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	<title>missão &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Artemis II: astronautas retornam após histórica viagem à Lua</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 16:02:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A missão Artemis II concluiu com sucesso sua épica jornada de dez dias, marcando um retorno seguro à Terra para sua tripulação. A cápsula Orion, com os quatro astronautas a bordo, realizou um pouso preciso no Oceano Pacífico na última sexta-feira, dia 10, encerrando um voo de teste crucial que levou humanos mais longe do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A missão Artemis II concluiu com sucesso sua épica jornada de dez dias, marcando um retorno seguro à Terra para sua tripulação. A cápsula Orion, com os quatro astronautas a bordo, realizou um pouso preciso no Oceano Pacífico na última sexta-feira, dia 10, encerrando um voo de teste crucial que levou humanos mais longe do que nunca na órbita lunar em mais de meio século. Este marco representa um passo fundamental no programa Artemis, preparando o terreno para a futura exploração humana do espaço profundo e o tão aguardado retorno da humanidade à superfície da Lua. O sucesso desta missão não apenas validou tecnologias essenciais, mas também reacendeu o entusiasmo pela exploração lunar.</p>
<p> O retorno triunfante e a operação de resgate</p>
<p>Após uma década de desenvolvimento e preparação, a missão Artemis II alcançou seu objetivo principal de testar os sistemas críticos da cápsula Orion com tripulação a bordo. O momento do retorno à Terra foi cuidadosamente planejado e executado. A Orion, uma espaçonave de última geração, é projetada para suportar as extremas condições do espaço e, crucialmente, para um reentrada e pouso controlados. Ao se aproximar da atmosfera terrestre, a cápsula realizou manobras complexas para desacelerar e suportar o intenso calor gerado pelo atrito atmosférico, atingindo temperaturas superiores a 2.700 graus Celsius.</p>
<p>O pouso no Oceano Pacífico, um local pré-determinado, é uma estratégia padrão para missões espaciais americanas, permitindo um &#8220;splashdown&#8221; que amortece o impacto e facilita a recuperação. Uma equipe conjunta da Agência Espacial Americana (NASA) e das Forças Armadas dos Estados Unidos foi acionada imediatamente para a operação de resgate. Mergulhadores especializados e pessoal de apoio estavam a postos para auxiliar os astronautas a sair da espaçonave em mar aberto. A segurança da tripulação é a principal prioridade, e cada etapa do processo de recuperação é meticulosamente ensaiada para garantir um resgate rápido e eficiente.</p>
<p> Recuperação da cápsula Orion e primeiros exames médicos</p>
<p>Uma vez que a cápsula Orion foi estabilizada na água, os técnicos iniciaram os procedimentos para abrir a escotilha e auxiliar os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen a saírem. Este processo pode levar tempo, pois os astronautas precisam se readaptar à gravidade terrestre e são monitorados de perto por sinais de fadiga ou tontura após sua prolongada exposição à microgravidade. Uma vez fora da cápsula, eles foram transportados de helicóptero para um navio da Marinha dos EUA, que serve como plataforma flutuante para as operações de recuperação.</p>
<p>A bordo do navio, uma equipe médica já esperava a tripulação para realizar os primeiros exames de saúde. Estes exames são cruciais para avaliar o impacto da viagem espacial no corpo humano, incluindo a densidade óssea, a massa muscular, a visão e a função cardiovascular. Os dados coletados serão inestimáveis para as futuras missões de longa duração, especialmente aquelas que preveem uma estadia prolongada na Lua ou em Marte. A saúde e o bem-estar dos astronautas são fundamentais para o sucesso de qualquer programa de exploração espacial, e a cada missão, a ciência médica avança na compreensão dos desafios do voo espacial.</p>
<p> Uma viagem histórica e recordes quebrados</p>
<p>A missão Artemis II não foi apenas um teste técnico; foi uma jornada histórica que levou a humanidade a novas fronteiras. Os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen entraram para a história como os primeiros a viajar à Lua em mais de meio século, desde os tempos das missões Apollo. Sua presença a bordo da Orion representou uma nova era na exploração espacial, com uma equipe mais diversa e inclusiva, quebrando barreiras e inspirando futuras gerações. Victor Glover se tornou o primeiro afro-americano a orbitar a Lua, e Christina Koch se tornou a primeira mulher a fazê-lo. Jeremy Hansen, representando a Agência Espacial Canadense, foi o primeiro canadense a participar de uma missão lunar.</p>
<p>Além de reescrever a história da presença humana nas proximidades da Lua, a tripulação da Artemis II também quebrou um recorde significativo de distância da Terra. Eles superaram a marca estabelecida pela lendária missão Apollo 13, em 1970, que se tornou famosa por sua emergência e o engenhoso retorno seguro de sua tripulação. Os astronautas da Artemis II viajaram a uma distância de aproximadamente 400.000 quilômetros da Terra, demonstrando a capacidade da Orion de operar em ambientes de espaço profundo, longe da influência protetora da magnetosfera terrestre.</p>
<p> Observações lunares e o caminho para o futuro</p>
<p>Durante o sobrevoo lunar, realizado em 6 de abril, os astronautas não apenas testaram os sistemas da nave, mas também se dedicaram à observação científica. Eles capturaram mais de 7 mil imagens de alta resolução da superfície lunar, revelando detalhes sem precedentes sobre a geologia e a topografia do nosso satélite natural. As imagens incluíram variações de cor no terreno lunar, que podem indicar diferentes composições minerais, e até mesmo um eclipse solar parcial, um fenômeno raro visto de tal perspectiva. Essas imagens não só têm valor científico, mas também servem como um poderoso lembrete da beleza e do mistério do universo, reacendendo a curiosidade humana.</p>
