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	<title>LGBTQIA+ &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>LGBTQIA+ &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Ato nos Arcos da Lapa exige fim da violência contra mulheres e</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro foi palco de uma importante manifestação neste domingo (21), com um ato público nos históricos Arcos da Lapa que clamou pelo fim da violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+, além de outras minorias vulneráveis que frequentemente são alvo de assassinatos e agressões em todo o país. Diferentes movimentos sociais se uniram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro foi palco de uma importante manifestação neste domingo (21), com um ato público nos históricos Arcos da Lapa que clamou pelo fim da violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+, além de outras minorias vulneráveis que frequentemente são alvo de assassinatos e agressões em todo o país. Diferentes movimentos sociais se uniram em solidariedade, reforçando a urgência de políticas de proteção e combate ao preconceito. A concentração, inicialmente marcada para as 14h, adaptou-se ao calor intenso do início do verão, com a mobilização ganhando força horas depois. O evento, organizado pela CasaNem, um centro de acolhimento crucial para a comunidade LGBTQIA+ no Rio de Janeiro, teve como catalisador a recente brutalidade de casos de transfobia que chocaram a nação, sublinhando a necessidade de uma sociedade mais justa e segura para todos.</p>
<p> A mobilização nos Arcos da Lapa</p>
<p>A atmosfera nos Arcos da Lapa era de solidariedade e reivindicação. Cartazes, faixas e gritos de ordem ecoavam o sentimento de urgência pela garantia de direitos e pelo fim das agressões. A manifestação se tornou um ponto de encontro para aqueles que buscam visibilidade e justiça, transformando um dos mais icônicos pontos turísticos da cidade em um espaço de protesto e esperança. A força da mobilização sublinhou a determinação dos ativistas em não permitir que a violência seja naturalizada, demandando ação imediata das autoridades.</p>
<p> O chamado da CasaNem contra a brutalidade</p>
<p>A CasaNem, instituição que acolhe pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social, em sua maioria transexuais e travestis, foi a principal articuladora do evento. A organização, conhecida por seus programas de autonomia e cultura, além de oferecer atendimento, oficinas e cursos, convocou o ato em resposta a dois casos recentes de agressão brutal contra jovens trans que ganharam destaque nacional.</p>
<p>A fundadora da CasaNem, Indianarae Siqueira, explicou que um dos catalisadores foi o caso de uma adolescente trans de 13 anos, em Guarapari, Espírito Santo. A jovem foi brutalmente agredida e queimada em via pública, sendo encontrada com queimaduras extensas pelo corpo e rosto. Ela permanece internada em estado grave no Hospital Infantil de Vitória, sem previsão de alta, enquanto o caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. O outro caso foi o de Fernando Vilaça, um jovem de 17 anos de Manaus, que sonhava em ser veterinário, mas foi espancado até a morte por LGBTfobia. Para Indianarae, a morte desses jovens reforça a imperativa necessidade de criação de políticas públicas eficazes que protejam a juventude LGBTQIA+ e estabeleçam o combate ao preconceito desde as primeiras etapas da educação infantil.</p>
<p> Educação como pilar fundamental no combate à opressão</p>
<p>A violência contra mulheres e a população LGBTQIA+ tem ganhado maior visibilidade nos últimos anos, um fenômeno que Indianarae Siqueira atribui não a um aumento em si, mas ao avanço dos mecanismos de denúncia e à criação de novas leis. Essa maior exposição tem sido crucial para trazer à tona uma realidade antes subnotificada, permitindo que as vítimas encontrem canais para buscar justiça e apoio.</p>
<p> Visibilidade, criminalização e o ciclo educacional</p>
