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	<title>preço &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>preço &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Lula critica Guerra contra o Irã e acusa EUA de mentir sobre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 21:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva posicionou-se firmemente contra a guerra contra o Irã iniciada pelos Estados Unidos e Israel, classificando o conflito como desnecessário e fundamentado em alegações falsas. Em entrevista, Lula desmentiu a premissa de que a nação persa estaria desenvolvendo armas nucleares, uma justificativa central para as hostilidades. Ele rememorou sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva posicionou-se firmemente contra a guerra contra o Irã iniciada pelos Estados Unidos e Israel, classificando o conflito como desnecessário e fundamentado em alegações falsas. Em entrevista, Lula desmentiu a premissa de que a nação persa estaria desenvolvendo armas nucleares, uma justificativa central para as hostilidades. Ele rememorou sua tentativa de mediação em 2010, quando um acordo de enriquecimento de urânio para fins pacíficos, similar ao modelo brasileiro, foi rejeitado por Washington e pela União Europeia. Paralelamente, o chefe de estado expressou grave preocupação com a escalada do preço do diesel no Brasil, anunciando medidas governamentais para conter a alta e proteger a economia nacional da volatilidade dos mercados globais.</p>
<p> A retórica presidencial sobre o conflito iraniano<br />
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em recente pronunciamento, reiterou sua postura crítica em relação às operações militares conduzidas pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Em declarações, Lula classificou o conflito como &#8220;desnecessário&#8221;, contestando diretamente a base argumentativa de Washington e Tel Aviv sobre um suposto programa iraniano de desenvolvimento de armas nucleares. Segundo o presidente brasileiro, essa justificativa é &#8220;mentirosa&#8221;, uma alegação que ele embasa em sua própria experiência diplomática.</p>
<p> A desmistificação do programa nuclear<br />
Lula rememorou sua viagem ao Irã em 2010, no último ano de seu segundo mandato, quando o Brasil liderou esforços para mediar um acordo. Na ocasião, foi costurado um pacto para que o Irã pudesse enriquecer urânio seguindo os mesmos métodos empregados pelo Brasil, estritamente para fins pacíficos e energéticos, conforme prevê a Constituição brasileira. Contudo, esse acordo foi subsequentemente rejeitado pelos Estados Unidos, então sob a administração de Barack Obama, e pela União Europeia. Para Lula, a recusa demonstra que as preocupações declaradas sobre armas nucleares eram infundadas. &#8220;Não tem arma nuclear lá&#8221;, afirmou o presidente, enfatizando que as divergências políticas entre as nações envolvidas não deveriam, e não precisavam, escalar para um conflito armado. Ele também salientou a falácia de que a guerra poderia ter terminado com a morte de figuras-chave, como o líder supremo Ali Khamenei, ignorando a profunda cultura milenar e a população de quase 100 milhões de habitantes do Irã, um país cuja resiliência e complexidade não podem ser subestimadas. A perspectiva de que a eliminação de um líder pudesse apaziguar um conflito tão enraizado é, na visão de Lula, uma visão simplista.</p>
<p> O impacto regional e a morte do líder supremo<br />
O conflito, que já se estende por um mês, tem gerado instabilidade crescente na região. Os ataques coordenados de Estados Unidos e Israel no território iraniano resultaram em inúmeras baixas, incluindo a morte de importantes autoridades persas, com destaque para o líder supremo Ali Khamenei. A escalada das hostilidades teve consequências diretas na economia global, levando ao fechamento do estratégico Estreito de Ormuz, uma via marítima vital controlada pelo Irã, por onde transita aproximadamente 20% do petróleo comercializado internacionalmente. Como resultado imediato, o preço do barril de petróleo registrou um aumento de cerca de 50%, impactando os mercados globais e gerando preocupações sobre a segurança energética. Além dos riscos econômicos e geopolíticos, pesquisadores já alertam para os potenciais danos ambientais e climáticos decorrentes da prolongada tensão militar na região. A ausência de um horizonte para um acordo de paz agrava a complexidade da situação, projetando um cenário de incerteza para a estabilidade global.</p>
<p> O desafio do preço do diesel no Brasil<br />
No cenário doméstico, o presidente Lula também externou profunda preocupação com a contínua elevação do preço do óleo diesel no Brasil. O país, dependente da importação de aproximadamente 30% de seu consumo de diesel, é particularmente vulnerável à volatilidade dos preços do petróleo no mercado internacional. Este combustível é o pilar do transporte rodoviário de cargas no país, essencial para a logística de diversas cadeias produtivas, desde alimentos até produtos manufaturados. A alta impacta diretamente os custos de produção e, consequentemente, o preço final para o consumidor.</p>
<p> Medidas governamentais e fiscalização<br />
Diante dessa conjuntura, o governo federal tem implementado e reforçado medidas de monitoramento e fiscalização. Lula informou que órgãos como a Polícia Federal e os Procons estaduais estão ativamente engajados na investigação de aumentos considerados abusivos nos preços dos combustíveis. O presidente enfatizou a seriedade do combate a essa prática, afirmando que a ordem é para uma fiscalização rigorosa &#8220;na estrada, no posto de gasolina&#8221;, e que os responsáveis por manipulações de preço serão punidos, inclusive com a possibilidade de prisão. Ele também fez uma comparação com a gestão anterior da BR Distribuidora, lamentando que, após sua privatização no governo Bolsonaro, a capacidade da Petrobras de fazer o preço chegar diretamente às bombas foi significativamente reduzida. Na visão do presidente, a antiga estrutura permitia maior controle sobre a cadeia de distribuição.</p>
<p> Subsídio e a busca por estabilidade<br />
Com o objetivo de mitigar a pressão sobre os consumidores e o setor produtivo, o governo federal planeja publicar, ainda nesta semana, uma medida provisória (MP) crucial. Esta MP visa criar um subsídio para o diesel importado, garantindo um desconto de R$ 1,20 por litro. A informação foi confirmada pelo ministro Dario Durigan, que destacou os esforços do governo para assegurar a adesão de todos os estados antes da publicação da medida. A proposta prevê um custo total de R$ 3 bilhões ao longo de dois meses, com o montante sendo dividido igualmente entre a União e os estados aderentes. A iniciativa é estratégica para conter a escalada dos preços dos combustíveis e, sobretudo, para evitar riscos de desabastecimento, dada a persistente defasagem entre os preços praticados internamente e as cotações do mercado internacional. Segundo o Ministério da Fazenda, a adesão à proposta de subsídio tem sido expressiva, com cerca de 80% dos estados brasileiros já indicando seu apoio à medida. Este esforço conjunto busca trazer maior previsibilidade e estabilidade ao setor de transportes e à economia como um todo.</p>
<p> Conclusão<br />
A posição do presidente Lula sobre a guerra contra o Irã, que ele classifica como desnecessária e fundamentada em falsidades, reflete uma crítica contundente à política externa de potências ocidentais e seus aliados. Sua recordação do acordo de urânio de 2010 sublinha a busca por soluções diplomáticas e pacíficas que, segundo ele, foram ignoradas. O impacto do conflito no Estreito de Ormuz e a morte de Ali Khamenei, conforme o cenário apresentado, elevam as tensões geopolíticas e geram sérias repercussões econômicas globais. Em paralelo, a gestão interna da economia brasileira enfrenta o desafio do preço do diesel, com o governo mobilizando fiscalização e propondo subsídios para amortecer o impacto sobre a população e o setor produtivo, demonstrando uma abordagem multifacetada para crises externas e internas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Qual é a principal crítica do presidente Lula à guerra contra o Irã?<br />
O presidente Lula critica a guerra classificando-a como &#8220;desnecessária&#8221; e &#8220;mentirosa&#8221;. Ele argumenta que a justificativa dos Estados Unidos e Israel sobre o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã não procede, baseando-se em sua experiência diplomática de 2010, quando um acordo de enriquecimento de urânio para fins pacíficos foi rejeitado.</p>
<p>Que medidas o governo brasileiro está tomando para conter o aumento do preço do diesel?<br />
O governo federal está realizando fiscalizações intensas, com a Polícia Federal e os Procons, para coibir aumentos abusivos. Além disso, planeja publicar uma Medida Provisória que criará um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado, com um custo total de R$ 3 bilhões a ser dividido entre a União e os estados.</p>
<p>Qual foi o impacto do conflito no Estreito de Ormuz?<br />
