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	<title>luis &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Médico denunciado pelo Ministério Público por duplo assassinato em Alphaville</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 02:01:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) formalizou, nesta segunda-feira (26), a denúncia contra um médico acusado de um duplo assassinato que chocou Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo. O crime, ocorrido em 16 de janeiro em frente a um restaurante movimentado, teve como vítimas dois colegas de profissão do agressor, resultado de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) formalizou, nesta segunda-feira (26), a denúncia contra um médico acusado de um duplo assassinato que chocou Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo. O crime, ocorrido em 16 de janeiro em frente a um restaurante movimentado, teve como vítimas dois colegas de profissão do agressor, resultado de uma discussão acalorada envolvendo contratos de licitação. Carlos Alberto Azevedo Filho, de 44 anos, é apontado como autor dos disparos que tiraram a vida de Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35. A denúncia inclui qualificadoras graves, como motivo fútil e uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas, reforçando a seriedade das acusações e a demanda por justiça neste caso de grande repercussão.</p>
<p> A denúncia formalizada pelo Ministério Público</p>
<p>A denúncia foi apresentada pelo promotor de Justiça Vitor Petri, que detalhou as circunstâncias que levaram às mortes dos dois médicos. As qualificadoras inseridas na acusação — motivo fútil, perigo comum, uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e emprego de arma de fogo de uso restrito — sublinham a gravidade dos atos imputados a Carlos Alberto Azevedo Filho.</p>
<p> As qualificadoras do crime</p>
<p>O Ministério Público argumenta que o &#8220;motivo fútil&#8221; se configura pela desproporção entre a causa da discussão (contratos profissionais) e o resultado trágico, a morte das duas vítimas. O &#8220;perigo comum&#8221; é caracterizado pelo local onde os disparos ocorreram: uma rua de intenso movimento em Alphaville, que colocou em risco a vida de transeuntes e outros frequentadores do restaurante. A qualificação de &#8220;uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas&#8221; indica que o ataque foi súbito e que os médicos não tiveram chance de reagir ou se proteger. Por fim, o &#8220;emprego de arma de fogo de uso restrito&#8221; agrava a pena, evidenciando o porte e uso de um armamento de maior letalidade em um ambiente civil.</p>
<p> Pedido de manutenção da prisão</p>
<p>Além da denúncia pelos homicídios qualificados, a Promotoria também requereu à Justiça a manutenção da prisão preventiva do acusado. A medida visa garantir a ordem pública e a instrução processual, considerando a periculosidade do réu e a gravidade dos faticos. Carlos Alberto já estava detido desde a noite do crime, e sua prisão em flagrante foi convertida em preventiva após audiência de custódia, refletindo a urgência e a necessidade de sua custódia.</p>
<p> O fatídico dia em Alphaville</p>
<p>A reconstrução dos eventos pela Polícia Civil e pelo Ministério Público revela uma sequência de acontecimentos que culminaram na tragédia. A noite de 16 de janeiro transformou um encontro casual em um restaurante sofisticado em um cenário de violência brutal e inesperada.</p>
<p> A discussão no restaurante</p>
<p>Segundo a denúncia, na noite do crime, Carlos Alberto Azevedo Filho, 44 anos, estava no restaurante quando encontrou Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43 anos. Os dois já haviam mantido uma relação de trabalho no setor de gestão hospitalar, mas, na ocasião, eram concorrentes em contratos de licitação. Carlos Alberto afirmou em depoimento que não conhecia a outra vítima, Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos. Após uma discussão verbal acalorada relacionada a esses contratos, Carlos agrediu fisicamente Luís Roberto, o que exigiu a intervenção de funcionários do estabelecimento para contê-lo. Vinicius, amigo e colega de Luís Roberto, tentou intervir para defender o companheiro.</p>
<p> O ataque a tiros e as vítimas</p>
<p>A Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para tentar conter a situação no interior do restaurante. No entanto, o desfecho fatal ocorreria minutos depois, do lado de fora. Já em uma rua de intenso movimento, Carlos Alberto sacou uma pistola calibre 9 milímetros de uma bolsa e efetuou diversos disparos contra Luís Roberto e Vinicius. As vítimas, atingidas pelos projéteis, não resistiram aos ferimentos, mesmo após serem socorridas e levadas a um pronto-socorro da região. O ataque foi presenciado por diversas pessoas e capturado por câmeras de segurança, fornecendo evidências cruciais para a investigação.</p>
<p> A investigação policial e o depoimento do acusado</p>
<p>A investigação da Polícia Civil, sob a coordenação do delegado Andreas Schiffmann, aprofundou-se nos detalhes do crime, levantando informações sobre a premeditação do ataque e o histórico do acusado, além de colher seu depoimento.</p>
<p> A premeditação do armamento</p>
<p>As apurações revelaram que o médico Carlos Alberto Azevedo Filho não foi ao restaurante desarmado por acaso. Ele levou a pistola usada no crime em uma bolsa, chegando ao local já munido da arma. No momento do ataque decisivo, após a briga física ter sido aparentemente controlada e a GCM ter feito uma revista sem sucesso, Carlos Alberto foi até onde a bolsa estava, pegou a arma e efetuou os disparos. Este detalhe sugere uma possível intenção prévia de utilizar a arma caso a situação escalasse, contrariando a tese de um ato impensado.</p>
<p> Versão do médico e confronto de interesses</p>
