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	<title>teste &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>teste &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>SUS adota novo exame para detecção precoce do câncer de intestino</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:57:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) acaba de implementar uma medida significativa na luta contra o câncer de intestino, incorporando um novo exame capaz de detectar a doença em estágios iniciais, antes mesmo do surgimento de sintomas. A iniciativa visa revolucionar a abordagem da prevenção e diagnóstico precoce, impactando positivamente a saúde pública no Brasil. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) acaba de implementar uma medida significativa na luta contra o câncer de intestino, incorporando um novo exame capaz de detectar a doença em estágios iniciais, antes mesmo do surgimento de sintomas. A iniciativa visa revolucionar a abordagem da prevenção e diagnóstico precoce, impactando positivamente a saúde pública no Brasil. A partir de agora, o Teste Imunoquímico Fecal, conhecido pela sigla FIT, será a referência para homens e mulheres com idade entre 50 e 75 anos que não apresentam manifestações clínicas da doença. Essa estratégia inovadora tem o potencial de estender o acesso à detecção precoce para mais de 40 milhões de brasileiros, representando um marco na saúde intestinal do país.</p>
<p> O avanço na detecção precoce do câncer colorretal</p>
<p>A introdução do Teste Imunoquímico Fecal (FIT) no rol de exames disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) marca um avanço considerável nas estratégias de saúde pública para o combate ao câncer colorretal. Este exame representa uma ferramenta poderosa para identificar lesões pré-cancerígenas e câncer em seu estágio inicial, aumentando significativamente as chances de cura e reduzindo a morbidade e mortalidade associadas à doença. Ao focar na população assintomática de 50 a 75 anos, a medida projeta uma ampla cobertura, alcançando milhões de cidadãos que, de outra forma, poderiam não ser rastreados a tempo, elevando o índice de detecção precoce em todo o território nacional.</p>
<p> O Teste Imunoquímico Fecal (FIT): uma nova abordagem</p>
<p>O Teste Imunoquímico Fecal, ou FIT, é uma metodologia moderna e altamente eficaz que se baseia na detecção de pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes. Diferente dos exames mais antigos de sangue oculto, que podiam reagir a fontes de sangue animal ou outros compostos, o FIT utiliza anticorpos específicos projetados para identificar exclusivamente hemoglobina humana. Essa particularidade confere ao teste uma precisão superior, com uma sensibilidade que varia entre 85% e 92% na identificação de possíveis alterações que podem indicar a presença de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino. A especificidade do teste minimiza resultados falso-positivos e direciona as investigações de forma mais assertiva.</p>
<p>Uma das grandes vantagens do FIT é a sua simplicidade e o baixo nível de invasividade. O paciente recebe um kit para realizar a coleta da amostra fecal no conforto de sua casa, sem a necessidade de qualquer preparo intestinal rigoroso ou a adesão a dietas restritivas antes do procedimento. A coleta é feita com apenas uma amostra, o que facilita a adesão e reduz barreiras para a realização do exame, um fator crucial para programas de rastreamento em larga escala. Após a coleta, o material é enviado a um laboratório para análise. Em caso de detecção de sangue oculto, o paciente é prontamente encaminhado para exames complementares, a fim de investigar a causa da alteração, garantindo um acompanhamento médico contínuo e eficaz.</p>
<p> Compreendendo o câncer colorretal e a importância da detecção</p>
<p>O câncer colorretal, que abrange tumores que afetam o cólon e o reto, figura como o segundo tipo de tumor mais comum no Brasil, quando excluídos os de pele não melanoma. Sua prevalência representa um sério desafio de saúde pública, com estimativas que apontam para um cenário preocupante nos próximos anos se medidas preventivas e de detecção precoce não forem amplamente adotadas e incentivadas. A enfermidade, quando diagnosticada em estágios avançados, apresenta prognóstico menos favorável e tratamentos mais complexos, ressaltando a urgência da identificação em fases iniciais.</p>
<p> O cenário epidemiológico no Brasil</p>
<p>De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a projeção é que, no período até 2028, o país registre anualmente cerca de 54 mil novos casos de câncer colorretal. Esse número alarmante reforça a urgência de estratégias eficazes de prevenção e detecção precoce. Muitos casos são diagnosticados em estágios avançados, o que compromete significativamente as opções de tratamento e as taxas de sobrevida. A incorporação do FIT pelo SUS surge como uma resposta direta a essa necessidade, oferecendo um método de rastreamento acessível e eficiente para identificar a doença antes que se manifeste clinicamente, quando as chances de um tratamento bem-sucedido são consideravelmente maiores. A detecção de pólipos, por exemplo, que são pequenas massas de células que se formam no revestimento do cólon ou reto e que podem se tornar cancerosas com o tempo, é crucial para a prevenção primária da doença, interrompendo sua progressão antes que se torne maligna.</p>
<p> O papel da colonoscopia como padrão-ouro</p>
