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	<title>Ocupação &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Ocupação &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Ocupação hoteleira no Rio de Janeiro supera 99% no Carnaval</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:01:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro consolidou sua posição como um dos destinos de carnaval mais cobiçados do mundo, registrando um desempenho excepcional na ocupação da rede hoteleira durante o período festivo deste ano. Dados recentes do setor revelam que a taxa de ocupação superou a marca impressionante de 99%, um feito que não apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro consolidou sua posição como um dos destinos de carnaval mais cobiçados do mundo, registrando um desempenho excepcional na ocupação da rede hoteleira durante o período festivo deste ano. Dados recentes do setor revelam que a taxa de ocupação superou a marca impressionante de 99%, um feito que não apenas reitera o magnetismo do carnaval carioca, mas também estabelece um novo patamar de sucesso. Esse índice representa um crescimento notável em comparação com o ano anterior, quando a ocupação ficou em 98,62%, evidenciando um aumento contínuo na procura pela capital fluminense. O espetáculo dos blocos de rua, a grandiosidade dos desfiles na Sapucaí e a beleza natural das praias atraíram um fluxo massivo de turistas, garantindo a quase lotação dos meios de hospedagem e impulsionando significativamente a economia local.</p>
<p> A capital carioca em festa: ocupação quase plena na rede hoteleira</p>
<p>O carnaval do Rio de Janeiro é, sem dúvida, um dos maiores espetáculos a céu aberto do planeta, e sua capacidade de atrair visitantes de todas as partes do globo foi mais uma vez comprovada pela performance da hotelaria. Com uma taxa de ocupação beirando a totalidade, a cidade respirou festa e celebração por todos os cantos. Esse cenário de alta demanda resultou em uma injeção vital na economia local, beneficiando não apenas os hotéis, mas toda a cadeia produtiva do turismo, incluindo restaurantes, transportes, comércio e serviços diversos. A atmosfera vibrante, com ruas tomadas por foliões acompanhando os inúmeros blocos e aproveitando os dias ensolarados nas famosas praias, foi um convite irrecusável para quem buscava uma experiência inesquecível. A infraestrutura turística da cidade demonstrou resiliência e preparo para receber essa multidão, garantindo conforto e segurança aos visitantes.</p>
<p> Destaque por regiões: onde os foliões se hospedaram</p>
<p>A distribuição da ocupação hoteleira na cidade do Rio de Janeiro durante o carnaval revelou preferências claras dos turistas, embora todas as zonas tenham registrado índices extremamente elevados. A região que engloba os bairros de Glória, Catete, Laranjeiras, Flamengo e Botafogo se destacou como a de maior procura, atingindo uma média impressionante de 99,89%. Essa área é conhecida por sua excelente localização, proximidade com o Centro e a Zona Sul, além de oferecer uma vasta gama de opções de lazer e gastronomia, e abrigar muitos blocos tradicionais.</p>
<p>Em seguida, veio a badalada região de Ipanema e Leblon, com uma ocupação de 99,75%. Famosas por suas praias icônicas, vida noturna agitada e hotéis luxuosos, essas áreas continuam sendo um ímã para turistas que buscam sofisticação e a efervescência carioca. A terceira colocação ficou com o Centro da cidade, que fechou o período com 99,47% de ocupação. O Centro, com sua riqueza histórica, proximidade com o Sambódromo e diversidade de blocos de rua, provou ser uma escolha estratégica para muitos foliões, combinando cultura e diversão.</p>
<p> Além da capital: o sucesso do carnaval em todo o estado do Rio</p>
