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	<title>lesões &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Anvisa autoriza estudo pioneiro de polilaminina para lesões na medula espinhal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 05:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu um passo crucial na pesquisa médica brasileira ao autorizar o início de um estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina no tratamento de traumas raquimedulares agudos. Esta aprovação representa uma nova e significativa esperança para milhares de pacientes que sofrem de lesões na medula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu um passo crucial na pesquisa médica brasileira ao autorizar o início de um estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina no tratamento de traumas raquimedulares agudos. Esta aprovação representa uma nova e significativa esperança para milhares de pacientes que sofrem de lesões na medula espinhal ou coluna vertebral, condições frequentemente devastadoras que resultam em paralisia e perda de sensibilidade. O anúncio sublinha o potencial de uma inovação 100% nacional, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em colaboração com o laboratório Cristália. A expectativa é que a pesquisa, focada na segurança do medicamento, abra caminho para futuros avanços na recuperação de movimentos e na melhoria da qualidade de vida dos afetados.</p>
<p> Um novo horizonte para traumas raquimedulares</p>
<p>As lesões na medula espinhal, ou traumas raquimedulares agudos, são condições médicas de extrema gravidade, com impactos profundos e duradouros na vida dos indivíduos e suas famílias. Resultantes geralmente de acidentes, quedas ou atos de violência, essas lesões podem comprometer a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo, levando a paralisia, perda de sensibilidade e disfunções de órgãos internos. Atualmente, as opções de tratamento são limitadas e focadas principalmente na estabilização da coluna vertebral, prevenção de complicações secundárias e reabilitação para maximizar a função residual. A busca por terapias que possam efetivamente restaurar a função neurológica perdida tem sido um desafio global, tornando cada avanço científico um farol de esperança.</p>
<p> A polilaminina: inovação brasileira com potencial transformador</p>
<p>Nesse cenário, a autorização da Anvisa para o estudo da polilaminina surge como um marco notável. A polilaminina é uma proteína presente em diversos animais, incluindo seres humanos, e seu potencial terapêutico para lesões medulares tem sido objeto de intensa pesquisa. O desenvolvimento deste medicamento é um testemunho da capacidade científica brasileira, sendo fruto do trabalho de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria estratégica com o laboratório Cristália. Este projeto destaca-se não apenas pelo seu potencial inovador, mas também por ser uma tecnologia integralmente nacional, o que confere um valor estratégico e econômico adicional ao país.</p>
<p>A pesquisa com a polilaminina já demonstrou resultados promissores em fases pré-clínicas, sugerindo um potencial significativo na recuperação de movimentos. Embora o mecanismo de ação específico continue sob investigação, a substância é estudada por sua possível capacidade de promover a regeneração tecidual, modular a inflamação e proteger neurônios após uma lesão. Este é um passo essencial para o avanço da medicina regenerativa no Brasil e no mundo.</p>
<p> Detalhes do estudo clínico e foco na segurança</p>
<p>A primeira fase do estudo clínico da polilaminina foi cuidadosamente desenhada para avaliar a segurança da aplicação do medicamento em seres humanos. Este é um procedimento padrão em pesquisas de novos medicamentos, onde a prioridade máxima é garantir que a terapia não cause danos significativos aos pacientes. O estudo envolverá cinco pacientes voluntários, todos com lesões agudas da medula espinhal torácica, especificamente entre as vértebras T2 e T10. Um critério crucial para a inclusão é que a lesão tenha ocorrido há menos de 72 horas, caracterizando a fase aguda do trauma.</p>
<p> Critérios de seleção e monitoramento rigoroso</p>
<p>Os pacientes selecionados para esta fase inicial do estudo são aqueles que possuem indicação cirúrgica para a lesão medular. Essa restrição temporal visa avaliar a intervenção da polilaminina em um momento crítico, onde a plasticidade neuronal e as chances de recuperação podem ser maiores. A empresa patrocinadora do estudo terá a responsabilidade primordial de coletar, monitorar e avaliar sistematicamente todos os eventos adversos que possam ocorrer, sejam eles graves ou não graves. Este monitoramento exaustivo é fundamental para a segurança dos participantes e para a continuidade do desenvolvimento clínico do medicamento. A coleta de dados detalhada e a vigilância contínua garantem a conformidade com as mais rigorosas diretrizes éticas e científicas.</p>
<p> O apoio governamental e a prioridade da inovação</p>
