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	<title>Mpox &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Mpox &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Mpox: Brasil registra 140 casos confirmados em 2026; entenda a doença</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 05:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil contabiliza 140 casos confirmados de Mpox desde o início de 2026, conforme dados atualizados nesta segunda-feira (9). A doença, que pertence ao mesmo gênero da varíola humana, embora geralmente menos letal, tem sido monitorada de perto pelas autoridades de saúde pública em todo o território nacional. Apesar do aumento no número de confirmações, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil contabiliza 140 casos confirmados de Mpox desde o início de 2026, conforme dados atualizados nesta segunda-feira (9). A doença, que pertence ao mesmo gênero da varíola humana, embora geralmente menos letal, tem sido monitorada de perto pelas autoridades de saúde pública em todo o território nacional. Apesar do aumento no número de confirmações, não houve registro de mortes associadas à Mpox no período, o que representa um dado positivo no contexto da vigilância epidemiológica. A propagação da Mpox, que levanta preocupações sobre a saúde coletiva, exige atenção contínua e a adoção de medidas preventivas eficazes por parte da população e dos serviços de saúde. A compreensão dos sintomas e das formas de transmissão é crucial para o controle da doença.</p>
<p> Crescimento de casos de Mpox em 2026</p>
<p> Panorama nacional: números e evolução</p>
<p>Desde o começo de 2026, o cenário epidemiológico da Mpox no Brasil tem mostrado uma progressão constante, com o número de casos confirmados atingindo a marca de 140. Além das confirmações, as autoridades de saúde monitoram um total de 539 casos suspeitos e 9 casos classificados como prováveis, indicando a amplitude da investigação e a potencial disseminação da doença. A análise mensal revela a dinâmica do vírus: em janeiro, foram contabilizados 68 casos confirmados e prováveis. Em fevereiro, este número cresceu para 70, e em março, houve um registro de 11 novos casos, totalizando a contagem atual. Essa evolução destaca a importância da vigilância ativa e da capacidade de resposta rápida dos sistemas de saúde para conter a propagação e mitigar os riscos associados à infecção. A ausência de óbitos relacionados à Mpox no período, no entanto, oferece um alívio, sublinhando a natureza geralmente menos grave da doença em comparação com outras patologias virais.</p>
<p> Distribuição geográfica: os estados mais afetados</p>
<p>A análise da distribuição geográfica dos casos de Mpox em 2026 revela uma concentração em estados específicos, embora o vírus tenha potencial para se espalhar por todo o país. São Paulo se destaca como o estado com o maior número de registros, acumulando 93 casos confirmados até o momento. Essa prevalência pode ser atribuída à sua grande densidade populacional, intensa movimentação de pessoas e, possivelmente, a uma maior capacidade de testagem e notificação. Em segundo lugar, o Rio de Janeiro registra 18 casos, seguido por Rondônia, com 11 casos. Esses números ressaltam a necessidade de ações específicas de saúde pública, como campanhas de conscientização e強化 da vigilância epidemiológica, adaptadas às realidades de cada região. A identificação dos focos de maior incidência permite direcionar recursos e estratégias de intervenção de forma mais eficiente, visando a interrupção das cadeias de transmissão e a proteção da saúde da população. A mobilidade populacional e as características socioeconômicas e culturais de cada estado também influenciam a dinâmica de disseminação da doença, exigindo abordagens personalizadas.</p>
<p> Compreendendo a Mpox: doença, transmissão e sintomas</p>
<p> O que é a Mpox?</p>
<p>A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença zoonótica viral causada pelo vírus Mpox. Pertencente ao gênero Orthopoxvirus, o mesmo que inclui o vírus da varíola humana, a Mpox apresenta um quadro clínico que, embora similar em alguns aspectos, tende a ser menos grave. A infecção ocorre quando o vírus é transmitido de animais para humanos ou entre humanos. Originalmente identificada em primatas não humanos, a doença tem seu nome derivado dessa observação inicial. No entanto, é importante frisar que o termo &#8220;varíola dos macacos&#8221; foi substituído por &#8220;Mpox&#8221; para evitar estigmatização e associar indevidamente a doença a uma etnia ou região específica, bem como para enfatizar que a transmissão não se restringe apenas a macacos, podendo envolver outros animais e, principalmente, a transmissão entre humanos. A compreensão da sua natureza viral e zoonótica é fundamental para desenvolver estratégias de controle e prevenção eficazes, especialmente em regiões onde o contato com animais silvestres ou o fluxo de pessoas é mais intenso.</p>
<p> Formas de transmissão e prevenção</p>