<p>O sucesso da Artemis II pavimenta o caminho para a próxima e ainda mais ambiciosa missão: a Artemis III. Programada para o próximo ano, a Artemis III tem como objetivo principal o retorno da humanidade à superfície lunar, com a primeira mulher e a próxima pessoa de cor a pisar na Lua. Os preparativos para esta missão histórica estão em andamento acelerado; o módulo de pouso lunar está passando por testes rigorosos e partes essenciais do foguete Space Launch System (SLS), o mais poderoso do mundo, já foram enviadas para o Centro Espacial Kennedy. O programa Artemis representa não apenas um retorno à Lua, mas um trampolim para a exploração de Marte e além, estabelecendo uma presença humana sustentável no espaço.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é a missão Artemis II?<br />
A Artemis II foi uma missão tripulada de teste do programa Artemis da NASA, que teve como objetivo principal verificar os sistemas de suporte à vida e as capacidades da cápsula Orion com astronautas a bordo, orbitando a Lua antes de retornar à Terra. Foi um passo crucial para o futuro pouso de humanos na superfície lunar.</p>
<p> Quem foram os astronautas da missão Artemis II?<br />
A tripulação da Artemis II foi composta pelos astronautas americanos Reid Wiseman (comandante), Victor Glover (piloto), Christina Koch (especialista de missão 1) e o astronauta canadense Jeremy Hansen (especialista de missão 2). Eles foram os primeiros a viajar à Lua em mais de 50 anos.</p>
<p> Qual recorde a missão Artemis II quebrou?<br />
A tripulação da Artemis II bateu o recorde de maior distância da Terra alcançada por humanos, superando a marca estabelecida pela missão Apollo 13 em 1970. Eles viajaram a aproximadamente 400.000 quilômetros do nosso planeta.</p>
<p> Qual é a importância da Artemis II para o futuro da exploração espacial?<br />
A Artemis II foi vital para validar os sistemas críticos de voo e a segurança da tripulação da cápsula Orion em um ambiente de espaço profundo. Seu sucesso confirma que a NASA e seus parceiros estão prontos para a Artemis III, a missão que levará os humanos de volta à superfície lunar, e para a construção de uma presença humana sustentável na Lua como um passo para a exploração de Marte.</p>
<p> Qual é o próximo passo do programa Artemis?<br />
O próximo passo é a missão Artemis III, que está programada para levar a primeira mulher e a próxima pessoa de cor a pisar na superfície da Lua, com foco na exploração do polo sul lunar.</p>
<p>Acompanhe os próximos capítulos desta emocionante jornada de retorno à Lua e além, e descubra como a humanidade está reescrevendo seu futuro no cosmos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Artemis 2: Nasa revela foto inédita da Lua em retorno histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 04:01:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[artemis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Espacial Americana (Nasa) marcou um momento singular na exploração espacial ao divulgar uma foto inédita da Lua capturada pela tripulação da Missão Artemis 2. Este registro visual, obtido no último domingo (5), simboliza o aguardado retorno de viagens tripuladas à órbita lunar após mais de cinco décadas. A imagem é extraordinária por ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Espacial Americana (Nasa) marcou um momento singular na exploração espacial ao divulgar uma foto inédita da Lua capturada pela tripulação da Missão Artemis 2. Este registro visual, obtido no último domingo (5), simboliza o aguardado retorno de viagens tripuladas à órbita lunar após mais de cinco décadas. A imagem é extraordinária por ser a primeira a permitir a visualização da curvatura lunar a olho nu, um feito que a diferencia de todos os registros anteriores, obtidos por equipamentos robóticos. A Missão Artemis 2, lançada em 1º de novembro para uma jornada de dez dias, não apenas testará sistemas cruciais para futuras incursões lunares, mas também reforça a ambição humana de expandir sua presença para além da Terra, pavimentando o caminho para o pouso no satélite natural e, eventualmente, em Marte.</p>
<p> O retorno humano à vizinhança lunar<br />
Após um hiato de cinquenta anos, a humanidade, através da Nasa, retoma seu caminho em direção à Lua com a emblemática Missão Artemis 2. Este projeto não é apenas uma repetição das gloriosas missões Apollo, mas um passo fundamental dentro de um programa mais amplo e ambicioso: o Programa Artemis, que visa estabelecer uma presença sustentável na Lua e, a longo prazo, preparar a humanidade para futuras viagens a Marte. A última vez que astronautas circundaram a Lua foi durante a Apollo 17, em 1972. A Artemis 2, portanto, quebra um jejum geracional, reacendendo a chama da exploração profunda do espaço com um enfoque em novas tecnologias e uma visão de longo prazo. A missão tem como principal objetivo testar os sistemas críticos da espaçonave Orion, que será a principal &#8220;casa&#8221; dos astronautas em futuras viagens, além de verificar os procedimentos de voo e a capacidade de sobrevivência humana em um ambiente de radiação profunda, longe do campo magnético protetor da Terra.</p>
<p> A Missão Artemis 2: objetivos e trajetória<br />
Lançada na quarta-feira, 1º de novembro, a Missão Artemis 2 embarcou em uma jornada de dez dias ao redor da Lua. A espaçonave Orion, impulsionada pelo potente Sistema de Lançamento Espacial (SLS), um dos foguetes mais poderosos já construídos, foi projetada para levar a tripulação a uma distância de aproximadamente 10.400 quilômetros da superfície lunar antes de retornar à Terra. Esta órbita alta permite que os astronautas capturem visões espetaculares e inéditas do nosso satélite natural. A trajetória da missão é meticulosamente planejada para simular aspectos de uma futura missão de pouso lunar, mas sem a etapa de aterrissagem. Durante o voo, a equipe testará diversos sistemas vitais, incluindo o controle de atitude da espaçonave, os sistemas de suporte à vida que garantem a segurança e o conforto da tripulação, e as comunicações de longo alcance com o controle da missão na Terra. Cada manobra e cada teste são cruciais para validar a Orion e o SLS para a Missão Artemis 3, que planeja levar a primeira mulher e o próximo homem à superfície lunar.</p>
<p> A imagem histórica e seus pioneiros<br />
