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	<title>indicadores &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>indicadores &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Indicadores dos EUA pressionam bolsa e dólar sobe após queda</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 23:01:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado financeiro brasileiro encerrou a sessão com um recuo significativo do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que registrou uma baixa de 1,02%. Simultaneamente, o dólar reverteu uma tendência de queda que perdurava por mais de uma semana, fechando em alta de 0,25% em relação ao real. Essa dinâmica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro brasileiro encerrou a sessão com um recuo significativo do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que registrou uma baixa de 1,02%. Simultaneamente, o dólar reverteu uma tendência de queda que perdurava por mais de uma semana, fechando em alta de 0,25% em relação ao real. Essa dinâmica refletiu diretamente a influência de indicadores dos EUA divulgados no período, que reacenderam preocupações sobre a trajetória da inflação e os rumos da política monetária norte-americana. A expectativa em torno de decisões do Federal Reserve (Fed) e a atratividade de títulos do Tesouro dos EUA impactaram a percepções de risco global, levando investidores a ajustar suas posições em mercados emergentes.</p>
<p> Cenário macroeconômico global e os indicadores dos EUA</p>
<p>A economia global está intrinsecamente ligada às movimentações e decisões políticas dos Estados Unidos, a maior economia do mundo. Relatórios e dados econômicos divulgados pelo país frequentemente atuam como catalisadores para o comportamento dos mercados financeiros em diversas nações, incluindo o Brasil. A recente pressão observada na bolsa brasileira e a valorização do dólar são exemplos claros dessa interconexão, motivadas por uma série de indicadores dos EUA que apontam para um cenário de persistência inflacionária ou de robustez econômica.</p>
<p> A influência da inflação e dos juros americanos</p>
<p>Um dos principais fatores que exercem pressão sobre os mercados globais são os dados de inflação dos Estados Unidos, como o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e o Índice de Preços ao Produtor (PPI). Quando esses indicadores mostram uma inflação mais resiliente do que o esperado, crescem as apostas de que o Federal Reserve (Fed) pode adotar uma postura mais hawkish, ou seja, de juros mais altos. Taxas de juros elevadas nos EUA tornam os investimentos em títulos do Tesouro americano mais atraentes, incentivando a saída de capital de mercados emergentes, considerados de maior risco, para a segurança e maior rentabilidade oferecida pelos ativos americanos. Essa movimentação, conhecida como fuga de capital, tende a depreciar moedas locais e derrubar bolsas em países como o Brasil, que dependem do fluxo de investimentos estrangeiros.</p>
<p> O papel dos dados de emprego e consumo</p>
<p>Além da inflação, indicadores de emprego, como o relatório de folhas de pagamento não-agrícolas (Non-Farm Payrolls) e a taxa de desemprego, bem como dados de consumo e vendas no varejo, são monitorados de perto. Um mercado de trabalho aquecido, com baixa taxa de desemprego e salários crescentes, sinaliza uma economia robusta, o que pode alimentar ainda mais a inflação, reforçando a necessidade de uma política monetária mais restritiva por parte do Fed. Da mesma forma, um consumo forte indica confiança dos consumidores e saúde econômica, mas também pode contribuir para pressões inflacionárias. A combinação de emprego forte e consumo resiliente, em um ambiente de inflação elevada, geralmente leva os investidores a precificar uma permanência de juros altos por mais tempo nos EUA, resultando em impactos diretos nos mercados internacionais e na atratividade de ativos brasileiros.</p>
<p> O impacto no mercado brasileiro</p>
<p>A reação do mercado brasileiro aos indicadores dos EUA é um reflexo da sensibilidade do país às dinâmicas econômicas globais. Em um ambiente de incerteza ou de aumento da atratividade de ativos estrangeiros, o Brasil tende a experimentar saídas de capital, resultando na desvalorização de sua moeda e na queda de seus índices de ações.</p>
