprovação, ocorrida nesta quarta-feira (3), representa um avanço significativo para a medida, que agora aguarda votação no plenário da Câmara.</p>
<p>O fundo tem como objetivo principal financiar projetos culturais, sociais e econômicos voltados para a população negra, buscando corrigir desvantagens históricas que dificultaram o acesso dessa população aos meios de produção e à participação econômica em condições justas.</p>
<p>A proposta estabelece diversas fontes de recursos para o fundo, incluindo multas aplicadas por atos de discriminação racial e condenações por crimes resultantes de preconceito de raça ou cor. Adicionalmente, indenizações cobradas de empresas que lucraram com a escravidão no Brasil, doações internacionais e dotações orçamentárias da União também serão direcionadas ao fundo.</p>
<p>A PEC determina que a União realize um aporte inicial de R$ 20 bilhões para a constituição e capitalização do fundo. O repasse desse montante será feito em parcelas anuais, correspondentes a um vigésimo do total, a partir do ano fiscal seguinte à entrada em vigor da medida.</p>
<p>Para garantir a transparência e o controle na aplicação dos recursos, a gestão do fundo será acompanhada por um Conselho Deliberativo, composto por representantes do poder público e da sociedade civil.</p>
<p>O texto aprovado também inclui um novo capítulo na Constituição dedicado à promoção da igualdade racial, estabelecendo princípios, objetivos e diretrizes gerais para a política nacional nessa área. Além disso, reforça a inclusão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir) na Constituição.</p>
<p>O Sinapir, previsto no Estatuto da Igualdade Racial, tem como objetivo promover a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil na implementação de políticas de igualdade racial. O repasse dos recursos do fundo estará condicionado à adesão formal ao sistema, garantindo uma execução mais eficiente e coordenada das ações.</p>
<p>A definição sobre o caráter do fundo, se público ou privado, será objeto de legislação posterior, permitindo uma maior flexibilidade para o poder público na escolha do modelo mais adequado à execução da política de igualdade racial e à gestão dos recursos. Essa decisão considerará aspectos como transparência, controle e governança.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Viva maria celebra duas décadas de luta por igualdade de gênero e raça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um seminário em Brasília marcou os 20 anos do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça do Ministério das Mulheres, um marco na Campanha dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. O evento reuniu especialistas e profissionais para discutir os avanços e desafios na promoção da igualdade no mercado de trabalho. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um seminário em Brasília marcou os 20 anos do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça do Ministério das Mulheres, um marco na Campanha dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. O evento reuniu especialistas e profissionais para discutir os avanços e desafios na promoção da igualdade no mercado de trabalho.</p>
<p>O programa destacou a importância de aumentar a representatividade feminina em cargos de liderança e promover a equidade nas empresas. A celebração foi palco para a apresentação de histórias inspiradoras de mulheres que alcançaram o sucesso profissional em diversas áreas, desafiando as barreiras de gênero e conquistando posições de destaque em grandes empresas.</p>
<p>Em um dos painéis, quatro mulheres compartilharam suas experiências em profissões historicamente dominadas por homens, demonstrando que o lugar da mulher é onde ela quiser. A coordenadora-geral de Promoção da Igualdade Econômica do Ministério das Mulheres, Simone Schaffer, ressaltou a importância de iniciativas que impulsionem a igualdade de oportunidades para as mulheres.</p>
<p>Entre as participantes, Juliana Balbi, Oficial de Máquinas da Marinha Mercante do EMGEPRON, e a Dra. Maria Aparecida Lima da Silva, assistente em Imunologia de Transplantes e Medicina Personalizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, compartilharam suas trajetórias de vida e as dificuldades enfrentadas no mercado de trabalho.</p>
<p>A Dra. Maria Aparecida destacou a necessidade de resiliência e esforço contínuo para superar as barreiras estruturais, como o racismo e o sexismo, que ainda dificultam o acesso das mulheres negras a oportunidades justas. Sua história de luta e superação serve de inspiração para outras mulheres que buscam alcançar seus objetivos e romper com os estereótipos de gênero e raça. O evento reforçou o compromisso do país com a construção de um futuro mais justo e igualitário para todas as mulheres.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Tse debate violência de gênero e a busca por uma democracia plena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 23:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal Superior Eleitoral promoveu um encontro crucial na última segunda-feira, véspera do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. Intitulado &#8220;Democracia: substantivo feminino&#8221;, o evento ecoou um chamado urgente por mudanças estruturais na sociedade. A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, abriu o debate com uma declaração contundente: &#8220;Não existe democracia plena com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tribunal Superior Eleitoral promoveu um encontro crucial na última segunda-feira, véspera do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. Intitulado &#8220;Democracia: substantivo feminino&#8221;, o evento ecoou um chamado urgente por mudanças estruturais na sociedade.</p>
