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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Onda de calor no Rio de Janeiro: saúde pública registra 450 atendimentos</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 05:00:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro enfrenta uma severa onda de calor, que tem provocado um aumento alarmante nos atendimentos de saúde. Com temperaturas que superam os 40°C, o calor no Rio de Janeiro levou a um pico de quase 450 atendimentos diários nas unidades públicas municipais nos últimos três dias. Esse cenário coloca a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro enfrenta uma severa onda de calor, que tem provocado um aumento alarmante nos atendimentos de saúde. Com temperaturas que superam os 40°C, o calor no Rio de Janeiro levou a um pico de quase 450 atendimentos diários nas unidades públicas municipais nos últimos três dias. Esse cenário coloca a capital fluminense em Estágio 3 de alerta, indicando índices de calor alto e persistente. Os sintomas mais frequentemente registrados, como tontura, fraqueza e desmaios, evidenciam os perigos da exposição prolongada e da desidratação. Autoridades alertam para a gravidade da situação e reforçam a importância de medidas preventivas para proteger a população contra os efeitos adversos do clima extremo.</p>
<p> Impacto do calor na saúde pública fluminense</p>
<p> Surge de atendimentos e sintomas preocupantes<br />
A intensidade do calor tem pressionado o sistema de saúde do Rio de Janeiro. Nos dias 23, 24 e 25 de dezembro, a rede de urgência municipal registrou 1.347 atendimentos relacionados a quadros de saúde ligados às altas temperaturas, o que se traduz em uma média de quase 450 ocorrências por dia. Esse número alarmante destaca a vulnerabilidade da população aos extremos climáticos.</p>
<p>Os casos mais comuns que chegam às unidades de saúde incluem tontura, fraqueza e desmaios, frequentemente associados à desidratação e à exaustão pelo calor. Além disso, queimaduras solares também figuram entre as queixas, especialmente após dias de intensa exposição ao sol em praias e áreas abertas da cidade.</p>
<p>O alerta se estende por todo o estado. Entre 20 e 25 de dezembro, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em diversos municípios fluminenses atenderam 942 pessoas com sintomas diretamente ligados ao calor excessivo. A cidade do Rio de Janeiro, em particular, entrou em Estágio 3 de calor desde a véspera de Natal. Esse nível é caracterizado por temperaturas entre 36°C e 40°C com previsão de manutenção ou aumento por, no mínimo, três dias consecutivos. Com a expectativa de que a máxima atinja 40°C nesta sexta-feira e possa chegar a 41°C no domingo, a permanência do Estágio 3 é crucial para a orientação da população e mobilização dos serviços de emergência. A situação é agravada por um bloqueio atmosférico que impede a dissipação do calor, estendendo o alerta para outros oito estados brasileiros.</p>
<p> Vida sob o sol escaldante: desafios e oportunidades</p>
<p> O cotidiano dos cariocas em meio ao calor extremo<br />
Enfrentar o calor intenso no Rio de Janeiro transforma a rotina de milhares de pessoas, criando desafios significativos para alguns e, paradoxalmente, oportunidades para outros. Para trabalhadores que dependem da rua, a jornada é extenuante. José Otávio do Amaral Furtado, por exemplo, busca o sustento vendendo e entregando garrafinhas de água mineral e sacos de gelo na movimentada região da Central do Brasil. &#8220;É muito cansativo trabalhar em um sol desses, de 40° Celsius, enfrentar o sol do dia todo&#8221;, desabafa, enquanto seu triciclo exibe sacos de gelo que rapidamente derretem. &#8220;Não dá, o Rio de Janeiro está um massacre com esse calor&#8221;, completa ele, revelando a dura realidade de quem vive do trabalho ao ar livre.</p>
<p>Idosos e outras populações vulneráveis adotam estratégias para se proteger. Luiza Helena da Cruz, de 69 anos, uma aposentada, usa sua sombrinha como escudo contra os raios solares enquanto caminha. &#8220;Eu passo bastante protetor solar, tomo bastante líquido e evito andar muito no sol. Fico mais em casa, só saio para ir à igreja ou comprar alguma coisa e volto logo para casa&#8221;, explica ela, evidenciando a necessidade de alteração de hábitos e a busca por refúgio em ambientes climatizados ou sombreados.</p>
<p>Contudo, para muitos, as praias se tornam o refúgio principal. Na Zona Sul, os calçadões, a areia e o mar ficam abarrotados de cariocas e turistas que buscam alívio do calor. Essa movimentação intensa, característica do período entre Natal e Ano Novo, gera uma fonte de renda para vendedores como Emily Vieira Freire, que trabalha em uma barraca de açaí na orla da praia do Arpoador. &#8220;Vende bastante&#8221;, comenta Emily, embora admita os desconfortos pessoais: &#8220;Dá muita sede, o sol está demais, está muito calor&#8221;. O cenário é um reflexo da dualidade do verão carioca: o lazer e o faturamento impulsionados pelo clima, em contraste com os riscos à saúde e o desgaste físico enfrentados por quem tenta aproveitar ou trabalhar sob o sol intenso.</p>
<p> Recomendações essenciais para enfrentar as altas temperaturas<br />
Diante da persistência do calor extremo, a prefeitura do Rio de Janeiro reforça uma série de orientações cruciais para a população. A hidratação é a medida preventiva mais importante: aumentar a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, mesmo na ausência de sede. O consumo de alimentos leves, como frutas e saladas, e a preferência por roupas frescas e claras também são aconselhados, pois ajudam o corpo a regular a temperatura. É fundamental evitar bebidas alcoólicas e com alto teor de açúcar, que podem contribuir para a desidratação. A exposição direta ao sol deve ser restrita, especialmente entre 10h e 16h, período de maior intensidade dos raios ultravioleta. Em caso de mal-estar, tontura, dores de cabeça, náuseas ou outros sintomas decorrentes do estresse térmico, é imperativo procurar uma unidade de saúde imediatamente. A conscientização e a adoção dessas práticas podem minimizar os riscos e garantir a segurança e o bem-estar dos cariocas e visitantes durante esta onda de calor prolongada.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)<br />
Quais são os sintomas mais comuns relacionados ao calor excessivo?<br />
Os sintomas mais frequentes incluem tontura, fraqueza, desmaios e queimaduras solares. Em casos mais graves, pode haver exaustão por calor ou insolação, que exigem atenção médica imediata.</p>
<p>O que significa o Estágio 3 de calor no Rio de Janeiro?<br />
O Estágio 3 indica que há registro de índices de calor alto, com temperaturas entre 36°C e 40°C, e a previsão é de que esses níveis se mantenham ou aumentem por, no mínimo, três dias seguidos na capital fluminense.</p>
<p>Quais são as principais recomendações para se proteger do calor intenso?<br />
As orientações incluem aumentar a ingestão de água e sucos naturais, consumir alimentos leves, usar roupas frescas e claras, evitar bebidas alcoólicas e açucaradas, evitar exposição solar direta das 10h às 16h e procurar uma unidade de saúde em caso de mal-estar.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as condições climáticas e siga as recomendações para garantir sua segurança e a de seus familiares.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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