<p>Em seu depoimento, Carlos Alberto admitiu que a discussão com Luís Roberto ocorreu por causa de contratos na área da saúde, relacionados às empresas que ambos mantinham no setor de gestão hospitalar e que se tornaram concorrentes. Ele alegou que Luís Roberto o abordou de forma agressiva, dizendo para ele parar de atrapalhá-lo com os contratos, citando São Bernardo do Campo e pedindo para &#8220;deixar o contrato de lado&#8221;. Carlos Alberto relatou que Luís Roberto teria dito para ele &#8220;ficar esperto&#8221;, momento em que ocorreu o tapa que iniciou a briga. Ele afirmou ter acreditado que Luís Roberto e Vinicius, acompanhados de outras pessoas, iriam em sua direção após saírem do restaurante, o que o levou a pegar a arma da bolsa de sua acompanhante e atirar. No entanto, a mulher que acompanhava Carlos Alberto afirmou em depoimento que não sabia que ele estava armado e que entrou em choque ao ouvir os disparos, imaginando que ele apenas sairia do local.</p>
<p> O histórico do acusado</p>
<p>A investigação também trouxe à tona o histórico criminal de Carlos Alberto. O médico já havia sido preso no ano anterior pelos crimes de racismo e agressão na cidade de Aracaju, Sergipe. Este antecedente é considerado pela polícia como um indicativo da periculosidade do réu e de sua inclinação a comportamentos violentos, reforçando a visão de que ele é uma pessoa que &#8220;não mede consequências&#8221;. A existência desses registros anteriores adiciona uma camada de complexidade ao perfil do acusado, mostrando que o incidente em Alphaville não foi um evento isolado em seu comportamento.</p>
<p> Detalhes do ataque e o papel da Guarda Civil</p>
<p>A análise das câmeras de segurança foi fundamental para entender a dinâmica do crime e a atuação dos envolvidos, incluindo a Guarda Civil Municipal.</p>
<p> A dinâmica dos disparos</p>
<p>As imagens de segurança registraram o momento da briga inicial dentro do restaurante: Carlos Alberto se aproximando da mesa das vítimas, cumprimentando Luís Roberto, a discussão escalando, a agressão física e a intervenção de funcionários. Em um segundo vídeo, Luís Roberto e Vinicius já estão na frente do restaurante, andando para ir embora, quando Carlos Alberto aparece armado e efetua dezenas de tiros contra os dois. Agentes da Guarda Civil, que estavam no local para conter a situação, correm, rendem o médico e o algemam rapidamente. A velocidade da ação é notável: o delegado Schiffmann destacou que a sequência de tiros, rendição e prisão ocorreu em apenas 15 a 20 segundos, com o atirador &#8220;praticamente descarregando a arma&#8221;.</p>
<p> O socorro e o desfecho das vítimas</p>
<p>Luís Roberto Pellegrini Gomes foi atingido por oito tiros, enquanto Vinicius dos Santos Oliveira foi baleado duas vezes. Ambos foram imediatamente socorridos e encaminhados a um pronto-socorro, mas, infelizmente, não resistiram aos graves ferimentos e morreram. Luís Roberto era cardiologista em um hospital municipal de Barueri, e Vinicius trabalhava em unidades de saúde em Cotia, deixando um vácuo em suas famílias e na comunidade médica. Após a prisão, Carlos Alberto foi encaminhado para a cadeia pública de Carapicuíba, aguardando os próximos desdobramentos judiciais.</p>
<p> Os bens apreendidos e a periculosidade do réu</p>
<p>Após o crime, foram apreendidos a arma de fogo utilizada, diversas cápsulas deflagradas, a bolsa onde a pistola foi transportada, documentos variados e a quantia de R$ 16 mil. Todos esses itens passarão por perícia para fornecer mais subsídios à investigação. Para o delegado Andreas Schiffmann, a visão da polícia é clara: Carlos Alberto é uma pessoa perigosa, que não mede consequências, e seu histórico de agressão e racismo em outro estado reforça a necessidade de sua manutenção em cárcere para a segurança da sociedade.</p>
<p> A posição da defesa e próximos passos</p>
<p>Diante da gravidade das acusações e da repercussão do caso, a defesa de Carlos Alberto Azevedo Filho já se manifestou sobre os rumos que pretende tomar.</p>
<p> Estratégia legal do acusado</p>
<p>Em nota oficial, a defesa de Carlos Alberto, representada pelo advogado Antônio Carlos de Faria Júnior, informou que &#8220;está em fase de formalização da equipe técnica responsável pela análise minuciosa dos fatos relacionados ao caso&#8221;. A equipe jurídica ressaltou que &#8220;qualquer manifestação pública será realizada somente após a conclusão dessa etapa, a fim de garantir um posicionamento responsável, técnico e em estrita observância aos trâmites legais&#8221;. A defesa assegurou que, &#8220;no momento oportuno, se manifestará pelos canais institucionais adequados&#8221;, indicando que uma estratégia robusta está sendo elaborada para lidar com as sérias acusações que pesam sobre o médico. Novos depoimentos e a conclusão das perícias são aguardados para o andamento do processo.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O duplo assassinato em Alphaville, que culminou na denúncia do médico Carlos Alberto Azevedo Filho pelo Ministério Público, representa um caso de extrema gravidade e repercussão. As qualificadoras imputadas ao crime — motivo fútil, perigo comum, impossibilidade de defesa e uso de arma restrita — evidenciam a brutalidade dos atos e a seriedade das consequências legais que o acusado pode enfrentar. Enquanto a defesa prepara sua estratégia, a Justiça segue com a análise do processo, que já conta com o depoimento do réu, de testemunhas e com provas técnicas, buscando dar um desfecho a este trágico episódio que abalou a comunidade local e o setor da saúde.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Quem é o médico acusado e quem são as vítimas deste caso?<br />
O médico acusado é Carlos Alberto Azevedo Filho, de 44 anos. As vítimas são Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos, ambos também médicos e colegas de profissão do agressor.</p>