<p>O êxito do carnaval não se restringiu apenas à capital fluminense. O estado do Rio de Janeiro como um todo demonstrou um forte apelo turístico durante o feriado prolongado, registrando uma média de ocupação hoteleira de 83,89%. Esse resultado robusto reflete a diversidade de atrações que o estado oferece, desde as paradisíacas praias da Região dos Lagos e da Costa Verde até os charmosos destinos de serra, que atraem públicos distintos em busca de diferentes experiências carnavalescas ou de descanso. A capacidade do estado de oferecer múltiplas opções contribui para diluir o fluxo turístico e garantir que diferentes regiões se beneficiem do movimento gerado pelo feriado. O planejamento e a divulgação dos destinos turísticos foram cruciais para alcançar esses patamares, consolidando a imagem do Rio de Janeiro como um polo turístico completo e multifacetado.</p>
<p> Destinos estaduais mais procurados: praias e serra em alta</p>
<p>Dentro do estado do Rio de Janeiro, alguns destinos turísticos se destacaram pela altíssima procura, evidenciando as preferências dos visitantes. Arraial do Cabo liderou a lista com uma ocupação de 95%. Conhecida como o &#8220;Caribe Brasileiro&#8221; por suas águas cristalinas e paisagens deslumbrantes, a cidade atrai amantes da natureza e do mergulho, que encontram ali um refúgio paradisíaco para o feriado.</p>
<p>Miguel Pereira, um destino serrano em ascensão, alcançou 94% de ocupação. A cidade tem investido em infraestrutura turística e eventos, atraindo famílias e casais em busca de um carnaval mais tranquilo, com atividades ecológicas e gastronomia local. Por fim, Angra dos Reis, com suas centenas de ilhas e belezas naturais, registrou 93% de ocupação. A região é um polo para passeios de barco, esportes náuticos e relaxamento, sendo uma escolha popular para quem busca combinar o agito do carnaval com a serenidade do mar. Esses números reforçam a força do turismo em todas as suas vertentes dentro do estado.</p>
<p> Impulso econômico e experiência memorável</p>
<p>A elevada ocupação hoteleira no carnaval carioca e fluminense não é apenas um indicador de sucesso para o setor de hospedagem; ela representa um poderoso motor para a economia local e regional. O influxo de milhões de turistas se traduz diretamente em movimentação de capital em diversos setores, desde o comércio informal até grandes empreendimentos, gerando empregos temporários e permanentes e estimulando investimentos futuros. A experiência dos visitantes, marcada pela alegria contagiante dos blocos, pela beleza das praias e pela segurança oferecida, contribui para a construção de uma imagem positiva do Brasil no cenário internacional, incentivando o retorno e a recomendação do destino. O planejamento de eventos, a gestão de serviços públicos e a hospitalidade da população local são elementos fundamentais para que essa engrenagem funcione com êxito ano após ano, consolidando o carnaval como um dos maiores eventos geradores de renda e projeção para o Rio de Janeiro.</p>
<p> Carnaval de recordes e alegria: um balanço positivo</p>
<p>Este carnaval será lembrado como um dos mais bem-sucedidos em termos de ocupação hoteleira, superando expectativas e estabelecendo novos recordes. A combinação de um público ávido por celebrar, uma programação diversificada e, em grande parte, dias de sol e temperaturas agradáveis nas famosas praias da cidade, criou o cenário perfeito para uma festa memorável. Os hotéis se adaptaram para oferecer serviços personalizados, e as ruas se encheram de energia, com foliões de todas as idades e nacionalidades vivenciando a magia do carnaval. O balanço final é inequivocamente positivo, reafirmando o Rio de Janeiro e o estado como destinos de excelência para o turismo de eventos e lazer, e projetando um futuro promissor para o setor.