<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>mandato &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tag/mandato/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Feb 2026 15:47:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>mandato &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>TSE mantém mandato do senador Jorge Seif (PL-SC) em decisão unânime</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tse-mantem-mandato-do-senador-jorge-seif-pl-sc-em-decisao-unanime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 15:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[seif]]></category>
		<category><![CDATA[Senador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/tse-mantem-mandato-do-senador-jorge-seif-pl-sc-em-decisao-unanime/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou por unanimidade, em uma decisão de grande impacto político e jurídico, o recurso que pleiteava a cassação do mandato e a declaração de inelegibilidade do senador Jorge Seif (PL-SC). A determinação final da corte eleitoral ratifica a permanência de Seif no Congresso Nacional, pondo fim a um processo eleitoral [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tse-mantem-mandato-do-senador-jorge-seif-pl-sc-em-decisao-unanime/">TSE mantém mandato do senador Jorge Seif (PL-SC) em decisão unânime</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou por unanimidade, em uma decisão de grande impacto político e jurídico, o recurso que pleiteava a cassação do mandato e a declaração de inelegibilidade do senador Jorge Seif (PL-SC). A determinação final da corte eleitoral ratifica a permanência de Seif no Congresso Nacional, pondo fim a um processo eleitoral complexo que se arrastava desde as eleições de 2022. A decisão, aguardada com expectativa em Santa Catarina e no cenário político nacional, reforça a jurisprudência do TSE quanto à necessidade de provas robustas para a aplicação de sanções tão severas como a cassação e a inelegibilidade. Este desfecho assegura a estabilidade do representante catarinense em sua cadeira no Senado Federal.</p>
<p> O julgamento histórico no Tribunal Superior Eleitoral</p>
<p>A sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral que selou o futuro político do senador Jorge Seif foi um momento crucial para a justiça eleitoral brasileira. O caso, que teve início em Santa Catarina e escalou até a mais alta corte eleitoral do país, envolvia acusações de abuso de poder econômico durante a campanha para o Senado em 2022. A expectativa sobre o veredito era alta, dada a controvérsia gerada pelas alegações e a possível alteração na representação parlamentar do estado.</p>
<p> A unanimidade dos ministros e seus fundamentos</p>
<p>A decisão unânime dos sete ministros do TSE representou um forte consenso jurídico e um claro sinal sobre a interpretação das provas apresentadas. O relator do caso, ministro André Ramos Tavares, conduziu a análise dos autos, apresentando um voto detalhado que fundamentou a rejeição do recurso. Sua tese, acolhida pelos demais membros da corte, focou na insuficiência probatória para configurar o abuso de poder econômico alegado pelos recorrentes.</p>
<p>Em essência, a corte entendeu que as evidências não demonstraram, de forma cabal e incontestável, a gravidade e a aptidão dos fatos para desequilibrar a disputa eleitoral. Argumentou-se que, embora pudesse haver indícios de apoio ou proximidade com determinados agentes, não se comprovou que tais ações tenham extrapolado os limites da legalidade eleitoral a ponto de justificar a cassação do mandato do senador Jorge Seif. A falta de vínculo direto e explícito entre os atos supostamente irregulares e a campanha do senador foi um ponto central na argumentação. A tese da defesa de Seif, de que as acusações eram vagas e careciam de demonstração do efetivo benefício e da gravidade necessária, encontrou eco no entendimento dos ministros.</p>
<p> As acusações que levaram ao recurso</p>
<p>O processo que visava a cassação de Jorge Seif teve sua origem em denúncias apresentadas pela coligação &#8220;Bora Trabalhar&#8221; (formada por PSD, Patriota e União Brasil), que tinha como candidatos ao Senado os ex-governadores Carlos Moisés e Raimundo Colombo. Estes foram os principais articuladores do recurso, buscando reverter o resultado das urnas que consagrou Seif como senador por Santa Catarina.</p>
<p> Alegações de abuso de poder econômico na campanha</p>
<p>As alegações centrais giravam em torno de um suposto abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação e propaganda durante a campanha eleitoral de 2022. Os denunciantes apontaram para a proximidade de Seif com o empresário Luciano Hang, proprietário da rede Havan, e o alegado uso de aeronaves particulares do empresário em eventos de campanha. Outras acusações incluíam a veiculação de propaganda irregular e o suposto financiamento de ações de campanha por meios não declarados à Justiça Eleitoral.</p>
<p>O ponto mais controverso era o uso de um helicóptero para deslocamentos do então candidato Seif, que seria de propriedade de Luciano Hang. Os recorrentes sustentavam que esse e outros apoios configuravam um desequilíbrio na disputa, pois permitiriam a Seif uma capacidade de mobilização e visibilidade desproporcional em relação aos demais concorrentes. A tese era de que essa vantagem econômica, não devidamente declarada ou fiscalizada, teria influenciado diretamente o resultado das eleições.</p>
<p>É importante contextualizar que o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), em uma decisão anterior, havia de fato cassado o mandato de Seif por 4 votos a 3, acolhendo parcialmente as alegações. Essa decisão do TRE-SC foi o que motivou o recurso de Jorge Seif ao TSE, buscando reverter a cassação e manter seu mandato. A divergência entre as instâncias evidencia a complexidade da análise de casos de abuso de poder econômico, que frequentemente demandam uma avaliação minuciosa das provas e de sua aptidão para configurar ilícitos eleitorais graves.</p>
<p> A defesa e o desfecho judicial</p>
<p>Diante da decisão do TRE-SC que havia cassado seu mandato, a equipe jurídica do senador Jorge Seif montou uma estratégia robusta para apresentar seu recurso ao Tribunal Superior Eleitoral. A defesa buscou demonstrar que as acusações careciam de fundamentos sólidos e que a interpretação dada pelo TRE-SC não correspondia à realidade dos fatos nem aos padrões probatórios exigidos para uma medida tão extrema quanto a cassação.</p>
<p> Argumentos rechaçados pelo plenário do TSE</p>
<p>Os advogados de Seif argumentaram que a utilização de aeronave por parte do empresário Luciano Hang não configurava, por si só, abuso de poder econômico. Sustentaram que a relação de amizade e o apoio político eram legítimos e não implicavam em doações de campanha ilícitas ou uso irregular de recursos. A defesa enfatizou que o transporte em questão teria sido um ato de cortesia ou parte de um apoio legítimo, sem o caráter de desequilíbrio eleitoral apontado pela acusação.</p>
<p>Além disso, a defesa contestou a gravidade das supostas infrações, argumentando que, mesmo se confirmadas, não teriam o potencial de alterar o resultado da eleição. A pequena margem de votos entre Seif e o segundo colocado, embora real, não seria suficiente para imputar a ele o resultado por atos de abuso de poder, pois a eleição é decidida por uma multiplicidade de fatores.</p>
<p>O plenário do TSE, ao reavaliar as provas e os argumentos, concordou com a tese da defesa de que não havia evidências contundentes e irrefutáveis para sustentar a cassação. Os ministros ponderaram que a legislação eleitoral exige um alto grau de comprovação para cassar um mandato popular, buscando preservar a soberania do voto. Dessa forma, a decisão do TRE-SC foi reformada, e o mandato do senador Jorge Seif foi mantido, consolidando sua posição no Senado Federal.</p>
<p> Implicações políticas e jurídicas da decisão</p>
<p>A decisão unânime do TSE em manter o mandato do senador Jorge Seif tem amplas implicações, tanto no campo político quanto no jurídico. Politicamente, representa uma vitória significativa para Seif e seu grupo, consolidando sua liderança e sua atuação no Senado Federal até o final de seu mandato. A estabilidade de sua posição também impacta o cenário político de Santa Catarina, que não terá de passar por uma eleição suplementar e mantém sua representação atual no Congresso. Para o PL, partido ao qual Seif é filiado, a manutenção do mandato de um de seus senadores é um reforço em sua bancada e na sua capacidade de articulação.</p>
<p>Do ponto de vista jurídico, a decisão reitera a posição do TSE de que a cassação de mandatos eleitorais é uma medida excepcional, que exige provas irrefutáveis e a comprovação de que o abuso de poder foi grave o suficiente para afetar a lisura do pleito. O caso Seif pode servir como um precedente importante para futuras ações que questionam mandatos com base em alegações de abuso de poder econômico, reforçando a necessidade de uma análise rigorosa e cautelosa das evidências. A unanimidade dos votos também solidifica a jurisprudência, conferindo maior segurança jurídica aos eleitos e ao processo eleitoral como um todo. A mensagem é clara: o exercício da democracia e o respeito ao voto popular são prioridades que só podem ser superadas por infrações eleitorais de extrema gravidade e com prova inequívoca.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual foi a principal acusação contra o senador Jorge Seif?<br />
A principal acusação contra o senador Jorge Seif foi a de abuso de poder econômico durante sua campanha eleitoral de 2022. Os denunciantes alegavam que houve uso indevido de aeronaves particulares e outros apoios financeiros e estruturais, que teriam desequilibrado a disputa eleitoral em seu favor.</p>
<p> Qual foi a decisão do TRE-SC antes do recurso ao TSE?<br />
Antes de o caso ser levado ao Tribunal Superior Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) havia decidido pela cassação do mandato do senador Jorge Seif, por uma margem apertada de 4 votos a 3. Essa decisão do TRE-SC foi o ponto de partida para o recurso do senador ao TSE.</p>