<p>Qual foi o principal motivo alegado para a discussão que antecedeu o crime?<br />
A discussão que escalou para o duplo homicídio foi motivada por desavenças relacionadas a contratos de licitação na área da saúde, envolvendo as empresas dos médicos que, no momento, atuavam como concorrentes.</p>
<p>Quais são as qualificadoras apontadas na denúncia do Ministério Público contra o médico?<br />
A denúncia do Ministério Público aponta as qualificadoras de motivo fútil, perigo comum, uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e emprego de arma de fogo de uso restrito, agravando a pena e a gravidade dos crimes.</p>
<p>O médico Carlos Alberto Azevedo Filho possui antecedentes criminais?<br />
Sim, Carlos Alberto Azevedo Filho já havia sido preso anteriormente no ano passado pelos crimes de racismo e agressão na cidade de Aracaju, Sergipe, o que é um ponto relevante para a avaliação de sua periculosidade.</p>
<p>Este caso continua em investigação e sob análise judicial. Acompanhe as próximas atualizações para ficar por dentro de todos os desdobramentos deste trágico incidente em Alphaville.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Assassinato de Médicos em Alphaville: detalhes do crime e a investigação</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/assassinato-de-medicos-em-alphaville-detalhes-do-crime-e-a-investigacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 07:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um crime chocante abalou a região de Alphaville, Barueri, na Grande São Paulo, com o assassinato de dois médicos por um colega de profissão. O assassinato de médicos em Alphaville, ocorrido em frente a um restaurante uruguaio, mobilizou as forças policiais e gerou grande repercussão. O atirador, Carlos Alberto Azevedo Filho, foi detido em flagrante, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um crime chocante abalou a região de Alphaville, Barueri, na Grande São Paulo, com o assassinato de dois médicos por um colega de profissão. O assassinato de médicos em Alphaville, ocorrido em frente a um restaurante uruguaio, mobilizou as forças policiais e gerou grande repercussão. O atirador, Carlos Alberto Azevedo Filho, foi detido em flagrante, e as investigações preliminares apontam para uma possível disputa de contratos na área da saúde como principal motivação. O caso, marcado por uma sequência de eventos tensos capturados por câmeras de segurança, levanta questões sobre o porte de arma e a segurança em ambientes públicos. As vítimas, Luís Roberto Pellegrini Gomes e Vinicius dos Santos Oliveira, perderam a vida, deixando famílias e carreiras dedicadas à medicina. A Polícia Civil de Barueri prossegue com o inquérito para esclarecer todos os fatos e responsabilizar os envolvidos.</p>
<p> O trágico incidente em Alphaville</p>
<p>A noite de um dia comum transformou-se em tragédia em Alphaville. Carlos Alberto Azevedo Filho, 44 anos, estava em um restaurante com amigos quando avistou Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43, e Vinicius dos Santos Oliveira, 35, em outra área do estabelecimento. O encontro inesperado desencadeou uma série de eventos que culminaria em morte.</p>
<p> A sequência dos fatos que culminou no crime</p>
<p>As imagens registradas pelas câmeras de segurança revelam o desenrolar da fatalidade. Carlos Alberto se levantou de sua mesa e dirigiu-se aos colegas, cumprimentando-os antes de iniciar uma discussão acalorada com Luís Roberto, que chegou a se levantar brevemente. Após Luís Roberto sentar-se novamente, Carlos Alberto o agrediu fisicamente. Imediatamente, Vinicius interveio, trocando socos com Carlos Alberto. Funcionários do restaurante tentaram, sem sucesso, apartar a briga.</p>
<p>Posteriormente, Luís Roberto e Vinicius foram vistos na frente do restaurante, aparentemente se retirando. Contudo, Carlos Alberto reapareceu armado, e, em um ato de violência extrema, efetuou dezenas de disparos contra os dois. Luís Roberto foi atingido por oito tiros, enquanto Vinicius levou dois disparos. Ambos os médicos chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos e morreram no pronto-socorro. A ação foi descrita como extremamente rápida, com o atirador descarregando a arma em questão de segundos.</p>
<p> A intervenção da Guarda Civil e a prisão do atirador</p>
<p>A Guarda Civil Municipal foi acionada para atender a uma ocorrência de pessoa armada no local. Ao chegarem, os agentes realizaram uma revista nos envolvidos, mas não encontraram nenhuma arma naquele momento. Eles instruíram os três médicos a se retirarem do estabelecimento.</p>
<p>Foi do lado de fora do restaurante que o cenário de violência se concretizou. Carlos Alberto, segundo testemunhas, pegou uma arma de uma bolsa, entregue por uma mulher não identificada, e começou a disparar contra Luís Roberto e Vinicius enquanto eles se afastavam. A rapidez da ação dos guardas foi crucial; eles correram, conseguiram render o médico e o algemaram. Carlos Alberto foi preso em flagrante e, após audiência de custódia, teve sua prisão convertida em preventiva, dada a gravidade e a rapidez com que a ação se desenrolou.</p>
<p> A complexa investigação e as motivações</p>
<p>A Polícia Civil de Barueri segue com o inquérito para aprofundar as circunstâncias do crime e consolidar as provas que embasarão o processo judicial. Dois pontos cruciais da investigação são a origem da arma e a motivação que levou ao duplo homicídio.</p>
<p> A origem da arma e a controvérsia do registro CAC</p>
<p>Uma das peças-chave que ainda precisa ser totalmente esclarecida é como Carlos Alberto teve acesso à arma no momento dos disparos. Testemunhas indicaram que uma bolsa contendo a pistola foi entregue a ele por uma mulher, cuja identidade e envolvimento ainda estão sendo apurados. As autoridades buscam determinar se a mulher buscou a bolsa em algum local específico para entregá-la ao atirador.</p>
