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	<title>manejo &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Arsesp publica guia de diretrizes sobre drenagem e manejo de águas pluviais</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 13:46:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) marcou um passo significativo na gestão ambiental e urbana ao publicar, em 29 de dezembro, o Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas (DMAPU). Este documento técnico, crucial para o desenvolvimento sustentável, visa orientar municípios, gestores públicos e demais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) marcou um passo significativo na gestão ambiental e urbana ao publicar, em 29 de dezembro, o Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas (DMAPU). Este documento técnico, crucial para o desenvolvimento sustentável, visa orientar municípios, gestores públicos e demais partes interessadas na organização e planejamento de serviços essenciais que compõem o saneamento básico. A iniciativa reforça o compromisso da Arsesp em promover boas práticas regulatórias e em apoiar a formulação de políticas públicas mais eficientes e resilientes, especialmente no que tange à crescente necessidade de uma gestão eficaz da drenagem e manejo de águas pluviais urbanas diante dos desafios climáticos e urbanísticos.</p>
<p> A redefinição da drenagem urbana para cidades resilientes</p>
<p>O Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas da Arsesp emerge como uma resposta estratégica aos desafios impostos pela urbanização acelerada e pelas mudanças climáticas. O documento reconhece a drenagem urbana não apenas como um serviço de infraestrutura, mas como um elemento fundamental para a resiliência das cidades. Historicamente, os sistemas de drenagem urbanos focaram predominantemente na rápida remoção da água da chuva, um modelo que se mostra cada vez mais inadequado diante do aumento da frequência e intensidade de eventos extremos de chuva. A impermeabilização do solo, decorrente do avanço urbano, agrava ainda mais essa situação, potencializando alagamentos e inundações que afetam gravemente a vida da população e a infraestrutura local.</p>
<p> Superando o modelo tradicional com abordagens integradas</p>
<p>A publicação da Arsesp propõe uma abordagem radicalmente diferente, promovendo um manejo integrado das águas pluviais. Este novo paradigma busca superar o modelo tradicional, que frequentemente desconsidera os múltiplos aspectos do ciclo da água, em favor de soluções que não apenas reduzam alagamentos, mas também protejam o meio ambiente e contribuam para a qualidade de vida da população. A visão integrada implica considerar a água da chuva não como um problema a ser descartado, mas como um recurso que pode ser gerenciado de forma mais inteligente. Isso inclui a implementação de medidas que permitam a infiltração, retenção e uso da água pluvial dentro do próprio ambiente urbano, minimizando o impacto nos sistemas de drenagem e nos corpos d&#8217;água receptores. O guia incentiva uma mudança cultural e técnica, onde o planejamento urbano e o manejo da água pluvial caminham lado a lado para construir cidades mais seguras e sustentáveis.</p>
<p> Marco regulatório e a inovação em soluções de drenagem</p>
<p>Alinhado com as premissas do Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020) e as diretrizes estabelecidas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Guia da Arsesp aborda uma ampla gama de temas cruciais para a modernização do setor. A publicação detalha aspectos como a titularidade municipal dos serviços, delineando as responsabilidades claras dos entes envolvidos na gestão da drenagem urbana. Explora também as diferentes formas de prestação dos serviços, a sustentabilidade econômico-financeira dos sistemas, a importância de um planejamento integrado que contemple diversas disciplinas, e os desafios da operação e manutenção contínuas das infraestruturas. Além disso, o documento ressalta o papel fundamental da regulação e da fiscalização para assegurar a conformidade e a eficácia das políticas e práticas adotadas. Este arcabouço regulatório visa criar um ambiente propício para investimentos e inovações no setor, garantindo que os serviços de drenagem sejam prestados com eficiência e qualidade.</p>
<p> Soluções baseadas na natureza para um futuro mais verde</p>
<p>Um dos pilares do guia é a ênfase na incorporação de soluções baseadas na natureza (SBN), integradas às infraestruturas convencionais. Essas soluções representam uma estratégia inovadora e eficaz para ampliar a adaptação das cidades às mudanças climáticas e mitigar os riscos de inundações. O documento destaca exemplos práticos como jardins de chuva, que permitem a absorção e filtragem da água pluvial; pavimentos permeáveis, que reduzem o escoamento superficial; telhados verdes, que retêm água e oferecem benefícios térmicos; e bacias de infiltração, que promovem a recarga de aquíferos. A integração dessas SBN com os sistemas tradicionais de drenagem não apenas otimiza o manejo da água, mas também melhora a biodiversidade urbana, embeleza as paisagens e contribui para a redução do efeito de ilha de calor. Este olhar para a natureza como aliada no planejamento urbano é essencial para construir cidades mais resilientes e ecologicamente equilibradas no Estado de São Paulo.</p>
<p> Fortalecendo a gestão e o diálogo no estado</p>