<p> Por que o TSE decidiu unanimemente manter o mandato?<br />
O TSE decidiu unanimemente manter o mandato do senador Jorge Seif por entender que não havia provas robustas e suficientes para configurar o abuso de poder econômico alegado. Os ministros consideraram que as evidências apresentadas não demonstravam a gravidade e a aptidão dos fatos para influenciar de forma decisiva o resultado das eleições, priorizando a soberania do voto e a excepcionalidade da cassação de um mandato popular.</p>
<p> Quais são as implicações desta decisão para o senador e para Santa Catarina?<br />
Para o senador Jorge Seif, a decisão consolida sua posição no Senado Federal, permitindo que ele continue exercendo seu mandato até o final. Para Santa Catarina, significa a manutenção da atual representação no Congresso e evita a necessidade de uma nova eleição suplementar. Juridicamente, a decisão reforça a jurisprudência do TSE sobre a alta exigência de provas para a cassação de mandatos, garantindo maior segurança jurídica aos eleitos.</p>
<p>Para análises aprofundadas sobre decisões do Tribunal Superior Eleitoral e o cenário político nacional, continue acompanhando as atualizações de nossos veículos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tse-mantem-mandato-do-senador-jorge-seif-pl-sc-em-decisao-unanime/">TSE mantém mandato do senador Jorge Seif (PL-SC) em decisão unânime</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alexandre Ramagem, Foragido nos EUA, é ouvido pelo STF via videoconferência</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/alexandre-ramagem-foragido-nos-eua-e-ouvido-pelo-stf-via-videoconferencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 20:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[ramagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/alexandre-ramagem-foragido-nos-eua-e-ouvido-pelo-stf-via-videoconferencia/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, atualmente foragido nos Estados Unidos, prestou depoimento crucial por videoconferência ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (5). A oitiva de Alexandre Ramagem, que foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Jair Bolsonaro, insere-se na ação penal que investiga a chamada &#8220;trama golpista&#8221; e que havia [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/alexandre-ramagem-foragido-nos-eua-e-ouvido-pelo-stf-via-videoconferencia/">Alexandre Ramagem, Foragido nos EUA, é ouvido pelo STF via videoconferência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, atualmente foragido nos Estados Unidos, prestou depoimento crucial por videoconferência ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (5). A oitiva de Alexandre Ramagem, que foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Jair Bolsonaro, insere-se na ação penal que investiga a chamada &#8220;trama golpista&#8221; e que havia sido suspensa em parte. A retomada do processo ocorreu após a cassação do mandato parlamentar de Ramagem, um desdobramento que removeu a prerrogativa de foro privilegiado para determinadas acusações. A sua condenação anterior a 21 anos de prisão, por crimes graves contra o Estado Democrático de Direito, adiciona uma camada de complexidade a este caso de grande repercussão nacional.</p>
<p> O depoimento e as alegações de uso da Abin</p>
<p>Durante sua participação na sessão do STF, Alexandre Ramagem reafirmou declarações prestadas em etapas anteriores do processo principal, mantendo sua linha de defesa. O ponto central de seu depoimento concentrou-se na veemente negação de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), sob sua gestão, tenha sido utilizada de forma ilegal para monitorar adversários políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esta acusação é uma das mais sérias levantadas contra ele, pois envolve o desvio de finalidade de um órgão de Estado essencial para a segurança nacional.</p>
<p> Reafirmação de defesa e contestações</p>
<p>Ramagem, ao ser questionado pelos ministros e procuradores, insistiu que todas as ações da Abin durante seu período como diretor foram realizadas dentro da estrita legalidade e com o propósito de proteger os interesses do Estado e de seus cidadãos, e não para servir a agendas políticas específicas. A acusação de uso político da Abin ganhou força com a investigação que apontava para a suposta criação de um &#8220;aparato paralelo&#8221; na agência, dedicado a produzir informações de inteligência para beneficiar aliados e monitorar críticos do governo anterior. Tal prática, se comprovada, configuraria um grave abuso de poder, comprometendo a neutralidade e a integridade das instituições de segurança e inteligência do país. O depoimento de Ramagem é um passo importante para a elucidação dessas alegações, embora ele continue negando qualquer envolvimento em atividades ilegais.</p>
<p> Consequências da condenação e perda do mandato</p>
<p>A situação jurídica de Alexandre Ramagem é intrincada, marcada por uma condenação prévia e pela recente perda de seu mandato como deputado federal. Ex-diretor da Abin, ele já havia sido condenado a 21 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Essas acusações são diretamente ligadas aos atos antidemocráticos e à tentativa de subverter a ordem constitucional.</p>
<p> A suspensão e o retorno dos processos</p>
<p>A condenação de Ramagem foi um marco, mas a existência de seu mandato parlamentar trouxe um elemento de suspensão para algumas das acusações. Conforme previsto na Constituição Federal, parte das acusações, especificamente as relacionadas a crimes de dano qualificado por violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo à vítima e deterioração de patrimônio tombado – todos vinculados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 – foram suspensas enquanto ele detinha o cargo de deputado. Este benefício legal é concedido a parlamentares para proteger a independência de suas funções.</p>
<p>No entanto, com a decisão da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados de declarar a perda do seu mandato, a situação jurídica de Ramagem mudou drasticamente. A cassação, que ocorreu no final do ano passado, seguiu a determinação constitucional de que um parlamentar condenado criminalmente deve perder seu assento. Com a perda do foro privilegiado, os processos que estavam suspensos voltaram a tramitar normalmente. Isso significa que Ramagem pode ser novamente condenado por crimes anteriormente pausados, enfrentando um agravamento de sua situação legal e uma potencial extensão de sua pena já estabelecida. A reativação desses processos demonstra a seriedade com que o sistema judiciário brasileiro trata os crimes contra o Estado Democrático de Direito, independentemente do cargo ocupado pelo acusado.</p>
<p> A fuga e o passaporte diplomático</p>
<p>A decisão de Alexandre Ramagem de fugir do país em setembro do ano passado para evitar o cumprimento de sua pena gerou uma série de questionamentos e intensificou a gravidade de sua situação. O Supremo Tribunal Federal havia imposto uma proibição de saída do país como parte das medidas cautelares durante a investigação da trama golpista. Contudo, Ramagem, segundo informações da Polícia Federal, conseguiu evadir-se do território nacional.</p>
<p> Rota de fuga e o uso do passaporte</p>
<p>A rota de fuga detalhada pela Polícia Federal indica que Ramagem cruzou a fronteira terrestre com a Guiana e, de lá, embarcou para os Estados Unidos. Um ponto crucial e de grande repercussão foi o fato de ele ter utilizado um passaporte diplomático para essa viagem. A utilização de um documento de tal natureza por alguém que estava proibido de sair do país e já condenado levantou sérias questões sobre os mecanismos de controle e a integridade de privilégios concedidos a autoridades. A Polícia Federal confirmou que o passaporte diplomático de Ramagem não havia sido apreendido, o que facilitou sua saída.</p>
<p>A cassação do mandato, declarada pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados no final do ano passado, foi uma consequência direta da condenação criminal de Ramagem. A Constituição Federal estabelece que a Casa Legislativa deve declarar a perda do mandato de um parlamentar em função de condenação criminal transitada em julgado. Essa medida reforça a responsabilidade dos eleitos perante a lei e a Constituição, e a sua aplicação no caso de Ramagem é um passo essencial para a restauração da plena legalidade e para o avanço dos processos judiciais que o envolvem. A sua condição de foragido, somada à cassação de seu mandato e à retomada dos processos, intensifica a complexidade do cenário jurídico e político que o cerca.</p>
<p> Desdobramentos e o futuro jurídico</p>
<p>O depoimento de Alexandre Ramagem ao STF, conduzido por videoconferência enquanto ele se encontra foragido nos Estados Unidos, sublinha a persistência do Judiciário em avançar com os processos relacionados à trama golpista e ao uso indevido de órgãos de Estado. A série de acontecimentos, desde a condenação por graves crimes, passando pela fuga do país e culminando na cassação de seu mandato, demonstra a complexidade e a seriedade das acusações que pesam contra ele.</p>
<p>A perda do mandato parlamentar removeu a suspensão de parte dos processos, recolocando Ramagem sob o escrutínio completo da Justiça por crimes que estavam temporariamente pausados. Isso significa que ele pode enfrentar novas condenações ou o agravamento de sua pena inicial. A investigação sobre o uso da Abin para fins políticos permanece um ponto central, com o ex-diretor negando veementemente as acusações, mas a profundidade das apurações sugere que o caso ainda reserva importantes capítulos. A maneira como a Justiça prosseguirá com a extradição de Ramagem, sua eventual captura e o julgamento final de todas as acusações serão cruciais para a consolidação da ordem democrática e a responsabilização de agentes públicos. O caso de Alexandre Ramagem, portanto, transcende a esfera individual, servindo como um barômetro da capacidade das instituições brasileiras de garantir a aplicação da lei, mesmo diante de circunstâncias excepcionais.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> 1. Quem é Alexandre Ramagem e qual a sua situação atual?<br />
