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	<title>ubá &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Lula garante recuperação de Perdas em Minas Gerais após chuvas</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 21:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário de profunda tristeza e destruição, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, realizou uma visita crucial à Zona da Mata de Minas Gerais neste sábado. A região foi severamente impactada por intensas chuvas, resultando em calamidade pública e um balanço trágico de vidas perdidas. Durante sua estadia, o presidente fez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário de profunda tristeza e destruição, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, realizou uma visita crucial à Zona da Mata de Minas Gerais neste sábado. A região foi severamente impactada por intensas chuvas, resultando em calamidade pública e um balanço trágico de vidas perdidas. Durante sua estadia, o presidente fez uma promessa enfática: a integral recuperação das perdas materiais sofridas pelos municípios atingidos. Essa garantia visa restaurar a infraestrutura, os serviços essenciais e, acima de tudo, a esperança das comunidades que enfrentam os desafios pós-desastre. A presença do chefe de Estado reforça o compromisso federal em auxiliar na reconstrução e mitigar os efeitos devastadores que assolaram a região, demonstrando a prioridade em lidar com a crise humanitária e estrutural.</p>
<p> A devastação das chuvas na Zona da Mata</p>
<p>Minas Gerais enfrenta um dos períodos mais críticos de sua história recente devido às chuvas torrenciais. A Zona da Mata, em particular, tornou-se palco de uma tragédia que mobilizou o país. Municípios inteiros foram submersos ou atingidos por deslizamentos de terra, alterando drasticamente a rotina de milhares de famílias e ceifando dezenas de vidas. A extensão do desastre demandou uma resposta rápida e coordenada de todos os níveis de governo para tentar conter os danos e prestar socorro imediato à população.</p>
<p> O balanço trágico e a situação dos municípios</p>
<p>O impacto humano das chuvas em Minas Gerais é alarmante. O Corpo de Bombeiros confirmou que o número de mortes subiu para 66, com a maioria das vítimas registrada em Juiz de Fora (60) e Ubá (seis). Além disso, três pessoas permanecem desaparecidas, sendo duas em Ubá e uma em Juiz de Fora, intensificando a angústia de seus familiares e das equipes de resgate que trabalham incessantemente nas buscas.</p>
<p>A situação de calamidade pública foi decretada em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, evidenciando a gravidade dos danos e a necessidade urgente de auxílio. Outros dois municípios, Divinésia e Senador Firmino, também foram declarados em situação de emergência, sublinhando a amplitude geográfica do problema. A destruição se manifesta não apenas nas estatísticas, mas nas histórias de pessoas que perderam entes queridos e todo o seu patrimônio. A resiliência das comunidades é testada diariamente diante de um cenário de luto e reconstrução, enquanto tentam reorganizar suas vidas em meio à adversidade.</p>
<p> O impacto nas vidas e na infraestrutura</p>
<p>A passagem das chuvas deixou um rastro de destruição que vai além dos números. A infraestrutura básica de diversas cidades foi severamente comprometida. Casas foram arrastadas pela força da água ou soterradas por deslizamentos, deixando milhares de desabrigados e desalojados. Serviços essenciais como educação e saúde foram afetados, com unidades escolares e postos de atendimento danificados, inviabilizando o retorno às atividades normais e comprometendo o futuro imediato das crianças e a assistência médica aos feridos e doentes.</p>
<p>O presidente Lula, ao visitar uma das áreas afetadas em Ubá, destacou a dimensão irrecuperável das vidas perdidas. &#8220;A única coisa que, lamentavelmente, a gente não pode recuperar é a vida das pessoas que morreram&#8221;, afirmou, expressando o pesar da nação. Contudo, o foco central de sua mensagem foi a garantia de que &#8220;aquilo que for material, que a cidade teve prejuízo, educação, saúde, as casas, nós vamos garantir que as pessoas vão ter de volta&#8221;. Esta promessa abrange a reconstrução de moradias, a recuperação de equipamentos públicos e a restauração de toda a estrutura urbana e rural que foi danificada, visando restabelecer a normalidade e a dignidade dos cidadãos o mais rápido possível.</p>
