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	<title>plantão &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Rio de Janeiro: proteção à mulher lidera plantão judiciário de fim de</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 20:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plantão Judiciário do Rio de Janeiro registrou um aumento expressivo na demanda por medidas protetivas de urgência destinadas a mulheres durante o recesso de final de ano. Quase metade de todos os processos despachados na capital fluminense nesse período crucial, que se estendeu das 18h do dia 19 de dezembro de 2025 às 11h [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plantão Judiciário do Rio de Janeiro registrou um aumento expressivo na demanda por medidas protetivas de urgência destinadas a mulheres durante o recesso de final de ano. Quase metade de todos os processos despachados na capital fluminense nesse período crucial, que se estendeu das 18h do dia 19 de dezembro de 2025 às 11h de 6 de janeiro deste ano, foram relacionados à proteção de vítimas de violência doméstica, conforme dados apurados. Das 4.027 ações judiciais processadas, as medidas protetivas, embasadas na Lei Maria da Penha, corresponderam a alarmantes 47%. Esse percentual destaca a persistência da violência de gênero e a vital importância do sistema judiciário em garantir a segurança e a integridade de mulheres em momentos de vulnerabilidade, mesmo durante feriados e recessos. A intensa procura por essa salvaguarda legal sublinha a urgência de fortalecer mecanismos de proteção.</p>
<p> Plantão judiciário no Rio de Janeiro: um balanço detalhado</p>
<p>O Plantão Judiciário opera em regime de urgência, garantindo que demandas inadiáveis sejam atendidas mesmo fora do horário de expediente regular ou durante os recessos. A análise do período de final de ano de 2025 para 2026 no estado do Rio de Janeiro revela um cenário de alta complexidade e necessidade social, com a prevalência notável de casos envolvendo a segurança de mulheres. A capacidade de resposta do sistema é testada, e os números indicam uma sobrecarga contínua em áreas sensíveis da justiça.</p>
<p> A prevalência das medidas protetivas</p>
<p>Na capital fluminense, dos 4.027 processos judiciais que exigiram pronta resposta do Plantão Judiciário, uma proporção alarmante de 47% foi dedicada a conceder medidas protetivas para mulheres. Essas medidas são ferramentas legais essenciais, previstas na Lei Maria da Penha, que visam salvaguardar a vida e a integridade física e psicológica de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A alta demanda por esses recursos durante o recesso de final de ano – um período que, paradoxalmente, deveria ser de celebração e tranquilidade – acende um alerta sobre a intensidade da violência que muitas mulheres enfrentam. A necessidade de intervenção judicial imediata é um testemunho da persistência de um problema social profundo e da importância de canais de atendimento sempre ativos.</p>
<p> Outras demandas urgentes do recesso</p>
<p>Embora as medidas protetivas tenham dominado a pauta, o Plantão Judiciário tratou de uma vasta gama de outras questões urgentes que não podiam esperar o retorno do expediente normal. Entre as demandas registradas na capital, estiveram autorizações de viagens para crianças e adolescentes, que muitas vezes necessitam de liberação judicial para deslocamentos nacionais e internacionais, especialmente em casos de pais separados ou ausentes. Também foram despachadas internações hospitalares emergenciais, alvarás de sepultamento – essenciais para a dignidade dos ritos fúnebres – e casos de busca e apreensão de menores, que frequentemente envolvem disputas familiares complexas e a proteção de crianças em risco. A lista de urgências incluiu ainda mandados de prisões, alvarás de soltura, habeas corpus e representações por prisões cautelares, demonstrando o espectro completo de atribuições do plantão e a contínua necessidade de atuação judicial em questões de liberdade e direitos fundamentais.</p>
<p> O cenário no interior do estado</p>
<p>A situação de urgência e a demanda por serviços judiciais não se restringiram à capital. No interior do estado do Rio de Janeiro, que engloba importantes regiões como Niterói, Rio Bonito, Duque de Caxias, Petrópolis, Itaguaí, Volta Redonda, Nova Friburgo, Itaocara e Campos dos Goytacazes, foram registrados um total de 2.277 processos durante o mesmo período de recesso. Este volume considerável de ações sublinha que as necessidades de proteção e as emergências judiciais são capilares, afetando comunidades em todo o território fluminense. A distribuição geográfica dos casos reitera a universalidade do acesso à justiça, mesmo que em regime de plantão, e a complexidade de garantir assistência em áreas diversas, que podem apresentar desafios logísticos e operacionais distintos em comparação com a capital.</p>
