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	<title>larissa &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>O legado Moura no atletismo brasileiro</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 14:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cenário esportivo brasileiro, o nome Moura ecoa com um significado especial, representando um legado no atletismo que transcende gerações. A família, composta pelos renomados treinadores Tânia e Nélio, vê agora sua paixão e expertise serem passadas adiante. Tânia Moura, uma figura emblemática e pioneira na formação de talentos nacionais, incluindo a campeã olímpica Maurren [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No cenário esportivo brasileiro, o nome Moura ecoa com um significado especial, representando um legado no atletismo que transcende gerações. A família, composta pelos renomados treinadores Tânia e Nélio, vê agora sua paixão e expertise serem passadas adiante. Tânia Moura, uma figura emblemática e pioneira na formação de talentos nacionais, incluindo a campeã olímpica Maurren Maggi, não apenas consolidou sua própria trajetória de sucesso, mas também inspirou sua filha, Larissa, a seguir os mesmos passos. Agora, o foco se volta para a mais jovem geração: o pequeno Noah, neto de Tânia e filho de Larissa. Aos poucos, ele já ensaia seus primeiros movimentos nas pistas, sinalizando a continuidade de uma história dedicada à excelência atlética e à formação de campeões no esporte nacional.</p>
<p> Tânia Moura: Uma trajetória pioneira no atletismo brasileiro</p>
<p>A figura de Tânia Moura é um marco no atletismo feminino brasileiro, uma verdadeira pioneira que rompeu barreiras e abriu caminho para muitas outras mulheres no esporte. Após uma carreira bem-sucedida como atleta, Tânia fez a transição para a área técnica, tornando-se uma das primeiras mulheres a assumir a função de treinadora no Brasil. Seu pioneirismo não se limitou apenas a ocupar a posição, mas a se destacar de forma extraordinária, liderando seleções nacionais em cinco edições dos Jogos Olímpicos. Sua experiência e conhecimento foram cruciais para lapidar alguns dos maiores talentos do país.</p>
<p> A matriarca e a formação de campeões olímpicos</p>
<p>Entre os muitos atletas que se beneficiaram da orientação de Tânia Moura, destaca-se Maurren Maggi, a campeã olímpica do salto em distância em Pequim-2008. O sucesso de Maggi é um testemunho da capacidade de Tânia em desenvolver atletas de alto rendimento e prepará-los para os palcos mais importantes do esporte mundial. Mas o alcance da matriarca Moura vai muito além. Ela é a única treinadora no Brasil a ostentar medalhas em campeonatos mundiais e olímpicos em todas as categorias, desde o sub-18 até o adulto, uma prova de sua versatilidade e eficácia em diferentes fases do desenvolvimento atlético.</p>
<p>Desde o início dos anos 2000, Tânia Moura coordena tecnicamente o Centro de Excelência de São Bernardo do Campo, uma estrutura fundamental para o desenvolvimento do atletismo no estado de São Paulo. Este centro, mantido pela Secretaria de Esportes do Estado, é um polo de treinamento e formação de novos talentos, onde a experiência de Tânia é aplicada diariamente na gestão e no desenvolvimento de jovens promessas. &#8220;Acho que, de alguma maneira, posso me considerar uma pioneira pelo fato de ter conseguido trabalhar com técnica em todos os grandes torneios internacionais. Fico muito feliz em ver tantas mulheres trabalhando hoje em dia no atletismo&#8221;, afirma Tânia, expressando a satisfação de ver o cenário esportivo se tornar mais inclusivo e representativo. Sua contribuição transcende as medalhas, estabelecendo um padrão de excelência e inspirando futuras gerações de treinadoras.</p>
<p> A nova geração de treinadoras: Larissa Moura segue os passos da mãe</p>
<p>O talento para o atletismo na família Moura parece ser hereditário, passando por osmose para a filha de Tânia, Larissa. No entanto, Larissa optou por não seguir uma longa carreira como atleta nos 100 metros com barreiras. Em vez disso, seu destino a levou para outra faceta do esporte: a de treinadora. Em 2016, após concluir sua formação em Educação Física, Larissa iniciou uma transição suave e natural para a área técnica, um movimento que a levaria a compor a comissão técnica do renomado Centro de Excelência, trabalhando lado a lado com sua maior inspiração, sua mãe.</p>
<p> De atleta a técnica: A transição e a parceria familiar</p>