<p>O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou a importância desta pesquisa, classificando-a como um marco para os pacientes com lesão medular e suas famílias. Ele ressaltou que &#8220;cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada&#8221;, sublinhando o impacto humano da inovação. O Ministério da Saúde tem desempenhado um papel fundamental na estruturação e financiamento deste projeto, investindo recursos significativos na pesquisa básica que antecedeu esta fase clínica. Esse apoio governamental é crucial para o desenvolvimento de ciência e tecnologia no país, especialmente em áreas de alta necessidade médica.</p>
<p> Anvisa e o fomento à pesquisa nacional</p>
<p>O diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, destacou que a aprovação do estudo clínico da polilaminina foi uma prioridade para o comitê de inovação da agência. Essa priorização reflete o objetivo da Anvisa de acelerar pesquisas e registros de medicamentos e tratamentos que sejam de amplo interesse público. &#8220;Uma pesquisa 100% nacional, que fortalece a ciência e saúde do nosso país&#8221;, afirmou Safatle, reforçando o compromisso da agência com a promoção da inovação e a independência científica brasileira. A colaboração entre instituições de pesquisa, o setor privado e o governo é um modelo exemplar para impulsionar a descoberta e o desenvolvimento de soluções médicas para desafios complexos de saúde.</p>
<p> Perspectivas futuras</p>
<p>A autorização para o estudo clínico da polilaminina representa um momento de grande otimismo para a comunidade científica e para as pessoas afetadas por lesões medulares. Se a segurança do medicamento for comprovada nesta primeira fase, os próximos passos envolverão estudos mais amplos para avaliar a eficácia da polilaminina na recuperação funcional dos pacientes. A jornada desde a pesquisa básica até um medicamento disponível no mercado é longa e exige rigor científico em cada etapa, mas este início promissor sinaliza que o Brasil está na vanguarda da busca por soluções inovadoras para um dos mais desafiadores problemas da medicina. A expectativa é que a polilaminina possa, de fato, se tornar uma terapia revolucionária, oferecendo não apenas esperança, mas resultados concretos para aqueles que buscam a recuperação após um trauma raquimedular.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é a polilaminina?<br />
A polilaminina é uma proteína naturalmente presente em diversos organismos, incluindo seres humanos. Ela está sendo estudada por seu potencial terapêutico na recuperação de lesões na medula espinhal, com base em resultados promissores em fases pré-clínicas.</p>
<p> Qual o objetivo principal desta primeira fase do estudo clínico?<br />
O objetivo primordial desta fase inicial do estudo é avaliar a segurança da aplicação da polilaminina em pacientes humanos com trauma raquimedular agudo. É crucial identificar quaisquer riscos ou eventos adversos antes de avançar para estudos de eficácia.</p>
<p> Para que tipo específico de lesão medular o estudo se destina?<br />
O estudo envolve pacientes voluntários com lesões agudas da medula espinhal torácica, localizadas entre as vértebras T2 e T10. Além disso, é um critério essencial que a lesão tenha ocorrido há menos de 72 horas da indicação cirúrgica.</p>
<p> Quem são os principais envolvidos no desenvolvimento e estudo da polilaminina?<br />
A pesquisa é desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), liderados pela professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália. A autorização e fiscalização do estudo são realizadas pela Anvisa, e o Ministério da Saúde tem apoiado a pesquisa básica.</p>
<p>Fique atento às próximas notícias e acompanhe de perto os avanços desta pesquisa pioneira. Mantenha-se informado sobre os progressos da ciência brasileira e como ela contribui para um futuro mais saudável.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Anvisa autoriza estudos clínicos com polilaminina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 23:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um avanço significativo na medicina brasileira acende uma nova esperança para milhares de pessoas que vivem com lesões na medula espinhal. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, recentemente, a autorização para o início dos estudos clínicos com a polilaminina, uma substância inovadora desenvolvida em pesquisa nacional. Esta terapia promissora, baseada em uma proteína [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um avanço significativo na medicina brasileira acende uma nova esperança para milhares de pessoas que vivem com lesões na medula espinhal. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, recentemente, a autorização para o início dos estudos clínicos com a polilaminina, uma substância inovadora desenvolvida em pesquisa nacional. Esta terapia promissora, baseada em uma proteína natural, busca restaurar movimentos perdidos e melhorar a qualidade de vida de pacientes. A iniciativa, patrocinada pela Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos, marca um passo crucial na validação de um tratamento que pode revolucionar a recuperação de traumas medulares, trazendo otimismo para um cenário médico que há muito busca soluções eficazes. A expectativa é que, com a progressão das fases de estudo, a polilaminina possa se consolidar como uma ferramenta terapêutica de impacto global.</p>