A imagem divulgada pela Nasa no domingo (5) representa um marco não apenas tecnológico, mas também simbólico. Capturada pela tripulação da Artemis 2, a fotografia mostra a curvatura da Lua de uma forma que nunca antes havia sido testemunhada por olhos humanos diretamente, fora das missões Apollo. A bacia oriental, uma vasta formação de impacto no lado distante da Lua, é particularmente visível e destacada na imagem. A agência espacial enfatizou a singularidade do registro: &#8220;História sendo feita. Nesta nova imagem da tripulação da missão Artemis 2, você pode ver a bacia oriental na borda direta do disco lunar. Essa missão marca a primeira vez em que toda a bacia é vista a olho nu&#8221;, informou a Nasa. Esta capacidade de observar diretamente e com uma perspectiva humana confere à imagem uma profundidade e uma ressonância que transcende os dados científicos, conectando a humanidade de volta à sua jornada de exploração. A visão do satélite natural a partir desta altitude e ângulo proporciona uma compreensão renovada da sua geografia e da sua relação com a Terra.</p>
<p> A tripulação que faz história<br />
A bordo da Orion, quatro astronautas compõem a tripulação da Missão Artemis 2, cada um trazendo uma bagagem única de experiência e representando um passo adiante na diversidade da exploração espacial. Liderada pelo comandante Reid Wiseman, um veterano astronauta da Nasa com experiência em missões na Estação Espacial Internacional (ISS), a equipe inclui também Jeremy Hansen, o primeiro canadense a ser selecionado para uma missão lunar. Mas talvez os nomes mais celebrados por quebrarem barreiras sejam os de Christina Koch e Victor Glover. Christina Koch, uma engenheira elétrica com um recorde de permanência feminina no espaço, é a primeira mulher a integrar uma missão lunar. Ao seu lado, Victor Glover, um piloto da Marinha dos EUA e também veterano da ISS, faz história como o primeiro astronauta negro a participar de uma missão lunar. Essa composição diversificada da tripulação não apenas reflete os valores contemporâneos de inclusão, mas também serve como um poderoso símbolo da amplitude de talentos e perspectivas que impulsionam o futuro da exploração espacial. Eles não são apenas engenheiros e pilotos, mas embaixadores da humanidade, abrindo caminho para as gerações futuras.</p>
<p> Conclusão<br />
A Missão Artemis 2, com sua foto inédita da Lua e sua tripulação pioneira, marca um divisor de águas na história da exploração espacial. Não se trata apenas de revisitar um destino familiar, mas de redefinir o futuro da presença humana no cosmos. Ao testar a fundo a espaçonave Orion e os complexos sistemas de suporte à vida, a Nasa está construindo as bases para o retorno da humanidade à superfície lunar e, posteriormente, a desafios ainda maiores, como a jornada a Marte. A imagem da curvatura lunar, capturada por olhos humanos após cinco décadas, serve como um lembrete vívido da nossa capacidade inata de explorar e da beleza inesgotável do universo. Esta missão é um testemunho da inovação tecnológica, da colaboração internacional e da persistência do espírito humano em superar limites, prometendo abrir um novo capítulo de descobertas e avanços para a humanidade.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>O que torna a foto da Lua divulgada pela Artemis 2 inédita?<br />
A foto é inédita porque é a primeira a capturar a curvatura da Lua e a bacia oriental a olho nu, ou seja, diretamente pela perspectiva de astronautas humanos, após mais de 50 anos. Registros anteriores que mostravam essa perspectiva eram feitos por equipamentos robóticos ou de missões muito mais antigas.</p>
<p>Qual é o principal objetivo da Missão Artemis 2?<br />
O principal objetivo da Missão Artemis 2 é testar de forma rigorosa a espaçonave Orion e seus sistemas de suporte à vida em um ambiente de espaço profundo. A missão visa garantir que a nave e seus procedimentos sejam seguros e eficazes para futuras missões tripuladas, incluindo o pouso lunar da Artemis 3.</p>
<p>Quem são os astronautas da Missão Artemis 2 e por que a tripulação é histórica?<br />
A tripulação é composta por Reid Wiseman, Jeremy Hansen, Christina Koch e Victor Glover. Esta tripulação é histórica por incluir a primeira mulher (Christina Koch) e o primeiro astronauta negro (Victor Glover) a participar de uma missão lunar, refletindo um avanço significativo na diversidade da exploração espacial.</p>
<p>Acompanhe os próximos capítulos dessa jornada espacial e descubra como a humanidade continua a desvendar os mistérios do universo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mulheres do Amazonas impulsionam chocolate orgânico com saberes ancestrais</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/mulheres-do-amazonas-impulsionam-chocolate-organico-com-saberes-ancestrais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 01:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Comunidade da Missão, uma área rural vibrante nas proximidades de Tefé, interior do Amazonas, um grupo de mulheres agricultoras está revitalizando uma profunda tradição de produção de chocolate orgânico. Inspiradas por um legado que remonta à fundação de sua comunidade no final do século XIX por padres espiritanos holandeses, essas pioneiras utilizam métodos ancestrais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Comunidade da Missão, uma área rural vibrante nas proximidades de Tefé, interior do Amazonas, um grupo de mulheres agricultoras está revitalizando uma profunda tradição de produção de chocolate orgânico. Inspiradas por um legado que remonta à fundação de sua comunidade no final do século XIX por padres espiritanos holandeses, essas pioneiras utilizam métodos ancestrais para cultivar cacau em sítios, roçados e quintais que se integram harmoniosamente à Floresta Amazônica. A iniciativa não apenas mantém viva uma herança cultural valiosa, mas também se transformou em uma fonte de renda sustentável e reconhecimento para a comunidade. O chocolate orgânico produzido é resultado de um esforço coletivo que valoriza cada etapa, desde o plantio até a embalagem final, garantindo um produto de alta qualidade e com profundo respeito ao meio ambiente local.</p>
<p> A tradição ancestral do cacau amazônico</p>
<p>A história da Comunidade da Missão é intrinsecamente ligada à sua relação com a terra e seus produtos. Desde sua fundação, a comunidade desenvolveu um modelo de vida em sintonia com a natureza, onde o conhecimento sobre o cultivo e a utilização dos recursos locais era passado de geração em geração. Essa base cultural se tornou o pilar para a atual produção de cacau e chocolate.</p>
<p> Raízes da Comunidade da Missão</p>
