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	<title>Mosquito &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Mosquito &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Reserva indígena de Dourados reforça Combate ao surto de chikungunya</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 06:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Reserva Indígena de Dourados, no Mato Grosso do Sul, é palco de um reforço substancial no combate ao surto de chikungunya que assola a região. Com a chegada de 50 novos agentes de saúde, somando-se aos 40 profissionais da Força Nacional do SUS, as ações de enfrentamento à doença ganham uma nova dimensão. Este [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reserva Indígena de Dourados, no Mato Grosso do Sul, é palco de um reforço substancial no combate ao surto de chikungunya que assola a região. Com a chegada de 50 novos agentes de saúde, somando-se aos 40 profissionais da Força Nacional do SUS, as ações de enfrentamento à doença ganham uma nova dimensão. Este esforço conjunto visa conter a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus, e prestar assistência à população mais afetada. A iniciativa não se limita apenas ao território indígena, estendendo-se também a áreas urbanas adjacentes, evidenciando a gravidade da situação e a necessidade de uma resposta abrangente para proteger a saúde pública em Dourados. O aumento de casos, especialmente nas aldeias, exige uma atuação rápida e eficaz.</p>
<p> Reforço estratégico de equipes no terreno</p>
<p> Mobilização de recursos humanos e ações de campo</p>
<p>O combate ao surto de chikungunya na Reserva Indígena de Dourados tem sido intensificado com a chegada de mais equipes especializadas. Desde esta semana, um contingente de 50 agentes de saúde foi incorporado às operações, unindo-se aos 40 profissionais da Força Nacional do SUS que já atuam na região desde 17 de março. Essa equipe multidisciplinar da Força Nacional é composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e psicólogos, cujo trabalho se estende tanto pelas aldeias indígenas de Dourados quanto por áreas urbanas adjacentes, como a região do Itapoã. Já os 50 novos agentes dedicam-se exclusivamente às comunidades indígenas, com 20 deles já em atividade desde a última sexta-feira (3).</p>
<p>A presença desses profissionais é fundamental para uma abordagem abrangente no controle da doença. As ações em campo são diversificadas e incluem mutirões de limpeza intensivos, com o objetivo principal de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Este vetor é o responsável pela transmissão não apenas da chikungunya, mas também da dengue e do zika vírus. Complementarmente, são realizadas aplicações de inseticidas em áreas estratégicas para reduzir a população de mosquitos adultos e interromper o ciclo de transmissão.</p>
<p>Em uma das mobilizações mais recentes, a força-tarefa, composta por profissionais de saúde e voluntários locais, conseguiu recolher impressionantes quatro caminhões de materiais inservíveis, que poderiam servir como focos para o mosquito. Além disso, aproximadamente 250 domicílios foram visitados, onde os moradores receberam orientações sobre prevenção e foram auxiliados na identificação e eliminação de potenciais criadouros. A presença massiva e a coordenação dessas equipes no terreno são cruciais para um controle efetivo do vetor, especialmente em uma área tão populosa e densamente habitada como a reserva indígena. A colaboração entre as equipes e a comunidade é um pilar para o sucesso dessas iniciativas de saúde pública.</p>
<p> Apoio multifacetado: alimentos, finanças e atendimento médico</p>
<p> Suporte essencial e impacto epidemiológico</p>
<p>Além do reforço humano e das ações diretas de controle do vetor, o enfrentamento ao surto de chikungunya em Dourados é complementado por um robusto pacote de apoio material e financeiro. Nesta semana, uma importante iniciativa foi a distribuição de duas mil cestas de alimentos do governo federal destinadas às famílias indígenas. A previsão é que seis mil unidades sejam entregues até junho, garantindo um suporte nutricional essencial para as comunidades em um momento de vulnerabilidade sanitária. A segurança alimentar é um fator crucial para a recuperação dos pacientes e para a manutenção da saúde geral da população, especialmente quando a doença pode comprometer a capacidade de trabalho e subsistência.</p>
<p>Paralelamente, houve a liberação de R$ 900 mil, provenientes do Ministério da Saúde, especificamente para vigilância, assistência e controle da chikungunya no município. Esse investimento financeiro permite a aquisição de insumos, equipamentos, capacitação de pessoal e a ampliação da capacidade de resposta do sistema de saúde local frente à emergência. Os recursos são vitais para a manutenção das operações em larga escala, incluindo a compra de larvicidas, inseticidas e materiais de proteção individual para os agentes de campo.</p>
<p>No que diz respeito ao atendimento direto à população, a Força Nacional do SUS já contabiliza mais de 1,4 mil atendimentos realizados na Reserva Indígena de Dourados. Os esforços concentram-se principalmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó, as mais afetadas e populosas. Os dados da vigilância epidemiológica municipal sublinham a gravidade da situação: Dourados registra um total de 1.314 casos confirmados de chikungunya, sendo que quase 70% desses casos foram identificados nas aldeias indígenas. Esta estatística ressalta a vulnerabilidade específica dessas comunidades e a necessidade de intervenções focadas. A doença, causada pelo vírus chikungunya, manifesta-se com sintomas como febre alta, dores musculares intensas, dor de cabeça persistente e dores articulares severas, que podem ser debilitantes e prolongadas, afetando significativamente a qualidade de vida dos infectados.</p>