<p>Embora o FIT seja um excelente exame de rastreamento, a colonoscopia continua sendo o procedimento considerado padrão-ouro para a avaliação detalhada do intestino grosso. Pacientes que obtêm um resultado positivo no Teste Imunoquímico Fecal são encaminhados para a realização de uma colonoscopia. Este exame permite aos médicos visualizar diretamente o interior do cólon e do reto, identificar lesões, pólipos e tumores, e, o que é fundamental, realizar biópsias ou a remoção de pólipos durante o próprio procedimento. A ressecção de pólipos, mesmo benignos, é uma medida preventiva essencial, pois evita que essas formações evoluam para câncer. Assim, a colonoscopia não é apenas diagnóstica, mas também terapêutica, desempenhando um papel insubstituível na prevenção do câncer colorretal. A combinação do FIT como rastreamento inicial e a colonoscopia como exame confirmatório e terapêutico forma uma estratégia robusta e abrangente para o controle dessa patologia, maximizando a eficácia da detecção precoce e da intervenção.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A implementação do Teste Imunoquímico Fecal (FIT) no Sistema Único de Saúde representa um marco transformador na saúde pública brasileira. Ao oferecer um método de rastreamento acessível, menos invasivo e altamente preciso para a detecção precoce do câncer colorretal, o SUS reforça seu compromisso com a prevenção e o bem-estar da população. Essa iniciativa tem o potencial de salvar milhares de vidas anualmente, permitindo intervenções médicas em estágios iniciais da doença, quando o prognóstico é significativamente mais favorável. A expansão do acesso a esse exame é um passo crucial para diminuir a incidência e a mortalidade por um dos tipos de câncer mais prevalentes no país, contribuindo para uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem pode realizar o novo exame FIT pelo SUS?<br />
O Teste Imunoquímico Fecal (FIT) é indicado para homens e mulheres na faixa etária de 50 a 75 anos que não apresentam sintomas de câncer colorretal. A indicação faz parte de um programa de rastreamento populacional para detecção precoce da doença.</p>
<p> Como funciona a coleta do Teste Imunoquímico Fecal (FIT)?<br />
O paciente recebe um kit para coletar uma única amostra de fezes em casa. Não é necessário realizar preparo intestinal específico ou seguir uma dieta restritiva antes da coleta, o que torna o processo simples e menos incômodo. Após a coleta, a amostra deve ser enviada para análise laboratorial.</p>
<p> O que acontece se o resultado do exame FIT for positivo?<br />
Um resultado positivo no FIT indica a presença de sangue oculto nas fezes e não significa necessariamente a existência de câncer. Nesses casos, o paciente é encaminhado para exames complementares, sendo a colonoscopia o procedimento padrão-ouro para investigar a causa da sangramento e, se necessário, remover pólipos ou realizar biópsias.</p>
<p> Qual a diferença entre o FIT e outros exames de sangue oculto nas fezes?<br />
O Teste Imunoquímico Fecal (FIT) se diferencia por utilizar anticorpos específicos que detectam exclusivamente hemoglobina humana, tornando-o mais preciso e menos propenso a resultados falso-positivos causados por alimentos ou outras fontes de sangue não humano. Exames mais antigos geralmente não tinham essa especificidade e exigiam restrições dietéticas.</p>
<p>Não perca a oportunidade de cuidar da sua saúde intestinal. Se você se enquadra na faixa etária indicada, procure uma unidade de saúde do SUS e informe-se sobre a realização do Teste Imunoquímico Fecal (FIT). A prevenção e a detecção precoce podem fazer toda a diferença.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Teste de sentar e levantar prevê perda de independência em idosos, revela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 14:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um teste simples, que mede o tempo necessário para se levantar e sentar de uma cadeira cinco vezes, emergiu como um potente indicador da perda de independência em idosos. Uma pesquisa colaborativa, envolvendo cientistas de uma renomada universidade brasileira e uma instituição britânica, revelou que esta avaliação física pode prever com precisão o declínio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um teste simples, que mede o tempo necessário para se levantar e sentar de uma cadeira cinco vezes, emergiu como um potente indicador da perda de independência em idosos. Uma pesquisa colaborativa, envolvendo cientistas de uma renomada universidade brasileira e uma instituição britânica, revelou que esta avaliação física pode prever com precisão o declínio da funcionalidade em pessoas mais velhas, muito antes que as limitações cotidianas se manifestem. O estudo, que acompanhou milhares de participantes por oito anos, demonstrou que indivíduos que levam mais de 11,5 segundos para completar o Teste Sentar e Levantar (CST) enfrentam um risco significativamente maior de perder a autonomia em atividades essenciais da vida diária, como se vestir, tomar banho ou gerenciar as próprias finanças. Este achado sublinha a importância de ferramentas de triagem acessíveis para a promoção de um envelhecimento ativo e saudável.</p>
<p> Novo limiar para a autonomia de idosos: o estudo revelador</p>
<p> A eficácia do teste sentar e levantar (CST)</p>
<p>A pesquisa inovadora, conduzida por cientistas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria com a University College London, no Reino Unido, acompanhou mais de 2.300 participantes do English Longitudinal Study of Ageing (ELSA), um respeitado estudo longitudinal de saúde da Inglaterra, ao longo de oito anos. O objetivo principal era comparar a eficácia de uma bateria de três exames físicos conhecida como Short Physical Performance Battery (SPPB) – que inclui testes de equilíbrio, velocidade de caminhada e força de preensão – com um componente isolado dessa bateria: o Teste Sentar e Levantar (CST). Este último avalia a capacidade de uma pessoa se levantar e sentar de uma cadeira cinco vezes consecutivas.</p>
<p>Os resultados da análise foram decisivos: idosos que demoraram mais de 11,5 segundos para completar o CST apresentaram um risco notavelmente maior de perder a independência em tarefas cruciais do dia a dia. Segundo Roberta de Oliveira Máximo, pesquisadora da UFSCar e uma das autoras do estudo, o teste mais simples e rápido mostrou-se tão eficaz quanto a bateria completa da SPPB para identificar indivíduos que desenvolveriam incapacidades na realização de atividades básicas – como higiene pessoal ou ir ao banheiro sem ajuda – ou instrumentais, que envolvem tarefas mais complexas como cozinhar, pagar contas e usar transporte público. A descoberta reforça a validade e a praticidade do CST como ferramenta de triagem.</p>