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O carnaval deste ano representou um marco histórico para o setor hoteleiro do Rio de Janeiro, com a capital registrando uma ocupação que ultrapassou 99% e diversas localidades do estado atingindo índices notáveis. Esse desempenho superou as expectativas e os números dos anos anteriores, reforçando a atratividade singular do carnaval carioca e a diversidade turística do estado. A movimentação massiva de foliões e turistas não apenas encheu as ruas de alegria, mas também injetou um significativo volume de recursos na economia, beneficiando uma vasta gama de setores e consolidando a imagem do Rio como um dos principais destinos globais. O sucesso aponta para um futuro ainda mais promissor para o turismo na região, evidenciando a capacidade do estado de oferecer experiências inesquecíveis e de alta qualidade a seus visitantes.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual foi a taxa de ocupação hoteleira na cidade do Rio de Janeiro durante o carnaval deste ano?<br />
A taxa de ocupação na rede hoteleira da cidade do Rio de Janeiro superou 99% durante o período de carnaval, marcando um recorde e superando o ano anterior.</p>
<p> Quais regiões da cidade do Rio de Janeiro apresentaram as maiores taxas de ocupação?<br />
As regiões com maior ocupação foram Glória, Catete, Laranjeiras, Flamengo e Botafogo (99,89%), seguidas por Ipanema e Leblon (99,75%), e o Centro (99,47%).</p>
<p> Como se comportou a ocupação hoteleira no restante do estado do Rio de Janeiro?<br />
No restante do estado, a ocupação hoteleira também foi alta, atingindo uma média de 83,89%, demonstrando o forte apelo turístico de diversas localidades fluminenses.</p>
<p> Quais foram os destinos mais procurados no estado do Rio de Janeiro, fora da capital, durante o carnaval?<br />
Os destinos mais procurados no estado foram Arraial do Cabo (95%), Miguel Pereira (94%) e Angra dos Reis (93%), destacando-se por suas belezas naturais e opções de lazer.</p>
<p>Planeje sua próxima visita ao Rio de Janeiro e mergulhe nas experiências vibrantes que a cidade e o estado têm a oferecer!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Em meio ao vazio e a saudade, viva maria se despede de celso rabelo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 10:00:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo do rádio se despede de Celso Rabelo, um profissional que deixou sua marca na sonoplastia e na vida de muitos. Rabelo faleceu ontem, vítima de complicações da diabetes, após lutar bravamente pela vida. A partida de Celso Rabelo deixa um profundo vazio, especialmente para aqueles que compartilharam momentos e jornadas ao seu lado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo do rádio se despede de Celso Rabelo, um profissional que deixou sua marca na sonoplastia e na vida de muitos. Rabelo faleceu ontem, vítima de complicações da diabetes, após lutar bravamente pela vida.</p>
<p>A partida de Celso Rabelo deixa um profundo vazio, especialmente para aqueles que compartilharam momentos e jornadas ao seu lado. Ele é lembrado não apenas como um amigo, mas como um irmão, um companheiro de viagens e um artesão de mundos sonoros.</p>
<p>Na sonoplastia, Celso Rabelo era mestre em moldar atmosferas e traduzir sentimentos. Sua habilidade transportava ouvintes para lugares distantes, como a Amazônia, onde o som é um guia. Ele defendia a valorização da profissão com a mesma paixão que dedicava ao seu trabalho.</p>
<p>O silêncio deixado pela sua ausência é sentido nas ondas do rádio, no intervalo entre os sons, no espaço onde a saudade encontra eco. A partida de Celso Rabelo coincide com a temática da ocupação cultural “VAZIOsobreTERRA: Cocriar Rota de Fuga”, que acontecerá em Belém entre os dias 10 e 17 de novembro.</p>