<p> Prevenção contínua e a participação comunitária</p>
<p>A luta contra a chikungunya é uma batalha que exige vigilância constante e a participação ativa de toda a comunidade. Para além das ações governamentais e do reforço das equipes de saúde, a prevenção doméstica desempenha um papel insubstituível. As autoridades de saúde recomendam dedicar, no mínimo, dez minutos por semana à inspeção e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti dentro e nos arredores das residências. Essa prática simples, mas eficaz, é a principal barreira contra a proliferação do vetor.</p>
<p>É fundamental que cada cidadão se torne um agente fiscalizador em seu próprio lar. Locais como caixas d’água destampadas, pratos de plantas com acúmulo de água, garrafas vazias, pneus velhos, calhas entupidas, ralos sem tela, lonas mal esticadas e quaisquer outros recipientes que possam acumular água parada são potenciais focos de reprodução do mosquito. A eliminação dessas fontes, seja esvaziando, tampando, virando de boca para baixo ou descartando corretamente, quebra o ciclo de vida do Aedes aegypti e impede que ele se reproduza. A conscientização e a colaboração de todos são essenciais para proteger não apenas a própria família, mas toda a comunidade, garantindo um ambiente mais seguro e saudável para a Reserva Indígena de Dourados e para o município como um todo.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre chikungunya em Dourados</p>
<p> O que é a chikungunya e como ela é transmitida?<br />
A chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor responsável pela dengue e pelo zika vírus. Seus principais sintomas incluem febre alta, dores musculares, dor de cabeça e, notadamente, dores articulares intensas e muitas vezes incapacitantes, que podem persistir por semanas ou meses. A transmissão ocorre quando um mosquito infectado pica uma pessoa saudável, ou vice-versa, permitindo a circulação do vírus.</p>
<p> Quais são as principais ações de combate ao surto na Reserva Indígena de Dourados?<br />
As ações são multifacetadas e incluem o reforço de equipes de saúde (50 agentes e 40 profissionais da Força Nacional do SUS), a realização de mutirões de limpeza para eliminação de criadouros do mosquito, aplicação de inseticidas, visitas domiciliares para orientação e inspeção, distribuição de cestas de alimentos para as famílias e liberação de recursos financeiros (R$ 900 mil) para vigilância, assistência e controle da doença no município. A Força Nacional também presta atendimento médico direto, com mais de 1,4 mil atendimentos já realizados.</p>
<p> Como a população pode contribuir para a prevenção da chikungunya?<br />
A população desempenha um papel crucial na prevenção da chikungunya. A principal forma de contribuição é a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti dentro e ao redor das residências. Recomenda-se reservar dez minutos por semana para verificar e esvaziar/tampar recipientes que possam acumular água parada, como caixas d’água, vasos de plantas, garrafas, pneus, calhas, ralos e lonas. Essa atitude individual e coletiva é fundamental para impedir a proliferação do mosquito e proteger a saúde pública.</p>
<p>Para mais informações sobre as ações de combate à chikungunya ou para saber como você pode se engajar nas campanhas de prevenção em sua comunidade, entre em contato com a secretaria de saúde de Dourados.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Temperaturas elevadas impulsionam dengue; saiba como combater o mosquito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:47:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As previsões de altas temperaturas para os próximos dias em São Paulo acendem um alerta crucial para a saúde pública: o risco de proliferação da dengue. O calor intenso cria um ambiente propício para o ciclo reprodutivo do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Com a elevação térmica, a velocidade de desenvolvimento do mosquito e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As previsões de altas temperaturas para os próximos dias em São Paulo acendem um alerta crucial para a saúde pública: o risco de proliferação da dengue. O calor intenso cria um ambiente propício para o ciclo reprodutivo do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Com a elevação térmica, a velocidade de desenvolvimento do mosquito e do vírus em seu interior aumenta significativamente, tornando cada foco de água parada um potencial criadouro perigoso. A eliminação desses locais, sejam eles grandes ou minúsculos, é a estratégia mais eficaz para conter o avanço da dengue e proteger a população. A vigilância e a ação comunitária tornam-se indispensáveis neste período, demandando a colaboração de todos para prevenir novos casos.</p>
<p> O perigo do calor e a proliferação do Aedes aegypti</p>
<p>O clima quente e úmido, característico do verão brasileiro, é um fator determinante para a rápida proliferação do mosquito Aedes aegypti. As altas temperaturas aceleram o metabolismo do inseto, reduzindo o tempo de eclosão dos ovos, o desenvolvimento das larvas e pupas, e o período de incubação do vírus em mosquitos adultos. Isso significa que, em condições favoráveis de calor, o Aedes atinge a fase adulta mais rapidamente e pode transmitir a doença em um período menor após ser infectado. A presença de água parada, mesmo em quantidades mínimas, é o elo crucial para que esse ciclo de reprodução se complete, transformando-se em um vetor eficiente da doença.</p>
