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	<title>Publicidade &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Padilha defende normas de publicidade para apostas online como as do cigarro</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 14:42:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reiterou recentemente em São Paulo a necessidade urgente de regulamentar a publicidade das bets e de outras plataformas de apostas online. A preocupação central do governo está focada em mitigar a propagação do vício em jogos, uma questão que, segundo o ministro, configura um grave problema de saúde pública. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reiterou recentemente em São Paulo a necessidade urgente de regulamentar a publicidade das bets e de outras plataformas de apostas online. A preocupação central do governo está focada em mitigar a propagação do vício em jogos, uma questão que, segundo o ministro, configura um grave problema de saúde pública. Padilha defende que as medidas restritivas aplicadas à publicidade de apostas devem espelhar as normas estabelecidas para o controle do tabagismo, que incluem severas proibições de marketing. Esta posição reflete um esforço contínuo para proteger a população dos riscos inerentes ao fácil acesso e à promoção intensiva de jogos de azar.</p>
<p> A urgência na regulamentação da publicidade de apostas online</p>
<p>Em declarações recentes, feitas após um evento em São Paulo que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Alexandre Padilha sublinhou a importância de abordar as apostas online sob a ótica da saúde pública. Para ele, a estratégia de enfrentamento do vício em jogos deve seguir um modelo similar ao adotado com o cigarro, especialmente no que tange à publicidade. Esta abordagem visa não apenas restringir o acesso, mas também desincentivar o consumo por meio de uma diminuição drástica da exposição a campanhas de marketing agressivas.</p>
<p>O governo já obteve um avanço significativo ao implementar barreiras que impedem o acesso de crianças e adolescentes a essas plataformas. Contudo, Padilha enfatiza que é preciso &#8220;dar um passo além&#8221; no Congresso Nacional, com a aprovação de legislações que estabeleçam proibições mais amplas na publicidade. A expectativa é que, ao equiparar as regras de promoção das apostas às do cigarro, seja possível reduzir o alcance e a atratividade desses jogos, diminuindo, consequentemente, o número de novos viciados e os impactos negativos na saúde mental e financeira da população.</p>
<p> O paralelo com a indústria do tabaco</p>
<p>A analogia com a indústria do tabaco é central na argumentação do ministro da Saúde. Padilha relembrou o histórico da regulamentação do cigarro no Brasil, que passou por um processo gradual de restrição de publicidade. No passado, campanhas de tabaco eram veiculadas em horários nobres na televisão, patrocinavam eventos esportivos de grande porte, como a Fórmula 1, e eram amplamente aceitas. Contudo, o reconhecimento dos danos severos à saúde pública levou à progressiva proibição de sua publicidade, culminando nas restrições atuais que incluem imagens de advertência e a completa ausência de propaganda em diversos meios.</p>
<p>Para Padilha, o problema das apostas online apresenta uma dimensão de vício comparável à do cigarro. A facilidade de acesso, a ubiquidade da publicidade em mídias digitais e tradicionais, e a promessa de ganhos rápidos criam um ambiente propício para o desenvolvimento de dependência. Ao proibir a publicidade das bets, o governo busca romper esse ciclo, protegendo especialmente as camadas mais vulneráveis da sociedade que podem ser facilmente seduzidas e endividadas por essas práticas.</p>
<p> Os impactos na saúde pública e social</p>
<p>O vício em apostas online é um problema crescente que gera múltiplos impactos negativos na saúde pública e na estrutura social. Indivíduos afetados podem desenvolver transtornos de ansiedade, depressão e outras condições psiquiátricas, além de enfrentar sérios problemas financeiros que frequentemente resultam em endividamento, falência pessoal e familiar. Estudos recentes têm demonstrado o alto custo social e financeiro associado ao vício em jogos de azar, refletindo-se em perdas produtivas, demandas por tratamento de saúde mental e o agravamento de desigualdades sociais.</p>
<p>A proliferação desenfreada da publicidade de apostas online contribui diretamente para a escalada desses problemas, tornando-se um fator de risco significativo para a saúde mental coletiva. A proposta de Padilha, ao restringir a publicidade, visa não apenas tratar as consequências do vício, mas principalmente atuar na prevenção, diminuindo a exposição e o estímulo a um comportamento potencialmente prejudicial. O objetivo é construir uma sociedade mais resiliente e protegida contra a exploração da vulnerabilidade humana pelo apelo ao jogo.</p>
<p> Fiscalização de medicamentos e farmácias de manipulação</p>
<p>Além da questão das apostas online, o ministro da Saúde abordou outro tema relevante para a saúde pública: o aumento da fiscalização sobre as chamadas &#8220;canetas emagrecedoras&#8221;. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem intensificado o monitoramento desses medicamentos, que se tornaram populares como auxiliares na perda de peso. No entanto, Padilha expressou uma preocupação adicional que exige atenção especial.</p>
