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	<title>transição &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Machado confia em transição ordenada na Venezuela e em eventuais eleições</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 18:01:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, expressou na última sexta-feira sua firme confiança em uma transição pacífica e ordenada para a democracia na Venezuela, culminando em eventuais eleições livres e justas. A declaração reforça sua determinação em seguir adiante com seu projeto político, apesar dos obstáculos impostos pelo regime atual. Machado, vista por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, expressou na última sexta-feira sua firme confiança em uma transição pacífica e ordenada para a democracia na Venezuela, culminando em eventuais eleições livres e justas. A declaração reforça sua determinação em seguir adiante com seu projeto político, apesar dos obstáculos impostos pelo regime atual. Machado, vista por muitos como a principal figura da oposição, baseia sua perspectiva na crescente mobilização popular e na necessidade de um acordo nacional que garanta a estabilidade e a governabilidade pós-transição. Sua visão de uma transição democrática na Venezuela inclui a superação da crise econômica e social que assola o país, prometendo um futuro de liberdade e prosperidade para todos os venezuelanos.</p>
<p> A visão de María Corina Machado para a Venezuela</p>
<p>María Corina Machado, figura central da oposição venezuelana, tem articulado uma visão clara e inabalável para o futuro de seu país, baseada na convicção de que uma transição para a democracia é não apenas inevitável, mas iminente. Sua estratégia se fundamenta na crença de que a vontade do povo venezuelano, manifestada através de sua persistência e mobilização, é a força motriz para as mudanças necessárias. Machado defende que a Venezuela vive um momento crucial, onde a pressão interna e externa convergirá para abrir caminho a um processo eleitoral transparente e à restauração das instituições democráticas. A líder opositora tem percorrido o país, reunindo multidões e reforçando a mensagem de unidade e esperança, construindo uma base de apoio popular que ela considera fundamental para qualquer processo de mudança.</p>
<p> Confiança e estratégia para a transição</p>
<p>A confiança de María Corina Machado em uma transição ordenada na Venezuela não é ingênua, mas estratégica. Ela argumenta que o regime atual está cada vez mais isolado e que a sociedade civil venezuelana, exausta por anos de crise humanitária e política, está pronta para defender uma mudança pacífica. A estratégia de Machado envolve a construção de uma ampla aliança nacional, que transcenda as divisões políticas e inclua diferentes setores da sociedade — empresários, trabalhadores, estudantes e militares descontentes. O objetivo é criar um consenso em torno de uma agenda de transição que garanta não apenas a realização de eleições livres, mas também a recuperação econômica e a reconciliação nacional. Machado tem enfatizado a importância de um &#8220;acordo nacional&#8221; que preveja garantias para todos os atores envolvidos, assegurando que o processo de mudança seja estável e não desencadeie mais instabilidade. Ela acredita que a transição deve ser acompanhada por um plano robusto para atrair investimentos, reconstruir a infraestrutura e restaurar os serviços públicos essenciais, elementos cruciais para a estabilidade futura.</p>
<p> O cenário político atual e os desafios</p>
<p>O caminho para a transição democrática, no entanto, é repleto de desafios. María Corina Machado foi inabilitada pela justiça venezuelana para exercer cargos públicos por 15 anos, uma decisão amplamente condenada por organizações internacionais e governos democráticos como uma manobra política para minar a oposição. Essa inabilitação é um dos maiores obstáculos em seu projeto de liderar o país. Além disso, o regime chavista tem demonstrado pouca disposição para ceder o poder, utilizando o controle das instituições estatais e das forças de segurança para reprimir protestos e silenciar vozes dissidentes. A comunidade internacional desempenha um papel ambivalente, com alguns países defendendo sanções e pressão diplomática, enquanto outros buscam diálogo e negociação. A crise econômica, marcada por hiperinflação, escassez de produtos básicos e um êxodo massivo de venezuelanos, adiciona uma camada de complexidade, exigindo soluções urgentes que transcendem a mera questão política. A polarização política profunda e a falta de confiança entre as partes são barreiras significativas para qualquer diálogo construtivo, dificultando a busca por um consenso que permita avançar.</p>
