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	<title>opas &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Opas alerta para alta de gripe H3N2 K e VSR no Hemisfério</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 05:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta epidemiológico crucial para as nações do Hemisfério Sul, sinalizando o iminente início de uma temporada de alta circulação de vírus respiratórios. O período de inverno, que se aproxima gradualmente, deve ser marcado pela predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza A(H3N2), um subclado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta epidemiológico crucial para as nações do Hemisfério Sul, sinalizando o iminente início de uma temporada de alta circulação de vírus respiratórios. O período de inverno, que se aproxima gradualmente, deve ser marcado pela predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza A(H3N2), um subclado identificado no ano passado e que já demonstrou significativa prevalência no Hemisfério Norte durante sua última temporada fria. Além da influenza, a Opas destaca o aumento gradual na circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), o que eleva a preocupação das autoridades de saúde diante de um cenário de possível sobrecarga nos serviços hospitalares. A vigilância e a vacinação são apontadas como medidas essenciais para mitigar os impactos.</p>
<p> Ameaça crescente de vírus respiratórios</p>
<p>O cenário epidemiológico na América do Sul é consistente com o início da temporada de inverno, segundo a Opas. Embora a atividade da Influenza ainda seja baixa em alguns locais, já se observam sinais iniciais de aumento em certos países, com clara predominância do vírus A(H3N2). A preocupação se intensifica ao considerar a experiência do Hemisfério Norte, onde a variante K do H3N2 se destacou.</p>
<p> A predominância da Influenza H3N2 K</p>
<p>A variante K do vírus Influenza H3N2, que foi predominante na temporada de inverno do Hemisfério Norte, foi detectada no Brasil em dezembro de 2025. Embora a Opas não a classifique como mais grave que outras variantes, ela está associada a temporadas de transmissão mais longas, o que representa um desafio adicional para os sistemas de saúde. No Brasil, por exemplo, a taxa de positividade para a Influenza, que se manteve abaixo de 5% no primeiro trimestre do ano, começou a subir no final de março, atingindo 7,4%. Desse total, os dados de sequenciamento genético mostram que 72% dos 607 testes realizados até 21 de março corresponderam ao subclado K, indicando uma alta intensidade de circulação dessa cepa específica.</p>
<p> O cenário na América do Sul e a demanda hospitalar</p>
<p>A Opas alerta que as nações do Hemisfério Sul devem se preparar não apenas para uma temporada de potencial alta intensidade de vírus respiratórios, mas, de forma mais crítica, para picos de demanda hospitalar concentrados em curtos períodos. Essa concentração pode testar severamente a capacidade de resposta dos serviços de saúde. A conjunção da Influenza A(H3N2) K e do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), somada aos casos de COVID-19 (ainda que em baixa, mas presentes em número relevante), pode levar ao esgotamento dos leitos e recursos hospitalares.</p>
<p> A circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR)</p>
<p>Além da Influenza, a circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também está aumentando gradualmente em diversos países da região, incluindo o Brasil. Este avanço antecipa seu padrão sazonal típico e gera preocupação devido ao potencial impacto na carga de doença em crianças pequenas e outros grupos de risco nas próximas semanas. O VSR é uma das principais causas de bronquiolite e pneumonia em lactentes e crianças jovens, podendo resultar em internações e óbitos.</p>
<p> Estratégias de prevenção e controle</p>
<p>Diante do cenário de aumento simultâneo de múltiplos vírus respiratórios, a Opas enfatiza a necessidade de ações preventivas robustas e a conscientização da população. A vacinação, juntamente com medidas de higiene, forma a linha de frente na proteção individual e coletiva.</p>
<p> A importância da vacinação</p>