<p>Conforme Indianarae, a criminalização da LGBTfobia, por exemplo, embora dolorosa, tem um caráter pedagógico. &#8220;Quando a LGBTfobia se tornou crime também, as pessoas passaram a denunciar mais&#8221;, afirmou. Ela ressalta que, apesar de não ser a forma ideal, a criminalização se torna uma ferramenta para as próximas gerações entenderem a inaceitabilidade dessas condutas em uma sociedade civilizada. A líder da CasaNem enfatiza que a fonte das opressões contra as comunidades vulneráveis reside no machismo e no patriarcado. A luta, portanto, não é contra homens cisgêneros ou indivíduos, mas contra um sistema opressor. Para ela, a solução passa, invariavelmente, pela educação. É crucial educar as pessoas desde a base, nas escolas e em casa, criando um ciclo contínuo de aprendizado. &#8220;Os que aprendem na escola serão os pais das próximas gerações que já vão educar os filhos em casa, para que as novas gerações sejam cada vez mais educadas. É um ciclo constante de educação que não se pode romper&#8221;, defendeu Indianarae, comparando a importância dessa educação com a que se tem em relação à ecologia e às mudanças climáticas.</p>
<p> Vozes da resistência e apoio comunitário</p>
<p>A manifestação nos Arcos da Lapa foi um espaço para que as vozes de quem vive a violência e a luta diária por respeito fossem ouvidas. Diversos participantes compartilharam suas histórias, ressaltando a importância do movimento e do apoio mútuo.</p>
<p> Inspirações de transformação e luta por direitos</p>
<p>Laisa, uma mulher trans de 30 anos e participante ativa do ato, defendeu com veemência a igualdade de direitos e a liberdade das pessoas de serem quem são. Ela acredita que o movimento promovido pela CasaNem é fundamental para essa causa. &#8220;É para falar do amor, pelo respeito, pela igualdade, pela junção das pessoas, independentemente de fazer parte dessa bandeira ou não&#8221;, declarou. A MC Raica também marcou presença, usando sua arte para retribuir o apoio que recebeu da CasaNem. Ela, que já se apresentou em Paradas do Orgulho LGBTI+ no Rio e em Queimados, expressou a alegria de ver as coisas mudando. &#8220;Aos poucos, as coisas estão acontecendo. Tem um gosto de realização para mim e inspiração para outras. A gente só se viu na esquina ou em salões de beleza. Hoje em dia, a gente pode ser o que quiser&#8221;, disse Raica, enfatizando a luta contra a violência e pelos direitos que todos merecem, incluindo trabalho digno. &#8220;Hoje, estou trabalhando de carteira assinada e saindo da prostituição aos poucos. Estou vivendo uma outra realidade. Não podemos desistir. Temos que lutar sempre&#8221;, complementou, destacando o apoio recebido da CasaNem e do Instituto Trans Maré. &#8220;Se não fossem elas, eu não estaria aqui hoje. Elas têm me apoiado bastante. E eu acho que tem que ser assim: umas apoiando as outras, porque, no final, somos nós por nós mesmas, enquanto o sistema tenta nos punir o tempo todo.&#8221;</p>
<p>Lohana Carla, fundadora do Instituto Trans Maré, falou sobre o trabalho de sua organização, que desde a pandemia de COVID-19 oferece acolhimento a mulheres trans e travestis da comunidade, com assistência psicológica e jurídica, além de apoio à alimentação, moradia e empregabilidade. Lohana lamentou o crescente número de mulheres sofrendo agressões no país, mas fez questão de destacar: &#8220;Mas nós, trans, também sofremos agressões. A gente quer abrir o olho da sociedade para todos os campos que sofrem violência. Falam muito em direitos, mas, para nós, está se usando só uma boa maquiagem. As pessoas trans sofrem transfobia, preconceito. É preciso lutar contra isso&#8221;. Eliane Linhares, representando a Corrente Socialista de Trabalhadoras e Trabalhadores (CST) e o grupo Jocanas Arariê, também esteve presente, defendendo a igualdade, o fim da violência e a proteção à mulher indígena. Um cartaz que ela exibia clamava pela criminalização da misoginia, pela prisão para feminicidas e estupradores, e por verbas públicas destinadas à proteção das mulheres.</p>
<p> Dados alarmantes e o caminho à frente</p>
<p>A gravidade da situação da violência contra mulheres e a população LGBTQIA+ é corroborada por dados alarmantes. De janeiro a setembro deste ano, mais de 2,7 mil mulheres foram vítimas de tentativas de feminicídio, e outras 1.075 morreram em decorrência desse crime. O Brasil, pelo 17º ano consecutivo, mantém-se como o país com o maior número de assassinatos de pessoas trans e travestis no mundo.</p>
