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	<title>Professora &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Professora &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Proprietários de academia indiciados por homicídio doloso em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 16:01:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A trágica morte de uma professora de natação e a intoxicação de outras seis pessoas em uma academia na zona leste de São Paulo resultaram em um grave indiciamento por homicídio doloso contra os três proprietários do estabelecimento. O caso, que chocou a comunidade, revela sérias falhas na segurança e na operação do local. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A trágica morte de uma professora de natação e a intoxicação de outras seis pessoas em uma academia na zona leste de São Paulo resultaram em um grave indiciamento por homicídio doloso contra os três proprietários do estabelecimento. O caso, que chocou a comunidade, revela sérias falhas na segurança e na operação do local. A investigação da Polícia Civil aponta para uma série de negligências, incluindo o manuseio inadequado de produtos químicos e a falta de alvará de funcionamento, levantando questões cruciais sobre a responsabilidade empresarial e a proteção dos frequentadores de espaços públicos. Este incidente levanta um alerta sobre a necessidade de rigor na fiscalização de estabelecimentos que oferecem atividades com risco potencial, garantindo que todas as medidas de segurança sejam estritamente seguidas para evitar novas tragédias.</p>
<p> Acidente fatal e a investigação policial</p>
<p> Detalhes da tragédia e o drama das vítimas</p>
<p>Naquele sábado fatídico, a professora de natação Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, ministrava sua aula na academia C4 Gym, localizada na zona leste de São Paulo, quando, de repente, começou a sentir-se mal. Os sintomas, rapidamente debilitantes, indicavam uma grave intoxicação. Juliana foi prontamente socorrida e levada a um hospital, onde, infelizmente, sofreu uma parada cardíaca e veio a falecer. A tragédia, no entanto, não se limitou a ela. Outras seis pessoas, incluindo o marido da professora, também foram vítimas da mesma intoxicação. Destas, quatro permanecem internadas, algumas em estado grave, lutando pela recuperação e enfrentando as consequências severas do incidente. O drama se estende às famílias, que agora buscam respostas e justiça diante de uma perda tão repentina e evitável. A comunidade local e os familiares das vítimas clamam por uma apuração rigorosa para que os responsáveis sejam devidamente penalizados e que medidas preventivas sejam implementadas em outros estabelecimentos.</p>
<p> O indiciamento por homicídio doloso</p>
<p>Após uma investigação minuciosa, a Polícia Civil concluiu que os três proprietários da academia C4 Gym devem ser responsabilizados criminalmente pela morte de Juliana Faustino Bassetto e pela intoxicação das demais vítimas. O indiciamento por homicídio doloso, caracterizado quando há intenção de matar ou quando se assume o risco de produzir o resultado morte, é uma acusação grave que recai sobre os donos. A polícia entende que as falhas e negligências na gestão e operação do estabelecimento foram tão flagrantes que os proprietários assumiram o risco de um desfecho fatal ao permitir tais condições. Este tipo de indiciamento sublinha a gravidade das omissões e decisões que levaram ao incidente, indicando que os responsáveis deveriam ter previsto e evitado o perigo iminente.</p>
<p> Falhas operacionais e a falta de segurança</p>
<p> Manuseio inadequado de produtos químicos</p>
<p>As investigações revelaram uma sucessão de erros críticos no manuseio de produtos químicos na academia. Um funcionário do estabelecimento foi incumbido de preparar cloro para ser adicionado à água da piscina. Contudo, as informações apuradas indicam que este empregado não possuía a qualificação necessária para a função de piscineiro, profissional treinado para lidar com produtos químicos e manutenção de piscinas. Mais alarmante ainda é o fato de que, mesmo sem utilizar o produto na piscina, o funcionário deixou o material em um local inadequado, próximo às pessoas que frequentavam o espaço. A inalação dos vapores químicos liberados pelo cloro concentrado foi a causa direta da intoxicação e da morte da professora Juliana. Este cenário destaca a falta de treinamento, de supervisão e o desrespeito a normas básicas de segurança que regem o manuseio de substâncias potencialmente perigosas, expondo os usuários a riscos desnecessários e catastróficos.</p>
<p> Irregularidades na academia C4 Gym</p>
