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	<title>morcegos &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>morcegos &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>OMS confirma caso de vírus Nipah em Bangladesh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 00:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou recentemente a detecção de um caso do vírus Nipah em Bangladesh, acendendo um alerta sobre a persistente ameaça deste patógeno altamente perigoso. O vírus Nipah, conhecido por sua alta taxa de letalidade e potencial pandêmico, representa um desafio significativo para a saúde pública global, especialmente em regiões onde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou recentemente a detecção de um caso do vírus Nipah em Bangladesh, acendendo um alerta sobre a persistente ameaça deste patógeno altamente perigoso. O vírus Nipah, conhecido por sua alta taxa de letalidade e potencial pandêmico, representa um desafio significativo para a saúde pública global, especialmente em regiões onde a interação entre humanos e a vida selvagem é mais intensa. Esta confirmação ressalta a urgência da vigilância contínua e da implementação de medidas preventivas eficazes para conter a propagação de doenças zoonóticas. A enfermidade, transmitida por morcegos frugívoros, é capaz de provocar desde sintomas leves até condições neurológicas graves, incluindo encefalite, que podem ser fatais em muitos casos.</p>
<p> O alerta da OMS e o contexto em Bangladesh</p>
<p> Detalhes da confirmação<br />
A confirmação de um caso do vírus Nipah em Bangladesh pela Organização Mundial da Saúde intensifica a preocupação com a saúde pública na região. Embora o anúncio não detalhe imediatamente a identidade do paciente ou as circunstâncias exatas da infecção, a notificação serve como um lembrete crucial da presença endêmica do vírus em certas áreas. Bangladesh tem sido palco de surtos recorrentes de Nipah desde 2001, com um padrão sazonal notável, geralmente coincidindo com a temporada de colheita da seiva de tamareira, um produto agrícola popular que frequentemente é contaminado por morcegos frugívoros portadores do vírus. A detecção precoce de um novo caso é vital para a implementação de protocolos de resposta rápida e para evitar uma possível escalada da doença na comunidade. As autoridades de saúde locais, em colaboração com a OMS, provavelmente já estão mobilizadas para rastrear contatos e investigar a origem da infecção.</p>
<p> A ameaça do vírus Nipah na região<br />
A presença do vírus Nipah em Bangladesh não é uma novidade, mas cada novo caso reafirma a vulnerabilidade da região a essa ameaça. Os morcegos frugívoros, reservatórios naturais do vírus, são abundantes no sul da Ásia e vivem em proximidade com comunidades humanas. A prática cultural de consumir seiva de tamareira crua, que pode ser contaminada pela urina ou saliva de morcegos, é um dos principais vetores de transmissão para humanos no país. Além disso, a transmissão pode ocorrer através de contato com animais infectados, como porcos, ou por contato direto entre humanos. A densidade populacional em Bangladesh e as práticas agrícolas tradicionais criam um cenário propício para a disseminação do vírus, tornando a educação pública sobre riscos e prevenção uma ferramenta essencial para mitigar o perigo.</p>
<p> Compreendendo o vírus Nipah: Transmissão e sintomas</p>
<p> Como o vírus se espalha<br />
O vírus Nipah é uma zoonose, o que significa que é transmitido de animais para humanos. Os reservatórios naturais primários são morcegos frugívoros da família Pteropodidae, especificamente o gênero Pteropus. A transmissão para humanos pode ocorrer de diversas formas. A rota mais comum em Bangladesh é o consumo de alimentos ou bebidas contaminados com fluidos corporais de morcegos infectados, notadamente a seiva de tamareira crua. Outra via importante é o contato direto com animais doentes, como porcos, que podem atuar como hospedeiros intermediários e amplificadores do vírus, como visto nos primeiros surtos na Malásia e em Singapura. A transmissão entre humanos também é possível, embora menos frequente que a zoonótica, ocorrendo através de contato próximo com secreções respiratórias, urina ou sangue de pessoas infectadas, especialmente em ambientes hospitalares ou familiares.</p>
<p> Sinais de alerta e progressão da doença<br />