<p> A promessa da polilaminina no tratamento de lesões medulares</p>
<p>A substância polilaminina surge como um farol de esperança para pacientes com lesões medulares, oferecendo a possibilidade de recuperação de movimentos que foram comprometidos. Sua ação é baseada na proteína natural laminina, um componente vital do sistema nervoso que desempenha um papel fundamental na estimulação e no reparo dos axônios – os prolongamentos dos neurônios responsáveis por transmitir impulsos nervosos e, consequentemente, auxiliar nos movimentos corporais. A inovação reside na capacidade da polilaminina de mimetizar essa função reparadora, incentivando a regeneração e a conectividade neural na área afetada.</p>
<p> Mecanismo de ação e origem da substância</p>
<p>A polilaminina é derivada da laminina, uma proteína naturalmente encontrada no organismo e abundante na placenta humana, de onde é extraída para a formulação do medicamento. Sua administração é concebida para ser feita em dose única, aplicada diretamente na área da medula espinhal lesionada. A ideia é que, uma vez no local do trauma, a substância atue ativamente na promoção de um ambiente favorável à recuperação neurológica. Experimentos pré-clínicos e resultados preliminares em modelos animais têm demonstrado um potencial notável, com pacientes lesionados que receberam a polilaminina exibindo recuperação de movimentos, seja de forma total ou parcial. Este é um indicativo forte do seu potencial terapêutico e da relevância dos estudos clínicos agora autorizados.</p>
<p> A importância da intervenção precoce</p>
<p>A eficácia da polilaminina, segundo pesquisadores, está intrinsecamente ligada à rapidez de sua aplicação após a ocorrência da lesão. A pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e responsável pelo estudo que culminou no desenvolvimento da substância, enfatiza que a intervenção precoce é um fator crítico. &#8220;A situação ideal é que seja o mais rápido possível, tanto para a polilaminina quanto para a própria cirurgia&#8221;, explica Sampaio. Ela detalha que, em casos de lesão medular, o tecido ósseo do canal vertebral, que não se relaxa, começa a comprimir a medula devido ao edema (inchaço) gerado pelo trauma. Essa compressão constante pode causar danos adicionais e irreversíveis. Por isso, a maioria dos pacientes necessita de uma cirurgia de descompressão urgente, e a administração da polilaminina em conjunto com essa intervenção cirúrgica o mais cedo possível pode maximizar as chances de recuperação.</p>
<p> Detalhes e fases dos estudos clínicos</p>
<p>A autorização da Anvisa para os estudos clínicos da polilaminina representa o início de uma jornada rigorosa e metódica, que visa garantir a segurança e a eficácia do tratamento. O processo se divide em fases distintas, cada uma com objetivos específicos e critérios de avaliação bem definidos. A primeira etapa é crucial para estabelecer a base de segurança do medicamento antes de avançar para a comprovação de sua eficácia.</p>
<p> O estudo de fase um: Segurança em primeiro lugar</p>
<p>O estudo de fase um envolverá um grupo seleto de cinco pacientes, com idades que variam entre 18 e 72 anos. Os critérios de inclusão são bastante específicos: todos devem ter sofrido lesões completas na medula espinhal torácica em um período inferior a 72 horas e apresentar indicação cirúrgica para descompressão. O objetivo primordial desta fase é verificar a segurança do produto, monitorando quaisquer reações adversas e avaliando a tolerância dos pacientes à substância. É fundamental compreender como o corpo humano reage à polilaminina antes de se aprofundar em sua capacidade de restaurar funções. Portanto, a eficácia do medicamento não será o foco principal desta etapa inicial, mas sim a garantia de que seu uso é seguro para os pacientes.</p>
<p> Próximas etapas e o potencial futuro</p>
<p>Se os resultados da fase um forem positivos e confirmarem a segurança da polilaminina, o estudo poderá progredir para as fases dois e três. Nestas etapas subsequentes, o foco será expandido para comprovar a eficácia da substância no tratamento de lesões na medula espinhal, observando a recuperação funcional dos pacientes e a extensão dos benefícios terapêuticos. Embora o mecanismo de ação da polilaminina ainda não esteja completamente esclarecido em todos os seus detalhes, a substância é amplamente considerada promissora para o tratamento de traumas medulares, dada sua capacidade de estimular a regeneração neural. A Anvisa, através de seu Comitê de Inovação, um grupo dedicado a monitorar e apoiar a avaliação regulatória de produtos e tecnologias inovadoras, tem a polilaminina como um de seus temas estratégicos, ressaltando a relevância da substância para o cenário médico nacional e o compromisso em acelerar o acesso a terapias inovadoras no país.</p>
