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	<title>planos &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Waldez Góes detalha apoio emergencial a cidades mineiras após chuvas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 06:01:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Defesa Civil Nacional tem intensificado suas frentes de resposta e socorro nas áreas mais afetadas pelas recentes chuvas que assolaram a Zona da Mata Mineira. Uma mobilização coordenada do governo federal, em parceria com o estado e os municípios, visa mitigar os impactos e prestar assistência imediata à população. O ministro da Integração e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil Nacional tem intensificado suas frentes de resposta e socorro nas áreas mais afetadas pelas recentes chuvas que assolaram a Zona da Mata Mineira. Uma mobilização coordenada do governo federal, em parceria com o estado e os municípios, visa mitigar os impactos e prestar assistência imediata à população. O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, ressaltou o empenho contínuo em apoiar as cidades atingidas pelas chuvas, detalhando a complexidade das operações. Ele enfatizou que as ações abrangem desde o salvamento de vidas e a busca por desaparecidos até o fornecimento de ajuda humanitária essencial. A prioridade é garantir a segurança e o bem-estar dos cidadãos, ao mesmo tempo em que se planeja o restabelecimento dos serviços públicos e a reconstrução das infraestruturas danificadas.</p>
<p> Resposta imediata e auxílio humanitário</p>
<p> Mobilização federal e apoio local<br />
As frentes de resposta a desastres, sob a coordenação da Defesa Civil Nacional, têm demonstrado um avanço significativo no socorro às comunidades afetadas pelas intensas chuvas na Zona da Mata Mineira. A declaração do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, reforça o compromisso do governo federal em atuar prontamente. Segundo Góes, após uma avaliação preliminar, ou &#8220;reconhecimento sumário&#8221;, realizado em municípios como Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, todos os órgãos federais relevantes são imediatamente mobilizados. Essa mobilização ocorre em estreita colaboração com o governo do estado de Minas Gerais e, crucialmente, com as administrações municipais. O objetivo principal é atuar em diversas frentes simultâneas: prestar assistência direta às pessoas em necessidade, organizar a busca por desaparecidos com equipes especializadas, realizar salvamentos em áreas de risco e garantir o cuidado adequado para aqueles que se encontram desabrigados ou desalojados. Além disso, as ações se estendem ao restabelecimento de serviços públicos essenciais e, em uma etapa posterior, à reconstrução dos bens e infraestruturas prejudicadas em cada localidade. Essa abordagem integrada visa assegurar uma resposta multifacetada e eficiente.</p>
<p> Prioridade na assistência às vítimas<br />
A primeira e mais urgente etapa da intervenção governamental, conforme detalhado pelo ministro Waldez Góes, concentra-se integralmente na ajuda humanitária. Os planos de trabalho iniciais elaborados com o auxílio de técnicos do governo federal, em parceria com os prefeitos de Matias Barbosa, Juiz de Fora e Ubá, foram desenhados para atender às necessidades básicas e emergenciais das famílias impactadas. Isso inclui o fornecimento de itens essenciais como água potável, alimentos nutritivos, kits de higiene pessoal e material de limpeza, fundamentais para a saúde e bem-estar em situações de calamidade. Além disso, uma preocupação central é a garantia de ambientes de alojamento seguros e dignos para os cidadãos desabrigados, que perderam suas casas, e para os desalojados, que precisaram deixar temporariamente suas residências. O apoio logístico também se estende ao fornecimento de combustível, vital para o deslocamento de equipes de resgate, transporte de suprimentos e o funcionamento de geradores em áreas sem energia. Todo esse esforço inicial visa prover o suporte imediato necessário para que as famílias possam atravessar os primeiros e mais críticos momentos pós-desastre.</p>
<p> Etapas de restabelecimento e reconstrução</p>
<p> Desafios da limpeza e reativação de serviços<br />
Após a fase crítica de ajuda humanitária, o foco das operações governamentais se desloca para o restabelecimento das condições mínimas de normalidade nas cidades atingidas. Waldez Góes explicou que esta etapa envolve a mobilização para a &#8220;limpeza pública&#8221;, um processo fundamental para remover detritos, lama e entulhos que obstruem vias e comprometem a saúde pública. A dimensão dos estragos frequentemente acarreta uma série de problemas complexos e interligados, como interrupções no fornecimento de energia elétrica, falta de água potável em algumas localidades, e severas dificuldades na mobilidade urbana devido à obstrução de ruas e vias públicas. As equipes de resposta estão empenhadas em reverter esses quadros, trabalhando incessantemente para desobstruir as passagens, reparar redes elétricas e hidráulicas e reativar todos os serviços essenciais que foram interrompidos pelas chuvas. Este trabalho de restabelecimento é crucial não apenas para a infraestrutura, mas também para o moral da população, sinalizando um retorno gradual à normalidade.</p>
