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	<title>Produtores &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Produtores &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Crise do diesel ameaça safra gaúcha: produtores rurais em alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 01:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores rurais do Rio Grande do Sul estão em estado de alerta devido à crescente escassez de diesel, um insumo crucial para a continuidade das atividades agrícolas no estado. As dificuldades no fornecimento deste combustível essencial ameaçam comprometer significativamente a colheita da safra de verão, que está em seu auge, especialmente para culturas como soja [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Produtores rurais do Rio Grande do Sul estão em estado de alerta devido à crescente escassez de diesel, um insumo crucial para a continuidade das atividades agrícolas no estado. As dificuldades no fornecimento deste combustível essencial ameaçam comprometer significativamente a colheita da safra de verão, que está em seu auge, especialmente para culturas como soja e arroz. A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) emitiu um comunicado expressando profunda preocupação com a situação atual. O cenário é particularmente crítico considerando que o Rio Grande do Sul é o principal produtor de arroz do país, responsável por cerca de 70% da produção nacional, e um forte participante na safra de soja, ambos impactando diretamente a economia local e nacional. A falta de entrega por transportadores revendedores retalhistas (TRRs) tem sido o ponto central das reclamações.</p>
<p> Escassez de combustível no campo gaúcho</p>
<p> O alerta da Farsul e o impacto na safra de verão<br />
A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) tornou pública sua grave preocupação com as interrupções no fornecimento de diesel, essenciais para o maquinário agrícola. Segundo a entidade, produtores rurais têm enfrentado a não entrega de combustíveis pelos Transportadores Revendedores Retalhistas (TRRs) nas últimas 48 horas, com indicativos de que o serviço não se normalizaria prontamente. Essa situação é alarmante, pois ocorre justamente no período de pico da colheita da safra de verão, quando a demanda por combustível para tratores, colheitadeiras e outros equipamentos é máxima.</p>
<p>O Rio Grande do Sul, fundamental na produção de alimentos do Brasil, tem sua economia agrícola diretamente impactada pela situação. A colheita de arroz, da qual o estado é responsável por cerca de 70% da produção nacional, e de soja, uma das principais commodities agrícolas, corre sério risco de atraso. A Farsul enfatiza que o prolongamento da exposição das lavouras a intempéries climáticas, em um estado que já acumulou perdas significativas devido a eventos climáticos recentes, pode gerar prejuízos ainda maiores. A não entrega do diesel pelos TRRs, empresas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) a adquirir e revender combustíveis a granel diretamente aos produtores, é atribuída a problemas que, supostamente, teriam origem nas refinarias, que teriam suspendido a distribuição sem aviso ou justificativa prévia. Os TRRs, além de revender, são responsáveis pelo armazenamento, transporte e controle de qualidade do combustível, configurando um elo vital na cadeia de abastecimento rural. A interrupção deste elo tem gerado angústia e prejuízos potenciais incalculáveis para a agricultura gaúcha.</p>
<p> Posições das autoridades e fornecedores</p>
<p> Divergências entre queixas e dados de abastecimento<br />
Em resposta às reclamações, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que está monitorando a situação desde que recebeu as primeiras notícias sobre &#8220;dificuldades pontuais&#8221; na aquisição de diesel por produtores rurais. Contudo, as averiguações técnicas da ANP apontam para uma realidade diferente daquela relatada pela Farsul. Segundo a agência reguladora, o Rio Grande do Sul possui estoques de diesel suficientes para garantir o abastecimento regular, e a produção e entrega do combustível estão ocorrendo normalmente pelo principal fornecedor da região.</p>
<p>A ANP ressalta que o estado gaúcho é, inclusive, um produtor de diesel, com volume de produção superior ao consumo, mantendo um nível de estoque regular. Diante disso, a agência não constatou justificativas técnicas ou operacionais que pudessem explicar uma eventual recusa no fornecimento do produto. Para esclarecer a situação, a ANP notificou formalmente as distribuidoras, exigindo informações detalhadas sobre seus volumes em estoque, os pedidos recebidos e, crucialmente, os pedidos que foram efetivamente aceitos. Além disso, a agência declarou que aumentos de preços injustificados no estado serão objeto de investigação em conjunto com órgãos de defesa do consumidor, reforçando o compromisso com a fiscalização do mercado.</p>
