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	<title>joias &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Bacellar e TH Joias indiciados em inquérito sobre vazamento ao Comando Vermelho</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:02:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) formalizou o indiciamento do deputado estadual afastado Rodrigo Bacellar, do União Brasil, e do ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, por suposto vazamento de informações sigilosas ao Comando Vermelho. A medida judicial também alcança outras três pessoas, intensificando a gravidade de um caso que conecta figuras políticas de alto escalão com uma das maiores facções criminosas do Rio de Janeiro. As acusações centralizam-se na suspeita de que dados confidenciais de investigações foram repassados, potencialmente comprometendo operações policiais e favorecendo a organização criminosa. O indiciamento de Bacellar e TH Joias, ambos com histórico no legislativo fluminense, representa um desenvolvimento significativo na apuração.</p>
<p> Indiciamento e as acusações formais</p>
<p>A investigação da Polícia Federal culminou no indiciamento de cinco pessoas, com destaque para os dois ex-parlamentares. As acusações são de natureza grave, envolvendo a segurança pública e a integridade de processos investigativos cruciais para o combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro. O inquérito busca desvendar a extensão do suposto esquema e a real participação de cada um dos envolvidos.</p>
<p> Os protagonistas da investigação</p>
<p>Rodrigo Bacellar, filiado ao União Brasil, é um deputado estadual afastado que detinha posições de grande influência política no Rio de Janeiro. Além de seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ele chegou a ocupar a presidência da casa desde 2023. Sua projeção política era tamanha que, na ausência do titular Cláudio Castro, Bacellar assumiu interinamente o cargo de governador do estado. Sua posição estratégica levanta questões sobre o alcance e as implicações de qualquer vazamento de informações sigilosas.</p>
<p>Thiego Raimundo dos Santos Silva, popularmente conhecido como TH Joias, é um ex-deputado estadual que também se encontra sob escrutínio. Ele é acusado de intermediar a compra e venda de armas para o Comando Vermelho, a principal facção criminosa do Rio de Janeiro, com vasta atuação no tráfico de drogas e armamentos. A conexão entre um ex-parlamentar e o fornecimento de recursos bélicos para uma organização criminosa sublinha a seriedade das imputações contra TH Joias, tornando-o uma figura central na teia de acusações. O indiciamento dessas figuras, que já transitaram pelos corredores do poder, ressalta a complexidade e a dimensão do caso.</p>
<p> O cerne das alegações</p>
<p>A principal acusação que recai sobre Rodrigo Bacellar e TH Joias é o vazamento de informações sigilosas. Especificamente, Bacellar é apontado por ter supostamente repassado dados confidenciais de uma investigação que tinha como alvo TH Joias. As informações vazadas estariam relacionadas às atividades ilícitas de TH Joias, incluindo sua alegada intermediação na compra e venda de armas para o Comando Vermelho. A entrega de tais dados a uma facção criminosa pode ter comprometido operações policiais, permitindo que os criminosados antecipassem e evitassem a ação das autoridades.</p>
<p>Este tipo de ação, se comprovada, não apenas frustra o trabalho investigativo, mas também confere uma vantagem estratégica significativa a grupos criminosos, minando os esforços do Estado no combate à criminalidade organizada. A Polícia Federal, ao indiciar os envolvidos, sinaliza a existência de elementos que sustentam a tese de que houve uma deliberada comunicação de informações secretas com o intuito de beneficiar o Comando Vermelho.</p>
<p> As reações das defesas e o processo legal</p>
<p>Diante das graves acusações e do indiciamento formal, as defesas dos acusados se manifestaram, buscando refutar as imputações e questionar a validade do processo. Paralelamente, o caso de Rodrigo Bacellar já passou por etapas importantes no sistema judicial, incluindo prisão e subsequente soltura mediante medidas cautelares.</p>