<p> Avaliação de danos e planos de recuperação<br />
Paralelamente aos esforços de limpeza e restabelecimento, as equipes técnicas do governo federal já iniciaram a elaboração e execução dos planos de reconstrução. Este é um processo que exige uma avaliação detalhada e precisa dos prejuízos estruturais. Engenheiros e especialistas estão no campo, realizando a mensuração exata dos danos em infraestruturas vitais, como pontes que foram total ou parcialmente destruídas, trechos de estradas danificadas por deslizamentos ou inundações, e edifícios públicos que sofreram avarias. O objetivo é criar projetos de recuperação que não apenas restaurem o que foi perdido, mas também busquem soluções mais resilientes para o futuro, visando minimizar os impactos de eventos climáticos semelhantes. Esses planos são desenvolvidos em conjunto com os municípios, garantindo que as necessidades locais sejam prioritárias e que as soluções propostas sejam adequadas e duradouras, promovendo a segurança e a sustentabilidade das comunidades a longo prazo.</p>
<p> Recursos emergenciais liberados<br />
Para viabilizar as ações iniciais de resposta e os primeiros planos de trabalho, o governo federal já liberou recursos financeiros em caráter emergencial. Conforme as informações mais recentes, Juiz de Fora recebeu um aporte de R$ 2,9 milhões, enquanto Ubá foi beneficiada com R$ 482 mil. Esses valores, destinados a atender as necessidades mais urgentes identificadas nos planos de trabalho aprovados, são fundamentais para a aquisição de suprimentos, o custeio de operações de socorro e limpeza, e o início da recuperação da infraestrutura mais crítica. A liberação desses fundos demonstra a agilidade e a prioridade dadas à recuperação das áreas afetadas, permitindo que as prefeituras tenham capacidade financeira para executar as primeiras etapas de assistência e restabelecimento, enquanto os planos de reconstrução de maior envergadura continuam sendo detalhados e financiados.</p>
<p> Ações coordenadas para a recuperação total<br />
A complexidade dos desastres naturais exige uma resposta multifacetada e uma coordenação exemplar entre os diferentes níveis de governo. As declarações do ministro Waldez Góes sublinham a abrangência do apoio federal, que se estende desde a intervenção imediata para salvar vidas e mitigar o sofrimento humano, passando pela garantia de condições básicas de subsistência, até o planejamento meticuloso da reconstrução das cidades. A sinergia entre a Defesa Civil Nacional, o governo estadual e as administrações municipais tem sido um pilar essencial para a execução eficaz dessas frentes de resposta. Esse esforço conjunto não apenas visa restaurar a normalidade, mas também fortalecer a resiliência das comunidades mineiras diante de futuros desafios, demonstrando um compromisso contínuo com a segurança e o bem-estar de seus cidadãos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o apoio governamental</p>
<p>Qual é o papel da Defesa Civil Nacional no socorro às áreas atingidas?<br />
A Defesa Civil Nacional atua na coordenação e mobilização de recursos e equipes em nível federal para apoiar estados e municípios em situações de desastre. Seu papel inclui desde a avaliação inicial dos danos e o reconhecimento das áreas afetadas até a elaboração de planos de trabalho conjuntos, a liberação de recursos e a orientação técnica para as ações de socorro, assistência e reconstrução.</p>
<p>Quais são as principais fases de atuação do governo após um desastre natural?<br />
As ações governamentais após um desastre natural geralmente seguem três fases principais: a) Resposta Imediata: foca em salvamento, busca de desaparecidos, primeiros socorros e fornecimento de ajuda humanitária (água, comida, abrigo); b) Restabelecimento: concentra-se na limpeza das áreas, desobstrução de vias e reativação de serviços públicos essenciais como energia e água; c) Reconstrução: envolve a elaboração de planos de recuperação e a execução de obras para reconstruir a infraestrutura danificada, como pontes, estradas e edifícios.</p>
<p>Que tipo de assistência humanitária está sendo oferecida às vítimas?<br />