<p>Carlos Alberto Azevedo Filho possuía registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC). No entanto, a legislação federal é clara: o registro CAC não concede automaticamente o direito ao porte de arma para defesa pessoal. Para portar uma arma fora de um estande de tiro ou de um clube de caça, é necessária uma autorização separada e específica, da qual o atirador não dispunha. A arma utilizada no crime era uma pistola 9 mm, arma de uso restrito, o que agrava ainda mais a situação legal de Carlos Alberto.</p>
<p> Disputa profissional: o cerne da tragédia</p>
<p>A principal linha de investigação aponta para uma motivação decorrente de desavenças profissionais. Carlos Alberto e Luís Roberto eram proprietários de empresas do setor de gestão hospitalar e, há algum tempo, vinham se desentendendo por conta de contratos de licitação. Os desentendimentos eram tão sérios que, segundo relatos de familiares, a relação entre eles era marcada por atritos e ameaças mútuas. Vinicius, a segunda vítima, era funcionário de Luís Roberto. O encontro no restaurante teria sido o estopim para que os ânimos se exaltassem, culminando no desfecho trágico.</p>
<p> Quem são os envolvidos no caso</p>
<p>O crime em Alphaville trouxe à tona os perfis do atirador e das vítimas, evidenciando as diferentes trajetórias profissionais e pessoais que se cruzaram fatalmente.</p>
<p> O perfil do atirador: Carlos Alberto Azevedo Filho</p>
<p>Carlos Alberto Azevedo Filho, 44 anos, médico de profissão, é o principal suspeito e atirador no caso. Seu histórico criminal revela antecedentes. Em 2015, ele foi preso pelos crimes de racismo e agressão em Aracaju, Sergipe. A polícia o descreve como uma pessoa perigosa e que não mede consequências, dadas suas ações anteriores e a brutalidade do crime em questão. Com a prisão preventiva decretada, Carlos Alberto foi encaminhado para a cadeia pública de Carapicuíba, onde aguardará os próximos passos da justiça.</p>
<p> As vítimas: Luís Roberto Pellegrini Gomes e Vinicius dos Santos Oliveira</p>
<p>Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43 anos, era cardiologista e atuava em um hospital municipal de Barueri. Era também empresário no setor de gestão hospitalar, o que o colocava em rota de colisão com o atirador. Luís Roberto foi velado e enterrado na cidade de Rafard, no interior paulista, a cerca de 140 km da capital.</p>
<p>Vinicius dos Santos Oliveira, 35 anos, também médico, trabalhava em diversas unidades de saúde no município de Cotia desde 2019. Sua atuação incluía Unidades Básicas de Saúde (UBS) e o Pronto Atendimento de Caucaia do Alto. Vinicius era reconhecido por seu comprometimento com o serviço público, carinho com os pacientes e bom relacionamento com as equipes. Sua dedicação era tamanha que atuou inclusive em hospital de campanha durante o período mais crítico da pandemia de Covid-19. Vinicius deixou esposa e um filho de apenas 1 ano e meio. Ele foi velado na cidade de Osasco.</p>
<p> Desdobramentos e a busca por justiça</p>
<p>A investigação sobre o assassinato dos dois médicos em Alphaville avança, buscando consolidar as provas e desvendar todos os pormenores que levaram à trágica morte de Luís Roberto Pellegrini Gomes e Vinicius dos Santos Oliveira. Com o atirador, Carlos Alberto Azevedo Filho, sob prisão preventiva e o material apreendido sob análise pericial, as autoridades se empenham em garantir que a justiça seja feita. Novas testemunhas deverão ser ouvidas, e a arma de fogo, cápsulas deflagradas, a bolsa utilizada, diversos documentos e R$ 16 mil foram apreendidos e passarão por perícia. Este caso ressalta a importância da regulamentação e fiscalização do porte de armas, bem como as complexas dinâmicas que podem surgir em ambientes profissionais, culminando em atos de violência extrema. A comunidade médica e a sociedade em geral aguardam por respostas e por um desfecho que traga clareza aos eventos ocorridos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o caso dos médicos em Alphaville</p>
<p> Quem são as vítimas do assassinato em Alphaville?<br />
As vítimas são Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43 anos, cardiologista e empresário do setor de gestão hospitalar, e Vinicius dos Santos Oliveira, 35 anos, médico que atuava em unidades de saúde de Cotia.</p>
<p> Qual a principal motivação apontada para o crime?<br />
A principal suspeita é que o assassinato tenha sido motivado por uma antiga disputa de contratos de licitação na área de gestão hospitalar entre o atirador, Carlos Alberto Azevedo Filho, e Luís Roberto Pellegrini Gomes.</p>
<p> O atirador tinha permissão para portar a arma utilizada?<br />
Não. Embora Carlos Alberto Azevedo Filho tivesse registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC), ele não possuía a licença específica para portar a arma de fogo para defesa pessoal, conforme exigido pela legislação federal. A arma era uma pistola 9 mm.</p>
<p> Como as autoridades agiram no momento do incidente?<br />
A Guarda Civil Municipal foi acionada para atender uma ocorrência de pessoa armada. Após uma briga inicial no restaurante, os agentes pediram que os envolvidos se retirassem. Fora do estabelecimento, o atirador acessou a arma e efetuou os disparos. Os guardas agiram rapidamente, rendendo e prendendo o médico logo após os tiros.</p>
