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	<title>Sucessão &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Sucessão &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Prezado usuário, como o conteúdo original fornecido foi incompleto (&#8220;Por Alberto Zanconato</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 00:02:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sucessão de Khamenei: de conservadores a reformistas no Irã A eventual sucessão do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, representa um dos momentos mais críticos e strategicamente importantes para a República Islâmica. Com a idade avançada de Khamenei e questões de saúde frequentemente levantadas, o processo de escolha de seu sucessor está em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> A sucessão de Khamenei: de conservadores a reformistas no Irã</p>
<p>A eventual sucessão do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, representa um dos momentos mais críticos e strategicamente importantes para a República Islâmica. Com a idade avançada de Khamenei e questões de saúde frequentemente levantadas, o processo de escolha de seu sucessor está em constante avaliação pelos círculos de poder iranianos. Este evento não apenas definirá o futuro da política interna e externa do país, mas também moldará a dinâmica de poder regional e global. A complexidade reside na diversidade ideológica dos potenciais candidatos, que abrange desde figuras ultraconservadoras leais à visão original da revolução até reformistas que buscam ajustes significativos. A escolha final terá repercussões profundas na direção do estado iraniano, influenciando milhões de vidas e o equilíbrio geopolítico.</p>
<p> O intrincado processo de sucessão no Irã</p>
<p>A estrutura política iraniana confere um poder imenso ao líder supremo, tornando a escolha de seu sucessor um evento de magnitude sem igual. Ao contrário de uma eleição popular, a seleção é um processo complexo e sigiloso, conduzido por uma instituição específica. A morte de um líder supremo desencadeia um procedimento constitucional que visa garantir uma transição suave e a continuidade do regime islâmico. A legitimidade do sistema repousa na capacidade de seus arquitetos de manter a estabilidade e a adesão aos princípios revolucionários, ao mesmo tempo em que acomodam as pressões internas e externas.</p>
<p> O papel da Assembleia de Especialistas</p>
<p>A Assembleia de Especialistas (Majles-e Khobregan) é o órgão encarregado de eleger o líder supremo. Composta por 88 clérigos islâmicos eleitos para mandatos de oito anos, a Assembleia possui a responsabilidade constitucional de identificar, qualificar e, se necessário, destituir o líder. Os candidatos à Assembleia são rigorosamente examinados pelo Conselho dos Guardiões, garantindo que apenas indivíduos com forte lealdade ao sistema e qualificações religiosas aprovadas possam concorrer. O futuro líder supremo deve ser um jurista islâmico (marja-e taqlid), familiarizado com as questões políticas e sociais, e possuir um bom histórico. Embora o processo de seleção seja discreto, os debates internos e as negociações entre as facções políticas e religiosas são intensos, refletindo a importância da escolha para o futuro do Irã. A Assembleia também tem o poder teórico de supervisionar o líder, embora na prática esse papel seja pouco exercido.</p>
<p> O perfil dos potenciais sucessores e suas correntes ideológicas</p>
<p>A arena política iraniana é dominada por diferentes facções ideológicas, cada uma com seus próprios candidatos preferidos para a sucessão. A gama de potenciais líderes reflete as tensões e os debates dentro do próprio establishment, desde aqueles que defendem uma adesão rígida aos princípios revolucionários até aqueles que propõem maior flexibilidade e abertura. A dinâmica entre essas correntes é crucial para entender quem pode emergir como o próximo líder.</p>
<p> A ala conservadora e os ultraconservadores</p>
<p>A corrente conservadora e ultraconservadora busca preservar os pilares ideológicos da República Islâmica, enfatizando a governança clerical, a independência do Ocidente e a manutenção de uma postura anti-imperialista. Figuras dentro desta ala frequentemente têm laços estreitos com as Forças Armadas, especialmente o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), e com o judiciário. Eles priorizam a segurança nacional, a estabilidade interna e a promoção dos valores islâmicos tradicionais na sociedade. Antes de seu falecimento em maio de 2024, o então presidente Ebrahim Raisi era amplamente considerado um dos principais candidatos dessa facção, visto como um sucessor em potencial de Khamenei devido à sua proximidade com o atual líder e seu histórico no poder judiciário. Sua morte repentina, contudo, abriu espaço para outros nomes. Outros clérigos de alto escalão e figuras influentes dentro do aparato de segurança, como Mojtaba Khamenei, filho do atual líder, são frequentemente mencionados como potenciais sucessores, embora com menos destaque público e especulações cautelosas sobre a possível conotação dinástica que isso poderia ter.</p>