<p>A transmissão da Mpox para humanos pode ocorrer de diversas maneiras. A principal rota de infecção é o contato direto com pessoas infectadas pelo vírus Mpox, seja através de lesões cutâneas, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou materiais contaminados, como roupas de cama e toalhas. A proximidade física prolongada é um fator de risco significativo. Além disso, a doença pode ser transmitida por meio do contato com animais silvestres infectados, especialmente em regiões endêmicas, ou pelo consumo de carne de animais silvestres que não foi adequadamente cozida. As medidas de prevenção são cruciais para conter a disseminação do vírus. Recomenda-se evitar o contato próximo com indivíduos que apresentem sintomas da doença, especialmente aqueles com lesões de pele. A higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel é fundamental. O uso de máscaras em ambientes fechados ou em contato com pessoas potencialmente infectadas também pode reduzir o risco de transmissão respiratória. Em casos de suspeita ou confirmação, o isolamento do paciente é uma medida essencial para prevenir novas infecções. A conscientização sobre essas práticas de prevenção é um pilar para a saúde pública.</p>
<p> Sinais de alerta e a importância do diagnóstico</p>
<p>Os sinais e sintomas da Mpox geralmente incluem uma combinação de manifestações cutâneas e sistêmicas. Os sintomas mais característicos são erupções cutâneas ou lesões na pele, que podem surgir em qualquer parte do corpo, incluindo face, palmas das mãos, solas dos pés, genitais e boca. Essas lesões evoluem de manchas para bolhas, pústulas e, por fim, crostas que caem. Além das lesões, é comum que os pacientes apresentem linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. É crucial que qualquer pessoa que manifeste sintomas compatíveis com a Mpox procure uma unidade de saúde para avaliação médica. O diagnóstico precoce é vital não apenas para o tratamento adequado do indivíduo, mas também para a implementação de medidas de saúde pública que visem o isolamento do caso e o rastreamento de contatos, prevenindo a disseminação em maior escala. A automedicação ou a subestimação dos sintomas podem levar a complicações e à propagação inadvertida da doença. A atenção aos sinais de alerta e a busca por assistência médica são responsabilidades individuais que impactam a saúde coletiva.</p>
<p> Ações de saúde pública e recomendações</p>
<p> Vigilância epidemiológica e resposta</p>
<p>A vigilância epidemiológica desempenha um papel central no controle da Mpox no Brasil. O monitoramento constante dos casos confirmados, suspeitos e prováveis, bem como a análise da sua distribuição geográfica e evolução temporal, são essenciais para entender a dinâmica da doença. Essa vigilância permite que as autoridades de saúde identifiquem rapidamente novos focos de infecção, avaliem a eficácia das intervenções e ajustem as estratégias de resposta conforme necessário. A coleta e análise de dados, como as fornecidas pelo Ministério da Saúde, são a base para a tomada de decisões informadas, incluindo a alocação de recursos, a intensificação de campanhas de vacinação (se aplicável) e a implementação de medidas de controle mais rigorosas em áreas de alto risco. A capacidade de resposta envolve também a preparação dos serviços de saúde para o diagnóstico laboratorial, o manejo clínico dos pacientes e a comunicação transparente com a população, garantindo que as informações corretas e oportunas cheguem a todos.</p>
<p> Dicas para a comunidade: como se proteger</p>
<p>A participação ativa da comunidade é fundamental para a prevenção e controle da Mpox. Para se proteger e proteger os outros, é essencial adotar algumas medidas simples, mas eficazes. Primeiramente, evite o contato próximo, incluindo o contato sexual, com pessoas que apresentem lesões de pele ou outros sintomas compatíveis com a Mpox. Mantenha uma boa higiene pessoal, lavando as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizando álcool em gel, especialmente após tocar em superfícies em locais públicos ou após contato com pessoas. Evite compartilhar objetos pessoais, como talheres, copos, roupas e toalhas, com indivíduos que estejam doentes. Em ambientes onde há suspeita de casos, o uso de máscaras pode ser uma medida adicional de proteção. Caso você desenvolva sintomas como erupções cutâneas, febre e gânglios inchados, procure imediatamente uma unidade de saúde, informe os profissionais sobre seus sintomas e, se possível, evite o contato com outras pessoas até ter um diagnóstico. A conscientização e a colaboração de cada cidadão são cruciais para frear a disseminação do vírus e proteger a saúde pública.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A elevação para 140 casos confirmados de Mpox no Brasil em 2026, embora sem registro de mortes até o momento, reforça a necessidade de vigilância constante e de adesão rigorosa às medidas de prevenção. A distribuição dos casos, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Rondônia, aponta para a importância de estratégias regionalizadas de saúde pública. Compreender a natureza da Mpox, suas formas de transmissão e sintomas é essencial para a detecção precoce e o controle da doença. A colaboração entre as autoridades de saúde e a população, por meio da informação e da prática de hábitos preventivos, é o caminho mais eficaz para mitigar o impacto da Mpox e proteger a saúde coletiva no país. A atenção aos sinais de alerta e a busca por atendimento médico imediato em caso de suspeita são atos de responsabilidade individual que beneficiam toda a comunidade.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é Mpox e qual sua relação com a varíola?<br />
A Mpox é uma doença viral causada pelo vírus Mpox, que pertence ao gênero Orthopoxvirus, o mesmo vírus da varíola humana. Embora sejam do mesmo gênero, a Mpox é geralmente menos grave e letal que a varíola.</p>
<p>Como a Mpox é transmitida e quais são os principais sintomas?<br />