<p> Caminhos para a redemocratização e o papel internacional</p>
<p>A redemocratização da Venezuela é um processo complexo que requer não apenas a vontade política interna, mas também um engajamento significativo da comunidade internacional. A visão de María Corina Machado para o futuro do país está intrinsecamente ligada à capacidade de superar os entraves atuais e de garantir a legitimidade e transparência do processo eleitoral. A líder opositora tem buscado apoio ativo de diversos países e organismos internacionais, enfatizando que a estabilidade regional e os princípios democráticos globais dependem da resolução da crise venezuelana. A abordagem internacional varia, mas há um consenso crescente sobre a necessidade de pressionar por eleições justas, a libertação de presos políticos e o respeito aos direitos humanos.</p>
<p> A importância de eleições livres e justas</p>
<p>Para María Corina Machado e a oposição venezuelana, eleições livres e justas são a pedra angular de qualquer transição democrática. Isso implica não apenas a permissão para que todos os candidatos participem sem restrições arbitrárias, mas também um processo eleitoral que garanta a equidade, a transparência e a auditabilidade em todas as suas etapas. A presença de observadores internacionais independentes é considerada indispensável para assegurar a credibilidade dos resultados. A experiência de eleições passadas, muitas vezes marcadas por acusações de fraude e irregularidades, reforça a desconfiança da população e da comunidade internacional. Machado enfatiza que a Venezuela precisa de um Conselho Nacional Eleitoral imparcial e de um registro eleitoral atualizado. A luta por eleições genuínas não é apenas sobre a escolha de um líder, mas sobre a restauração da soberania popular e a validação do voto como o principal instrumento de mudança em uma democracia. Sem essas condições, qualquer pleito será visto como uma farsa, aprofundando a crise de legitimidade e a frustração popular.</p>
<p> Expectativas e o apoio da comunidade global</p>
<p>As expectativas em torno da Venezuela são altas, tanto dentro quanto fora do país. A comunidade global tem um papel crucial a desempenhar na facilitação de uma transição ordenada. Governos de países como os Estados Unidos, Colômbia, Brasil e a União Europeia têm monitorado de perto a situação, emitindo declarações e impondo sanções em diferentes momentos. Há uma pressão crescente para que o regime chavista se sente à mesa de negociações de boa-fé e permita um caminho eleitoral claro. A diplomacia internacional, por meio de iniciativas como o Grupo de Contato Internacional e a Plataforma Unificada da Venezuela, busca intermediar soluções e garantir o respeito aos direitos humanos. O apoio da comunidade global é vital não apenas para pressionar por eleições, mas também para fornecer assistência humanitária e, futuramente, para apoiar a reconstrução econômica do país. Machado acredita que a solidariedade internacional, combinada com a resistência interna, criará as condições necessárias para um desfecho democrático.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A visão de María Corina Machado para uma transição ordenada e a realização de eleições na Venezuela reflete a esperança de uma nação exausta. Sua confiança inabalável na força do povo e na necessidade de um acordo nacional impulsiona a oposição, apesar dos imensos desafios políticos e da repressão governamental. A via para a redemocratização é intrincada, exigindo uma combinação de mobilização interna, pressão internacional e condições eleitorais transparentes. O futuro da Venezuela pende entre a continuidade de um regime questionado e a promessa de um retorno à democracia, com milhões de venezuelanos aguardando ansiosamente os próximos passos. A determinação de Machado sinaliza que a luta pela liberdade e por um futuro próspero está longe de terminar, marcando um período de expectativa e incerteza para o país sul-americano.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. Quem é María Corina Machado e qual seu papel na oposição venezuelana?<br />
María Corina Machado é uma destacada política venezuelana, ex-deputada e líder proeminente da oposição. Ela é considerada uma das figuras mais fortes e com maior apoio popular para concorrer à presidência, defendendo uma transição para a democracia e a reconstrução econômica do país.</p>
<p>2. Por que María Corina Machado não pode concorrer às eleições atualmente?<br />