<p> Desafios e dados de descumprimento nacional</p>
<p>A eficácia das medidas protetivas, apesar de sua importância, é frequentemente testada pela realidade do descumprimento. Dados recentes revelam uma lacuna preocupante entre a concessão da proteção e sua efetiva aplicação, gerando insegurança e risco contínuo para as vítimas. O sistema de proteção à mulher, embora robusto em sua concepção, enfrenta obstáculos significativos na prática, demandando atenção constante de autoridades e da sociedade.</p>
<p> A alarmante taxa de violação</p>
<p>Ainda que o sistema judicial se mobilize para conceder medidas protetivas, o descumprimento dessas ordens é uma realidade preocupante em âmbito nacional. O país registrou uma taxa de 18,3% de descumprimento de medidas protetivas de urgência em 2024. Este percentual se traduz em um total alarmante de 101.656 registros de violações em delegacias de polícia de todo o Brasil. Esses números foram divulgados pela primeira vez em julho de 2025, revelando uma falha no sistema de proteção à mulher. A análise comparativa com o ano anterior, 2023, evidencia um crescimento de 10,8% nas violações, quando foram registrados 87.642 casos. Em termos práticos, o levantamento demonstra que, a cada dez mulheres que obtêm proteção judicial, quase duas têm essa medida desrespeitada pelos agressores, expondo-as a riscos contínuos e renovados.</p>
<p> As consequências do descumprimento para as vítimas</p>
<p>O descumprimento de uma medida protetiva não é apenas uma infração legal; é uma reiteração da violência e uma ameaça direta à segurança da mulher. Quando um agressor ignora uma ordem judicial de afastamento ou proibição de contato, a vítima é lançada novamente em um ciclo de medo e vulnerabilidade. As consequências podem ser devastadoras, variando desde o agravamento do estresse psicológico e traumas emocionais até a escalada para agressões físicas mais severas, feminicídios ou outras formas extremas de violência. A falha em fazer valer essas medidas minam a confiança da vítima no sistema de justiça e, mais perigosamente, pode emboldenar o agressor, que percebe a impunidade. É fundamental que as autoridades ajam com celeridade e rigor para coibir qualquer violação, garantindo que a proteção concedida no papel se materialize em segurança real para as mulheres.</p>
<p> Tipos de medidas e sua importância</p>
<p>As medidas protetivas concedidas pela Justiça abrangem diversas ações destinadas a afastar o agressor e garantir a segurança da vítima. As mais comuns incluem a proibição de aproximação do agressor em relação à ofendida, seus familiares e testemunhas, estabelecendo um limite mínimo de distância. Outra medida essencial é a proibição de contato, seja por telefone, e-mail, redes sociais ou qualquer outro meio de comunicação, visando eliminar todas as formas de assédio e ameaça. Além disso, o afastamento do agressor do lar é uma medida crucial que permite à mulher e, se houver, a seus filhos permanecerem em seu ambiente doméstico, sem a presença do agressor, garantindo-lhes um espaço seguro. A importância dessas medidas reside em criar uma barreira legal entre a vítima e o agressor, oferecendo um respiro e um espaço para que a mulher possa reconstruir sua vida sem a constante ameaça da violência, embora o descumprimento persista como um desafio.</p>
<p> A persistência da violência e a resposta judicial: caminhos a seguir</p>
<p>Os dados do Plantão Judiciário do Rio de Janeiro e os índices nacionais de descumprimento reiteram a dimensão do desafio da violência contra a mulher no Brasil. A alta proporção de medidas protetivas durante o recesso de final de ano no RJ demonstra a indispensável atuação do judiciário para garantir a segurança de mulheres em momentos de maior vulnerabilidade. Contudo, os números crescentes de violações das medidas protetivas em 2024 evidenciam a necessidade urgente de aprimorar os mecanismos de fiscalização e enforcement. É crucial que a proteção concedida no âmbito judicial seja efetivamente mantida no cotidiano das vítimas, através de políticas públicas mais robustas, maior articulação entre as forças de segurança e o sistema de justiça, e uma conscientização social contínua sobre a gravidade e as consequências do descumprimento. A segurança das mulheres depende de uma ação coordenada e eficaz em todas as esferas.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre medidas protetivas e o plantão judiciário</p>
<p>O que são medidas protetivas de urgência?<br />