<p>No cerne dessa tradição está a herança deixada pelas pioneiras da comunidade, que, visionárias, criaram o &#8220;Clube de Mães&#8221;. Essa rede de apoio desempenhou um papel crucial no desenvolvimento social e econômico, focando na divisão de tarefas, na promoção da educação formal e na criação de quintais produtivos. Tais quintais não apenas garantiam alimentação saudável para as famílias, mas também serviam como laboratórios vivos para o aprimoramento das técnicas de cultivo. Este modelo colaborativo e de subsistência criou um ambiente fértil para a preservação de saberes, que hoje são aplicados na elaboração do chocolate. A sustentabilidade e o respeito aos ciclos naturais sempre foram intrínsecos a essa prática.</p>
<p> O processo artesanal de Dona Bete</p>
<p>Atualmente, Bernadete de Araújo, carinhosamente conhecida como Dona Bete, é a coordenadora do grupo de produção orgânica na Comunidade da Missão. Ela lidera com alegria e paixão um processo que ela descreve como intrinsecamente familiar e ancestral. O chocolate é fabricado de forma orgânica, com o crucial processo de fermentação ocorrendo nas próprias casas das produtoras. Dona Bete enfatiza que cada família carrega consigo o conhecimento tradicional de sua ancestralidade, e esse saber é profundamente respeitado. &#8220;Cada um faz do jeito que sua mãe fazia, e isso é muito bom. Isso vale muito para cada uma de nós, a nossa tradição raiz&#8221;, afirma Dona Bete, destacando a importância da continuidade das práticas que foram transmitidas ao longo do tempo, garantindo a autenticidade e a qualidade singular do produto final.</p>
<p> Da tradição à certificação: a jornada sustentável</p>
<p>A transição de uma produção tradicional para um modelo certificado foi um passo estratégico e significativo para as mulheres da Comunidade da Missão. Essa evolução não só formalizou um trabalho já reconhecido localmente, mas também abriu portas para novos mercados e maior valorização.</p>
<p> O reconhecimento do trabalho orgânico</p>
<p>A partir de 2019, o grupo, que conta com pouco mais de vinte mulheres, iniciou a busca pela certificação orgânica de seus chocolates. Esse percurso começou com a consolidação da associação como Organização de Controle Social (OCS) e, posteriormente, como Sistema Participativo de Garantia (SPG). O ápice dessa jornada veio com o reconhecimento oficial junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Para Dona Bete, essa conquista representou a materialização de um sonho antigo, não só dela, mas também de sua mãe e de outras precursoras que foram a inspiração para o desenvolvimento da economia local. O reconhecimento formal validou um trabalho de décadas. &#8220;É isso que a nossa mãe queria. Elas eram visionárias&#8221;, recorda Dona Bete, ressaltando o desejo ancestral de serem reconhecidas como agricultoras orgânicas, nunca tendo utilizado agrotóxicos em suas plantações.</p>
<p> Apoio técnico e valorização</p>
<p>Essa trajetória de sucesso foi solidificada com o apoio técnico de instituições públicas e organizações sociais. O Instituto Mamirauá, por exemplo, ofereceu cursos e capacitações focados no manejo agroecológico de diversas culturas da região, fortalecendo as práticas sustentáveis da comunidade. Fernanda Viana, coordenadora de agroecossistemas do Mamirauá, explica o impacto da certificação: &#8220;A certificação orgânica trouxe a oportunidade para essas mulheres de um reconhecimento, de uma valorização de um trabalho que já era diferenciado. Um trabalho que tem todo um cuidado com a produção do campo, que não utiliza nenhum tipo de insumo externo, como os agrotóxicos, como materiais que são sintéticos. Toda a produção dessas mulheres é natural. E a certificação orgânica traz uma confiabilidade para essa produção.&#8221; Esse aval externo não só agrega valor comercial, mas também reforça a confiança do consumidor na origem e na integridade dos produtos amazônicos.</p>
<p> Diversidade de sabores e o futuro da produção</p>
<p>Mesmo operando em pequena escala, a produção de chocolate no coração da Amazônia tem gerado resultados notáveis. O trabalho coordenado por Dona Bete não só garante a participação em chamadas públicas e feiras locais, mas também fomenta a economia dentro da própria Comunidade da Missão, que fica a apenas 8 km de Tefé.</p>
<p> Sabores únicos da floresta</p>
<p>Os chocolates produzidos pela associação são reconhecidos pelo seu sabor singular, resultado do cacau puro e da criatividade das produtoras. A linha de produtos inclui chocolates em barra, ovos de Páscoa e bombons, com uma variedade de combinações que exploram os ricos sabores da floresta. &#8220;Nós já temos o cacau com cupuaçu, nós temos cacau com castanha, castanha-do-brasil, nós temos cacau com mangarataia, cacau com coco, cacau, coco, banana, castanha. E a gente vai criando os nossos próprios sabores&#8221;, detalha Dona Bete, demonstrando a inovação constante do grupo. Em uma iniciativa recente, Dona Bete desafiou sua filha a criar um bombom com propriedades &#8220;medicinais&#8221;. Este bombom especial, feito à base de mel de abelha, gotas de limão, mangarataia e andiroba, foi apresentado ao público na feira de Tefé, no Sábado de Aleluia, com o propósito de auxiliar em inflamações e gripes.</p>
<p> Desafios e expansão comercial</p>
<p>As vendas dos chocolates também se estendem por delivery na região de Tefé, com embalagens que, por enquanto, mantêm uma tradição local, utilizando folhas de cacau. Apesar do sucesso em garantir um sabor único e um processo autêntico, um dos próximos grandes desafios da associação é o desenvolvimento de uma embalagem comercial sustentável. Este passo é crucial para expandir a distribuição e alcançar novos mercados, mantendo o compromisso com a sustentabilidade e a valorização dos recursos amazônicos. A busca por uma solução que seja ao mesmo tempo prática, atraente e ecologicamente responsável reflete o espírito inovador e consciente dessas mulheres que transformam o cacau da Amazônia em produtos de valor.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Onde está localizada a Comunidade da Missão?<br />
A Comunidade da Missão está localizada na zona rural da cidade de Tefé, no interior do estado do Amazonas, Brasil, a aproximadamente 8 km da área urbana de Tefé.</p>
<p>Qual a importância da certificação orgânica para as mulheres da associação?<br />