<p>Em 2024, o Grupo Gay da Bahia registrou 291 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+, o que equivale a uma morte a cada 30 horas. O Dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) contabilizou 122 assassinatos de pessoas trans no ano passado, com um dado preocupante: 82% das vítimas eram pessoas pretas e pardas. A escalada da violência é ainda mais evidente nos levantamentos recentes. O Atlas da Violência 2025 revelou que as agressões contra a população LGBTQIA+ cresceram impressionantes 1.227% em dez anos. Especificamente, os registros de violência contra travestis saltaram de 27 casos em 2014 para 659 em 2023, um aumento de 2.340%. No mesmo período, o número de casos de violência contra mulheres trans subiu de 291 para 3.524 (crescimento de 1.110%), e contra homens trans, o aumento foi ainda maior, 1.607%, passando de 78 para 1.332 casos.</p>
<p>Esses números reforçam a urgência das demandas apresentadas no ato dos Arcos da Lapa e a necessidade de um compromisso contínuo e multifacetado, que inclua legislação robusta, educação abrangente e apoio às vítimas. A luta pela dignidade, respeito e segurança para mulheres e pessoas LGBTQIA+ é um desafio coletivo que exige a atenção e a ação de toda a sociedade.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que motivou o ato nos Arcos da Lapa pelo fim da violência?</p>
<p>O ato foi motivado pela crescente violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+, com especial ênfase em dois casos brutais recentes: a agressão e queimadura de uma adolescente trans de 13 anos em Guarapari, e o espancamento até a morte de Fernando Vilaça, de 17 anos, por LGBTfobia em Manaus.</p>
<p> Qual a importância da educação no combate à violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+?</p>
<p>Segundo a fundadora da CasaNem, Indianarae Siqueira, a educação é fundamental. Ela defende que combater o machismo e o patriarcado desde a base, nas escolas e em casa, cria um ciclo contínuo de conscientização que pode transformar as futuras gerações e erradicar o preconceito e a violência.</p>
<p> Quais são os números mais recentes da violência contra essas comunidades no Brasil?</p>
<p>De janeiro a setembro deste ano, houve mais de 2,7 mil tentativas de feminicídio e 1.075 feminicídios. O Brasil é líder mundial em assassinatos de pessoas trans e travestis pelo 17º ano. O Atlas da Violência 2025 aponta um aumento de 1.227% nas agressões contra a população LGBTQIA+ em dez anos, com aumentos ainda maiores para travestis (2.340%), mulheres trans (1.110%) e homens trans (1.607%).</p>
<p> Como a CasaNem e outras organizações contribuem para a comunidade LGBTQIA+?</p>
<p>A CasaNem é um centro de acolhimento que abriga pessoas LGBTQIA+ em vulnerabilidade, oferecendo programas de autonomia, cultura, atendimentos e cursos. O Instituto Trans Maré, por sua vez, presta assistência psicológica, jurídica, alimentar, de moradia e empregabilidade a mulheres trans e travestis, atuando como um pilar de apoio essencial para a comunidade.</p>
<p>A luta contra a violência exige o compromisso de todos. Apoie iniciativas que promovem a educação e a proteção de mulheres e pessoas LGBTQIA+, denuncie casos de agressão e exija políticas públicas efetivas para construir uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Secretária Nacional dos Direitos da População LGBTQIA+, Symmy Larrat, participa de reunião do GT de Diversidade do CIOESTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 22:27:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã da quarta-feira, dia 02/08, aconteceu mais uma importante reunião no CIOESTE, o encontro mensal de planejamento do Grupo de Trabalho (GT) de Diversidade, que contou com a presença da Secretária Nacional dos Direitos da População LGBTQIA+, Symmy Larrat. O grupo discutiu estratégias e ações para promover a inclusão e garantir os direitos dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 40px;">Na manhã da quarta-feira, dia 02/08, aconteceu mais uma importante reunião no CIOESTE, o encontro mensal de planejamento do Grupo de Trabalho (GT) de Diversidade, que contou com a presença da Secretária Nacional dos Direitos da População LGBTQIA+, Symmy Larrat. O grupo discutiu estratégias e ações para promover a inclusão e garantir os direitos dessa população, principalmente no âmbito do bloco de municípios representado pelo Consórcio.</p>
<p>Além de Larrat, a mesa diretora da reunião foi composta por Silvia Mendes, dirigente do GT e coordenadora LGBTQIA+ da Secretaria Executiva da Mulher e da Diversidade de Osasco (SEMUD); Ângela Maluf, vice-prefeita e secretária de Direitos Humanos da cidade de Cotia; e Jorge Lapas, secretário-executivo do Cioeste.</p>
<p>Também presente a secretária da Mulher e Diversidade de Osasco, Débora Lapas, entre outras autoridades.</p>