A assistência humanitária inicial abrange itens essenciais para a sobrevivência e o bem-estar das famílias. Isso inclui o fornecimento de água potável, cestas básicas de alimentos, kits de higiene pessoal, colchões, cobertores e combustível para operações logísticas. Além disso, são criados abrigos temporários com condições dignas para os desabrigados e desalojados.</p>
<p>Como os recursos financeiros são liberados para os municípios?<br />
Os recursos financeiros são liberados após a aprovação de planos de trabalho apresentados pelos municípios à Defesa Civil Nacional, com auxílio de técnicos federais. Esses planos detalham as necessidades e as ações a serem realizadas. A liberação ocorre em caráter emergencial para as primeiras etapas de ajuda humanitária e restabelecimento, e em fases subsequentes para os projetos de reconstrução de maior porte, garantindo a transparência e a correta aplicação dos fundos.</p>
<p>Para mais informações sobre as ações de recuperação e prevenção de desastres na sua região, acesse os canais oficiais do governo federal e da Defesa Civil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Associação defende CPI mista para destravar investigação sobre planos de saúde</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/associacao-defende-cpi-mista-para-destravar-investigacao-sobre-planos-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 19:01:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde suplementar no Brasil enfrenta um momento crítico, com crescentes denúncias de práticas abusivas por parte das operadoras de planos de saúde. Em meio a este cenário, a Aliança Nacional em Defesa da Ética na Saúde Suplementar (Andess), representada por seu presidente, o médico José Ramalho Neto, tem levantado a voz para criticar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde suplementar no Brasil enfrenta um momento crítico, com crescentes denúncias de práticas abusivas por parte das operadoras de planos de saúde. Em meio a este cenário, a Aliança Nacional em Defesa da Ética na Saúde Suplementar (Andess), representada por seu presidente, o médico José Ramalho Neto, tem levantado a voz para criticar a morosidade na instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A proposta da CPI visa aprofundar a investigação sobre condutas que, segundo a Andess e diversas associações de consumidores, prejudicam milhões de usuários em todo o país, especialmente aquelas relacionadas ao uso de juntas médicas para a recusa ou dificultação de tratamentos. A demora na concretização da CPI, particularmente na modalidade mista, tem gerado preocupação sobre a proteção dos direitos dos pacientes e a eficácia da fiscalização do setor, reforçando a urgência de uma ação legislativa robusta.</p>
<p> A urgência da investigação e o papel da Andess</p>
<p>O setor de saúde suplementar, vital para milhões de brasileiros, tem sido alvo de contínuas críticas e denúncias. A Andess, organização dedicada à promoção da ética e defesa dos direitos na saúde, surge como uma voz ativa na busca por maior transparência e justiça para os consumidores. A insistência da associação na instalação de uma CPI reflete a gravidade das acusações e a percepção de uma lacuna na fiscalização e responsabilização das operadoras.</p>
<p> A voz em defesa do consumidor: José Ramalho Neto</p>
<p>À frente da Aliança Nacional em Defesa da Ética na Saúde Suplementar (Andess), o médico José Ramalho Neto é uma figura central na cobrança por celeridade na investigação das operadoras de planos de saúde. Com uma vasta experiência na área, Ramalho Neto vocaliza a indignação de pacientes e profissionais da saúde diante da persistência de práticas que consideram antiéticas e ilegais. Sua crítica à demora na instalação da CPI não é apenas um protesto contra a inércia legislativa, mas um alerta para os impactos diretos na vida de quem depende da saúde suplementar. A Andess, sob sua liderança, tem documentado e levado ao conhecimento público inúmeros casos de negativa de cobertura, condicionamento de tratamentos e outros entraves burocráticos que resultam em sofrimento e, por vezes, em desfechos trágicos para os pacientes. A defesa de uma investigação parlamentar é vista como um passo crucial para desmantelar os mecanismos que permitem tais abusos e garantir que a ética prevaleça no setor.</p>
<p> Entendendo as denúncias contra operadoras</p>