A guerra levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota marítima crucial por onde circula aproximadamente 20% dos carregamentos de petróleo do mercado internacional. Esse fechamento resultou em um aumento de cerca de 50% no preço do barril de petróleo, gerando impactos econômicos e energéticos globais.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as complexas relações internacionais e os desafios econômicos do Brasil. Acompanhe as atualizações e análises para entender como esses eventos moldam o cenário global e doméstico.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Preço do diesel pode cair R$ 1,20 com novo acordo federal-estadual</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 01:01:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário de instabilidade nos preços dos combustíveis, especialmente do diesel, tem gerado apreensão em todo o Brasil. No entanto, uma iniciativa conjunta entre o Ministério da Fazenda e os governos estaduais promete trazer alívio significativo. Foi selado, recentemente, um acordo crucial que visa a redução do preço do diesel para o consumidor final em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário de instabilidade nos preços dos combustíveis, especialmente do diesel, tem gerado apreensão em todo o Brasil. No entanto, uma iniciativa conjunta entre o Ministério da Fazenda e os governos estaduais promete trazer alívio significativo. Foi selado, recentemente, um acordo crucial que visa a redução do preço do diesel para o consumidor final em R$ 1,20 por litro. Essa medida, que será subsidiada em partes iguais pelos governos federal e estaduais, reflete um esforço coordenado para mitigar os impactos da crise energética global. Com a adesão sinalizada por mais de 80% dos governadores, a expectativa é que a população e diversos setores da economia sintam os efeitos positivos rapidamente, proporcionando uma folga no orçamento e estabilizando custos de transporte e produção.</p>
<p> O acordo histórico para a estabilização do preço do diesel</p>
<p>O Ministério da Fazenda, em colaboração com o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e Distrito Federal (Comsefaz), anunciou um marco importante na busca por estabilidade econômica e social. O acordo estabelece uma redução de R$ 1,20 no preço do litro do diesel, um combustível vital para a economia brasileira, dada a sua importância para o transporte de cargas e passageiros, além de ser insumo fundamental para o agronegócio e a indústria. Essa iniciativa emerge como uma resposta direta às pressões inflacionárias e aos desafios impostos pela volatilidade do mercado internacional de petróleo.</p>
<p> Detalhes da redução e a adesão dos estados</p>
<p>A proposta de redução de R$ 1,20 por litro de diesel é substancial e será dividida equitativamente: R$ 0,60 de responsabilidade do governo federal e R$ 0,60 dos governos estaduais. Essa partilha busca garantir a sustentabilidade fiscal da medida, distribuindo o ônus financeiro entre as esferas de governo. A adesão dos estados é um pilar fundamental para o sucesso e abrangência do acordo. Surpreendentemente, mais de 80% dos governadores já sinalizaram sua participação, demonstrando um consenso significativo e um alinhamento de prioridades em benefício da população. A alta taxa de adesão indica que a medida terá um alcance nacional, garantindo que a redução chegue à grande maioria dos consumidores e transportadores do país, evitando disparidades regionais que poderiam distorcer o mercado ou gerar desequilíbrios competitivos entre as unidades da federação. A união de esforços é vista como essencial para enfrentar a complexidade da crise energética.</p>
<p> Contexto global e o impacto no Brasil</p>
<p>O cenário de preços elevados dos combustíveis não é exclusivo do Brasil; é um reflexo de uma crise energética global. Diversos fatores geopolíticos têm contribuído para essa elevação, gerando incertezas nos mercados internacionais de petróleo. O Brasil, apesar de ser um produtor de petróleo, possui uma dependência considerável da importação de diesel, o que o torna vulnerável a essas flutuações.</p>
<p> Cenário geopolítico e a dependência energética</p>
<p>A atual escalada nos preços dos combustíveis é parcialmente atribuída aos recentes ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã. O Irã é um dos maiores produtores de petróleo do mundo, e qualquer instabilidade na região do Oriente Médio gera imediatamente ondas de choque nos mercados globais, elevando o preço do barril de petróleo. Mesmo que a produção não seja diretamente afetada de imediato, a percepção de risco e a especulação tendem a impulsionar os valores. Para o Brasil, essa realidade é particularmente sensível, pois cerca de 30% do diesel consumido internamente é importado. Essa dependência significa que o custo final para o consumidor brasileiro é diretamente impactado pelas cotações internacionais do petróleo e pela taxa de câmbio. Quando o dólar sobe e o preço do petróleo sobe, o custo do diesel importado aumenta, o que se traduz em preços mais altos nas bombas, afetando desde o pequeno motorista até as grandes empresas de logística e o agronegócio, que dependem fortemente deste insumo para a produção e escoamento de safras.</p>
<p> Mecanismos e responsabilidades fiscais do acordo</p>
<p>Para garantir a efetividade da medida e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos, o acordo estabelece mecanismos claros e prazos definidos. A subvenção nos preços, embora crucial, não será permanente, refletindo a necessidade de equilibrar o alívio imediato com a prudência fiscal.</p>
<p> Subvenção temporária e o equilíbrio federativo</p>
<p>O prazo da subvenção sobre os preços será de até dois meses. Essa temporalidade é um aspecto fundamental, pois confere à medida um caráter emergencial, destinado a atravessar um período de maior volatilidade ou a amortecer um pico de preços. A duração limitada da subvenção também ressalta a responsabilidade fiscal envolvida, evitando que o subsídio se torne um encargo orçamentário de longo prazo e permitindo que os governos reavaliem a situação ao fim do período. Em um cenário de escassez de recursos e pressão por equilíbrio das contas públicas, medidas temporárias são frequentemente preferidas.<br />
Além disso, o acordo prevê uma cláusula importante relacionada à adesão dos estados: caso um estado decida não aderir à medida de redução do preço do diesel, os repasses federais que deveriam ser destinados a ele para fins de subvenção não serão redistribuídos para os estados que aceitarem participar. Essa decisão visa preservar o equilíbrio federativo, impedindo que estados que aderiram sejam sobrecarregados com os recursos de outros ou que haja incentivos para a não adesão. A nota conjunta emitida pelo Ministério da Fazenda e pelo Comsefaz enfatiza que essa iniciativa é um reflexo da preocupação em proteger a população brasileira, materializando um esforço conjunto para enfrentar a crise energética que tem repercussões em escala global.</p>
<p> Ações complementares do governo federal</p>
<p>O acordo de redução do preço do diesel não surge isoladamente, mas complementa uma série de ações que o governo federal já vinha implementando para tentar estabilizar o mercado de combustíveis e mitigar os impactos para o consumidor. Essas medidas demonstram uma estratégia multifacetada para lidar com a complexidade do setor energético.</p>
<p> Medidas fiscais e incentivos à produção nacional</p>
<p>Anteriormente, o governo federal já havia adotado ações significativas na esfera tributária. Uma das primeiras providências foi a redução de impostos incidentes sobre a importação e a comercialização do diesel. A diminuição dessas alíquotas visa diretamente baratear o produto na entrada do país e ao longo da cadeia de distribuição, impactando positivamente o preço final nas bombas.<br />
Adicionalmente, a União aumentou a alíquota de exportação de combustíveis. Essa medida tem como objetivo desincentivar a exportação de combustíveis produzidos no país, buscando priorizar o abastecimento do mercado interno e garantir maior oferta para os consumidores brasileiros. A ideia é que, com mais oferta doméstica, as pressões sobre os preços sejam menores.<br />
Por fim, o governo também criou uma subvenção específica para a produção nacional de diesel. Esse incentivo financeiro visa fortalecer a capacidade produtiva interna, diminuir a dependência de importações e, consequentemente, tornar o Brasil menos vulnerável às flutuações do mercado internacional. Ao apoiar a produção local, busca-se não apenas a estabilidade de preços, mas também a segurança energética e o desenvolvimento da indústria nacional. Todas essas ações, em conjunto com o novo acordo com os estados, configuram uma abordagem abrangente para enfrentar os desafios impostos pela atual crise energética.</p>
<p> Conclusões e perspectivas futuras</p>