O período de incubação do vírus Nipah geralmente varia de 4 a 14 dias, mas pode se estender até 45 dias em alguns casos. Os sintomas iniciais são inespecíficos e podem ser facilmente confundidos com outras doenças comuns, incluindo febre, dor de cabeça intensa, mialgia (dor muscular), vômito, dor de garganta e tontura. À medida que a doença progride, muitos pacientes desenvolvem uma encefalite aguda, uma inflamação do cérebro, caracterizada por sonolência, desorientação, convulsões e, em casos graves, coma. Problemas respiratórios também são comuns e podem ser um indicativo de pneumonia atípica. A taxa de letalidade do vírus Nipah é alarmantemente alta, variando de 40% a 75% dependendo do surto e da capacidade de resposta do sistema de saúde local. A rápida progressão dos sintomas e a gravidade da doença tornam o diagnóstico precoce e o manejo clínico adequados cruciais para a sobrevivência dos pacientes.</p>
<p> Prevenção, tratamento e a resposta global</p>
<p> Estratégias de mitigação e controle<br />
Dada a ausência de um tratamento específico ou vacina para o vírus Nipah, as estratégias de mitigação e controle focam-se principalmente na prevenção. A educação da população é fundamental, especialmente em áreas de risco. Isso inclui evitar o consumo de seiva de tamareira crua ou garantir que seja fervida antes do consumo, além de proteger os recipientes de coleta da seiva contra a contaminação por morcegos. É crucial evitar o contato direto com morcegos frugívoros e outros animais silvestres, bem como com porcos doentes ou outros animais que possam estar infectados. Medidas de higiene pessoal, como a lavagem frequente das mãos com água e sabão, são essenciais, especialmente após o contato com animais ou ambientes potencialmente contaminados. A vigilância epidemiológica ativa, com testes laboratoriais rápidos e precisos para casos suspeitos, permite uma resposta imediata e a implementação de quarentenas e medidas de isolamento para prevenir a transmissão humano-humano.</p>
<p> Desafios no tratamento e desenvolvimento de vacinas<br />
Atualmente, não existe um antiviral específico aprovado para tratar a infecção pelo vírus Nipah em humanos. O tratamento é essencialmente de suporte, focado no alívio dos sintomas e na manutenção das funções vitais. Isso pode incluir a administração de oxigênio, líquidos intravenosos e medicamentos para controlar a febre, convulsões e outras complicações. A pesquisa para o desenvolvimento de vacinas e terapias antivirais está em andamento, mas o progresso é lento devido à natureza esporádica e geograficamente restrita dos surtos. Alguns medicamentos experimentais e candidatos a vacinas mostraram promessa em estudos pré-clínicos, mas ainda estão longe de serem aprovados para uso em humanos. A contenção rápida de cada novo surto, através da identificação de casos, rastreamento de contatos e isolamento, permanece a estratégia mais eficaz para controlar a propagação do vírus e salvar vidas, enquanto a comunidade científica global continua a buscar soluções terapêuticas duradouras.</p>
<p> Vigilância e cooperação global são cruciais</p>
<p>A confirmação de um caso do vírus Nipah em Bangladesh serve como um lembrete contundente da ameaça constante que patógenos zoonóticos representam para a saúde global. A elevada letalidade do vírus, a complexidade de sua transmissão e a ausência de tratamentos específicos ou vacinas ressaltam a urgência de uma abordagem integrada. A vigilância contínua, a rápida detecção de novos casos, a conscientização pública sobre as práticas de risco e a colaboração internacional são pilares essenciais para mitigar o impacto de futuros surtos. Somente através de esforços coordenados será possível proteger as comunidades mais vulneráveis e prevenir a disseminação de uma doença com potencial devastador.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o vírus Nipah</p>
<p>O que é o vírus Nipah?<br />
O vírus Nipah (NiV) é um vírus zoonótico, o que significa que é transmitido de animais para humanos. É um paramixovírus que pode causar uma série de doenças em humanos, desde infecções assintomáticas até encefalite fatal. Sua alta taxa de mortalidade e a capacidade de causar grandes surtos preocupam as autoridades de saúde global.</p>
<p>Como o vírus Nipah é transmitido?<br />
A transmissão primária ocorre através do contato com morcegos frugívoros infectados ou seus fluidos corporais (como saliva ou urina), muitas vezes por meio do consumo de alimentos ou bebidas contaminadas, como a seiva de tamareira crua. Também pode ser transmitido por contato com animais infectados (como porcos) e, em menor grau, de pessoa para pessoa, através de contato próximo com secreções de pacientes infectados.</p>
<p>Quais são os sintomas da infecção por Nipah?<br />
Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, sonolência, desorientação e confusão mental. À medida que a doença progride, muitos pacientes desenvolvem encefalite aguda, convulsões e podem entrar em coma. Problemas respiratórios também são comuns. A doença pode ser fatal em 40% a 75% dos casos.</p>
<p>Existe cura ou vacina para o vírus Nipah?<br />
Atualmente, não há tratamento antiviral específico ou vacina aprovada para a infecção por vírus Nipah em humanos. O tratamento é de suporte, visando aliviar os sintomas e manter as funções vitais do paciente. Pesquisas para o desenvolvimento de antivirais e vacinas estão em andamento.</p>
<p>Como posso me proteger contra o vírus Nipah?<br />
As principais medidas de prevenção incluem evitar o contato com morcegos e porcos doentes, não consumir seiva de tamareira crua ou outros alimentos que possam ter sido contaminados por morcegos. Cozinhe bem todos os alimentos de origem animal. Mantenha boa higiene pessoal, como lavar as mãos frequentemente com água e sabão. Evite contato próximo com pessoas que estejam apresentando sintomas da doença.</p>
<p>Para se manter informado sobre as últimas atualizações de saúde global e outras notícias relevantes, assine nossa newsletter e receba conteúdo exclusivo diretamente em sua caixa de entrada.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Gato com raiva é confirmado em jundiaí, primeiro caso em decadas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/gato-com-raiva-e-confirmado-em-jundiai-primeiro-caso-em-decadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 22:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após mais de quatro décadas, Jundiaí, no interior de São Paulo, confirmou um caso de raiva em um gato. O diagnóstico positivo foi divulgado na terça-feira (4) e marca o primeiro registro da doença em um animal doméstico na cidade desde 1983. O felino foi encontrado abandonado na Vila Arens e posteriormente adotado por um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após mais de quatro décadas, Jundiaí, no interior de São Paulo, confirmou um caso de raiva em um gato. O diagnóstico positivo foi divulgado na terça-feira (4) e marca o primeiro registro da doença em um animal doméstico na cidade desde 1983.</p>
<p>O felino foi encontrado abandonado na Vila Arens e posteriormente adotado por um residente local. Inicialmente, o animal demonstrava boa saúde. No entanto, um dia após a adoção, o gato começou a apresentar sintomas neurológicos característicos da raiva, o que levou o tutor a procurar atendimento veterinário. A clínica veterinária, por sua vez, reportou a suspeita à Vigilância em Saúde Ambiental do município.</p>
<p>A confirmação da raiva ocorreu por meio de análise laboratorial conduzida pelo Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. Em resposta à ocorrência, a prefeitura de Jundiaí mobilizou uma força-tarefa para mapear a área onde o gato foi encontrado, visando identificar outros possíveis casos e prevenir a disseminação da doença.</p>
<p>A administração municipal disponibiliza um posto fixo de vacinação antirrábica gratuita para cães e gatos com mais de três meses de idade. O agendamento para a aplicação da vacina pode ser feito pelos telefones (11) 4589-6340 e (11) 4589-6350.</p>
<p>Em caso de mordedura, arranhadura ou contato com a saliva de animais suspeitos, as autoridades de saúde recomendam lavar o ferimento imediatamente com água corrente e sabão por um período mínimo de 15 minutos. Após a higienização, é imprescindível procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível para avaliação e tratamento adequados. A Vigilância Epidemiológica deve ser notificada sobre todos os acidentes envolvendo cães, gatos, morcegos ou outros animais, tanto domésticos quanto silvestres, para que o caso seja acompanhado de perto.</p>
<p>A cidade também tem registrado casos de raiva em morcegos. Em 2025, cinco morcegos já testaram positivo para a doença, enquanto em 2024 foram 10 casos e, em 2023, 17. A população é orientada a contatar a Vigilância em Saúde Animal pelos telefones (11) 4589-6340 e (11) 4589-6350 caso encontre morcegos em situações incomuns, como dentro de residências, em quintais, voando durante o dia ou caídos no chão. Se possível, recomenda-se isolar o cômodo onde o morcego foi avistado e cobrir o animal com um balde ou caixa.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<item>