<p> Perspectivas promissoras para a medicina brasileira</p>
<p>A autorização da Anvisa para os estudos clínicos da polilaminina constitui um marco notável para a ciência e a medicina no Brasil. Representa não apenas um avanço tecnológico significativo no tratamento de lesões medulares, mas também reafirma a capacidade de pesquisadores e instituições nacionais em desenvolver soluções inovadoras com potencial global. Este passo inicial, focado na segurança dos pacientes, é a base para a validação de uma terapia que pode transformar a vida de indivíduos com traumas na medula espinhal, oferecendo-lhes uma nova oportunidade de recuperação e reintegração social. O caminho à frente envolve rigor científico e cooperação, mas as perspectivas são, sem dúvida, animadoras para o futuro da saúde.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é a polilaminina e qual sua origem?<br />
A polilaminina é uma substância desenvolvida nacionalmente, baseada na proteína natural laminina, que é extraída da placenta humana. Ela atua estimulando os axônios dos neurônios para promover a recuperação de movimentos em lesões medulares.</p>
<p>Para que tipo de lesão medular a polilaminina é estudada?<br />
A polilaminina está sendo estudada para o tratamento de lesões completas na medula espinhal torácica que ocorreram há menos de 72 horas e que requerem intervenção cirúrgica.</p>
<p>Qual o objetivo principal da primeira fase dos estudos clínicos?<br />
O objetivo inicial da fase um dos estudos clínicos é primordialmente verificar a segurança do produto em pacientes humanos, avaliando a tolerância à substância e monitorando possíveis efeitos adversos, e não diretamente sua eficácia.</p>
<p>Por que a rapidez na administração é um fator crucial para a polilaminina?<br />
A pesquisadora responsável pelo estudo, Tatiana Sampaio, enfatiza que a administração rápida da polilaminina, idealmente em conjunto com a cirurgia de descompressão, é fundamental. Lesões medulares causam inchaço e compressão da medula contra o osso, e a intervenção precoce minimiza danos adicionais e maximiza as chances de recuperação.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços desta pesquisa promissora e o impacto que poderá ter na vida de milhões.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Esportes amadores: cresce adesão e, junto, a incidência de lesões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2025 16:01:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A crescente busca por um estilo de vida mais ativo, impulsionada pela prática de corrida e futebol amador, tem esbarrado em um problema comum: o aumento no número de lesões. A busca por consultórios médicos reflete uma realidade preocupante entre aqueles que se aventuram no esporte sem a devida preparação. Segundo o ortopedista David Sadigursky, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente busca por um estilo de vida mais ativo, impulsionada pela prática de corrida e futebol amador, tem esbarrado em um problema comum: o aumento no número de lesões. A busca por consultórios médicos reflete uma realidade preocupante entre aqueles que se aventuram no esporte sem a devida preparação.</p>
<p>Segundo o ortopedista David Sadigursky, a falta de preparo e condicionamento físico adequado são os principais fatores que contribuem para o aumento das lesões. &#8220;Essas incidências de lesões têm aumentado bastante, pela falta de preparo, condicionamento adequado, por isso que é muito importante uma consulta antes de começar qualquer esporte&#8221;, explica.</p>
<p>O especialista ressalta que grande parte dessas lesões poderia ser evitada com medidas preventivas simples. Entre os erros mais frequentes, destacam-se a ausência de avaliação médica prévia ao início dos treinos, o uso de calçados inadequados e o aumento repentino da intensidade ou distância percorrida.</p>
<p>&#8220;Muitos pacientes, eles acham que a dor vai passar. Sentiu uma dor, acha que foi por causa do esporte, foi por causa do excesso daquele momento. Mas uma lesão que já está presente, ela pode agravar, principalmente se continuar insistindo no esporte. E aí uma lesão que era parcial pode se tornar uma lesão total, completa&#8221;, alerta o ortopedista. Ele enfatiza a importância de reconhecer os sinais do corpo e de dar uma pausa quando necessário: &#8220;Então, a gente precisa entender que a gente tem um momento que precisa dar uma pausa, precisa parar, repousar pra gente conseguir voltar&#8221;.</p>
<p>Para Sadigursky, o segredo para uma prática esportiva segura e prazerosa reside no respeito aos limites do corpo e no planejamento responsável da atividade física. A combinação de orientação profissional, equipamentos adequados e progressão gradual nos treinos é essencial para evitar lesões e garantir os benefícios do esporte para a saúde.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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