Alexandre Ramagem é um delegado da Polícia Federal que foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Jair Bolsonaro e ex-deputado federal. Atualmente, ele está foragido nos Estados Unidos e é alvo de processos criminais no Brasil, incluindo uma condenação a 21 anos de prisão por crimes contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p> 2. Por que Alexandre Ramagem foi ouvido pelo STF?<br />
Ele foi ouvido no âmbito de uma ação penal que investiga a &#8220;trama golpista&#8221;. Seu depoimento se tornou possível e necessário após a perda de seu mandato de deputado federal, o que fez com que processos antes suspensos por prerrogativa de foro voltassem a tramitar.</p>
<p> 3. Quais foram as acusações levantadas contra ele?<br />
Alexandre Ramagem foi condenado por crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Ele também é investigado por suposto uso ilegal da Abin para monitorar adversários políticos e por crimes relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p> 4. Como a perda do mandato de deputado federal impacta seu processo?<br />
A perda do mandato resultou na cassação de seu foro privilegiado para as acusações decorrentes do período parlamentar. Isso fez com que processos que estavam suspensos (como os relacionados aos atos de 8 de janeiro) voltassem a tramitar, podendo levar a novas condenações ou ao agravamento de sua pena.</p>
<p> 5. O que se sabe sobre sua fuga para os Estados Unidos?<br />
Alexandre Ramagem fugiu do Brasil em setembro do ano passado, desobedecendo a uma proibição de saída imposta pelo STF. Ele teria cruzado a fronteira com a Guiana e, de lá, voado para os EUA utilizando um passaporte diplomático que não havia sido apreendido.</p>
<p>Para acompanhar de perto os desdobramentos deste e de outros casos que moldam o cenário político e jurídico do Brasil, mantenha-se informado através de fontes confiáveis de notícias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/alexandre-ramagem-foragido-nos-eua-e-ouvido-pelo-stf-via-videoconferencia/">Alexandre Ramagem, Foragido nos EUA, é ouvido pelo STF via videoconferência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Moraes retoma processo de Trama golpista contra Alexandre Ramagem</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/moraes-retoma-processo-de-trama-golpista-contra-alexandre-ramagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 20:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[ramagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/moraes-retoma-processo-de-trama-golpista-contra-alexandre-ramagem/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou uma reviravolta significativa no cenário político-judicial brasileiro. O ministro Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira (22) a retomada de parte crucial do processo da trama golpista que envolve o ex-deputado federal Alexandre Ramagem. Atualmente foragido nos Estados Unidos e alvo de um pedido de extradição para o Brasil, Ramagem [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/moraes-retoma-processo-de-trama-golpista-contra-alexandre-ramagem/">Moraes retoma processo de Trama golpista contra Alexandre Ramagem</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou uma reviravolta significativa no cenário político-judicial brasileiro. O ministro Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira (22) a retomada de parte crucial do processo da trama golpista que envolve o ex-deputado federal Alexandre Ramagem. Atualmente foragido nos Estados Unidos e alvo de um pedido de extradição para o Brasil, Ramagem teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados na última sexta-feira (19). A decisão de Moraes marca o fim da suspensão das acusações que beneficiavam o ex-parlamentar, reabrindo o caminho para sua plena responsabilização perante a Justiça. Este desenvolvimento intensifica a pressão sobre Ramagem e sublinha a continuidade das investigações sobre os eventos de 8 de janeiro de 2023, reforçando a seriedade no combate a atos contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p> A retomada do processo e as implicações legais</p>
<p>A decisão do ministro Alexandre de Moraes de retomar parte do processo contra Alexandre Ramagem é um desdobramento direto e esperado da cassação de seu mandato de deputado federal. Na última sexta-feira, 19 de janeiro, a Câmara dos Deputados votou pela perda do assento parlamentar de Ramagem, um movimento que automaticamente revoga as proteções e prerrogativas associadas ao cargo. Esta medida é crucial porque, enquanto detinha um mandato, Ramagem gozava de uma forma de imunidade parlamentar que suspendia a tramitação de certas acusações criminais que tivessem ocorrido após sua diplomação, em dezembro de 2022.</p>
<p> Perda do mandato e o fim da imunidade parlamentar</p>
<p>Com a cassação, o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) perdeu o foro privilegiado e, consequentemente, a suspensão de parte das acusações relacionadas aos eventos de 8 de janeiro de 2023. Antes da cassação, Ramagem já havia sido condenado a 16 anos de prisão, na ação que investiga a trama golpista, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. No entanto, em função de seu mandato parlamentar, algumas acusações haviam sido suspensas. Especificamente, o benefício da suspensão foi aplicado aos crimes de dano qualificado, caracterizado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado. Tais crimes estão diretamente relacionados aos atos de vandalismo e depredação ocorridos nas sedes dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro de 2023. A suspensão estava prevista na Constituição Federal, garantindo que parlamentares não fossem indevidamente processados por crimes comuns ocorridos após a diplomação, desde que o processo estivesse no Supremo Tribunal Federal. Com a perda do mandato, Ramagem voltará a responder integralmente a esses crimes, somando-se às condenações já existentes, o que pode resultar em uma nova sentença. Este cenário sublinha a importância da cassação do mandato como um marco para o avanço da responsabilização judicial.</p>
<p> Os próximos passos: audiência de instrução e o papel da PGR</p>
<p>A retomada do processo contra Alexandre Ramagem não é apenas uma formalidade, mas um passo concreto em direção à sua conclusão judicial. O ministro Alexandre de Moraes já sinalizou os próximos estágios, estabelecendo um cronograma para a produção de provas e oitiva de testemunhas, elementos fundamentais para o devido processo legal. A complexidade do caso e a gravidade das acusações exigem uma apuração meticulosa, garantindo a ampla defesa e o contraditório.</p>
<p> O cronograma judicial e a busca por testemunhas</p>
<p>Para marcar a efetiva retomada do processo, Moraes agendou uma audiência de instrução para o dia 5 de fevereiro de 2026. Embora a data pareça distante, trata-se de um prazo comum em processos de alta complexidade, que envolvem um grande número de envolvidos e a necessidade de coordenar agendas de diversos atores jurídicos. Durante essa audiência, serão ouvidas as testemunhas arroladas tanto pela acusação quanto pela defesa do ex-parlamentar. A Procuradoria-Geral da República (PGR) será a responsável por conduzir a acusação, apresentando as provas e os depoimentos que fundamentam as imputações contra Ramagem. Por outro lado, a defesa terá a oportunidade de apresentar suas próprias testemunhas e questionar as da acusação, buscando contestar os argumentos apresentados e defender o ex-deputado. Uma audiência de instrução é um estágio crucial onde as partes apresentam suas evidências e argumentos, buscando construir o arcabouço probatório que será considerado pelo tribunal.</p>
<p>É importante notar que a situação de Ramagem é ainda mais complicada pela sua condição de foragido nos Estados Unidos, país onde se encontra e de onde é alvo de um pedido de extradição para o Brasil. A Câmara dos Deputados, em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores, já havia cancelado seu passaporte diplomático, assim como o de outro ex-parlamentar envolvido em investigações semelhantes. A efetivação da extradição é um elemento que pode impactar diretamente o desenrolar das etapas processuais no Brasil, visto que sua presença física é necessária para diversos atos, incluindo o interrogatório final e, eventualmente, o cumprimento de pena. A cooperação jurídica internacional será vital para que a justiça brasileira consiga avançar nesse aspecto. A audiência de 2026, portanto, será um momento chave para a materialização das provas e a formalização dos testemunhos, consolidando o caminho para um veredito final.</p>
<p> Panorama da situação de Alexandre Ramagem</p>
<p>A retomada do processo judicial contra Alexandre Ramagem, impulsionada pela cassação de seu mandato e a subsequente perda de imunidade parlamentar, marca um ponto de inflexão na saga das investigações sobre a trama golpista. A situação de Ramagem é complexa e grave: ele não apenas enfrenta acusações sérias de envolvimento em crimes contra o Estado Democrático de Direito, como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta e golpe de Estado, mas também se encontra em condição de foragido nos Estados Unidos. A existência de um pedido de extradição reforça a determinação das autoridades brasileiras em trazê-lo de volta para responder perante a justiça.</p>
<p>O agendamento da audiência de instrução para 2026, embora distante, estabelece um horizonte claro para o avanço do processo, permitindo que a Procuradoria-Geral da República e a defesa preparem suas estratégias e arrolamento de testemunhas. Este desenvolvimento é um lembrete contundente de que a perda de um mandato eletivo acarreta consequências jurídicas diretas, encerrando prerrogativas que antes suspendiam a plena responsabilização por condutas criminosas.</p>