		<title>Secretaria de Saúde de Barueri alerta: morcegos não devem ser mortos nem tocados</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/secretaria-de-saude-de-barueri-alerta-morcegos-nao-devem-ser-mortos-nem-tocados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 03:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[morcegos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde de Barueri, por meio do Departamento Técnico de Controle de Zoonoses (DTCZ), emitiu um alerta à população para fortalecer os cuidados ao se deparar com morcegos. A orientação principal é clara: esses animais não devem ser tocados nem exterminados em nenhuma hipótese. O alerta tem como objetivo principal prevenir casos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A Secretaria de Saúde de Barueri, por meio do Departamento Técnico de Controle de Zoonoses (DTCZ), emitiu um alerta à população para fortalecer os cuidados ao se deparar com morcegos. A orientação principal é clara: esses animais</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">não devem ser tocados nem exterminados</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">em nenhuma hipótese. O alerta tem como objetivo principal prevenir casos de raiva — doença viral grave e potencialmente fatal — e destacar o papel ambiental essencial desses animais silvestres.</span></p>
</div>
<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">De acordo com o DTCZ, os morcegos são os principais reservatórios do vírus da raiva na natureza. O contato direto com eles, mesmo quando aparentemente mortos ou feridos,</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">deve ser evitado</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">, pois representa risco à saúde. O departamento tem registrado aumento nas notificações de morcegos em residências e espaços públicos, o que motivou a intensificação das orientações preventivas.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Função ecológica e proteção legal</span></h4>
</div>
<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Além do risco sanitário, a Secretaria de Saúde reforça que os morcegos são</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">protegidos por lei</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">e desempenham</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">funções ecológicas fundamentais</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">, como o controle de insetos, a polinização de plantas e a dispersão de sementes — processos essenciais à regeneração dos ecossistemas. Matar esses animais, além do crime ambiental previsto na Lei Federal nº 9.605/98, pode provocar desequilíbrios importantes na natureza.</span></p>
</div>
<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">&#8220;O medo ou a desinformação não justificam ações que coloquem em risco a biodiversidade. Morcegos não devem ser exterminados, mas sim respeitados e manejados com responsabilidade&#8221;, alerta o Departamento Técnico de Controle de Zoonoses.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O que fazer ao encontrar um morcego?</span></h4>
</div>
<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A principal recomendação é</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">nunca tocar em morcegos</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">, vivos ou mortos. Mesmo sem comportamento agressivo, eles podem transmitir raiva por meio de mordidas, riscos ou contato com segredos. Caso alguém encontre um morcego em situação atípica — voando durante o dia, caído no chão ou preso em ambientes fechados — a orientação é coberta-lo com um balde ou caixa virada e acionar imediatamente o DTCZ pelo telefone (11) 4198-5679. Fora do horário comercial, a Guarda Civil Ambiental pode ser contatada pelo número (11) 4199-1400.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Educação, prevenção e vacinação</span></h4>
</div>
<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A Prefeitura reforça que</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">a informação e a prevenção</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">são as melhores ferramentas de proteção. Medidas simples como manter janelas e aberturas teladas, evitar o acesso de morcegos a ambientes domésticos e notificar as autoridades competentes são atitudes fundamentais para a saúde pública e a conservação ambiental.</span></p>
</div>