<p> A queda do Ibovespa e a fuga de capital</p>
<p>A queda de 1,02% do Ibovespa, observada na sessão, não é um evento isolado, mas sim parte de um movimento global de aversão ao risco. Quando os indicadores dos EUA sinalizam um cenário de juros mais altos por lá, investidores estrangeiros tendem a vender suas posições em mercados emergentes para realocar esses recursos em ativos mais seguros e rentáveis nos Estados Unidos. Essa venda maciça de ações brasileiras pressiona o índice para baixo. Além disso, a perspectiva de um dólar mais forte globalmente pode impactar empresas brasileiras com dívidas em moeda estrangeira ou aquelas que dependem de importações, gerando incerteza sobre seus resultados futuros e contribuindo para a deterioração do humor do mercado acionário. Setores mais dependentes de capital externo ou com maior exposição a commodities geralmente são os primeiros a sentir o impacto.</p>
<p> A valorização do dólar e seus reflexos</p>
<p>A alta de 0,25% do dólar frente ao real, revertendo uma sequência de quedas, é um sintoma direto da maior demanda por moeda americana. Com a expectativa de juros mais elevados nos EUA, o dólar se torna um ativo mais procurado, tanto para investimentos quanto para proteção. Para a economia brasileira, um dólar valorizado tem múltiplos reflexos. Por um lado, pode tornar as exportações mais competitivas, já que os produtos brasileiros ficam mais baratos para compradores estrangeiros. Por outro lado, encarece as importações, o que pode pressionar a inflação interna, especialmente em itens que dependem de insumos importados. Além disso, empresas com dívidas em dólar veem seus passivos aumentarem, e o custo de viagens internacionais para brasileiros se eleva. A volatilidade cambial cria um ambiente de incerteza para o planejamento financeiro de empresas e famílias.</p>
<p> Perspectivas e o futuro do mercado</p>
<p>A dinâmica atual do mercado, impulsionada pelos indicadores dos EUA, sublinha a importância de um acompanhamento contínuo dos dados econômicos e das comunicações dos bancos centrais, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. A volatilidade tende a persistir enquanto houver incertezas sobre o pico da inflação global e o futuro da política monetária. Investidores e analistas continuarão atentos aos próximos relatórios de emprego, inflação e PIB, que fornecerão mais pistas sobre a trajetória econômica. A resiliência da economia brasileira e as políticas fiscais e monetárias internas também desempenharão um papel crucial na mitigação desses choques externos e na definição dos rumos do Ibovespa e do câmbio nos próximos meses.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que são &#8220;indicadores dos EUA&#8221; e por que são importantes?<br />
São dados econômicos divulgados pelo governo e instituições dos Estados Unidos, como taxas de inflação (CPI), relatórios de emprego (Non-Farm Payrolls) e dados de crescimento (PIB). Eles são cruciais porque fornecem insights sobre a saúde da maior economia do mundo e influenciam diretamente as decisões de política monetária do Federal Reserve, impactando os mercados financeiros globais, incluindo o Brasil.</p>
<p>Por que o Ibovespa cai quando os indicadores dos EUA são fortes?<br />
Quando os indicadores dos EUA mostram uma economia forte ou inflação persistente, aumenta a expectativa de que o Federal Reserve manterá os juros altos ou os elevará ainda mais. Juros mais altos nos EUA tornam os investimentos em títulos americanos mais atraentes, levando investidores a retirar capital de mercados emergentes, como o Brasil, em busca de maior segurança e rentabilidade, o que provoca a queda do Ibovespa.</p>
<p>Como a valorização do dólar afeta a economia brasileira?<br />