<p> O ciclo de vida do mosquito</p>
<p>A diretriz central para a prevenção da dengue reside na interrupção do ciclo de vida do Aedes aegypti. Este mosquito depende da água para depositar seus ovos, que podem sobreviver por meses em locais secos e eclodir assim que entram em contato com a água. Por essa razão, a vistoria semanal de residências e seus arredores é uma medida de saúde pública fundamental. Mesmo pequenas quantidades de água parada podem se transformar em criadouros do mosquito. Tampas de garrafa, vasos de plantas com acúmulo de água ou calhas entupidas são exemplos de locais que, por vezes, passam despercebidos, mas são mais do que suficientes para se tornarem berçários do mosquito. A conscientização sobre a importância de eliminar cada potencial criadouro é a chave para a segurança coletiva.</p>
<p> Estratégias essenciais para a prevenção doméstica</p>
<p>A prevenção da dengue começa dentro de casa e se estende aos arredores. A mobilização individual e comunitária é indispensável para evitar que residências se transformem em ambientes propícios para a reprodução do Aedes aegypti. A vigilância e as autoridades de saúde reforçam a necessidade de um olhar atento e constante, especialmente após períodos de chuva, quando o acúmulo de água pode ser facilmente negligenciado. Cada morador tem um papel fundamental na manutenção de um ambiente livre de focos do mosquito.</p>
<p> Dicas práticas para eliminar criadouros</p>
<p>Para garantir um ambiente seguro e livre do mosquito da dengue, algumas ações rotineiras são cruciais e devem ser incorporadas ao cotidiano:</p>
<p>   Descarte correto do lixo: Mantenha o lixo sempre em sacos plásticos bem amarrados e as lixeiras devidamente fechadas. O acúmulo de resíduos pode criar pequenos depósitos de água, tornando-se um local ideal para a desova do mosquito.<br />
   Atenção às calhas: Remova regularmente folhas, galhos e qualquer outro material que possa obstruir o fluxo da água em calhas e lajes, prevenindo o acúmulo de água que seria um convite à proliferação.<br />
   Pratos de vasos de plantas: Encha os pratos de vasos de plantas com areia até a borda. A areia retém a umidade necessária para a planta, mas impede que a água se acumule e se torne um criadouro para o Aedes aegypti.<br />
   Plantas aquáticas: Troque a água das plantas aquáticas pelo menos uma vez por semana e lave o vaso com escova e sabão para eliminar possíveis ovos aderidos às suas paredes. É uma medida simples, mas muito eficaz.<br />
   Garrafas e recipientes: Armazene garrafas, baldes e outros recipientes que possam acumular água sempre virados para baixo, protegidos da chuva. Caso não possam ser virados, certifique-se de que estejam cobertos ou guardados em local seco.<br />
   Caixas-d&#8217;água e objetos descartados: Mantenha caixas-d&#8217;água e cisternas bem vedadas. Descarte corretamente objetos sem uso que possam acumular água, como pneus velhos, embalagens, latas e entulhos, destinando-os a locais apropriados.</p>
<p> Cenário epidemiológico e sintomas de alerta</p>
<p>Além das ações preventivas, o monitoramento contínuo dos casos de arboviroses é fundamental para direcionar as políticas de saúde pública e informar a população sobre a gravidade da situação. No estado de São Paulo, os dados mais recentes indicam um cenário que exige atenção redobrada da população e das autoridades sanitárias, com a contabilização de casos tanto de dengue quanto de chikungunya.</p>
<p> Dengue e chikungunya: números e sinais</p>
<p>Até meados de outubro, o estado de São Paulo registrou um total de 15.744 casos confirmados de dengue, com seis óbitos lamentáveis. Em relação à chikungunya, outra arbovirose transmitida pelo mesmo mosquito, foram confirmados 315 casos e dois óbitos. Esses números reforçam a necessidade de manter a vigilância e a prevenção ativas em todas as regiões, sublinhando a importância da detecção precoce e do tratamento adequado para evitar o agravamento das condições de saúde.</p>
<p>A população deve estar atenta aos sintomas da dengue, que geralmente surgem de forma súbita e perduram por cerca de cinco a sete dias. Os principais indicadores incluem:</p>
<p>   Febre alta, atingindo entre 39°C e 40°C.<br />
   Dores intensas no corpo e nas articulações, muitas vezes descritas como &#8220;quebra-ossos&#8221;.<br />
   Dor característica atrás dos olhos, que pode piorar com o movimento.<br />
   Sensação de mal-estar generalizado e fadiga.<br />
   Perda de apetite.<br />
   Dor de cabeça persistente.<br />
   Aparecimento de manchas vermelhas na pele, geralmente no tronco e membros.<br />
   Em casos mais graves, podem ocorrer hemorragias, indicando a necessidade urgente de atendimento médico.<br />
   Em crianças, a dor abdominal é um sintoma comum e deve ser observada com especial atenção.</p>
<p>Ao apresentar qualquer um desses sintomas, a orientação é procurar um serviço de saúde imediatamente para obter um diagnóstico preciso e iniciar o tratamento adequado, evitando complicações que podem ser fatais.</p>
<p> Recursos e informações para a população</p>
