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	<title>mesmo &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>A partir de 2026, chamadas no mesmo DDD terão custo local</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 01:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário da telefonia fixa no Brasil está prestes a passar por uma reformulação significativa, trazendo simplificação e economia para milhões de consumidores. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou uma diretriz que alterará a forma como são cobradas as ligações entre cidades com o mesmo DDD. A partir de 2026, chamadas realizadas entre municípios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário da telefonia fixa no Brasil está prestes a passar por uma reformulação significativa, trazendo simplificação e economia para milhões de consumidores. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou uma diretriz que alterará a forma como são cobradas as ligações entre cidades com o mesmo DDD. A partir de 2026, chamadas realizadas entre municípios que compartilham o mesmo código de Discagem Direta a Distância deixarão de ser consideradas interurbanas, passando a ter o custo de uma ligação local. Esta medida visa modernizar o setor, aumentar a transparência tarifária e alinhar as regras da telefonia fixa às já existentes na telefonia móvel. A mudança promete desafogar os bolsos dos usuários e simplificar o processo de discagem, marcando um novo capítulo para o serviço.</p>
<p> A nova era das ligações fixas: simplificação e economia</p>
<p>A decisão da Anatel representa um marco importante para os usuários de telefonia fixa, especialmente aqueles que residem em regiões metropolitanas ou que possuem laços familiares e comerciais em cidades vizinhas que compartilham o mesmo código de área. A alteração elimina a distinção tarifária entre chamadas locais e interurbanas dentro de uma mesma área de DDD, transformando o que antes era um custo mais elevado em uma tarifa de valor reduzido, impactando positivamente o orçamento de famílias e empresas.</p>
<p> O fim da cobrança interurbana no mesmo DDD</p>
<p>Atualmente, ligar para uma cidade próxima que possui o mesmo DDD, mas é considerada uma área de tarifação diferente, implica em custos de interurbano. Com a nova regulamentação, essa barreira tarifária será derrubada. Um exemplo prático ilustra bem a mudança: moradores de municípios baianos como Catu ou Saubara, que utilizam o DDD 71, poderão realizar chamadas para Salvador – capital do estado e também detentora do DDD 71 – pagando o mesmo valor de uma ligação dentro da própria cidade. Isso significa uma economia substancial para quem mantém contato frequente com a capital ou outras cidades do mesmo DDD, seja por motivos pessoais, de saúde, educação ou negócios. A expectativa é que essa redução de custos estimule o uso do telefone fixo para essas conexões, que antes eram inibidas pelo valor mais alto. A medida também busca desonerar pequenas e médias empresas que dependem dessas ligações para suas operações diárias, facilitando a comunicação regional e impulsionando a economia local.</p>
<p> Desburocratização na discagem</p>
<p>Além da economia, a Anatel também simplificou o processo de discagem. A partir de 2026, para efetuar uma ligação para um número de telefone fixo que possua o mesmo DDD do seu, não será mais necessário digitar o código da operadora (como 21 ou 15) nem o código da cidade. Bastará discar diretamente o número do telefone de destino. Essa simplificação é um alívio para muitos usuários, reduzindo a complexidade e a chance de erros ao realizar chamadas. A medida alinha a usabilidade do telefone fixo à do telefone celular, onde geralmente basta digitar o número para fazer uma ligação local. Essa padronização visa tornar a experiência do usuário mais intuitiva e menos frustrante, eliminando etapas desnecessárias e agilizando a conexão entre as pessoas. A remoção da necessidade de códigos adicionais representa um avanço na experiência do consumidor, tornando o uso do telefone fixo mais prático e eficiente em seu cotidiano.</p>
<p> Cronograma, alcance e os objetivos da Anatel</p>
<p>A implementação dessa mudança será um processo gradual e cuidadosamente planejado para garantir uma transição suave para operadores e usuários. A Anatel estabeleceu um cronograma detalhado, dividindo a migração em diversas etapas que se estenderão ao longo do ano de 2026. Este método visa gerenciar a complexidade da alteração em nível nacional, permitindo que todas as partes se adaptem à nova realidade.</p>
<p> Implementação gradual e abrangência nacional</p>