<div>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Outro ponto essencial é manter cães e gatos</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">vacinados contra a raiva</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">. Mesmo animais domésticos que não tenham acesso à rua podem eventualmente ter contato com morcegos. A vacinação é oferecida gratuitamente pelo município no posto fixo do DTCZ, localizado na <a href="https://www.google.com/maps/search/Rua+Anhanguera,+200,+Vila+S%C3%A3o+Francisco?entry=gmail&amp;source=g" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">Rua Anhanguera, 200, Vila São Francisco</a> . O atendimento ocorre às</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">segundas, quartas e sextas-feiras</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">, das</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">9h às 11h</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">e das</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">13h às 15h30</span> <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">, sem necessidade de agendamento prévio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Secretaria de Saúde adverte sobre a raiva transmitida por morcegos em Barueri</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/secretaria-de-saude-adverte-sobre-a-raiva-transmitida-por-morcegos-em-barueri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 05:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[morcegos]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento Técnico de Controle de Zoonoses (DTCZ), da Secretaria de Saúde de Barueri, alerta a população para o aparecimento de morcegos (potenciais transmissores da raiva ou hidrofobia) no verão. Isso ocorre devido à procriação desses mamíferos ocorrida no semestre anterior. Vários animais transmitem a doença, mas somente o morcego é capaz de voar.  &#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span lang="PT-BR">O Departamento Técnico de Controle de Zoonoses (DTCZ), da Secretaria de Saúde de Barueri, alerta a população para o aparecimento de morcegos (potenciais transmissores da raiva ou hidrofobia) no verão. Isso ocorre devido à procriação desses mamíferos ocorrida no semestre anterior. Vários animais transmitem a doença, mas somente o morcego é capaz de voar.  </span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Ao contrário do que se pensa, apenas cerca de 20% das espécies de morcegos se alimentam de sangue. No Brasil há mais de 180 espécies de morcegos e apenas três delas são hematófagas. Eles têm o hábito de procurar alimentos (frutos, néctares e pequenos insetos) no horário noturno.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Quando contaminados, os morcegos podem transmitir a raiva através de mordeduras, arranhaduras e lambidas. Apesar de se manterem distantes dos seres humanos, a devastação de seu hábitat natural, as copas das árvores, eles têm se aproximado cada vez mais da população.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Nas áreas urbanas, eles costumam se abrigar em viadutos e em cômodos abandonados de imóveis. Assim como todos os animais silvestres, os morcegos são protegidos por lei. Não tente envenená-los ou eliminá-los. Eles são importantes para o ecossistema em razão de eliminarem insetos e de atuarem como propagadores de sementes. Caso se depare com uma grande colônia desses animais, consulte o DTCZ.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O DTCZ vacina gratuitamente cães e gatos contra a raiva. O atendimento é às segundas e quartas-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h30 na Rua Anhanguera, 200 – Vila São Francisco – próximo à Estação Barueri da Via Mobilidade e ao Cemitério Municipal. Não é preciso agendar.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR"><br />
Principais cuidados  </span></h4>
</div>
<div>
<ul>
<li><span lang="PT-BR">Não toque em morcegos vivos ou mortos;</span></li>
<li><span lang="PT-BR">Não tente resgatá-los de fios, cercas ou galhos;</span></li>
<li><span lang="PT-BR">Vacine seus cães e gatos anualmente contra a raiva;</span></li>
<li><span lang="PT-BR">Em caso de encontrar animais feridos ou mortos, cubra-os com uma caixa de papelão ou com um balde e chame o DTCZ pelos telefones (11) 4198-5679 e 4198-0424;</span></li>
<li><span lang="PT-BR">Se seu pet capturar algum desses animais, chame o DTCZ imediatamente. Fora do expediente, deve-se acionar a Guarda Civil Ambiental através do telefone (11) 4199-1400.</span></li>
</ul>
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<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">Se não for tratada a tempo, a raiva pode ser fatal. Procure ajuda médica em caso de qualquer contato físico com esses animais.</span></p>
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