María Corina Machado foi inabilitada pela justiça venezuelana para exercer cargos públicos por 15 anos. Essa decisão é amplamente vista por seus apoiadores e pela comunidade internacional como uma medida política para impedir sua participação nas eleições presidenciais, dado seu alto índice de aprovação.</p>
<p>3. O que significa &#8220;transição ordenada&#8221; no contexto venezuelano, segundo Machado?<br />
Para María Corina Machado, uma &#8220;transição ordenada&#8221; significa um processo de mudança política pacífico, que garanta a estabilidade e a governabilidade, com respeito aos direitos humanos e às instituições, culminando em eleições livres e justas. Ela defende um acordo nacional que envolva diversos setores da sociedade para garantir a sustentabilidade do processo.</p>
<p>4. Qual a posição do governo venezuelano sobre as propostas de transição da oposição?<br />
O governo venezuelano, sob a liderança de Nicolás Maduro, geralmente desconsidera as propostas da oposição como tentativas de desestabilização. Ele frequentemente acusa María Corina Machado e outros líderes opositores de conspirarem com potências estrangeiras e de buscarem uma intervenção externa, mantendo uma postura de intransigência quanto às concessões políticas.</p>
<p>Acompanhe os próximos desenvolvimentos políticos na Venezuela e mantenha-se informado sobre os desdobramentos que moldarão o futuro da nação.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Cop30: negociações finais buscam consenso sobre clima e energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 17:00:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Conferência do Clima, sediada em Belém, está prestes a encerrar suas atividades, com debates cruciais sobre a transição energética e a busca por um consenso global. A abertura da COP30 foi marcada pelo discurso contundente do presidente Lula, que enfatizou a urgência da crise climática, descrevendo-a como uma &#8220;tragédia do presente&#8221;. A previsão é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência do Clima, sediada em Belém, está prestes a encerrar suas atividades, com debates cruciais sobre a transição energética e a busca por um consenso global. A abertura da COP30 foi marcada pelo discurso contundente do presidente Lula, que enfatizou a urgência da crise climática, descrevendo-a como uma &#8220;tragédia do presente&#8221;.</p>
<p>A previsão é que a COP30 termine oficialmente na sexta-feira, 21 de novembro. No entanto, a complexidade das negociações pode estender o prazo, já que as decisões e acordos dependem da aprovação unânime dos 198 países participantes.</p>
<p>Nos últimos dias, os negociadores têm trabalhado intensamente para finalizar o chamado Pacote de Belém, que engloba temas como o Objetivo Global de Adaptação, a transição justa, o financiamento climático e as diretrizes para o Fundo de Resposta a Perdas e Danos.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou alguns avanços importantes, como a criação do Fundo Floresta Tropical para Sempre, um mecanismo inovador para a preservação das florestas. Outros acordos também foram firmados com o objetivo de deter a degradação florestal. Segundo a ministra, a COP30 deve apresentar soluções concretas para o financiamento e as ações necessárias para evitar o colapso climático, em consonância com as metas globais estabelecidas na COP29.</p>
<p>O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, ressaltou que a transição energética é um processo contínuo, já em andamento. Ele citou como exemplo o crescimento do mercado de carros elétricos, especialmente na China e na Noruega, que está reduzindo a demanda por petróleo.</p>
<p>Até o momento, pelo menos 80 países aderiram ao compromisso informal proposto pelo Brasil de abandonar gradualmente os combustíveis fósseis. Além disso, 35 países e organizações internacionais assinaram a Declaração de Belém para a Industrialização Verde, visando um modelo de crescimento sustentável.</p>
<p>Um marco importante da COP30 foi a inclusão dos povos originários e tradicionais em debates oficiais. Cacique Raoni Metuktire, no encerramento da Cúpula dos Povos, alertou sobre os riscos ambientais da exploração de petróleo na Foz do Amazonas, defendendo a necessidade de consciência e cuidado com a terra.</p>
<p>Em relação à exploração de petróleo na Bacia da Foz do Rio Amazonas, o Ibama autorizou estudos para avaliar o potencial exploratório da região. No entanto, ainda não há previsão para a produção de óleo e gás em escala comercial. A ministra Marina Silva reconheceu que existem contradições em relação a esse tema, mas lembrou que o Brasil ainda necessita do petróleo para viabilizar a transição energética.</p>