A valorização do dólar encarece as importações, o que pode pressionar a inflação interna, e aumenta o custo da dívida externa para empresas e governo. Por outro lado, pode beneficiar exportadores, tornando os produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional. No entanto, a volatilidade cambial gera incerteza e pode impactar o planejamento financeiro de diversos setores da economia.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre as últimas notícias e análises do mercado financeiro e entender como os eventos globais afetam seus investimentos, assine nossa newsletter e receba informações exclusivas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>Cop30: impasse no financiamento ameaça metas climáticas globais</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 20:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um impasse crítico em relação ao financiamento de medidas de adaptação climática paira sobre as negociações na COP30, travando o progresso na definição de metas globais para enfrentar os impactos da crise climática. A crescente urgência imposta pelo aquecimento global exige que os países superem suas divergências e cheguem a um acordo para mitigar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um impasse crítico em relação ao financiamento de medidas de adaptação climática paira sobre as negociações na COP30, travando o progresso na definição de metas globais para enfrentar os impactos da crise climática. A crescente urgência imposta pelo aquecimento global exige que os países superem suas divergências e cheguem a um acordo para mitigar os efeitos devastadores que já afetam comunidades e ecossistemas em todo o mundo.</p>
<p>Durante a reunião de Alto Nível realizada em Belém, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, alertou para a necessidade urgente de reconhecer a transformação que a emergência climática já impõe sobre vidas, economias e ecossistemas globalmente. Ela enfatizou que, mesmo que as emissões de gases de efeito estufa fossem interrompidas imediatamente, as consequências persistiriam por muitos anos, exigindo medidas de adaptação robustas.</p>
<p>&#8220;A adaptação precisa estar no centro da resposta global,&#8221; declarou a ministra. &#8220;Proteger pessoas e territórios depende de instrumentos concretos para medir o progresso, orientar políticas e reduzir vulnerabilidades. Por isso, é fundamental que essa COP30 saia com os indicadores globais de adaptação finalmente aprovados.&#8221;</p>
<p>A especialista em mudanças climáticas do WWF-Brasil, Flávia Martinelli, ressalta que as negociações sobre adaptação devem levar em consideração a capacidade de avaliar a vulnerabilidade das sociedades aos eventos climáticos extremos. A definição de um padrão de ação e implementação é crucial para monitorar o progresso a longo prazo, avaliando o quão perto ou longe se está de proteger as populações dos impactos climáticos.</p>
<p>A COP30, já considerada a &#8220;COP da Adaptação&#8221;, tem o objetivo de concretizar a Meta Global de Adaptação, estabelecida de forma genérica no Acordo de Paris. A definição de indicadores é essencial para direcionar investimentos e projetos para cumprir a meta global, incentivar os países a aumentar sua capacidade de resposta às mudanças climáticas e orientar os Planos Nacionais de Adaptação (NAPs).</p>
<p>Inicialmente, foram levantados mais de 10 mil possíveis indicadores para definir a Meta Global de Adaptação. Após extensas discussões, uma lista resumida de 100 indicadores foi publicada, servindo como base para as negociações atuais.</p>
<p>Lucas Turmena, pesquisador associado do Instituto para o Meio Ambiente e Segurança Humana da Universidade das Nações Unidas, exemplificou alguns desses indicadores, como a porcentagem de pessoas com acesso a água proveniente de sistemas resilientes ao clima, a proporção de reurbanização de comunidades urbanas com foco na adaptação, e a porcentagem de pessoas vivendo na pobreza em áreas de alto risco.</p>
<p>No entanto, a definição desses indicadores enfrenta dois obstáculos principais: a viabilidade de mensuração das metas, considerando que nem todos os países possuem as mesmas condições de medição, e o financiamento necessário para a medição dos critérios, incluindo dinheiro e tecnologia.</p>
<p>Na fase atual das negociações, a discussão das metas enfrenta resistências de países que buscam adiar o acordo final ou vinculá-lo a garantias financeiras para o cumprimento. Um grupo de países africanos propôs adiar a negociação por mais dois anos, sugerindo que o acordo sobre adaptação seja definido na COP da Etiópia, em 2027. Outras nações árabes pressionam para que a discussão seja diretamente vinculada ao aumento do financiamento, argumentando que as metas não devem ser definidas sem discutir os recursos necessários para cumpri-las.</p>