<p>Além do manuseio negligente de produtos químicos, a investigação da Polícia Civil trouxe à tona outra irregularidade de peso: a academia C4 Gym operava sem o devido alvará de funcionamento. Este documento é fundamental e atesta que o estabelecimento cumpre todas as exigências legais e de segurança para operar publicamente. A ausência do alvará é um indicativo de que a academia não estava em conformidade com as normas sanitárias, estruturais e de segurança exigidas pelas autoridades, o que pode ter contribuído para o cenário de risco que resultou na tragédia. A falta de licenciamento pode significar que as instalações não foram inspecionadas quanto à adequação de equipamentos, sistemas de ventilação, procedimentos de emergência e qualificação de pessoal. Diante da descoberta, o Ministério Público de São Paulo demonstrou preocupação e já iniciou um processo para averiguar se as outras unidades da rede C4 Gym estão devidamente regularizadas e em conformidade com a legislação vigente, levantando a possibilidade de um problema sistêmico na gestão da rede.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O trágico episódio na academia C4 Gym, que culminou com a morte de uma professora e a intoxicação de outros frequentadores, sublinha a gravidade da negligência e da falta de responsabilidade empresarial. O indiciamento dos proprietários por homicídio doloso é um passo crucial na busca por justiça e um alerta contundente sobre a importância da conformidade com as normas de segurança e a qualificação profissional em estabelecimentos que lidam com a saúde e bem-estar do público. A investigação revela falhas operacionais e administrativas que não podem ser toleradas. Este caso serve como um lembrete severo para todos os operadores de negócios sobre as consequências de ignorar a segurança e as regulamentações, impactando vidas e exigindo uma reflexão sobre a fiscalização e a legislação aplicáveis.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que significa o indiciamento por homicídio doloso neste caso?<br />
O indiciamento por homicídio doloso significa que a Polícia Civil considerou que os proprietários da academia agiram com intenção de matar ou, no mínimo, assumiram o risco de causar a morte da professora e as intoxicações, dada a gravidade das negligências e falhas de segurança encontradas.</p>
<p>Quais foram as principais falhas apontadas na investigação?<br />
As principais falhas incluem o manuseio inadequado de cloro por um funcionário não qualificado, o posicionamento do produto químico próximo a pessoas, levando à inalação de vapores tóxicos, e, crucialmente, a operação da academia sem o devido alvará de funcionamento, indicando falta de conformidade com normas de segurança.</p>
<p>Qual a situação das outras vítimas intoxicadas?<br />
Além da professora que faleceu, outras seis pessoas foram intoxicadas. O marido da professora está entre elas e permanece internado em estado grave. No total, quatro das vítimas ainda seguem internadas, recebendo tratamento e se recuperando dos efeitos da intoxicação.</p>
<p>Para acompanhar as atualizações sobre este caso e garantir a segurança em espaços públicos, mantenha-se informado e questione as medidas de segurança dos estabelecimentos que você frequenta.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Professora de Cotia lança livro e defende Educação Antirracista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 13:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia da consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Antirracista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A professora Ana Cristina Batista da Silva, da EM Franscisco Camilo, no Jardim Santa Ângela, lançou o livro “O menino e o sol, uma história de cor e calor”. A obra, ilustrada por Carlos Alberto Ribeiro, é cheia de ritmo e rimas, mais parece um poema. E narra a história real e emocionante do pequeno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>A professora Ana Cristina Batista da Silva, da EM Franscisco Camilo, no Jardim Santa Ângela, lançou o livro “O menino e o sol, uma história de cor e calor”.</em></strong></h4>
<p>A obra, ilustrada por Carlos Alberto Ribeiro, é cheia de ritmo e rimas, mais parece um poema. E narra a história real e emocionante do pequeno Vinícius, um garoto de 10 anos que vivia triste e oprimido na escola por sofrer racismo.</p>
<p>Durante a Conferência da Primeira Infância que aconteceu em Cotia, a professora contou que o garoto tímido vivia compelido a usar sempre blusa de frio e gorro. E foi em uma aula de educação antirracista ministrada por ela, que ele criou coragem de contar que a blusa e o gorro que ele usava, mesmo nos dias de muito calor, era para esconder sua pele negra devido ao racismo que sofria.</p>
<p>E foi a atuação da professora de educação antirracista, com escuta, diálogo que ajudou Vinicius a se libertar daquela dor.</p>
<p>“No nosso diálogo, comparei sua cor com a do amor, disse a ele que era lindo, um verdadeiro esplendor, e que um dia o racismo haveria de acabar, mas para isso, ele precisaria estudar. Pois a maior arma contra o racismo é a informação que só pode ser adquirida por meio da Educação!”</p>
<p>E aos poucos o garoto mudou de atitude, tirou a blusa e o gorro que escondia sua cor e superou a sua dor.</p>
<h4>Quem é Ana Cristina Batista</h4>
<p>Professora há 23 anos, dos quais 20 dando aulas em Cotia, na Escola Francisco Camilo, Ana Cristina dedica-se ao Ensino Infantil e Fundamental I. É licenciada em Pedagogia pela Universidade de Araras e pós graduada em Curriculo e Práticas Docentes (Instituto Paulo Freire) e em Africanidades e Cultura Afro Brasileira (Anhanguera). Defende a Educação Antirracista como dever moral e social, conforme a Lei 11.645/03, com foco no fortalecimento das relações étnico-raciais e no combate ao racismo, especialmente no ambiente escolar.</p>