<p>A investigação também refinou a predição para pessoas idosas altamente funcionais, ou seja, aquelas que não apresentavam lentidão ou incapacidades prévias. Com base nos dados obtidos, os cientistas recomendaram a adoção de critérios mais rigorosos. Eles sugerem a redução do tempo de corte para o CST de 15 para 11,5 segundos e a pontuação da SPPB de 12 para 10. Máximo explica que &#8220;ao aumentar a exigência, ampliamos a sensibilidade da triagem, o que permite intervenções precoces para evitar a perda de independência&#8221;. Esta abordagem proativa é fundamental para garantir que as intervenções sejam implementadas antes que o declínio funcional se torne irreversível, otimizando as chances de manter a autonomia.</p>
<p> Impacto abrangente e a escada do declínio funcional</p>
<p> Avaliação multifacetada e a importância da intervenção precoce</p>
<p>O Teste Sentar e Levantar já é amplamente reconhecido e recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma ferramenta valiosa para triagem. O novo estudo vem reforçar essa recomendação, sublinhando que, mesmo aplicado isoladamente, o teste é suficiente para indicar o risco de perda funcional. A pesquisadora Roberta de Oliveira Máximo enfatiza que &#8220;idosos que o realizaram em mais de 11,5 segundos apresentaram maior probabilidade de desenvolver limitações ao longo dos oito anos seguintes&#8221;, confirmando a capacidade preditiva do CST a longo prazo.</p>
<p>Apesar de sua aparente simplicidade, o teste de sentar e levantar avalia múltiplos aspectos cruciais para a manutenção da funcionalidade em idosos. Tiago da Silva Alexandre, professor do Departamento de Gerontologia da UFSCar e coordenador do consórcio InterCoLAgeing, explica que o teste &#8220;avalia força e massa muscular dos membros inferiores, equilíbrio, condicionamento cardiorrespiratório e coordenação&#8221;. Essas são capacidades interligadas que, quando começam a falhar, servem como precursores da perda de independência, indicando a necessidade de atenção e intervenção.</p>
<p>Os pesquisadores também detalham que o processo de envelhecimento pode seguir uma &#8220;escada do declínio funcional&#8221;. Inicialmente, as pessoas perdem a capacidade de realizar atividades mais avançadas, como participar de atividades de trabalho, lazer ou culturais complexas. Em seguida, o declínio pode afetar as atividades instrumentais da vida diária, que incluem tarefas como cozinhar, fazer compras, gerenciar medicamentos, usar o telefone, lidar com finanças, utilizar transporte público e cuidar da limpeza da casa. Por fim, em estágios mais avançados, são comprometidas as atividades básicas da vida diária, essenciais para a autonomia pessoal, como tomar banho, vestir-se, alimentar-se sozinho, ir ao banheiro, caminhar pela casa e manter a continência. Embora nem todos os idosos passem por esse processo, com muitos centenários mantendo alta funcionalidade, quando o declínio ocorre, ele tende a seguir essa sequência.</p>
<p>Os cientistas defendem que a aplicação regular do Teste Sentar e Levantar, a partir dos 60 anos, pode funcionar como um alerta precoce crucial. Essa identificação antecipada permite a implementação de intervenções direcionadas, como programas de exercícios físicos adaptados, sessões de fisioterapia e ajustes no estilo de vida. Roberta de Oliveira Máximo conclui que, especialmente em contextos com tempo limitado de consulta médica, &#8220;esse teste pode ser a porta de entrada para avaliações mais detalhadas. Ele ajuda a identificar idosos saudáveis com risco de perda funcional, facilitando estratégias preventivas&#8221;, promovendo um envelhecimento mais ativo e autônomo.</p>
<p> Um futuro mais autônomo através da prevenção</p>
<p>A pesquisa enfatiza o papel transformador de uma ferramenta de avaliação simples, mas poderosa: o Teste Sentar e Levantar. Ao identificar precocemente o risco de perda de independência em idosos, ele abre caminho para intervenções preventivas que podem preservar a qualidade de vida e a autonomia por muitos anos. Essa abordagem proativa não apenas beneficia o indivíduo, mas também otimiza os recursos de saúde, ao focar na manutenção da funcionalidade em vez de apenas tratar o declínio já instalado. Investir na triagem e na intervenção precoce é investir em um envelhecimento com dignidade e bem-estar.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a avaliação física em idosos</p>
<p>O que é o Teste Sentar e Levantar (CST) e como ele é realizado?<br />
O Teste Sentar e Levantar (CST) é uma avaliação física simples que mede a capacidade de uma pessoa se levantar de uma cadeira sem apoio dos braços e sentar-se novamente cinco vezes, no menor tempo possível. O tempo é cronometrado do início ao fim, indicando a força e resistência dos membros inferiores.</p>
<p>Por que o CST é considerado um bom preditor da perda de independência?<br />
O CST é um bom preditor porque ele avalia simultaneamente diversos componentes essenciais para a funcionalidade diária, incluindo força muscular dos membros inferiores, equilíbrio, condicionamento cardiorrespiratório e coordenação. O estudo demonstrou que indivíduos que levam mais de 11,5 segundos para completar o teste têm um risco significativamente maior de desenvolver limitações em atividades básicas e instrumentais da vida.</p>
<p>A partir de que idade o CST é recomendado e qual a sua finalidade principal?<br />
O CST é recomendado para aplicação a partir dos 60 anos de idade. Sua finalidade principal é atuar como um alerta precoce para o risco de declínio funcional, permitindo que profissionais de saúde identifiquem idosos em risco antes que as limitações se manifestem plenamente e, assim, possam implementar intervenções preventivas, como exercícios e fisioterapia, para manter a independência.</p>
<p>O que significa um resultado acima de 11,5 segundos no CST?<br />
Um resultado acima de 11,5 segundos no CST, especialmente para idosos altamente funcionais, indica uma maior probabilidade de desenvolver limitações funcionais ao longo dos anos. Não significa uma perda imediata de independência, mas serve como um indicador de risco que sugere a necessidade de uma avaliação mais detalhada e a implementação de estratégias preventivas para evitar o declínio da autonomia.</p>