<p>A transição de Larissa do papel de atleta para o de treinadora foi facilitada pela sua vivência em um lar onde o atletismo era uma conversa constante e uma paixão compartilhada. Ela começou a assumir o posto de auxiliar, especialmente quando seus pais estavam em viagens com a seleção, ganhando experiência prática e compreendendo a dinâmica do trabalho de campo. &#8220;Me formei e comecei a assumir o posto de auxiliar, principalmente quando meus pais estavam viajando com a seleção. A transição de carreira foi bem suave&#8221;, relata Larissa. A oportunidade de trabalhar em parceria com Tânia não é apenas uma continuidade profissional, mas a realização de um sonho pessoal. &#8220;Trabalhar ao lado da minha mãe é um sonho. Ela é a minha maior referência, dentro e fora das pistas. É sempre a ela que recorro quando preciso de um conselho profissional&#8221;, completa Larissa, evidenciando a profunda conexão e o relacionamento de mentoria que moldam seu desenvolvimento como treinadora. Essa parceria mãe e filha não só fortalece o legado familiar, mas também cria um ambiente de aprendizado contínuo e excelência para os atletas do Centro de Excelência. A combinação da experiência consolidada de Tânia com o vigor e as novas perspectivas de Larissa promete impulsionar ainda mais o atletismo nacional.</p>
<p> O futuro do legado: Noah e a continuidade da paixão esportiva</p>
<p>O legado da família Moura está longe de terminar, com o atletismo encontrando uma nova esperança e continuidade na figura do pequeno Noah, filho de Larissa e neto de Tânia. Com apenas 1 ano e 8 meses, Noah já é uma presença constante nos treinos de sua mãe e avó, transformando a pista de atletismo em seu primeiro playground. Sua interação com o ambiente esportivo, ainda que lúdica, é um prenúncio da paixão que corre nas veias da família.</p>
<p> Primeiros passos na pista: Inspirando a próxima geração</p>
<p>Enquanto os atletas treinam com seriedade, Noah aproveita a pista livre para ensaiar suas próprias arrancadas e imitar arremessos e lançamentos, observando atentamente cada movimento ao seu redor. &#8220;O Noah já caminha pela pista e interage com os atletas. Ele até imita arremessos e lançamentos&#8221;, conta Tânia com carinho. Contudo, a visão da família não é de forçar uma carreira específica, mas sim de proporcionar uma base sólida para a escolha futura de Noah. &#8220;Mas o mais importante é ele ter múltiplas experiências esportivas para depois escolher uma modalidade&#8221;, explica Tânia, ressaltando a importância do desenvolvimento integral e da liberdade de escolha. Essa filosofia reflete um entendimento profundo de que a paixão genuína é mais duradoura do que qualquer imposição.</p>
<p>Com as Olimpíadas de Los Angeles se aproximando em dois anos, Tânia Moura intensifica seus esforços no Centro de Excelência. Seu objetivo é ambicioso: garantir que o maior número possível de atletas formados no centro conquiste vagas e, quem sabe, medalhas. &#8220;Um dos grandes objetivos que tenho é desenvolver um futuro medalhista olímpico&#8221;, declara a treinadora, demonstrando sua dedicação incansável e sua visão de longo prazo para o atletismo brasileiro. A presença de Noah simboliza não apenas a continuidade da linhagem atlética dos Moura, mas também a inspiração para que mais jovens encontrem no esporte um caminho de disciplina, superação e sucesso, perpetuando o ciclo de excelência que a família representa.</p>
<p> A perpetuação de um ideal</p>
<p>A história da família Moura é um testemunho vibrante da paixão, dedicação e excelência no atletismo brasileiro. Começando com o pioneirismo inspirador de Tânia Moura, que não apenas quebrou barreiras como mulher treinadora, mas também forjou campeões olímpicos e consolidou um centro de referência, o legado se expande. Sua filha, Larissa, abraçou a carreira técnica com o mesmo fervor, construindo uma parceria profissional e pessoal que enriquece ainda mais o trabalho de formação de atletas. O ciclo se fecha – ou melhor, se reinicia – com a presença do pequeno Noah, que, embora em seus primeiros passos, já simboliza a perpetuação de um ideal: o de viver e respirar o atletismo. A família Moura não apenas contribui para o esporte, mas o incorpora em sua essência, garantindo que o brilho do talento e da dedicação continue a inspirar futuras gerações de atletas e treinadores no Brasil.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a família Moura e o atletismo</p>
<p>Quem é Tânia Moura e qual sua importância para o atletismo brasileiro?<br />
Tânia Moura é uma treinadora pioneira e altamente conceituada no atletismo brasileiro. Ela foi uma das primeiras mulheres a atuar como técnica no país, liderou seleções em cinco Olimpíadas e treinou atletas de destaque como Maurren Maggi. Tânia é a única treinadora no Brasil com medalhas mundiais e olímpicas em todas as categorias (sub-18 ao adulto) e coordena o Centro de Excelência de São Bernardo do Campo, sendo uma figura chave no desenvolvimento do esporte.</p>