<p>Para acompanhar as atualizações e outros desenvolvimentos deste e de outros casos de repercussão, mantenha-se informado através de nossas análises aprofundadas e notícias diárias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Carnaval de São Luís: prévias da folia iniciam nesta sexta</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/carnaval-de-sao-luis-previas-da-folia-iniciam-nesta-sexta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>São Luís, conhecida como a Ilha do Reggae e a Terra do Bumba Meu Boi, prepara-se para se transformar em um epicentro de celebração e cultura nas próximas semanas. A cidade está pronta para sediar um Carnaval multicultural, e as tão esperadas prévias da Folia de Momo na capital maranhense têm início oficial nesta sexta-feira. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Luís, conhecida como a Ilha do Reggae e a Terra do Bumba Meu Boi, prepara-se para se transformar em um epicentro de celebração e cultura nas próximas semanas. A cidade está pronta para sediar um Carnaval multicultural, e as tão esperadas prévias da Folia de Momo na capital maranhense têm início oficial nesta sexta-feira. Este período pré-carnavalesco promete agitar moradores e turistas, oferecendo uma amostra vibrante do que está por vir. O Carnaval de São Luís é um espetáculo de ritmos, cores e tradições que celebram a rica identidade cultural da região, e as prévias são o aquecimento perfeito para a grande festa.</p>
<p> Abertura oficial e a tradição dos blocos<br />
A temporada de prévias do Carnaval de São Luís será inaugurada oficialmente nesta sexta-feira, dia 16 de janeiro, com o majestoso Cortejo dos Blocos Tradicionais. O evento, que promete ser um espetáculo de cores e sons, terá início às 17h, partindo da histórica Praça Deodoro, localizada no coração do Centro Histórico da capital maranhense. Para a abertura deste ano, um total de 18 atrações estão confirmadas para dar o pontapé inicial nos desfiles carnavalescos. O cortejo seguirá um percurso emblemático pelas ruas do Centro, culminando na charmosa Praia Grande, um dos cartões-postais da cidade.</p>
<p> O cortejo inaugural no centro histórico<br />
O cortejo de abertura é mais do que um simples desfile; é uma celebração viva da identidade cultural ludovicense. Além desta sexta-feira, o mesmo espetáculo está programado para ocorrer nos dias 23 e 30 de janeiro, garantindo que mais pessoas tenham a oportunidade de vivenciar a energia contagiante desses grupos. Nas edições subsequentes, a participação será ampliada com a inclusão dos blocos afro, que trarão suas próprias particularidades e ritmos pulsantes para a festa.</p>
<p>Os blocos tradicionais são pilares da cultura carnavalesca de São Luís, enraizados na história da ilha desde a década de 1920. Eles são os guardiões de uma sonoridade única, que combina a percussão marcante de tambores contratempo, cabaças, reco-recos, agogôs, ganzás, maracás, rocas e apitos, com a melodia de instrumentos de corda como banjo, violão e cavaquinho. Essa fusão rítmica, aliada à indumentária vibrante e coreografias expressivas, confere a esses grupos uma vitalidade e uma identidade inconfundíveis, que há décadas encantam o público e mantêm viva a chama da folia maranhense.</p>
<p> Sábado de folia: circuitos vibrantes no centro<br />
A programação carnavalesca de São Luís continua a todo vapor no sábado, dia 17 de janeiro, com o circuito &#8220;Vem pra o Centro&#8221;. Este circuito oferece uma experiência diversificada em três espaços estrategicamente montados para garantir a diversão de todos os foliões. A partir das 14h, os palcos e praças do Centro Histórico se acendem com uma série de apresentações que prometem celebrar a riqueza cultural do Maranhão.</p>
<p> Palcos Nauro Machado e Fuzileiros da Fuzarca<br />
No Palco Waldecy Vale, situado na icônica Praça Nauro Machado, a festa começa com a apresentação envolvente do Tambor de Crioula Maracrioula, que irá preencher o ar com seus ritmos ancestrais e sua energia contagiante. Em seguida, o palco receberá o desfile dos blocos tradicionais Os Vampiros, Show Feras e Originais do Ritmo, grupos que prometem arrastar multidões com suas marchinhas e suas cores vibrantes. Para completar a grade de atrações neste espaço, os blocos afro Akomabu e GDAM desfilarão em sequência, trazendo suas batidas africanas e suas performances poderosas que são um marco no Carnaval ludovicense.</p>
<p>Paralelamente, o Palco Fuzileiros da Fuzarca, localizado no charmoso Beco Catarina Mina, contará com uma programação igualmente agitada, com seis atrações confirmadas. Entre elas, destacam-se a Bicicleta do Samba, Bicho Terra e o Bloco 100 Sigilo, que prometem manter a animação em alta com muita música e dança, proporcionando um ambiente festivo e acolhedor para os foliões que buscam ritmos variados.</p>
<p> O ritmo contagiante da praça do reggae<br />
Para os amantes do reggae, São Luís reserva um espaço especial: a Praça do Reggae. Ali, será montado o Palco Célia Sampaio, inteiramente dedicado ao ritmo que é marca registrada da capital maranhense. A programação no Palco Célia Sampaio incluirá DJs renomados, bandas que são referências no cenário do reggae local e grupos de dança que irão demonstrar toda a ginga e o balanço do gênero. Um dos pontos altos será a prévia do Bloco do Reggae, um dos mais aguardados da cidade, que antecipará a atmosfera de suas tradicionais saídas. Este espaço é um convite para mergulhar na cultura reggae que pulsa fortemente em São Luís, em uma celebração que mistura a herança africana com a identidade jamaicana, tão presente na ilha.</p>
<p> Domingo à beira-mar: shows e atrações nacionais<br />
No domingo, dia 18 de janeiro, a folia se desloca para a deslumbrante orla da capital maranhense, prometendo um dia de muita música e diversão sob o sol tropical. O circuito &#8220;Vem pra o Mar&#8221; é o palco escolhido para receber uma série de shows na icônica Avenida Litorânea, a partir das 14h. Este circuito é conhecido por sua grandiosidade e por atrair um público numeroso, ansioso por desfrutar da brisa marítima enquanto curte grandes nomes da música.</p>
<p> O circuito &#8220;Vem pra o mar&#8221; na Avenida Litorânea<br />