As medidas protetivas de urgência são determinações judiciais que visam garantir a segurança de pessoas em situação de violência doméstica e familiar, predominantemente mulheres, com base na Lei Maria da Penha. Elas podem incluir o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato ou aproximação da vítima e de seus familiares, e outras restrições que impeçam a continuidade da violência.</p>
<p>Qual a importância do Plantão Judiciário durante o recesso?<br />
O Plantão Judiciário é de extrema importância pois garante o acesso à justiça e a análise de casos urgentes que não podem esperar o fim de feriados ou recessos. Para as mulheres em situação de violência, significa que mesmo em períodos festivos, quando a violência pode se intensificar, há um mecanismo judicial ativo para conceder medidas protetivas e outras providências emergenciais, assegurando sua proteção imediata.</p>
<p>O que acontece quando uma medida protetiva é descumprida?<br />
O descumprimento de uma medida protetiva de urgência é crime, previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha. Ao tomar conhecimento do descumprimento, a vítima deve procurar a delegacia de polícia para registrar um novo boletim de ocorrência. O agressor pode ser preso em flagrante ou ter sua prisão preventiva decretada, além de responder criminalmente pelo descumprimento da ordem judicial, com pena de detenção de 3 meses a 2 anos.</p>
<p>Se você ou alguém que conhece está em situação de violência, não hesite em buscar ajuda. Disque 180 para a Central de Atendimento à Mulher, procure uma delegacia especializada ou o Plantão Judiciário mais próximo. A sua segurança é prioridade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Enem 2025: candidatos buscam estratégias para a redação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 22:00:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 tiveram a oportunidade de participar de um plantão de dúvidas focado na prova de redação, buscando aprimorar suas habilidades e estratégias para o exame. O evento, que ocorreu em um formato ainda não detalhado, contou com a participação de professores especializados em redação e atualidades, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 tiveram a oportunidade de participar de um plantão de dúvidas focado na prova de redação, buscando aprimorar suas habilidades e estratégias para o exame. O evento, que ocorreu em um formato ainda não detalhado, contou com a participação de professores especializados em redação e atualidades, que compartilharam dicas valiosas sobre como se preparar adequadamente para a prova que será aplicada neste domingo (9).</p>
<p>A iniciativa, parte de um projeto mais amplo chamado Vestibulou, tem como objetivo fornecer suporte e recursos educacionais aos estudantes que se preparam para o vestibular e o Enem. Lançado em 2023, o projeto busca auxiliar os candidatos a alcançarem seus objetivos acadêmicos e profissionais.</p>
<p>Durante o plantão, os professores abordaram diversos aspectos cruciais para a redação do Enem, desde a compreensão dos critérios de avaliação até a estruturação de um texto dissertativo-argumentativo eficaz. Os participantes tiveram a chance de tirar dúvidas específicas sobre temas como a interpretação da proposta de redação, o desenvolvimento de argumentos consistentes e a utilização adequada da norma culta da língua portuguesa.</p>
<p>A relevância de se manter atualizado sobre os principais acontecimentos do Brasil e do mundo também foi destacada pelos especialistas. O conhecimento de temas relevantes e a capacidade de relacioná-los com a proposta de redação são considerados elementos fundamentais para a obtenção de uma boa nota no exame.</p>
<p>Além do plantão de dúvidas, o projeto Vestibulou oferece uma variedade de conteúdos temáticos pré-vestibular disponíveis em uma página de Educação online. Esses materiais abrangem diversas disciplinas e assuntos relevantes para o Enem, proporcionando aos estudantes um acesso facilitado a informações e recursos que podem auxiliar em seus estudos. O projeto se consolida como uma ferramenta valiosa para os estudantes, oferecendo um suporte abrangente e especializado para a preparação do Enem e outros processos seletivos.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Barueri participa de novo plantão para regularização de apartamentos da CDHU  </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/barueri-participa-de-novo-plantao-para-regularizacao-de-apartamentos-da-cdhu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 08:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Habitação (Sehab), participou do último plantão da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo), visando a Regularização Fundiária dos 1.088 apartamentos dos conjuntos habitacionais construídos pelo governo estadual no Jardim Paulista. O evento ocorreu no sábado, dia 28 de outubro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Habitação (Sehab), participou do último plantão da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo), visando a Regularização Fundiária dos 1.088 apartamentos dos conjuntos habitacionais construídos pelo governo estadual no Jardim Paulista. O evento ocorreu no sábado, dia 28 de outubro, no Complexo Esportivo</span> <span lang="PT-BR">Amaro Lopes Billafon, do Jardim Silveira.