<p>No esforço contínuo para educar e informar a população, foram desenvolvidos canais específicos para esclarecer dúvidas e combater a desinformação sobre as arboviroses. A disseminação de informações confiáveis é um pilar essencial na estratégia de saúde pública, capacitando os cidadãos a tomarem as melhores decisões para sua saúde e a de sua comunidade.</p>
<p> O portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221;</p>
<p>Para auxiliar os cidadãos no combate à dengue, zika e chikungunya, o governo de São Paulo lançou o portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221;. Esta plataforma online reúne as cem perguntas mais frequentes pesquisadas na internet sobre as doenças, oferecendo respostas claras e baseadas em evidências científicas. O objetivo é desmistificar fake news que circulam nas redes sociais e fornecer orientação segura e precisa para a população sobre prevenção, sintomas, tratamento e outras informações cruciais. Acessível a todos por meio do endereço eletrônico www.dengue100duvidas.sp.gov.br, o portal é uma ferramenta valiosa para a educação em saúde e para fortalecer a luta contra essas doenças.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Diante do cenário de altas temperaturas e do aumento no número de casos de dengue e chikungunya, a vigilância e a prevenção tornam-se responsabilidades coletivas inadiáveis. A eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti em residências e ambientes comunitários é a medida mais eficaz e direta para proteger a saúde de todos. É fundamental que cada cidadão adote as práticas recomendadas de limpeza e descarte, mantenha-se informado sobre os sintomas da doença e busque assistência médica ao primeiro sinal de alerta. A união de esforços entre poder público e sociedade civil é a chave para enfrentar e vencer o desafio das arboviroses, garantindo um ambiente mais seguro e saudável para toda a comunidade. A conscientização e a ação preventiva são as ferramentas mais poderosas nesta batalha.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Por que as altas temperaturas favorecem a dengue?<br />
As altas temperaturas aceleram o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e o período de incubação do vírus em seu organismo. Isso significa que o mosquito se reproduz mais rapidamente e se torna capaz de transmitir a doença em menos tempo, aumentando o risco de surtos e a velocidade de propagação da dengue na população.</p>
<p>Quais são os principais sintomas da dengue e quando devo procurar ajuda médica?<br />
Os sintomas incluem febre alta (39-40°C), dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, mal-estar, falta de apetite e manchas vermelhas na pele. É crucial procurar um serviço de saúde imediatamente ao notar qualquer um desses sintomas, especialmente febre persistente, para obter um diagnóstico e tratamento adequados e evitar complicações graves.</p>
<p>Apenas grandes acúmulos de água são perigosos para a proliferação do mosquito?<br />
Não, pequenas quantidades de água parada são suficientes para a reprodução do Aedes aegypti. Tampinhas de garrafa, vasos de plantas com água acumulada, calhas entupidas e pratos de vasos sem areia são exemplos de locais minúsculos que podem se transformar em criadouros. A vistoria semanal e a eliminação de qualquer foco de água são essenciais para uma prevenção eficaz.</p>
<p>É preciso redobrar a atenção após chuvas?<br />
Sim, é fundamental redobrar a atenção após períodos de chuva. A água da chuva pode se acumular em diversos recipientes e superfícies que antes estavam secos, criando novos criadouros para o mosquito Aedes aegypti. Verifique calhas, lajes, pneus, vasos de plantas e qualquer objeto que possa ter coletado água.</p>
<p>Mantenha-se informado e proteja sua família. Acesse o portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221; para mais informações e combata a dengue.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Rio intensifica luta contra a dengue com ações neste sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 15:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Rio de Janeiro mobiliza forças neste sábado para um grande esforço de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A ação ocorre em um momento em que o governo estadual busca consolidar a redução no número de casos da doença, quando comparado ao ano anterior, e se integra à campanha nacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Rio de Janeiro mobiliza forças neste sábado para um grande esforço de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A ação ocorre em um momento em que o governo estadual busca consolidar a redução no número de casos da doença, quando comparado ao ano anterior, e se integra à campanha nacional de enfrentamento à dengue.</p>
<p>A iniciativa, parte da campanha contínua “Contra a Dengue Todo Dia”, concentrará esforços em diversos municípios fluminenses, com destaque para a capital, Búzios e Resende. O objetivo é conscientizar a população sobre as medidas preventivas e a importância da eliminação de focos do mosquito.</p>
<p>Durante o &#8220;Dia D&#8221;, agentes de saúde estarão nas ruas distribuindo materiais educativos e compartilhando informações cruciais sobre o ciclo de vida do Aedes aegypti. A população terá a oportunidade de observar, através de microscópios, as diferentes fases de desenvolvimento do mosquito, compreendendo melhor a necessidade de ações preventivas. Uma das principais orientações é a realização de uma inspeção semanal de apenas dez minutos nas residências, buscando e eliminando possíveis criadouros do mosquito.</p>