<p> O desafio das &#8220;canetas emagrecedoras&#8221;</p>
<p>As &#8220;canetas emagrecedoras&#8221;, que geralmente contêm princípios ativos como a semaglutida ou liraglutida, são medicamentos injetáveis que, quando usados sob prescrição médica, podem auxiliar no controle do peso e de condições como o diabetes tipo 2. No entanto, o seu uso indiscriminado e a manipulação inadequada representam riscos significativos à saúde dos pacientes. A preocupação do ministro centra-se na prática de algumas farmácias de manipulação que têm produzido e comercializado versões desses medicamentos sem seguir os padrões rigorosos exigidos da indústria farmacêutica.</p>
<p>O aumento da demanda por esses produtos e a busca por alternativas mais acessíveis têm impulsionado algumas farmácias a operar em uma escala que desafia os limites de sua função tradicional. Essa situação levanta questões sobre a qualidade, a segurança e a eficácia dos medicamentos manipulados, que podem não conter as doses corretas dos princípios ativos, ou mesmo estar contaminados, colocando em risco a saúde dos consumidores.</p>
<p> A necessidade de padrões industriais</p>
<p>Padilha argumentou que algumas dessas farmácias de manipulação têm se transformado em verdadeiras &#8220;indústrias&#8221; na prática, e, como tal, precisam ser submetidas às mesmas regras e fiscalizações rigorosas que as indústrias farmacêuticas tradicionais. Isso inclui a adesão a Boas Práticas de Fabricação (BPF), controle de qualidade, e testes de estabilidade e pureza, que são essenciais para garantir a segurança e a eficácia de qualquer medicamento.</p>
<p>A visão do ministro é que a equivalência regulatória é fundamental para assegurar que a população tenha acesso a produtos seguros e de qualidade, independentemente de serem fabricados por grandes indústrias ou por farmácias de manipulação. A Anvisa, portanto, é chamada a ampliar não apenas a fiscalização dos produtos finais, mas também o acompanhamento dos processos produtivos e das instalações dessas farmácias, para garantir que cumpram todas as exigências sanitárias.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A defesa do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em torno da regulamentação da publicidade de apostas online, equiparando-a às restrições do cigarro, é um marco importante na abordagem governamental de questões de saúde pública contemporâneas. A iniciativa visa combater o vício em jogos e os seus vastos impactos sociais e econômicos. Paralelamente, a intensificação da fiscalização sobre as &#8220;canetas emagrecedoras&#8221; e o apelo por padrões industriais para farmácias de manipulação reforçam o compromisso do governo com a segurança e a qualidade dos medicamentos oferecidos à população. Ambas as frentes demonstram uma preocupação ativa em proteger a saúde dos cidadãos brasileiros contra práticas que podem ser prejudiciais, seja por meio do marketing excessivo ou pela produção inadequada de produtos de saúde.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que o ministro Padilha defende em relação às apostas online?<br />
O ministro Alexandre Padilha defende a regulamentação da publicidade das apostas online, propondo que as regras de restrição sejam semelhantes às aplicadas à propaganda de cigarros, a fim de combater o vício e proteger a saúde pública.</p>
<p>Qual a semelhança entre a publicidade de bets e a do cigarro, segundo o ministro?<br />
Segundo Padilha, o problema do vício em apostas online tem a mesma dimensão do vício em cigarro. Ele compara a exposição maciça e a atratividade da publicidade atual das bets com a forma como o tabaco era promovido no passado, incluindo patrocínios esportivos e fácil acesso.</p>
<p>Quais as preocupações do governo com as &#8220;canetas emagrecedoras&#8221;?<br />
O governo, por meio da Anvisa e na voz do ministro Padilha, expressa preocupação com o aumento da fiscalização sobre as &#8220;canetas emagrecedoras&#8221; e, principalmente, com a atuação de farmácias de manipulação que fabricam esses produtos. A demanda é que essas farmácias sigam as mesmas regras rigorosas de qualidade e segurança impostas às grandes indústrias farmacêuticas.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as últimas regulamentações e discussões que moldam a saúde pública no Brasil. Acompanhe nossos próximos artigos para análises aprofundadas e notícias atualizadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Alesp aprova projeto que proíbe publicidade de bebidas alcoólicas no Metrô e na CPTM </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 17:11:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> Proposta foi aprovada pela Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Alesp; colegiado também deu aval à medida que obriga adaptações para acessibilidade no transporte intermunicipal O projeto que proíbe a publicidade de bebidas alcoólicas no Metrô e na CPTM avançou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O PL 206/2017 recebeu, nesta quarta-feira (29), o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong> Proposta foi aprovada pela Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Alesp; colegiado também deu aval à medida que obriga adaptações para acessibilidade no transporte intermunicipal</strong></em></h4>