A programação do &#8220;Vem pra o Mar&#8221; foi cuidadosamente elaborada para agradar a diversos gostos musicais, mesclando talentos locais com estrelas de projeção nacional. Entre as atrações confirmadas, a banda Jeguefolia promete animar a multidão com seu repertório festivo e contagiante, que já é um sucesso entre os foliões maranhenses. A expectativa é alta para a apresentação do baiano Bell Marques, um ícone do axé music, que trará toda a energia e os grandes sucessos que marcaram gerações no Carnaval. Complementando a mistura de ritmos, o pernambucano Léo Foguete subirá ao palco para apresentar o melhor do piseiro e do forró eletrônico, garantindo que o público dance do início ao fim com seus hits dançantes e sua batida envolvente. A Avenida Litorânea se transformará em um imenso palco a céu aberto, unindo a beleza natural da costa ludovicense à alegria inconfundível do Carnaval.</p>
<p> Conclusão<br />
As prévias do Carnaval de São Luís são, sem dúvida, um convite irrecusável para mergulhar na efervescência cultural e na alegria contagiante da capital maranhense. Desde os tradicionais cortejos que ecoam a história da cidade, passando pelos circuitos vibrantes no centro com suas múltiplas manifestações artísticas, até os shows grandiosos na orla com atrações nacionais, a programação foi pensada para celebrar a diversidade e a riqueza da cultura local. São Luís reafirma sua posição como um destino único, onde a folia de Momo se entrelaça com suas identidades de Ilha do Reggae, Ilha do Amor e Terra do Bumba Meu Boi, prometendo uma experiência inesquecível para todos que participarem desta celebração pré-carnavalesca.</p>
<p> Perguntas frequentes<br />
Quando as prévias do Carnaval de São Luís começam oficialmente?<br />
As prévias do Carnaval de São Luís começam oficialmente nesta sexta-feira, 16 de janeiro, com o Cortejo dos Blocos Tradicionais.</p>
<p>Quais tipos de blocos participam da abertura da folia?<br />
A abertura contará principalmente com o Cortejo dos Blocos Tradicionais. Nos dias 23 e 30 de janeiro, os blocos afro também se juntarão à celebração.</p>
<p>Quais são os principais circuitos de folia durante as prévias?<br />
Os principais circuitos são o &#8220;Vem pra o Centro&#8221;, com palcos na Praça Nauro Machado, Beco Catarina Mina e Praça do Reggae, e o &#8220;Vem pra o Mar&#8221;, na Avenida Litorânea.</p>
<p>Haverá atrações musicais de outros estados nas prévias?<br />
Sim, o circuito &#8220;Vem pra o Mar&#8221; no domingo, 18 de janeiro, contará com a presença de artistas de outros estados, como o baiano Bell Marques e o pernambucano Léo Foguete.</p>
<p>Não perca a chance de vivenciar a efervescência do Carnaval de São Luís. Consulte a programação completa e prepare-se para celebrar!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Jovens de Ribeirão Preto transformam realidades com ações sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 07:00:53 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dedicação de jovens de Ribeirão Preto a ações sociais tem se destacado como um farol de esperança e transformação na comunidade. À medida que o ano se encerra, a sensação de dever cumprido ecoa entre adolescentes como Lia Bardella Monteiro, de 15 anos, e Luis Henrique Vitor Martins Júnior, de 16. Longe das salas de aula, eles dedicam seu tempo livre a iniciativas que visam ajudar o próximo e, nesse processo, redefinem suas próprias perspectivas sobre o mundo. Envolvidos em grupos distintos, mas com o mesmo propósito de solidariedade, esses jovens demonstram como o engajamento cívico pode ser um poderoso agente de mudança, tanto para quem recebe quanto para quem doa seu tempo e esforço, gerando um impacto positivo duradouro em suas vidas e na de tantos outros.</p>
<p> O engajamento juvenil e o Interact Club</p>
<p>A participação em programas de voluntariado e desenvolvimento comunitário tem moldado a visão de mundo de muitos adolescentes. Lia Bardella Monteiro, por exemplo, é integrante ativa do Interact, um programa do Rotary Club que visa desenvolver liderança e serviço comunitário entre jovens de 12 a 18 anos. Para Lia, a experiência vai muito além dos objetivos formais do grupo. Ela relata que o ambiente no Interact incentiva um aprendizado contínuo sobre como lidar com a diversidade de pessoas e realidades, cultivando um senso de acolhimento e altruísmo genuíno. A jovem, que já está há mais de um ano no grupo, percebe a diferença que essas atividades fazem em sua compreensão do mundo e de seu papel na sociedade.</p>
<p> Aprendizado e altruísmo em ação</p>
<p>Lia ingressou no Interact inspirada pela trajetória de seu pai, que também participou do programa em sua juventude. Desde o primeiro contato, ela percebeu um forte estímulo à inclusão e à participação ativa. &#8220;É um aprendizado para lidar com pessoas, porque a gente lida com pessoas muito diversas, tanto nos projetos que a gente faz, quanto estando lá dentro&#8221;, afirma. Essa dinâmica fortalece a união do grupo e prepara os jovens para serem agentes de mudança em suas comunidades, ensinando-os a serem acolhedores e proativos. Para Lia, a experiência no Interact oferece uma valiosa oportunidade de autodesenvolvimento, ao mesmo tempo em que a conecta a causas maiores, reforçando sua convicção de que pode fazer a diferença na vida de outras pessoas.</p>
<p> O projeto Recicla Bike</p>
<p>Um dos projetos mais emblemáticos do qual Lia faz parte é o &#8220;Recicla Bike&#8221;. Anualmente, o grupo arrecada bicicletas usadas, restaura-as e as doa para crianças de comunidades carentes em Ribeirão Preto. Dada a alta demanda, muitas vezes é necessário realizar sorteios, mas o impacto do evento vai além da entrega das bicicletas. O projeto se transforma em uma festa para as crianças, com a presença de barbeiros e trancistas voluntários, e distribuição de brinquedos, proporcionando um dia de alegria e celebração. Essa iniciativa não apenas oferece um bem material, mas também momentos de felicidade e interação que ficam gravados na memória das crianças e das suas famílias, demonstrando a força da solidariedade.</p>