<p>Mário Sérgio Ribeiro, subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde do estado, enfatiza a importância deste momento para intensificar o combate à dengue. Ele ressalta que o período de chuvas frequentes contribui para o acúmulo de água em recipientes, criando ambientes propícios para a proliferação do Aedes aegypti.</p>
<p>Até o dia 4 deste mês, o estado registrou 29.315 casos prováveis de dengue, resultando em 1.200 internações e 25 óbitos. Embora os números atuais representem uma melhora em relação ao ano anterior, as autoridades de saúde mantêm o alerta, buscando evitar um novo surto da doença.</p>
<p>No ano passado, o Rio de Janeiro enfrentou uma epidemia de dengue, com quase 303 mil notificações, 9.726 internações e 232 mortes. A capital fluminense foi particularmente afetada, com mais de 111 mil casos registrados. O esforço contínuo e as ações intensificadas neste sábado visam prevenir um cenário semelhante e proteger a população contra os riscos da dengue.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Carapicuíba utiliza drones para identificar focos do mosquito da dengue</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/carapicuiba-utiliza-drones-para-identificar-focos-do-mosquito-da-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 00:03:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Carapicuíba está realizando o mutirão da Patrulha da Dengue. Na última semana, o bairro vistoriado foi o Ariston, local com maior incidência de casos. No início do mês de fevereiro, a Secretaria de Saúde realizou o treinamento dos novos ACS’s (Agentes Comunitários de Saúde), o principal objetivo dessa capacitação foi instruir os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Carapicuíba está realizando o mutirão da Patrulha da Dengue. Na última semana, o bairro vistoriado foi o Ariston, local com maior incidência de casos. No início do mês de fevereiro, a Secretaria de Saúde realizou o treinamento dos novos ACS’s (Agentes Comunitários de Saúde), o principal objetivo dessa capacitação foi instruir os agentes de como realizar as abordagens no combate aos criadouros de Aedes aegypti.</p>
<p>A campanha 2024 tem como tema “Todos Contra a Dengue” e já está em veiculação nas redes sociais da Prefeitura, além de carros de som e panfletagem para conscientizar os moradores.</p>
<p>Além da capacitação, a Secretaria de Saúde segue monitorando os principais bairros da cidade. As equipes distribuem telas para serem colocadas nas caixas d’águas, como meio de prevenção e combate aos possíveis focos do mosquito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Monitoramento via drone</b></h4>
<p>Para auxiliar os Agentes Comunitários de Saúde nos bairros, a Prefeitura está utilizando drones para monitorar possíveis focos do mosquito, como: caixa d’águas sem tampa, lajes com água parada, locais de descarte irregular de lixo e entulho, entre outros.</p>
<h4><i>Serviço: </i></h4>
<p><i>Patrulha da Dengue </i></p>
<p><i>Telefone: 4164-3866</i></p>
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		<title>Ações de combate e conscientização à dengue são intensificadas em Santana de Parnaíba</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/acoes-de-combate-e-conscientizacao-a-dengue-sao-intensificadas-em-santana-de-parnaiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 00:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximadamente 20 mil residências são visitadas mensalmente pelo efetivo de 48 agentes de combate a endemias; os profissionais fiscalizam possíveis criadouros do mosquito da dengue Atualmente o mundo tem enfrentado um crescimento exponencial no número de mortes e casos confirmados por dengue. Neste momento, o Brasil é o país com mais casos da doença no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 dir="ltr"><em>Aproximadamente 20 mil residências são visitadas mensalmente pelo efetivo de 48 agentes de combate a endemias; os profissionais fiscalizam possíveis criadouros do mosquito da dengue</em></h4>
<p dir="ltr">Atualmente o mundo tem enfrentado um crescimento exponencial no número de mortes e casos confirmados por dengue. Neste momento, o Brasil é o país com mais casos da doença no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p dir="ltr"> A dengue é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti e possui quatro sorotipos diferentes, que podem resultar em doenças cujos sintomas são febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas (em algumas situações, pode não haver sintomas). Nos quadros mais graves, podem surgir manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz e gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes.</p>
<p dir="ltr"> Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, no ano passado, os casos da doença tiveram um aumento de 15,8% em comparação ao ano de 2022, passando de 1,3 milhão para 1,6 milhão, no Brasil.</p>
<p dir="ltr">Uma das razões para este aumento é a crise climática, que tem elevado a temperatura mundial permitindo a proliferação do mosquito transmissor da dengue. O fenômeno El Niño de 2023 também intensificou os efeitos do aquecimento global colaborando para que o Aedes aegypti sobreviva em ambientes onde antes isso não ocorria.</p>
<p dir="ltr">O Ministério da Saúde declara que todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.</p>
<h4 dir="ltr">AÇÕES REALIZADAS NA CIDADE</h4>