<p>A ocupação cultural, com curadoria de Isadora Canela, busca ressignificar o vazio, enxergando-o não como ausência, mas como um espaço de possibilidade e renovação. A iniciativa convida a uma reflexão sobre o reencontro entre o ser humano e o planeta, onde o silêncio pode gerar novas formas de vida, arte e esperança. A temática da ocupação ressoa com o sentimento de perda e a busca por novos caminhos diante da ausência.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>IBGE: em 2023, 11,8 milhões de pessoas deixaram pobreza e extrema pobreza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 11:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Síntese de Indicadores Sociais mostra que números no país recuaram à menor proporção registrada desde 2012 De 2022 a 2023, o percentual da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza adotada pelo Banco Mundial caiu de 31,6% para 27,4%. É a menor proporção registrada desde 2012. Numericamente, a população [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>
<em>Síntese de Indicadores Sociais mostra que números no país recuaram à menor proporção registrada desde 2012</em></h4>
<p>De 2022 a 2023, o percentual da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza adotada pelo Banco Mundial caiu de 31,6% para 27,4%. É a menor proporção registrada desde 2012. Numericamente, a população na faixa da pobreza recuou de 67,7 milhões para 59 milhões. Em um ano, 8,7 milhões de pessoas saíram dessa condição. Os dados estão na Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira, 4 de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br />
No mesmo período, a proporção da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de extrema pobreza recuou de 5,9% para 4,4%, também a menor proporção desde 2012 e pela primeira vez abaixo dos 5%. Em números absolutos, o recuo foi de 12,6 milhões para 9,5 milhões. Em um ano, 3,1 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza.<br />
Para fazer a análise, o IBGE considerou as linhas do Banco Mundial segundo o Poder de Paridade de Compra (PPC), que monitoram o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 1 (Erradicação da Pobreza). O Banco Mundial leva em conta o valor de R$ 665 per capita por mês no núcleo familiar para identificar a pobreza e R$ 209 para a extrema pobreza.</p>
<h4><strong>PROGRAMAS SOCIAIS</strong> —</h4>
<p>Segundo o estudo, a existência de programas sociais de transferência de renda é diretamente conectada com os resultados. Segundo a projeção, caso não houvesse programas sociais implementados pelo Governo Federal, a proporção de pessoas na extrema pobreza em 2023 teria subido de 4,4% para 11,2% e a proporção da população na pobreza teria subido de 27,4% para 32,4%.</p>
<h4><strong>BENEFÍCIOS</strong> —</h4>
<p>De 2022 para 2023, a proporção de pessoas que viviam em domicílios beneficiados por programas sociais subiu de 25,8% para 27,9%. Em 2020, ponto mais alto da série, essa proporção havia chegado a 36,8%, devido aos benefícios concedidos pelo Governo Federal para aplacar os efeitos da pandemia de Covid-19. Em 2023, cerca de 51% das pessoas em áreas rurais viviam em domicílios beneficiados por programas sociais. Em áreas urbanas, a proporção era de 24,5%.</p>
<h4><strong>BOLSA FAMÍLIA</strong> &#8211;</h4>
<p>Entre as pessoas com 0 a 14 anos, 42,7% viviam em domicílios com benefícios. Ou seja, os programas sociais estão presentes na vida de duas em cada cinco crianças do país. O novo Bolsa Família, por exemplo, passou a contar com adicional mensal de R$ 150 para cada criança de zero a seis anos no núcleo familiar do beneficiário e adicionais de R$ 50 a cada criança e adolescente de sete a 18 anos, além de gestantes e mães em fase de amamentação.<br />
<strong>DESIGUALDADES REGIONAIS</strong> &#8211;</p>