<p>Paralelamente, a Petrobras, procurada para comentar o assunto, reiterou por meio de nota que &#8220;não houve qualquer alteração em relação às entregas de diesel por parte de suas refinarias e que elas estão ocorrendo conforme o planejado&#8221;. A estatal enfatizou que as entregas de diesel destinadas ao Rio Grande do Sul &#8220;estão sendo realizadas dentro do volume programado&#8221;, contradizendo diretamente as queixas dos produtores sobre a suspensão da distribuição na origem. Essa dicotomia entre as queixas dos produtores e as informações dos órgãos reguladores e fornecedores levanta questões sobre onde reside o problema no fluxo de abastecimento.</p>
<p> Perspectivas e apelos por solução<br />
A crise no fornecimento de diesel no Rio Grande do Sul expõe uma complexa rede de desafios que permeiam a cadeia de abastecimento de combustíveis no país. Enquanto os produtores rurais, representados pela Farsul, enfrentam a iminente ameaça de prejuízos irreversíveis à safra de verão, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Petrobras afirmam que os estoques e a distribuição seguem regularidade. Essa disparidade de informações sugere que o problema pode estar em gargalos específicos na logística de entrega, talvez nas etapas intermediárias do processo, ou em falhas de comunicação que precisam ser rapidamente endereçadas. A urgência da situação é inegável, dado o papel vital da agricultura gaúcha na economia brasileira. A resolução exige transparência total e ações coordenadas entre todos os elos da cadeia – produtores, transportadores, distribuidoras e órgãos reguladores – para evitar um colapso que pode afetar não apenas o agronegócio local, mas também o abastecimento alimentar e a estabilidade econômica em escala nacional.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>   Qual é o principal problema enfrentado pelos produtores rurais do Rio Grande do Sul?<br />
    Os produtores rurais gaúchos estão enfrentando a escassez de óleo diesel, essencial para o maquinário agrícola, o que ameaça a colheita da safra de verão, especialmente de soja e arroz. A falta de entrega por Transportadores Revendedores Retalhistas (TRRs) tem sido o foco das reclamações.</p>
<p>   Como a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Petrobras responderam às reclamações?<br />
    A ANP, após monitoramento, informou que o Rio Grande do Sul possui estoques suficientes de diesel e que a produção e entrega do combustível estão regulares. A agência notificou distribuidoras para esclarecimentos e investigará aumentos injustificados de preços. A Petrobras, por sua vez, garantiu que suas entregas de diesel estão ocorrendo conforme o planejado e dentro do volume programado para o estado.</p>
<p>   Qual o risco da falta de diesel para a economia gaúcha e nacional?<br />
    A falta de diesel atrasa a colheita, expondo as lavouras a intempéries e aumentando o risco de perdas em um estado já afetado por eventos climáticos. Isso pode gerar grandes prejuízos para o agronegócio gaúcho, que é responsável por 70% da produção de arroz do país, impactando a economia local, o abastecimento alimentar e a estabilidade econômica em nível nacional.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre a evolução desta crise e as medidas tomadas para garantir o abastecimento essencial do campo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Frutas e Bandeirantes: nova Rota da Cachaça celebra sabor e história em</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 11:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[cachaça]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de São Paulo lançou, em recente iniciativa, a sua quarta rota temática, desta vez dedicada a um dos destilados mais icônicos e antigos do Brasil: a cachaça. Após o sucesso das Rotas do Vinho, do Café e do Queijo, o foco agora se volta para a &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221;, um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de São Paulo lançou, em recente iniciativa, a sua quarta rota temática, desta vez dedicada a um dos destilados mais icônicos e antigos do Brasil: a cachaça. Após o sucesso das Rotas do Vinho, do Café e do Queijo, o foco agora se volta para a &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221;, um convite para explorar a rica história e o sabor autêntico dessa bebida que possui quase 500 anos de tradição. Abrangendo municípios estratégicos na região conhecida como Frutas e Bandeirantes, como Americana, Atibaia, Jundiaí, São Roque e Capivari, a iniciativa visa não apenas prestigiar os produtores, mas também fortalecer o turismo rural e a economia criativa, conectando visitantes a atrativos culturais e gastronômicos que celebram a cachaça como um verdadeiro símbolo nacional.</p>
