<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>mariana &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tag/mariana/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Jan 2026 01:01:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>mariana &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tribunal de Londres mantém condenação da BHP por negligência em Mariana</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tribunal-de-londres-mantem-condenacao-da-bhp-por-negligencia-em-mariana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 01:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bhp]]></category>
		<category><![CDATA[desastre]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mariana]]></category>
		<category><![CDATA[negligência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/tribunal-de-londres-mantem-condenacao-da-bhp-por-negligencia-em-mariana/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A justiça britânica deu um passo decisivo na busca por reparação para as vítimas do desastre de Mariana, ocorrido em 2015. Nesta segunda-feira, um tribunal superior de Londres negou à mineradora australiana BHP o direito de recorrer de uma decisão anterior que a responsabilizou pelo rompimento da barragem do Fundão. Essa responsabilidade da BHP foi [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tribunal-de-londres-mantem-condenacao-da-bhp-por-negligencia-em-mariana/">Tribunal de Londres mantém condenação da BHP por negligência em Mariana</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A justiça britânica deu um passo decisivo na busca por reparação para as vítimas do desastre de Mariana, ocorrido em 2015. Nesta segunda-feira, um tribunal superior de Londres negou à mineradora australiana BHP o direito de recorrer de uma decisão anterior que a responsabilizou pelo rompimento da barragem do Fundão. Essa responsabilidade da BHP foi classificada como &#8220;estrita&#8221;, reconhecendo a empresa como poluidora e destacando sua &#8220;negligência&#8221; nos danos causados. Após quase dez anos desde a tragédia, a recente deliberação abre caminho para o pagamento de um montante bilionário em indenizações. A expectativa é que 36 bilhões de libras esterlinas, o equivalente a cerca de R$ 259 bilhões, sejam destinados a aproximadamente 620 mil requerentes. O desfecho dessa fase processual solidifica a posição das vítimas e do meio ambiente na busca por justiça, marcando um precedente significativo para a responsabilização corporativa em desastres de grande escala.</p>
<p> A decisão histórica e seus fundamentos</p>
<p>A recente determinação do Tribunal Superior de Londres é um marco crucial para os envolvidos no desastre de Mariana. A recusa em conceder à BHP o direito de apelo reitera a posição judicial que já havia considerado a mineradora &#8220;estritamente responsável&#8221; pelos impactos do rompimento da barragem. Esta classificação significa que a empresa é responsabilizada pelos danos causados independentemente da intenção, focando na sua condição de agente poluidor. Mais do que isso, a decisão sublinha especificamente a &#8220;negligência&#8221; da BHP, reforçando a falha em seguir os devidos protocolos de segurança e manutenção que poderiam ter evitado a tragédia.</p>
<p> A negação do recurso e o reconhecimento da negligência</p>
<p>A negação do recurso à BHP encerra uma etapa significativa do litígio, que se arrasta há anos nos tribunais britânicos. A corte não apenas manteve a responsabilização da mineradora como &#8220;poluidora&#8221;, mas fez questão de frisar a existência de &#8220;negligência&#8221; em suas ações ou omissões que culminaram no desastre. Essa distinção é vital, pois a negligência implica uma falha no dever de cuidado, um ponto que foi amplamente debatido e provado ao longo do processo. Para os advogados e requerentes, esta é uma vitória substancial, pois valida a percepção de que a empresa não agiu com a diligência necessária para prevenir uma catástrofe de tamanha magnitude, afetando milhares de vidas e ecossistemas. O veredicto envia uma mensagem clara sobre a importância da accountability corporativa, mesmo em jurisdições internacionais.</p>
<p> O montante da indenização e os próximos passos legais</p>
<p>Com a impossibilidade de recurso, o foco do processo agora se volta para a quantificação e o pagamento das indenizações. O valor estimado de 36 bilhões de libras esterlinas, aproximadamente R$ 259 bilhões na cotação atual, representa um dos maiores montantes já discutidos em casos de desastres ambientais. Este valor colossal será dividido entre os 620 mil requerentes que se uniram à ação judicial, buscando compensação por perdas materiais, danos morais e impactos ambientais. O próximo passo crucial será um segundo julgamento, com início previsto para outubro deste ano, que se dedicará exclusivamente à análise e à determinação dos critérios e valores específicos para as indenizações. Este julgamento será fundamental para definir como os recursos serão distribuídos e para garantir que a reparação alcance efetivamente aqueles que foram afetados pela tragédia.</p>