<p> Desafios e perspectivas dos reformistas e pragmáticos</p>
<p>Em contraste, as correntes reformistas e pragmáticas buscam maior abertura política, reformas econômicas e uma melhor integração com a comunidade internacional. Embora suas chances de ascender à liderança suprema sejam significativamente menores devido à forte influência conservadora nos órgãos de triagem e seleção, suas visões representam uma parcela importante da sociedade iraniana. Figuras como o ex-presidente Hassan Rouhani, embora não sejam cotadas para a liderança suprema, exemplificam o tipo de pragmatismo que busca aliviar as tensões com o Ocidente e revitalizar a economia. Os reformistas enfrentam barreiras significativas, incluindo o escrutínio rigoroso do Conselho dos Guardiões, que frequentemente desqualifica candidatos que considera muito heterodoxos ou desalinhados com a visão conservadora do sistema. A sucessão de um líder de perfil reformista seria um divisor de águas, mas é considerada improvável no atual ambiente político dominado pelos conservadores.</p>
<p> Implicações regionais e globais da transição de poder</p>
<p>A escolha do próximo líder supremo terá profundas implicações não só para o Irã, mas para toda a região do Oriente Médio e para as relações internacionais. Um líder ultraconservador poderia endurecer a política externa do país, intensificando a postura anti-Ocidente, as atividades regionais por meio de seus aliados e o desenvolvimento do programa nuclear. Isso poderia levar a um aumento das tensões com Israel, Arábia Saudita e os Estados Unidos. Por outro lado, um líder mais pragmático, ainda que menos provável, poderia abrir portas para negociações, distensão e, potencialmente, um caminho para o alívio das sanções econômicas, alterando significativamente o cenário geopolítico atual. A direção que o Irã tomará sob seu novo líder definirá grande parte do futuro da estabilidade global.</p>
<p> O futuro incerto e as expectativas de mudança</p>
<p>A sucessão do líder supremo no Irã é um processo envolto em especulações e incertezas. A complexidade do sistema político-religioso, a diversidade de forças ideológicas e os desafios internos e externos que o país enfrenta tornam a escolha um dos eventos mais cruciais da história recente do Irã. Seja qual for o perfil do próximo líder, sua ascensão ao poder moldará a política iraniana por décadas, com repercussões sentidas muito além de suas fronteiras. A nação aguarda, em meio a debates e manobras políticas, o momento em que um novo nome será anunciado para conduzir a República Islâmica.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a sucessão iraniana</p>
<p>Quem escolhe o líder supremo no Irã?<br />
O líder supremo do Irã é escolhido pela Assembleia de Especialistas (Majles-e Khobregan), um órgão composto por clérigos islâmicos eleitos para essa finalidade.</p>
<p>Quais são as principais correntes ideológicas dos candidatos?<br />
As principais correntes são a conservadora/ultraconservadora, que defende os valores revolucionários e a independência do Ocidente, e a reformista/pragmática, que busca maior abertura política e econômica, embora esta última tenha menos chances de ascensão ao cargo supremo.</p>
<p>Qual o impacto da sucessão na política externa iraniana?<br />
A escolha do líder pode influenciar drasticamente a política externa do Irã. Um líder conservador pode intensificar as tensões regionais e com o Ocidente, enquanto um líder mais pragmático poderia buscar a distensão e a negociação.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos críticos da política iraniana e suas reverberações globais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Por que as empresas familiares fecham após a sucessão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 09:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dra. Luana Karen Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Carapicuíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>    A sucessão empresarial trata-se da transferência da propriedade da empresa através de seu comando de negócios, propriedades e investimentos para as próximas gerações, que terão responsabilidade quanto a perpetuação do legado familiar, longevidade da empresa e por diversas vezes, a responsabilidade de manter a economia local de algumas regiões brasileiras, através da geração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s4">