<p> Ordem DeMolay: solidariedade e formação cívica</p>
<p>Luis Henrique Vitor Martins Júnior encontrou na Ordem DeMolay, uma instituição social para jovens do sexo masculino entre 12 e 21 anos, uma plataforma para aprimorar seu senso de solidariedade e formação cívica. Desde abril do ano corrente, Luis tem se dedicado intensamente às atividades do grupo, que, segundo ele, abriu portas para aprimorar uma vocação que sempre esteve presente: a de ajudar o próximo. Ele vê no voluntariado uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e de contribuição para o futuro da sociedade, alinhando seu crescimento individual ao bem-estar coletivo e ao fortalecimento dos laços comunitários.</p>
<p> A emoção de servir na prática</p>
<p>Entre as diversas ações da Ordem DeMolay, uma em particular marcou profundamente Luis Henrique: um mutirão de serviços em uma escola pública. Originário da rede pública de ensino, Luis se emocionou ao ver a comunidade sendo beneficiada diretamente por iniciativas como exames de vista gratuitos. &#8220;Um dos atendimentos que a gente teve mais busca foi o exame de vista, que é o que muitas crianças, ainda mais em escolas públicas, têm dificuldade&#8221;, ele relata, destacando que mais de 130 atendimentos foram realizados nessa área específica. Para Luis, que também usa óculos, essa ação sublinha a importância de levar não apenas apoio social, mas também oportunidades concretas de saúde e bem-estar, suprindo uma necessidade básica muitas vezes negligenciada.</p>
<p> Visão de futuro e expansão</p>
<p>Com o sentimento de gratidão pelo ano de 2025, Luis Henrique já projeta um futuro de ainda mais engajamento. Ele expressa o desejo de que a Ordem DeMolay continue a crescer, atraindo mais jovens que compartilhem do mesmo espírito de união e solidariedade. Acreditando que a ação social é uma forma poderosa de levar amor a quem precisa, Luis e seus colegas buscam expandir o alcance de suas atividades e integrar novos membros à sua &#8220;família&#8221; de voluntários. Esse otimismo demonstra a força do movimento juvenil em prol da construção de uma sociedade mais justa e acolhedora, com planos ambiciosos para 2026.</p>
<p> O papel da escola no incentivo ao voluntariado</p>
<p>O crescente engajamento de jovens em ações sociais muitas vezes encontra um ponto de partida fundamental nas instituições de ensino. Em Ribeirão Preto, a Secretaria Municipal de Educação tem desempenhado um papel crucial nesse incentivo, desenvolvendo projetos que encorajam adolescentes a se envolverem ativamente em programas que beneficiam suas comunidades. Roberta Poltronieri, gerente de gestão democrática da secretaria, enfatiza o papel transformador da escola como &#8220;guardiã dos sonhos dos jovens&#8221;, um espaço onde ideias são cultivadas e oportunidades são apresentadas, muitas vezes mudando o curso da vida de muitos estudantes.</p>
<p> Gestão democrática e oportunidades de aprendizado</p>
<p>A gestão democrática coordena iniciativas participativas em escolas municipais, como conselhos e grêmios estudantis, além de fóruns de discussão. Essas plataformas oferecem aos alunos um espaço para a aprendizagem que transcende o currículo tradicional, conectando-os a temas relevantes para a vida em sociedade e para a própria cidade. &#8220;Essas oportunidades mostram que quando você oferece espaço de aprendizagem para os alunos, que não seja só aprendizagem de leitura e de escrita na escola, mas aprendizagem na cidade, eles se engajam, eles aprendem e demonstram interesse&#8221;, explica Roberta. Em 2025, seis escolas já participaram desses projetos, e a expectativa é ampliar ainda mais essa adesão para os próximos anos, visando um impacto ainda maior.</p>
<p> A expansão dos projetos</p>
<p>Para o próximo ano, a gerente de gestão democrática almeja uma maior integração entre os projetos escolares e as demandas sociais. A intenção é que os professores sejam incentivados a desenvolver conteúdos e iniciativas que engajem os alunos em temas transversais à educação formal. Ao adotar essas abordagens, as escolas podem oferecer aos estudantes mais oportunidades de aprendizado prático e relevante para suas vidas e para a sociedade em que estão inseridos. Essa visão busca formar cidadãos mais conscientes, participativos e preparados para fazer a diferença em suas comunidades, construindo pontes entre o conhecimento acadêmico e a realidade social.</p>
<p> O legado da solidariedade juvenil</p>
<p>A trajetória de jovens como Lia e Luis Henrique em Ribeirão Preto exemplifica o poder transformador do voluntariado. Suas histórias revelam que o engajamento em ações sociais não apenas beneficia diretamente as comunidades, mas também promove um desenvolvimento pessoal profundo, cultivando empatia, liderança e uma visão mais ampla do mundo. A dedicação desses adolescentes, aliada ao suporte de instituições como o Interact, a Ordem DeMolay e a própria Secretaria de Educação, constrói um futuro mais solidário e consciente. O legado que esses jovens estão pavimentando é um testemunho da capacidade da nova geração em enfrentar desafios sociais e inspirar mudanças significativas, mostrando que a idade não é um impeditivo para ser um agente de transformação.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o voluntariado juvenil</p>
<p> Quais são os principais benefícios do voluntariado para os jovens?<br />