<p>O acordo para a redução do preço do diesel em R$ 1,20 representa um alívio imediato e bem-vindo para milhões de brasileiros, especialmente para os setores de transporte e logística que dependem criticamente deste combustível. A coordenação entre os governos federal e estaduais demonstra uma capacidade de resposta conjunta diante de um desafio econômico complexo, mitigando o impacto da inflação e contribuindo para a estabilidade dos custos de produção. Embora a subvenção seja temporária, seu caráter emergencial é fundamental para atravessar o atual período de incertezas globais. A eficácia da medida, contudo, dependerá do acompanhamento contínuo do mercado e da capacidade de adaptação às futuras dinâmicas geopolíticas e econômicas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual o valor da redução no preço do diesel?<br />
O acordo prevê uma redução de R$ 1,20 por litro no preço do diesel para o consumidor final.</p>
<p> Por que o preço do diesel aumentou globalmente?<br />
O aumento é atribuído a fatores geopolíticos, como os ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã, um dos maiores produtores de petróleo, gerando instabilidade e especulação no mercado internacional.</p>
<p> Qual o prazo de validade do acordo de subvenção?<br />
A subvenção nos preços terá um prazo de até dois meses, com caráter emergencial e responsabilidade fiscal.</p>
<p> O que acontece se um estado não aderir ao acordo?<br />
Caso um estado não adira, os repasses federais destinados a ele para a subvenção não serão redistribuídos para outros estados, a fim de preservar o equilíbrio federativo.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as últimas notícias econômicas e energéticas acompanhando nossas atualizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Refinaria da Amazônia reduz preço da gasolina para distribuidoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 20:03:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Refinaria da Amazônia (REMAN) anunciou uma significativa redução no preço da gasolina vendida diretamente às distribuidoras. A medida, em vigor a partir desta quarta-feira (25), representa uma queda de R$ 0,35 por litro, um movimento que busca aliviar as pressões sobre o mercado de combustíveis na região. Com a alteração, o valor da gasolina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Refinaria da Amazônia (REMAN) anunciou uma significativa redução no preço da gasolina vendida diretamente às distribuidoras. A medida, em vigor a partir desta quarta-feira (25), representa uma queda de R$ 0,35 por litro, um movimento que busca aliviar as pressões sobre o mercado de combustíveis na região. Com a alteração, o valor da gasolina na modalidade exa, em que a distribuidora retira o produto, passou de R$ 4,32 para aproximadamente R$ 3,96. Para as entregas com frete incluso, o preço também foi ajustado para R$ 3,97. Este corte no valor cobrado pela refinaria é uma tentativa direta de impactar positivamente os preços finais ao consumidor, especialmente em Manaus, onde o custo do combustível tem sido uma preocupação crescente.</p>
<p> O impacto direto da redução para o mercado<br />
A iniciativa da Refinaria da Amazônia em diminuir o preço da gasolina para as distribuidoras representa um passo estratégico para tentar estabilizar ou reduzir os custos do combustível na ponta final. A redução de R$ 0,35 por litro é um valor considerável no contexto do mercado de combustíveis, onde pequenas variações podem gerar grandes impactos na cadeia de valor. Essa decisão da refinaria, que atua como um elo crucial entre a produção e a distribuição, é vista como um sinal de que os custos de aquisição podem ser repassados, ao menos em parte, para o consumidor final. O modelo de vendas da refinaria diferencia-se em duas modalidades principais, ambas beneficiadas pela queda dos preços.</p>
<p> Detalhes das modalidades de venda e seus novos preços<br />
A gasolina comercializada pela Refinaria da Amazônia segue duas modalidades principais para atender às necessidades das distribuidoras. A primeira é a modalidade &#8220;exa&#8221;, um termo utilizado quando a própria distribuidora se encarrega da logística de retirada do combustível diretamente nas instalações da refinaria. Neste cenário, o preço por litro da gasolina, que anteriormente estava em R$ 4,32, foi ajustado para cerca de R$ 3,96. Essa redução de aproximadamente 8,1% no preço de aquisição é particularmente relevante para distribuidoras com estrutura logística própria, que podem internalizar esse ganho.</p>
<p>A segunda modalidade inclui a entrega do combustível pela refinaria, um serviço que engloba custos de transporte. Para esta opção, o preço por litro da gasolina também sofreu uma queda proporcional, passando para R$ 3,97. Embora ligeiramente superior ao preço exa devido ao serviço de entrega, essa modalidade ainda reflete a significativa redução anunciada pela Refinaria da Amazônia, impactando a composição de custos das distribuidoras que dependem desse serviço logístico. Ambas as reduções visam a tornar o produto mais acessível na origem, fomentando a esperança de um repasse favorável aos postos de revenda e, consequentemente, aos motoristas.</p>
<p> O cenário desafiador dos combustíveis em Manaus<br />
A notícia da redução no preço da gasolina pela Refinaria da Amazônia chega em um momento crítico para a capital amazonense. Manaus tem enfrentado uma escalada nos preços dos combustíveis que tem gerado preocupação entre consumidores e setores da economia local. O litro da gasolina comum na cidade chegou a custar R$ 7,59, enquanto a gasolina aditivada atingiu a marca de R$ 7,79. Esses valores foram registrados após dois aumentos consecutivos em um período de menos de quinze dias, evidenciando a volatilidade e as pressões de mercado que afetam a região.</p>
<p> Fatores que elevam o custo do combustível na capital amazonense<br />
Os elevados preços dos combustíveis em Manaus são resultado de uma combinação complexa de fatores estruturais e conjunturais, que a posicionam entre as cidades com os combustíveis mais caros do Brasil, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Primeiramente, a logística representa um dos maiores desafios. A localização geográfica de Manaus, no coração da Amazônia e distante dos grandes centros produtores e refinarias do país, implica em custos de transporte substanciais. O modal fluvial, embora essencial, pode ser mais dispendioso e demorado do que o transporte rodoviário ou dutoviário em outras regiões. Infraestrutura limitada para o transporte de grandes volumes de combustível agrava essa questão, encarecendo cada etapa do fluxo de abastecimento.</p>
<p>Em segundo lugar, a carga tributária desempenha um papel significativo na formação do preço final. Impostos como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS/COFINS e a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) incidem sobre o combustível em diferentes etapas da cadeia, elevando consideravelmente o valor pago pelo consumidor. A alíquota do ICMS, que varia entre os estados, é um fator determinante, e no Amazonas, as particularidades fiscais podem contribuir para um custo tributário mais alto.</p>
<p>Por fim, os custos de distribuição na região Norte são intrinsecamente mais elevados. A dispersão geográfica da população, a necessidade de manter estoques em locais remotos e as despesas operacionais para manter a cadeia de suprimentos ativa em um ambiente desafiador contribuem para que as distribuidoras e postos de revenda tenham margens de custo mais altas. Todos esses elementos combinados formam um cenário onde a gasolina se torna um item de alto custo para os moradores de Manaus e região.</p>
<p> Perspectivas e desafios no cenário de combustíveis<br />
A redução anunciada pela Refinaria da Amazônia, apesar de bem-vinda, é vista com uma expectativa de alívio gradual e potencialmente limitado nos preços ao consumidor. O mercado de combustíveis é dinâmico e influenciado por diversas variáveis, e o repasse integral de qualquer redução na refinaria para a bomba dos postos não é imediato nem garantido. Os distribuidores e revendedores possuem seus próprios custos operacionais, margens de lucro e estoques, que podem retardar a percepção da queda de preços pelo consumidor.</p>
<p>Além disso, as pressões econômicas e logísticas que historicamente afetam o valor dos combustíveis na região Norte continuam presentes. Variações no preço internacional do petróleo, a cotação do dólar em relação ao real, e os desafios intrínsecos à logística amazônica são fatores que mantêm uma influência constante sobre os preços. Dessa forma, enquanto a medida da Refinaria da Amazônia é um passo na direção certa para mitigar parte dos aumentos recentes, a complexidade do cenário exige uma análise contínua e a compreensão de que soluções de longo prazo dependem de abordagens multifacetadas para enfrentar os desafios estruturais.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> 1. O que motivou a redução do preço da gasolina pela Refinaria da Amazônia?<br />