<p class="s6"><span class="s5">   </span> <span class="s5">A sucessão empresarial trata-se da transferência da propriedade da empresa através de seu comando de negócios, propriedades e investimentos para as próximas gerações</span><span class="s5">, que terão</span> <span class="s5">responsabilidade </span><span class="s5">quanto a</span><span class="s5"> perpetuação do legado familiar, longevidade da empresa e por diversas vezes, a responsabilidade de manter a economia local de algumas regiões brasileiras, através da geração de empregos.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">  </span><span class="s5"> </span><span class="s5">Segundo dados do </span><span class="s5">IBGE, </span><span class="s5">9</span><span class="s5"> em cada 10 </span><span class="s5">das empresas brasileiras são familiares.</span> <span class="s5">E 7 em cada </span><span class="s5">100, não</span><span class="s5"> conseguem chegar a sua terceira geração. Um levantamento realizado pelo PNC </span><span class="s5">(</span><span class="s5">Pricewater</span><span class="s5">house</span><span class="s5"> Coopers), indica 75% dessas empresas fecham após serem sucedidas pelos herdeiros dos gestores.  De acordo com IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) o não planejamento sucessório trata-se de uma regra entre as empresas já que 72% das empresas familiares não possuem nenhum plano de sucessão e apenas 24% possuem um plano com aspectos formais. </span></p>
<p class="s6"><span class="s5">   </span> <span class="s5">Menos de 7</span><span class="s5">% das empresas familiares chegam a terceira geração no Brasil. </span><span class="s5">E essa são empresas em que seu líder desenvolve um plano de futuro. Já dizia o gato do livro de Alice no País das Maravilhas: “Para quem não sabe </span><span class="s5">aonde</span><span class="s5"> vai, qualquer caminho serve.” A falta de planejamento futuro estruturado com governança corporativa se mostra uma das grandes razões para o pouco êxito das sucessões em empresas familiares.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">     </span> <span class="s5">Existe uma crença que apenas grandes corporaçõe</span><span class="s5">s ou</span><span class="s5"> empresas de </span><span class="s5">capital</span><span class="s5"> aberto precisam de um planejamento sucessório. Porém a realidade é que </span><span class="s5">o menor dos </span><span class="s5">CNPJs</span><span class="s5"> precisa pensar no</span><span class="s5"> futuro. </span><span class="s5">A verdade</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> é que a </span><span class="s5">m</span><span class="s5">a</span><span class="s5">rcen</span><span class="s5">a</span><span class="s5">ria da esquina da rua e o Wall Mart possuem responsabilidades de sucessão,</span><span class="s5"> claro que</span><span class="s5"> cada uma com sua complexidade</span><span class="s5">.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">         </span><span class="s5">Os</span><span class="s5"> líderes estão tão envolvidos na gestão diária do negócio que não tem condições de planejar o futuro.   O planejamento sucessório leva tempo, gestão de emoções e </span><span class="s5">considera </span><span class="s5">diversos fatores </span><span class="s5">jurídicos, </span><span class="s5">tributários e financeiros</span><span class="s5">. </span><span class="s5">A transição deve considerar os herdeiros assim </span><span class="s5">como esposas</span><span class="s5"> e </span><span class="s5">esposos </span><span class="s5">e</span><span class="s5"> para </span><span class="s5">ser </span><span class="s5">bem-sucedida </span><span class="s5">é preciso que a</span><span class="s5">riqueza e harmonia permane</span><span class="s5">ça</span><span class="s5"> com as famílias. </span></p>
<p class="s6"><span class="s5">        </span><span class="s5">Os conflitos familiares serão inevitáveis por isso é necessário diretrizes e processos de governança devidamente definidos. </span><span class="s5">Há</span><span class="s5"> ferramentas </span><span class="s5">de planejamento patrimonial e sucessório que auxiliam as empresas </span><span class="s5">nesse processo,</span><span class="s5"> como contrato societário bem definido, constituição de holding familiar, testamento, doações</span><span class="s5">, </span><span class="s5">entre outras.</span><span class="s5">  Além do seguro de vida e previdência privada que são </span><span class="s5">formas </span><span class="s5">jurídico financeiras que podem </span><span class="s5">gera</span><span class="s5">r</span><span class="s5"> economia de tributos, tempo e dinheiro quando bem utilizadas</span><span class="s5">.</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">        O processo</span><span class="s5"> sucessório é, em sua maioria, complexo e moroso. </span><span class="s5">Porém, pode</span><span class="s5"> ser </span><span class="s5">simplificado</span><span class="s5">quando conversado, estruturado e formalizado. A</span><span class="s5">ssim, cada membro da família po</span><span class="s5">derá participar do processo</span><span class="s5">, minimizando </span><span class="s5">os conflitos internos</span><span class="s5"> e perdas financeiras</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> de forma que o mercado veja a sucessão de forma fluida e</span><span class="s5"> sem</span> <span class="s5">intercorrências. </span></p>
<p class="s6">
<p class="s6"><span class="s5">     </span></p>
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