<p> O cenário do desastre de Mariana: Cronologia e impactos</p>
<p>O rompimento da barragem do Fundão, parte do complexo minerário de Germano, operado pela Samarco, uma joint venture da BHP e da brasileira Vale, é considerado o maior desastre ambiental da história do Brasil. O evento catastrófico não foi apenas um acidente, mas o resultado de uma série de falhas que levaram ao colapso estrutural da barragem de rejeitos. A dimensão da destruição e a amplitude dos impactos socioambientais são incalculáveis, reverberando por toda uma bacia hidrográfica e além.</p>
<p> A catástrofe de 5 de novembro de 2015</p>
<p>A manhã de 5 de novembro de 2015 foi marcada por uma devastação sem precedentes. A barragem do Fundão, localizada perto da cidade de Mariana, em Minas Gerais, rompeu-se abruptamente, liberando uma torrente avassaladora de lama tóxica. Esta onda de rejeitos minerários percorreu mais de 650 quilômetros, seguindo o curso do Rio Doce e de seus afluentes, até desaguar no Oceano Atlântico. A lama, carregada de minerais pesados e outros elementos nocivos, transformou a paisagem, soterrando distritos inteiros, como Bento Rodrigues, e alterando drasticamente o ecossistema fluvial. A velocidade e a força da lama não deram chance a muitos, deixando um rastro de destruição que se estendeu por múltiplos estados brasileiros.</p>
<p> As consequências humanas e ambientais</p>
<p>Os impactos do desastre foram amplos e devastadores. A tragédia ceifou 19 vidas, incluindo trabalhadores da Samarco e moradores das comunidades atingidas. Mais de 600 pessoas ficaram desabrigadas, perdendo suas casas, bens e o sustento de uma vida inteira. A lama tóxica dizimou milhares de animais, desde espécies aquáticas do Rio Doce até a fauna terrestre que habitava as margens. Além disso, vastas áreas de floresta tropical protegida foram irremediavelmente devastadas, alterando ecossistemas e comprometendo a biodiversidade por gerações. A contaminação da água e do solo afetou a agricultura, a pesca e o acesso a recursos hídricos, causando um colapso econômico e social nas regiões atingidas. As comunidades ribeirinhas, que dependiam diretamente do rio para subsistência e cultura, viram sua forma de vida ser completamente destruída, enfrentando desafios imensos de recuperação e reestruturação.</p>
<p> Implicações e o futuro da responsabilização corporativa</p>
<p>A decisão da justiça britânica de manter a condenação da BHP transcende o caso específico de Mariana. Ela estabelece um precedente significativo para a responsabilização corporativa internacional em casos de desastres ambientais e violações de direitos humanos. Ao julgar uma empresa-mãe por atos de uma de suas subsidiárias, e ao considerar a negligência como fator determinante, o tribunal de Londres envia uma mensagem poderosa para multinacionais operando em diferentes partes do mundo: a distância geográfica não anula a responsabilidade.</p>
<p>Essa determinação reforça a ideia de que empresas com atuação global precisam garantir que suas operações, em qualquer país, sigam padrões rigorosos de segurança e respeito ao meio ambiente e às comunidades. Para a BHP, a condenação representa um desafio substancial não apenas financeiramente, mas também em termos de reputação e governança corporativa. A necessidade de arcar com bilhões em indenizações impactará seus resultados, e a mancha da negligência em Mariana perdurará. Para as vítimas e para o movimento por justiça ambiental no Brasil e no mundo, esta é uma vitória que, embora tardia, reafirma a possibilidade de buscar reparação em fóruns internacionais quando a justiça local se mostra morosa ou insuficiente. O caso Mariana continua a ser um doloroso lembrete das consequências da irresponsabilidade corporativa, mas também uma inspiração para a luta por um futuro mais seguro e justo.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual é a decisão mais recente da justiça britânica sobre o caso Mariana?<br />
A justiça britânica negou o direito da mineradora australiana BHP de recorrer da decisão que a responsabilizou pelo rompimento da barragem de Mariana, ocorrido em 2015. O Tribunal Superior de Londres manteve a condenação da BHP por sua &#8220;negligência&#8221; e como &#8220;poluidora estritamente responsável&#8221; pelos danos.</p>
<p> Qual o valor da indenização e quem são os beneficiários?<br />
A decisão abre caminho para o pagamento de 36 bilhões de libras esterlinas, o equivalente a cerca de R$ 259 bilhões. Este valor será destinado a aproximadamente 620 mil requerentes do processo, que buscam compensação por perdas e danos decorrentes do desastre.</p>
<p> Por que o julgamento ocorreu em Londres e não apenas no Brasil?<br />
O processo civil ocorreu em Londres porque a BHP, uma das controladoras da Samarco (operadora da barragem), possuía uma de suas sedes na capital britânica na época do desastre. Isso permitiu que a ação fosse movida no Reino Unido, proporcionando uma via legal para as vítimas buscarem justiça internacionalmente.</p>