<p>Não espere as limitações surgirem. Consulte um profissional de saúde para realizar o Teste Sentar e Levantar e discuta estratégias personalizadas para manter sua funcionalidade e independência por mais tempo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Uma nova era no Rastreamento de câncer de colo do útero: o</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 20:01:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rastreamento do câncer de colo do útero no Brasil está passando por uma significativa e progressiva transformação, marcando um avanço crucial na saúde pública feminina. Em sintonia com as campanhas do Janeiro Verde, mês dedicado à conscientização e prevenção desta doença, um guia prático atualizado foi lançado para orientar os profissionais de saúde sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O rastreamento do câncer de colo do útero no Brasil está passando por uma significativa e progressiva transformação, marcando um avanço crucial na saúde pública feminina. Em sintonia com as campanhas do Janeiro Verde, mês dedicado à conscientização e prevenção desta doença, um guia prático atualizado foi lançado para orientar os profissionais de saúde sobre a transição para um método mais moderno e eficaz. A nova abordagem substituirá gradualmente o tradicional exame Papanicolau pelo teste molecular de DNA-HPV, prometendo maior sensibilidade e detecção mais precoce do vírus do papilomavírus humano (HPV), principal agente causador do câncer cervical. Esta mudança representa um marco fundamental para as estratégias de prevenção, visando aprimorar a capacidade do sistema de saúde em identificar e intervir precocemente, salvando vidas e melhorando a qualidade de vida das mulheres em todo o país.</p>
<p> A nova era no rastreamento cervical</p>
<p> O adeus gradual ao papanicolau e a ascensão do DNA-HPV</p>
<p>Durante décadas, o exame Papanicolau foi a principal ferramenta para o rastreamento do câncer de colo do útero, reconhecido por seu papel fundamental na redução da mortalidade pela doença. No entanto, apesar de sua importância histórica, o Papanicolau, que busca alterações celulares no colo do útero, possui limitações inerentes, como a menor sensibilidade para a detecção precoce de infecções pelo HPV e a necessidade de repetição mais frequente, geralmente a cada três anos após dois resultados negativos anuais. Sua análise é citopatológica, dependendo da interpretação de um profissional para identificar células atípicas, o que pode gerar uma margem para falsos negativos em fases iniciais.</p>
<p>A introdução do teste molecular de DNA-HPV representa um salto tecnológico e metodológico. Este novo exame não foca nas alterações celulares que o vírus pode causar, mas sim na detecção direta da presença do DNA do próprio HPV, especialmente os tipos de alto risco oncogênico. Essa abordagem permite identificar a infecção viral muito antes que as células do colo do útero comecem a mostrar sinais de lesão pré-cancerosa, permitindo uma intervenção mais oportuna. A transição, conforme delineado no guia atualizado para profissionais de saúde, será gradual, garantindo que o sistema de saúde e os pacientes se adaptem à nova metodologia sem interrupções nos serviços de rastreamento. O objetivo é empoderar os profissionais com as informações necessárias para conduzir essa mudança de forma eficaz e segura, garantindo que as mulheres continuem a receber o melhor cuidado preventivo disponível.</p>
<p> Detalhes e implicações do teste molecular</p>
<p> Maior precisão e periodicidade estendida</p>
<p>A principal vantagem do teste DNA-HPV reside em sua superioridade diagnóstica. Como explicam especialistas, o teste é automatizado, realizado em laboratório por máquinas, e oferece uma garantia de 99% de segurança: se o resultado for negativo, a mulher não possui e não desenvolverá lesões de câncer de colo do útero em um intervalo de cinco anos. Em alguns países, esse intervalo pode ser ainda maior, chegando a dez anos, o que sublinha a alta confiabilidade do método. Essa sensibilidade elevada permite identificar a infecção pelo HPV em um estágio muito mais inicial, favorecendo as estratégias de prevenção e tratamento antes que a doença progrida.</p>
<p>Em termos de coleta, o processo é praticamente o mesmo que o Papanicolau: o material é colhido no colo do útero, colocado em um tubete com líquido preservador e encaminhado ao laboratório para análise. A semelhança na técnica de coleta minimiza a necessidade de treinamento extensivo para os profissionais de saúde e garante que o procedimento seja familiar e menos intimidante para as pacientes.</p>
<p>O público-alvo para o rastreamento com o teste DNA-HPV permanece o mesmo no Brasil: mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos de idade. No entanto, a grande diferença está na periodicidade dos testes. Enquanto a citologia (Papanicolau) exige repetição a cada três anos (após dois resultados negativos com intervalo de um ano), o teste DNA-HPV, devido à sua alta sensibilidade e capacidade de prever o risco futuro, pode ser repetido a cada cinco anos. Essa periodicidade estendida não apenas oferece maior comodidade às mulheres, reduzindo a frequência de visitas e exames, mas também otimiza os recursos do sistema de saúde, concentrando-os onde são mais necessários e liberando-os para outras ações preventivas e curativas.</p>
<p> Prevenção integral: vacinação e conscientização</p>
<p> A importância da vacina contra o HPV e grupos prioritários</p>
<p>Embora o rastreamento seja uma ferramenta vital para a detecção precoce, a vacinação contra o HPV é a estratégia de prevenção primária mais eficaz contra o câncer de colo do útero. O vírus HPV é o agente etiológico principal por trás da grande maioria dos casos de câncer cervical, além de estar associado a outros tipos de câncer, como os de vulva, vagina, ânus, orofaringe e pênis. A vacina atua impedindo a infecção pelos tipos de HPV de alto risco que mais frequentemente causam esses cânceres.</p>
<p>A vacinação contra o HPV está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) e é recomendada para meninas e meninos em idades específicas antes do início da vida sexual, visando a proteção máxima. Além disso, a vacina é estendida a grupos prioritários que apresentam maior risco ou vulnerabilidade. Entre esses grupos estão pessoas vivendo com HIV/Aids, indivíduos transplantados (órgãos sólidos ou medula óssea), pacientes oncológicos em tratamento e vítimas de abuso sexual. Para esses grupos, a proteção oferecida pela vacina é ainda mais crítica, pois podem ter um sistema imunológico comprometido ou maior risco de exposição e desenvolvimento da doença.</p>