<p>A presidência do Brasil tem mediado em busca de um consenso e de uma resposta definitiva dos países ao tema da adaptação nesta COP30.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Central de Indicadores (BI) de Santana de Parnaíba recebe visita de estudantes de medicina do Mackenzie</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 03:10:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Central de Indicadores (BI) de Santana de Parnaíba recebeu, na manhã de quinta-feira (14), a visita de um grupo com professores e estudantes do primeiro curso de medicina da Universidade Mackenzie Campus Alphaville/Barueri. Durante mais de 4h de aprendizado, que contou com a participação do prefeito Elvis Cezar, servidores da Secretaria Municipal da Casa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Central de Indicadores (BI) de Santana de Parnaíba recebeu, na manhã de quinta-feira (14), a visita de um grupo com professores e estudantes do primeiro curso de medicina da Universidade Mackenzie Campus Alphaville/Barueri. Durante mais de 4h de aprendizado, que contou com a participação do prefeito Elvis Cezar, servidores da Secretaria Municipal da Casa Civil (SMCC) concluíram o sistema de informações do município utilizado para direcionar as ações da gestão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Vivi como prefeito em 2013 e 2014 uma grande crise de médicos que o país já viveu, a gente trabalhou tanto e sempre sonhou que as faculdades de medicina poderiam chegar na nossa cidade, na nossa região, então a presença de vocês aqui hoje é uma realização de um grande sonho”, disse o prefeito Elvis Cezar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Antes da chegada do curso de medicina do Mackenzie Alphaville/Barueri, a primeira da instituição em todo o Estado de São Paulo, Santana de Parnaíba se tornou sede do primeiro curso de medicina da UNIP, onde os alunos estão cursando o 5º ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">No decorrer da visita monitorada, professores e alunos receberam informações do BI sobre como as soluções tecnológicas estão melhorando a qualidade dos serviços à população, além de dados de funcionamento das consultas médicas e de algumas políticas públicas realizadas pelas secretarias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Poder ter acesso a esses dados que estão bem sistematizados, mapeados e podem ser vistos em tempo real é uma experiência muito privilegiada”, destacou Bruna Ballarotti, professora da disciplina de Atenção Primária à Saúde (APS) do Mackenzie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Com uma ampla oferta de projetos, Santana de Parnaíba também destacou aos estudantes como funciona o Programa Mãe Parnaibana, do Fundo Social de Solidariedade, que oferece às moradoras da cidade uma assistência completa com exames, palestras, prioridade no agendamento de consultas e entrega de kit enxoval.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“O controle que a prefeitura tem, na verdade, é um negócio muito seguro e com muito apoio, não só dos médicos, mas de toda equipe multiprofissional”, observou Mariana Duarte, estudante de medicina do Mackenzie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Reconhecida como uma cidade com investimentos contínuos na saúde e vários setores do município, Santana de Parnaíba está para inaugurar, em breve, o novo Hospital e Maternidade com 200 leitos e diversas especialidades (em fase de contratação de licitação da organização social que será responsável pela gestão).</p>
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		<title>IBGE: em 2023, 11,8 milhões de pessoas deixaram pobreza e extrema pobreza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 11:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Síntese de Indicadores Sociais mostra que números no país recuaram à menor proporção registrada desde 2012 De 2022 a 2023, o percentual da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza adotada pelo Banco Mundial caiu de 31,6% para 27,4%. É a menor proporção registrada desde 2012. Numericamente, a população [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>