<p>As proporções mais altas de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza foram identificadas nos estratos que abarcam Arcos Metropolitanos e o interior das regiões Norte e Nordeste. Os estratos com maiores valores foram: Vale do Rio Purus (AM), com 66,6%; Litoral e Baixada Maranhense, com 63,8%; e Entorno Metropolitano de Manaus (AM), com 62,3%, acima da média nacional (27,4%). Nas demais regiões do país, destacam-se negativamente os entornos de Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ), com proporções de pobres na terceira faixa, de um total de quatro (entre 27,4% e 48,8%), nos seguintes locais: Entorno Metropolitano de Cuiabá (MT), com 29,9%; Integrada de Brasília e Goiás, com 27,6%; e Arco Metropolitano de Nova Iguaçu (RJ), com 33,9%. “O detalhamento por estratos permite ver a desigualdade regional, uma vez que os dados por unidades da federação colocaram todas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste dentro dos menores valores”, avalia Leonardo Athias, gerente da SIS.</p>
<table class="m_5431820836021085917image" width="750" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NYk5FJEe2CHCepZ9FN9ztYfsaFW_79ft4xS2G_0Mug0_tu8vUCb3oNrUwz2WIMqeICj7z0r1BNhZWOKP4gsLCqqPeYpvDJ8Hyh0ma2D93aWrmaGXCLfPg-WqCQezRJrK6B1VhmmKhJHIV_7D4bNgMqsYSs18fBZ6a7RPOFHy_FX7gFwMr1Y2tMFWZMJGbyP0zlIrmOfPy5nj50QhYIvwp1YlCXJvTdcWeynqwdgonE2vYVrOkTm_7mb3eK3AmPg=s0-d-e1-ft#https://s2412.imxsnd40.com/5==AO5oTNhBzNhljOt92YuwWah12ZAVGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9ma6gTO2cDN2EDO3EjOn5GcuIzN3gDOygTMxMjRyUSMxMzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN" alt="" width="750" data-bit="iit" /></p>
<table border="0" width="750" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="750">
<h4>Desigualdades regionais na pobreza e extrema pobreza</h4>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>OCUPAÇÃO</strong> —</h4>
<p>Entre as pessoas ocupadas, menos de 1% foram consideradas extremamente pobres em 2023, enquanto entre os desocupados a proporção chegou a 14,6%. Da mesma forma, a proporção de pessoas ocupadas pobres (14,2%) foi bem inferior à dos desocupados pobres (54,9%). “Os indicadores mostram que há pobreza em parte da população ocupada, provavelmente relacionada à vulnerabilidade social de segmentos do mercado de trabalho. No entanto, a pobreza e a extrema pobreza entre trabalhadores são menos intensas do que na população desocupada”, disse Simões.</p>
<h4><strong>NEM NEM</strong> —</h4>
<p>Em 2023, o total de jovens de 15 a 29 anos que não estudavam e não estavam ocupados atingiu o menor número (10,3 milhões) e a menor taxa (21,2%) desde o início da série, em 2012. Denise Guichard, analista do IBGE, avalia que “a redução se deve à melhora do mercado de trabalho, ao aumento no número de jovens que estudavam e estavam ocupados e às mudanças demográficas que levam a uma gradual diminuição da população mais jovem no país”. Um dos retratos do estudo é que, quanto menor a faixa de rendimento, maior a proporção de jovens de 15 a 29 anos fora do sistema de ensino e do mercado de trabalho. Em 2023, cerca de 21,2% dos jovens não estudavam nem estavam trabalhando. No entanto, entre os 10% dos domicílios do país com maiores rendimentos, apenas 6,6% dos jovens estavam nessa condição, enquanto nos 10% dos domicílios com os menores rendimentos, 49,3% dos jovens (praticamente metade) não estudavam e não estavam ocupados.</p>
<h4><strong>RACIAL</strong> —</h4>
<p>Entre 10,3 milhões de jovens de 15 a 29 anos que não estudavam nem estavam ocupados no Brasil em 2023, as desigualdades de gênero e de raça persistem: as mulheres pretas ou pardas eram 4,6 milhões (ou 45,2% do total de jovens que não estudavam nem estavam trabalhando), enquanto as mulheres brancas eram 1,9 milhão (18,9%). Já os homens pretos ou pardos eram 2,4 milhões (23,4%) e os homens brancos, 1,2 milhão (11,3%).</p>
<h4><strong>OCUPAÇÃO</strong> —</h4>
<p>O total das pessoas ocupadas em 2023 chegou ao maior contingente desde 2012: 100,7 milhões, com aumento de 3,7 milhões de pessoas (ou mais 3,8%) frente a 2022. O aumento ocorreu entre os trabalhadores com vínculo (mais 2 milhões) e também entre os sem vínculo (mais 1,7 milhão). Em 2023, o nível de ocupação para o total da população foi de 57,6%. Para os homens, o indicador alcançou 67,9%, contra 47,9% para as mulheres, diferença de 20 pontos percentuais que, salvo pequenas oscilações, foi praticamente a mesma desde 2012.</p>