<p> Resposta governamental e auxílio emergencial</p>
<p>Diante da magnitude do desastre, a resposta do governo federal tem sido imediata e multifacetada, buscando mitigar o sofrimento da população e acelerar o processo de reconstrução. A mobilização de diferentes ministérios e órgãos demonstra a seriedade com que a situação é tratada em Brasília, com esforços concentrados em garantir que a ajuda chegue de forma eficiente e oportuna.</p>
<p> Liberação de recursos e assistência imediata</p>
<p>O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional agiu prontamente, aprovando a liberação de recursos emergenciais no valor de R$ 11,3 milhões. Estes fundos são cruciais e serão direcionados para as três cidades mais afetadas – Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. Os recursos têm dupla finalidade: garantir assistência humanitária, que inclui o fornecimento de alimentos, água potável, kits de higiene e abrigo temporário para os desabrigados; e o restabelecimento dos serviços essenciais. Isso significa apoiar a recuperação de sistemas de abastecimento de água, energia elétrica, vias de acesso e unidades de saúde e educação que foram comprometidas, visando a reabilitação das áreas afetadas.</p>
<p>A agilidade na aprovação desses recursos é fundamental para que as prefeituras possam implementar seus planos de trabalho de forma eficaz, atendendo às necessidades mais urgentes da população. A coordenação entre os níveis federal e municipal é vista como chave para uma recuperação bem-sucedida e para a garantia de que a ajuda chegue a quem mais precisa, evitando burocracias desnecessárias em um momento de crise.</p>
<p> Apoio social e financeiro à população</p>
<p>Além dos recursos diretos para infraestrutura e assistência humanitária, o governo federal também anunciou medidas de apoio social e financeiro à população diretamente atingida. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou a atuação das equipes do governo, incluindo as do Sistema Único de Assistência Social (Suas), que estão presentes em toda a região. Essas equipes não se limitam às grandes cidades, estendendo seu trabalho aos municípios menores para auxiliar na elaboração de planos de recuperação e atendimento às famílias, assegurando que ninguém seja deixado para trás.</p>
<p>Dias confirmou a antecipação do pagamento de auxílios sociais essenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Bolsa Família. Essa medida visa proporcionar um alívio financeiro imediato para as famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo que tenham acesso a recursos para suprir suas necessidades básicas em um momento de crise, quando muitos perderam tudo.</p>
<p>Adicionalmente, os moradores das três cidades em calamidade pública – Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa – foram autorizados a solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Este saque é limitado a R$ 6.220 e representa uma importante ferramenta de apoio financeiro para que as famílias possam arcar com despesas emergenciais, como a compra de bens essenciais perdidos ou pequenos reparos em suas residências, facilitando o recomeço após a tragédia e minimizando o impacto econômico direto sobre os cidadãos.</p>
<p> Compromisso presidencial com a reconstrução</p>
<p>A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Minas Gerais não foi apenas um gesto de solidariedade, mas uma clara demonstração do compromisso do governo federal com a reconstrução das áreas devastadas. A agenda presidencial foi intensa, focada em ouvir as demandas locais e assegurar a implementação das ações necessárias para uma recuperação robusta e duradoura.</p>
<p> Prioridade na recuperação material e o luto pelas vidas perdidas</p>
<p>Desde o início de sua declaração, o presidente Lula foi categórico em distinguir o que pode e o que não pode ser recuperado. Ele reiterou a profunda dor pelas 66 vidas perdidas, um número que ele classificou como irrecuperável e a maior tragédia para qualquer família. No entanto, ele direcionou sua mensagem para o futuro, afirmando que &#8220;aquilo que for material, que a cidade teve prejuízo, educação, saúde, as casas, nós vamos garantir que as pessoas vão ter de volta.&#8221; Este enfoque na recuperação material visa restaurar a infraestrutura e os bens dos cidadãos, garantindo que as comunidades possam se reerguer. A promessa presidencial abrange a reconstrução de moradias, escolas e hospitais, e a restauração de serviços básicos, um passo fundamental para o retorno à normalidade.</p>