<p> A nova rota: um mergulho na tradição e inovação</p>
<p>A &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221; representa um marco no cenário turístico e produtivo paulista, unindo a riqueza histórica da região com a excelência na produção de um destilado que é parte intrínseca da identidade brasileira. A iniciativa, coordenada pela Casa Civil do Governo de São Paulo, contou com a colaboração essencial de diversas pastas, incluindo as Secretarias de Turismo e Viagens; de Agricultura e Abastecimento; de Cultura e Economias Criativas; de Desenvolvimento Econômico e da Invest SP. Essa colaboração intersetorial reforça o caráter abrangente do projeto, que busca não apenas impulsionar a produção, mas também valorizar o patrimônio cultural e o potencial turístico das comunidades envolvidas.</p>
<p>A rota foi cuidadosamente planejada para oferecer uma experiência imersiva, revelando a fusão entre técnicas ancestrais e inovações contemporâneas na elaboração da cachaça. Os municípios de Americana, Atibaia, Jundiaí, São Roque e Capivari, pilares dessa nova jornada, foram escolhidos por abrigarem produtores com histórias e características singulares, que refletem a diversidade e a paixão pela cachaça paulista. Cada parada na rota é uma oportunidade de aprender sobre o processo de destilação, a maturação e as particularidades de cada alambique, além de degustar as nuances aromáticas e gustativas que tornam a cachaça um universo de sabores a ser explorado. O projeto promete ser um catalisador para o desenvolvimento local, gerando empregos, renda e fortalecendo a cadeia produtiva e turística.</p>
<p> Tesouros artesanais: os protagonistas da rota</p>
<p>O verdadeiro coração da &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221; reside em seus produtores, guardiões de saberes e sabores que são passados de geração em geração. Dentre os destaques, o charmoso Engenho Fazenda Velha, situado em Americana, é um exemplo vívido da preservação de técnicas centenárias, onde a tradição se encontra em cada gota. Em Artur Nogueira, o Alambique Almeida Valente encanta pela dedicação e pela qualidade de sua produção, mantendo viva a chama da destilação artesanal.</p>
<p>Na pitoresca Atibaia, a Fazenda Paraíso convida os visitantes a desvendar os segredos de sua cachaça artesanal, produzida com esmero e um toque de magia campestre. Já Capivari abriga o sofisticado Villaggio De Simoni, uma verdadeira referência em qualidade e inovação, demonstrando como a cachaça paulista pode atingir padrões de excelência internacional. Outros nomes que engrandecem significativamente a rota incluem o Alambique JP, localizado em Itupeva, conhecido por sua hospitalidade e produtos de alta qualidade. O histórico Alambique Zanoni, em Jarinú, oferece uma viagem no tempo, com instalações que contam histórias de décadas de dedicação. Em Jundiaí, o Alambique Velho Sonho, como o próprio nome sugere, materializa a paixão em um destilado marcante. E, para coroar a lista, a premiada Destilaria Santa Capela, em Santa Bárbara d’Oeste, eleva o patamar da cachaça com seus produtos reconhecidos por sua excelência. Esses estabelecimentos não são apenas pontos de venda, mas sim centros de experiência, onde a cultura da cachaça é celebrada em sua plenitude, com degustações, visitas guiadas e contato direto com os mestres alambiqueiros.</p>
<p> São Paulo na liderança nacional da cachaça</p>
<p>A &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221; é parte integrante de um projeto muito maior e ambicioso do estado: as &#8220;Rotas da Cachaça&#8221;, que compreendem um total de oito circuitos espalhados por 65 municípios paulistas. Essa iniciativa demonstra o compromisso do Governo de São Paulo em fortalecer não apenas o turismo rural, mas também toda a economia criativa associada à produção da cachaça. O estado tem se consolidado como um polo de excelência, liderando as exportações nacionais da bebida e concentrando impressionantes 46% da produção brasileira. Essa supremacia é reflexo de um setor que soube aliar a tradição secular com a inovação constante, resultando em destilarias modernas e eficientes, mas que nunca perdem de vista a essência artesanal.</p>