<p>A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, abriu o debate com uma declaração contundente: &#8220;Não existe democracia plena com desigualdade, discriminação e violência&#8221;. A ministra ressaltou que, apesar do artigo 5º da Constituição Federal garantir a igualdade entre homens e mulheres, essa garantia fundamental ainda não se concretizou plenamente. Essa lacuna permite a persistência da violência de gênero, afetando desproporcionalmente mulheres negras e em situação de vulnerabilidade econômica.</p>
<p>&#8220;Tenho lutado a minha vida inteira pela igualação, pela ação permanente pela igualdade, porque igualdade não está estratificada. A igualdade não está formalizada&#8221;, enfatizou Cármen Lúcia, evidenciando que a igualdade ainda é uma meta a ser alcançada. Ela destacou que alguns indivíduos possuem mais direitos do que outros, enquanto muitos vivem em constante submissão a diversas formas de iniquidade, agressão e violência.</p>
<p>Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em março, revelou a alarmante estatística de que 21,4 milhões de brasileiras com mais de 16 anos relataram ter sido vítimas de violência nos 12 meses anteriores. Esse dado sublinha a urgência de ações eficazes para combater a violência de gênero no país.</p>
<p>A participação de mulheres negras na política também foi um ponto central da discussão. A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, enfatizou a importância do financiamento público de campanhas para candidaturas femininas, observando a necessidade de não permitir a desqualificação dessas candidaturas e de fiscalizar o cumprimento das cotas de financiamento pelos partidos políticos. &#8220;É duro ver mulheres potentes, que já foram testadas nas urnas, que já se elegeram, terem que ficar rastejando, mendigando, pelo efetivo financiamento&#8221;, lamentou.</p>
<p>Dados do TSE revelam que, embora as mulheres representem a maioria do eleitorado, elas ocuparam apenas 18% das cadeiras nas eleições municipais de 2024. Esse desequilíbrio demonstra a necessidade de promover a participação feminina na política e de garantir a igualdade de oportunidades para as mulheres.</p>
<p>Adicionalmente, uma marcha nacional de mulheres negras estava prevista para acontecer no dia seguinte, com o objetivo de defender a justiça social, a reparação histórica e o bem-estar. A programação incluía uma sessão solene no Congresso Nacional e uma marcha pela Esplanada dos Ministérios. Representantes da marcha também seriam recebidas em audiência pelo presidente do Supremo Tribunal Federal.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Secretaria da Mulher de Barueri realiza evento sobre igualdade de gênero nas empresas no dia 27</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 03:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, promoverá um encontro no dia 27 de março, a partir das 9h30, na avenida Sebastião Davino dos Reis 756 (auditório da Secretaria) entre pessoas físicas e jurídicas. A entrada é gratuita e aberta a todos os detalhes. O objetivo desse evento é abordar como as [&#8230;]</p>
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<p><span lang="PT-BR">A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, promoverá um encontro no dia 27 de março, a partir das 9h30, na avenida</span> <span lang="PT-BR">Sebastião Davino dos Reis 756 (auditório da Secretaria) entre pessoas físicas e jurídicas. A entrada é gratuita e aberta a todos os detalhes. O</span> <span lang="PT-BR">objetivo desse evento é abordar como as palestrantes convidadas estão inovando na questão da igualdade de gênero em seus ambientes corporativos.</span></p>
</div>
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<p><span lang="PT-BR">Serão levados a público três casos de empresas da região: o da Luft, o da Azul e o da Consigaz . De acordo com a gestora da Coordenadoria da Rede Mulher, Ana Claudia Victoriano, essas corporações, além de mostrar suas experiências exitosas, poderão também ajudar outras em seus planos estratégicos de trabalho para que os princípios do empoderamento feminino, previstos pela ONU Mulheres, possam de fato ser cumpridos.</span></p>
</div>
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<p><span lang="PT-BR">Ana cita a lei</span> <span lang="PT-BR">de número 14.611, de 04 de julho de 2023,</span> <span lang="PT-BR">que determina a igualdade salarial nas empresas e diz que as corporações têm de se adequar a essa lei para o seu próprio fortalecimento. “Queremos sensibilizar as empresas e a sociedade sobre a legislação de igualdade de alternativa e a presença feminina no mercado de trabalho”, destaca.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Apoio</span></h4>
<p><span lang="PT-BR">A coordenadora da Rede Mulher diz que a Secretaria da Mulher de Barueri está à disposição para apoiar as empresas na implementação de programas voltados ao empoderamento feminino e que esse debate será uma ótima oportunidade para isso. “A Secretaria será nesse suporte técnico para abordar tanto programas de empoderamento quanto de combate à violência, saúde, entre outros eixos, e para discutir políticas públicas e corporativas que promovam a inclusão. Esse é um evento extremamente importante no sentido da troca de experiências, sobretudo na valorização das mulheres dentro das empresas”, finaliza.</span></p>
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