<p>O caso de Ramagem, inserido no contexto mais amplo dos desdobramentos dos eventos de 8 de janeiro de 2023, reflete o compromisso do sistema judicial brasileiro em apurar e punir aqueles que, de alguma forma, atentaram contra as instituições democráticas. A seriedade das acusações e a postura do Supremo Tribunal Federal indicam que os envolvidos terão que enfrentar um rigoroso processo legal. A jornada jurídica para Alexandre Ramagem ainda é longa, mas a determinação de Moraes garante que o caminho da justiça seguirá seu curso, independentemente da ausência ou do status político anterior do acusado.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Q1: Por que o processo contra Ramagem foi retomado agora?<br />
O processo foi retomado devido à cassação do mandato de deputado federal de Alexandre Ramagem pela Câmara dos Deputados. A perda do mandato revogou sua imunidade parlamentar, que suspendia a tramitação de parte das acusações criminais que ocorreram após sua diplomação.</p>
<p>Q2: Quais crimes Alexandre Ramagem é acusado de ter cometido?<br />
Alexandre Ramagem já foi condenado a 16 anos de prisão na ação da trama golpista pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Com a retomada do processo, ele voltará a responder também pelos crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Q3: O que significa uma audiência de instrução?<br />
Uma audiência de instrução é uma fase processual crucial onde as partes (acusação e defesa) apresentam suas provas, e as testemunhas são ouvidas para esclarecer os fatos. É o momento de produção de evidências e argumentos que formarão a base para a decisão do juiz ou tribunal.</p>
<p>Q4: Qual o status atual de Alexandre Ramagem?<br />
Alexandre Ramagem está atualmente foragido nos Estados Unidos. Ele é alvo de um pedido de extradição para o Brasil, onde as autoridades buscam seu retorno para que responda integralmente às acusações e cumpra eventuais sentenças. Seu passaporte diplomático já foi cancelado.</p>
<p>Para acompanhar os desdobramentos deste e de outros casos cruciais para a justiça e a democracia brasileira, continue acompanhando as análises e notícias detalhadas sobre o cenário político-judicial.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/moraes-retoma-processo-de-trama-golpista-contra-alexandre-ramagem/">Moraes retoma processo de Trama golpista contra Alexandre Ramagem</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carla Zambelli renuncia ao mandato e suplente assume na Câmara</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/carla-zambelli-renuncia-ao-mandato-e-suplente-assume-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 20:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[carla]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[renúncia]]></category>
		<category><![CDATA[zambelli]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/carla-zambelli-renuncia-ao-mandato-e-suplente-assume-na-camara/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) oficializou sua renúncia ao mandato parlamentar neste domingo (14), conforme comunicado enviado à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. A decisão, que ocorre dias após o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmar a cassação imediata de seu mandato, abre caminho para a posse do suplente Adilson Barroso (PL-SP), prevista para [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/carla-zambelli-renuncia-ao-mandato-e-suplente-assume-na-camara/">Carla Zambelli renuncia ao mandato e suplente assume na Câmara</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) oficializou sua renúncia ao mandato parlamentar neste domingo (14), conforme comunicado enviado à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. A decisão, que ocorre dias após o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmar a cassação imediata de seu mandato, abre caminho para a posse do suplente Adilson Barroso (PL-SP), prevista para esta segunda-feira (15). A movimentação põe fim a um período de intensa disputa jurídica e política em torno da cadeira da parlamentar, que enfrentava diversas acusações e uma condenação judicial com trânsito em julgado. A renúncia de Carla Zambelli representa um desfecho significativo para os desdobramentos de um processo que envolveu a intervenção do Poder Judiciário em uma prerrogativa legislativa.</p>
<p> A renúncia e a sucessão imediata</p>
<p>A comunicação oficial da renúncia de Carla Zambelli foi um passo subsequente à decisão unânime da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que confirmou a anulação da votação da Câmara dos Deputados. Este ato formaliza o afastamento da parlamentar, que já havia perdido o direito de exercer o mandato por força da decisão judicial. Com a renúncia, o processo de substituição na Casa legislativa é acelerado e simplificado, garantindo a continuidade da representação de São Paulo.</p>
<p> Transição na Câmara dos Deputados</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), conforme praxe regimental, é o responsável por conduzir a cerimônia de posse do novo integrante. Adilson Barroso, que foi o próximo na fila de votos da coligação em 2022, assumirá a vaga, dando seguimento aos trabalhos legislativos. A efetivação de Barroso marca a concretização de uma alteração na composição da Câmara, refletindo o impacto das decisões judiciais no panorama político. A transição ocorre sem maiores percalços regimentais, uma vez que a renúncia elimina a necessidade de declaração de perda de mandato pela própria Câmara, já que a decisão do STF já havia estabelecido a cassação.</p>
<p> O imbróglio jurídico: STF anula decisão da Câmara</p>
<p>A renúncia de Carla Zambelli não foi um ato isolado, mas sim uma consequência direta de uma série de decisões judiciais que culminaram na confirmação da cassação de seu mandato pelo Supremo Tribunal Federal. Na última quarta-feira (10), a Câmara dos Deputados havia votado pela manutenção do mandato da deputada, com um placar de 227 votos a favor e 110 contra. Para que a cassação fosse aprovada, seriam necessários 257 votos. Contudo, essa deliberação do parlamento foi prontamente anulada pelo STF.</p>
<p> A intervenção do ministro Alexandre de Moraes</p>
<p>A reviravolta jurídica teve início com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que considerou inconstitucional a resolução da Câmara que oficializou o resultado da votação. Em sua argumentação, Moraes defendeu que a Constituição Federal outorga ao Poder Judiciário a prerrogativa de determinar a perda do mandato de um parlamentar condenado por decisão transitada em julgado. Nesse cenário, caberia à Câmara apenas &#8220;declarar a perda do mandato&#8221;, e não decidir sobre a cassação propriamente dita, especialmente quando há uma condenação judicial definitiva. A confirmação unânime pela Primeira Turma do STF, na sexta-feira (12), solidificou essa interpretação, ratificando a decisão de Moraes e garantindo a anulação da votação parlamentar.</p>
<p> A argumentação constitucional do Supremo</p>
<p>A controvérsia residia na interpretação do artigo 55 da Constituição Federal, que trata da perda de mandato parlamentar. O ministro Alexandre de Moraes e, posteriormente, a Primeira Turma do STF, consolidaram o entendimento de que a condenação criminal transitada em julgado impõe a perda do mandato por força da própria lei, sem que haja margem para o juízo político do parlamento. A Câmara dos Deputados, nesse caso, teria uma função meramente declaratória, de formalizar uma situação jurídica já estabelecida pelo Judiciário. Essa decisão reforça a separação de poderes e a supremacia das decisões judiciais definitivas em casos de condenação criminal de parlamentares, evitando que o foro político sobreponha-se à autoridade de uma sentença transitada em julgado.</p>
<p> Os antecedentes: condenação e tentativa de extradição</p>
<p>A trajetória de Carla Zambelli rumo à renúncia e cassação é marcada por eventos que se estendem para além das fronteiras nacionais, incluindo uma condenação judicial e uma tentativa de fuga internacional. Em julho deste ano, a deputada esteve no centro de um incidente em Roma, na Itália, onde foi detida. A prisão ocorreu após a emissão de um mandado de prisão pelo ministro Alexandre de Moraes, em decorrência de uma condenação anterior pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p> A prisão em Roma e o caso CNJ</p>
<p>Carla Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão do sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023. Diante dessa condenação e buscando evitar o cumprimento da pena, a parlamentar, que possui dupla cidadania, deixou o Brasil e tentou buscar asilo político em território italiano. Contudo, a Interpol atuou em coordenação com as autoridades brasileiras, resultando em sua prisão. Este episódio internacional adicionou uma camada de complexidade ao seu já conturbado cenário político e jurídico, reforçando a gravidade das acusações que pesavam contra ela.</p>
<p> O processo de extradição e a dupla cidadania</p>
<p>A dupla cidadania de Carla Zambelli foi um fator crucial em sua tentativa de se eximir da justiça brasileira. Ao buscar refúgio na Itália, ela esperava que sua cidadania italiana pudesse impedir sua extradição. O governo brasileiro, no entanto, deu início a um processo formal de extradição para garantir seu retorno e o cumprimento da pena. A decisão final sobre esse processo era aguardada para uma audiência da Justiça italiana, inicialmente marcada para a próxima quinta-feira (18). Com a renúncia ao mandato e a cassação confirmada, o foco agora se volta para os desdobramentos de sua situação jurídica na Itália, independentemente de sua atuação parlamentar no Brasil.</p>
<p> FAQ</p>
<p> Por que Carla Zambelli renunciou ao mandato?<br />
Carla Zambelli renunciou ao mandato após o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmar a anulação da votação da Câmara dos Deputados que mantinha seu mandato. A renúncia formaliza sua saída da cadeira, que já havia sido determinada judicialmente.</p>
<p> Qual foi a decisão do STF sobre o mandato de Zambelli?<br />
A Primeira Turma do STF confirmou, por unanimidade, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que anulou a votação da Câmara. O STF entendeu que a Constituição atribui ao Judiciário a competência para determinar a perda do mandato de parlamentar condenado por decisão transitada em julgado.</p>