A Refinaria da Amazônia implementou a redução como uma tentativa direta de aliviar as pressões de mercado e contribuir para a diminuição dos preços ao consumidor final, especialmente após períodos de aumentos consecutivos na região. A ação visa a tornar o custo do combustível mais acessível na origem, ou seja, para as distribuidoras.</p>
<p> 2. Qual o impacto dessa redução para o consumidor final em Manaus?<br />
Espera-se que a redução de R$ 0,35 por litro nas vendas às distribuidoras possa gerar um alívio gradual nos preços da gasolina na bomba. No entanto, o impacto pode ser limitado e não imediato, pois os postos de revenda possuem seus próprios custos e estoques, e o repasse depende de uma série de fatores do mercado local.</p>
<p> 3. Por que os preços dos combustíveis são tão elevados em Manaus em comparação com outras capitais?<br />
Os altos preços em Manaus são atribuídos a uma combinação de fatores: logística complexa e cara devido à sua localização na Amazônia, uma significativa carga tributária que incide sobre o produto, e custos de distribuição elevados para manter a cadeia de suprimentos ativa na região Norte.</p>
<p> 4. A redução de R$ 0,35 é suficiente para reverter os aumentos recentes em Manaus?<br />
Embora a redução seja um passo importante, é provável que não seja suficiente para reverter completamente os aumentos recentes que levaram o preço da gasolina comum a R$ 7,59 e a aditivada a R$ 7,79. A expectativa é de um alívio gradual, mas as pressões econômicas e logísticas persistentes podem limitar a extensão dessa reversão.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as tendências do mercado de combustíveis e seus impactos na sua região acompanhando as próximas atualizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Estados recusam reduzir impostos e questionam impacto no preço do combustível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:01:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre o custo dos combustíveis no Brasil ganhou um novo capítulo com a firme oposição dos estados à proposta de reduzir a zero o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel. A discussão reacendeu após o governo federal zerar o PIS e Cofins sobre o diesel, buscando conter a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre o custo dos combustíveis no Brasil ganhou um novo capítulo com a firme oposição dos estados à proposta de reduzir a zero o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel. A discussão reacendeu após o governo federal zerar o PIS e Cofins sobre o diesel, buscando conter a escalada de preços, especialmente em resposta a tensões geopolíticas. A medida federal veio acompanhada de um apelo para que as unidades federativas avaliassem uma similar desoneração do ICMS. Contudo, a posição dos estados é unânime: experiências passadas indicam que tais reduções tributárias dificilmente se convertem em preços mais baixos nas bombas para o consumidor final, gerando apenas perdas significativas de receita para os cofres estaduais e, consequentemente, para as políticas públicas essenciais.</p>
<p> Estados rejeitam nova redução de impostos sobre combustíveis</p>
<p>A recusa dos estados em acatar o pedido federal para zerar o ICMS sobre o diesel baseia-se em uma análise histórica e técnica sobre a dinâmica do mercado de combustíveis. Segundo os secretários estaduais de Fazenda, a prática demonstra que a redução de tributos ao longo da cadeia de produção e distribuição nem sempre é integralmente repassada ao consumidor. Essa absorção dos descontos fiscais ao longo dos elos da cadeia de distribuição e revenda impede que a benesse tributária chegue efetivamente ao bolso do motorista ou do transportador.</p>
<p> Argumento da não repasse ao consumidor final</p>
<p>O principal ponto levantado pelos estados é a ineficácia das reduções tributárias em impactar o preço final nas bombas. Estudos recentes e a observação do mercado corroboram essa tese. Em um exemplo notório, foi constatado que, em um período de três anos, o preço da gasolina nas refinarias experimentou uma queda de 16%. No entanto, para o consumidor final, o valor do combustível nas bombas aumentou em 27% no mesmo período. Esse descompasso evidencia que fatores além da carga tributária, como margens de lucro de distribuidores e revendedores, custos logísticos e a própria volatilidade do preço internacional do petróleo, desempenham um papel crucial na formação do preço final. A experiência sugere que uma nova redução de impostos estaduais poderia apenas aumentar as margens de lucro dos intermediários, sem beneficiar a população que arca com os custos do abastecimento.</p>
<p> Impacto das mudanças legislativas e a cobrança do ICMS</p>
<p>Além da crença na ineficácia do repasse, os estados apontam para as severas consequências financeiras de reduções tributárias anteriores. Mudanças legislativas aprovadas em anos recentes já geraram um impacto fiscal significativo, com perdas estimadas em impressionantes R$ 189 bilhões para os estados e o Distrito Federal. Esse montante representa um desfalque considerável nos orçamentos estaduais, comprometendo a capacidade de investimento em setores vitais como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. Diante desse cenário de perdas acumuladas, os estados argumentam que não seria razoável ou sustentável que arcassem novamente com novas perdas decorrentes da desoneração do ICMS sobre combustíveis. A responsabilidade fiscal e a manutenção da prestação de serviços públicos são prioridades que não podem ser negligenciadas.</p>
<p> Perdas para políticas públicas e o modelo de ICMS fixo</p>
<p>A imposição de novas perdas de receita, sem o consequente benefício para o consumidor, é vista pelos estados como uma &#8220;perda dupla&#8221; para a população. De um lado, o preço do combustível não se reduz como esperado, mantendo o custo de vida elevado. De outro, a redução da arrecadação impacta diretamente a capacidade dos governos estaduais de financiar políticas públicas essenciais. Escolas, hospitais, estradas e programas sociais dependem diretamente dessa arrecadação.</p>
<p>Adicionalmente, os estados ressaltam que a atual política de cobrança do ICMS sobre combustíveis já incorpora uma forma de redução relativa da carga tributária em momentos de alta de preços. Atualmente, o ICMS incidente sobre combustíveis é cobrado com um valor nominal fixo por litro ou quilo. Para a gasolina, o valor é de R$ 1,57 por litro; para o diesel, R$ 1,17 por litro; e para o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), R$ 1,47 por quilo. Isso significa que, mesmo que o preço de venda do combustível na refinaria ou na bomba suba consideravelmente, o valor absoluto do imposto permanece o mesmo. Em termos percentuais, isso representa uma redução da alíquota efetiva do ICMS à medida que o preço base do produto aumenta, mitigando parte do impacto das elevações de preço sem zerar a arrecadação. Essa estrutura visa a estabilizar a carga tributária, impedindo que o imposto aumente proporcionalmente à volatilidade dos preços internacionais e câmbio.</p>
<p> O cenário futuro e a complexidade tributária</p>
<p>A posição dos estados reflete a complexidade da equação tributária brasileira e a difícil balança entre a necessidade de arrecadação para financiar serviços públicos e o desejo de aliviar o custo para o consumidor. A recusa em reduzir o ICMS sobre o diesel não é apenas uma questão financeira, mas também uma leitura do comportamento do mercado e das consequências práticas de tais medidas. O cenário atual exige um diálogo aprofundado entre todas as esferas de governo e o setor produtivo para encontrar soluções que garantam a sustentabilidade fiscal, a estabilidade de preços e, acima de tudo, o bem-estar da população. A experiência passada serve como um alerta para a necessidade de abordagens mais eficazes e que garantam que qualquer desoneração tributária resulte em benefícios concretos para o cidadão.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Por que os estados acreditam que a redução de impostos sobre combustíveis não funciona?<br />
Os estados argumentam que a experiência mostra que reduções tributárias, como o ICMS, muitas vezes não são repassadas integralmente ao consumidor final. Em vez disso, parte dos descontos é absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, resultando em pouca ou nenhuma queda no preço nas bombas.</p>
<p> Qual o impacto financeiro das mudanças legislativas anteriores para os estados?<br />
Mudanças legislativas passadas já geraram perdas de cerca de R$ 189 bilhões aos estados. Esse montante compromete a capacidade de investimento em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública, e os estados se recusam a arcar com novas perdas.</p>
<p> Como funciona o ICMS fixo sobre combustíveis e por que é considerado uma &#8220;redução relativa&#8221;?<br />
O ICMS sobre combustíveis é cobrado com um valor nominal fixo por litro (ou quilo para o GLP), como R$ 1,57/litro para gasolina e R$ 1,17/litro para diesel. Mesmo que o preço de venda do combustível suba, o valor do imposto permanece o mesmo. Isso significa que, em termos percentuais, a alíquota efetiva do imposto diminui à medida que o preço base do produto aumenta, agindo como uma redução relativa da carga tributária.</p>