<p dir="ltr">Dados obtidos pela Secretaria de Saúde da cidade, mostram que em comparação a janeiro de 2023, os casos positivos da dengue tiveram um aumento de 14,28% em janeiro deste ano e, com o intuito de prevenir e combater a doença, a Prefeitura de Santana de Parnaíba adota um conjunto de ações o ano todo, mas o trabalho é intensificado em períodos de maior incidência de chuvas.</p>
<p dir="ltr">As ações são realizadas por agentes de combate às endemias (48 profissionais), que visitam casas, terrenos, loteamentos e espaços públicos para orientar a população e eliminar possíveis criadouros de parasitas da dengue, além de outras formas de prevenção e cuidados para evitar outros tipos de doenças virais e infecciosas.</p>
<h4 dir="ltr">NOVAS ESTRATÉGICAS</h4>
<p dir="ltr">Além da visita casa a casa, a Secretaria de Saúde tem adotado o método bloqueio, que consiste em fazer uma vistoria no perímetro do paciente que confirmou positivo para a dengue e verificar se existem moradores com sintomas parecidos e possíveis criadouros do mosquito. É realizada também a nebulização (aplicação de veneno) em bairros com um número maior de casos positivos.</p>
<p dir="ltr">Outra importante estratégia adotada pela Secretaria de Saúde da cidade é a reativação do Comitê de Combate à Dengue, que visa discutir as melhores estratégias para o combate da doença no município. O comitê é composto por equipes de diversas secretarias como saúde, serviços municipais, educação, gabinete, meio ambiente e planejamento, comunicação, entre outras.</p>
<p dir="ltr">Toda a equipe de combate às endemias passa por treinamentos contínuos para o atendimento de casos suspeitos da doença, as coletas feitas em locais suspeitos são encaminhadas para análise e avaliação do material.</p>
<h4 dir="ltr">CUIDADOS E PREVENÇÃO</h4>
<p dir="ltr">Para evitar que a dengue e outras variantes como o Zika Vírus e a Chikungunya transmitam a doença, é necessário:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Uso de telas nas janelas e repelentes em áreas com foco de transmissão;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Evitar água parada em pneus, vasos de plantas e garrafas;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Tapar os tonéis de água e manter as lixeiras bem tampadas;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Vedação dos reservatórios e caixas de água;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Desobstrução de calhas, lajes e ralos;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Participação na fiscalização das ações de prevenção e controle da dengue executadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
</li>
</ul>
<h4 dir="ltr">VACINA</h4>
<p dir="ltr">No final de 2023, o Ministério da Saúde incorporou a vacina contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina, conhecida como Qdenga, inicialmente será destinada a regiões com maior incidência e transmissão do vírus e aplicada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, pois se trata do grupo com maior número de hospitalizações por dengue.</p>
<p dir="ltr">A incorporação do imunizante foi analisada pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec) e passou por todas as avaliações da comissão. O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer  o imunizante no sistema público universal.</p>
<p dir="ltr">Vale ressaltar que, nos últimos 10 anos, a gestão municipal fortaleceu as políticas de vigilância epidemiológica, construiu 30 novas unidades de saúde e fez concursos para contratação de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias.</p>
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		<item>
		<title>Osasco reforça medidas preventivas no combate à Dengue</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/osasco-reforca-medidas-preventivas-no-combate-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 00:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zoonoses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Saúde, iniciou o mês de fevereiro com reforço nas medidas preventivas para combater possíveis criadouros do mosquito da dengue. O Brasil vive alta de casos da doença, causada pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite outras doenças como Zika e Chikungunya. Equipes do Núcleo de Controle [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Saúde, iniciou o mês de fevereiro com reforço nas medidas preventivas para combater possíveis criadouros do mosquito da dengue. O Brasil vive alta de casos da doença, causada pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite outras doenças como Zika e Chikungunya.</p>
<p>Equipes do Núcleo de Controle de Zoonoses/Arboviroses vão percorrer os bairros para combater os criadouros do mosquito. Portanto, a operação cata-bagulho foi intensificada, com a limpeza dos locais em até 72 horas.  Entretanto, também foi criado um canal de atendimento específico para a população denunciar possíveis focos do mosquito na Central 156.</p>
<p>A cidade registrou em 2023, 1.140 casos sem nenhum óbito. Em janeiro de 2024, foram 80 casos confirmados sem nenhum óbito. Porque, Osasco não está na lista de localidades com alta transmissão da doença e que vão receber os primeiros lotes de vacina contra a dengue, entretanto, o prefeito Rogério Lins afirmou que vai oficiar o Ministério da Saúde solicitando vacinas para o município.</p>
<p>Mas vale lembrar que a população tem papel fundamental no combate aos focos de dengue pela cidade, recebendo os agentes de endemias da prefeitura, que fazem visitas técnicas nas casas e no comércio. Porque a população também podem entrar em contato com a Central 156 para denunciar possíveis focos ou solicitar a operação cata-bagulho, além de evitar a proliferação do mosquito nas residências seguindo as dicas abaixo:</p>