<p> As versões dos acusados</p>
<p>A defesa de Rodrigo Bacellar divulgou uma nota à imprensa, na qual afirmou categoricamente a inexistência de provas que possam atribuir qualquer participação do deputado em ilicitudes ou vazamento de informações. Os advogados classificaram o indiciamento como &#8220;arbitrário e abusivo&#8221;, argumentando que a medida foi adotada &#8220;muito mais para justificar a ação apressada da autoridade policial do que respaldada em elementos sérios e comprometedores&#8221;. A equipe jurídica de Bacellar sustenta que o processo carece de fundamentos sólidos e que a acusação é infundada.</p>
<p>Por sua vez, a defesa de TH Joias optou por comunicar-se através de um vídeo enviado à imprensa. Nesse material, foi negada de forma peremptória qualquer ação ilícita de seu cliente, bem como sua participação em vazamentos de informações para qualquer organização criminosa no Rio de Janeiro. O vídeo enfatizou que a relação entre TH Joias e Rodrigo Bacellar era estritamente profissional, descrevendo-a como &#8220;uma relação entre colegas de parlamento&#8221;, buscando dissociar qualquer envolvimento criminal da interação política.</p>
<p> Cronologia da ação judicial</p>
<p>O caso ganhou proeminência com a prisão de Rodrigo Bacellar em 3 de dezembro. A ordem de prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base na acusação de que o então presidente da Alerj teria vazado informações sigilosas sobre a investigação contra TH Joias. Na ocasião da prisão, Bacellar ainda ocupava a presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, posição que exercia desde o início de 2023.</p>
<p>Apenas cinco dias após a prisão, em 8 de dezembro, o plenário da Alerj se manifestou sobre o caso. Em uma votação significativa, por 42 votos a favor e 21 contra, os deputados estaduais decidiram pela soltura de Bacellar. Apesar da libertação, ele permanece afastado do cargo de presidente da Alerj desde 10 de dezembro e está sujeito a uma série de medidas cautelares. Estas incluem recolhimento domiciliar noturno e o uso de tornozeleira eletrônica, que visam monitorar suas atividades e garantir a integridade do processo judicial.</p>
<p> Desdobramentos e perspectivas futuras</p>
<p>O indiciamento de Rodrigo Bacellar e TH Joias pela Polícia Federal marca um ponto crítico na investigação que apura a ligação entre políticos e o crime organizado no Rio de Janeiro. A formalização das acusações indica que a PF encontrou elementos que justificam o prosseguimento do caso para a próxima fase processual. As defesas deverão agora apresentar suas argumentações em juízo, e o Ministério Público decidirá sobre o oferecimento de denúncia. A evolução deste processo terá amplas repercussões políticas e jurídicas, testando a resiliência das instituições e a capacidade de responsabilização de figuras públicas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem são Rodrigo Bacellar e TH Joias?<br />
Rodrigo Bacellar é um deputado estadual afastado do União Brasil, que presidiu a Alerj e chegou a ser governador interino do Rio de Janeiro. TH Joias, cujo nome é Thiego Raimundo dos Santos Silva, é um ex-deputado estadual acusado de intermediar a compra e venda de armas para o Comando Vermelho.</p>
<p>2. Qual a principal acusação contra eles?<br />
Ambos foram indiciados por suposto vazamento de informações sigilosas para o Comando Vermelho. Rodrigo Bacellar é especificamente acusado de vazar dados de uma investigação contra TH Joias.</p>
<p>3. Quais são as medidas cautelares aplicadas a Rodrigo Bacellar?<br />
Após sua soltura, Rodrigo Bacellar está cumprindo recolhimento domiciliar noturno e utiliza tornozeleira eletrônica, além de estar afastado da presidência da Alerj.</p>
<p>4. O que as defesas argumentam?<br />