A certificação orgânica, concedida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, trouxe reconhecimento e valorização para o trabalho das mulheres, confirmando a produção sem agrotóxicos ou insumos sintéticos. Ela aumentou a confiabilidade dos produtos e abriu portas para novos mercados e oportunidades comerciais.</p>
<p>Que tipos de chocolate são produzidos pela associação?<br />
A associação produz uma variedade de chocolates, incluindo barras, ovos de Páscoa e bombons. Os sabores são inovadores e utilizam ingredientes locais como cupuaçu, castanha-do-brasil, mangarataia, coco e banana. Também desenvolveram um bombom com ingredientes considerados medicinais, como mel, limão, mangarataia e andiroba.</p>
<p>Como o conhecimento ancestral influencia a produção de chocolate?<br />
O conhecimento ancestral é a base de toda a produção. Desde a fundação da comunidade, os saberes sobre o cultivo do cacau e o processo de fabricação do chocolate foram transmitidos entre gerações. Cada produtora utiliza métodos que aprendeu com suas mães e avós, respeitando a tradição e a forma natural de manuseio dos ingredientes.</p>
<p>Explore e apoie o sabor autêntico e sustentável do chocolate orgânico amazônico, diretamente das mãos das mulheres da Comunidade da Missão. Sua escolha fortalece a tradição e o futuro da Amazônia.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Nasa considera retorno do foguete Artemis II ao VAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 18:00:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Espacial Americana (Nasa) está avaliando a possibilidade de mover o complexo Space Launch System (SLS) e a espaçonave Orion, componentes cruciais da missão tripulada Artemis II, de volta ao gigantesco Edifício de Montagem de Veículos (VAB) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Esta manobra, caso confirmada, representa um potencial atraso significativo para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Espacial Americana (Nasa) está avaliando a possibilidade de mover o complexo Space Launch System (SLS) e a espaçonave Orion, componentes cruciais da missão tripulada Artemis II, de volta ao gigantesco Edifício de Montagem de Veículos (VAB) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Esta manobra, caso confirmada, representa um potencial atraso significativo para a tão aguardada janela de lançamento programada para março de 2024. A decisão surge em meio à necessidade de revisar ou revalidar o sistema de término de voo, um componente de segurança vital para qualquer lançamento de foguete. A medida sublinha o rigor e a cautela inerentes às missões espaciais tripuladas, onde a segurança da tripulação é a prioridade máxima. A Artemis II é a primeira missão com astronautas do programa, estabelecendo um precedente para futuras explorações lunares.</p>
<p> A complexidade da operação e os motivos do retorno</p>
<p>A potencial decisão da Nasa de retornar o foguete Artemis II e a espaçonave Orion ao VAB não é uma medida trivial. Cada movimento do imponente conjunto de lançamento, que inclui o foguete SLS e a cápsula Orion sobre a plataforma de lançamento móvel, é uma operação de engenharia complexa e demorada, executada pelo gigantesco transportador de lagartas da agência. Este processo de &#8220;rollback&#8221; exige dias de preparação e movimento lento, expondo a estrutura a condições ambientais enquanto é movida de volta para a segurança e as instalações de manutenção do VAB.</p>
<p> O rollback do foguete: uma manobra delicada</p>
<p>O Edifício de Montagem de Veículos (VAB) é uma das maiores estruturas do mundo e serve como o coração das operações de montagem e integração de foguetes da Nasa. Retornar o stack do SLS e Orion para o VAB permitiria aos engenheiros acesso facilitado a todos os subsistemas da espaçonave e do foguete em um ambiente controlado. Esta manobra é intrinsecamente lenta, com o crawler-transporter se movendo a velocidades extremamente baixas, garantindo a integridade de componentes sensíveis. O VAB oferece um refúgio contra o clima inclemente da Flórida e permite que equipes de engenharia realizem verificações detalhadas, substituições de peças ou atualizações de software que seriam impraticáveis, senão impossíveis, na plataforma de lançamento exposta. A precisão e a paciência são fundamentais para garantir que a translocação não cause danos adicionais ou introduza novos riscos ao equipamento.</p>
<p> A questão do sistema de término de voo</p>
<p>O principal catalisador para esta possível reavaliação é o sistema de término de voo (FTS), um dispositivo de segurança essencial presente em todos os foguetes espaciais. O FTS é projetado para destruir o foguete no ar em caso de desvio incontrolável da trajetória de voo, minimizando o risco para áreas povoadas abaixo. A certificação ou recertificação deste sistema é um requisito regulatório rigoroso, especialmente para missões tripuladas. Problemas podem surgir devido à expiração da certificação, necessidade de conformidade com novas regulamentações de segurança ou a descoberta de uma anomalia durante testes finais. A verificação do FTS pode exigir acesso a áreas do foguete que só são convenientemente acessíveis dentro do VAB. Dada a criticidade de um sistema que garante a segurança pública e da tripulação, qualquer incerteza sobre sua funcionalidade ou conformidade justifica uma pausa completa para inspeção e correção, não importa o custo ou o atraso.</p>
<p> Implicações para a missão Artemis II e o programa lunar</p>
<p>Qualquer alteração na programação de uma missão espacial tripulada tem ramificações significativas, não apenas para a missão em questão, mas para todo o cronograma de exploração. No caso da Artemis II, um possível retorno ao VAB e o subsequente atraso poderiam reverberar por todo o programa Artemis da Nasa, que visa estabelecer uma presença humana sustentável na Lua. A complexidade de alinhar uma janela de lançamento lunar é imensa, envolvendo fatores como a posição orbital da Lua, as condições de iluminação para manobras específicas e o tempo de trânsito.</p>
<p> O impacto na janela de lançamento de março</p>