<p>A Petrobras informou que a perfuração exploratória terá duração de cinco meses e será realizada em águas profundas do Amapá, a 175 km da costa e a 500 quilômetros da foz do Rio Amazonas. O objetivo é obter mais informações geológicas sobre a região.</p>
<p>O rascunho da Declaração Final da COP30 dedica atenção especial aos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, reconhecendo suas contribuições para a preservação das florestas, a proteção da biodiversidade e o fortalecimento da resiliência climática.</p>
<p>Em um alerta final, a ministra Marina Silva citou os cientistas do IPCC, enfatizando que a crise climática causa a perda de milhares de vidas todos os anos, comparando-a a &#8220;nanobombas&#8221; que estão sendo lançadas continuamente.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Jovens debatem inclusão e justiça climática na cop30</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/jovens-debatem-inclusao-e-justica-climatica-na-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 17:00:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30) dedica os dias de hoje a discussões cruciais sobre gestão ambiental e comunitária, com um olhar atento para a preservação de florestas, oceanos e da rica biodiversidade do planeta. A importância das comunidades indígenas, tradicionais e locais, bem como o engajamento de crianças, jovens e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30) dedica os dias de hoje a discussões cruciais sobre gestão ambiental e comunitária, com um olhar atento para a preservação de florestas, oceanos e da rica biodiversidade do planeta. A importância das comunidades indígenas, tradicionais e locais, bem como o engajamento de crianças, jovens e o papel das pequenas e médias empresas, também ganham destaque nas conversas.</p>
<p>A programação da Zona Verde reflete os seis pilares da Agenda da Ação da COP30, com ênfase no pilar que trata de florestas, oceanos e biodiversidade.</p>
<p>Na manhã desta segunda-feira, um painel promovido pela Aliança da Juventude por Governança Energética reuniu jovens de diversos estados, muitos vindos de áreas periféricas, para um debate aprofundado sobre a inclusão da juventude na transição energética. O encontro focou nos desafios relacionados à definição de metas ambiciosas e na conexão dessas metas com as realidades das periferias.</p>
<p>Durante a discussão, o racismo foi apontado como um fator crítico que contribui para a ausência de jovens negros em espaços de debate relevantes. A distinção entre o que representa um interesse genuíno e o que se configura como mera vontade política também foi um ponto central da conversa.</p>
<p>O papel fundamental da comunicação na promoção do protagonismo juvenil também foi amplamente debatido. O acesso a recursos provenientes da Política Nacional Aldir Blanc e da Lei Paulo Gustavo foi destacado como uma oportunidade para que jovens lancem projetos inovadores e transmitam mensagens impactantes à sociedade sobre a responsabilidade coletiva nas mudanças climáticas.</p>
<p>Os jovens presentes enfatizaram que a transição energética só poderá ser considerada justa se for conduzida com a participação ativa das populações diretamente afetadas por suas ações. Ressaltaram, ainda, que em muitas regiões, a prioridade continua sendo o acesso à energia, antes mesmo de se discutir a transição para fontes mais limpas e sustentáveis.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Brasil anuncia fundo inédito para impulsionar a transição energética global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil planeja criar um fundo inovador destinado a catalisar a transição energética em nações em desenvolvimento. A iniciativa, que utilizará recursos provenientes da exploração de petróleo, foi anunciada pelo presidente Lula durante a abertura da segunda sessão temática da COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), realizada em Belém. Em um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil planeja criar um fundo inovador destinado a catalisar a transição energética em nações em desenvolvimento. A iniciativa, que utilizará recursos provenientes da exploração de petróleo, foi anunciada pelo presidente Lula durante a abertura da segunda sessão temática da COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), realizada em Belém.</p>
<p>Em um discurso que ecoou para líderes globais, o presidente enfatizou a urgência de abandonar a dependência do petróleo, um combustível fóssil cuja queima libera gases poluentes na atmosfera, agravando as mudanças climáticas. &#8220;A Terra não comporta mais&#8221; o uso desta fonte de energia, declarou Lula, ressaltando a necessidade de uma mudança radical.</p>