<p> Quem assume a vaga de Carla Zambelli na Câmara dos Deputados?<br />
Com a renúncia e a subsequente cassação confirmada, o suplente Adilson Barroso (PL-SP) deve ser empossado na Câmara dos Deputados para ocupar a vaga deixada por Carla Zambelli.</p>
<p> A renúncia de Carla Zambelli está relacionada à sua prisão na Itália?<br />
Sim, a renúncia está contextualizada dentro de um quadro mais amplo de problemas jurídicos. Carla Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão por invasão ao sistema do CNJ e foi detida em Roma, na Itália, onde tentava evitar o cumprimento da pena. A renúncia e cassação do mandato são mais um desdobramento dessa série de eventos.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os desdobramentos políticos e jurídicos no cenário nacional, acompanhe as análises e notícias detalhadas sobre o Poder Legislativo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/carla-zambelli-renuncia-ao-mandato-e-suplente-assume-na-camara/">Carla Zambelli renuncia ao mandato e suplente assume na Câmara</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF mantém decisão sobre a perda do mandato de Carla Zambelli</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/stf-mantem-decisao-sobre-a-perda-do-mandato-de-carla-zambelli/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 20:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[zambelli]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/stf-mantem-decisao-sobre-a-perda-do-mandato-de-carla-zambelli/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um desfecho significativo para o cenário político nacional, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou, por unanimidade, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que anulou a votação da Câmara dos Deputados que havia rejeitado a cassação e mantido o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). A deliberação do colegiado, ocorrida nesta [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/stf-mantem-decisao-sobre-a-perda-do-mandato-de-carla-zambelli/">STF mantém decisão sobre a perda do mandato de Carla Zambelli</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um desfecho significativo para o cenário político nacional, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou, por unanimidade, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que anulou a votação da Câmara dos Deputados que havia rejeitado a cassação e mantido o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). A deliberação do colegiado, ocorrida nesta quinta-feira (11), confirmou a liminar proferida anteriormente, solidificando a perda do mandato da parlamentar. O processo de votação no STF teve início pela manhã e foi concluído no período da tarde, selando o destino de Zambelli no Congresso Nacional e repercutindo amplamente nos círculos jurídicos e políticos. A decisão representa um marco importante na discussão sobre a autonomia entre os poderes e a aplicabilidade da Constituição em casos de parlamentares condenados.</p>
<p> A decisão unânime do Supremo e a controvérsia da Câmara</p>
<p>A sessão da Primeira Turma do STF, que teve início às 11h e se estendeu até por volta das 16h, culminou com um placar de 4 votos a 0 pela manutenção da decisão de Alexandre de Moraes. Além do próprio Moraes, relator do caso, votaram os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e, por último, a ministra Cármen Lúcia. A unanimidade do colegiado reforça o entendimento de que a deliberação da Câmara dos Deputados, que buscou manter o mandato de Zambelli, era inconstitucional, uma vez que o Poder Judiciário tem a prerrogativa de determinar a perda de mandato de parlamentares condenados com trânsito em julgado.</p>
<p> O referendo do STF e a interpretação constitucional de Moraes</p>
<p>A decisão do STF baseou-se no entendimento consolidado pelo ministro Alexandre de Moraes. Na semana anterior, a Câmara dos Deputados havia votado para manter o mandato da deputada, com 227 votos a favor e 110 contra a cassação. Contudo, seriam necessários 257 votos para aprovar a cassação. Diante desse resultado, Moraes interveio para anular a resolução da Casa que oficializou a manutenção do mandato. O ministro argumentou que a Constituição Federal estabelece claramente que a competência para determinar a perda do mandato de um parlamentar condenado por decisão transitada em julgado cabe exclusivamente ao Poder Judiciário. À Câmara, segundo ele, resta apenas &#8220;declarar a perda do mandato&#8221;, e não decidir sobre ela. Essa interpretação visa proteger a separação de poderes e garantir que decisões judiciais definitivas sejam cumpridas, evitando que o Poder Legislativo reverta condenações judiciais.</p>
<p> A posse do suplente e o desfecho imediato</p>
<p>Com a decisão final do Supremo Tribunal Federal sobre a questão, os desdobramentos práticos são imediatos. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), conforme a tramitação legal, será incumbido de dar posse ao suplente de Carla Zambelli. O substituto, Adilson Barroso (PL-SP), deverá assumir a cadeira no prazo de 48 horas após a comunicação oficial da decisão. Este procedimento garante a continuidade da representação legislativa e formaliza a efetivação da perda do mandato da deputada, marcando o fim de sua atuação na atual legislatura do Congresso Nacional. A celeridade na transição visa evitar lacunas e assegurar o pleno funcionamento das atividades parlamentares.</p>
<p> O histórico de condenações e a fuga internacional</p>
<p>A perda do mandato de Carla Zambelli no STF não é um caso isolado, mas sim o culminar de uma série de controvérsias e processos judiciais que a deputada enfrentou nos últimos anos. Seu nome esteve frequentemente associado a investigações e condenações em diferentes instâncias, que agora impactam diretamente sua vida política e pessoal. Os incidentes variam desde acusações de invasão de sistemas governamentais até o porte e uso indevido de armas de fogo, culminando em uma tentativa de fuga internacional e um processo de extradição em andamento.</p>
<p> A invasão ao CNJ e as acusações de autoria intelectual</p>
<p>Um dos casos mais emblemáticos que envolvem a deputada é sua condenação a 10 anos de prisão pelo STF por sua suposta participação na invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrida em 2023. As investigações apontam Zambelli como a autora intelectual do ataque cibernético, cujo objetivo era, segundo a acusação, emitir um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. O hackeamento, conforme apurado pelas autoridades, foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter agido a mando da parlamentar. Esse episódio gerou grande repercussão, levantando sérias questões sobre segurança cibernética em instituições de Estado e a conduta de agentes políticos.</p>
<p> Incidentes com armas de fogo e o processo de extradição</p>
<p>Além da condenação relacionada ao CNJ, Carla Zambelli foi novamente condenada pelo Supremo em agosto, desta vez por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. Este caso refere-se a um incidente amplamente divulgado, ocorrido pouco antes do segundo turno das eleições de 2022, quando a deputada perseguiu um homem com uma arma em punho pelas ruas de São Paulo. A sequência de condenações levou Zambelli a tentar escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes. Em julho, ela foi presa em Roma, na Itália, para onde havia viajado em busca de asilo político, alegando possuir dupla cidadania.</p>
<p>O governo brasileiro, por meio do Itamaraty, solicitou formalmente a extradição da parlamentar para o Brasil, com o pedido sendo oficializado pelo STF em 11 de junho. A decisão final sobre o processo de extradição está programada para ser tomada pela Justiça italiana em uma audiência agendada para a próxima quinta-feira (18). Caso a extradição seja deferida, Zambelli deverá ser levada presa para Brasília, para responder aos processos e cumprir as condenações que pesam contra ela no Brasil. A situação da ex-deputada, portanto, permanece em um limbo jurídico internacional, com seu futuro dependendo das decisões da justiça italiana e dos próximos passos das autoridades brasileiras.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A decisão unânime da Primeira Turma do STF de manter a perda do mandato de Carla Zambelli sublinha a supremacia das decisões judiciais transitadas em julgado e reforça a separação de poderes na Constituição brasileira. Este veredito não apenas impacta a carreira política da ex-deputada, mas também envia uma mensagem clara sobre a responsabilização de parlamentares diante da lei. Os desdobramentos subsequentes, incluindo a posse do suplente e o andamento do processo de extradição, manterão o caso em destaque, ilustrando as complexas intersecções entre política, direito e justiça no Brasil. O futuro de Zambelli, tanto jurídico quanto pessoal, permanece incerto e dependente das próximas etapas processuais, especialmente a decisão da Justiça italiana sobre seu pedido de extradição.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Por que o STF anulou a decisão da Câmara sobre o mandato de Carla Zambelli?<br />
O STF anulou a decisão da Câmara porque, segundo o ministro Alexandre de Moraes, a Constituição Federal estabelece que a competência para determinar a perda de mandato de parlamentar condenado com trânsito em julgado é do Poder Judiciário, cabendo à Câmara apenas &#8220;declarar&#8221; essa perda. A decisão da Câmara de manter o mandato foi considerada inconstitucional.</p>
<p>2. Qual foi a principal condenação que levou à perda do mandato de Carla Zambelli?<br />
A decisão do STF está ligada a uma série de processos, mas a condenação por sua suposta participação na invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que resultou em uma sentença de 10 anos de prisão, foi um dos fatores cruciais para a solicitação de perda de mandato.</p>
<p>3. Quem assumirá a vaga deixada por Carla Zambelli na Câmara dos Deputados?<br />