<h4><strong>INFORMALIDADE</strong> —</h4>
<p>De 2022 para 2023, a proporção de pessoas com ocupações informais no total de trabalhadores do país variou de 40,9% para 40,7%, o que é considerado estatisticamente estável. Essa taxa de informalidade chegou a 45,8% das pessoas ocupadas de cor ou raça preta ou parda, enquanto era de 34,3% entre as pessoas ocupadas brancas. Os resultados refletem desigualdades historicamente constituídas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Movimento “Nova Raposo, Não” realiza Ocupa Raposo no domingo, 9/6, no km 18 da rodovia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/movimento-nova-raposo-nao-realiza-ocupa-raposo-no-domingo-9-6-no-km-18-da-rodovia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2024 11:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A concentração está marcada para 9h, em frente ao supermercado Barbosa. Haverá caminhada em um trecho da rodovia, mas sem impedir o fluxo de veículos. Movimento se dividiu em pelo menos cinco subgrupos regionais para mobilizar a população. Criado há menos de dois meses, movimento Nova Raposo, não! já conta com adesão de 105 entidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração está marcada para 9h, em frente ao supermercado Barbosa. Haverá caminhada em um trecho da rodovia, mas sem impedir o fluxo de veículos. Movimento se dividiu em pelo menos cinco subgrupos regionais para mobilizar a população.</p>
<p>Criado há menos de dois meses, movimento Nova Raposo, não! já conta com adesão de 105 entidades (associações de moradores, coletivos ambientalistas e diversas organizações) do trecho que pode ser impactado com o projeto Nova Raposo, do governo do Estado. A principal reivindicação é a suspensão do projeto, uma vez que foram realizadas apenas duas audiências públicas, uma no DER, com menos de dez pessoas, e outra no município de Vargem Grande, no período de um mês.</p>
<p>O documento disponível sobre a obra, no site da Artesp, prevê ampliação de pistas e inclusão de marginais, consequentemente, podem desapropriar mais de 1500 imóveis, com a derrubada de milhares de árvores e supressão de áreas verdes. Conta ainda com seis pedágios, só no trecho Cotia-Butantã.</p>
<p>Esta semana, o secretário de Parceria e Investimentos, Rafael Benini, responsável pelo projeto de concessão, recebeu duas comitivas do movimento e disse que não poderia atender à reivindicação do movimento, de suspensão do projeto, por questões de prazos previstos para uma nova licitação de concessionária.</p>
<p>Até o momento, o movimento já coletou 16 mil assinaturas, conquistou 3 mil seguidores no Instagram @novaraposonao, realizou quatro plenárias, duas delas presenciais com mais de 100 lideranças. Foram realizadas duas audiências públicas, uma na ALESP, convocada pela deputada Mônica Seixas (PSOL) e outra pela Câmara Municipal de Cotia. Apesar dos convites feitos aos representantes do governo do estado, via Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) e Secretaria de Parcerias Investimentos, responsável pelo projeto de concessão, ninguém compareceu.</p>
<p>Segundo as lideranças do movimento, o Projeto “Nova Raposo” contraria princípios do governo federal para o desenvolvimento das cidades, além de compromissos da agenda sustentável da ONU e, também, diversos pontos do Plano Diretor que está vigente na cidade de São Paulo.</p>
<p>Segundo o Parágrafo único do art. 2º da Lei 18.081/2024, de revisão do Plano Diretor, a Política de Desenvolvimento Urbano passa a ser orientada pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS da Agenda 2030. O Projeto ‘Nova Raposo’ fere ao menos quatro ODS (n.º 3, 11, 13 e 15) quando desmata e desaloja pessoas, aumenta emissões de gases do efeito estufa, impermeabiliza e aumenta as ilhas de calor e enchentes. Já no plano federal, o projeto contraria a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU) do Governo.</p>