<p>Durante a reunião, Lapas enfatizou o papel do Consórcio em integrar políticas públicas para a região e ressaltou a importância de obter resultados práticos a partir dos debates. Symmy Larrat compartilhou orientações valiosas da Secretaria Nacional e do Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania. Os participantes do GT abordaram diversas demandas da região, incluindo a criação de um Ambulatório Trans Regional, empregabilidade para a população LGBT e a criação de um Conselho Regional do setor, sob a gestão do CIOESTE.</p>
<p>A secretária nacional explicou que sua equipe fez um planejamento para organizar a casa, atendendo a pedido do Presidente da República, com a intenção de implementar e fortalecer políticas públicas resultantes de conquistas da população LGBT. “Nossas conquistas não foram implementadas [pela gestão anterior] e temos isso como desafio, fazer com que aconteça de maneira exequível e que chegue à vida das pessoas”, disse.<br />
Entre as os pontos do planejamento estão: criar o Marco Regulatório do setor, ainda na gestão atual do Presidente Lula, incluir o orçamento para as políticas LGBT no PPA (Plano Plurianual), realizar a Conferência Nacional, prevista para 2025, entre outros avanços. “Antes os municípios e estados têm que se organizar e fazer suas Conferências. Queremos chegar à conquista de uma política nacional LGBT.</p>
<p>Também são desafios da Secretaria, o fomento à empregabilidade para Pessoas LGBTQIA+ e a criação de normativas para o atendimento a este recorte da sociedade em centros de cidadania, casas de atendimento e acolhimento, espaços de enfrentamento à violência, entre outros.</p>
<p>Além dos representantes das cidades que compõem o Consórcio, também participaram da reunião: Rafael Calumby, coordenador de Diversidade do Governo do Estado de São Paulo e Phamela Godoy, consultora da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre outras autoridades.</p>
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		<title>Osasco realiza terceira edição da Copa LGBTQIA+ de vôlei </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-realiza-terceira-edicao-da-copa-lgbtqia-de-volei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 May 2023 09:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Vôlei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Esporte, Recreação e Lazer da Prefeitura de Osasco realiza nos dias 13 e 14/05, com apoio do Instituto Divertere mais uma edição da Copa LGBTQIA+ de Vôlei. É a terceira edição do evento, que visa a inclusão e a diversidade dentro do esporte. O torneio contará com a participação de 12 equipes: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A Secretaria de Esporte, Recreação e Lazer da Prefeitura de Osasco realiza nos dias 13 e 14/05, com apoio do Instituto Divertere mais uma edição da Copa LGBTQIA+ de Vôlei. É a terceira edição do evento, que visa a inclusão e a diversidade dentro do esporte.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O torneio contará com a participação de 12 equipes: Bulls SP Vôlei; RB Voleibol; Vôlei FDP; Vila Maria Volleyball; Vitra Voley; Viva Vôlei; Le Vita Volley; Odonto+ Vôlei; Las Vegas Vôlei; Fenerbouas Voleibol; Super Vôlei e PH Vôlei.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O evento será realizado no Ginásio Professor José Liberatti (Presidente Altino) e terá início no sábado (13/05), com os jogos a partir das 8h, e abertura oficial a partir das 12h. No dia seguinte as partidas também começam às 8h. A previsão de término é às 19h, com a premiação dos três primeiros colocados.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A Secretaria de Saúde é parceria no evento e está no local realizando testes e vacinação contra a covid-19, HPV, sífilis e Influenza.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“A Copa tem a intenção de proporcionar um local seguro para a prática esportiva e promover o acolhimento da população LGBTQIA+, além de proporcionar o aumento do círculo de amizades e muita diversão a todos que participam do evento”, disse a criadora e coordenadora do projeto, Mônica Araújo.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“Faremos sempre campeonatos que integrem a população LGBTQIA+, pois o esporte é e sempre será para todas as pessoas”, completou o secretário em exercício de Esportes, Geraldo Leite.</p>
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