<p>Como Larissa Moura se tornou treinadora e qual sua relação profissional com Tânia?<br />
Larissa Moura, filha de Tânia, foi atleta de 100 metros com barreiras. Após se formar em Educação Física em 2016, fez uma transição suave para a área técnica, começando como auxiliar. Atualmente, ela trabalha lado a lado com sua mãe no Centro de Excelência de São Bernardo do Campo. Larissa considera Tânia sua maior referência e mentora, o que fortalece tanto a relação familiar quanto a parceria profissional, contribuindo para a formação de novos talentos.</p>
<p>Qual o papel do Centro de Excelência de São Bernardo do Campo no trabalho da família Moura?<br />
O Centro de Excelência de São Bernardo do Campo é uma estrutura mantida pela Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo e serve como um importante polo de desenvolvimento para o atletismo. Tânia Moura é a coordenadora técnica do centro desde os anos 2000, e Larissa Moura também integra a comissão técnica. O local é fundamental para a identificação, treinamento e lapidação de jovens atletas, sendo um pilar para o trabalho da família Moura na promoção do esporte.</p>
<p>Qual a visão da família Moura para o futuro do atletismo, especialmente com o pequeno Noah?<br />
A família Moura visa estender seu legado no atletismo por meio das próximas gerações. Embora o pequeno Noah já demonstre curiosidade e interação com a pista, a filosofia de Tânia é que ele tenha múltiplas experiências esportivas antes de escolher uma modalidade. O objetivo maior da família, especialmente de Tânia, é continuar desenvolvendo futuros medalhistas olímpicos e inspirar a continuidade da paixão e excelência no esporte brasileiro.</p>
<p>Para acompanhar de perto o desenvolvimento de talentos no atletismo e as próximas conquistas da família Moura, continue explorando o universo do esporte nacional e incentivando as futuras gerações de atletas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Árvores de natal personalizadas geram renda de até r$ 60 mil</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 08:01:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade do fim do ano, a procura por decorações natalinas personalizadas ganha força, impulsionando o mercado de decoradores especializados. Em vez de desembalar adornos antigos, muitos optam por contratar profissionais para criar árvores de Natal exclusivas em suas residências ou empresas. Em Ribeirão Preto e Sertãozinho, ambas no interior de São Paulo, esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proximidade do fim do ano, a procura por decorações natalinas personalizadas ganha força, impulsionando o mercado de decoradores especializados. Em vez de desembalar adornos antigos, muitos optam por contratar profissionais para criar árvores de Natal exclusivas em suas residências ou empresas.</p>
<p>Em Ribeirão Preto e Sertãozinho, ambas no interior de São Paulo, esse nicho de mercado pode gerar faturamento de até R$ 15 mil por árvore. Durante a temporada, que geralmente se estende de outubro a novembro, alguns decoradores chegam a montar cerca de 100 árvores, alcançando um faturamento de até R$ 60 mil.</p>
<p>Larissa Moreno, que atua em Ribeirão Preto, trabalha com decoração natalina há uma década. O negócio começou de forma despretensiosa, decorando sua própria árvore de maneiras diferentes a cada ano. A sugestão de uma amiga para decorar o condomínio onde morava deu início a uma trajetória de sucesso. Hoje, Larissa atende cerca de 50 clientes por temporada, incluindo residências, empresas e condomínios em Ribeirão Preto e cidades vizinhas. Sua agenda abre em agosto e, em geral, se esgota em uma semana.</p>
<p>Já Rose Ronzone, de Sertãozinho, está no ramo há mais de 15 anos. Inicialmente, prestava serviços para outra loja, mas há cerca de sete anos abriu seu próprio espaço, especializado em decoração de casas e com foco no período natalino. Seu modelo de negócio difere do de Larissa: a maior parte do faturamento (70%) provém da venda de árvores e enfeites, enquanto 30% vêm do aluguel. Rose atende entre 60 e 70 residências por temporada, além de cerca de 25 árvores para uma empresa parceira, totalizando cerca de 100 árvores por ano.</p>
<p>Os valores das árvores prontas variam de acordo com o tamanho, o tema e a complexidade da decoração. Larissa trabalha com árvores de 1,80 metro a 3 metros de altura, com preços a partir de R$ 1,3 mil, podendo chegar a R$ 4 mil nos projetos mais elaborados. Rose, por sua vez, vende modelos que custam entre R$ 2,5 mil e R$ 15 mil, incluindo versões temáticas e árvores para aluguel, que podem ultrapassar os R$ 8 mil.</p>