<p>A transição será feita em nove etapas, distribuídas ao longo de 2026, garantindo que a adaptação ocorra de forma organizada e sem interrupções nos serviços. Essa abordagem faseada permitirá que as operadoras de telefonia ajustem seus sistemas de tarifação e que os consumidores se habituem às novas regras de discagem e cobrança. Atualmente, o Brasil possui mais de 4 mil áreas tarifárias distintas, o que contribui para a complexidade e, muitas vezes, para a confusão na hora de entender os custos das ligações. Com a implementação da nova diretriz, esse número será drasticamente reduzido para apenas 67 áreas de tarifação. Essa consolidação representa uma simplificação massiva da estrutura tarifária do país, tornando o sistema muito mais fácil de compreender tanto para os consumidores quanto para as operadoras, e promovendo uma maior equidade no acesso aos serviços de comunicação em todo o território nacional.</p>
<p> Modernização e transparência: a visão da Anatel</p>
<p>A Anatel justifica essa profunda alteração regulatória com três objetivos primordiais: modernizar o setor de telecomunicações, aumentar a transparência para o consumidor e igualar as regras do telefone fixo às do celular. A modernização é crucial em um cenário onde a telefonia móvel domina, mas o telefone fixo ainda é vital para uma parcela significativa da população, para empresas e para serviços de emergência. Ao simplificar a tarifação e a discagem, a Anatel busca revitalizar o uso do telefone fixo, tornando-o mais competitivo e atraente. A transparência é um ganho direto para o consumidor, que terá mais clareza sobre o custo de suas chamadas, eliminando surpresas na conta. Por fim, a equiparação com as regras do celular reflete uma busca por coerência regulatória, adaptando o serviço fixo às expectativas de um mercado cada vez mais unificado em termos de comunicação. Essas medidas visam garantir que o telefone fixo continue sendo um serviço relevante e acessível na era digital, atendendo às necessidades de conectividade de todos os brasileiros.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A mudança regulatória anunciada pela Anatel, com a equiparação das ligações fixas interurbanas para o mesmo DDD ao custo de uma chamada local a partir de 2026, representa um avanço significativo para o setor de telecomunicações no Brasil. A medida promete trazer economia para os consumidores, simplificar drasticamente a forma de discar e modernizar a percepção e o uso do telefone fixo. Ao reduzir as complexidades tarifárias e de discagem, a agência demonstra um compromisso com a transparência e a usabilidade, alinhando as expectativas do usuário fixo às do móvel. Essa iniciativa não apenas facilita a comunicação diária, mas também impulsiona a conectividade regional, beneficiando a sociedade e a economia em diversas esferas.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que exatamente muda com a nova regulamentação da Anatel?<br />
A partir de 2026, as ligações feitas de telefones fixos entre cidades que possuem o mesmo DDD deixarão de ser cobradas como chamadas interurbanas e passarão a ter o custo de uma ligação local, que geralmente é mais baixo. Além disso, não será mais necessário digitar o código da operadora nem o código da cidade para essas chamadas.</p>
<p>Quando esta mudança entra em vigor?<br />
A transição para o novo modelo de tarifação será feita de forma gradual, em nove etapas, ao longo de todo o ano de 2026.</p>
<p>Ainda precisarei discar o DDD para ligar para outra cidade no mesmo código de área?<br />
Sim, você ainda precisará discar o DDD para efetuar a ligação entre cidades, mesmo que elas compartilhem o mesmo código de área. A simplificação se aplica à remoção da necessidade de digitar o código da operadora e o código da cidade dentro do mesmo DDD.</p>
<p>Essa mudança se aplica a ligações de telefone celular?<br />
Não, a nova regra se refere especificamente às ligações realizadas de telefones fixos. As chamadas de celular já seguem outras diretrizes tarifárias.</p>
<p>Como posso saber se minha cidade compartilha o mesmo DDD com outra para onde costumo ligar?<br />
Você pode verificar o código DDD de ambas as cidades em sites de consulta telefônica ou diretamente com sua operadora de telefonia. A medida beneficiará todas as cidades que se encontram na mesma área de DDD, independentemente da distância geográfica.</p>
<p>Para mais informações sobre as novas regras e como elas podem impactar suas contas de telefone, consulte o site oficial da Anatel ou entre em contato diretamente com sua operadora de telefonia fixa.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Sp tem queda em casos de estupros e homicídios dolosos em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 09:01:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[homicídios]]></category>
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		<category><![CDATA[setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo registrou uma diminuição nos casos de homicídios dolosos e estupros durante o mês de setembro, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, os furtos apresentaram um aumento, totalizando 47.282 ocorrências no mês, em comparação com 45.906 casos no mesmo período do ano passado. No que se refere aos homicídios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo registrou uma diminuição nos casos de homicídios dolosos e estupros durante o mês de setembro, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, os furtos apresentaram um aumento, totalizando 47.282 ocorrências no mês, em comparação com 45.906 casos no mesmo período do ano passado.</p>