A Mpox pode ser transmitida por contato direto com pessoas infectadas (lesões, fluidos, gotículas respiratórias), materiais contaminados ou animais silvestres. Os principais sintomas incluem erupção cutânea/lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza.</p>
<p>O que devo fazer se suspeitar que estou com Mpox?<br />
Se você apresentar sintomas compatíveis com a Mpox, como erupções cutâneas, febre e gânglios inchados, é fundamental procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e diagnóstico. Evite o contato próximo com outras pessoas até ter um diagnóstico.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre a Mpox e outras doenças. Para mais informações e orientações de saúde, consulte sempre fontes oficiais e procure um profissional de saúde em caso de dúvida ou sintoma.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Governo de SP monitora nova cepa da Mpox e orienta busca de atendimento nos primeiros sintomas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 18:26:38 +0000</pubDate>
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<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><em><span style="font-size: 16px;">Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox</span></em></h4>
<p>O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). Na reunião, as equipes da Secretaria de Saúde do Estado (SES-SP) destacaram o monitoramento e a assistência ao primeiro caso confirmado da nova cepa clado IB da doença em território paulista.</p>
<p>“A vigilância e a rede de assistência do Estado de São Paulo estão preparadas para o atendimento e monitoramento desses casos, além de reforçar a importância de procurar um serviço de atendimento diante dos primeiros sinais e sintomas da doença”, reforçou a coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES, Regiane de Paula.</p>
<p>Desde o primeiro caso de Mpox em 2022, <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-reforca-cuidados-e-monitoramento-contra-a-mpox/" target="_blank" rel="noopener">a SES monitora o cenário epidemiológico da doença em todo o estado</a>. A secretaria destaca que todas as unidades de saúde estaduais seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à doença. Como referência no atendimento de casos da Mpox, o Governo de SP conta com o Hospital Emílio Ribas.</p>
<p>Em 2024, foram registrados 1.126 casos de Mpox no estado de São Paulo, sem nenhum óbito associado à doença. Neste ano, até esta terça-feira (11), 121 casos foram confirmados. Os dados atualizados sobre a Mpox estão disponíveis no <a role="link" href="https://nies.saude.sp.gov.br/ses" target="_blank" rel="noopener">portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde</a> da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Transmissão</h2>
<p>A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também pode transmitir a doença.</p>
<p>Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Principais sintomas</h2>
<p>Manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prevenção contra a Mpox</h2>
<p>• Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;<br />
• Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;<br />
• Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;<br />
• Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Testagem</h2>
<p>A <strong>Agência SP</strong> mostrou que o Estado de São Paulo, através do Instituto Adolfo Lutz (IAL), <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/saude-de-sp-implanta-teste-pioneiro-para-detectar-nova-variante-da-mpox-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">foi pioneiro na detecção de casos da nova variante da Mpox</a> com testes PCR. A testagem rápida para o novo clado ainda não estava disponível no Brasil, e o Instituto Adolfo Lutz foi pioneiro na implementação dessa metodologia no país, segundo a Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES.</p>
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		<title>Mpox: Ministério da Saúde reforça vigilância para identificar nova variante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 03:01:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nota técnica traz orientações para diagnóstico da cepa 1b pelos laboratórios de referência. Não há circulação no Brasil da nova cepa que motivou declaração de emergência da OMS O Ministério da Saúde publicou nota técnica para orientar o diagnóstico da nova variante da Mpox nos laboratórios de referência do país – a cepa 1b. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nota técnica traz orientações para diagnóstico da cepa 1b pelos laboratórios de referência. Não há circulação no Brasil da nova cepa que motivou declaração de emergência da OMS</p>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O Ministério da Saúde publicou </span><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2024/nota-tecnica-no-67-2024-cglab-svsa-ms.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2024/nota-tecnica-no-67-2024-cglab-svsa-ms.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1727464873181000&amp;usg=AOvVaw3Vf92Yz8qN951_NCDtZ9GY" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">nota técnica</a><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"> para orientar o diagnóstico da nova variante da </span><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox&amp;source=gmail&amp;ust=1727464873181000&amp;usg=AOvVaw3UT36Krz7ZNvuUtMU7j4s9" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Mpox</a><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"> nos laboratórios de referência do país – a cepa 1b. A vigilância para a doença está sendo considerada prioridade pela pasta, que tem tomado diversas medidas para coordenar as ações de resposta à doença</span></p>