<em>Síntese de Indicadores Sociais mostra que números no país recuaram à menor proporção registrada desde 2012</em></h4>
<p>De 2022 a 2023, o percentual da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza adotada pelo Banco Mundial caiu de 31,6% para 27,4%. É a menor proporção registrada desde 2012. Numericamente, a população na faixa da pobreza recuou de 67,7 milhões para 59 milhões. Em um ano, 8,7 milhões de pessoas saíram dessa condição. Os dados estão na Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira, 4 de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br />
No mesmo período, a proporção da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de extrema pobreza recuou de 5,9% para 4,4%, também a menor proporção desde 2012 e pela primeira vez abaixo dos 5%. Em números absolutos, o recuo foi de 12,6 milhões para 9,5 milhões. Em um ano, 3,1 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza.<br />
Para fazer a análise, o IBGE considerou as linhas do Banco Mundial segundo o Poder de Paridade de Compra (PPC), que monitoram o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 1 (Erradicação da Pobreza). O Banco Mundial leva em conta o valor de R$ 665 per capita por mês no núcleo familiar para identificar a pobreza e R$ 209 para a extrema pobreza.</p>
<h4><strong>PROGRAMAS SOCIAIS</strong> —</h4>
<p>Segundo o estudo, a existência de programas sociais de transferência de renda é diretamente conectada com os resultados. Segundo a projeção, caso não houvesse programas sociais implementados pelo Governo Federal, a proporção de pessoas na extrema pobreza em 2023 teria subido de 4,4% para 11,2% e a proporção da população na pobreza teria subido de 27,4% para 32,4%.</p>
<h4><strong>BENEFÍCIOS</strong> —</h4>
<p>De 2022 para 2023, a proporção de pessoas que viviam em domicílios beneficiados por programas sociais subiu de 25,8% para 27,9%. Em 2020, ponto mais alto da série, essa proporção havia chegado a 36,8%, devido aos benefícios concedidos pelo Governo Federal para aplacar os efeitos da pandemia de Covid-19. Em 2023, cerca de 51% das pessoas em áreas rurais viviam em domicílios beneficiados por programas sociais. Em áreas urbanas, a proporção era de 24,5%.</p>
<h4><strong>BOLSA FAMÍLIA</strong> &#8211;</h4>
<p>Entre as pessoas com 0 a 14 anos, 42,7% viviam em domicílios com benefícios. Ou seja, os programas sociais estão presentes na vida de duas em cada cinco crianças do país. O novo Bolsa Família, por exemplo, passou a contar com adicional mensal de R$ 150 para cada criança de zero a seis anos no núcleo familiar do beneficiário e adicionais de R$ 50 a cada criança e adolescente de sete a 18 anos, além de gestantes e mães em fase de amamentação.<br />
<strong>DESIGUALDADES REGIONAIS</strong> &#8211;</p>
<p>As proporções mais altas de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza foram identificadas nos estratos que abarcam Arcos Metropolitanos e o interior das regiões Norte e Nordeste. Os estratos com maiores valores foram: Vale do Rio Purus (AM), com 66,6%; Litoral e Baixada Maranhense, com 63,8%; e Entorno Metropolitano de Manaus (AM), com 62,3%, acima da média nacional (27,4%). Nas demais regiões do país, destacam-se negativamente os entornos de Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ), com proporções de pobres na terceira faixa, de um total de quatro (entre 27,4% e 48,8%), nos seguintes locais: Entorno Metropolitano de Cuiabá (MT), com 29,9%; Integrada de Brasília e Goiás, com 27,6%; e Arco Metropolitano de Nova Iguaçu (RJ), com 33,9%. “O detalhamento por estratos permite ver a desigualdade regional, uma vez que os dados por unidades da federação colocaram todas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste dentro dos menores valores”, avalia Leonardo Athias, gerente da SIS.</p>
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<td><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NYk5FJEe2CHCepZ9FN9ztYfsaFW_79ft4xS2G_0Mug0_tu8vUCb3oNrUwz2WIMqeICj7z0r1BNhZWOKP4gsLCqqPeYpvDJ8Hyh0ma2D93aWrmaGXCLfPg-WqCQezRJrK6B1VhmmKhJHIV_7D4bNgMqsYSs18fBZ6a7RPOFHy_FX7gFwMr1Y2tMFWZMJGbyP0zlIrmOfPy5nj50QhYIvwp1YlCXJvTdcWeynqwdgonE2vYVrOkTm_7mb3eK3AmPg=s0-d-e1-ft#https://s2412.imxsnd40.com/5==AO5oTNhBzNhljOt92YuwWah12ZAVGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9ma6gTO2cDN2EDO3EjOn5GcuIzN3gDOygTMxMjRyUSMxMzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN" alt="" width="750" data-bit="iit" /></p>