<p>Além da criação do fundo, Lula propôs a análise da possibilidade de &#8220;troca de dívida por financiamento de iniciativas” voltadas à mitigação das mudanças climáticas e à transição para energias limpas. Essa abordagem inovadora poderia impulsionar a luta contra a pobreza energética, um desafio crucial para muitos países em desenvolvimento.</p>
<p>O presidente também abordou a questão dos conflitos globais, argumentando que estes eventos representam um obstáculo aos esforços globais para combater as mudanças climáticas.</p>
<p>No contexto da energia limpa, Lula destacou a importância de um debate aprofundado sobre os minerais críticos, como lítio, cobalto e nióbio, que desempenham um papel fundamental na fabricação de baterias e outras tecnologias essenciais para a transição energética.</p>
<p>Para o presidente, diversificar as matrizes energéticas, expandir o uso de fontes renováveis e acelerar a adoção de combustíveis sustentáveis são passos cruciais. No entanto, ele ressaltou que o sucesso dessas iniciativas depende do compromisso firme de todos os países.</p>
<p>Lula também fez referência ao Acordo de Paris, que completará uma década em 2025. Apesar do acordo, ele apontou que “a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética global diminuiu apenas de 83% para 80%&#8221;. Este dado evidencia a lentidão da transição energética global e reforça a necessidade de ações mais ambiciosas e coordenadas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Brasil pode criar milhões de empregos verdes até 2050, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 10:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente projeta que o Brasil tem o potencial de gerar sete milhões de empregos considerados &#8220;verdes&#8221; até 2030, e esse número pode saltar para 15 milhões até 2050. A análise, realizada pela Agenda Pública em colaboração com a Fundação Grupo Volkswagen, investiga os impactos da transição para uma economia de baixo carbono no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente projeta que o Brasil tem o potencial de gerar sete milhões de empregos considerados &#8220;verdes&#8221; até 2030, e esse número pode saltar para 15 milhões até 2050. A análise, realizada pela Agenda Pública em colaboração com a Fundação Grupo Volkswagen, investiga os impactos da transição para uma economia de baixo carbono no mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p>A pesquisa busca identificar medidas que ampliem a mobilidade social através da inclusão produtiva, abordando como a descarbonização e a transformação digital influenciam o cenário empregatício. O relatório enfatiza a necessidade de modernizar as políticas locais de desenvolvimento econômico, com foco em áreas como energias renováveis, economia circular, bioeconomia e mobilidade de baixas emissões. Estes setores são vistos como promotores de empregos sustentáveis.</p>
<p>Vitor Hugo Neia, diretor-geral da Fundação Grupo Volkswagen, destaca a importância de investir em qualificação profissional e em políticas públicas estruturantes nos níveis estadual, federal e municipal. Segundo ele, essa estratégia é crucial para garantir que a transição seja uma oportunidade para reduzir as desigualdades sociais, promovendo inclusão produtiva e mobilidade social, sem deixar ninguém para trás.</p>
<p>Para avaliar a situação de diferentes localidades, o estudo desenvolveu dois indicadores: Vulnerabilidade Socioeconômica e Capacidade Adaptativa. Com base nesses índices, os municípios foram classificados em perfis como resiliente, emergente, em atenção e crítico, permitindo identificar áreas prioritárias para intervenção.</p>
<p>A Capacidade de Transição foi avaliada considerando o capital humano, medido pela proporção de profissionais com ensino médio e superior, bem como o número de matrículas em cursos técnicos, e a capacidade fiscal, calculada pela receita própria per capita dos municípios.</p>
<p>O estudo revela que cada região enfrenta desafios e possui potencialidades distintas, exigindo estratégias de transição personalizadas. Uma das recomendações principais é a implementação de uma governança participativa.</p>