<p>As denúncias que motivam a demanda por uma CPI são complexas e multifacetadas, mas um dos pontos mais sensíveis e recorrentes é o uso de &#8220;juntas médicas&#8221; pelas operadoras. Essas juntas, teoricamente criadas para garantir a adequação dos tratamentos e a boa gestão dos recursos, têm sido acusadas de operar como um mecanismo para negar ou postergar procedimentos de alto custo, impactando diretamente a qualidade e a agilidade do atendimento ao paciente. A acusação é que, sob o pretexto de uma &#8220;segunda opinião&#8221; ou &#8220;auditoria&#8221;, médicos contratados pelas operadoras revisam e, frequentemente, rejeitam as prescrições de profissionais assistentes, muitas vezes sem um contato direto com o paciente ou um exame aprofundado do histórico clínico. Isso leva à recusa de cirurgias essenciais, medicamentos inovadores, terapias prolongadas ou internações domiciliares, forçando pacientes e suas famílias a recorrerem à via judicial, uma jornada exaustiva e demorada que agrava ainda mais a situação de vulnerabilidade. A investigação busca, portanto, apurar se essas juntas agem de forma independente e imparcial ou se servem a interesses meramente financeiros das operadoras, em detrimento da saúde e bem-estar dos segurados.</p>
<p> Por que uma comissão parlamentar mista de inquérito?</p>
<p>A proposta de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) surge como o instrumento mais adequado para desvendar a complexidade das práticas abusivas no setor de saúde suplementar. Sua natureza investigativa, com poderes semelhantes aos de uma autoridade judicial, permite convocar testemunhas, quebrar sigilos e requerer documentos, elementos essenciais para uma apuração profunda e transparente. No entanto, a preferência pela modalidade &#8220;mista&#8221; agrega ainda mais força e abrangência à iniciativa, tornando a investigação mais potente e representativa.</p>
<p> Os benefícios de uma CPI mista</p>
<p>Uma CPI mista, composta por membros tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado Federal, transcende a esfera de uma única casa legislativa, conferindo à investigação uma dimensão política e jurídica significativamente maior. Essa composição bicameral amplia o escopo de atuação da comissão, permitindo uma análise mais completa das leis e regulamentações que regem os planos de saúde. A participação de senadores e deputados de diferentes estados e matizes políticos garante uma visão mais diversificada e representativa dos problemas enfrentados pelos consumidores em todo o território nacional. Além disso, a robustez de uma CPI mista pode exercer maior pressão sobre as operadoras e órgãos reguladores, facilitando a obtenção de informações e o engajamento de diversos setores da sociedade. O resultado esperado é a formulação de propostas legislativas e regulatórias mais eficazes, capazes de coibir abusos, fortalecer a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e assegurar que as práticas das operadoras estejam alinhadas com os direitos dos pacientes.</p>
<p> O impacto da demora e a expectativa de resultados</p>
<p>A postergação na instalação da CPI mista sobre os planos de saúde não é um mero atraso burocrático; ela tem consequências diretas e severas para milhões de brasileiros. A cada dia que passa sem uma investigação efetiva, os pacientes continuam vulneráveis às práticas abusivas, como as negativas de cobertura e os entraves impostos por &#8220;juntas médicas&#8221;. Essa demora prolonga o sofrimento, impede o acesso a tratamentos necessários e mina a confiança no sistema de saúde suplementar, forçando muitos a buscar recursos judiciais, o que sobrecarrega o sistema de justiça e adiciona mais angústia a quem já está fragilizado.</p>
<p>A expectativa da Andess e de outras entidades de defesa do consumidor é que, uma vez instalada, a CPI mista produza resultados concretos e transformadores. Espera-se que a comissão não apenas exponha as práticas ilegais e antiéticas das operadoras, mas também identifique os responsáveis e proponha mecanismos de punição efetivos. Além disso, a investigação deve subsidiar a criação de novas leis e o aprimoramento da regulamentação existente, fortalecendo a ANS e garantindo que os contratos de planos de saúde sejam cumpridos em sua integralidade. O objetivo final é a construção de um sistema de saúde suplementar mais justo, transparente e que realmente coloque a saúde do paciente acima dos lucros.</p>
<p> Cenário atual e perspectivas futuras</p>
<p>O apelo de José Ramalho Neto e da Andess por uma CPI mista sobre os planos de saúde ressoa em um momento de crescente insatisfação pública com o setor. A urgência de uma investigação aprofundada é palpável, e a sociedade civil, juntamente com entidades de defesa do consumidor, aguarda ansiosamente por uma resposta contundente do Poder Legislativo. A expectativa é que, ao finalmente ser instalada, a comissão traga à tona a verdade sobre as práticas das operadoras, promova a responsabilização e, acima de tudo, proponha soluções duradouras que garantam um atendimento digno e ético para todos os beneficiários de planos de saúde no Brasil. O futuro da saúde suplementar dependerá, em grande parte, da efetividade e do compromisso dessa investigação parlamentar.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a CPI dos planos de saúde</p>