<table border="0" width="750" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
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<tr>
<td width="750">
<h4>Desigualdades regionais na pobreza e extrema pobreza</h4>
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</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>OCUPAÇÃO</strong> —</h4>
<p>Entre as pessoas ocupadas, menos de 1% foram consideradas extremamente pobres em 2023, enquanto entre os desocupados a proporção chegou a 14,6%. Da mesma forma, a proporção de pessoas ocupadas pobres (14,2%) foi bem inferior à dos desocupados pobres (54,9%). “Os indicadores mostram que há pobreza em parte da população ocupada, provavelmente relacionada à vulnerabilidade social de segmentos do mercado de trabalho. No entanto, a pobreza e a extrema pobreza entre trabalhadores são menos intensas do que na população desocupada”, disse Simões.</p>
<h4><strong>NEM NEM</strong> —</h4>
<p>Em 2023, o total de jovens de 15 a 29 anos que não estudavam e não estavam ocupados atingiu o menor número (10,3 milhões) e a menor taxa (21,2%) desde o início da série, em 2012. Denise Guichard, analista do IBGE, avalia que “a redução se deve à melhora do mercado de trabalho, ao aumento no número de jovens que estudavam e estavam ocupados e às mudanças demográficas que levam a uma gradual diminuição da população mais jovem no país”. Um dos retratos do estudo é que, quanto menor a faixa de rendimento, maior a proporção de jovens de 15 a 29 anos fora do sistema de ensino e do mercado de trabalho. Em 2023, cerca de 21,2% dos jovens não estudavam nem estavam trabalhando. No entanto, entre os 10% dos domicílios do país com maiores rendimentos, apenas 6,6% dos jovens estavam nessa condição, enquanto nos 10% dos domicílios com os menores rendimentos, 49,3% dos jovens (praticamente metade) não estudavam e não estavam ocupados.</p>
<h4><strong>RACIAL</strong> —</h4>
<p>Entre 10,3 milhões de jovens de 15 a 29 anos que não estudavam nem estavam ocupados no Brasil em 2023, as desigualdades de gênero e de raça persistem: as mulheres pretas ou pardas eram 4,6 milhões (ou 45,2% do total de jovens que não estudavam nem estavam trabalhando), enquanto as mulheres brancas eram 1,9 milhão (18,9%). Já os homens pretos ou pardos eram 2,4 milhões (23,4%) e os homens brancos, 1,2 milhão (11,3%).</p>
<h4><strong>OCUPAÇÃO</strong> —</h4>
<p>O total das pessoas ocupadas em 2023 chegou ao maior contingente desde 2012: 100,7 milhões, com aumento de 3,7 milhões de pessoas (ou mais 3,8%) frente a 2022. O aumento ocorreu entre os trabalhadores com vínculo (mais 2 milhões) e também entre os sem vínculo (mais 1,7 milhão). Em 2023, o nível de ocupação para o total da população foi de 57,6%. Para os homens, o indicador alcançou 67,9%, contra 47,9% para as mulheres, diferença de 20 pontos percentuais que, salvo pequenas oscilações, foi praticamente a mesma desde 2012.</p>
<h4><strong>INFORMALIDADE</strong> —</h4>
<p>De 2022 para 2023, a proporção de pessoas com ocupações informais no total de trabalhadores do país variou de 40,9% para 40,7%, o que é considerado estatisticamente estável. Essa taxa de informalidade chegou a 45,8% das pessoas ocupadas de cor ou raça preta ou parda, enquanto era de 34,3% entre as pessoas ocupadas brancas. Os resultados refletem desigualdades historicamente constituídas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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		<title>Barueri é 1º lugar no Ranking de Cidades Sustentáveis no país e no sudeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 15:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Barueri se destacou mais uma vez no país. Dessa vez, ao se classificar em 1º lugar no “Ranking de Cidades Sustentáveis” 2023, desenvolvido pela plataforma on-line Bright Cities. Dentre as 326 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, de acordo dados de 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Barueri se destacou mais uma vez no