<p>A combinação de um robusto programa de vacinação com um rastreamento atualizado e de alta precisão forma uma estratégia de prevenção integral e poderosa. A conscientização sobre a importância de ambas as abordagens é fundamental para erradicar o câncer de colo do útero como um problema de saúde pública.</p>
<p> O futuro da saúde feminina no Brasil</p>
<p>A transição para o teste molecular de DNA-HPV no rastreamento do câncer de colo do útero representa um avanço significativo na saúde da mulher brasileira. Com um método mais sensível, preciso e com maior intervalo entre os exames, espera-se uma melhoria substancial na detecção precoce de lesões pré-cancerígenas e do próprio câncer. Essa mudança não apenas eleva a qualidade do cuidado preventivo, mas também contribui para a otimização dos recursos do SUS, permitindo que mais mulheres sejam rastreadas de forma eficiente. O reforço da vacinação contra o HPV, especialmente em grupos prioritários, complementa essa estratégia, criando uma barreira dupla contra a doença. Ao integrar essas ferramentas de prevenção e diagnóstico, o Brasil se posiciona na vanguarda do combate ao câncer de colo do útero, reafirmando o compromisso com a saúde e bem-estar de sua população feminina. O futuro vislumbra um cenário onde o câncer cervical seja cada vez mais raro, graças à ciência e à conscientização.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o novo rastreamento</p>
<p> O que é o teste DNA-HPV e como ele difere do Papanicolau?<br />
O teste DNA-HPV detecta a presença do material genético do vírus HPV de alto risco no colo do útero, que é a principal causa do câncer cervical. Diferente do Papanicolau, que busca alterações celulares (lesões), o DNA-HPV identifica a infecção viral diretamente, muitas vezes antes que qualquer alteração celular visível ocorra. Isso o torna mais sensível para a detecção precoce do risco de câncer.</p>
<p> Quem deve fazer o teste DNA-HPV e com que frequência?<br />
O teste DNA-HPV é recomendado para mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos. A grande vantagem é a periodicidade estendida: após um resultado negativo, o teste precisa ser repetido somente a cada cinco anos, em comparação com os três anos do Papanicolau.</p>
<p> A vacina contra o HPV ainda é importante se eu fizer o novo teste?<br />
Sim, absolutamente. A vacina contra o HPV é a principal forma de prevenção primária, protegendo contra a infecção pelos tipos de vírus que causam a maioria dos cânceres de colo do útero. O rastreamento (seja Papanicolau ou DNA-HPV) é uma prevenção secundária, que serve para detectar o problema caso a prevenção primária falhe ou não tenha sido realizada. Ambas as estratégias são cruciais e complementares para a proteção integral.</p>
<p> Onde posso encontrar mais informações sobre essas mudanças?<br />
Para informações detalhadas e orientações sobre o câncer de colo do útero, o novo rastreamento e a vacinação contra o HPV, é fundamental consultar fontes confiáveis. Recomenda-se buscar informações com seu médico de confiança ou acessar portais de saúde oficiais e instituições reconhecidas.</p>
<p>Converse com seu médico sobre o teste DNA-HPV e a vacinação contra o HPV para garantir a melhor proteção para sua saúde. A informação é sua aliada na prevenção.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Triagem auditiva neonatal identifica perdas na audição em recém-nascidos</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 01:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A triagem auditiva neonatal, um procedimento essencial na rotina de cuidados com os recém-nascidos e popularmente conhecido como &#8220;teste da orelhinha&#8221;, desempenha um papel fundamental na detecção precoce de perdas auditivas. A identificação em estágios iniciais é de suma importância, pois permite que intervenções terapêuticas e educacionais sejam iniciadas prontamente, minimizando os impactos negativos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A triagem auditiva neonatal, um procedimento essencial na rotina de cuidados com os recém-nascidos e popularmente conhecido como &#8220;teste da orelhinha&#8221;, desempenha um papel fundamental na detecção precoce de perdas auditivas. A identificação em estágios iniciais é de suma importância, pois permite que intervenções terapêuticas e educacionais sejam iniciadas prontamente, minimizando os impactos negativos que a deficiência auditiva não tratada pode acarretar no desenvolvimento integral da criança. Ao garantir uma audição funcional desde cedo, a triagem auditiva neonatal favorece diretamente o desenvolvimento da fala, da linguagem, da cognição e das habilidades de socialização do bebê, aspectos cruciais para sua integração plena na sociedade.</p>
<p>Para aprimorar e padronizar esses cuidados vitais, o Ministério da Saúde lançou recentemente o novo Guia Nacional de Triagem Neonatal. Este documento atualiza as orientações e os fluxos assistenciais, assegurando que os profissionais de saúde disponham das melhores práticas para a realização da triagem e para o encaminhamento adequado dos casos identificados. A iniciativa visa garantir a equidade no acesso a um diagnóstico e tratamento eficazes, promovendo um futuro mais promissor para todos os recém-nascidos brasileiros.</p>
<p> A importância fundamental da triagem auditiva neonatal</p>
<p>A audição é um dos sentidos mais críticos para o desenvolvimento humano, atuando como porta de entrada para a aquisição da linguagem e para a interação com o mundo. Em recém-nascidos, a perda auditiva congênita, se não detectada e tratada precocemente, pode gerar um atraso significativo em diversas áreas do desenvolvimento. A janela de oportunidade para a intervenção é particularmente estreita nos primeiros meses e anos de vida, período em que o cérebro está mais maleável e propenso a desenvolver as vias auditivas e linguísticas.</p>
<p> Detecção precoce: um divisor de águas no desenvolvimento infantil</p>