<p>A janela de lançamento de março de 2024 para a missão Artemis II foi cuidadosamente calculada para otimizar a trajetória da espaçonave Orion ao redor da Lua, as condições de retorno à Terra e, crucialmente, as fases da lua que permitem a visibilidade necessária para certos experimentos e observações. Se o foguete for movido de volta ao VAB, o tempo necessário para a operação de rollback, as inspeções e correções no FTS e, posteriormente, a operação de &#8220;rollout&#8221; de volta à plataforma de lançamento, pode estender-se por várias semanas, ou até meses. Isso tornaria inviável o lançamento em março. A Nasa teria então que buscar novas janelas de lançamento, que são restritas devido à mecânica orbital. Tais janelas ocorrem com periodicidade, e perder uma pode significar esperar por meses por outra oportunidade que se alinhe com todos os requisitos operacionais e de segurança. As novas estimativas para o lançamento poderiam empurrar a missão para o final de 2024 ou, em um cenário mais pessimista, para 2025.</p>
<p> A importância da Artemis II no programa lunar</p>
<p>A missão Artemis II é de importância capital para o retorno da humanidade à Lua. Será a primeira missão tripulada a orbitar a Lua desde a Apollo 17, em 1972, e servirá como um ensaio geral essencial para a Artemis III, que levará astronautas à superfície lunar. Os objetivos da Artemis II incluem testar os sistemas de suporte de vida da cápsula Orion com tripulação a bordo, validar procedimentos de comunicação em espaço profundo e verificar o desempenho do SLS em um perfil de voo com humanos. A segurança dos quatro astronautas a bordo é a principal preocupação da Nasa, e qualquer atraso para garantir que todos os sistemas estejam em perfeitas condições é considerado um investimento necessário. O sucesso da Artemis II é fundamental para pavimentar o caminho para uma presença humana sustentável na Lua, o que, por sua vez, é visto como um trampolim para futuras missões a Marte. Um atraso na Artemis II, embora frustrante, é um testemunho do compromisso inabalável da agência com a segurança e a excelência em exploração espacial.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A potencial decisão da Nasa de recolocar o foguete e a espaçonave da missão Artemis II no VAB, impulsionada pela necessidade de rever o sistema de término de voo, reflete a complexidade e os desafios inerentes à exploração espacial humana. Embora possa resultar em um atraso significativo para a janela de lançamento inicialmente prevista para março de 2024, a medida reitera a prioridade máxima da agência: a segurança da tripulação. O programa Artemis, com a Artemis II à sua frente, representa um marco monumental na jornada da humanidade de volta à Lua e além. Pequenos passos, mesmo que retrógrados no cronograma, são cruciais para garantir que cada salto para o futuro seja feito com a máxima segurança e confiança.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é o sistema de término de voo (FTS)?<br />
O FTS é um sistema de segurança crucial em foguetes que, em caso de falha incontrolável durante o lançamento, permite que os controladores de voo destruam o veículo para proteger áreas povoadas de detritos.</p>
<p>Qual é o propósito da missão Artemis II?<br />
A Artemis II será a primeira missão tripulada do programa Artemis. Seus objetivos incluem testar os sistemas de suporte de vida da cápsula Orion com astronautas a bordo e validar procedimentos de voo para uma viagem ao redor da Lua, preparando o terreno para futuras missões lunares, incluindo o pouso humano.</p>
<p>Quando a Artemis II estava programada para ser lançada e qual é o novo prazo estimado?<br />
A Artemis II estava originalmente agendada para março de 2024. Devido aos desafios atuais e à possível necessidade de um retorno ao VAB, a janela de lançamento poderá ser adiada para o final de 2024 ou até mesmo 2025, dependendo da extensão das verificações e correções.</p>
<p>Acompanhe as últimas notícias e desenvolvimentos do programa Artemis para não perder nenhum detalhe sobre o futuro da exploração lunar.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Governo federal age no rio após operação policial com missão humanitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 17:01:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal mobilizou uma missão humanitária emergencial para o Rio de Janeiro, focada nas comunidades dos Complexos do Alemão e da Penha. A iniciativa surge como resposta à operação policial que resultou em 121 mortes, incluindo quatro policiais, marcando o episódio mais violento da história da capital fluminense. Coordenada pelo Ministério dos Direitos Humanos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal mobilizou uma missão humanitária emergencial para o Rio de Janeiro, focada nas comunidades dos Complexos do Alemão e da Penha. A iniciativa surge como resposta à operação policial que resultou em 121 mortes, incluindo quatro policiais, marcando o episódio mais violento da história da capital fluminense.</p>
<p>Coordenada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, a missão tem como objetivo principal auxiliar na retomada da normalidade nessas áreas. A ministra Macaé Evaristo, titular da pasta, conduziu encontros com lideranças comunitárias e representantes do governo municipal nos últimos dois dias, buscando articular a reabertura de escolas, unidades de saúde e o restabelecimento do sistema de transporte. Além disso, a missão visa garantir o acesso a atendimento psicossocial para os moradores afetados.</p>
<p>A ministra Evaristo destacou a importância de um diálogo aberto com as comunidades para identificar as necessidades mais urgentes e as demandas relacionadas ao funcionamento dos serviços públicos. O objetivo é assegurar a transparência e o monitoramento contínuo das ações, permitindo que as informações coletadas orientem o avanço da missão no território.</p>
<p>O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania informou que a missão humanitária permanecerá no Rio de Janeiro nas próximas semanas, trabalhando em estreita colaboração com outros órgãos do governo federal.</p>
<p>A ação envolve a articulação de esforços entre diversos ministérios, incluindo os da Justiça e Segurança Pública, Saúde, Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Igualdade Racial e das Mulheres, buscando uma abordagem integrada para lidar com as complexas necessidades das comunidades impactadas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Geraldo Alckmin inicia missão à Índia para comércio</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/geraldo-alckmin-inicia-missao-a-india-para-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 03:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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		<category><![CDATA[comércio]]></category>