Com a decisão do STF, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, deverá dar posse ao suplente de Carla Zambelli, Adilson Barroso (PL-SP), no prazo de 48 horas.</p>
<p>4. O que acontece com o processo de extradição de Carla Zambelli na Itália?<br />
Carla Zambelli foi presa em Roma e o governo brasileiro solicitou sua extradição. Uma audiência na Justiça italiana está marcada para a próxima quinta-feira (18) para decidir sobre o pedido. Caso a extradição seja concedida, ela deverá ser levada presa para Brasília.</p>
<p>Acompanhe as próximas notícias e análises sobre os desdobramentos desse caso e outros temas relevantes da política e justiça brasileiras.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/stf-mantem-decisao-sobre-a-perda-do-mandato-de-carla-zambelli/">STF mantém decisão sobre a perda do mandato de Carla Zambelli</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Moraes anula decisão da Câmara e decreta perda de mandato de Zambelli</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/moraes-anula-decisao-da-camara-e-decreta-perda-de-mandato-de-zambelli/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 06:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/moraes-anula-decisao-da-camara-e-decreta-perda-de-mandato-de-zambelli/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, proferiu uma decisão de grande impacto no cenário político nacional, anulando o ato da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que havia arquivado o pedido de cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Em um movimento que reafirma a jurisprudência do Judiciário sobre a perda [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/moraes-anula-decisao-da-camara-e-decreta-perda-de-mandato-de-zambelli/">Moraes anula decisão da Câmara e decreta perda de mandato de Zambelli</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, proferiu uma decisão de grande impacto no cenário político nacional, anulando o ato da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que havia arquivado o pedido de cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Em um movimento que reafirma a jurisprudência do Judiciário sobre a perda de mandatos parlamentares decorrentes de condenações criminais transitadas em julgado, o ministro decretou a perda imediata do mandato da deputada. A decisão exige a posse de seu suplente em até 48 horas, gerando amplas discussões sobre a autonomia dos poderes e o alcance das sentenças judiciais no âmbito legislativo. Este desdobramento reacende o debate sobre os limites e as competências de cada Poder em casos de parlamentares condenados criminalmente.</p>
<p> A decisão monocrática de Moraes e o embate constitucional</p>
<p>A determinação do ministro Alexandre de Moraes surpreendeu o parlamento ao desconsiderar a votação interna da Câmara dos Deputados sobre o futuro de Carla Zambelli. A Casa havia realizado uma votação na quarta-feira anterior, na qual a representação pela perda de mandato da deputada não alcançou o quórum necessário para a cassação – foram 227 votos favoráveis, abaixo dos 257 exigidos. Com esse resultado, o presidente da Câmara, Hugo Motta (que presidia a sessão), decidiu pelo arquivamento do processo. No entanto, Moraes interveio monocraticamente, sustentando que a competência para decretar a perda de mandato de um parlamentar condenado criminalmente após o trânsito em julgado é do Poder Judiciário.</p>
<p> A anulação da votação na Câmara</p>
<p>A decisão de Moraes invalidou o processo legislativo interno, argumentando que a análise do mérito da perda de mandato não cabia à Câmara neste caso específico. Segundo o ministro, a Casa Legislativa, diante de uma condenação criminal já transitada em julgado (ou seja, sem possibilidade de recursos), teria &#8220;tão somente declarar a perda do mandato&#8221; em um ato de natureza administrativa. A fundamentação do ministro aponta para uma distinção clara entre os casos em que a Câmara delibera sobre a conduta ética de um parlamentar, o que exige votação, e as situações em que a perda do mandato é uma consequência direta e inegável de uma condenação judicial definitiva. Essa interpretação reforça a supremacia da decisão judicial em matéria criminal sobre as prerrogativas regimentais do Legislativo em situações de condenação transitada em julgado. A anulação da votação, portanto, não é um julgamento sobre o comportamento dos deputados, mas sobre a aplicação da lei e da jurisprudência já estabelecida.</p>
<p> Fundamentação jurídica: o papel do Judiciário na perda de mandato</p>
<p>A base da decisão de Alexandre de Moraes reside na jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal, que estabelece que, em casos de condenação criminal transitada em julgado com pena de reclusão em regime fechado, a perda do mandato parlamentar é uma consequência automática. O ministro citou a incompatibilidade entre o exercício do trabalho parlamentar e o cumprimento de pena privativa de liberdade, a menos que haja progressão da pena para regimes que permitam o trabalho externo, o que não era o caso no momento da decisão.</p>
<p>Esta interpretação se alinha com o entendimento de que a condenação criminal definitiva de um parlamentar por crimes que impliquem a perda de seus direitos políticos ou que sejam incompatíveis com o decoro e a função pública não pode ser sobreposta por deliberações políticas internas da Câmara. O Poder Judiciário, ao julgar e condenar, já impôs a sanção da perda do mandato, cabendo ao Legislativo apenas formalizá-la. A Câmara dos Deputados, ao buscar uma votação para decidir sobre a cassação, estaria, na visão do STF, usurpando uma competência judicial e tentando reavaliar uma decisão já finalizada pelo Judiciário. A solicitação de Moraes para que a Primeira Turma do STF analise sua decisão monocrática em sessão virtual agendada para 12 de dezembro visa consolidar e dar colegialidade à sua interpretação, reforçando a segurança jurídica sobre a matéria.</p>
<p> O histórico da condenação de Carla Zambelli</p>
<p>A perda do mandato da deputada Carla Zambelli não é um desdobramento isolado, mas sim a consequência de um processo judicial robusto que culminou em uma condenação criminal transitada em julgado. A deputada foi condenada a 10 anos de prisão, além da perda de seu mandato parlamentar, por crimes relacionados à invasão do sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Este caso, que ganhou notoriedade pela natureza de seu delito e pelo impacto em uma instituição do Poder Judiciário, percorreu todas as instâncias e recursos, tornando-se uma condenação definitiva em junho deste ano.</p>
<p> Invasão ao CNJ: detalhes do caso e trânsito em julgado</p>
<p>A condenação de Carla Zambelli decorre de eventos ocorridos em 2020, quando ela e outras pessoas foram acusadas de invadir o sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça. A investigação apontou que a ação tinha como objetivo inserir documentos e alterar dados nos sistemas do CNJ, com finalidades que incluíam a adulteração de informações processuais e a criação de falsas ordens de prisão contra autoridades. O caso foi amplamente divulgado e gerou preocupações sobre a segurança dos sistemas judiciais e a conduta de agentes públicos. Após um longo trâmite processual, a Justiça Federal proferiu a condenação, que foi confirmada em segunda instância e, finalmente, em junho de 2024, transitou em julgado. O &#8220;trânsito em julgado&#8221; significa que todas as possibilidades de recurso foram esgotadas e a decisão judicial se tornou final e irrevogável, não podendo mais ser questionada em nenhuma instância. Foi esse marco que habilitou a ação do ministro Alexandre de Moraes, pois a perda do mandato tornou-se uma consequência direta e legal da condenação definitiva.</p>
<p> Implicações políticas e o futuro parlamentar</p>
<p>A decisão de Moraes de decretar a perda imediata do mandato de Carla Zambelli tem implicações significativas não apenas para a deputada, mas para todo o cenário político. Para Zambelli, significa o encerramento abrupto de sua atuação parlamentar e o aprofundamento de suas questões judiciais. Além da perda do mandato, a condenação de 10 anos de prisão exige o cumprimento da pena, embora os regimes e condições exatas ainda possam ser detalhados no âmbito da execução penal.</p>
<p>No aspecto político, a intervenção do STF na decisão da Câmara pode ser vista como um fortalecimento da autoridade do Judiciário em casos de condenações criminais de parlamentares, reforçando a ideia de que nenhum cargo público está acima da lei. A posse do suplente da deputada, que deve ocorrer em até 48 horas conforme determinado por Moraes, trará uma nova configuração para a representação de São Paulo na Câmara. Este episódio serve como um precedente importante sobre os limites da autonomia do Legislativo frente a decisões judiciais definitivas, influenciando futuras discussões sobre decoro parlamentar e as consequências de crimes cometidos por ocupantes de cargos eletivos.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A decisão do ministro Alexandre de Moraes de anular a votação da Câmara dos Deputados e decretar a perda do mandato da deputada Carla Zambelli representa um marco na relação entre os Poderes no Brasil. Ao reafirmar a competência do Judiciário para definir a perda de mandatos em casos de condenação criminal transitada em julgado, o Supremo fortalece sua prerrogativa constitucional e sublinha a impossibilidade de reavaliar, no âmbito político, uma sentença judicial definitiva. As implicações são vastas, impactando não só a carreira política da deputada, mas também delineando os contornos da autonomia legislativa diante de crimes já julgados. A espera pela análise colegiada da Primeira Turma do STF adiciona um capítulo final a este debate, consolidando ou ajustando o entendimento sobre a matéria, mas a mensagem central já foi enviada: a Justiça prevalece sobre as deliberações políticas em condenações definitivas.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Por que o ministro Moraes anulou a decisão da Câmara?<br />