<p> O que são PIS e Cofins e como se diferenciam do ICMS?<br />
PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) são tributos federais incidentes sobre o faturamento das empresas, incluindo as do setor de combustíveis. O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), por sua vez, é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e a prestação de serviços. Ambos compõem o preço final dos combustíveis, mas são de competências diferentes (federal e estadual, respectivamente).</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as últimas decisões e análises econômicas que impactam seu dia a dia. Acompanhe as notícias para entender como as políticas fiscais afetam os preços dos combustíveis e a economia nacional.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Setor de combustíveis sugere Petrobras ampliar importação de diesel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 06:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário de crescente volatilidade nos mercados globais de energia, impulsionado por tensões geopolíticas, o setor de distribuição de combustíveis no Brasil propôs uma medida estratégica para assegurar o abastecimento e a estabilidade de preços do óleo diesel. Representantes das empresas sugeriram à Petrobras que amplie significativamente sua importação de diesel, aproveitando sua capacidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário de crescente volatilidade nos mercados globais de energia, impulsionado por tensões geopolíticas, o setor de distribuição de combustíveis no Brasil propôs uma medida estratégica para assegurar o abastecimento e a estabilidade de preços do óleo diesel. Representantes das empresas sugeriram à Petrobras que amplie significativamente sua importação de diesel, aproveitando sua capacidade financeira e logística robusta. Essa recomendação surgiu após uma série de reuniões com ministros da área econômica do governo federal, visando mitigar os impactos da oscilação do valor internacional do petróleo sobre os preços domésticos. A pauta demonstra a preocupação coletiva com a segurança energética do país e a busca por soluções que protejam o consumidor final de flutuações abruptas.</p>
<p> A complexa dinâmica do abastecimento de diesel no Brasil</p>
<p>O óleo diesel é o principal combustível da matriz logística brasileira, essencial para o transporte de cargas, o agronegócio e diversas atividades industriais. Sua importância estratégica torna o país particularmente vulnerável a choques externos nos mercados de petróleo. A dependência, ainda que parcial, de importações para atender à demanda interna expõe o Brasil às flutuações dos preços internacionais do barril de petróleo e às variações cambiais, que se refletem diretamente no custo do combustível na bomba.</p>
<p> O cenário global e o impacto no mercado interno</p>
<p>A escalada do conflito no Oriente Médio, que se intensificou recentemente, gerou apreensão sobre a estabilidade do fornecimento global de petróleo. Regiões como o Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para o transporte de petróleo e gás, tornaram-se pontos de preocupação. Qualquer impedimento ou ameaça à navegação nessa área pode provocar um aumento imediato nos preços do petróleo bruto, com repercussões em cascata para os derivados, como o diesel. No Brasil, essa instabilidade global exige do governo e do setor privado a adoção de estratégias proativas para proteger a economia e os consumidores. A manutenção de um suprimento constante e de preços estáveis é fundamental para a saúde econômica, evitando a inflação e garantindo a continuidade das operações essenciais. As distribuidoras, na linha de frente do fornecimento, sentem de perto a pressão dessas dinâmicas e buscam parcerias para soluções duradouras.</p>
<p> Medidas governamentais e a proposta da indústria</p>
<p>Em resposta ao cenário de incertezas e à necessidade de estabilizar os preços do diesel, o governo federal anunciou um conjunto de medidas. Essas ações foram coordenadas em um esforço para aliviar o peso da volatilidade internacional sobre o custo do combustível no mercado interno, demonstrando a prioridade em proteger a capacidade de compra dos cidadãos e a competitividade da indústria e do agronegócio.</p>
<p> A estratégia de Lula para conter a escalada de preços</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de medidas destinadas a reduzir o impacto da oscilação do valor internacional do petróleo sobre o preço do óleo diesel. Uma das iniciativas chave foi a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre o combustível, impostos federais que, ao serem retirados temporariamente, diminuem o custo final na saída da refinaria. Complementarmente, foi editada uma medida provisória que cria uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores de diesel. Essa subvenção visa compensar parte dos custos adicionais decorrentes da compra e produção do combustível, garantindo que o preço repassado às distribuidoras seja mais competitivo. Juntas, essas duas iniciativas são projetadas para gerar um alívio de aproximadamente R$ 0,64 por litro no preço do diesel na saída da refinaria, um impacto significativo para a cadeia de valor. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, enfatizou a importância de que esses valores sejam imediatamente considerados e repassados para o consumidor final, ressaltando o pedido do governo às distribuidoras para que &#8220;ajudem de uma forma geral, desde a questão da distribuição até a ponta, na questão da comercialização, para que a gente atinja o grande objetivo, que é garantir suprimento e preço estável ao consumidor.&#8221;</p>
<p> A sugestão das distribuidoras e o papel da Petrobras</p>
<p>Foi nesse contexto de discussões sobre o futuro do abastecimento e precificação do diesel que representantes das distribuidoras de combustíveis apresentaram uma proposta estratégica. Eles sugeriram que a Petrobras, estatal com grande capacidade financeira e logística, assuma um papel ainda mais central na garantia do abastecimento. A ideia é que a empresa amplie suas operações de importação de óleo diesel, utilizando sua estrutura para trazer volumes maiores do produto ao país. A lógica por trás dessa sugestão é que a Petrobras possui uma escala e uma capacidade de investimento que a tornam mais apta a absorver os riscos e custos associados à importação em larga escala, especialmente em momentos de alta volatilidade nos mercados internacionais. A expectativa é que, ao concentrar parte significativa das importações na estatal, o Brasil possa se beneficiar de preços mais estáveis e de uma maior previsibilidade no suprimento. A experiência da Petrobras em negociações internacionais, sua infraestrutura de terminais, gasodutos e refinarias, além de sua capacidade de armazenamento, seriam ativos valiosos para otimizar essa operação e, em última instância, proteger o consumidor final.</p>
<p> Garantindo a transparência e a efetividade das ações</p>
<p>Para assegurar que as medidas de redução de preços e a estratégia de abastecimento atinjam seus objetivos, o governo anunciou a ampliação dos instrumentos de fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A ANP desempenha um papel crucial na regulação e supervisão do mercado de combustíveis, garantindo a qualidade dos produtos e a observância das regras de comercialização.</p>
<p>A intensificação da fiscalização da ANP tem um duplo propósito. Primeiramente, visa garantir que a queda nos preços na refinaria, resultante das desonerações e da subvenção governamental, seja efetivamente repassada aos consumidores finais nos postos de combustíveis. Isso impede que os intermediários absorvam a totalidade ou parte dessas reduções, distorcendo o propósito das políticas públicas. Em segundo lugar, a fiscalização reforçada contribui para a transparência do mercado, combatendo práticas abusivas e assegurando que não haja especulação ou aproveitamento indevido da situação. Ao monitorar de perto toda a cadeia de distribuição, desde a produção/importação até a ponta, o governo busca criar um ambiente de maior confiança e estabilidade para todos os agentes envolvidos e, principalmente, para os milhões de consumidores que dependem do diesel para suas atividades diárias.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A convergência de medidas governamentais e propostas do setor privado para estabilizar o preço e o abastecimento de diesel sublinha a complexidade e a criticidade do tema para a economia brasileira. Em face de um cenário global instável, com o conflito no Oriente Médio elevando a preocupação com as rotas de fornecimento, a ação coordenada é fundamental. A sugestão das distribuidoras para que a Petrobras amplie a importação de diesel, aliada às desonerações de PIS/Cofins e à subvenção de R$ 0,32 por litro, busca criar um colchão de segurança para o mercado interno. A ampliação da fiscalização da ANP, por sua vez, é um passo essencial para garantir que esses benefícios cheguem de fato aos consumidores, promovendo a transparência e a justiça nos preços. O desafio é contínuo, mas a articulação entre governo e setor produtivo demonstra um compromisso em assegurar a segurança energética e a estabilidade econômica do país.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Qual foi a principal sugestão do setor de combustíveis ao governo?<br />