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O plantão foi realizado para resolver dúvidas de mutuários que já quitaram os seus imóveis e prestar vários serviços, como regularização de contratos e de débitos de prestações, entre outros, bem como atender pessoas que permanecem com “Conta Ativa” junto à CDHU. Quem não participou do evento e precisa de esclarecimentos poderá buscar atendimento nos postos da Companhia no Centro, Itaquera e Santo Amaro, na Capital, ou por meio do Alô CDHU: 0800 000 2348.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Moradia garantida</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O processo de Regularização Fundiária dos apartamentos está sendo conduzido pela CDHU em conjunto com a Sehab após a Prefeitura de Barueri sancionar a Lei nº 2.842, de 1º de julho de 2021, que transfere à Companhia toda a área dos conjuntos residenciais, e que a mesma destine os imóveis doados, exclusivamente, para implantação e regularização de unidades habitacionais destinadas à população de baixa renda do município.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O objetivo é fazer com que os mutuários da CDHU recebam o título de propriedade do apartamento em seu nome, com matrícula lavrada no Cartório de Registro de Imóveis. O processo é similar ao programa desenvolvido pela Prefeitura de Barueri, que visa atender 4.256 moradores dos conjuntos habitacionais de interesse social inseridos na Regularização Fundiária Urbana (Reurb), nos moldes dispostos na Lei Federal nº 13.465, de 11 de julho de 2017. </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Cada órgão conduz o seu processo de Regularização Fundiária. O diferencial em Barueri se dá por conta da criação da sua própria Lei 3.038, de 21 de setembro 2023, legislação pioneira no Brasil, que permite a extinção de débitos dos TPUs (Termos de Permissão de Uso). Na CDHU, só faz a transferência de propriedade quem não tem débito. </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">De acordo com Celso da Silva Noffs, superintendente de atendimento habitacional da região metropolitana de São Paulo, da CDHU, primeiro foram construídos os conjuntos habitacionais e entregues à população com o documento de promessa de compra e venda. “Quase 80% dos moradores já quitaram seus apartamentos. Há ainda cerca de 20% que não concluíram os pagamentos das suas prestações. E quem comprou de outros mutuários precisa regularizar também a transferência. A maioria dos que não devem nada aguarda só a conclusão do processo de regularização fundiária para retirar a sua matrícula. O título trará mais credibilidade, o que é fundamental e bem-visto pela população”.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Parceria e benefícios</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O processo de Regularização Fundiária, em conjunto com Barueri, compreende uma série de requisitos necessários para que o trabalho aconteça. “Não poderia acontecer sem a parceira com o município”, destaca Celso.  </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">A secretária-adjunta da Secretaria da Habitação, Camila Cristina de Oliveira, ressalta que a Regularização Fundiária, além de beneficiar o morador com o título de propriedade, favorece também Barueri. “A Prefeitura consegue fazer melhor a gestão do ordenamento territorial, pois uma cidade mais regular atrai maiores investimentos”.  </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Morador na área da CDHU desde 1994, Espedito Paulo da Costa, prefere continuar pagando até quitar o seu apartamento. Achei legal, porque seremos beneficiados de alguma forma”, disse ele que morou na extinta área livre da Vila Porto, onde está construído o estacionamento no Hospital Municipal Francisco Moran (HMB).  </span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Transferência de titularidade</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O morador Cicero Lima Alves comprou um apartamento quitado há 5 anos e agora terá de aguardar a entrega do título de propriedade à mutuária vendedora para só depois transferir o bem para o seu nome. “Vou esperar para fazer a transferência. Será um ganho para todos, se saírem todas as matrículas para felicidade de todos. Ter um imóvel com o título de propriedade é o orgulho de todos. Fico muito agradecido às pessoas que estão lutando por nós. Não tenho como pagar, só Deus”.</span></p>
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