O ministro Alexandre de Moraes anulou a decisão da Câmara porque, segundo a jurisprudência do STF, a competência para decretar a perda de mandato de um parlamentar condenado criminalmente após o trânsito em julgado é do Poder Judiciário. À Câmara caberia apenas declarar a perda do mandato em um ato administrativo, sem necessidade de votação política do mérito da condenação.</p>
<p>Qual foi a condenação que levou à perda do mandato de Carla Zambelli?<br />
Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão e à perda do mandato parlamentar por crimes relacionados à invasão do sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrida em 2020. Essa condenação transitou em julgado em junho deste ano, tornando-se definitiva e sem possibilidade de recursos.</p>
<p>O que acontece agora com o mandato de Carla Zambelli e quem a substitui?<br />
Com a decisão de Moraes, Carla Zambelli perde imediatamente seu mandato parlamentar. O ministro determinou que seu suplente seja empossado em até 48 horas. O nome do suplente que assumirá a vaga dependerá da ordem de votação da chapa nas eleições de 2022, seguindo as regras eleitorais.</p>
<p>A decisão de Moraes pode ser revertida?<br />
A decisão de Moraes é monocrática, ou seja, foi tomada individualmente pelo ministro. No entanto, ele solicitou que a Primeira Turma do STF analise sua decisão em sessão virtual, agendada para 12 de dezembro. Embora a tendência seja de confirmação, o colegiado tem a prerrogativa de validar, modificar ou, em casos excepcionais, reverter a decisão, embora a jurisprudência sobre o tema seja bem consolidada.</p>
<p>Acompanhe as próximas atualizações sobre este caso e outros desdobramentos políticos em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/moraes-anula-decisao-da-camara-e-decreta-perda-de-mandato-de-zambelli/">Moraes anula decisão da Câmara e decreta perda de mandato de Zambelli</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lindbergh propõe rigor maior em casos de faltas de deputados</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/lindbergh-propoe-rigor-maior-em-casos-de-faltas-de-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 21:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[mesa]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lindbergh-propoe-rigor-maior-em-casos-de-faltas-de-deputados/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), apresentou um Projeto de Resolução (PRC) que visa alterar os critérios de contagem de presença dos deputados federais nas sessões da Casa. A proposta busca acelerar o processo de possível perda de mandato por faltas. A iniciativa surge em meio à controvérsia envolvendo o [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/lindbergh-propoe-rigor-maior-em-casos-de-faltas-de-deputados/">Lindbergh propõe rigor maior em casos de faltas de deputados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), apresentou um Projeto de Resolução (PRC) que visa alterar os critérios de contagem de presença dos deputados federais nas sessões da Casa. A proposta busca acelerar o processo de possível perda de mandato por faltas.</p>
<p>A iniciativa surge em meio à controvérsia envolvendo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se encontra nos Estados Unidos desde março. Ele viajou sem notificar a Mesa Diretora da Câmara, solicitando posteriormente uma licença de 120 dias sob a alegação de perseguição política. Com o término da licença em meados de julho e o não retorno ao Brasil, Eduardo acumulou faltas não justificadas.</p>
<p>Atualmente, o Ato da Mesa nº 191, em vigor desde junho de 2017, estabelece que a Secretaria-Geral da Mesa deve elaborar um relatório anual de frequência parlamentar, encaminhando-o à Presidência da Casa até 5 de março do ano seguinte.</p>
<p>Para Lindbergh Farias, essa determinação gera uma &#8220;tolerância inconstitucional&#8221;, permitindo que casos de ausências reiteradas fiquem sem apuração por meses, mesmo após a constatação de violação à Constituição Federal. A Constituição prevê a perda do mandato para parlamentares que faltarem, sem justificativa, a mais de um terço das sessões ordinárias anuais.</p>
<p>O PRC propõe que a Secretaria-Geral da Mesa elabore relatórios mensais de acompanhamento, alertando a Presidência da Câmara sobre possíveis riscos de descumprimento do limite constitucional de faltas. O relatório final consolidado deverá ser apresentado até 5 de dezembro, indicando os deputados que faltaram a mais de um terço das sessões sem justificativa.</p>
<p>O projeto determina que, ao receber o relatório final, a Presidência da Casa deve instaurar o procedimento de declaração de perda de mandato. A instauração também deverá ocorrer ao constatar, a qualquer momento, que um parlamentar não conseguirá cumprir o prazo constitucional.</p>
<p>&#8220;A medida garante efetividade ao controle constitucional de assiduidade parlamentar, reforça os princípios da moralidade, eficiência e economicidade e evita o possível dano ao erário pela continuidade de pagamentos indevidos de subsídios e benefícios a parlamentares que descumpram de forma irreversível o dever de presença&#8221;, justifica Farias.</p>
<p>Em agosto, Eduardo Bolsonaro solicitou ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), autorização para exercer seu mandato à distância, dos EUA, comparando a situação com o trabalho remoto autorizado durante a pandemia de covid-19. O pedido foi negado, com base em parecer da Mesa Diretora, que permite o registro remoto apenas para parlamentares em missão oficial autorizada pela Câmara.</p>
<p>Em setembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Eduardo Bolsonaro por sua atuação junto ao governo dos Estados Unidos para promover tarifas contra as exportações brasileiras e outras retaliações. Recentemente, a maioria dos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tornar o deputado réu pelo crime de coação no curso do processo, abrindo caminho para uma ação penal.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/lindbergh-propoe-rigor-maior-em-casos-de-faltas-de-deputados/">Lindbergh propõe rigor maior em casos de faltas de deputados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teco toma posse como prefeito de Itapevi</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/teco-toma-posse-como-prefeito-de-itapevi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 21:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Itapevi]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[Teco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/?p=32041</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cerimônia aconteceu na Câmara Municipal e a transmissão de cargo foi realizada na sede da Prefeitura Por Aline Barros O novo prefeito de Itapevi, Marcos Ferreira Godoy, o Teco (Podemos), tomou posse nesta quarta-feira (1º), junto ao vice-prefeito, Thiaguinho Silva (PL). Além deles, 17 vereadores assumiram os cargos na Câmara Municipal para a legislatura 2025-2028. [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/teco-toma-posse-como-prefeito-de-itapevi/">Teco toma posse como prefeito de Itapevi</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Cerimônia aconteceu na Câmara Municipal e a transmissão de cargo foi realizada na sede da Prefeitura</em></h4>
<p>Por Aline Barros</p>
<p>O novo prefeito de Itapevi, Marcos Ferreira Godoy, o Teco (Podemos), tomou posse nesta quarta-feira (1º), junto ao vice-prefeito, Thiaguinho Silva (PL). Além deles, 17 vereadores assumiram os cargos na Câmara Municipal para a legislatura 2025-2028.</p>
<p>O dia começou com a missa e Santa Maria Mãe de Deus, na Igreja Matriz São Judas Tadeu, oficiada pelo padre Ely Rosa e na sequência os eleitos e convidados seguiram para a Câmara de Vereadores.</p>
<p>A cerimônia de posse foi presidida pelo vereador Akdenis Mohamad Kourani (PSD) que, seguindo o regimento interno da Casa, recebeu o diploma emitido pela Justiça Eleitoral dos eleitos no pleito de outubro, declaração de bens e conduziu o juramento de posse do prefeito, vice e vereadores, que prometeram exercer o mandato com dedicação, lealdade e cumprir a Lei Orgânica Municipal e as Constituições Estadual e Federal.</p>
<p>Após a posse, o então prefeito Igor Soares realizou a transmissão de cargo na sede da Prefeitura de Itapevi com a assinatura no livro e com a entrega simbólica da chave da cidade ao novo prefeito Teco.</p>
<p>Para Teco “É um grande desafio e uma grande responsabilidade administrar Itapevi, mas com fé e trabalho vamos continuar com a missão de transformar a nossa cidade em um lugar ainda melhor para se viver. Vou governar a cidade para todos sem distinção e não deixaremos ninguém para trás”, disse.</p>
<p>Para Igor Soares (Podemos), prefeito que comandou a Prefeitura entre os anos de 2017 e 2024, ter governado a cidade “foi uma tarefa árdua, mas o resultado valeu a pena, entrego uma cidade muito melhor, realizamos mais de 500 obras e resgatamos o orgulho do nosso povo de viver aqui”, destacou.</p>
<p>O vice-prefeito, Thiaguinho Silva, explicou que trabalhará com muito empenho. “Itapevi seguirá no caminho do crescimento e do desenvolvimento”, avaliou.</p>
<h4><strong>Novo Secretariado</strong></h4>
<p>O prefeito Teco (Podemos) também anunciou seu novo secretariado, confira:</p>
<p>&#8211; Administração e Tecnologia – Paula Pezzoni</p>
<p>&#8211; Cultura – Renata Simões</p>
<p>&#8211; Desenvolvimento Econômico – Mauro Martins</p>
<p>&#8211; Desenvolvimento Social – Elaine Freitas</p>
<p>&#8211; Desenvolvimento Urbano – Walter Hasegawa</p>
<p>&#8211; Direitos Humanos e Cidadania – Giovana Pasqualucci</p>
<p>&#8211; Educação – Eliana Silva</p>
<p>&#8211; Esportes e Lazer – Bruxão Cavanha</p>
<p>&#8211; Fazenda e Patrimônio – Claudio Freitas</p>
<p>&#8211; Governo – Jonathan Francisco</p>
<p>&#8211; Habitação – Eduardo Casagrande</p>
<p>&#8211; Infraestrutura e Serviços Urbano – Marcos dos Anjos</p>
<p>&#8211; Justiça – Marcus Vasconcelos</p>
<p>&#8211; Meio Ambiente e Defesa Animal – Paulo Rogiério de Almeida</p>
<p>&#8211; Planejamento &#8211; Dario Moreno</p>
<p>&#8211; Saúde – Luiza Nasi</p>
<p>&#8211; Segurança e Mobilidade Urbana &#8211;  Priscila Camargo</p>
<p>&#8211; Suprimentos – Natally Moraes</p>