A defesa de Rodrigo Bacellar alega que não há provas e que o indiciamento é arbitrário. A defesa de TH Joias nega qualquer participação em vazamentos e afirma que sua relação com Bacellar era estritamente profissional.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste importante caso que envolve a política fluminense e a segurança pública.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Prisão no rio: presidente da alerj detido em operação da polícia federal</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 01:01:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira em uma operação da Polícia Federal. A prisão decorre de conversas interceptadas entre Bacellar e um ex-deputado estadual, conhecido como TH Joias, que já havia sido detido em setembro. A decisão judicial que embasou a prisão de Bacellar e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira em uma operação da Polícia Federal. A prisão decorre de conversas interceptadas entre Bacellar e um ex-deputado estadual, conhecido como TH Joias, que já havia sido detido em setembro.</p>
<p>A decisão judicial que embasou a prisão de Bacellar e seu afastamento do cargo aponta para indícios de vazamento de informações sigilosas. O objetivo desse vazamento seria frustrar o cumprimento de um mandado de prisão contra o ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, no âmbito da Operação Zargun.</p>
<p>As investigações revelaram que, na noite anterior à sua prisão, TH Joias ativou um novo número de celular e, logo em seguida, entrou em contato com Bacellar, a quem se referiu como &#8220;01&#8221;. A Polícia Federal alega que Bacellar orientou o ex-deputado a retirar objetos de sua residência com o intuito de ocultar provas. Ambos também mantiveram contato telefônico, através do mesmo número, na manhã da operação, momentos antes da detenção de TH Joias.</p>
<p>A Operação Zargun resultou na prisão de 14 outras pessoas. As investigações indicam que o parlamentar possui ligações diretas com lideranças do Comando Vermelho, presentes em comunidades como o Complexo do Alemão, a Maré e Parada de Lucas, na zona norte do Rio de Janeiro.</p>
<p>Além da prisão do presidente da Alerj, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e um mandado de intimação para medidas cautelares, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A ação é resultado de uma decisão do STF no julgamento da ADPF das favelas, que determinou que a Polícia Federal conduza investigações sobre as atividades dos principais grupos criminosos violentos no Rio de Janeiro, bem como suas conexões com agentes públicos.</p>
<p>Em nota, a Alerj informou que ainda não foi oficialmente notificada sobre a operação e que tomará as medidas cabíveis assim que tiver acesso às informações. Até o momento, não foi possível contato com a defesa de Rodrigo Bacellar.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Prisão de presidente da alerj revela interceptação e suspeita de obstrução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 20:01:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira (3), com base em interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal. As conversas interceptadas revelaram comunicação entre Bacellar e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, que já havia sido detido em setembro. As interceptações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira (3), com base em interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal. As conversas interceptadas revelaram comunicação entre Bacellar e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, que já havia sido detido em setembro.</p>
<p>As interceptações indicam que, na noite anterior à sua prisão, TH Joias ativou um novo número de telefone e imediatamente contatou Bacellar, referindo-se a ele como &#8220;01&#8221;. Segundo a Polícia Federal, Bacellar teria orientado TH Joias a remover objetos de sua residência com o objetivo de ocultar provas. Os dois também se comunicaram através desse novo número na manhã da operação que culminou com a prisão de TH Joias.</p>
<p>No pedido de prisão de Bacellar, encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal argumentou que existem &#8220;indícios contundentes&#8221; de que operações policiais foram comprometidas pelo vazamento prévio de informações sigilosas, supostamente por parte do presidente da Alerj. Thiego Silva é acusado de utilizar seu mandato para favorecer lideranças do Comando Vermelho, além de intermediar a compra e venda de armas e drogas.</p>