<p>A vacinação é uma ferramenta crucial para prevenir internações e mortes. A vacina contra a gripe, que é atualizada anualmente para combater as cepas mais circulantes, mostrou eficácia no Hemisfério Norte, com até 75% de proteção contra hospitalização de crianças no Reino Unido. No Brasil, a campanha nacional de vacinação contra a influenza está em andamento, priorizando grupos de maior risco, como crianças menores de 6 anos, idosos, gestantes, pessoas com comorbidades, trabalhadores da saúde, população indígena e professores. É importante ressaltar que entre as três cepas presentes no imunizante deste ano, está a H3N2. Além disso, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório para gestantes, visando imunizar os recém-nascidos e protegê-los contra a bronquiolite, uma infecção pulmonar grave frequentemente causada pelo VSR.</p>
<p> Medidas de higiene e etiqueta respiratória</p>
<p>Complementar à vacinação, a Opas recomenda a intensificação de ações de higiene e a prática da &#8220;etiqueta respiratória&#8221;. Lavar as mãos frequentemente é a forma mais eficiente de diminuir a transmissão de vírus. Indivíduos com febre devem evitar ir ao trabalho ou a locais públicos até que a febre diminua. Da mesma forma, crianças em idade escolar que apresentem sintomas respiratórios, febre, ou ambos, devem permanecer em casa e não frequentar a escola, contribuindo para a contenção da disseminação viral.</p>
<p> Dados do Boletim Infogripe</p>
<p>A avaliação da Opas é corroborada pela nova edição do Boletim Infogripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Dados coletados entre 19 e 25 de abril confirmam um aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por Influenza A e VSR em todas as regiões do país. O boletim indica que 24 das 27 unidades federativas do Brasil estão em nível de alerta, risco ou alto risco para SRAG, uma condição que ocorre quando há agravamento dos sintomas virais. Em 16 estados, observa-se uma tendência de aumento dos casos a longo prazo. Em 2026, mais de 46 mil casos de SRAG foram notificados no Brasil. Destes, 44,3% tiveram infecção viral confirmada por testes de laboratório, sendo 26,4% causados por Influenza A e 21,5% por VSR. Nas últimas quatro semanas, a proporção de casos positivos para Influenza A subiu para 31,6%, e a de infecções por VSR atingiu 36,2%, evidenciando a crescente circulação desses patógenos.</p>
<p> Vigilância e prevenção essenciais</p>
<p>A iminente temporada de inverno no Hemisfério Sul exige atenção máxima das autoridades de saúde e da população. A alta circulação prevista da gripe H3N2 K e do VSR, confirmada por dados nacionais, exige a intensificação das campanhas de vacinação e a adoção rigorosa de medidas preventivas. Proteger os grupos mais vulneráveis e evitar a sobrecarga dos hospitais são os principais desafios. A conscientização e a ação coletiva são fundamentais para enfrentar essa temporada e minimizar seus impactos na saúde pública.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. Qual é o principal alerta emitido pela Opas para o Hemisfério Sul?<br />
A Opas alertou para o início de uma temporada de alta circulação de vírus respiratórios, com predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza A(H3N2) e um aumento gradual na circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), com potencial de sobrecarga nos serviços de saúde.</p>
<p>2. Quem faz parte dos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe no Brasil?<br />
Os grupos prioritários para a vacinação contra a gripe incluem crianças menores de 6 anos, idosos, gestantes, pessoas com comorbidades, trabalhadores da saúde, população indígena, professores e pessoas privadas de liberdade.</p>
<p>3. Quais medidas de higiene são recomendadas para prevenir a transmissão de vírus respiratórios?<br />
As principais medidas recomendadas são a lavagem frequente das mãos, evitar ir ao trabalho ou locais públicos com febre, e manter crianças com sintomas respiratórios e/ou febre em casa, sem frequentar a escola.</p>
<p>4. A vacina da gripe é eficaz contra a nova variante H3N2 K?<br />
Sim, a vacina da gripe aplicada anualmente é atualizada para incluir as cepas mais circulantes, e a H3N2 está presente no imunizante deste ano. A vacina demonstrou eficácia contra hospitalizações no Hemisfério Norte.</p>
<p>Mantenha-se informado e proteja sua saúde e a de sua família, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Américas enfrentam dengue impulsionada por crise climática, alerta Opas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:35:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula &#8220;Uma Só Saúde&#8221;, realizada em Lyon, na França, coincidindo com o Dia Mundial da Saúde, onde especialistas globais debateram estratégias para enfrentar ameaças sanitárias emergentes. Segundo a Opas, a doença, antes restrita a regiões tropicais, agora serve como um &#8220;termômetro da crise climática&#8221;, sinalizando uma nova e preocupante era para a saúde pública na região.</p>