<p>&#8211; Comunicação – Willian Novaes</p>
<p>&#8211; Controladoria – Tadeu Salles</p>
<p>&#8211; ItapeviPrev – Vinicius Ramos</p>
<p>&#8211; Ouvidoria – Flavia Seretti</p>
<p>&#8211; Mais Itapevi – Fabio Junior</p>
<h4><strong>Mesa Diretora</strong></h4>
<p>Após a sessão de posse, os vereadores se reuniram para eleger a Mesa Diretora da Casa de Leis para o biênio 2025/2026. Com chapa única, eleita de forma unânime, a mesa será presidida por Rafael Alan, tendo como vice-presidente Tininha Godoy, e as 1ª, 2ª e 3ª secretarias serão ocupadas, respectivamente, pelos vereadores Maurício Japa, Priscila Cavanha e Mateusinho Silva.</p>
<h4><strong>Vereadores legislatura 2025/2028</strong></h4>
<p>Akdenis (PSD), Mateuzinho Silva (PL), Professor Rafael (Podemos), Pedro Mau Mau (PP), Marina Dornellas (União), Jonas Henrique (PSD), Tininha (PSD), Chambinho (União), Mauricio Japa (PP), Priscila Cavanha (PL), Afonso Silva (Republicanos), Thiago Moitinho (MDB), Fabinho (MDB), Yacer Kourani (Podemos), Elias Vasconcelos (Republicanos), Mariza Borges (Podemos) e Zetti da Adega (PSB).</p>
<p>Foto: Christian Carracci e Helder Lins PMI</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/teco-toma-posse-como-prefeito-de-itapevi/">Teco toma posse como prefeito de Itapevi</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rogério Lins oficializa Gerson Pessoa como pré-candidato à prefeitura de Osasco em evento marcante de um ano de mandato</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/rogerio-lins-oficializa-gerson-pessoa-como-pre-candidato-a-prefeitura-de-osasco-em-evento-marcante-de-um-ano-de-mandato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 19:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Deputada Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Deputado Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Gerson Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[mandato]]></category>
		<category><![CDATA[Podemos]]></category>
		<category><![CDATA[Pré candidato]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Lins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/?p=24727</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma celebração marcante do primeiro ano de mandato do deputado estadual Gerson Pessoa (Podemos) agitou o teatro do Colégio Nossa Senhora de Misericórdia, região do Bela Vista, na segunda-feira, 18/03, reunindo mais de 2000 entusiastas. Com 800 assentos ocupados e centenas de pessoas em pé, a atmosfera era de fervor, com muitos disputando espaço para [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/rogerio-lins-oficializa-gerson-pessoa-como-pre-candidato-a-prefeitura-de-osasco-em-evento-marcante-de-um-ano-de-mandato/">Rogério Lins oficializa Gerson Pessoa como pré-candidato à prefeitura de Osasco em evento marcante de um ano de mandato</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma celebração marcante do primeiro ano de mandato do deputado estadual Gerson Pessoa (Podemos) agitou o teatro do Colégio Nossa Senhora de Misericórdia, região do Bela Vista, na segunda-feira, 18/03, reunindo mais de 2000 entusiastas. Com 800 assentos ocupados e centenas de pessoas em pé, a atmosfera era de fervor, com muitos disputando espaço para estar mais próximos. Do lado de fora, cerca de 1000 pessoas aguardavam ansiosas, incapazes de entrar para testemunhar o evento.</p>
<p>Gerson e sua equipe planejaram um evento imponente para compartilhar com o público a jornada e as realizações do primeiro ano de seu mandato. Ele se destacou não apenas pelo trabalho no Estado, mas especialmente pelas iniciativas em Osasco, onde canaliza sua energia e dedicação. Um vídeo emocionante resumiu as conquistas, incluindo a eleição como o deputado estadual mais votado na história de Osasco e os esforços para beneficiar a cidade, como o repasse de mais de R$45 milhões, com previsão de chegar a R$80 milhões até o final do ano. O vídeo mostrou um Gerson Pessoa ativo, engajado e envolvido em ações que abrangem todos os setores da sociedade, desde autoridades estaduais até líderes religiosos, empresários, comerciantes, colegas deputados, formadores de opinião, líderes comunitários, imprensa, entre outros.</p>
<p>A força política de Gerson também ficou evidente na cerimônia, que contou com a presença de figuras proeminentes como o prefeito Rogério Lins e a primeira-dama Aline Lins; a deputada federal Renata Abreu, presidente nacional do Podemos; Maria José Bonetti, presidente da OAB Osasco; o delegado seccional de Osasco, José Flamínio Martins; Gabriela Pessoa, esposa de Gerson; o presidente da Câmara de Osasco, Carmônio Bastos, o vice-prefeito de Jandira, Carlos Eduardo Piteri (Piti), representando o prefeito Dr. Sato; o deputado estadual Ricardo França, além de vereadores, deputados, lideranças de todos os segmentos da sociedade.</p>
<p>O carinho e a dedicação de Gerson para com Osasco ficaram evidentes nas palavras de apoiadores como o deputado Ricardo França, que destacou sua liderança e parceria com o prefeito Rogério Lins. Autoridades nacionais, mesmo ausentes, enviaram mensagens de apoio, reconhecendo o trabalho de Gerson em colaboração com o governo do Estado e seu potencial para contribuir ainda mais para Osasco. Foi o caso do deputado federal e presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira: “Com o apoio de Gerson, com certeza Osasco irá continuar em boas mãos “, disse.<br />
Saudação do governador Tarcísio de Freitas e do secretário estadual de Governo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, também chegaram via vídeo. “Gerson tem feito a diferença trabalhando em colaboração com o governo para construir política pública e deixar um legado na Assembleia Legislativa, principalmente para a cidade de Osasco“, disse o governador, completando que há trabalho bem feito pelo prefeito Rogério Lins e que ele tem certeza de que “Gerson está pronto para dar continuidade“, disse demonstrando apoio a pré-candidatura de Gerson para a prefeitura de Osasco.</p>
<p>Kassab também seguiu nessa linha: “Pelo que testemunhei, o Gerson é um deputado de muita qualidade, conhecedor de Osasco e que faz a diferença com sua presença na Assembleia Legislativa. Gerson, conte conosco, tenho plena confiança de que você terá uma jornada vitoriosa“, disse.</p>
<p>O prefeito Rogério Lins ressaltou a importância dos presentes na construção de um futuro melhor para Osasco, referindo-se a eles como &#8220;um exército de homens e mulheres dispostos a moldar a cidade&#8221;. Ele reconheceu os desafios pela frente, mas enfatizou a necessidade de continuidade e apoio para alcançar mais progresso. “Hoje vejo esse exército de pessoas e sinto o quanto avançamos para chegar até aqui. Com humildade, sei que ainda há muitos desafios a serem superados, ainda há muito progresso a ser conquistado, mas melhorar é a nossa missão”, afirmou. Lins destacou as conquistas obtidas em seus mandatos como prefeito, contando com a participação dos vereadores, secretários, servidores e população, e salientou a importância dos apoios e da continuidade, para que o governo continue alcançando mais pessoas. “Gerson com certeza vai continuar trabalhando para fazer a diferença na vida das pessoas. Ele foi um colaborador do nosso governo é uma pessoa em quem confio demais, nunca se colocou como candidato, foi o nosso grupo que entendeu que ele deveria ser representante e hoje sei que estávamos certos“, afirmou.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-24730 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG_4795-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2024/03/IMG_4795-200x300.jpg 200w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2024/03/IMG_4795-683x1024.jpg 683w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2024/03/IMG_4795-768x1152.jpg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2024/03/IMG_4795-1024x1536.jpg 1024w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2024/03/IMG_4795.jpg 1067w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Renata Abreu elogiou a atuação de Gerson, destacando sua proximidade com a população e seu compromisso exclusivo com Osasco. “A eleição do Gerson foi um marco para Osasco. Ele sabe olhar nos olhos e dialogar com todos, desde os governantes até os mais simples, pensando sempre na cidade de Osasco. Em sua campanha não saiu da cidade para propagar seu nome fora, porque seu objetivo era fazer política para apenas uma cidade, Osasco! Gerson, você e o Rogério honraram a história do nosso partido, fazendo a melhor gestão que Osasco já teve!“, destacou.<br />
Durante seu discurso, Gerson ressaltou que suas conquistas são fruto do trabalho em equipe e da perseverança diária, e expressou gratidão pelo apoio recebido. Lembrou suas conquistas ao lado do prefeito, desde a primeira tentativa de Rogério Lins como candidato a vereador na cidade, até suas vitórias e a confiança no nome de Gerson para conduzir uma pasta importante como a secretaria de Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Econômico. Salientou a presença de lideranças das mais variadas áreas no evento, religiosas, políticos, atletas, secretários, vereadores, segurança pública. “Isso é a melhor prova de que estamos conseguindo construir uma unidade e nossa missão é continuar unidos, só aí a população vai ver de fato o quanto isso faz a diferença“, ressaltou o deputado.<br />
Ao final do evento, Rogério Lins declarou Gerson Pessoa como seu pré-candidato a prefeito de Osasco. “Diante de todas as conquistas e sabendo dos desafios, sabendo do amor que o Gerson tem por Osasco, e que mais do que ver e ouvir, a gente sente a verdade que ele traz, eu defini que o Gerson é meu pré-candidato a prefeito de Osasco”, enfatizou coroando o evento com um momento de grande emoção e aplausos da plateia.</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/rogerio-lins-oficializa-gerson-pessoa-como-pre-candidato-a-prefeitura-de-osasco-em-evento-marcante-de-um-ano-de-mandato/">Rogério Lins oficializa Gerson Pessoa como pré-candidato à prefeitura de Osasco em evento marcante de um ano de mandato</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