O setor de distribuição de combustíveis sugeriu que a Petrobras amplie a importação de óleo diesel para garantir o abastecimento e a estabilidade de preços no país, utilizando sua capacidade financeira e logística superior.</p>
<p>2. Quais medidas o governo anunciou para estabilizar o preço do diesel?<br />
O governo anunciou a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel e a criação de uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores, totalizando um alívio estimado de R$ 0,64 por litro na saída da refinaria.</p>
<p>3. Por que o conflito no Oriente Médio impacta o preço do diesel no Brasil?<br />
Conflitos na região do Oriente Médio podem afetar o preço internacional do petróleo e a segurança de rotas de transporte cruciais, como o Estreito de Ormuz. Isso eleva o custo da matéria-prima e do frete, impactando diretamente o preço do diesel importado e produzido internamente.</p>
<p>4. Como a ampliação da fiscalização da ANP ajudará o consumidor?<br />
A ampliação da fiscalização da ANP visa garantir que as reduções de preço resultantes das medidas governamentais (desonerações e subvenção) sejam efetivamente repassadas aos consumidores finais, evitando práticas abusivas e assegurando a transparência nos preços nos postos de combustíveis.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre a evolução dessas políticas e seus impactos no seu dia a dia. Para mais detalhes e análises, explore fontes confiáveis sobre o mercado de combustíveis e a economia nacional.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Petróleo dispara 13% e eleva pressão sobre preço da gasolina no brasil</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/petroleo-dispara-13-e-eleva-pressao-sobre-preco-da-gasolina-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 20:01:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aumento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário geopolítico internacional sofreu uma significativa turbulência, resultando em um impacto imediato e notável no mercado global de energia. O preço do barril de petróleo registrou um aumento expressivo de 13,1% desde o último sábado, uma escalada diretamente atribuída a um recente conflito no Oriente Médio. Essa valorização acelerada da commodity energética tem reflexos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário geopolítico internacional sofreu uma significativa turbulência, resultando em um impacto imediato e notável no mercado global de energia. O preço do barril de petróleo registrou um aumento expressivo de 13,1% desde o último sábado, uma escalada diretamente atribuída a um recente conflito no Oriente Médio. Essa valorização acelerada da commodity energética tem reflexos diretos e preocupantes para o mercado brasileiro de combustíveis. A súbita elevação internacional amplia a defasagem entre os valores praticados nas refinarias brasileiras e as cotações globais, criando uma pressão iminente para reajustes. Cálculos baseados na atual dinâmica do mercado internacional e nas políticas de preços vigentes indicam a necessidade de um acréscimo de R$ 0,29 por litro no preço da gasolina comercializada pela Petrobras nas refinarias do país. Essa conjuntura coloca em alerta consumidores e setor produtivo, que se preparam para as possíveis consequências econômicas dessa movimentação.</p>
<p> Geopolítica e a escalada do preço do petróleo</p>
<p>A instabilidade em regiões estratégicas do planeta é um fator preponderante na determinação dos preços das commodities, e o petróleo, em particular, é extremamente sensível a conflitos. O recente embate no Oriente Médio, uma das principais regiões produtoras e exportadoras de petróleo do mundo, gerou um imediato nervosismo nos mercados. Investidores e analistas reagem à percepção de risco para a oferta, o que leva a um aumento na demanda por compra e, consequentemente, à valorização do barril.</p>
<p> O conflito no Oriente Médio e seus reflexos globais</p>
<p>O Oriente Médio é o epicentro de uma parte significativa da produção mundial de petróleo, e qualquer ameaça à estabilidade na região pode reverberar globalmente. As tensões geopolíticas ali têm o potencial de interromper rotas de transporte marítimo cruciais, como o Estreito de Ormuz, ou de afetar a capacidade produtiva de grandes exportadores. A percepção de um risco de interrupção no fornecimento de petróleo leva os mercados a precificarem essa incerteza, impulsionando os preços para cima. A escalada atual de 13,1% no valor do barril reflete essa preocupação dos agentes econômicos com a segurança da oferta e a capacidade de atendimento da demanda global. A volatilidade se torna a norma em períodos como este, dificultando previsões e gerando um ambiente de cautela entre os países consumidores e as empresas do setor.</p>
<p> A dinâmica do mercado internacional de energia</p>
<p>O preço do petróleo é determinado por uma complexa interação entre oferta, demanda, geopolítica e especulação financeira. Grandes players, como a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), têm um papel crucial ao definir cotas de produção, influenciando diretamente a oferta global. Contudo, eventos inesperados, como o conflito em questão, podem anular ou sobrepor essas decisões programadas. Além disso, o comportamento dos estoques estratégicos de petróleo, a recuperação econômica global e a demanda por energia em economias emergentes também são fatores que contribuem para a formação do preço. O salto de 13% evidencia que a oferta se tornou mais restrita ou percebida como tal, diante de uma demanda que, mesmo com flutuações, mantém sua relevância. A especulação, por sua vez, amplifica esses movimentos, transformando notícias de conflitos em saltos dramáticos nos contratos futuros do petróleo.</p>
<p> O impacto no Brasil: entre a paridade e o consumidor</p>
<p>A elevação do preço do petróleo no mercado internacional tem um impacto direto e quase imediato sobre os custos dos combustíveis no Brasil. A Petrobras, a maior distribuidora de derivados de petróleo do país, adota uma política de preços que busca alinhar os valores praticados em suas refinarias com as cotações internacionais. Esse mecanismo, embora essencial para a saúde financeira da empresa e para atrair investimentos no setor, expõe o consumidor brasileiro à volatilidade do mercado global.</p>
<p> A política de preços da Petrobras e a defasagem</p>
<p>A Petrobras baseia seus preços na lógica da paridade de importação, o que significa que os valores internos devem refletir os custos de importação do produto, incluindo preço do petróleo no mercado internacional, custos de frete, seguro e taxas de câmbio. Quando o preço do petróleo sobe acentuadamente, como ocorreu recentemente, e o real se desvaloriza, a defasagem entre o preço doméstico e o internacional aumenta. Essa diferença, se não for ajustada, pode tornar a importação de combustíveis deficitária para outras empresas, comprometendo o abastecimento nacional, ou causar perdas à própria Petrobras, caso ela venda a gasolina a um preço inferior ao custo de reposição. A atual projeção de aumento de R$ 0,29 por litro na gasolina sinaliza precisamente essa necessidade de alinhamento para evitar desequilíbrios no mercado. A manutenção dessa política é defendida por especialistas como crucial para a estabilidade do setor e para garantir a segurança energética do país, apesar das pressões inflacionárias que impõe aos consumidores.</p>
<p> A projeção de aumento de R$ 0,29 e seus desdobramentos</p>
<p>A elevação projetada de R$ 0,29 por litro na gasolina, caso seja implementada, terá múltiplos desdobramentos na economia brasileira. No âmbito individual, significa uma redução direta no poder de compra dos consumidores, que arcarão com custos mais altos para se locomover. Para o setor de transportes, que é intensivo no uso de combustíveis, haverá um aumento nos custos operacionais, que provavelmente serão repassados para o frete. Isso, por sua vez, pode encarecer produtos e serviços em diversas cadeias produtivas, contribuindo para a inflação geral. Setores como a agricultura, a indústria e o comércio sentirão o peso desse ajuste, seja no transporte de matérias-primas, seja na distribuição de produtos finais. A projeção não é apenas um número, mas um indicativo de uma pressão inflacionária que se espalha pela economia, podendo impactar o crescimento do PIB e as decisões de política monetária. A cada centavo de aumento, o impacto é sentido por milhões de brasileiros e empresas de todos os portes.</p>
<p> Desafios econômicos e a busca por estabilidade</p>