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		<category><![CDATA[Índia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, inicia nesta quarta-feira (15/10) missão oficial à República da Índia, com foco em aumentar o fluxo bilateral de comércio e investimentos, além de gerar empregos em ambos os países. A missão ocorrerá em Nova Delhi entre 15 e 17 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="name post-title entry-title"><span style="font-size: 16px;">O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, inicia nesta quarta-feira (15/10) missão oficial à República da Índia, com foco em aumentar o fluxo bilateral de comércio e investimentos, além de gerar empregos em ambos os países.</span></p>
<div class="entry">
<p>A missão ocorrerá em Nova Delhi entre 15 e 17 de outubro de 2025 e implementará os objetivos traçados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Primeiro-Ministro da Índia, Narendra Modi, durante visita de Estado ao Brasil, em 8 de julho passado. Também marca uma nova etapa da Parceria Estratégica Brasil-Índia, estabelecida em 2006, e ocorre em contexto de forte crescimento do intercâmbio comercial.</p>
<p>“Estou indo à Índia com o espírito de abrir mercados e aumentar o comércio. Nós podemos ter muita complementaridade econômica e investimentos recíprocos”, disse Alckmin. “Vamos também preparar a visita do presidente Lula à Índia, prevista para fevereiro do ano que vem”, completou.</p>
<p>De janeiro a maio deste ano, as exportações brasileiras para a Índia aumentaram 14,8% (atingindo US$ 2,395 bilhões), enquanto as importações cresceram 31,8%, quando comparadas ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>A Índia já é um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Ocupa posição estratégica como 11º destino das exportações brasileiras e sexto fornecedor ao Brasil em 2024. “O objetivo é expandir ainda mais o fluxo de comércio bilateral, que já é o sétimo maior do Brasil”, disse Alckmin.</p>
<p><strong>MISSÃO MULTISSETORIAL PÚBLICO-PRIVADA –</strong> A comitiva inclui os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Defesa, José Múcio Monteiro, além de líderes empresariais de diversas áreas.</p>
<p>Também estarão presentes autoridades e representantes dos ministério das Relações Exteriores (MRE); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); de Minas e Energia (MME); do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Participarão da delegação representantes da Agência Espacial Brasileira (AEB), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), Anvisa, Fundação Oswaldo Cruz e Petrobras.</p>
<p>O programa da visita prevê reuniões de trabalho com os ministros da Defesa, Rajnath Singh; do Comércio e da Indústria, Piyush Goyal; dos Assuntos Estrangeiros, Dr. S. Jaishankar; do Petróleo e Gás Natural, Hardeep Singh Puri; e outras altas autoridades.</p>
<p class="callout"><strong>DIÁLOGO EMPRESARIAL BRASIL-ÍNDIA –</strong> No dia 16 de outubro, está prevista a participação do vice-presidente no Diálogo Empresarial Brasil-Índia, fórum coordenado pelo Departamento de Promoção Comercial, Investimentos e Agricultura do Itamaraty, com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil). Participam do evento a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da Índia (FICCI).</p>
<p class="callout">Do lado brasileiro, participarão empresários dos setores de alimentos, bebidas, agronegócio, construção, tecnologia, química e saúde, máquinas e equipamentos, energia e moda. “É uma missão de trabalho para abrir comércio, investimentos e gerar emprego em ambos os países. O Brasil está de portas abertas para fazer mais, melhor e mais rápido com a Índia”, disse Alckmin.</p>
<p>No âmbito da programação, a CNI e a FICCI celebrarão a assinatura de Memorando de Entendimento para a criação do Fórum Empresarial de Líderes Brasil-Índia. O novo mecanismo permanente de diálogo entre os setores privados dos dois países terá como propósito aprofundar as relações econômicas e comerciais, estimular parcerias estratégicas e apresentar recomendações conjuntas aos governos em temas prioritários, como inovação, transição energética, infraestrutura e facilitação de investimentos. A primeira reunião das empresas integrantes do mecanismo será organizada em 2026, por ocasião da visita presidencial à Índia.</p>
<p><strong>DECISÃO POLÍTICA DE APROFUNDAR PARCERIA ESTRATÉGICA –</strong> Em 2025, Brasil e Índia celebram 76 anos de relações diplomáticas. Ambos mantêm, desde 2006, uma Parceria Estratégica e cooperam intensamente em fóruns como BRICS, G20 e IBAS (fórum de diálogo e cooperação trilateral entre Índia, Brasil e África do Sul).</p>
<p>A missão de Alckmin à Índia continua a implementação do que foi decidido entre o presidente Lula e o primeiro-ministro Narendra Modi durante a visita de Estado do líder indiano ao Brasil, em 8 de julho passado. A essa visita, seguiu-se um telefonema entre os dois líderes, em 7 de agosto passado, quando acertaram sobre a missão de Alckmin à Índia e reforçaram a meta de elevar o comércio bilateral para US$ 20 bilhões até 2030. Também concordaram em iniciar negociações para a ampliação do Acordo de Comércio Preferencial Mercosul-Índia ainda este ano.</p>
<p>A missão brasileira buscará aprofundar a cooperação ao longo dos cinco eixos estratégicos definidos pelos líderes brasileiro e indiano: defesa e segurança; segurança alimentar e nutricional; transição energética e mudança do clima; transformação digital e tecnologias emergentes; e parcerias industriais em áreas estratégicas.</p>
<p><strong>EXPANSÃO DO ACORDO MERCOSUL-ÍNDIA –</strong> Um dos pontos centrais da agenda é a ampliação do acordo de preferências tarifárias Mercosul-Índia, que hoje cobre apenas cerca de 450 linhas tarifárias. A Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) já aprovou o mandato para a negociação de um cronograma de ampliação dessas preferências, permitindo maior diversificação de produtos com redução de tarifas. Brasil e Índia têm ingredientes essenciais para a transição energética: tecnologia, escala e inclusão. Podemos crescer juntos e de forma sustentável”, destacou o vice-presidente.</p>
<p><strong>DESTAQUES DA AGENDA:</strong></p>