<p>A personalização é um diferencial nesse mercado. Larissa utiliza um catálogo virtual com diversos modelos de árvores, permitindo que o cliente escolha o estilo, o tamanho e solicite ajustes. Rose oferece um atendimento mais presencial, auxiliando o cliente na escolha da árvore, dos enfeites e oferecendo tanto a opção de montagem por conta própria quanto o serviço profissional.</p>
<p>A procura por esses serviços começa cedo. Larissa abre sua agenda em agosto, enquanto Rose afirma que o assunto &#8220;Natal&#8221; está presente em seu trabalho o ano inteiro. Clientes que já contrataram seus serviços costumam reservar a data para o ano seguinte com antecedência.</p>
<p>Além dos números e da correria da temporada, as duas profissionais destacam as histórias e emoções que envolvem a decoração natalina. Larissa se lembra de uma árvore temática da Barbie que montou para uma avó presentear as netas, enquanto Rose se emocionou ao criar uma árvore para uma agência de viagens durante a pandemia, utilizando fotos de famílias que tiveram suas viagens canceladas. As árvores, além de adornos, carregam memórias e simbolismos, tornando o trabalho dos decoradores ainda mais especial.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Mulher presa por mortes conta com ajuda e participa de coral na prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 08:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Elizabete Arrabaça, de 68 anos, presa preventivamente na Penitenciária de Tremembé desde 20 de agosto, enfrenta problemas de saúde e recebe assistência de outra detenta para se locomover. Segundo seu advogado de defesa, Bruno Corrêa, a direção da unidade prisional designou uma ajudante para auxiliar a aposentada em suas atividades diárias, dada a sua condição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Elizabete Arrabaça, de 68 anos, presa preventivamente na Penitenciária de Tremembé desde 20 de agosto, enfrenta problemas de saúde e recebe assistência de outra detenta para se locomover. Segundo seu advogado de defesa, Bruno Corrêa, a direção da unidade prisional designou uma ajudante para auxiliar a aposentada em suas atividades diárias, dada a sua condição debilitada.</p>
<p>Corrêa também relatou que Elizabete participa de atividades dentro da penitenciária, integrando o coral da unidade. A transferência para Tremembé, conhecida por abrigar presos de casos de grande repercussão, foi solicitada pelo próprio advogado, alegando preocupações com a segurança na Penitenciária de Votorantim, devido à chegada de novas detentas com histórico de violência.</p>
<p>Elizabete é ré no processo que investiga a morte de sua nora, Larissa Rodrigues, e também denunciada no caso da morte de sua filha, Nathália Garnica. Ela nega qualquer envolvimento em ambos os crimes.</p>
<p>A juíza titular de Pontal, onde ocorreu a morte de Nathália, determinou a transferência do processo para a 2ª Vara do Júri de Ribeirão Preto, entendendo que há conexão probatória com o caso da morte de Larissa, já em andamento. O promotor de Justiça Marcus Túlio Nicolino, responsável pelas investigações da morte de Larissa, discorda da unificação dos processos, argumentando que isso atrasaria o julgamento do caso de sua nora, que já está em fase avançada.</p>
<p>Na audiência de instrução do processo da morte de Larissa, realizada em 14 de outubro, tanto Luiz Garnica (filho de Elizabete) quanto a própria Elizabete foram ouvidos. Luiz manteve a acusação contra a mãe, negando sua participação no crime e acusando Elizabete também pela morte da irmã. Elizabete, por sua vez, negou qualquer envolvimento na morte da nora e desqualificou suas próprias alegações, feitas em uma carta enviada da prisão, sobre a causa da morte de Larissa.</p>
<p>Larissa Rodrigues foi encontrada morta pelo marido em 22 de março, no apartamento onde viviam. As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público apontam para um pedido de divórcio e problemas financeiros como possíveis motivações para o crime. O laudo toxicológico confirmou a presença de chumbinho no corpo de Larissa, e as investigações indicaram que Elizabete pesquisou sobre o veneno antes da morte da nora e que a professora foi envenenada gradualmente.</p>
<p>Nathália Garnica morreu em 9 de fevereiro, em Pontal. Um dia antes, Elizabete esteve com a filha em sua casa. Inicialmente registrado como morte natural, o caso passou a ser investigado após a confirmação de envenenamento por chumbinho na morte de Larissa. A exumação do corpo de Nathália confirmou que ela também foi envenenada com a mesma substância. A similaridade entre os casos e o fato de Elizabete ter sido a última pessoa a estar com ambas as vítimas a tornaram suspeita nas duas mortes.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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