<p>Urbanistas que integram o Grupo Técnico do movimento, que também inclui advogados, geógrafos e biólogos, alertam que o projeto vai na contramão da “mobilidade sustentável” e que são múltiplas as ilegalidades verificadas. O projeto induz o aumento da frota de veículos automotores de uso individual, sem nenhuma proposta de transporte público de massa.</p>
<p>MAIS INFORMAÇÕES</p>
<p>Fabíola Lago: <a href="tel:(11) 99687-9052">(11) 99687-9052</a> – Jornalista e membro da coordenação do movimento e da Rede Ambiental Butantã</p>
<p>Ana Paula Alcantara: <a href="tel:(11) 99913-8720">(11) 99913-8720</a> – Jornalista e membro da coordenação, representante de Cotia.</p>
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		<title>Agenda Cultural traz Ocupação Maria Bethânia com entrada grátis no Itaú Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Mar 2024 03:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação lança um olhar poético e novo sobre a vida de Bethânia em diálogo com o seu universo criativo e particular! &#160; Porque a Maria Bethânia é a homenageada da 62ª edição Ocupação Itaú Cultural, que chega com um convite irresistível para mergulhar no universo singular da icônica cantora. Com uma abordagem visual e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>A instalação lança um olhar poético e novo sobre a vida de Bethânia em diálogo com o seu universo criativo e particular!</strong></em></h4>
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<p><strong>Porque a Maria Bethânia</strong> é a homenageada da <strong>62ª edição Ocupação Itaú Cultural</strong>, que chega com um convite irresistível para mergulhar no universo singular da icônica cantora. Com uma abordagem visual e sensorial, a mostra promete uma imersão completa na vida e obra de Bethânia, destacando sua estreita relação com as palavras e a cultura do <strong>Recôncavo Baiano</strong>. Então, sob a direção de <strong>Bia Lessa</strong> e uma curadoria cuidadosa, cada espaço da exposição é uma porta de entrada para conhecer a essência vibrante e autêntica dessa grande artista.</p>
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<p>Ao entrar na Ocupação, os visitantes são transportados para um ambiente onde as imagens e os sons se fundem para criar uma experiência única. Embora a atmosfera envolvente e poética da mostra convida a uma reflexão sobre o poder transformador da arte e da palavra.</p>
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<p>Além disso, a Ocupação Maria Bethânia destaca o cuidado artístico em cada detalhe da exposição, criando um ambiente que estimula todos os sentidos. Com frases reflexivas espalhadas pelo espaço e uma paisagem sonora que remete às origens da cantora, a mostra proporciona uma experiência imersiva que vai além da contemplação visual.</p>
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<p>É uma celebração da vida, da cultura e do legado de Maria Bethânia, que emociona e encanta a todos que a visitam.</p>
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<p>Vale a pena conferir!</p>
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<h4><strong><u>Ocupação Maria Bethânia</u></strong></h4>
<p><strong>Quando:</strong> Até 09 de Junho – De Terça á Domingo &#8211; Terça a sábado, das 11h às 20h / Domingos e feriados, das 11h às 19h</p>
<p><strong>Quanto:</strong> Grátis</p>
<p><strong><a href="https://www.google.com/maps/search/Avenida%20Paulista,%20149%20-%20Bela%20Vista,%20S%C3%A3o%20Paulo%20-%20SP,%20Brasil" target="_blank" rel="noopener">Onde: Itaú Cultural &#8211; Avenida Paulista, 149 &#8211; Bela Vista, SP</a></strong></p>
</div>
<p><!-- version:1711032938 --></p>
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