<p>O cenário de preços do petróleo em alta apresenta um desafio significativo para a estabilidade econômica brasileira. A inflação dos combustíveis é um dos principais motores da inflação geral, o que pode levar o Banco Central a manter ou elevar as taxas de juros para conter a escalada de preços, impactando o crédito e o investimento. O governo se vê diante de um dilema: permitir que os preços sigam a paridade internacional, garantindo a saúde da Petrobras e o abastecimento, mas arcando com a insatisfação popular e o impacto inflacionário; ou intervir, seja por meio de subsídios ou desonerações fiscais, o que pode gerar desequilíbrios nas contas públicas. A busca por estabilidade em um mercado tão volátil exige uma coordenação cuidadosa entre a política energética e a macroeconômica, a fim de minimizar os efeitos negativos sobre o poder de compra da população e a competitividade das empresas nacionais.</p>
<p> Perspectivas e desafios futuros</p>
<p>O aumento de 13,1% no preço do barril de petróleo, impulsionado por tensões geopolíticas, serve como um lembrete contundente da vulnerabilidade do mercado global de energia. Para o Brasil, a repercussão é clara: uma pressão iminente para um reajuste de R$ 0,29 por litro na gasolina, com potenciais desdobramentos inflacionários em toda a economia. A Petrobras segue sua política de paridade de preços, essencial para o equilíbrio do setor, mas que transfere a volatilidade internacional diretamente ao consumidor. O desafio reside em como o país navegará por essa conjuntura, buscando equilibrar a sustentabilidade da maior empresa do país com o impacto no poder de compra da população e a estabilidade macroeconômica, em um cenário global de incertezas persistentes.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Por que o preço do petróleo subiu 13% recentemente?<br />
O aumento de 13,1% no preço do barril de petróleo é atribuído principalmente a um recente conflito no Oriente Médio. Essa instabilidade geopolítica gera preocupações com a oferta global da commodity, levando os mercados a precificarem o risco de interrupções no fornecimento, o que impulsiona os preços para cima.</p>
<p>O que significa a &#8220;defasagem&#8221; de preços da gasolina no Brasil?<br />
A defasagem ocorre quando o preço da gasolina praticado nas refinarias brasileiras está abaixo do valor que seria equivalente ao custo de importação do produto, considerando o preço internacional do petróleo, o câmbio e outros custos. Esse desequilíbrio exige reajustes para alinhar os preços internos aos externos.</p>
<p>Qual o impacto do aumento do petróleo no bolso do consumidor brasileiro?<br />
A projeção de aumento de R$ 0,29 por litro na gasolina, impulsionada pelo petróleo mais caro, significa um gasto maior para os consumidores. Além disso, pode gerar um efeito cascata, encarecendo o frete e, consequentemente, diversos produtos e serviços, contribuindo para a inflação geral na economia.</p>
<p>Para se manter informado sobre as últimas movimentações do mercado de combustíveis e seus impactos na economia, continue acompanhando nossas análises detalhadas e notícias atualizadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>Gasolina da petrobras fica mais barata para distribuidoras a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 23:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gasolina comercializada pela Petrobras para as distribuidoras em todo o país terá uma redução de 4,9% a partir desta terça-feira (21). O anúncio foi feito pela estatal, sinalizando um alívio no custo do combustível para as empresas do setor. De acordo com especialistas, a queda nos preços do petróleo no mercado internacional foi um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gasolina comercializada pela Petrobras para as distribuidoras em todo o país terá uma redução de 4,9% a partir desta terça-feira (21). O anúncio foi feito pela estatal, sinalizando um alívio no custo do combustível para as empresas do setor.</p>
<p>De acordo com especialistas, a queda nos preços do petróleo no mercado internacional foi um dos principais fatores que motivaram a decisão. Economistas apontam que a atual política de preços da Petrobras, que considera o mercado internacional como referência, mas realiza ajustes de forma mais espaçada, contribuiu para essa redução.</p>
<p>O presidente do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, ressalta que o impacto dessa redução no preço final para o consumidor dependerá da estratégia de repasse adotada pelas distribuidoras. Ele explica que a decisão de repassar a redução, a forma como será feita e o momento oportuno são variáveis que dependem de cada empresa.</p>
<p>O preço final da gasolina para o consumidor é composto por diversos fatores, incluindo o preço de venda da Petrobras às distribuidoras (que representa pouco mais de 30% do valor final), o preço de distribuição e revenda, o custo do etanol anidro adicionado à gasolina, e os impostos estaduais e federais.</p>
<p>A Petrobras informou que a redução será de R$ 0,14 por litro, fixando o preço médio em R$ 2,71. Especialistas estimam que a redução também seja sentida pelos consumidores nas bombas. A orientação é para que os consumidores fiquem atentos às mudanças nos preços e verifiquem se a redução está sendo repassada de forma justa.</p>
<p>A estatal também informa que esta é a segunda queda nos preços da gasolina este ano, acumulando uma redução superior a 10% em 2025.</p>
<p>Em contrapartida, a Petrobras optou por manter o preço de venda do diesel para as distribuidoras, após realizar três reduções neste ano.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Preço médio da gasolina fecha outubro em estabilidade no País, enquanto etanol tem leve queda de 0,71%, aponta Edenred Ticket Log</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 16:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gasolina foi negociada à média de R$ 6,26, mesmo valor registrado no fechamento de setembro; etanol fecha outubro com preço médio de R$ 4,20 No fechamento de outubro, o preço médio do litro da gasolina foi encontrado à média de R$ 6,26 nas bombas de abastecimento do País, mesmo valor registrado no acumulado de setembro. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Gasolina foi negociada à média de R$ 6,26, mesmo valor registrado no fechamento de setembro; etanol fecha outubro com preço médio de R$ 4,20</i></h4>
<div>
<p>No fechamento de outubro, o preço médio do litro da gasolina foi encontrado à média de R$ 6,26 nas bombas de abastecimento do País, mesmo valor registrado no acumulado de setembro. Já o etanol fechou o período a R$ 4,20, após redução de 0,71% no preço. Os dados são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa.</p>
<p>“Apesar da leve redução registrada no preço médio do etanol, os números do fechamento de outubro seguem apontando uma tendência de estabilidade na média nacional dos dois combustíveis, observada desde o mês de agosto. Na análise regional, a gasolina ficou mais barata para o consumidor em duas regiões do País: Nordeste e Sudeste, com queda de 0,31% e 0,16%, passando  a custar, em média, R$ 6,35 e R$ 6,14, respectivamente”, analisa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.</p>
<p>A Região Nordeste liderou o ranking das reduções mais expressivas também no caso do etanol. Por lá, o combustível ficou 2,29% mais barato, sendo comercializado a R$ 4,69. Mesmo assim, a gasolina com a média mais baixa foi registrada nos postos de abastecimento do Sudeste, a R$ 6,14 e o etanol mais barato no Centro-Oeste, a R$ 4,09, após queda de 0,49%. Já as médias mais altas foram comercializadas no Norte: a R$ 6,76 a gasolina e R$ 4,96 o etanol, após altas de 0,30% e 0,40% no preço médios dos respectivos combustíveis.</p>
<p>Entre os estados, o etanol apresentou sua maior queda na Paraíba: queda de 4,50% na comparação com setembro, passando a ser negociado, em média, a R$ 4,46 no fechamento de outubro. Já a maior alta do combustível no período foi no estado de Rondônia, que passou a custar R$ 5,19 após alta de 2,57%. O estado com o etanol mais em conta para o motorista no período foi Mato Grosso, onde o preço médio registrado foi de R$ 3,94, por conta de uma queda de 1,01%. Já o estado com etanol mais caro foi Amapá, com preço médio de R$ 5,39, mesmo valor identificado no fechamento de setembro.</p>
<p>Já a gasolina teve seu maior recuo no preço médio em Sergipe: 2,27%, chegando ao preço médio de R$ 6,45. Rio Grande do Norte foi o estado com o maior aumento observado: 2,86%, fazendo com que o preço médio da gasolina por lá chegasse a R$6, 47.O estado do Acre teve a gasolina com maior preço médio: R$ 7,22, após aumento de 0,28%. São Paulo teve a gasolina mais em conta: R$ 6,04, depois de recuo de 0,17% observado no período.</p>
<p>“A exemplo do observado nos últimos dois meses, o etanol foi considerado economicamente mais interessante na maior parte do País neste fechamento de outubro, principalmente para os motoristas que rodam pelo Centro-Oeste e Sudeste. Além de trazer vantagens para o bolso dos consumidores, o etanol também tem benefícios ecológicos, uma vez que emite menos poluentes na atmosfera, contribuindo para uma mobilidade de baixo carbono”, reforça Pina.</p>