<p> O que é uma CPI e qual seu objetivo?<br />
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é um instrumento do Poder Legislativo (Câmara dos Deputados ou Senado Federal) para investigar fatos de relevante interesse público. Seu objetivo é apurar denúncias, coletar provas, ouvir testemunhas e, ao final, produzir um relatório que pode sugerir indiciamentos, propor leis ou recomendar ações a órgãos competentes.</p>
<p> Quais são as principais denúncias contra os planos de saúde que motivam a CPI?<br />
As denúncias incluem a negativa de cobertura para tratamentos essenciais, manipulação de processos por meio de &#8220;juntas médicas&#8221; para indeferir procedimentos, reajustes abusivos de mensalidades, dificuldades na portabilidade de planos e a falta de transparência nas decisões que afetam diretamente a saúde dos segurados.</p>
<p> Como a população pode se beneficiar da instalação dessa CPI?<br />
A população pode se beneficiar através da identificação e punição de práticas abusivas, da criação de novas leis que protejam os direitos dos consumidores, do fortalecimento da fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do aumento da transparência e ética no setor, resultando em um melhor atendimento e maior segurança para os usuários de planos de saúde.</p>
<p> O que difere uma CPI de uma CPI mista?<br />
Uma CPI é formada por membros de apenas uma das casas legislativas (Câmara ou Senado). Já uma CPI mista é composta por membros de ambas as casas, ou seja, deputados e senadores. A modalidade mista confere maior abrangência, representatividade e peso político à investigação, permitindo uma análise mais completa e um impacto mais significativo nas propostas de solução.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta importante investigação e defenda seus direitos como consumidor de planos de saúde.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Mudanças climáticas: grande parte das cidades brasileiras ignora adaptação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximando-se a COP30 em Belém do Pará, a urgência das discussões climáticas se intensifica. Enquanto 144 nações já submeteram seus planos de adaptação climática à ONU, um desafio considerável persiste no âmbito local, demandando atenção em municípios e regiões diversas. No cenário brasileiro, um panorama preocupante se revela: mais de 85% das cidades carecem de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximando-se a COP30 em Belém do Pará, a urgência das discussões climáticas se intensifica. Enquanto 144 nações já submeteram seus planos de adaptação climática à ONU, um desafio considerável persiste no âmbito local, demandando atenção em municípios e regiões diversas.</p>
<p>No cenário brasileiro, um panorama preocupante se revela: mais de 85% das cidades carecem de planos de adaptação às mudanças climáticas. Essa ausência denota uma lacuna na capacidade institucional e na legislação necessária para mitigar os impactos adversos do clima. Notavelmente, a formulação de políticas públicas sobre o tema concentra-se, predominantemente, em cidades mais abastadas, com populações superiores a meio milhão de habitantes.</p>
<p>Um Índice Geral de Adaptação Urbana, baseado em dados do IBGE de 2021, avaliou 25 indicadores cruciais, abrangendo habitação, mobilidade, produção de alimentos, gestão ambiental e de riscos climáticos.</p>
<p>O climatologista Roger Torres, da Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais, aponta para a ausência de disparidades marcantes entre as cinco regiões do país no que tange à adaptação. Contudo, a capacidade de adaptação entre as capitais demonstra uma variação considerável. Curitiba, Brasília e São Paulo se destacam como as mais capacitadas, enquanto Recife, Boa Vista e Aracaju figuram entre as menos preparadas.</p>
<p>Vale ressaltar que uma pontuação elevada nesse índice não implica, necessariamente, uma adaptação eficaz. Em vez disso, reflete a disponibilidade de dados, equipamentos e legislação para a gestão de riscos ambientais e climáticos. Os pesquisadores enfatizam a necessidade premente de mecanismos confiáveis para avaliar a aplicação efetiva desses recursos, incluindo a verificação do uso de verbas destinadas ao combate dos efeitos das mudanças climáticas e desastres.</p>
<p>A situação se torna ainda menos otimista ao analisar indicadores específicos relacionados às políticas de gestão de riscos climáticos, como a existência de defesa civil própria, leis de uso e ocupação do solo focadas na prevenção de enchentes e deslizamentos, ou planos para identificar riscos geológicos e físicos. Este estudo foi recentemente divulgado na Revista de Pesquisa FAPESP.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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