<p> Quais foram os principais impactos do desastre de Mariana?<br />
O rompimento da barragem causou 19 mortes, deixou mais de 600 pessoas desabrigadas, matou milhares de animais e devastou vastas áreas de floresta tropical protegida. A lama tóxica percorreu 650 quilômetros pelo Rio Doce até o Oceano Atlântico, contaminando ecossistemas e afetando severamente comunidades ribeirinhas e suas economias locais.</p>
<p>Para mais informações sobre responsabilização corporativa em desastres ambientais, procure por análises jurídicas especializadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/tribunal-de-londres-mantem-condenacao-da-bhp-por-negligencia-em-mariana/">Tribunal de Londres mantém condenação da BHP por negligência em Mariana</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entrei na estação para fugir dos tiros, conta moradora do rio</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/entrei-na-estacao-para-fugir-dos-tiros-conta-moradora-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[estação]]></category>
		<category><![CDATA[mariana]]></category>
		<category><![CDATA[nas]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/entrei-na-estacao-para-fugir-dos-tiros-conta-moradora-do-rio/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pânico e medo tomaram conta dos moradores do Rio de Janeiro nesta terça-feira, em meio a uma operação policial de grande escala nos Complexos da Penha e do Alemão. A ação resultou em um número elevado de mortos e presos, além de gerar transtornos significativos para a população. Milhares de pessoas enfrentaram dificuldades para retornar [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/entrei-na-estacao-para-fugir-dos-tiros-conta-moradora-do-rio/">Entrei na estação para fugir dos tiros, conta moradora do rio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pânico e medo tomaram conta dos moradores do Rio de Janeiro nesta terça-feira, em meio a uma operação policial de grande escala nos Complexos da Penha e do Alemão. A ação resultou em um número elevado de mortos e presos, além de gerar transtornos significativos para a população. Milhares de pessoas enfrentaram dificuldades para retornar aos seus lares, devido aos bloqueios nas principais vias e à intensa troca de tiros.</p>
<p>As estações de metrô e os pontos de ônibus ficaram superlotados durante a tarde, enquanto a Polícia Militar informava que criminosos da facção Comando Vermelho haviam ordenado o fechamento de importantes acessos da cidade.</p>
<p>Em meio ao caos, a professora Marise Flor relatou ter sido pega em meio a um intenso tiroteio ao tentar pegar um ônibus para voltar para casa. Seu filho tentou resgatá-la de carro, mas foi impedido pelos bloqueios nas vias. Diante da situação, ela precisou desembarcar na estação Outeiro Santo, no corredor Transolímpica, em Jacarepaguá, devido às barricadas montadas por grupos criminosos.</p>
<p>Segundo seu relato, policiais militares chegaram ao local e efetuaram disparos para dispersar os moradores que permaneciam na área. Nesse momento, Marise buscou refúgio dentro da estação para escapar dos tiros. &#8220;Entrei na estação de volta por baixo da roleta para me esconder dos tiros&#8221;, declarou.</p>
<p>Após um momento de tensão, a professora conseguiu solicitar um carro de aplicativo e finalmente deixou a estação. Seu filho a encontrou e a levou para casa. Marise descreveu o impacto emocional da situação, relatando dores de estômago e uma crise de choro ao chegar em segurança.</p>
<p>Outra moradora, Mariana Colbert, atendente de um quiosque de sorvete e grávida de quatro meses, relatou que as ruas do Engenho da Rainha, onde reside, já estavam bloqueadas desde as 8h30 da manhã. Segundo ela, três ônibus foram utilizados para bloquear a via. Estima-se que mais de 50 veículos foram utilizados como barricadas em diversos pontos da cidade.</p>
<p>Mariana precisou caminhar até Inhaúma para conseguir embarcar em um ônibus em direção ao trabalho. Ela conta que o motorista alterou o trajeto para evitar a comunidade controlada pelo Comando Vermelho, alvo da operação policial. &#8220;Levei uma hora para chegar ao trabalho, mas ainda consegui. Muita gente não foi trabalhar, muitas lojas ficaram fechadas&#8221;, disse. No final do expediente, Mariana conseguiu um carro por aplicativo e retornou para casa, encontrando a via já liberada e com forte presença policial.</p>
<p>A operação em curso é considerada a maior em 15 anos no Rio de Janeiro. Cerca de 2,5 mil policiais civis e militares estão envolvidos nas ações nos complexos do Alemão e da Penha, com o objetivo de capturar lideranças criminosas e conter a expansão territorial do Comando Vermelho. No entanto, a operação também se tornou a mais letal, superando o número de mortes registradas na operação do Jacarezinho, em 2021. Até o momento, a operação resultou em mais de 60 mortes.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/entrei-na-estacao-para-fugir-dos-tiros-conta-moradora-do-rio/">Entrei na estação para fugir dos tiros, conta moradora do rio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