<p>No que se refere aos homicídios dolosos, o estado contabilizou 192 casos em setembro deste ano, ante 242 no mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a setembro, foram registrados 1.819 homicídios dolosos, representando uma redução de 2,2% em relação ao mesmo intervalo de 2024, que somou 1.860 registros. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo apontou que este é o menor número de casos desde 2001.</p>
<p>Houve também uma redução no número de latrocínios (roubos seguidos de morte). Os registros caíram de 15 casos em setembro de 2024 para nove casos em setembro deste ano. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, os latrocínios tiveram uma queda de 22,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 102 casos este ano.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública atribui a diminuição nos casos de homicídios dolosos e latrocínios em São Paulo às “ações integradas de inteligência e o uso de tecnologia no combate à criminalidade”.</p>
<p>Os estupros também apresentaram uma redução em setembro, com 1.311 ocorrências, 26 casos a menos do que no ano passado. Apesar disso, os feminicídios continuam a crescer no estado, passando de 173 casos para 182 no acumulado do ano. A secretaria justifica esse aumento, alegando que pode estar relacionado a uma maior precisão na tipificação e classificação dos casos.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Roubos de carga e veículos despencam no rio, aponta instituto</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 09:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Rio de Janeiro apresentou expressiva diminuição nos índices de roubo de carga e de veículos durante o mês de setembro, conforme dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). A comparação com o mesmo período de 2024 revela uma queda superior a 40% nesses crimes, um marco importante para a segurança patrimonial. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Rio de Janeiro apresentou expressiva diminuição nos índices de roubo de carga e de veículos durante o mês de setembro, conforme dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). A comparação com o mesmo período de 2024 revela uma queda superior a 40% nesses crimes, um marco importante para a segurança patrimonial.</p>
<p>Em setembro de 2025, foram registradas 182 ocorrências de roubo de carga, representando uma redução de 46% em relação aos 339 casos notificados em setembro de 2024. Este é o menor índice para o mês desde 2023. Os roubos de veículos também seguiram a tendência de queda, com 1.801 casos em setembro de 2025 contra 3.094 no mesmo período do ano anterior, o que equivale a uma diminuição de 42%. Os roubos de rua também apresentaram uma queda de 14%, com 4.448 vítimas em setembro deste ano, contra 5.189 no ano anterior.</p>
<p>Apesar do cenário positivo em relação aos crimes contra o patrimônio, o furto de celulares manteve-se praticamente estável, com um ligeiro aumento de 0,2%. Em setembro, foram levados 3.849 aparelhos, em comparação com 3.842 no mesmo mês de 2024. Já o furto de bicicletas registrou um aumento de 10%, passando de 323 em setembro de 2024 para 356 no mesmo mês deste ano. Os furtos em coletivos também apresentaram alta, com um aumento de 13% em relação a setembro de 2024. Neste ano, foram 717 aparelhos levados nesta situação, contra 636 no mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Em contrapartida, a produtividade policial apresentou resultados significativos. As polícias Civil e Militar apreenderam 593 fuzis nos primeiros nove meses do ano, uma média de dois fuzis retirados de circulação por dia. Este é o maior número desde o início da série histórica em 2007.</p>
<p>Outros indicadores positivos da atuação policial incluem a recuperação de 12.898 veículos, a realização de 31.691 prisões em flagrante, a apreensão de 19.114 drogas e a retirada de 4.591 armas de circulação. A diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz, atribui os resultados positivos a um planejamento estratégico baseado em evidências e integração, reforçando o compromisso das forças de segurança com a sociedade.</p>
<p>Os dados do ISP apontam ainda para uma redução de 20% nos casos de latrocínio, com 52 vítimas no acumulado de 2025, em comparação com 65 em 2024. As mortes por intervenção de agente do Estado também registraram queda, com 519 casos em setembro de 2025, uma redução de 7% em relação aos 558 casos de setembro de 2024.</p>
<p>Os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública são baseados nos registros de ocorrência lavrados nas delegacias de Polícia Civil do estado durante o mês de setembro.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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