<p> Reuniões estratégicas com lideranças locais</p>
<p>A agenda do presidente incluiu reuniões estratégicas com os prefeitos dos municípios mais atingidos. Em Juiz de Fora, Lula se encontrou com Margarida Salomão (Juiz de Fora), José Damato (Ubá) e Maurício dos Reis (Matias Barbosa). Esses encontros foram cruciais para que os gestores municipais pudessem apresentar um levantamento detalhado dos prejuízos e das necessidades específicas de suas cidades. O presidente enfatizou a importância de &#8220;um trabalho muito sério de levantamento de todos os prejuízos&#8221; por parte dos prefeitos, indicando que a precisão dos dados é essencial para a alocação eficiente dos recursos e a formulação de planos de recuperação adequados. A comitiva presidencial, após Ubá, seguiu para Juiz de Fora, onde estas discussões foram aprofundadas, selando o pacto de colaboração entre a União e os municípios na árdua tarefa de reconstruir a Zona da Mata mineira e oferecer suporte contínuo à população.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>   Que cidades da Zona da Mata mineira foram as mais afetadas pelas chuvas?<br />
    Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa foram declaradas em situação de calamidade pública, sendo as mais atingidas. Divinésia e Senador Firmino também estão em situação de emergência.</p>
<p>   Qual o valor dos recursos emergenciais aprovados para a região?<br />
    O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional aprovou R$ 11,3 milhões em recursos para socorrer as três cidades em calamidade pública, direcionados para assistência humanitária e restabelecimento de serviços essenciais.</p>
<p>   Como os moradores podem acessar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)?<br />
    Moradores das cidades em calamidade pública (Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa) podem solicitar o saque do FGTS, limitado a R$ 6.220, seguindo os procedimentos estabelecidos pela Caixa Econômica Federal após o reconhecimento oficial do estado de calamidade.</p>
<p>   Quais outros auxílios sociais estão sendo antecipados?<br />
    O governo confirmou a antecipação do pagamento de benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Bolsa Família para as famílias afetadas nas regiões em calamidade e emergência, visando um suporte financeiro imediato.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as últimas atualizações e as ações de reconstrução em Minas Gerais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Chuvas intensas na Zona da Mata mineira elevam número de mortos para</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 23:01:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As persistentes e volumosas chuvas na Zona da Mata mineira resultaram em uma escalada trágica no número de vítimas. Desde a segunda-feira, 23 de janeiro, intensos temporais castigam a região, culminando em deslizamentos e inundações que ceifaram dezenas de vidas. O último balanço oficial, divulgado na sexta-feira, 27 de janeiro, confirmou a morte de 65 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As persistentes e volumosas chuvas na Zona da Mata mineira resultaram em uma escalada trágica no número de vítimas. Desde a segunda-feira, 23 de janeiro, intensos temporais castigam a região, culminando em deslizamentos e inundações que ceifaram dezenas de vidas. O último balanço oficial, divulgado na sexta-feira, 27 de janeiro, confirmou a morte de 65 pessoas e ainda registra quatro desaparecidos, evidenciando a severidade do desastre natural. A catástrofe mobiliza autoridades estaduais e federais em uma corrida contra o tempo para prestar socorro e oferecer assistência à população afetada, que enfrenta a destruição de suas casas e a perda de seus bens. Municípios como Juiz de Fora e Ubá estão entre os mais impactados, com milhares de desabrigados e desalojados clamando por ajuda em meio à devastação que remodelou paisagens e lares.</p>
<p> A tragédia se aprofunda: balanço das vítimas e impactos sociais</p>