<p>O Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas, meticulosamente elaborado pela equipe técnica da Arsesp, possui um caráter eminentemente orientativo. Seu principal objetivo é servir como uma referência técnica inicial, catalisando o diálogo construtivo com os municípios regulados e as diversas instituições envolvidas no complexo cenário da gestão de recursos hídricos e planejamento urbano. Ao fornecer um direcionamento claro e abrangente, o documento visa capacitar os gestores locais com as ferramentas e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios contemporâneos da drenagem urbana.</p>
<p>Esta iniciativa da Arsesp é um passo crucial para o fortalecimento da gestão da drenagem urbana em todo o Estado de São Paulo. Ao promover uma compreensão mais aprofundada dos princípios de resiliência, sustentabilidade e inovação, o guia estimula a adoção de práticas que não só protegem as comunidades contra os efeitos das chuvas intensas, mas também elevam a qualidade ambiental e de vida dos cidadãos. O documento pavimenta o caminho para a implementação de políticas públicas mais eficazes, incentivando a colaboração intermunicipal e a integração de soluções que beneficiam o meio ambiente e a economia, marcando um novo capítulo na gestão de águas pluviais no estado.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Qual o objetivo principal do Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas (DMAPU) da Arsesp?<br />
O objetivo principal é orientar municípios, gestores públicos e demais atores do setor na organização e planejamento dos serviços de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas, promovendo a resiliência das cidades e a adoção de soluções mais eficientes e sustentáveis.</p>
<p>Quais são os principais desafios urbanos que o guia busca endereçar?<br />
O guia busca endereçar o aumento da frequência e intensidade de eventos extremos de chuva, o avanço da urbanização e a impermeabilização do solo, que culminam em alagamentos e outros impactos ambientais e sociais negativos.</p>
<p>Que tipo de soluções inovadoras o guia propõe para o manejo de águas pluviais?<br />
O guia propõe a adoção de soluções baseadas na natureza (SBN), como jardins de chuva, pavimentos permeáveis, telhados verdes e bacias de infiltração, integradas às infraestruturas convencionais, visando a adaptação às mudanças climáticas e a mitigação de riscos de inundações.</p>
<p>Como o guia da Arsesp se alinha à legislação vigente?<br />
O documento está alinhado ao Marco Legal do Saneamento Básico e às diretrizes da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), tratando de temas como titularidade municipal, responsabilidades dos entes, sustentabilidade econômico-financeira e planejamento integrado, garantindo conformidade e eficácia regulatória.</p>
<p>Para aprofundar-se nas diretrizes e contribuir para cidades mais resilientes, explore o conteúdo completo do Guia de Diretrizes sobre Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Criação de búfalos impulsionada por novas técnicas no interior paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 11:01:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de búfalos no interior de São Paulo estão implementando novas técnicas para sustentar a produtividade de seus rebanhos, especialmente durante os períodos de altas temperaturas. Em Itapetininga, criadores estão participando de programas de capacitação técnica focados na otimização do manejo, da reprodução e da nutrição dos animais. Alessandro Dezembro, dedicado à criação da raça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Produtores de búfalos no interior de São Paulo estão implementando novas técnicas para sustentar a produtividade de seus rebanhos, especialmente durante os períodos de altas temperaturas. Em Itapetininga, criadores estão participando de programas de capacitação técnica focados na otimização do manejo, da reprodução e da nutrição dos animais.</p>
<p>Alessandro Dezembro, dedicado à criação da raça murrah, que se destaca por sua resistência e temperamento dócil, possui um rebanho de 50 búfalas em período de lactação. Ele relata que a produção, que usualmente declina em épocas de calor intenso, apresentou melhorias significativas após a implementação de técnicas de inseminação, identificação de animais com problemas de reprodução e aprimoramento da alimentação.</p>
<p>A pesagem regular do leite se tornou uma prática essencial, permitindo o monitoramento constante do desempenho do rebanho. Fatores como genética, manejo adequado, sanidade e o uso estratégico de hormônios são considerados cruciais para influenciar a produtividade. Na propriedade de Alessandro, a ordenha é realizada duas vezes ao dia, e em períodos de maior produção, já se alcançou a marca de 500 litros diários.</p>
<p>Em Alambari, o produtor Massatoshi Escuro também colheu resultados positivos ao adotar orientações técnicas especializadas. Sua média de produção aumentou de aproximadamente cinco litros para seis litros e meio por animal. Em momentos de pico, seu rebanho, composto por mais de 30 matrizes, atingiu uma produção de 170 litros diários, que são destinados a uma cooperativa local.</p>
<p>Apesar das variações ao longo do ano, os produtores concordam que o investimento em um manejo mais técnico tem proporcionado avanços notáveis tanto na qualidade quanto na quantidade do leite de búfala produzido. A implementação de práticas aprimoradas de nutrição, reprodução e manejo sanitário tem se mostrado fundamental para enfrentar os desafios impostos pelas condições climáticas e garantir a sustentabilidade da produção leiteira de búfalas na região.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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