<p>O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.</p>
</div>
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		<title>Governo Federal informa que reajuste anual do preço de medicamentos é o menor desde 2020</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 13:16:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A definição do índice foi feito pela CMED, órgão regulador do setor farmacêutico na dimensão econômica, e começa a valer a partir de abril O Ministério da Saúde informa que, para 2024, o reajuste anual do preço de medicamentos será de 4,5%, o menor valor praticado desde 2020. O percentual não é um aumento automático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>A definição do índice foi feito pela CMED, órgão regulador do setor farmacêutico na dimensão econômica, e começa a valer a partir de abril</em></h4>
<div class="yj6qo">
<p>O Ministério da Saúde informa que, para 2024, o reajuste anual do preço de medicamentos será de 4,5%, o menor valor praticado desde 2020. O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste.<br />
“Neste ano, a <a href="https://s2403.imxsnd24.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZhbnZpc2ElMkZwdC1iciUyRmFzc3VudG9zJTJGbWVkaWNhbWVudG9zJTJGY21lZDoxNDM2MjQxMzY5Ompvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29lc3RlQGdtYWlsLmNvbTpiMzZjYWQ6NzQ=" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2403.imxsnd24.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZhbnZpc2ElMkZwdC1iciUyRmFzc3VudG9zJTJGbWVkaWNhbWVudG9zJTJGY21lZDoxNDM2MjQxMzY5Ompvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29lc3RlQGdtYWlsLmNvbTpiMzZjYWQ6NzQ%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1711889892731000&amp;usg=AOvVaw2xlXCbMORByRP9r85tVl0H">Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED)</a> limitou o aumento a este percentual de 4,5%. O Brasil hoje adota uma política de regulação de preços focada na proteção ao cidadão, estabelecendo sempre um teto para o percentual do aumento para proteger as pessoas e evitar aumentos abusivos de preço ”, reforçou Carlos Gadelha, secretário de <a href="https://s2403.imxsnd24.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGY29tcG9zaWNhbyUyRnNlY3RpY3M6MTQzNjI0MTM2OTpqb3JuYWxkaWdpdGFsZGFyZWdpYW9vZXN0ZUBnbWFpbC5jb206NmMxODRmOjc0" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2403.imxsnd24.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGY29tcG9zaWNhbyUyRnNlY3RpY3M6MTQzNjI0MTM2OTpqb3JuYWxkaWdpdGFsZGFyZWdpYW9vZXN0ZUBnbWFpbC5jb206NmMxODRmOjc0&amp;source=gmail&amp;ust=1711889892731000&amp;usg=AOvVaw3i6rQFoZ9Bzf_C6lShVu-n">Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde</a> da pasta.</p>
<p><a href="https://s2403.imxsnd24.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZub3RpY2lhcyUyRjIwMjQlMkZtYXJjbyUyRnJlYWp1c3RlLWFudWFsLWRvLXByZWNvLWRlLW1lZGljYW1lbnRvcy1lLW8tbWVub3ItZGVzZGUtMjAyMDoxNDM2MjQxMzY5Ompvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29lc3RlQGdtYWlsLmNvbTo%0DzOTU3ZDQ6NzQ=" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2403.imxsnd24.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZub3RpY2lhcyUyRjIwMjQlMkZtYXJjbyUyRnJlYWp1c3RlLWFudWFsLWRvLXByZWNvLWRlLW1lZGljYW1lbnRvcy1lLW8tbWVub3ItZGVzZGUtMjAyMDoxNDM2MjQxMzY5Ompvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29lc3RlQGdtYWlsLmNvbTo%250DzOTU3ZDQ6NzQ%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1711889892732000&amp;usg=AOvVaw2YpSUtFoyZoDR23EEl4n81">Leia a matéria na íntegra aqui!</a></p>
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		<title>Preço da gasolina cai 0,17% e do etanol sobe 0,54% desde início de março, aponta Edenred Ticket Log</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 03:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da redução na média nacional, no recorte regional, é possível identificar uma tendência de alta no preço da gasolina maior do que a de redução A última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontou [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/preco-da-gasolina-cai-017-e-do-etanol-sobe-054-desde-inicio-de-marco-aponta-edenred-ticket-log/">Preço da gasolina cai 0,17% e do etanol sobe 0,54% desde início de março, aponta Edenred Ticket Log</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Apesar da redução na média nacional, no recorte regional, é possível identificar uma tendência de alta no preço da gasolina maior do que a de redução</i></h4>
<div>
<p>A última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontou que o preço médio do litro da gasolina fechou os primeiros dias de março a R$ 5,91, com redução de 0,17%, ante fevereiro.</p>
<p>No recorte regional, o Nordeste encerrou o período com o combustível comercializado a R$ 5,99, após recuo de 0,33%, em relação ao mês anterior. No Sul, o litro nas bombas ficou 0,17% mais barato e foi encontrado a R$ 5,86. O Norte liderou o ranking do maior aumento, de 0,64%, e também da média mais alta, de R$ 6,31. Já a média mais baixa foi registrada nos postos de abastecimento do Sudeste, vendida a R$ 5,79.</p>
<p>Entre os estados, São Paulo ocupou o lugar no ranking que foi da Paraíba em fevereiro, e comercializou o litro da gasolina pela média mais baixa de todo o País, a R$ 5,72. Já a mais alta continua sendo comercializada no Acre, a R$ 6,77. A redução mais significativa de todo o território nacional, de 1,49%, foi identificada na Bahia, onde a média fechou a R$ 5,97. Já a maior alta, de 3,02%, foi vista nos postos do Amazonas, que fechou com o litro a média de R$ 6,15.</p>
<p>“Ao analisar os estados e as regiões brasileiras é possível identificar uma tendência de aumento no preço da gasolina mais acentuada que a de redução. Olhando para o cenário de 2024, de janeiro a março, o aumento no preço do combustível já chega a 3%. Já o aumento para o etanol chegou a 4%”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.</p>
<h4><strong>Preço do etanol sobe em março</strong></h4>
<p>O etanol seguiu tendência de alta no início do mês, com a média nacional comercializada a R$ 3,75, após aumento de 0,54%, se comparado a fevereiro.</p>
<p>Todas as regiões registraram acréscimo no preço do combustível, com destaque para o Sudeste, que apesar de apresentar o segundo menor preço, registrou uma alta de 0,82% no preço, ante o mês anterior. A média mais alta foi novamente encontrada nas bombas de abastecimento do Norte, a R$ 4,48, e a mais baixa, no Centro-Oeste, a R$ 3,63.</p>
<p>O aumento mais expressivo para o etanol, de 4,15%, foi identificado no Amazonas, que fechou o período com a média a R$ 4,27. Já o etanol mais caro foi comercializado em Roraima, a R$ 5,02. Também houve reduções e a mais expressiva, de 3,54%, foi vista nas bombas do Rio Grande do Norte, onde o etanol fechou a R$ 4,36. Já a média mais baixa foi encontrada no Mato Grosso, a R$ 3,49.</p>
<p>“Ainda que tenha apresentado acréscimo no preço na maior parte do País, o etanol continua mais competitivo que a gasolina e vem se destacando como combustível economicamente mais vantajoso para abastecimento na maioria dos estados brasileiros, além de ser ecologicamente mais vantajoso por contribuir para uma mobilidade de baixo carbono”, reitera Pina.</p>
<p>O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da <a href="https://www.ticketlog.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ticketlog.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1711044726311000&amp;usg=AOvVaw3yXSr12IMXQX7eSHlsU3v5">Edenred Ticket Log</a>, com uma robusta estrutura de <em>data science</em> que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.</p>
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<h4><strong>Sobre a Edenred Mobilidade</strong></h4>
<p>A Edenred é líder em soluções de mobilidade na América Latina, representada no Brasil pelas marcas Edenred Ticket Log e Edenred Repom. Possui mais de 30 anos de experiência no País e conecta pessoas e negócios a uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Conta com mais de 33 mil empresas clientes e uma frota gerenciada de 1 milhão de veículos, que abastecem quase 2,5 bilhões de litros de combustível por ano. Apenas em gestão de frete e vale-pedágio, possui mais de 3 mil empresas clientes, 1 milhão de caminhoneiros atendidos que correspondem a 8 milhões de transações anuais, em uma rede de 1.700 postos credenciados e 100% das praças de pedágio em todo o Brasil.</p>
<p>Juntas, desenvolvem e disponibilizam para o mercado o <strong>Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL),</strong> com uma análise nacional sobre a variação do preço dos combustíveis, e o <strong>Índice de Frete Edenred Repom (IFR),</strong> um estudo sobre o preço médio do frete e sua composição.</p>
<p>No mundo, a Edenred é a plataforma digital líder para serviços e meios de pagamento, que atua como a companhia diária para pessoas no trabalho, conectando mais de 60 milhões de usuários e mais de 2 milhões de comerciantes parceiros, em 45 países, por meio de aproximadamente 1 milhão de empresas-clientes.</p>
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