<p>Adicionalmente, a pesquisa aponta para a urgência de políticas específicas para jovens em situação de vulnerabilidade. Os dados revelam que 42% dos jovens negros entre 18 e 24 anos estão fora da escola ou do ensino superior, enquanto entre jovens brancos essa taxa é de 22%. Essa disparidade demonstra a necessidade de ações direcionadas para garantir a inclusão educacional e profissional desse grupo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Transição de governo de Santana de Parnaíba trabalha para implantação de bilhete único</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 14:50:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o projeto, a gestão quer facilitar a vida do munícipe que usa diariamente ônibus, além de estimular o uso do transporte coletivo e contribuir para a melhoria da mobilidade urbana; o objetivo é proporcionar mais praticidade, acessibilidade e eficiência ao sistema de transporte urbano da cidade O governo de transição já trabalha para elaborar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Com o projeto, a gestão quer facilitar a vida do munícipe que usa diariamente ônibus, além de estimular o uso do transporte coletivo e contribuir para a melhoria da mobilidade urbana; o objetivo é proporcionar mais praticidade, acessibilidade e eficiência ao sistema de transporte urbano da cidade</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O governo de transição já trabalha para elaborar um projeto e melhorar a integração no transporte público da cidade e criar um sistema de única passagem. Conforme a Semuttrans (Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito), a proposta, ainda em fase de estudo, visa oferecer aos usuários a possibilidade de realizar todo o trajeto necessário dentro do município utilizando apenas uma passagem, sem custos adicionais para integração entre diferentes linhas municipais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Esse modelo, segundo a pasta, tem por objetivo proporcionar mais praticidade, acessibilidade e eficiência ao sistema de transporte urbano da cidade. Com isso, a gestão quer facilitar a vida do munícipe que usa diariamente ônibus, diminuir os custos para os usuários, além de estimular o uso do transporte coletivo e contribuir para a melhoria da mobilidade urbana. No modelo atual, o valor cobrado na integração corresponde a 50% do valor da tarifa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Para o desenvolvimento do projeto, a prefeitura disponibiliza em seu site a “Pesquisa sobre o Transporte Público Municipal” &#8211; um formulário em que os cidadãos respondem a questões como linhas mais utilizadas, tipos de trajeto, horários mais comuns de uso, locais de embarque e destino. No questionário, ainda é pedido que o usuário avalie o transporte público local e aponte problemas e sugestões.</span></p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">De acordo com a Semutrans, 9,6 mil pessoas utilizam o transporte coletivo diariamente em Santana de Parnaíba, que possui uma frota de 37 ônibus que perfazem 17 linhas municipais. O valor atual da tarifa é R$ 4,50 para pagamentos em espécie, vale-transporte e cartão comum (Bilhete Eletrônico Municipal). Estudantes pagam meia, e a passagem é gratuita para pessoas com idade a partir de 65 anos e PCDs. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">PLANO DE MOBILIDADE</span></h4>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">A proposta da passagem única, com gratuidade na transição, está em linha com o Plano Municipal de Mobilidade, Circulação Viária e Transportes de Santana de Parnaíba (PlanMob), instituído por meio da Lei Municipal 4.071/2012, e que segue as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), instituída nacionalmente pela Lei Feral 12.567/2012. O documento destaca ações como a “integração entre os modos e serviços de transporte urbano” e a “prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado”. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">TERMINAIS RODOVIÁRIOS</span></p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Nesse sentido, a prefeitura adotou, nos últimos anos, uma série de medidas para incentivar o uso do transporte público e melhorar a mobilidade urbana. Entre essas ações, destaque para a ampliação das linhas municipais e a construção de três Terminais Rodoviários: o do Centro, inaugurado em 2015; o da Fazendinha; e o da região de Alphaville. Esses dois últimos foram implementados em 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Além disso, a prefeitura executou uma série de obras viárias que melhoraram o trânsito e a qualidade de vida dos parnaibanos. Entre essas obras, destaque para a ligação Colinas-Anhanguera, a duplicação da Tenente Marques, o alargamento de Yojiro Takaoka, a duplicação da Paiol Velho e da Bela Vista, a construção do Túnel de Alphaville e da Nova Ponte sobre o Rio Tietê</span></p>
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