<p>A capacidade de ouvir permite que o bebê reconheça a voz dos pais, diferencie sons ambientais e, crucialmente, comece a processar os padrões da fala. Sem essa estimulação auditiva, o desenvolvimento da linguagem oral é gravemente comprometido, afetando subsequentemente a alfabetização, o aprendizado escolar e a capacidade de comunicação social. Uma criança com perda auditiva não identificada pode ser erroneamente rotulada como desatenta ou com problemas de aprendizado, quando, na verdade, a raiz do problema é a dificuldade em perceber o som.</p>
<p>A intervenção precoce, que pode incluir o uso de aparelhos auditivos, implantes cocleares ou terapias fonoaudiológicas, oferece ao cérebro do bebê a estimulação necessária para que as conexões neurais auditivas se desenvolvam de forma adequada. Isso significa que, mesmo diante de uma deficiência auditiva, a criança tem a chance de desenvolver a fala e a linguagem de maneira próxima à de seus pares ouvintes, facilitando sua inclusão e bem-estar geral.</p>
<p> Prevalência e impacto: a realidade da perda auditiva em bebês</p>
<p>Estima-se que a perda auditiva congênita afete de 1 a 3 a cada 1.000 recém-nascidos sem fatores de risco aparentes, e essa incidência pode ser ainda maior, chegando a 1 em cada 100, em bebês internados em unidades de terapia intensiva neonatal (UTIN). Muitos casos são bilaterais e de grau moderado a severo, exigindo intervenção. Dada a natureza &#8220;silenciosa&#8221; dessa condição – bebês com perda auditiva podem não apresentar sinais óbvios nos primeiros meses –, a triagem universal torna-se indispensável. Sem ela, a identificação poderia ocorrer apenas em torno dos dois anos de idade ou mais tarde, perdendo-se um tempo precioso para o desenvolvimento neurocognitivo. O impacto se estende não apenas ao indivíduo, mas também à família e à sociedade, que arcam com os custos diretos e indiretos de uma deficiência não tratada.</p>
<p> Os métodos da triagem: como a audição do bebê é avaliada</p>
<p>A triagem auditiva neonatal utiliza tecnologias seguras e eficazes para avaliar a função auditiva do recém-nascido. Os dois exames principais são as Emissões Otoacústicas (EOA) e os Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico (PEATE). A escolha do exame ou a necessidade de ambos é determinada por protocolos e pela presença de fatores de risco específicos.</p>
<p> O teste da orelhinha: emissões otoacústicas (EOA)</p>
<p>O teste de Emissões Otoacústicas (EOA) é o procedimento mais comum e geralmente o primeiro a ser realizado. Trata-se de um exame objetivo, rápido, indolor e não invasivo. Durante o procedimento, uma pequena sonda com um microfone e um emissor de som é delicadamente posicionada na entrada do canal auditivo do bebê. Esta sonda emite sons de baixa intensidade e, em resposta, células específicas da cóclea (o órgão da audição no ouvido interno) produzem &#8220;ecos&#8221; ou emissões otoacústicas. O microfone da sonda capta esses ecos. A presença das emissões indica que a cóclea está funcionando adequadamente e que o som está sendo transmitido até ela. Caso as emissões não sejam detectadas, o que pode ocorrer por diversos motivos, incluindo presença de líquido ou vérnix no ouvido, é necessária uma reavaliação ou um exame mais aprofundado.</p>
<p> Potenciais evocados auditivos de tronco encefálico (PEATE): um olhar mais profundo</p>
<p>O teste de Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico (PEATE), também conhecido como BERA (Brainstem Evoked Response Audiometry), é um exame mais completo e utilizado em situações específicas. Ele é indicado para bebês que apresentam algum fator de risco para perda auditiva ou que falharam no teste de EOA. O PEATE avalia a integridade do nervo auditivo e das vias auditivas no tronco encefálico. Para sua realização, eletrodos são fixados na cabeça do bebê (geralmente na testa e atrás das orelhas), e fones de ouvido emitem sons. Os eletrodos registram a atividade elétrica gerada pelo sistema auditivo em resposta a esses sons. A ausência ou alteração nas respostas pode indicar uma perda auditiva de grau mais significativo ou uma disfunção no caminho que o som percorre do ouvido até o cérebro. Este teste é igualmente indolor, mas requer que o bebê esteja calmo ou dormindo para garantir resultados precisos.</p>
<p> Novos critérios e a identificação de fatores de risco</p>
<p>O novo Guia Nacional de Triagem Neonatal trouxe atualizações importantes nos critérios para a aplicação desses procedimentos, com o objetivo de otimizar a detecção e o direcionamento. Os indicadores de risco foram revisados e detalhados, permitindo que a triagem seja personalizada conforme a probabilidade de um tipo específico de perda auditiva. Por exemplo, bebês que permanecem internados em unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por mais de cinco dias, aqueles que necessitam de medicações ototóxicas (que podem danificar o sistema auditivo), que tiveram infecções congênitas como rubéola ou toxoplasmose, que nasceram com baixo peso extremo ou que foram submetidos a transfusões sanguíneas devido a hiperbilirrubinemia grave, agora têm indicação direta para realizar ambos os exames (EOA e PEATE), ou ao menos o PEATE como teste inicial, devido ao elevado risco de perda auditiva. Essa abordagem direcionada garante que os recursos sejam aplicados de forma mais eficaz, acelerando o diagnóstico e a intervenção para os bebês mais vulneráveis.</p>
<p> O novo Guia Nacional de Triagem Neonatal: padronização e aprimoramento</p>
<p>O lançamento do novo Guia Nacional de Triagem Neonatal pelo Ministério da Saúde representa um marco significativo na saúde materno-infantil brasileira. Este documento abrangente serve como um roteiro para profissionais de saúde, gestores e pais, detalhando as melhores práticas, os fluxos assistenciais e os protocolos atualizados para a triagem auditiva neonatal em todo o país. A sua criação visa garantir a uniformidade e a qualidade dos serviços, independentemente da região ou da instituição de saúde.</p>
<p> Atualizações e o foco na excelência assistencial</p>