<p>Eliminar água parada;</p>
<p>Manter a tampa da caixa d’água bem fechada;</p>
<p>Remover folhas e galhos das calhas;</p>
<p>Manter tampados tonéis e barris de água;</p>
<p>Colocar areia nos pratinhos dos vasos de plantas;</p>
<p>Guardar garrafas sempre de cabeça para baixo;</p>
<p>Pneus velhos devem ser abrigados em lugares cobertos;</p>
<p>Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira fechada.</p>
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		<item>
		<title>Dengue: SP cria Centro de Operações de Emergências e anuncia novas medidas de combate</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/dengue-sp-cria-centro-de-operacoes-de-emergencias-e-anuncia-novas-medidas-de-combate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 15:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Operações de Emergências]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[cptm]]></category>
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		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Detran]]></category>
		<category><![CDATA[Felício Ramuth]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador em exercício, Felicio Ramuth, assinou nesta terça-feira (6) o decreto que cria o Centro de Operações de Emergências (COE) de combate ao Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, Chikungunya e Zika. Coordenado pela Secretaria da Saúde (SES), o COE reúne outras sete secretarias estaduais – Casa Civil, Casa Militar e Defesa Civil, Segurança Pública, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador em exercício, <strong>Felicio Ramuth</strong>, assinou nesta terça-feira (6) o decreto que cria o Centro de Operações de Emergências (COE) de combate ao Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, Chikungunya e Zika.</p>
<p>Coordenado pela <a href="http://saude.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Secretaria da Saúde</a> (SES), o COE reúne outras sete secretarias estaduais – <strong>Casa Civil, Casa Militar e Defesa Civil, Segurança Pública, Desenvolvimento Social, Comunicação, Educação, Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística -, além do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems)</strong>.</p>
<p>A primeira medida adotada no âmbito do COE foi a destinação de R$ 200 milhões do tesouro estadual às prefeituras dos 645 municípios paulistas para o enfrentamento direto ao mosquito.</p>
<p>“O enfrentamento à dengue é uma ação conjunta das secretarias de Estado, que passam a fazer parte do Centro de Operações de Emergências, e os municípios. Com apoio técnico do Governo de SP e os recursos liberados hoje, as prefeituras poderão investir em suas redes de saúde e emergência, além de realizar ações de limpeza e comunicação em suas cidades”, destacou o governador em exercício, Felicio Ramuth.</p>
<p>Os recursos provenientes do programa IGM SUS Paulista (Incentivo à Gestão Municipal) se somam às medidas de intensificação de suporte aos municípios, em especial as ações de campo como a nebulização, o chamado fumacê. Mais de 600 equipamentos portáteis e pesados estão disponíveis para a utilização das cidades. Esse trabalho será coordenado pela <strong>Defesa Civil Estadual</strong>, que também intensificará em parceria com as Defesas Civis Municipais o trabalho de visita as residências e orientação aos cidadãos em todo o Estado.</p>
<p>Já durante o carnaval, o <strong>Governo de SP</strong> terá ações de orientação e conscientização nas redes sociais e nas mídias do <strong>Metrô, CPTM</strong> e canais do <strong>Detran</strong>. O bloco simbólico “Unidos contra a Dengue” vai orientar quanto a importância de eliminar os criadouros e não deixar água parada. Nos próximos dias também haverá uma campanha de saúde pública orientado a população sobre a importância do combate ao mosquito, uma vez que 80% dos focos do Aedes aegypti estão no interior das residências.</p>
<p>Também serão realizadas ações educativas em escolas da rede estadual, rodovias e pontos de grande circulação de pessoas como estações de trem e metrô. Em outra frente, a Secretaria de Saúde está capacitando todos os agentes de endemias por meio de cursos e treinamentos online para manejo e atendimento para arboviroses. O <strong>Instituto Adolfo Lutz (IAL)</strong> também está recebendo investimentos para reduzir o tempo de resposta para o resultado de testes sorológicos e ampliação de sua capacidade.</p>
<p>“Este será o maior apoio aos municípios no combate à dengue da história. Estamos investindo em capacitações e treinamento para toda a rede de saúde, e estendendo também aos professores e todos os cidadãos. Este é o momento certo para a sociedade se unir no combate à dengue”, afirmou Eleuses Paiva, secretário de Saúde do Estado.</p>
<h4><strong>Monitoramento Online</strong></h4>
<p>Para que a população possa acompanhar a situação das arboviroses em todo o Estado de forma fácil e transparente, o Governo de SP lançou o Painel de Monitoramento da Dengue. Disponível no endereço dengue.saude.sp.gov.br, a ferramenta permite consultar todas as informações relativas aos casos notificados, em investigação, os confirmados e os descartados, além de dados como casos de dengue grave e os óbitos em todo o território paulista. Estes dados também auxiliarão a gestão estadual na definição de novas políticas públicas de enfrentamento à doença.</p>