<p> A escalada sem precedentes da dengue nas Américas</p>
<p>O cenário epidemiológico da dengue nas Américas em 2024 é descrito pela Opas como crítico e sem precedentes. Com 13 milhões de casos notificados e a triste marca de mais de oito mil vidas perdidas em tão pouco tempo, a doença tem sobrecarregado sistemas de saúde e imposto um ônus social e econômico significativo. Historicamente, a dengue era vista como uma enfermidade tropical, confinada a zonas geográficas específicas com climas quentes e úmidos. No entanto, os dados atuais revelam uma expansão geográfica alarmante, com o vetor e a doença avançando para regiões onde anteriormente não sobreviam, ou onde sua incidência era marginal. Este fenômeno reclassifica a dengue de uma questão de saúde sazonal ou local para uma crise de saúde pública continental, diretamente influenciada por fatores ambientais e climáticos que alteram o habitat e o comportamento do Aedes aegypti.</p>
<p> O impacto das mudanças climáticas e o avanço do Aedes</p>
<p>A lógica por trás da explosão de casos de dengue, segundo a Opas, é &#8220;simples e preocupante&#8221; e está intrinsecamente ligada às alterações climáticas e à expansão urbana descontrolada. As temperaturas mais altas, uma consequência direta do aquecimento global, aceleram múltiplos aspectos do ciclo de vida do Aedes aegypti. A elevação da temperatura encurta o tempo de desenvolvimento do mosquito, aumenta sua taxa de reprodução, acelera a replicação do vírus da dengue dentro do inseto (período de incubação extrínseco) e eleva a frequência de picadas do mosquito infectado, potencializando a transmissão.</p>
<p>Além disso, as chuvas irregulares e extremas desempenham um papel crucial. Períodos de seca prolongada seguidos por chuvas torrenciais criam uma miríade de novos criadouros, enchendo recipientes, pneus abandonados e qualquer tipo de depósito de água em áreas urbanas e periurbanas. A expansão urbana descontrolada, por sua vez, agrava a situação ao gerar um ambiente propício para a proliferação do mosquito. A falta de saneamento básico adequado, a gestão deficiente de resíduos sólidos e as práticas de armazenamento de água em muitas comunidades criam condições ideais para a eclosão dos ovos do Aedes aegypti. Este conjunto de fatores climáticos e ambientais permite que o mosquito colonize novas áreas, levando consigo não apenas a dengue, mas também outras arboviroses como zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, oropouche, transformando estas doenças em um verdadeiro &#8220;termômetro da crise climática&#8221;.</p>
<p> A nova abordagem: Conceito &#8220;Saúde Única&#8221; para o futuro</p>
<p>Diante da complexidade e da interconexão dos desafios de saúde atuais, o diretor da Opas, o médico brasileiro Jarbas Barbosa, defende veementemente uma mudança de abordagem: o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; (One Health). Esta filosofia integra ações e políticas em diferentes áreas, reconhecendo e reforçando a interdependência intrínseca entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ao invés de tratar cada uma dessas esferas de forma isolada, a &#8220;Saúde Única&#8221; propõe uma visão holística e coordenada, onde as ações em uma área beneficiam as outras. Por exemplo, a proteção de ecossistemas e a redução da poluição ambiental impactam diretamente na qualidade de vida das populações e na diminuição da incidência de doenças zoonóticas e transmitidas por vetores.</p>
<p>O Dr. Barbosa enfatiza a urgência dessa integração: &#8220;Este é o melhor jeito de responder aos atuais desafios que temos agora, como as doenças transmitidas por vetores e outras doenças na nossa região das Américas, mas também para estar preparado para a próxima pandemia.&#8221; A abordagem &#8220;Saúde Única&#8221; é vista como fundamental para construir resiliência frente às ameaças sanitárias emergentes e reemergentes, permitindo uma resposta mais eficaz e proativa. Ao considerar a saúde de forma interconectada, é possível desenvolver estratégias mais abrangentes que abordam as causas profundas das doenças, em vez de apenas seus sintomas, e que envolvam múltiplos setores como agricultura, meio ambiente, planejamento urbano e saúde pública.</p>
<p> Desafios e ambições da Opas para 2030</p>