O voluntariado oferece aos jovens uma gama de benefícios, incluindo o desenvolvimento de habilidades de liderança, empatia e comunicação. Ele expande suas perspectivas sobre diferentes realidades sociais, fomenta o senso de responsabilidade cívica e proporciona uma profunda satisfação pessoal ao contribuir para o bem-estar do próximo. Além disso, pode ser uma excelente forma de construir um currículo e rede de contatos, o que pode ser útil em futuras oportunidades acadêmicas e profissionais.</p>
<p> Como os jovens podem se engajar em ações sociais em suas comunidades?<br />
Há diversas maneiras de se engajar. Jovens podem procurar organizações como o Interact (Rotary Club), Ordem DeMolay, escoteiros, ou grupos de voluntariado ligados a igrejas, ONGs locais e escolas. Muitas cidades também possuem secretarias de educação ou assistência social que coordenam projetos comunitários. O primeiro passo é pesquisar as opções disponíveis e encontrar uma causa que ressoe com seus interesses e valores, ou até mesmo propor uma nova iniciativa.</p>
<p> Qual o papel das escolas no fomento ao voluntariado estudantil?<br />
As escolas desempenham um papel vital ao criar um ambiente que estimule a participação cívica. Isso pode ser feito através da promoção de projetos sociais como parte do currículo, formação de grêmios estudantis ativos, parcerias com organizações de voluntariado e incentivo a professores para desenvolverem atividades que conectem a aprendizagem em sala de aula com as necessidades da comunidade. Ao oferecerem oportunidades de aprendizado prático e relevante, as escolas capacitam os alunos a se tornarem cidadãos engajados e proativos desde cedo.</p>
<p>Interessado em fazer a diferença? Explore oportunidades de voluntariado em sua região e contribua para um futuro mais justo e solidário.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Júri suspenso: sanidade mental de acusado em caso de menino esquartejado será avaliada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:01:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[corpo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o júri popular de Luis Fernando Silla de Almeida, de 46 anos, acusado de assassinar e esquartejar Mateus Bernardo Valim de Oliveira, um menino de 10 anos, em Assis, no interior paulista. A decisão, que veio à tona nesta quinta-feira (27), determina a realização de um incidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o júri popular de Luis Fernando Silla de Almeida, de 46 anos, acusado de assassinar e esquartejar Mateus Bernardo Valim de Oliveira, um menino de 10 anos, em Assis, no interior paulista. A decisão, que veio à tona nesta quinta-feira (27), determina a realização de um incidente de sanidade mental para avaliar a condição psicológica do réu.</p>
<p>Um laudo pericial deverá ser produzido para determinar se, à época do crime, o acusado tinha plena consciência de seus atos e a capacidade de agir de acordo com a lei. O processo ficará suspenso até a conclusão desta avaliação. A decisão de realização do júri popular havia sido anunciada em 20 de maio deste ano.</p>
<p>Luis Fernando Silla de Almeida é acusado de homicídio qualificado por motivo torpe e meio cruel, emprego de meio que impossibilitou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, estupro de vulnerável e fornecimento de bebida alcoólica a criança ou adolescente.</p>
<p>A investigação da Polícia Civil, concluída no final de fevereiro, aponta que o acusado, vizinho da vítima, agiu sozinho. Ele está preso desde 17 de dezembro, dia em que o corpo de Mateus foi encontrado. A polícia concluiu que o crime ocorreu após uma tentativa de abuso sexual contra o menino.</p>
<p>Embora exames periciais não tenham encontrado evidências de abuso sexual no corpo da criança, a polícia acredita que Luis Fernando atraiu Mateus para o local do crime sob o pretexto de um piquenique, onde tentou abusá-lo. A reação do garoto teria motivado as agressões.</p>
<p>O delegado responsável pelo caso, Tiago Bergamo, já havia declarado que o suspeito confessou um desentendimento, relatando que ambos trocaram pedradas, até que uma atingiu fatalmente a criança.</p>
<p>Para ocultar o crime, o suspeito esquartejou o corpo da vítima. Apesar dos esforços, nem todas as partes do corpo de Mateus foram encontradas. A família realizou o sepultamento em 20 de dezembro. A prisão temporária de Luis Fernando foi convertida em preventiva, e ele aguarda julgamento na prisão.</p>
<p>Mateus desapareceu em 11 de dezembro, após sair de casa para andar de bicicleta no bairro Vila Glória. Imagens de câmeras de segurança registraram o menino pedalando sozinho. Mais tarde, a polícia obteve outras imagens que mostravam o garoto acompanhado do suspeito na região da área de mata.</p>
<p>Luis Fernando foi ouvido pela polícia em 17 de dezembro, junto com outras testemunhas. Suas declarações contraditórias levantaram suspeitas. Após ser liberado, ele foi preso no mesmo dia, em sua casa, depois que o corpo do menino foi encontrado.</p>
<p>Em depoimento, o suspeito confessou o homicídio, detalhando que levou o menino ao rio na área de mata, onde as agressões ocorreram. Ele alegou ter atirado uma pedra em Mateus, causando sua morte, e que voltou para casa para buscar uma serra, com a qual desmembrou o corpo da criança.</p>
<p>As investigações apontam que Mateus frequentava a casa de Luis Fernando, onde consertavam bicicletas juntos. O delegado Tiago Bergamo descreveu essa proximidade como uma forma de o suspeito ganhar a confiança da família, comparando a situação a um &#8220;cavalo de Tróia&#8221;.</p>
<p>O delegado também revelou que o vizinho, ao confessar o crime, disse ter ouvido vozes que o incentivaram a cometê-lo e que sentia inveja da alegria das crianças do bairro. Além disso, ele afirmou que costumava frequentar o local onde o corpo foi encontrado com a vítima e até com sua família, sob o pretexto de nadar e passar o dia juntos.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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