<p>A Zona da Mata mineira enfrenta um dos piores cenários de sua história recente, com o número de mortes causadas pelas chuvas torrenciais subindo para 65. A contagem, que foi atualizada na tarde de sexta-feira, 27 de janeiro, reflete a intensidade e a abrangência dos desastres, que incluem deslizamentos de terra, enxurradas e inundações em diversas localidades. Além das vidas perdidas, a região lida com a angústia de quatro pessoas que permanecem desaparecidas, cujas buscas continuam ininterruptas, alimentando a esperança de encontrá-las com vida, mas também o temor diante da dimensão da catástrofe. A população local vive momentos de grande aflição, com muitas famílias desestruturadas e comunidades inteiras em estado de alerta máximo. A mobilização de equipes de resgate, voluntários e profissionais da saúde é constante, trabalhando incansavelmente para mitigar os danos e oferecer suporte essencial.</p>
<p> Vítimas e desaparecidos: o cenário em Juiz de Fora, Ubá e municípios vizinhos</p>
<p>Entre as cidades mais castigadas, Juiz de Fora emerge como epicentro da tragédia, registrando, até o momento, 59 vítimas fatais. A metrópole, uma das maiores da região, sofreu com a violência das águas e dos deslizamentos que atingiram áreas residenciais, muitas delas em encostas, transformando ruas em rios e casas em escombros. Além das mortes, Juiz de Fora ainda busca por dois desaparecidos, que foram arrastados ou soterrados pela força das chuvas e da lama, adicionando uma camada de incerteza e dor às famílias. A situação na cidade é crítica, com bairros inteiros em ruínas e infraestruturas severamente comprometidas, incluindo vias de acesso e serviços públicos.</p>
<p>Paralelamente, o município de Ubá também reporta um cenário devastador, com seis mortes confirmadas e a busca por outros dois desaparecidos. Em Ubá, a combinação de chuvas intensas e a topografia do terreno potencializou os estragos, deixando um rastro de destruição e luto, afetando principalmente as áreas ribeirinhas e encostas. O impacto humano se estende para além das mortes e desaparecimentos, com um vasto contingente de pessoas que perderam suas moradias e todos os seus pertences. Os dados mais recentes apontam para 389 desabrigados, aqueles que necessitam de abrigo público temporário em escolas, ginásios ou centros comunitários, e mais de 5.500 desalojados, que foram forçados a abandonar suas casas e buscar refúgio em residências de familiares ou amigos. Esse cenário demanda uma resposta robusta e coordenada de todos os níveis de governo e da sociedade civil para garantir a dignidade, a segurança e o suporte psicológico e material dessas famílias, que se veem desamparadas diante da fúria da natureza.</p>
<p> Medidas emergenciais e ações de apoio para recuperação</p>
<p>Diante da calamidade que assola a Zona da Mata mineira, diversas esferas governamentais e instituições financeiras se articularam para implementar medidas emergenciais de apoio à população e aos municípios afetados. A resposta busca aliviar o sofrimento imediato das vítimas e fornecer os recursos necessários para a lenta e desafiadora reconstrução das áreas devastadas. A celeridade na liberação de fundos e na simplificação de processos burocráticos é crucial para que a ajuda chegue a quem mais precisa no menor tempo possível. Essas ações demonstram um esforço conjunto para minimizar os impactos socioeconômicos da catástrofe e restaurar um mínimo de normalidade para os residentes, que enfrentam a árdua tarefa de recomeçar suas vidas.</p>
<p> Apoio financeiro e fiscal: os braços do governo estadual e federal</p>
<p>O governo de Minas Gerais agiu prontamente para mitigar os impactos financeiros nos municípios e na vida dos cidadãos. Foi autorizada a antecipação de três a seis parcelas do Piso Mineiro de Assistência Social, um recurso vital que totaliza mais de R$ 1,3 milhão. Essa medida visa fortalecer a capacidade dos municípios atingidos de oferecerem serviços socioassistenciais essenciais, como abrigo temporário, alimentação, apoio psicossocial e distribuição de kits de higiene e limpeza às famílias em vulnerabilidade. Adicionalmente, o estado buscou junto ao Comitê Gestor do Simples Nacional, em Brasília, a prorrogação do prazo para o pagamento dos tributos referentes aos meses de fevereiro e março. Esta solicitação tem como objetivo oferecer um fôlego financeiro para as micro e pequenas empresas e comerciantes locais que foram duramente impactados pelas chuvas, muitos dos quais perderam estoques e infraestrutura, permitindo-lhes focar na recuperação e reestruturação de seus negócios sem o peso imediato das obrigações fiscais.</p>