<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/mpox-ministerio-da-saude-reforca-vigilancia-para-identificar-nova-variante" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/mpox-ministerio-da-saude-reforca-vigilancia-para-identificar-nova-variante&amp;source=gmail&amp;ust=1727464873181000&amp;usg=AOvVaw2i3a2I-x9lSVC8Ou9taQwV" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Leia a matéria na integra aqui</a></p>
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		<item>
		<title>Governo de SP reforça cuidados e monitoramento contra a Mpox</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/governo-de-sp-reforca-cuidados-e-monitoramento-contra-a-mpox/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 14:25:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de São Paulo está atento ao cenário epidemiológico da Mpox e segue monitorando os casos. Além disso, as notas informativas sobre a doença estão sendo elaboradas para que toda a sociedade seja orientada. Os serviços de saúde de todo o estado já possuem recomendações técnicas divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de São Paulo está atento ao cenário epidemiológico da Mpox e segue monitorando os casos. Além disso, as notas informativas sobre a doença estão sendo elaboradas para que toda a sociedade seja orientada. Os serviços de saúde de todo o estado já possuem recomendações técnicas divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) para o monitoramento e acompanhamento da doença, para que de forma preventiva possam auxiliar a população. Um Plano de Contingência foi montado durante a alta de casos em 2022, e a rede de saúde está preparada para identificação e cuidados em relação à doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou, nesta semana, a Mpox como emergência em saúde mundial. Com surto epidêmico em cerca de 15 países do continente africano, a versão atual do vírus que está se espalhando não é a mesma do surto mundial ocorrido em 2022.</p>
<p>“A Mpox se tornou uma nova emergência de saúde pública global devido à cepa 1b, que pode ter potencial transmissor ainda maior. Mesmo não havendo motivos para alardes em São Paulo, é fundamental a vigilância e monitoramento, além de seguirmos as recomendações para que a doença não se propague. Como referência para o atendimento de casos da doença, o Governo de SP conta com o Hospital Emílio Ribas”, explica Regiane de Paula, coordenadora de saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da Secretaria de Estado da Saúde (SES).</p>
<p>O Estado, de janeiro a julho deste ano, confirmou 315 casos da doença. O número é bastante inferior aos 4.129 casos confirmados em 2022, quando a doença atingiu o pico no estado. Em 2023, no mesmo período, foram confirmados 88 casos.</p>
<p>A doença é transmitida pelo vírus monkeypox por meio de pessoas, animais ou objetos contaminados, e tem como principal sintoma erupções cutâneas e lesões na pele. O diagnóstico é feito de forma laboratorial, por meio da secreção das lesões ou das crostas quando o ferimento já se encontra seco.</p>
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<h4>Sintomas</h4>
<p>A doença apresenta sintomas como adenomegalia (linfonodos inchados, ou “ínguas”), febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza. O tempo de intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação da doença é entre 3 a 16 dias.</p>
<p>A partir do desaparecimento das erupções na pele, a pessoa infectada deixa de transmitir o vírus. As lesões podem ser planas ou com relevo, com a presença de líquido claro ou amarelado, e tendem a surgir em qualquer parte do corpo, sobretudo no rosto, pés e na palma das mãos.</p>
<p>Em caso de sinais da doença, é fundamental que o paciente procure um serviço médico para análise do quadro e possível diagnóstico, para que o tratamento seja iniciado o quanto antes.</p>
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<h4>Prevenção à Mpox</h4>
<p>Como principal forma de prevenção, é aconselhado evitar o contato com pessoas infectadas ou com suspeita da doença. Além disso, é importante atentar para o compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, lençóis e escovas de dentes, lavar as mãos regularmente e higienizar adequadamente os itens de uso diário.</p>
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<h4>Vacinação</h4>
<p>Uma das medidas de prevenção se dá por meio da vacinação, que prioriza os grupos abaixo, com maior risco de evolução para as formas graves da doença:</p>
<p>– Pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA): homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais; com idade igual ou superior a 18 anos; e com status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.<br />
– Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 2 (NB-2), de 18 a 49 anos de idade.<br />
– Pós-exposição: Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para mpox, cuja exposição seja classificada como de alto ou médio risco, conforme recomendações da OMS, mediante avaliação da vigilância local.</p>
<p>Vale ressaltar que o esquema vacinal prevê duas doses, com intervalo de quatro semanas entre as aplicações.</p>
<h4>Tratamento da Mpox</h4>
<p>A doença tende a ser leve e, geralmente, os pacientes se recuperam sem tratamento específico, apenas com repouso, hidratação oral e medicação para aliviar os sintomas, como a dor e febre, e assim evitar sequelas. Fonte: Governo do Estado de São Paulo</p>
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