<p>O projeto que proíbe a publicidade de bebidas alcoólicas no Metrô e na CPTM avançou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000035467" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000035467&amp;source=gmail&amp;ust=1761926438764000&amp;usg=AOvVaw1Zv08kwgIZXxsri95uT9Mg"><u>PL 206/2017</u></a> recebeu, nesta quarta-feira (29), o aval da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais (CAMM) e segue tramitando na Casa.<br />
De autoria do ex-deputado <strong>Cezinha de Madureira</strong>, a proposta pensa na circulação de crianças e jovens nas estações e busca evitar que as empresas públicas incentivem o consumo de álcool na juventude. O ex-parlamentar cita estudos da Sociedade Brasileira de Pediatria que apontam que 40% dos adolescentes experimentam álcool entre 12 e 13 anos. &#8220;Essa publicidade acaba estimulando precocemente a ingestão de bebidas alcoólicas&#8221;, aponta ele, na justificativa do projeto.<br />
O PL avançou na Comissão após os deputados rejeitarem o relatório apresentado pelo deputado <strong>Rogério Santos (MDB)</strong> por sete votos a dois. A deputada <strong>Beth Sahão (PT)</strong> defendeu que não deve haver promoção de um hábito nocivo como o consumo de álcool. &#8220;A bebida alcoólica é viciante, como o cigarro e outras drogas. Então, temos que buscar cercear um pouco mais o consumo&#8221;, disse ela. A deputada citou a lei que proíbe propagandas de cigarro como exemplo a ser seguido.<br />
Voto vencido, o deputado <strong>Paulo Mansur (PL)</strong> foi contra o projeto afirmando que esse tipo de propaganda &#8220;movimenta o mercado publicitário&#8221;. &#8220;A publicidade de empresas legalizadas e que deixam bem claro que o consumo só é permitido a partir dos 18 anos gera emprego e paga impostos no anúncio. É uma cadeia que gera recursos e sou a favor da liberação da publicidade que seja legal&#8221;, afirmou o parlamentar.<br />
A deputada <strong>Ana Carolina Serra (Cidadania),</strong> presidente da CAMM, foi outra a votar favoravelmente ao PL e enalteceu o &#8220;debate saudável&#8221; realizado na Comissão acerca da proposta. &#8220;Nesse caso, ponderou-se aqui que a questão da saúde coletiva e a proteção das pessoas devem prevalecer frente a geração de renda dessas empresas&#8221;, comentou.<br />
<strong>Acessibilidade</strong><br />
Outra propositura que recebeu o aval da Comissão foi o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1166014" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1166014&amp;source=gmail&amp;ust=1761926438764000&amp;usg=AOvVaw0wCUylYBHltXk5n80n0Fra"><u>PL 785/2013</u></a>, que obriga empresas concessionárias de transporte intermunicipal a realizarem adaptações em seus veículos a fim de ampliar a acessibilidade. Entre as alterações que passarão a ser exigidas estão plataformas elevatórias e rampas de acesso veicular, além da eliminação de obstáculos internos.<br />
A norma prevê que as empresas promovam as mudanças em toda a frota de cada itinerário. O descumprimento da lei, caso seja aprovada e sancionada, acarretará em multa de cerca de R$ 75 mil às empresas.<br />
Na justificativa do projeto, o ex-deputado <strong>Fernando Capez</strong> ressalta que a Constituição Federal de 1988 e outras legislações supranacionais consolidam o entendimento de que pessoas com deficiência &#8220;têm os mesmos direitos humanos e liberdades fundamentais que as outras pessoas&#8221;.<br />
&#8220;A dificuldade encontrada por pessoas com deficiência é enorme, beirando a discriminação, como assistimos pasmos, através dos mais diversos meios de comunicação, situações vexatórias de pessoas tentando ingressar nos veículos que prestam transporte coletivo&#8221;, explica o ex-parlamentar.</p>
<h4><strong>Municipalidade</strong></h4>
<p>Durante a reunião, a CAMM ainda deu parecer favorável a dois projetos que abordam questões locais do Interior paulista. O primeiro, o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000597634" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000597634&amp;source=gmail&amp;ust=1761926438764000&amp;usg=AOvVaw38miTE4wnOTIKmODJccSCu"><u>PLC 3/2025</u></a>, do deputado <strong>Mauro Bragato (PSDB)</strong>, autoriza o Executivo a criar a Aglomeração Urbana de Presidente Prudente. O objetivo é proporcionar uma maior integração de 54 municípios da região, ajudando na articulação institucional para a resolução de problemas comuns.<br />
Recebeu também o aval o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000596107" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000596107&amp;source=gmail&amp;ust=1761926438764000&amp;usg=AOvVaw08mVn7qvKE7zfzC3LrZVF0"><u>PL 896/2024</u></a>, de autoria do deputado <strong>Rafa Zimbaldi (Cidadania)</strong>, que declara o município de Mococa como Capital do Peixe Panga BR. Segundo o deputado, o primeiro criatório da espécie do país surgiu na cidade.</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/alesp-aprova-projeto-que-proibe-publicidade-de-bebidas-alcoolicas-no-metro-e-na-cptm/">Alesp aprova projeto que proíbe publicidade de bebidas alcoólicas no Metrô e na CPTM </a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.life">Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</a>.</p>
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