<p>As informações poderão ser filtradas por data, município e Grupo de Vigilância Epidemiológica. Para isso, a pasta conta com uma moderna sala de situação para monitoramento do Estado, além da colaboração das prefeituras, que são responsáveis pelos testes e resultados, e pelo preenchimento do sistema de notificação.</p>
<p>Todas as ações contra a dengue estão detalhadas no Plano Estadual de Contingência das Arboviroses Urbanas, elaborado em parceria com os demais níveis de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.</p>
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		<item>
		<title>Zoonoses intensifica campanha &#8220;Osasco sem Mosquito&#8221;  </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/zoonoses-intensifica-campanha-osasco-sem-mosquito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 08:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Zoonoses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A batalha contra o mosquito da dengue permanece constante em Osasco. Diariamente, os agentes de endemias do Núcleo de Controle de Zoonoses e Arboviroses (NCZ) da Secretaria de Saúde da Prefeitura realizam inspeções em residências, prédios municipais e atendem chamados do 156. Desde 21/11, uma equipe está focada no Calçadão da Rua Antônio Agú e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<p>A batalha contra o mosquito da dengue permanece constante em Osasco. Diariamente, os agentes de endemias do Núcleo de Controle de Zoonoses e Arboviroses (NCZ) da Secretaria de Saúde da Prefeitura realizam inspeções em residências, prédios municipais e atendem chamados do 156. Desde 21/11, uma equipe está focada no Calçadão da Rua Antônio Agú e adjacências promovendo conscientização aos transeuntes por meio da campanha &#8220;Osasco sem Mosquito&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devido às intensas chuvas nesta época do ano, propícias à proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor de arboviroses urbanas, toda orientação é essencial para a consolidação de dicas simples e aplicáveis ​​no cotidiano, seja em casa, no trabalho ou orientando os vizinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As principais recomendações dos agentes incluem evitar acúmulo de água dentro e fora de casa, cobrir pneus e pratos de plantas, colocar areia nos pratinhos dos vasos, limpar e tampar caixas d&#8217;água e cisternas, manter a lixeira bem fechada, não acumular lixo e não jogar lixo em terrenos baldios, guardar garrafas de cabeça para baixo, limpar as calhas regularmente e evitar o acúmulo de água da chuva sobre a laje, além de manter tonéis, barris e piscinas tampadas, entre outras medidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A luta contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, Chikungunya, Zika e febre amarela, é responsabilidade de todos. Cada ação para reduzir os casos da doença e promover a prevenção é eficaz. Conseguimos reduzir significativamente a incidência quando a população contribui”, enfatiza Enoque Luz, coordenador do Núcleo de Controle de Zoonoses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa iniciativa em Osasco também faz parte da mobilização em todo o estado de São Paulo na &#8220;Semana Estadual de Mobilização Social para Combate às Arboviroses&#8221;, que ocorrerá até 2 de dezembro, em colaboração com os municípios paulistas. O objetivo é intensificar a mobilização social, o controle vetorial e as atividades de eliminação de criadouros.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cajamar intensifica ações de combate à dengue. Juntos contra o Mosquito!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/cajamar-intensifica-acoes-de-combate-a-dengue-juntos-contra-o-mosquito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 08:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[combate à dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade utiliza lema a Dengue: O foco é não ficar parado! A Prefeitura de Cajamar, através da Secretaria de Saúde, reforça seu compromisso com a saúde e o bem-estar da população, intensificando as ações de combate à dengue. A prevenção é a nossa melhor arma contra essa doença viral transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="noticia-titulo"><em>A cidade utiliza lema a Dengue: O foco é não ficar parado!</em></h3>
<p>A Prefeitura de Cajamar, através da Secretaria de Saúde, reforça seu compromisso com a saúde e o bem-estar da população, intensificando as ações de combate à dengue. A prevenção é a nossa melhor arma contra essa doença viral transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, e todos nós desempenhamos um papel fundamental nessa batalha.</p>
<p>Os sintomas da dengue incluem dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos também são comuns. Essa ameaça exige a nossa atenção e ação imediata.</p>
<h4>A principal forma de transmissão da dengue é pela picada do mosquito Aedes Aegypti. Para proteger você e sua família, adote medidas simples e eficazes:</h4>
<ul>
<li>Mantenha garrafas, pneus, tonéis e barris tampados e de cabeça para baixo.</li>
<li>Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira fechada.</li>
<li>Lave sempre os tanques e caixas d’água, mantendo-os fechados.</li>
<li>Encha de areia os potinhos dos vasos de plantas.</li>
<li>Remova folhas e galhos das calhas.</li>
</ul>
<p>Compartilhe essa mensagem com seus amigos, familiares e vizinhos! Juntos, podemos eliminar os criadouros do Aedes Aegypti no município. Faça a sua parte no combate à dengue!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
	</channel>
</rss>