<p>A importância da cachaça para São Paulo e para o Brasil foi reiterada por Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens, que afirmou: “Cada produtor desta rota é um símbolo da tradição paulista e da excelência na produção artesanal. É uma experiência que conecta história, natureza e gastronomia”. Sua declaração sublinha o potencial da rota em oferecer mais do que uma simples degustação, proporcionando uma jornada cultural e sensorial completa aos visitantes.</p>
<p>Dados do Anuário da Cachaça 2025, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, revelam a vitalidade do setor: existem 1.266 estabelecimentos elaboradores de cachaça registrados em todo o Brasil. Dentro desse cenário nacional, São Paulo se destaca ainda mais, tendo experimentado um crescimento notável de 5,9% nos registros de estabelecimentos em 2024, um indicativo claro de um setor em plena expansão e com grande potencial de crescimento.</p>
<p> O impacto econômico e cultural do destilado brasileiro</p>
<p>A cachaça, mais do que uma bebida, é um patrimônio cultural e um motor econômico significativo para diversas regiões do país, e especialmente para São Paulo. O incentivo ao turismo rural através das rotas temáticas gera um fluxo de visitantes que impacta positivamente a economia local, movimentando hotéis, restaurantes, lojas de artesanato e outros serviços. A valorização dos produtores artesanais e a promoção de suas cachaças no mercado nacional e internacional contribuem para a sustentabilidade de pequenos e médios negócios, além de preservar métodos de produção que são parte da história brasileira.</p>
<p>Culturalmente, a cachaça é um elo com o passado, com as fazendas coloniais e com a própria formação da identidade nacional. Ela está presente em manifestações folclóricas, na culinária típica e nas celebrações populares. A &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221; não é apenas um percurso geográfico, mas uma ponte que conecta o consumidor a essa rica tapeçaria cultural, permitindo que cada gole conte uma história, seja da terra que a produziu, das mãos que a destilaram ou do espírito bandeirante que explorou e moldou o interior paulista. É um reconhecimento do papel da cachaça como um embaixador do Brasil no mundo, capaz de despertar o interesse e a admiração pela autenticidade e complexidade de seu sabor e história.</p>
<p> A cachaça paulista: um patrimônio a ser explorado</p>
<p>A &#8220;Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes&#8221; é um convite irrecusável para desvendar os sabores e as histórias que permeiam a produção de cachaça em São Paulo. Essa nova rota temática não apenas celebra a excelência dos produtores locais, mas também solidifica o estado como um polo de turismo rural e cultural, onde a tradição e a inovação se encontram para oferecer experiências únicas. É a oportunidade perfeita para mergulhar na cultura paulista, apreciar paisagens deslumbrantes e, claro, degustar o destilado que é a cara do Brasil. Uma jornada que conecta o visitante ao coração da terra e ao legado de seus pioneiros.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a rota da cachaça</p>
<p>1. O que é a Rota da Cachaça: Frutas e Bandeirantes?<br />
É a quarta rota temática lançada pelo Governo de São Paulo, focada na valorização da cachaça e do turismo rural. Ela abrange municípios da região conhecida como Frutas e Bandeirantes, reunindo produtores tradicionais e atrativos culturais ligados à bebida.</p>
<p>2. Quais municípios e produtores fazem parte dessa rota?<br />
Os municípios são Americana, Atibaia, Jundiaí, São Roque e Capivari. Dentre os produtores destacados estão o Engenho Fazenda Velha (Americana), Alambique Almeida Valente (Artur Nogueira), Fazenda Paraíso (Atibaia), Villaggio De Simoni (Capivari), Alambique JP (Itupeva), Alambique Zanoni (Jarinú), Alambique Velho Sonho (Jundiaí) e Destilaria Santa Capela (Santa Bárbara d’Oeste).</p>
<p>3. Qual a importância de São Paulo para a produção de cachaça no Brasil?<br />
São Paulo é líder nacional na exportação de cachaça e concentra 46% da produção brasileira. O estado tem demonstrado um crescimento significativo no número de estabelecimentos produtores, destacando-se pela união entre tradição e inovação na elaboração de destilados de alta qualidade.</p>
<p>4. Como a Rota da Cachaça contribui para a economia local?<br />