<p>Em nota, os agentes responsáveis pela investigação destacaram a periculosidade da organização criminosa investigada, sua &#8220;profunda infiltração no poder público fluminense&#8221; e a &#8220;absoluta necessidade de aprofundamento das investigações&#8221; para interromper as atividades criminosas e esclarecer os fatos.</p>
<p>Além de autorizar a prisão de Bacellar, o ministro Alexandre de Moraes determinou seu afastamento do cargo de presidente da Alerj. A Polícia Federal também cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados ao deputado, incluindo seus gabinetes na Alerj.</p>
<p>Até o momento, não foi possível contato com a defesa de Bacellar.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Roubo milionário em ribeirão preto: justiça aceita denúncia e detalhes da investigação vêm à tona</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 07:01:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra 17 pessoas envolvidas em um roubo de alto valor ocorrido em um prédio de luxo no centro de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. O crime, que ocorreu em 24 de setembro, revelou uma complexa rede de receptação de joias roubadas com ramificações em três estados.</p>
<p>Até o momento, 15 dos 17 acusados foram presos, incluindo Júlia Moretti, de 21 anos, que se entregou à polícia em Araçatuba após dois meses foragida. As investigações revelaram que a ação criminosa envolveu diferentes núcleos com funções específicas, desde criminosos armados e disfarçados até a logística que incluiu a locação fraudulenta de um apartamento no mesmo edifício para facilitar a entrada e saída dos ladrões.</p>
<p>Ao todo, seis apartamentos foram invadidos, com moradores e prestadores de serviço feitos reféns. A Polícia Civil estima que o grupo criminoso subtraiu cerca de R$ 4 milhões em bens das vítimas.</p>
<p>Entre os presos, estão quatro suspeitos de integrar o núcleo financeiro da quadrilha, responsáveis por movimentações bancárias, recebimento de valores extorquidos e pagamentos logísticos: Sidney Américo Vieira, Felipe Moreira da Mata, João Paulo César Freires de Oliveira e Widman Henrique Américo Barbosa.</p>
<p>No núcleo logístico, encarregado de alugar o apartamento com documentos falsos e dar suporte material aos executores, foram presos Fabiana de Paula Fernandes Miranda, Pablo Rodrigues Cardoso e Júlia Moretti de Paula. A polícia descarta que Júlia seja uma líder do grupo, acreditando que ela foi cooptada para participar do esquema.</p>
<p>Já no núcleo operacional, responsável pela execução direta do assalto, foram detidos Carlos Alberto da Silva, Henrique Eduardo e André Luiz Pereira Nunes.</p>
<p>Diego de Freitas, conhecido como &#8220;Diego Ouro&#8221; nas redes sociais, também está preso, suspeito de comandar a receptação das joias roubadas de dentro da cadeia, onde já cumpria pena por outro roubo.</p>
<p>Ainda são considerados foragidos Stephanie de Freitas Santos e Emerson dos Santos de Jesus, irmã e amigo de Diego, respectivamente. A polícia acredita que eles auxiliaram Diego na receptação e negociação das joias roubadas. Segundo o delegado André Baldocchi, os receptadores tinham ciência do roubo e negociaram os bens logo após o crime, inclusive prestando apoio logístico aos ladrões.</p>
<p>Até o momento, a polícia conseguiu identificar que os criminosos venderam R$ 280 mil em joias roubadas. Desse valor, R$ 100 mil foram recuperados e bloqueados pela Justiça, ficando à disposição para eventual ressarcimento das vítimas.</p>
<p>As investigações indicam que o roubo no prédio está ligado a uma organização criminosa que atuava em três estados, envolvida em um esquema de roubo de joias que foram posteriormente reconhecidas em um programa de televisão. Os suspeitos compartilham a mesma forma de agir e os mesmos receptadores, incluindo Diego de Freitas.</p>
<p>O delegado Baldocchi não descarta a possibilidade de mais pessoas estarem envolvidas no assalto e em outras atividades relacionadas, como lavagem de dinheiro, e que novas investigações paralelas podem ser abertas para identificar outros suspeitos e apurar o envolvimento da organização criminosa com a lavagem de dinheiro, considerando o poder aquisitivo e a estrutura que ela demonstrou ter.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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