<p>A Opas, com sua visão de &#8220;Saúde Única&#8221;, estabeleceu uma meta ambiciosa para as Américas: eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030. Este objetivo de erradicação ou eliminação de doenças como a malária, a oncocercose, o sarampo, a rubéola e, em última instância, a redução da carga da dengue, representa um desafio monumental, mas é considerado alcançável com a devida colaboração e investimento. Os desafios para atingir esta meta são múltiplos e complexos. As mudanças climáticas continuarão a ser um fator de complicação, alterando a dinâmica de transmissão de doenças e exigindo adaptação constante. Disparidades socioeconômicas e o acesso desigual a serviços de saúde e saneamento também representam barreiras significativas.</p>
<p>Para superar esses obstáculos, a Opas e seus parceiros se concentram em diversas estratégias. Isso inclui o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a ampliação do acesso a vacinas e tratamentos, o controle vetorial integrado e, crucialmente, a educação e o engajamento comunitário. A promoção de políticas intersetoriais que incentivem o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a segurança alimentar são pilares da abordagem &#8220;Saúde Única&#8221;. A meta de 2030 não é apenas sobre a eliminação de doenças específicas, mas sobre a construção de sistemas de saúde mais robustos, equitativos e resilientes, capazes de proteger a população das Américas contra as ameaças de saúde do presente e do futuro.</p>
<p> Uma nova era de desafios de saúde e a resposta integrada</p>
<p>O avanço implacável da dengue nas Américas, com seus números alarmantes de casos e mortes em 2024, ressalta a urgência de uma nova perspectiva em saúde pública. A Opas deixa claro que esta crise não é um evento isolado, mas uma manifestação direta das complexas interações entre saúde humana, animal e ambiental, acentuadas pelas mudanças climáticas e pela urbanização desordenada. A transição da dengue de uma doença tropical para um &#8220;termômetro da crise climática&#8221; exige uma mudança radical na forma como enfrentamos as ameaças sanitárias. O conceito &#8220;Saúde Única&#8221;, que promove a colaboração intersetorial e a visão holística da saúde, emerge como a estratégia mais promissora. Ao integrar esforços para a prevenção e controle de doenças transmitidas por vetores e para a preparação para futuras pandemias, as Américas podem aspirar a construir um futuro mais saudável e resiliente. A meta ambiciosa de eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030, embora desafiadora, é um testemunho do compromisso em forjar um novo caminho, onde a saúde não é vista em silos, mas como um ecossistema interligado que demanda ação coletiva e coordenada.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. O que significa &#8220;dengue é um termômetro da crise climática&#8221;?<br />
Significa que a proliferação da dengue e sua expansão para novas regiões são um indicador direto e visível dos impactos das mudanças climáticas, como o aumento das temperaturas e as chuvas irregulares, que criam condições ideais para o mosquito Aedes aegypti e a transmissão da doença.</p>
<p>2. Qual é a principal causa do aumento de casos de dengue nas Américas em 2024?<br />
Segundo a Opas, o principal impulsionador do aumento recorde de casos de dengue em 2024 são as mudanças climáticas, que criam ambientes mais favoráveis para a reprodução e dispersão do Aedes aegypti, somadas à expansão urbana descontrolada.</p>
<p>3. O que é o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; defendido pela Opas?<br />
&#8220;Saúde Única&#8221; (One Health) é uma abordagem colaborativa e multissetorial que reconhece a interconexão entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ela busca integrar esforços para enfrentar desafios de saúde de forma holística, como doenças transmitidas por vetores e a preparação para pandemias.</p>
<p>4. Além da dengue, quais outras doenças são transmitidas pelo Aedes aegypti?<br />
O Aedes aegypti é o vetor de diversas outras arboviroses importantes, incluindo zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, o vírus oropouche.</p>
<p>Diante deste cenário crítico, a conscientização e a ação coletiva são fundamentais. Apoie as campanhas de saúde pública, adote medidas preventivas em sua comunidade e exija políticas que promovam a saúde ambiental. Juntos, podemos construir um futuro mais saudável e resiliente.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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