<p>O guia reflete os mais recentes conhecimentos científicos e as recomendações de organismos nacionais e internacionais. Ele não apenas revisa os procedimentos técnicos, mas também enfatiza a importância da educação contínua dos profissionais, da comunicação clara com as famílias e da integração da triagem auditiva com outros programas de triagem neonatal, como o teste do pezinho. O foco está em um cuidado holístico e na construção de uma rede de referência e contrarreferência eficaz, onde os casos positivos sejam prontamente encaminhados para diagnóstico audiológico completo e para o início da intervenção. O objetivo primordial é assegurar que nenhum bebê com perda auditiva passe despercebido, garantindo-lhe o direito a um desenvolvimento pleno.</p>
<p> Direcionamento personalizado da triagem e acompanhamento</p>
<p>Uma das grandes inovações do novo guia é a capacidade de direcionar o processo de triagem e acompanhamento de forma mais personalizada. Ao revisar e detalhar os indicadores de risco, o documento permite que os profissionais avaliem o perfil de cada criança e escolham o protocolo de triagem mais adequado. Por exemplo, um bebê sem fatores de risco pode iniciar com o EOA, enquanto um com múltiplos fatores de risco pode ter o PEATE como exame inicial ou complementar obrigatório. Essa abordagem inteligente otimiza o uso dos recursos e minimiza o tempo entre a triagem e o diagnóstico definitivo. Além disso, o guia reforça a necessidade de acompanhamento periódico para bebês que falham na triagem ou que, mesmo passando, apresentam fatores de risco, pois a perda auditiva pode ter início tardio em alguns casos. A colaboração entre fonoaudiólogos, pediatras, otorrinolaringologistas e outros especialistas é incentivada para assegurar um cuidado contínuo e integrado.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a triagem auditiva neonatal</p>
<p>1. O que é a triagem auditiva neonatal, ou &#8220;teste da orelhinha&#8221;?<br />
É um exame rápido, indolor e objetivo que serve para identificar precocemente perdas auditivas em recém-nascidos. Sua finalidade é assegurar que, caso haja alguma alteração, a intervenção seja iniciada o mais cedo possível.</p>
<p>2. Quando e como é realizado o teste da orelhinha?<br />
Idealmente, o teste da orelhinha (Emissões Otoacústicas) deve ser realizado nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente antes da alta hospitalar. Uma pequena sonda é colocada no ouvido do bebê, emitindo sons e registrando as respostas do ouvido interno.</p>
<p>3. Qual a diferença entre Emissões Otoacústicas (EOA) e Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico (PEATE)?<br />
O EOA avalia a função das células da cóclea (parte do ouvido interno) e é o exame inicial. O PEATE é mais complexo, avalia o nervo auditivo e as vias auditivas do tronco encefálico, sendo indicado para bebês com fatores de risco ou que falharam no EOA.</p>
<p>4. Meu bebê falhou no teste da orelhinha. O que isso significa?<br />
Uma falha no primeiro teste não significa necessariamente que o bebê tem perda auditiva definitiva. Pode ser devido à presença de líquido ou vérnix no ouvido, ou o bebê pode estar agitado. É comum que o teste seja repetido e, se a falha persistir, o bebê será encaminhado para exames complementares, como o PEATE, para um diagnóstico mais preciso.</p>
<p>5. Quais são os principais fatores de risco para perda auditiva em recém-nascidos?<br />
Incluem internação em UTI neonatal por mais de cinco dias, uso de medicações ototóxicas, infecções congênitas (como rubéola, citomegalovírus), baixo peso ao nascer, icterícia grave (hiperbilirrubinemia) com necessidade de transfusão sanguínea, e histórico familiar de perda auditiva congênita.</p>
<p>Certifique-se de que seu bebê realize a triagem auditiva neonatal e siga as orientações médicas para garantir um desenvolvimento saudável e pleno.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Testes comportamentais ajudam no autoconhecimento e desenvolvimento pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 14:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ferramentas também se tornaram aliadas para quem busca evolução na carreira profissional Por Márcia Macedo O comportamento revela a essência do ser humano, conforme as ações e reações individuais diante de variados estímulos externos e internos. Isso ocorre durante as mais diversas manifestações de sentimentos, crenças e pontos de vista. Existem no mercado diferentes testes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>Ferramentas também se tornaram aliadas para quem busca evolução na carreira profissional</em></strong></h4>
<p>Por Márcia Macedo</p>
<p>O comportamento revela a essência do ser humano, conforme as ações e reações individuais diante de variados estímulos externos e internos. Isso ocorre durante as mais diversas manifestações de sentimentos, crenças e pontos de vista.<br />
Existem no mercado diferentes testes de perfis comportamentais, que servem para entender quais são os padrões que determinado indivíduo possui, para uma compreensão melhor de cada perfil.<br />
“Naturalmente, as pessoas não se revelam por completo em um ambiente estranho, cercado de pessoas que não se conhecem com mais profundidade. Cada um revela apenas uma parte de si e, no primeiro momento, acaba até utilizando máscaras sociais para poder interagir”, explica Andreia Costa, especialista em desenvolvimento humano e Coach Criacional de Comportamento e Mentalidade.</p>
<p>Segundo Andreia, a médio ou curto prazo, as pessoas acabam se revelando por meio de atitudes e comportamentos. “A maneira como nós nos comportamos é o que vai definindo quem nós somos, diante da sociedade e dos colegas de trabalho”, esclarece.</p>
<p>Nesse momento, conhecer o próprio perfil comportamental pode ser decisivo para quem busca uma evolução na carreira. Além disso, quando o profissional percebe seus pontos fortes e fracos, poderá se posicionar com mais segurança e assertividade.</p>
<p><strong>Ferramentas</strong></p>
<p>Uma das ferramentas de autoconhecimento mais utilizadas é a metodologia DISC, desenvolvida pelo psicólogo americano William Moulton Marston (1893 – 1947). “Para que um líder de equipe consiga extrair o melhor dos seus colaboradores, por exemplo, significa que a partir do momento que ele sabe o perfil comportamental de cada integrante da equipe, consegue estimular, motivar e conduzir melhor cada integrante da equipe de uma forma inteligente, sem pressionar, de uma forma muito natural e fazendo com que a pessoa entregue o seu melhor, respeitando o seu perfil”, revela a especialista.</p>