<p><strong>Complexo Industrial da Saúde:</strong> reforço da cooperação com a indústria farmacêutica indiana, especialmente na produção de genéricos e insumos médicos, para fortalecer o SUS e diversificar fornecedores.</p>
<p><strong>Biocombustíveis e transição energética:</strong> Brasil e Índia, ao lado dos Estados Unidos, lideram o potencial global de produção de combustível sustentável de aviação (SAF). A Índia busca atingir 20% de etanol na gasolina, e o Brasil já tem experiência consolidada com etanol e biodiesel.</p>
<p><strong>Defesa e indústria aeronáutica:</strong> a Embraer inaugura seu escritório regional em Nova Delhi durante a missão, abrindo espaço para novas parcerias em tecnologia e produção conjunta.</p>
<p><strong>Agroindústria e segurança alimentar:</strong> ampliação das exportações de proteínas e produtos agroindustriais brasileiros para o mercado indiano.</p>
<p><strong>Transformação digital:</strong> cooperação em infraestruturas públicas digitais e data centers, inspirada nas soluções tecnológicas indianas.</p>
<p class="callout"><strong>COMÉRCIO</strong></p>
<p class="callout">Em 2024, o comércio com a Índia totalizou US$ 12 bilhões, um acréscimo de 4,7% em relação a 2023, o que manteve a Índia na posição de 10º maior parceiro comercial do Brasil. As exportações foram de US$ 5,26 bilhões, sendo a Índia o 13º destino de exportações brasileiras. As importações foram de US$ 6,8 bilhões, o que fez da Índia a 6ª maior origem de importações pelo Brasil</p>
<p class="callout">Em 2024, os principais produtos exportados para a Índia foram: açúcares e melaço (31%), petróleo bruto (23%), gorduras e óleos vegetais (14%), e algodão (3,5%). Na pauta de importações, predominaram compostos químicos (18%), combustíveis derivados de petróleo (6,8%), inseticidas (6,6%) e medicamentos (6,3%). Entre setembro de 2023 e setembro de 2025, foram realizadas cerca de 90 missões brasileiras de promoção comercial e de investimentos à Índia, buscando oportunidades de negócios, notadamente nas áreas de defesa, agricultura e energia.</p>
<p class="callout"><strong>ECONOMIA</strong></p>
<p class="callout">A Índia, país mais populoso do mundo, superou o Reino Unido em PIB nominal, tendo alcançado a posição de quinta maior economia do mundo. Prevê-se que se torne a 4ª economia até 2026, superando o Japão. O governo indiano tem planos de tornar a Índia uma “nação desenvolvida” até 2047, ano em que o país celebrará 100 anos de independência.</p>
<p class="callout">Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a Índia é o segundo maior produtor agrícola do mundo (atrás da China), em termos de valor da produção, e o Brasil, o quarto. Em termos de exportação agrícola, o Brasil é o terceiro do mundo, e a Índia, o nono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: GOV.BR</p>
<p>Foto: Cadu Gomes/VPR</p>
</div>
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		<item>
		<title>Enfermeira e médico do SAMU Osasco participam de missão do SUS em Terra Yanomami</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/enfermeira-e-medico-do-samu-osasco-participam-de-missao-do-sus-em-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 13:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de segunda-feira, 18/3, dois membros do SAMU Osasco participam de missão voluntária em território Yanomami. Eles foram convocados pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS). A enfermeira Érika Nascimento Galdino, coordenadora geral do SAMU Osasco, e o médico João Paulo Negretti Reis Moraes, coordenador-médico do SAMU Osasco, vão compor a missão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de segunda-feira, 18/3, dois membros do SAMU Osasco participam de missão voluntária em território Yanomami. Eles foram convocados pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS). A enfermeira Érika Nascimento Galdino, coordenadora geral do SAMU Osasco, e o médico João Paulo Negretti Reis Moraes, coordenador-médico do SAMU Osasco, vão compor a missão até o dia 1º de abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>A gerente administrativa, Elaine Franco Calciolari, estará no comando do SAMU Osasco durante esse período de missão da coordenadora Érika.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A missão visa fornecer apoio técnico na Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) aos povos indígenas que habitam áreas afetadas pelo garimpo ilegal na Terra Yanomami. A região enfrenta um aumento significativo de casos graves de Doença Diarreica Aguda (DDA), uma condição que, se não tratada, pode levar à morte, além de surtos de malária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Érika e João Paulo se unirão a outros profissionais voluntários de todo o Brasil no Polo Base Surucucu, coordenados pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), por meio da Coordenação-Geral da Força Nacional do SUS (CGFNS/DAHU/SAES/MS) do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência (DAHU).</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta não é a primeira vez que os profissionais de Osasco se envolvem em missões desse tipo. Eles já possuem experiência no local e estabeleceram laços sólidos com as comunidades indígenas. Para Érika será sua segunda missão, enquanto para João Paulo será a terceira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a missão, os profissionais estarão em uma variedade de atividades, incluindo atendimento básico e avançado de saúde, exames, administração de medicamentos e transferências de pacientes para hospitais em casos mais graves, como o Hospital Geral de Boa Vista, capital de Roraima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Para mim e para o João essa missão significa muito. Além de uma lição de vida, é uma oportunidade de aprendizado, pois estamos lidando com uma cultura completamente diferente da nossa. Nosso objetivo é oferecer atendimento de saúde de qualidade, aproveitando nosso conhecimento profissional. Ser voluntário nesta missão é uma grande honra&#8221;, comentou Érika Galdino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário de Saúde de Osasco, Fernando Machado, ressaltou a importância dessas missões, afirmando que “é uma grande honra para a cidade contar com profissionais de saúde capazes de contribuir de forma significativa com os povos indígenas em uma missão tão nobre”.</p>
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