<p>A professora também é autora do livro Sementes da África, também inspirado em sua vivência em sala de aula.</p>
<p>O livro “O menino e Sol – uma história de cor e calor”, foi uma publicação independente e pode ser adquirido diretamente com a professora. Valor R$ 35,00.</p>
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		<title>Professora da Secretaria de Esportes de Barueri é vice-campeã brasileira de taekwondo </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Sep 2023 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 16 e 17 de agosto aconteceu o Super Campeonato Brasileiro de Taekwondo, realizado na cidade de Fortaleza- CE, e mais uma vez Barueri estava bem representada. Marina Beatriz Pereira de Oliveira, de 25 anos, é professora e atleta das Escolas de Esportes da Prefeitura e, com muita determinação, foi até o Nordeste [&#8230;]</p>
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<p><span lang="PT-BR">Entre os dias 16 e 17 de agosto aconteceu o Super Campeonato Brasileiro de Taekwondo, realizado na cidade de Fortaleza- CE, e mais uma vez Barueri estava bem representada. Marina Beatriz Pereira de Oliveira, de 25 anos, é professora e atleta das Escolas de Esportes da Prefeitura e, com muita determinação, foi até o Nordeste do Brasil para consagrar-se a segunda melhor atleta do País na modalidade. Beatriz disputou na categoria Feminino +73kg contra a paulista Larissa de Souza Pirola, atual campeã.</span></p>
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<p><span lang="PT-BR">Segundo Bea, como é chamada, a competição tem uma visibilidade grande dentro do meio do Taekwondo, o que permite uma experiência incrível. “Apesar de não ter conquistado o lugar mais alto do pódio, estou orgulhosa do quanto eu cresci de um ano pro outro. O plano agora é continuar treinando firme, mês que vem disputo meu primeiro campeonato internacional e o objetivo é trazer mais uma medalha pra casa”, afirma.</span></p>
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<p><span lang="PT-BR">“Barueri foi crucial nesse processo. A Secretaria de Esportes está de parabéns, pois é tudo pensado no melhor para os atletas, toda a estrutura física dos complexos esportivos, juntamente com os profissionais (preparadores físicos, nutricionistas, fisioterapeutas), são todos excelentes e nos incentivam a dar o melhor e chegar em lugares cada vez mais altos”, emociona-se a professora e atleta.</span></p>
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		<title>Professora morre após ataque em escola estadual em SP; além de ter mais três pessoas feridas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/professora-morre-apos-ataque-em-escola-estadual-em-sp-alem-de-ter-mais-tres-pessoas-feridas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 15:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[escola]]></category>
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		<category><![CDATA[Professora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã desta segunda-feira, 27, quatro professoras e um aluno foram esfaqueado dentro da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, segundo o governo de São Paulo. Uma das professoras morreu. Elisabete Tenreiro, 71 anos, teve uma parada cardíaca e morreu no Hospital Universitário, da USP. Inicialmente, a polícia havia informado que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta segunda-feira, 27, quatro professoras e um aluno foram esfaqueado dentro da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, segundo o governo de São Paulo. Uma das professoras morreu.</p>
<p>Elisabete Tenreiro, 71 anos, teve uma parada cardíaca e morreu no Hospital Universitário, da USP.</p>
<p>Inicialmente, a polícia havia informado que dois alunos tinham sido atingidos. Um deles, porém, foi socorrido em estado de choque, mas sem ferimentos. A outra criança ferida sofreu um corte no braço e foi levada a um hospital da região. Segundo a mãe de outro aluno, ele tentou salvar uma das professoras e ficou ferido superficialmente.</p>
<p>Uma das professoras foi levada para o Hospital das Clínicas e o outra para o Hospital Bandeirantes.</p>
<p>O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) que cumpre agenda fora do país, lamentou por meio das redes sociais “Não tenho palavras para expressar a minha tristeza”, escreveu ele.</p>
<p>O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), também lamentou o ataque. “Uma tragédia que nos deixa sem palavras”, disse.</p>
<div class="wp-block-image">
<p>A Polícia Militar foi acionada e a Civil investiga os fatos. O jovem de 13 anos de idade foi apreendido. Os secretários de Estado da Educação, Renato Feder, e da Segurança, Guilherme Derrite, foram na escola para tomar as primeiras medidas e prestar apoio a professores, familiares e alunos.</p>
<p>Os secretários de Estado da Educação, Renato Feder, e da Segurança Pública, Guilherme Derrite, vão conceder entrevista coletiva nesta segunda-feira (27), às 15h, para atualizar a situação da Escola Estadual Thomazia Montoro, em São Paulo.</p>
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