país. Dessa vez, ao se classificar em 1º lugar no “Ranking de Cidades Sustentáveis” 2023, desenvolvido pela plataforma on-line <a href="https://blog.brightcities.city/pt-br/ranking-bright-cities/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://blog.brightcities.city/pt-br/ranking-bright-cities/&amp;source=gmail&amp;ust=1681483527486000&amp;usg=AOvVaw1zSu7jo5bOSQJHSyzotjsV">Bright Cities</a>. Dentre as 326 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, de acordo dados de 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram apontadas as cinco primeiras de cada região e Barueri se sobressaiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na classificação geral, o município ficou na 1ª colocação com uma média geométrica de 7,35. Na região Sudeste, Barueri também se manteve em 1º lugar, ficando à frente de São Caetano do Sul, Araras, Bragança Paulista e Atibaia – ranking que se repete no quadro nacional. Nas demais regiões brasileiras, as cidades que lideraram são Florianópolis (SC), no Sul; Goiânia (GO), no Centro-Oeste; Sobral (CE), no Nordeste; e Palmas (TO), no Norte.</p>
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<p>Com uma metodologia baseada na análise de dados e de indicadores reconhecidos por entidades internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Internacional de Normalização (ISO), a Bright Cities estabelece rankings comparativos, traça contextos regionais e identifica os principais desafios sociais e econômicos, independentemente do porte do município. Dessa forma, destaca que “as cidades mais inteligentes e sustentáveis buscam aumentar a qualidade de vida de seus cidadãos, visando a gestão eficiente.”</p>
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<h4><b>Números importantes</b></h4>
<p>Esse ranking anual é embasado em 40 indicadores, provenientes da norma ABNT NBR ISO 37120:2021, que foram divididos em cinco pilares temáticos: prosperidade, gestão, bem-estar, segurança e infraestrutura e serviços básicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na área da educação, a porcentagem da população de Barueri em idade escolar matriculada encontra-se em 100%; a de estudantes com ensino secundário completo registrou 88,76%; e o número de estudantes com ensino primário completo é de 74,07%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outros indicadores que chamam a atenção são os 8.712,42, número de empresas por 100 mil habitantes, e com relação à conectividade aérea (número de partidas de voos comerciais sem escalas), da qual a cidade alcançou a marca de 252.801.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já as porcentagens da população atendida por sistema de coleta e afastamento de esgoto, coleta regular de resíduos sólidos domiciliar e serviço de abastecimento de água potável alcançaram 100%.</p>
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<p>“Esse ranking reflete a eficiência dos investimentos que vêm sendo feitos na cidade nos últimos anos pela Prefeitura. Barueri aprimorou consideravelmente sua infraestrutura, o que leva à oferta de mais e melhores serviços, exatamente como mostra esse levantamento”, ressalta o secretário de Obras Beto Piteri.</p>
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<h4><b>Conheça os cinco pilares avaliados</b></h4>
<p>&#8211; A Prosperidade de uma cidade pode ser avaliada tomando como base a economia, a inovação, a infraestrutura e as condições sociais.</p>
<p>&#8211; A Gestão tem como objetivo avaliar fatores que impactam a qualidade da gestão municipal. A análise de indicadores vai desde as finanças públicas até a igualdade de gênero na política.</p>
<p>&#8211; O Bem-estar envolve a qualidade de vida dos habitantes. Esse pilar temático agrega uma série de indicadores que impactam diretamente a vida das pessoas, como educação, saúde, cultura e meio ambiente, por exemplo.</p>
<p>&#8211; A Segurança é considerada fundamental no dia a dia das pessoas e na garantia do bom funcionamento da cidade.</p>
<p>&#8211; A Infraestrutura e Serviços Básicos envolve o desenvolvimento e o bem-estar de uma cidade e de seus habitantes, envolvendo serviços básicos como água potável, saneamento e eletricidade.</p>
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