A rota fortalece o turismo rural, gerando fluxo de visitantes que impulsionam a economia local através de hospedagem, gastronomia, artesanato e outros serviços. Além disso, valoriza os produtores artesanais e fortalece a cadeia produtiva da cachaça, criando empregos e renda.</p>
<p>Descubra o mapa de sabores e histórias da cachaça paulista! Planeje sua visita e vivencie uma experiência autêntica, conectando-se com a tradição e a inovação dos alambiques de São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Começa a sangria nos seringais de sp, impulsionando a economia paulista</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/comeca-a-sangria-nos-seringais-de-sp-impulsionando-a-economia-paulista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2025 11:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seringais do Noroeste Paulista retomam a atividade com a chegada das chuvas, injetando ânimo na economia rural. Em Neves Paulista (SP), uma usina de borracha intensifica a produção, esperando um crescimento de até 15% nesta safra. O produtor Kauê Sabino administra 900 mil pés de seringueiras distribuídos em 25 propriedades. No ano passado, sua produção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seringais do Noroeste Paulista retomam a atividade com a chegada das chuvas, injetando ânimo na economia rural. Em Neves Paulista (SP), uma usina de borracha intensifica a produção, esperando um crescimento de até 15% nesta safra.</p>
<p>O produtor Kauê Sabino administra 900 mil pés de seringueiras distribuídos em 25 propriedades. No ano passado, sua produção atingiu uma média de cinco a seis quilos por árvore, totalizando cerca de cinco mil toneladas. O agrônomo Leandro Dias avalia que as condições climáticas favoráveis e o desenvolvimento saudável das árvores sinalizam uma safra promissora.</p>
<p>Apesar das perspectivas positivas no campo, paira uma incerteza sobre os produtores, em grande parte devido às tarifas impostas pelos Estados Unidos e ao aumento das importações brasileiras, fatores que exercem pressão sobre o setor e impactam o preço da borracha natural.</p>
<p>Noêmia Rollemberg Hansen, outra produtora, viu-se forçada a eliminar metade das 120 mil seringueiras de sua fazenda e agora busca formas de evitar ou minimizar as perdas.</p>
<p>Fábio Tônus, diretor executivo da Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor), acredita que o período mais crítico já passou e prevê uma recuperação no valor do quilo da borracha, que atualmente está cotado a R$ 4,50. Ele manifesta otimismo em relação ao futuro do setor, apesar dos desafios enfrentados pelos produtores.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produtores e artistas de Cotia têm até 8/09 para se inscreverem ao maior festival de economia criativa da região</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 14:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[ARTISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 2º Conisud Revela Sudoeste acontecerá em outubro com a participação de expositores de diversos municípios. Neste ano, o evento será em São Lourenço da Serra Artistas, artesãos, mestres da cultura tradicional, produtores locais e da área da gastronomia de Cotia têm até o dia 8 de setembro de 2025 para fazer a inscrição [link [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 400;"><strong><em>O 2º Conisud Revela Sudoeste acontecerá em outubro com a participação de expositores de diversos municípios. Neste ano, o evento será em São Lourenço da Serra</em></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Artistas, artesãos, mestres da cultura tradicional, produtores locais e da área da gastronomia de Cotia têm até o dia 8 de setembro de 2025 para fazer a inscrição [link abaixo] na 2ª edição do Conisud Revela Sudoeste &#8211; maior festival de economia criativa e cultural da região. Com a participação de expositores de diversos municípios, neste ano o evento acontecerá na cidade de São Lourenço na Serra, no dia 25 de outubro de 2025. </span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Leia a matéria completa em: </span></strong><a href="https://cotia.sp.gov.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cotia.sp.gov.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/&amp;source=gmail&amp;ust=1756995135593000&amp;usg=AOvVaw0JsUWq02JObP0mhJg3fTtq" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">https://cotia.sp.gov.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/</a></p>
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