<p>O governo federal, por sua vez, também implementou uma importante iniciativa de apoio à população: a liberação do Saque Calamidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esta medida emergencial está disponível para os cidadãos residentes em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, que foram diretamente atingidos pela calamidade e tiveram suas casas danificadas ou destruídas. O processo para solicitar o saque é simplificado e pode ser feito diretamente pelo aplicativo do FGTS, disponível para smartphones, tornando o acesso mais ágil e menos burocrático para as vítimas, que já enfrentam inúmeros desafios.</p>
<p>O prazo para a solicitação se estende até 25 de maio, concedendo um período razoável para que os trabalhadores possam organizar seus documentos e efetuar o pedido com calma. O valor máximo que pode ser sacado é de R$ 6.220, limitado ao saldo disponível na conta do FGTS do trabalhador. É importante ressaltar que para ter direito ao saque, a pessoa não pode ter realizado saques por calamidade nos últimos 12 meses anteriores ao desastre atual. Para efetivar a solicitação, é necessário enviar uma foto de um documento de identidade válido e de um comprovante de residência em nome do trabalhador, emitido nos últimos 120 dias, para comprovar a residência em uma das áreas afetadas e a elegibilidade ao benefício. Após o envio da documentação e análise, o cidadão deve indicar uma conta bancária de sua titularidade para receber o dinheiro, concluindo assim o processo de forma digital e segura. A Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão do FGTS, também anunciou o envio de caminhões-agência para as regiões afetadas. Essa iniciativa visa reforçar o atendimento bancário e facilitar o acesso da população aos serviços e informações sobre o Saque Calamidade e outros benefícios, garantindo que mesmo aqueles com dificuldade de locomoção ou acesso a agências físicas possam ser atendidos de forma eficiente e humanizada, mitigando os transtornos em um momento tão delicado.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A Zona da Mata mineira atravessa um momento de profunda dor e reconstrução. Com o saldo trágico de 65 vidas perdidas e milhares de pessoas desabrigadas ou desalojadas, a região se mobiliza para superar os estragos deixados pelas chuvas intensas. As ações coordenadas dos governos estadual e federal, aliadas à solidariedade da sociedade civil, são fundamentais para amparar as vítimas e iniciar o processo de reerguimento. A memória daqueles que se foram e o sofrimento dos que ficaram reforçam a urgência de medidas preventivas e de um planejamento urbano mais resiliente para evitar que tragédias dessa magnitude se repitam no futuro, protegendo a vida e o patrimônio dos cidadãos.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Qual o número atualizado de vítimas fatais na Zona da Mata mineira devido às chuvas?<br />
Até o momento, o número de mortos confirmados em decorrência dos temporais na Zona da Mata mineira é de 65 pessoas.</p>
<p>2. Quais municípios foram os mais afetados e qual a situação de desabrigados/desalojados?<br />
Juiz de Fora e Ubá são os municípios com maior número de vítimas. Juiz de Fora registra 59 mortes e 2 desaparecidos, enquanto Ubá tem 6 mortes e 2 desaparecidos. Há 389 desabrigados e mais de 5.500 desalojados em toda a região afetada.</p>
<p>3. Como o governo federal está auxiliando a população atingida pelas chuvas?<br />
O governo federal liberou o Saque Calamidade do FGTS para moradores de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. O saque pode ser solicitado pelo aplicativo do FGTS até 25 de maio, com limite de R$ 6.220 e necessidade de comprovação de identidade e residência. A Caixa também enviou caminhões-agência para reforçar o atendimento.</p>
<p>4. Quais medidas o governo de Minas Gerais adotou para apoiar as vítimas e municípios?<br />
O governo estadual autorizou a antecipação de até seis parcelas do Piso Mineiro de Assistência Social, totalizando mais de R$ 1,3 milhão para os municípios atingidos. Além disso, solicitou a prorrogação do pagamento de tributos para empresas afetadas.</p>
<p>Para informações detalhadas sobre os procedimentos de saque do FGTS ou como auxiliar as vítimas com doações e voluntariado, acesse os canais oficiais dos governos e da Caixa Econômica Federal e ajude a reconstruir a esperança na Zona da Mata mineira.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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