<p>Existem plataformas específicas, nas quais pessoas e empresas podem contratar o serviço e a própria ferramenta analisa as respostas e gera os relatórios. “São muitas informações sobre o respondente, mas que, necessariamente, precisa ser interpretado por um analista comportamental. Então, o respondente receberá desse profissional uma análise personalizada de perfil comportamental, com a interpretação do conteúdo do relatório, que inclui o potencial revelado sobre as características comportamentais e suas potencialidades. “A partir do momento que você tem informações sobre os seus padrões comportamentais, várias lacunas que antes estavam em aberto se fecham e várias peças do quebra-cabeça se encaixam”, afirma.</p>
<h4><strong>Coach Comportamental</strong></h4>
<p>Andreia Costa explica também que a metodologia coaching é respeitada e amplamente aplicada para grandes gestores, CEOs, personalidades, tanto do mercado profissional, quanto no mundo das celebridades, principalmente, nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil foi introduzida em 2011, porém a profissão ainda é pouco valorizada. “Quem conhece e já passou por um processo ou leu a respeito sabe o quanto a metodologia é importante, porque ela orienta para o futuro e trabalha com perguntas poderosas e provocativas que fazem com que é a pessoa que passa pelo processo se coloque em movimento. Nas primeiras sessões já se consegue ter um grande avanço e começa a se autoperceber”, observa.</p>
<p>Por isso, o processo de coaching serve para qualquer nicho, para qualquer problema, para qualquer desafio e para qualquer objetivo. “A parte mental, de mudança de mentalidade, é algo que aplico em consultorias e treinamentos, porque é a nossa mente que comanda tudo. Então, eu acredito fortemente que todo mundo precisa de um coach para chamar de seu. É fundamental, é algo transformador e quem está passando pelo processo se vê de uma maneira completamente diferente, experimenta algo diferente. É método e realmente funciona”, conclui Andreia.</p>
<p><strong>Andreia Costa: Andreia Costa é Coach Criacional de Comportamento e Mentalidade| Atua no Desenvolvimento de Pessoas há mais de 10 anos</strong></p>
<p>Instagram: @andreiacosta.oficial<br />
WhatsApp: 11 99400-8504<br />
E-mail: sanper.td@gmail.com</p>
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		<title>Ministério da Saúde amplia uso de teste para HTLV em gestantes no pré-natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 10:25:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conitec considerou que o procedimento é eficaz e seguro e que sua implementação no SUS utilizaria recursos já disponíveis. Vírus ataca as células do sistema imunológico O Ministério da Saúde ampliou o uso do teste de triagem e teste complementar/confirmatório para uso em diagnóstico de HTLV (vírus Linfotrópico de Células T Humanas) em gestantes no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Conitec considerou que o procedimento é eficaz e seguro e que sua implementação no SUS utilizaria recursos já disponíveis. Vírus ataca as células do sistema imunológico</i></h4>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O Ministério da Saúde ampliou o uso do teste de triagem e teste complementar/confirmatório para uso em diagnóstico de </span><a href="https://s2404.imxsnd27.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZzYXVkZS1kZS1hLWEteiUyRmglMkZodGx2OjE0MjI5ODY5NjE6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOjczNjlhOTo3Nw==" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2404.imxsnd27.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZzYXVkZS1kZS1hLWEteiUyRmglMkZodGx2OjE0MjI5ODY5NjE6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOjczNjlhOTo3Nw%3D%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1713472323456000&amp;usg=AOvVaw0ASFwaVgF5XmLi1IA-D0PV" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">HTLV</a><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"> (vírus Linfotrópico de Células T Humanas) em gestantes no pré-natal. O vírus ataca principalmente as células do sistema imunológico, que são responsáveis pela defesa do organismo. O diagnóstico da infecção pelo HTLV é feito por meio de exames de sangue, classificados pelo tipo de resultado que oferecem. A incorporação para as gestantes foi recomendada pela </span><a href="https://s2404.imxsnd27.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZjb25pdGVjJTJGcHQtYnI6MTQyMjk4Njk2MTpqb3JuYWxkaWdpdGFsZGFyZWdpYW9vZXN0ZUBnbWFpbC5jb206ZmViMjM4Ojc3" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2404.imxsnd27.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZjb25pdGVjJTJGcHQtYnI6MTQyMjk4Njk2MTpqb3JuYWxkaWdpdGFsZGFyZWdpYW9vZXN0ZUBnbWFpbC5jb206ZmViMjM4Ojc3&amp;source=gmail&amp;ust=1713472323456000&amp;usg=AOvVaw2FawayE5S6deK4TSzw2mZ6" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS</a><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"> (Conitec).</span></p>
<p><a href="https://s2404.imxsnd27.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZub3RpY2lhcyUyRjIwMjQlMkZhYnJpbCUyRm1pbmlzdGVyaW8tZGEtc2F1ZGUtYW1wbGlhLXVzby1kZS10ZXN0ZS1wYXJhLWh0bHYtZW0tZ2VzdGFudGVzLW5vLXByZS1uYXRhbDoxNDIyOTg2OTYxOmpvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29%0Dlc3RlQGdtYWlsLmNvbTo4MGE2NWM6Nzc=" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2404.imxsnd27.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzYXVkZSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZub3RpY2lhcyUyRjIwMjQlMkZhYnJpbCUyRm1pbmlzdGVyaW8tZGEtc2F1ZGUtYW1wbGlhLXVzby1kZS10ZXN0ZS1wYXJhLWh0bHYtZW0tZ2VzdGFudGVzLW5vLXByZS1uYXRhbDoxNDIyOTg2OTYxOmpvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29%250Dlc3RlQGdtYWlsLmNvbTo4MGE2NWM6Nzc%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1713472323456000&amp;usg=AOvVaw3YJVdLFSqrXjWoWRhI-PqP" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Leia a matéria na íntegra aqui!</a></p>
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